sábado, 31 de dezembro de 2011


Brisa: Comissão executiva recebeu 3,9
milhões de euros
Vitorino ganha 5000 por reunião

O ex-comissário europeu, António Vitorino, ganha 5000 euros por cada reunião a que preside como presidente da mesa da Assembleia Geral da Brisa, de acordo com o relatório anual de bom governo das sociedades, ontem disponibilizado no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
António Vitorino assumiu a presidência da mesa da Assembleia Geral da Brisa a 12 de Setembro de 2007, substituindo no cargo Vasco Vieira de Almeida. O seu mandato é de quatro anos.
Segundo apurou o CM junto de fontes da Brisa a escolha de António Vitorino ficou a dever-se, além do prestígio do ex-ministro da Defesa, ao profundo conhecimento do Código das Sociedades Comerciais, uma condição considerada fundamental para a boa condução dos trabalhos numa Assembleia Geral.
A remuneração de António Vitorino foi proposta pela Comissão de Remunerações da Brisa, presidida pelo ex-presidente do BCP, Jardim Gonçalves.
No mesmo relatório a concessionária de auto-estradas revela que a Comissão Executiva, liderada por Vasco de Mello, recebeu uma remuneração global de 3,9 milhões de euros, entre prémios, salários--base e remunerações variáveis.
Em média, os cinco membros da Comissão Executiva receberam 793 mil euros de remunerações em 2008.
Os membros não-executivos ganharam uma remuneração fixa global de 607 mil euros, o que representa uma remuneração média de 75 mil euros por ano para cada administrador.
Em 2007, os quadros médios e superiores da Brisa receberam 5,3 milhões de euros, a que acresceu uma remuneração variável de 828 mil euros.
Os pagamentos foram realizados com base no comportamento e resultados da empresa referentes a 2006.
PORMENORES
FUNDOS DO BPP
O Banco Privado Português tem cinco por cento do capital da Brisa, o equivalente a cerca de 30 milhões de acções.
CAIXA DE VIGO E OURENSE
A Caixa de Vigo, Ourense e Pontevedra detém 12 milhões de acções da Brisa.
JOSÉ DE MELLO SGPS
A José de Mello Investimentos SGPS tem 15,7 por cento do capital da Brisa e é o principal accionista da empresa, a par da Abertis.
 NOTA: Infelizmente este pais está entregue à bicharada, e ainda não se viu um politico na cadeia... Paga o pobre contribuinte para estes senhores darem golpes de colarinho branco... VERGONHO... Até quando??????????

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FELIZ ANO NOVO
2012


Máfia Europeia
Escândalo na União Europeia

Você já reparou que os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE ? E por quê? Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso…

Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da União Europeia!!!

Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.

Sim, você leu correctamente!

Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.

Porquê e quem paga isto?

Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.

A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"

Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus.

É uma verdadeira Máfia a destes Altos Funcionários da União Europeia …

Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos... Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.

Vejamos: Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1.515 € / mês. O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos).

O seu colega, Peter Hustinx, acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de € 9 000 de pensão por mês.

É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.

Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:

1º - Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá €12 500 por mês de pensão.

2º - Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, € 12 900 por mês.

3º - Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, Procurador-geral, 14 000 € por mês.

Consulte a lista em:
http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonne=62286
Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ...

Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.

Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos… De quem estamos falando?

Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas - juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.

Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte...

Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, penhoras, despejos, etc.

Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar!

Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto «verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas», beneficiam do sistema e não pagam as quotas.


E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?

Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 € por mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações... É uma pura provocação!

O meu objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.

Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.

«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo. Já foi aproveitado pelos media.
http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867

Divulgue e distribua amplamente entre todos os relés dos vinte e sete países da União Europeia.

(Traduzido de um original em francês, recebido por e-mail)

FN (Enviado por AB)

Fonte:
Kafe Kultura

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


Da tragédia Grega ao fado Português, ou
simplesmente um crime?
28 Outubro 2011 [Opinião]
“Uma dívida é um princípio de escravidão… um credor é pior que um senhor, porque um senhor possui apenas a pessoa do escravo, enquanto o credor possui a dignidade do devedor e pode esbofeteá-lo”
Esta citação foi retirada da obra de Victor Hugo, em Os Miseráveis, no distante século XIX...
Os últimos acontecimentos têm vindo a dar razão ao sentido desta citação, pois uma declaração de um perdão parcial da divída de um país, tem um sabor de derrota . Estamos a falar da Grécia, o berço da nossa civilização, sujeita a um tratamento que atenta à dignidade de um povo.
Perante esta situação e para que o mesmo não nos aconteça, Portugal necessita de um esforço de ajustamento “colossal” acompanhado de um grande rigor nas contas públicas.
Mas ao mesmo tempo é necessário perceber o porquê de termos chegado a esta situação e quem foram os responsáveis de estarmos na iminência de uma bancarrota.
E não adianta vir com o argumento, estafado, de que a responsabilidade dos titulares de cargos políticos se esgota na responsabilidade política....
Vejamos o que diz a Lei 34/87, sobre Crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos em vigor há duas dúzias de anos no seu Artigo 14.º ;“Violação de normas de execução orçamental:
O titular de cargo político a quem, por dever do seu cargo, incumba dar cumprimento a normas de execução orçamental e conscientemente as viole:
a) Contraindo encargos não permitidos por lei;
b) Autorizando pagamentos sem o visto do Tribunal de Contas legalmente exigido;
c) Autorizando ou promovendo operações de tesouraria ou alterações orçamentais proibidas por lei;
d) Utilizando dotações ou fundos secretos, com violação das regras da universalidade e especificação legalmente previstas;
Será punido com prisão até um ano. “
Com a aplicação rigorosa da Lei, como é que fica a situação do Dr. Alberto João Jardim e os seus “desvarios” orçamentais?
E as famosas PPP (Parcerias Público Privadas ) feitas pelo anterior Governo da República, manifestamente lesivas para o erário publico?

Concluindo;
Enquanto não houver uma efectiva responsabilidade criminal para quem viole a Lei, no exercício de cargos políticos, não podemos afirmar Portugal como um verdadeiro Estado de direito onde todos os cidadãos são iguais perante a Lei.
Na verdade, o que é que adianta dizer que somos uma democracia quando não conseguimos sequer aplicar uma lei criminal a todos os cidadãos?
Não basta ser: é necessário parecer....
Autor: Gonçalo Almiro Matos Costa


Presidente não envia Orçamento para o
Tribunal Constitucional
Apesar de ter manifestado reservas sobre o corte nos subsídios para os funcionários públicos, o Presidente da República não pediu a verificação da constitucionalidade do documento.
O Orçamento do Estado para o próximo ano não foi enviado pelo Presidente da República para o Tribunal Constitucional.

O prazo terminou à meia-noite e, ao que a Renascença apurou junto da Presidência e do Tribunal, Cavaco Silva não enviou a proposta de lei para ser analisada pelos juízes do Palácio Ratton.

O Presidente da República chegou a manifestar dúvidas sobre a equidade fiscal e sugeriu que o princípio estaria a ser violado nos artigos que prevêem o corte nos subsídios de Natal e de férias dos funcionários públicos.

Estas reservas foram manifestadas depois da apresentação do Orçamento, mas o certo é que não motivaram o envio do diploma para o Tribunal Constitucional.

Legalmente, o Presidente da República tem 20 dias para promulgar ou vetar o Orçamento do Estado – prazo que termina a 10 de Janeiro –, mas tem sido hábito fazê-lo antes do fim do ano, de forma a que o documento possa entrar em vigor a 1 de Janeiro.
NOTA: O Povo Português tem um presidente que sofre de anemésia crónica, ora diz uma coisa e faz outra, mais tarde dirá que foi um herói desta… Agora se fosse o Estatuto dos Açores, esse já tinha sido enviado ao Tribunal Constitucional… depois diz que gosta muito dos Açores… é da maldita anemésia crónica…
[Vergonhoso]  
Parlamento da Vergonha - O Mau exemplo
"Os deputados encerraram ontem os trabalhos parlamentares de 2011 e as comissões e plenários só serão retomados a 3 de Janeiro de 2012, segundo a agenda da Assembleia da República. "
"Os deputados encerraram ontem os trabalhos parlamentares de 2011 e as comissões e plenários só serão retomados a 3 de Janeiro de 2012, segundo a agenda da Assembleia da República. "


Ora... Pedem-nos sacrifícios... Cortam-nos subsídios... Aumentam o IVA... Cortam feriados... E ainda nos oferecem mais 30 minutos de trabalho por dia...  Epá se for para tirar o meu pais do buraco em que está, eu até penso em aceitar mas depois leio noticias destas.... Ora vamos lá a ver.. Se eu for dono de uma empresa e explicar aos meus colaboradores que a empresa esta em dificuldades e que vamos ter de fazer cortes nos salarios e nos premios por forma a manter a empresa aberta e garantir todos os postos de trabalho acho que eles vão (a mal ou bem) compreender e aceitar. Até aqui tudo mais ou menos AGORA... A seguir eu nao vou de viagem para as Bahamas para um Hotel de Luxo ou nao vou comprar o carro topo de gama... Porque devo dar o exemplo de contenção com os meus colaboradores... Ora isto tudo para dizer...
OH MEUS LABREGOS DE MERDA (desculpem a expressão) mas voces tem uma lata... Será que não tem coração? Não tem consciencia da situação do Pais?? Entao pedem as pessoas que trabalhem mais e se empenhem mais e depois dão este exemplo???  Sabem qual é a vossa sorte?? É não haverem "martires" e homens bomba por cá... Senão ja tinha pago a um para vos tratar da saudinha!!
Estimo sinceramente que tenham umas boas festas e se possivel... Que não voltem ao Parlamento para o ano e deem o vosso lugar a alguem com vontade e competencia para ocupar aqueles 230 lugares!!!

MULHER DE CORAGEM! E ASSIM MESMO
QUE SE DESMASCARAM OS CORRUPTOS

Esta jornalista vai acabar os seus dias no Hospital Magalhães de Lemos, ou com um tiro  fatal.
A Ditadura Democrática Portuguesa elimina os que pensam e promove os Burros.( peço desculpa ao animal, por quem tenho muito carinho e admiração)
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.

Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.

Para garantir que vai continuar burro o grande "cavallia" (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.

A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.

Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.

Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.

Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.

Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.

Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?

Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?

Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?

Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?

Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.

No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?

As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?

E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE.

Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?

E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?

E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.

Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.

Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.

Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa


Clara Ferreira Alves - "Expresso"


 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Para sair da crise, é preciso “romper com
 a troika” e obrigá-la a “renegociar a
dívida”

O politólogo e professor universitário belga esteve recentemente em Lisboa para ajudar a lançar a Iniciativa por uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública. Experiência não lhe falta.

É presidente do Comité para Anulação da Dívida do Terceiro Mundo e fez parte da equipa que realizou, entre 2007 e 2008, a auditoria sobre a origem e destino da dívida pública do Equador, ao serviço do novo Governo de esquerda do país, num processo que levou ao julgamento de vários responsáveis políticos e à decisão unilateral de não pagar parte da dívida equatoriana. Acredita que o mesmo pode acontecer na Europa. Mas isso implica romper com as exigências da troika.

Depois das decisões que saíram da última cimeira europeia, acha que a crise da dívida está próxima do fim?
Esta é uma crise que vai durar 10 ou 15 anos, porque o problema fundamental não é a dívida pública, mas sim os bancos europeus. E não estou a falar dos pequenos bancos portugueses ou gregos. O problema é que os grandes bancos – Deutsche Bank, BNP Paribas, Credit Agricole, Société Generale, Commerzbank, Intesa Sanpaolo, Santander, BBVA – estão à beira do precipício. Isso é muito pouco visível no discurso oficial. Só se fala da crise soberana, quando o problema é a crise privada dos bancos.

Está a referir-se à exposição dos bancos à dívida pública de alguns países do euro?
Não, não é a exposição à dívida soberana, mas sim a derivados tóxicos do subprime [crédito de alto risco]. Está a ocultar-se que todo o conjunto de derivados adquiridos entre 2004 e 2008 continuam nas contas dos bancos, porque são contratos a 5, 10 ou 15 anos. Somente quando o contrato chegar ao fim é que se vai descobrir a amplitude da toxicidade e das perdas, visto que as contas actuais dos bancos mostram esses derivados avaliados, não ao valor de mercado, mas ao valor facial, do contrato. Foram, aliás, esses problemas com os activos tóxicos que geraram os da dívida soberana. Em 2008, quando os bancos deixaram de conceder crédito entre si, o investimento mais seguro era comprar títulos da dívida soberana e os mais rentáveis eram da Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha e Itália. Então, os bancos compraram muitos títulos para substituir os derivados que tinham. Agora, têm os dois, porque não conseguiram desfazer-se dos primeiros. Mas é totalmente falso dizer que o problema actual é a dívida soberana. É a soma dos dois.

Há, contudo, uma crise da dívida, que obrigou a Grécia, Portugal e a Irlanda a pedir ajuda. Como é que avalia a resposta que foi dada para estes países com os planos da troika?
Esses planos vão piorar a situação desses países, isso é absolutamente claro. A redução maciça das despesas públicas e do poder de compra da maioria da população vai diminuir a procura e as receitas fiscais e provocar ainda mais necessidade de o país se endividar para pagar a dívida. Tanto a política da troika na Grécia, Irlanda e Portugal, como a política da Comissão Europeia e dos países do Centro, como a Alemanha e a França, vai provocar mais recessão. A própria Alemanha vai ter problemas, porque precisa de ter quem compre os seus produtos.

Qual seria a solução? Uma reestruturação da dívida?
Em Portugal a reestruturação está muito na moda, mas não gosto dessa palavra. Na história da dívida, a reestruturação corresponde a uma operação totalmente controlada pelos credores. Quando o devedor quer tomar a iniciativa, tem de suspender os pagamentos da dívida, para obrigar os credores a sentarem-se à mesa e discutir condições. Uma reestruturação é o que a troika vai fazer na Grécia, impondo um corte de 50% na dívida dos bancos privados, em troca de mais austeridade no país. Contudo, sem redução da dívida à troika, que se tornou o maior credor da Grécia e, ainda por cima, privilegiado, este tipo de reestruturação só alivia de maneira conjuntural o pagamento da dívida. Não é uma solução de verdade.

Que solução seria essa?
Sei que esta ideia está fora do debate público, mas, para mim, se um país quiser sair desta crise, tem de romper com a troika. Tem de dizer: senhores, as condições que nos impõem são injustas e não nos servem a nível económico.

Mas se Portugal ou outro país disser isso, não terá de sair da zona euro?
Não acho que seja automático, mas é claro que é complicado. A Alemanha beneficia com o euro, pelas suas exportações e inclusive pelos empréstimos a Portugal. Quando vai financiar-se ao mercado, a Alemanha paga 1%, mas empresta a Portugal a 5%. Não é generosidade, é um bom negócio para a Alemanha. O que Portugal precisa é de uma política soberana em que o Estado declarasse não querer sair da zona euro, mas dissesse que as condições impostas pela troika são inaceitáveis para os cidadãos e para o interesse do país. Caso contrário, a troika só fará mais exigências, que não permitirão ao país sair da situação em que se encontra. Se Portugal disser não à troika, esta seria obrigada a sentar-se à mesa e renegociar a dívida e as condições que impõe. E não me parece que a troika queira a saída de um país do euro.

Como se insere neste processo a auditoria à dívida pública?
A auditoria é um processo promovido sobretudo por cidadãos para romper o tabu da dívida soberana, que nunca se discute nem se analisa. Até pode ser má, mas há que pagá-la, porque uma dívida paga-se sempre, quando, na realidade, tanto ao nível de um particular, de uma empresa ou de um Estado, uma dívida ilegítima, ilegal ou imoral é uma dívida nula. E há toda uma vasta história de anulação e suspensão dessa dívida.

O que é uma dívida ilegítima?
A ilegitimidade é um conceito cuja definição não se encontra no dicionário. É a forma como os cidadãos interpretam, de forma rigorosa, o respeito aos princípios da nação, da construção do país e do direito interno e internacional. Uma dívida ilegítima é, por exemplo, uma dívida contraída porque o Estado favoreceu uma pequena minoria, reduzindo impostos sobre as grandes empresas multinacionais ou as famílias mais ricas, que assim diminuíram a sua contribuição para as receitas fiscais, obrigando o Estado a endividar-se. Esta contra-reforma fiscal aconteceu em toda a Europa e também nos EUA, com o anterior presidente, George W. Bush. Os resgates aos bancos são outro exemplo. O custo de ajudar os banqueiros, que foram totalmente aventureiros, desviando os depósitos dos seus clientes para investir no subprime, implicou um aumento da dívida soberana, que é totalmente ilegítimo. Não podiam ter sido resgatados dessa forma, os grandes accionistas não deviam ter sido indemnizados.

A dívida à troika também é ilegítima?
Sim. Foi uma dívida contraída para impor um desrespeito aos direitos económicos e sociais da população. Há uma chantagem da troika, que dá crédito para pagar aos credores, que são eles próprios e os bancos dos países do Centro europeu, e, em contrapartida, exige austeridade. Não há dúvida: é uma dívida ilegítima.

Organizou uma auditoria à dívida do Equador... O que Portugal poderia retirar desse exemplo?
É uma situação diferente. No Equador, o novo presidente tinha sido eleito com o mandato de fazer uma auditoria da dívida pública, de modo a definir que parte era ilegítima e não seria paga.

Vê possibilidade de isso acontecer na Europa?
Com uma mudança de Governo, sim. Não pode ser um Governo que defende os acordos com a troika a fazer uma auditoria à dívida. O descontentamento das populações pode abrir caminho a isso, mas não sei quando é que uma mudança desse tipo pode ocorrer na Europa. Os latino-americanos viveram 15 a 20 anos de neoliberalismo e de aceitação do pagamento da dívida soberana. Espero que não demoremos 20 anos na Europa.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Opus Dei, Maçons e ex-Franquistas no novo governo Espanhol

Nota: desculpem a tradução não ser a melhor em todo caso poderam consultar o original no link http://arucasblog.blogspot.com/2011/10/opus-dei-masones-y-ex-franquistas-en-el.html

22 de Dezembro de 2011. O Maçon e jesuíta estudante Mariano Rajoy anunciou o novo governo composto por membros da seita Opus Dei, um ex-franquista jesuítas e alguns estudantes Maçons. Na frente da Economia, um peão da elite que causou a crise econômica. A declaração de intenção para encaminhar o estado espanhol para o governo mundial sionista rotulados Nova Ordem Mundial. Esta é a sua equipe:






Luis Guindos, Ministro da Economia, é um inútil que quebrou o sionista financeiros Lehman Brothers, direta culpar a atual crise global com a Goldman Sachs, os peões último colocando na frente da Itália (Monti) Grécia (Papademos), o Banco Central Europeu (Draghi). À frente da economia espanhola, um peão sionista direta culpa desta crise global




Pedro Moreno, ministro da Defesa, próximo ao Opus Dei. Traficante de armas legais servindo empresas multinacionais nas armas, agora dirige a filial espanhola da União Europeia empresa de mísseis MDBA e nas últimas semanas, Seguribérica, a empresa que fornece segurança para a pesca do atum espanhol no Oceano Índico, para defender e roubar os pescadores locais.




Jorge Fernández Díaz, Ministro do Interior, próximo ao Opus Dei, Delegado Provincial do Trabalho estava em Barcelona, ​​governador civil de Astúrias e Barcelona durante a transição, este representante da direita mais recalcitrante equiparou o Vale dos Caídos com o cemitério Arlington (EUA) do Cemitério Guerra Civil Americana ou a praia da Normandia.








Ana Mato, Ministro da Saúde, próximo ao Opus Dei. Ela escapou do estatuto Gürtel trama de limitações. É um galo anda num modelo Jaguar Gürtel e despreza as pessoas comuns e os andaluzes. Ela sempre foi identificada com Aznar, porque ela era parte de seu círculo de confiança. Sua atividade não foi sem controvérsia sobre o envolvimento de seu marido, Jesus Sepúlveda, no caso Gürtel e declarações como a que colocou em causa o modelo educacional da Andaluzia. É também frequentemente associada com negócios escuros e escândalos relacionados a acusações de corrupção PP urbana.


Miguel Arias Cañete, ministro do Meio Ambiente. Ele estudou na Chamartín jesuítas a partir do ano Franco, atuou como procurador do Estado de 1974-1978, antes ativamente engajados na política. Durante a crise da vaca louca defendeu o consumo de bife. Em fevereiro de 2008, saiu em defesa da proposta que tinha feito Rajoy de criar um contrato de integração para os imigrantes. Fê-lo para culpar os estrangeiros do colapso da sala de emergência e questionou a capacidade de muitos estrangeiros, para servir às mesas como garçons. Na sua ultima declarção de rendimentos de imposto mais recente, apresentou um rendimento de € 95.590 pelo seu trabalho como advogado de retirada de 6.494 euros anos-períodos, 22.500 € em compensação em Conselhos de Administração, 24.788 € para a alocação do jogo, 43.122 € de dividendos a partir do BBVA, Santander, Mapfre Petroleum ducating, 860 € de juros sobre contas bancárias, 3.810 € 4.808 euros da conferência e os rendimentos de aluguer. Ele também declarou ter quatro casas, um escritório local, quatro carros e uma garagem, além de mais de 77.000 € em depósitos bancários.



Alberto Ruiz-Gallardón, Ministro da Justiça, Maçon. Foi o primeiro a dizer que devemos seguir em frente no 11-M, que era tudo o que, sendo ele o prefeito de Madrid durante os ataques e a remoção e ocultação de provas. Afiliado al partido Alianza Popular de Fraga desde los 18 años. Afiliada à Aliança do Povo partido Fraga desde os 18 anos.




José Ignacio Wert, Ministro da Educação e Cultura, é um radical neo-liberal democrata. Considerada a mão direita de Pedro Arriola, consultor chefe de pesquisas Genoa e Oracle PP, que também é o marido da vice-presidente do Congresso Celia Villalobos. Desde 1987 a 2003 foi presidente de Pesquisa de Opinião Pública, um instituto privado dedicado à pesquisa e opinião de mercado. Em 1994, ele presidiu Sofres AM empresa de medição de audiência de TV, e foi então nomeado CEO da empresa de pesquisa Sofemasa propriedade do Grupo Sofres, uma posição que deixou naquele ano para voltar ao Demoscopia. Ele também foi presidente da ESOMAR, a Associação Mundial de Opinião e pesquisadores de mercado. A BBVA posteriormente o contratou como diretor de relações corporativas e tem presidido a EFQM (European Foundation for Quality Management) em nome do BBVA.



Ana Pastor, ministro do Desenvolvimento, de profundas convicções religiosas, ela não estava mais outros preferiam que eram contra a lei que permite casamento do mesmo sexo reforma, regulação do aborto controversas ou educação. Proprietária de três andares (dois em Pontevedra e um em Madrid), além de uma garagem em Madrid. Ela também é coproprietária de duas contas correntes e coproprietária de dois carros. Tiene Ela também tem uma hipoteca de 200.000 euros. Ela tem um plano de pensão Novacaixagalicia, operado pela sua gestão desastrosa.



José Manuel Soria, ministro da Indústria e Energia, estudou na jesuíta. Apesar dos escândalos relacionados a acusações de corrupção urbana PP (caso Bango, Vento, Faycán e Salmão), entrou para o governo regional depois de concordar em CC em 2007 como Vice-Presidente e Ministro da Economia e Finanças. Utilizou seus cargos para ser promovido em Madrid com o dinheiro público através do grupo mundial de publicidade institucional do Intereconomía primeiro e agora.




Soraya Saenz de Santamaria, Ministro da Presidência, formada em Direito pela Universidade de Valladolid. Ela atuou como Procuradora do Estado. É proprietária de um apartamento em Madrid e coproprietária de uma casa, também em Madrid, que é a sua residência. Tem um Audi A3 no valor de 91.952 € e tem depósitos e contas correntes. Deve 171.204 € para uma hipoteca de 214.050 e 254.815 € 385.000 € de outra hipoteca. Em 2010, 51.440 € disse ter recebido pelo seu trabalho porta-voz do Partido Popular. Também recebe 1771 € pelos três anos do Bar do Estado e 934 € no interesse de suas contas.



Fátima Banez, Ministro do Emprego. Esta advogada especializada em negócios, é uma forte defensora da redução dos impostos sobre as empresas como a principal medida para uso geral. Ela tem seis vivendas, um e dois parques solares em terra firme, assim como 326.884 € assinado em títulos e participações em três diferentes empresas multinacionais. Ela também afirmou que recebeu 6705€ rendimentos da agricultura, 706 € de vários cursos e seminários, bem como Euro 1093€ performances de várias contas bancárias.
 


Cristóbal Montoro, ministro das Finanças, perto de Opus Dei propõe reduzir a carga fiscal para as empresas, mercado de trabalho flexível e contenção salarial. Há ainda quem se lembra de que foi secretário de Estado das Finanças conseguiu afundar a Bolsa de Valores para os grandes bancos para avisar, no meio da crise asiática, os riscos assumidos pelos bancos na América Latina. Foi uma toupeira que cresceu em caso Gescartera abscesso, uma corretora que defraudou 120.000.000 € para milhares de investidores e que o tinha como figura de proa (presidente) para a irmã do secretário de Estado das Finanças, em seguida, Enrique Gimenez-Reyna, um subordinado de Montoro. Secretário de Estado foi forçado a renunciar e sua irmã foi condenada a três anos e meio de prisão.


José Manuel García-Margallo, Ministro dos Negócios Estrangeiros, com a presença dos Jesuítas, também perto da Opus Dei. Inicialmente também do regime de Franco, a ascensão de sua carreira como deputado às Cortes Constituintes iniciados em 1977 por Adolfo Suárez da UCD.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O PRIMEIRO GRUPO DE EMIGRANTES PORTUGUESES COM DESTINO A ÁFRICA MOVIDOS PELA SUGESTÃO DO GOVERNO PORTUGUÊS PARTEM NOS PRÓXIMOS DIAS...


FRASE DE 1920 - Infelizmente, tão atual...

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa: 

Quando perceberes que, para produzir, precisas de obter a autorização de quem não produz nada;

Quando comprovares que o dinheiro flui para quem negoceia não com bens, mas com favores;

Quando perceberes que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de nós;

Quando perceberes que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício;

Então poderás afirmar, sem temor de errar, que a tua sociedade está condenada.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

OS CHULOS DOS CONTRIBUINTES E DO ESTADO
POLITICOS SÓ EXISTE UM LOCAL CERTO PARA ELES... CADEIA...


Vamos acabar de imediato com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
Já agora o senhor dos submarinos, fazia um grande favor ao Povo Português ficar definitivamente na Coreia do Norte, onde encontra neste momento, já que o Governo convida ao Povo para emigrar... O nosso Ministro podia ser o primeiro a dar o exemplo...

Carta Aberta ao Primeiro-Ministro e Ministros da Economia e das Finanças
por Nela Cortes a Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011 às 20:16



Srs. Governantes de Portugal,

Sou uma técnica administrativa, de uma empresa pública de transportes da área metropolitana de Lisboa (que está prestes a ser destruída), sou possivelmente uma candidata séria ao desemprego, pois aquilo que está previsto para esta área é bastante preocupante. Aufiro um vencimento que ronda os 1100€ (líquido), tenho 36 anos e “visto a camisola” da minha empresa desde os 19 anos.
Tenho o 12º ano de escolaridade, porque na época em que estudava os meus pais, que queriam o melhor para mim, não tinham possibilidade de me pagar uma universidade, por isso tive de ingressar cedo no mercado de trabalho, investi na minha formação e tirei alguns cursos para evoluir, continuo a ambicionar tirar um curso superior. Pensava efectuar provas no próximo ano, para tentar ingressar numa universidade pública, faria um sacrifício para pagar as propinas (talvez com o dinheiro que recebesse do IRS, conseguisse pagá-las), mas realizaria um sonho antigo.
Comprei casa há uns anos (cerca de 7 anos), consciente de que conseguia pagar a dívida que estava a contrair, nessa altura era possível e de acordo com a lógica de evolução das coisas, a minha vida melhoraria gradualmente, este era o meu pensamento e julgo que
partilhado pela maioria dos portugueses. Não vivo, nem nunca vivi acima das minhas possibilidades. Tenho um carro de 1996, porque sou contra o endividamento e achei sempre que não podia dar-me ao luxo de ter um carro melhor, confesso que já me custa conduzir aquela lata velha, mas peço todos os dias para que não me deixe ficar mal, esse
carro foi comprado a pronto, custou-me cerca de 1.000€, que paguei com um subsídio de férias ou de natal, direito alienável de qualquer trabalhador. Esses subsídios permitem-me pagar o condomínio, os seguros de carro e casa, o IMI ou outras despesas extra com as quais não estou a contar (como por exemplo a oficina, quando a lata velha
resolve avariar).

Até hoje paguei sempre as minhas contas a tempo e horas. Tenho um cartão de crédito que a banca me ofereceu, mas que nunca utilizo, porque sou consciente dos juros exorbitantes que são cobrados e tenho exemplos de que não se deve gastar o que não se tem. Não pago qualquer prestação para além da casa, se não tiver dinheiro, não efectuo a compra. Isto tudo para dizer, que não devo, nem nunca devi nada a ninguém. Pago todos os meus impostos, portagens, saúde, alimentação, água, luz, gás, gasolina, etc. Não tenho filhos, e hoje dou graças a deus, porque não sei em que condições viveriam se os tivesse.

Esta pequena introdução sobre a história da minha vida, que acho que não interessa a ninguém, mas apenas a mim, serve para que percebam a minha realidade, que certamente é a realidade de milhares de portugueses, haverá uns em situação muito pior e alguns em situação bem melhor. Mas posso servir bem, como um pequeno exemplo ilustrativo, para aqueles que governam um país, que por acaso tem pessoas, algo que
me parece muitas vezes ser esquecido.
É esta a minha forma de demonstrar a minha indignação perante alguns comentários efectuados por alguns de vós e tendo em conta a actual situação do nosso país. Aproveitando também para lhes pedir alguns esclarecimentos.
Eu já ouvi o primeiro-ministro português, dizer que não sente que tem de pedir desculpas aos portugueses, pelo défice e pela dívida, mas pergunto Sr. Primeiro-ministro, sou eu que tenho de pedir desculpas, por um orçamento de estado herdado do governo anterior, que sem a sua ajuda não teria sido aprovado, ou já se esqueceu desse pormenor? Desde essa altura, portanto, desde o início deste ano, que vejo o meu
vencimento reduzido em 5% e que contribuo mais que os outros portugueses, para o equilíbrio das contas públicas e para o défice.
Sim, porque ao que me parece, eu e todos os funcionários públicos, que têm o azar de trabalhar para o estado, ou na máquina do mesmo, são mais portugueses do que os outros. Não sei se eles se contentariam em receber uma medalha, pela parte que me toca, dispenso essa honra, pois isso contribuiria para o agravamento da despesa, por isso não se incomodem, prefiro que poupem esse dinheiro e me continuem a pagar os subsídios a que tenho direito.
Direito, Estado de Direito... Neste momento e em Portugal, não consigo descortinar o que isso é, até porque a legislação e constituição têm sido ajustadas à medida, de acordo com os interesses em vigor, pois se assim não fosse, teria sido inconstitucional a  redução do meu salário, bem como seria impossível, cortarem-me o subsídio de natal e de férias nos próximos dois anos, peço que me esclareçam também nestes pontos,
pois existem muitas coisas que não estou a perceber, acredite, que não sou assim tão ignorante.

Outra coisa que me faz alguma confusão, é ouvi-lo dizer que o orçamento é seu, mas o défice não... Pergunto Sr. Primeiro-ministro, o défice é meu? O défice é dos trabalhadores portugueses, mas não é seu?
O Sr. porventura não é português? Não contribuiu em nada para a situação em que nos encontramos? Há qualquer coisa aqui que não bate certo.

Agora aquilo que mais me transtorna é pedirem ainda mais sacrifícios ao povo português e terem a ousadia de dizer que (sobretudo) o povo vive acima das suas possibilidades. Como já tive oportunidade de demonstrar a minha realidade, acho que não preciso voltar a explicar a minha forma de viver e a “ginástica” que tenho de fazer com meu vencimento para conseguir pagar as minhas contas e ainda assim sobreviver. Nem consigo imaginar, como farão famílias inteiras, que apenas recebem o ordenado mínimo nacional, é para mim um exercício difícil, apenas me posso compadecer, pela situação miserável em que devem estar a viver e dar-lhes também voz, nesta minha missiva.

Por isso, posso garantir que pela parte que me toca, não vivo acima das minhas possibilidades, mas certamente, que o Estado português e as empresas públicas, estão a viver acima das possibilidades de todos os trabalhadores portugueses. Apesar de relativamente a este assunto ainda não o ter ouvido dizer que iam haver cortes, ou os poucos que referiu, ainda não me conseguiram convencer... Dou-lhe alguns exemplos
práticos, para que perceba e qualquer leigo no assunto também...

Vou referir-me a todos os que ocupam cargos relevantes na nossa sociedade, são eles os administradores de empresas, os directores, os autarcas, os deputados, ministros, assessores, vogais, etc. Todos eles e vocês auferem vencimentos superiores ao meu e da maioria dos trabalhadores, vamos supor que ganham entre os 2.000€ e os 10.000€
mensais, sabemos bem que estas contas não são as reais e que os valores são bem superiores, nalguns casos, mas para demonstrar o que pretendo, podemos usar estes valores como base.

Tudo o que vou descrever abaixo, é a realidade do meu país e da vossa má gestão enquanto governo. Não vos dei o meu voto, nem a todos os que passaram por aí desde o 25 de Abril de 1975. Apesar de concordar com os princípios básicos da democracia, há muito que deixei de acreditar que vivia numa. Isto não é democracia, em democracia, também se ouve o povo, em democracia os órgãos de comunicação social não manipulam a opinião pública, nem são marionetas do Governo. Acredito mesmo assim,
que a maioria daqueles que votaram e vos deram a vitória nestas eleições, acreditavam de facto numa mudança, mas mais uma vez, mudaram apenas as moscas e rodaram as cadeiras.

Por tudo isto, agradeço que descontem tudo o que descrevo em baixo dos meus impostos, porque isto, meus senhores, nem eu, nem os trabalhadores portugueses, temos possibilidades de pagar!
Esclareçam-me quanto aos seguintes pontos e quanto tudo isto me custa (a mim e a todos os contribuintes portugueses):

- Se me desloco em viatura própria para o meu trabalho e a maioria das pessoas usam o transporte público, digam-me porque é que tenho de comprar carros topo de gama para toda esta gente, que ganha no mínimo o dobro que eu e que ainda tem viatura própria superior à minha?
Porque tenho de lhes comprar os BMW’s e os Audis, pagar-lhes a gasolina, as portagens, as inspecções, as revisões, os seguros, os motoristas e quanto isso me custa? Acham que o povo português pode e quer, continuar a pagar isto?
- Se tenho um cartão de crédito que não utilizo, porque tenho de vos pagar os cartões de crédito com “plafond” mensal para despesas diversas? Quem vos disse que queríamos que gastassem assim o nosso dinheiro? Quem vos autorizou?
- Se almoço no refeitório da Empresa e suporto, com o meu vencimento, todas as minhas refeições, por que tenho de pagar as vossas em restaurantes de luxo? - Acham que temos possibilidade de continuar a viver assim? Como têm o descaramento de nos continuar a pedir sacrifícios?
- Se não saio do país, porque não tenho hipótese (como adorava poder efectuar uma viagem por ano), por que tenho de vos pagar, as viagens, as despesas de alojamento e as ajudas de custo? Por que viajam em classe executiva, porque ficam alojados em hotéis e 5 estrelas, se estamos a viver num país falido e endividado?

- Por que tenho de pagar os vossos telemóveis e as vossas contas?

- Por que tenho de vos pagar computadores portáteis, se para pagar o meu tive de fazer sacrifícios e ainda o utilizo ao serviço da empresa, quando necessário.

- Porque tenho de pagar 1.700€ de subsídio de alojamento, aos membros do governo que não residem em Lisboa? Se só posso pagar de renda um máximo de 500€, isto, enquanto não ficar desempregada, porque nessa altura, terei provavelmente de vender a casa ou entregá-la ao banco e procurar emprego noutro sítio qualquer e quero ver quem me vai pagar o subsídio de alojamento ou de arrendamento. Aliás onde estão esses
subsídios para os milhares de desempregados deste país?

- Não quero pagar pensões vitalícias a ex-membros do governo que continuam no activo e a acumular cargos e pensões.
- Não quero pagar ajudas de custo, ninguém me paga ajudas de custo para coisa nenhuma, não tenho de o fazer a quem aufere o triplo e o quádruplo do meu vencimento.
- Não quero pagar estudos, nem pareceres, nem quero, que estejam contemplados no Orçamento de Estado, se não têm capacidade para governar, não se candidatem aos cargos, um governo ao ser constituído, escolhe as pessoas de acordo com a sua experiência e competência nas diversas áreas (ou assim deveria ser).
- Não quero pagar mais BPN’s, nem recapitalizações da banca, nem TGV’s, nem PPP’s que penalizam sempre o estado e beneficiam o privado.

- Não quero mais privatizações em áreas essenciais, como a dos transportes, dos correios, das águas de Portugal, etc. Se são necessárias reformas, façam-nas, sentando-se à mesa com os trabalhadores e negociando, não aniquilando as Empresas.

- Quero uma verdadeira política de regulação e supervisão do direito à concorrência, coisa que não existe neste país.
- Quero ver nas barras dos tribunais e a indeminizarem o Estado e o Povo Português, todos os que efectuaram crimes de colarinho branco, de corrupção, de má gestão, que defraudaram o estado em milhões de euros.
Se eu cometer um crime sou responsabilizada por ele. Esles também têm de ser.

Estes são apenas alguns exemplos das despesas, que nem eu, nem a maioria dos trabalhadores portugueses, querem pagar. Por isso meus senhores, façam as contas, digam-nos quanto poupam com todas estas coisas e depois sim, podem pedir sacrifícios aos portugueses, mas a todos, não só a alguns, nem sempre aos mesmos.

Até lá, restituam-me o que me estão a roubar no vencimento desde o inicio deste ano. Peço que tirem de uma vez por todas essa ideia da cabeça, de me tirarem os subsídios de natal e de férias dos próximos anos, aliás, isso é inconstitucional e ilegal ("Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis". - F. Sá Carneiro, Decreto-Lei n.º 496/80 de 20 de Outubro, promulgado em 10.10.1980, pelo Presidente da República A. Ramalho Eanes), acho que estão a ter algum problema com os vossos responsáveis da área jurídica e não vos estão a prestar os devidos esclarecimentos, por isso, deixo aqui o meu pequeno contributo.

E para não dizerem que nós não queremos fazer sacrifícios, deixo também uma pequena lista das áreas para onde quero contribuir, com os meus impostos e onde quero ver o meu dinheiro aplicado:

     Quero continuar a descontar para a Segurança Social e a mantê-la sustentável, para pagamento de:

  - Reformas daqueles que trabalharam e descontaram uma vida inteira, daqueles que lutaram pelo nosso país e foram obrigados a ir para uma guerra, que não era deles e onde ainda hoje impera a vergonha nacional, na forma como são tratados os ex-combatentes. Não me importo e concordo, que a reforma mínima, seja aumentada para um valor que garanta dignidade aos nossos idosos, o que está longe de acontecer nos
dias de hoje;
  - Abono de Família, com aumento para as famílias mais desfavorecidas ou com rendimentos inferiores a 1.000€ (aumentando de acordo com o número de filhos).
  - Pagamento de subsídio de apoio social, desde que verificada a real necessidade da família ou indivíduo.  Bem como, de todos os subsídios (de doença, desemprego, assistência à família, maternidade, etc.), desde que verificadas as situações, o que me parece já ser uma prática comum.
  - Aumento do ordenado mínimo nacional para 500€ (o que continua a ser uma vergonha).
   - Continuo a pagar impostos para garantir uma boa Educação, Saúde, Justiça (neste caso para todos e não só para alguns), Segurança, Cultura, ou seja, para todas as áreas onde o governo tem reduzido e quer reduzir ainda mais, ao abrigo da austeridade.
Agora peço-vos que não insultem mais a inteligência dos portugueses, a única coisa estúpida que fazem, é continuar a dar poder a pessoas pequeninas como os senhores, que pouco ou nada contribuem para lhes melhorar a vida.

Não nos voltem a dizer, que estas medidas são necessárias e suficientes, porque sabemos que é mentira e, enquanto não apostarem no crescimento real da economia, na produção de recursos e na criação de emprego, todas as medidas que tomarem, terão um efeito nulo e só agravarão a situação do país e das famílias. Não é necessário ser um
grande génio financeiro, pois até o Sr. Zé da mercearia (com todo o respeito que tenho pelo sr., e que apenas estudou até à 4ª classe), percebe isto.

Não nos comparem nunca mais, com outros países mais desenvolvidos, ou quando o fizerem, esclareçam também, quais os benefícios sociais que eles têm e os ordenados que eles recebem, digam também quanto pagam de impostos e por serviços e quanto pagamos nós. Somos dos mais pobres e dos que mais pagam por tudo. Por isso meus senhores não nos peçam mais nada, porque já passaram todos os limites.
Fico a aguardar uma resposta a todas estas minhas questões.
Não me despeço com consideração, porque infelizmente, ainda não a conseguiram ganhar.

Manuela Cortes

Fonte : Recebido por Correio Electrónico

terça-feira, 20 de dezembro de 2011



 OVNIS NO OCEANO ATLÂNTICO - I

  
OVNI  IMOBILIZA NO ATLÂNTICO PORTA - AVIÕES DOS USA CVA - 67  USS  JOHN F. KENNEDY
Em 1971 ocorreu um incidente com  um  OVNI  e  o  Porta - Aviões Norte Americano (USA) CVA-67 USS John F. Kennedy, próximo das ilhas Bermudas. O Porta -  Aviões,  CVA-67  USS John F. Kennedy regressava à sua base em Norfolk, VA após duas semanas de exercício de «prontidão operacional» (ORE) no mar das Caraíbas, para depois rumar numa missão de 6 meses no mar Mediterrâneo.
Cerca das 20 horas e 30 minutos os telexes do centro de comunicações do CVA-67 USS John F. Kennedy começaram, por si só a «transmitir» lixo, isto é, apenas dados sem lógica, pelo que os operadores informaram a ponte de comando do que se estava a passar; por sua vez, foi-lhes comunicado que todo o Porta - Aviões se encontrava sem comunicações rádio...
Poucos minutos depois na ponte de comando começaram-se a ouvir gritos, enquanto vários tripulantes gesticulavam no convés dando a indicação que algo «pairava próximo do navio». "É DEUS! É O FIM DO MUNDO"!, gritavam as testemunhas.
Sob o horizonte, surgia então uma grande, "esfera flamejante" que não produzia qualquer som audível. O objecto não era muito luminoso (aproximadamente metade da luminosidade emitida pelo sol); "pulsava" um pouco, oscilando a coloração entre as cores amarela e o laranja. Ao fim de um minuto, foi dado alarme de «estado de batalha». Porém, nenhum sistema de comunicações ou equipamento de radar do Centro de Informação de Combate - CIC funcionava no porta - aviões.
As bússolas, inclusiva ficaram "loucas". Durante os 20 minutos em que, o objecto pairou sobre o CVA-67 USS John F. Kennedy os caças interceptores Phantom F4 não puderam descolar do convés porque os sistemas eléctricos não funcionavam!
Dias depois, de regresso à base de Norfolk, o comandante transmitiu a «indicação» pelo circuito fechado sistema de televisão do porta - aviões «que gostaria de recordar à tripulação que certos acontecimentos que ocorrem a bordo de um navio de guerra, são secretos e não devem ser discutidos com ninguém».
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