segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Quem lucrou com o fim do mundo?


O fim do mundo ficou para trás. Agora, há todas as razões para fazer o balanço do evento. A quem aproveitou a ideia do apocalipse? É sabido que um em cada dez habitantes da Terra acreditava que o mundo iria acabar em 21 de dezembro de 2012. Certos empresários souberam aproveitar-se destes receios e obter bons lucros.

Os especialistas afirmam que os mais beneficiados com a ideia do fim do mundo foram as agências de viagem, a mídia, as agências de publicidade e os pequenos empresários. O México e El Salvador chegaram a assinar um acordo especial sobre a divulgação da ideia do fim do mundo. Em resultado disso, a terra natal da civilização maia recebeu neste ano quase três vezes mais turistas do que antes. Muitas companhias vendiam atrevidamente somente passagens de ida. Portanto, o tema de apocalipse virou para muitos empresários uma espécie de “boia de salvação”,- explica o consultor político Anatoli Vasserman.
"A teoria do fim do mundo proporciona vantagens em primeiro aos que atuam de acordo com o antigo ditado: quanto mais turva é a água, tanto mais peixe se pode pescar nela. É sabido que os boatos sobre o fim do mundo existiram desde sempre. Há muitos séculos, no ano 1000 d.C. também se dizia que o mundo iria acabar. Nessa época, um grande número de comerciantes ganhou muito dinheiro adquirindo a preço de banana tudo que as pessoas que acreditavam no próximo fim do mundo resolveram vender a fim de aproveitar os últimos dias para se divertirem."
Este ano, o segundo maior beneficiado com o fim do mundo foi o setor de construção civil. Nos EUA, a construção de uma casa-abrigo custava a partir de dez mil dólares. Na Rússia os ingressos nos abrigos subterrâneos, os bunkers, eram vendidos a mil dólares por pessoa. Ao mesmo tempo, houve também soluções menos comuns. Por exemplo, Evgueni Ubiiko, um inventor que vive na região de Moscou, projetou uma cápsula de salvação que faz lembrar uma cabina revestida de folha de alumínio. O cientista inventou uma alternativa ao uso da cabina caso o prognóstico não se realizasse, ou seja, se o fim do mundo não acontecesse. A sua estrutura, no valor de 80 mil dólares podia ser utilizada na qualidade de sauna ou de…. frigideira industrial. A internet fazia publicidade a diversas camisetas com inscrições do tipo “Este é o último dia”, a kits especiais para o fim o mundo, - com fósforos, velas e vodka, - e de agendas para cartas destinadas às futuras gerações.
Todavia, nem todos concordam que os empresários conseguiram ganhar muito dinheiro na véspera do apocalipse. Alguns peritos recordam o início do século XXI, quando uma das versões mais populares era a ideia de que todos os computadores iriam ficar fora de serviço e que, em resultado, os aviões iriam cair. Os programadores americanos ganharam cerca de 200 milhões de dólares desenvolvendo programas de segurança especialmente para este caso. Em comparação com isso, a vantagem obtida pelos homens de negócios na véspera de 2013 foi insignificante.
É possível que ninguém soubesse do fim do mundo se não fosse o cientista russo Yuri Knorozov, pois foi precisamente ele quem conseguiu decifrar a língua dos maias e o seu calendário, no qual o dia 21 de dezembro de 2012 era apontado como o “dia X”. A principal descoberta que o linguista fez no processo do seu trabalho foi esta – cada sinal da língua maia designava não uma letra, mas sim uma sílaba. Este foi um grande salto em frente no estudo da escrita dos índios maia, diz o escritor Oleg Shishkin.
"O nosso compatriota Yuri Knorozov conseguiu decifrar esta escrita com tamanha eficiência que muitas pessoas ficaram pasmadas. O cientista americano Thomson tentou demonstrar durante muitos anos que o trabalho de Knorozov não passava de uma invencionice e somente na véspera da morte confessou aos colegas que podiam informar o cientista russo que ele tinha razão."
Agora já se podem conhecer os prognósticos de apocalipses para os próximos anos. Por exemplo, de acordo com a mitologia escandinava, o fim do mundo pode ocorrer em 2013; de acordo com a versão de certos cientistas, a poeira cósmica vai absorver o Sistema Solar em 2014 e há quem afirme que o vírus mortífero Ébola vai matar a humanidade em 2015. Parece que o cronograma do fim do mundo será renovado regularmente para os que sobreviverem a estas datas.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Vídeo amador capta momento em que avião se despenha numa estrada

Rússia
As imagens mostram o momento em que um avião de passageiros se despenhou numa estrada russa, no sábado, quando tentava aterrar. O acidente fez quatro mortos. VEJA O VÍDEO
O vídeo amador foi captado a partir do interior de um veículo que circulava na estrada. No momento do embate do avião do solo, são visíveis vários destroços do aparelho a serem disparados pelo ar, atingindo alguns dos carros.
Quatro pessoas - o piloto, o co-piloto e outros dois elementos da tripulação - morreram no acidente, que deixou ainda quatro feridos graves.
O Tupolev Tu-204, da transportadora Red Wings, transportava 12 pessoas, no sábado, quando falhou a pista do aeroporto de Moscovo onde deveria aterrar.

Fonte: Visão

sábado, 29 de dezembro de 2012

Estátua de Hitler rezando gera polêmica em Varsóvia


No centro de Varsóvia, no Castelo Ujazdowski, antigo gueto judeu, está exposta uma estátua de Adolfo Hitler rezando.

A obra do artista italiano Maurizio Cattelan gerou grande polémica na sociedade da Polónia.
A figura de Hitler ajoelhado pode ser vista através de um buraco em um portão de madeira na rua Prozna, no centro da capital. Parece que aí reza um menino inocente. Os organizadores afirmam que a estátua levanta questões morais.
A inscrição na estátua diz que na infância todos os seres humanos foram “tenros, inocentes e indefesos”.

União Europeia e Estados Unidos podem vir a criar união econômica


A União Europeia e os Estados Unidos realizam negociações secretas sobre a criação de uma união económico-comercial.

Segundo algumas médias, Washington e Bruxelas estão preparando um tratado sem precedentes para a criação de um mercado transatlântico único. O objetivo da iniciativa é a união do Velho Mundo e do Novo Mundo como forma de contrapeso aos mercados em rápido crescimento dos países do BRICS, especialmente da Índia, China e Rússia.
Poucos sabem que o autor da ideia da integração entre a União Europeia e os EUA foi a Alemanha. Em 2007, Angela Merkel, chanceler alemã, falou pela primeira vez de tal possibilidade. Inicialmente, os EUA não gostaram do plano de Merkel e, depois disso, a crise de 2008 meteu estes planos na gaveta.
Agora, segundo dados não oficiais, as conversações abrangem a área dos investimentos mútuos e elaboração de normas comuns na área fiscal, assistência médica e outras.
Entretanto, alguns analistas dizem que a integração das economias das duas regiões não será fácil. Nomeadamente, é preciso fazer com que a iniciativa dos governos não prejudique as empresas europeias e americanas de altas tecnologias, conforme diz o cientista político Mikhail Neijmanov:
“A criação de tal zona econômica poderá ser benéfica para uma série de empresas e corporações quer de um lado, quer de outro. Mas não nos devemos esquecer que quer uma parte, quer outra, são produtoras precisamente de artigos de alta tecnologia, em cuja esfera concorrem ativamente, por exemplo, na indústria aeronáutica. Abrindo um acesso facilitado aos mercados uma da outra, tal irá representar um golpe para as suas próprias corporações, que concorrem entre si”.
O surgimento de uma zona econômica transatlântica contribuiria para o crescimento quer dos EUA, quer da União Europeia. Os peritos já fizeram as contas:
A abolição das taxas aduaneiras faria aumentar o PIB da União Europeia em 0,5%, o dos EUA em 1,5%. A locomotiva do crescimento seria precisamente o aumento das exportações que, poderiam aumentar de ambos os lados em cerca de 25%.
Desta forma, a União Europeia e os Estados Unidos juntos poderiam contrapor-se às economias do BRICS, em rápido crescimento. Acontece que, nas últimas décadas, os europeus e os americanos têm vindo a perder posições no mundo. No entanto, tal não acontece em todos os mercados, refere Maxim Braterski, professor de Política Mundial na Escola Superior de Economia de Moscou:
“A Europa, pelo menos nos últimos 10-15 anos, tem perdido a sua competitividade em relação às economias da China e, parcialmente, da Índia. Mas essa perda acontece apenas em determinados setores, naqueles em que a força de trabalho pode ser substituída por trabalhadores chineses, vietnamitas. Nas restantes áreas, a Europa continua sendo competitiva porque não existe outra Roma, outra Paris ou outra Londres”.
A maioria dos analistas olha com ceticismo para a possibilidade de surgir uma união econômica UE-EUA, tal hipótese parece algo fantástico. Não obstante, tendo em conta as atuais tendências de integração econômica em várias regiões do mundo, seria imprudente excluí-la totalmente. Assim sendo, é perfeitamente possível que o século XXI seja o século em que a Europa e os Estados Unidos se unam contra o resto do mundo, incluindo a Ásia.

BASE DAS LAJES - O DRAMA SOCIAL

Reportagem da TVI sobre a situação dramática que será para a Ilha Terceira pelo abandonou da Base das Lajes por parte dos EUA.
PARTE I

PARTE II

Fonte: TVI

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

OVNIs ou outra montagem? Objetos desconhecidos aparecem no céu da Turquia

Muitas pessoas que viram esta gravação tendem a considerar estes objetos como fenómenos naturais
Um novo vídeo no YouTube que mostra pelo menos sete objetos voadores não identificados no céu, na Turquia, no Monte Ararat, perto da fronteira entre a Armênia eo Irão, causou uma grande controvérsia na Internet.
Segundo informa o jornal turco "Hurriyet", o vídeo e as imagens dos OVNIs foram entregues ao Centro de Astronomia e Pesquisas.

O vídeo postado online mostra a string 'Hurriyet TV WEB "como aparece no céu em um círculo branco imóvel, ainda assim, assemelha à
Lua. A tela a seguir mostra uma série de pontos brancos no horizonte.
"As imagens recebidas pela nossa organização examinaram  com filtros especiais e foram testados pixels, sombras, contraste e outros. Do nosso estudo detalhado, podemos concluir que as fotos não são encenadas, enquanto objetos desconhecidos são classificados como OVNIs ", assinalou o chefe do centro, Jaktán Akdogan.
No entanto, muitas pessoas que viram a gravação tendem a considerar estes objetos como fenómenos naturais. Muitas vezes aparecem vídeos da Internet e fotos de supostos OVNIs, que muitas vezes acabam por ser apenas reflexo ou reflexão das câmeras, fenómenos naturais e ou simples montagens.
Tradução Google
Fonte: RT News

Cientistas da NASA intentam capturar asteroide

Tomando em conta o alto ritmo de desenvolvimento de métodos de exploração do espaço, as missões mais incríveis começam a parecer bastante viáveis.

Por exemplo, os pesquisadores da NASA pretendem capturar um asteroide pesando 500 toneladas, colocá-lo em órbita lunar e construir lá uma estação espacial, que servirá como um ponto de transbordo entre a Terra e Marte.
De acordo com estimativas preliminares, o projeto tão ambicioso apenas na fase inicial (primeiros 10 anos) custará ao estado $ 2,6 bilhões.

Alegados documentos do FBI revelam planos para assassinar activistas do Occupy Wall Street

Jornalista de um site de investigação divulgou documentos que provam que o FBI planeou acções contra activistas de movimentos sociais
Ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação, o FBI foi obrigado a entregar documentos internos que revelam que o movimento não violento Occupy Wall Street (OWS) esteve sob vigilância dos serviços secretos norte-americanos praticamente desde que iniciou a sua actividade, em Setembro de 2011, sendo tratado como uma potencial ameaça terrorista doméstica.
Os documentos revelam que foram destacados agentes das operações de contraterrorismo para seguir as actividades do movimento, isto apesar de, até a nível interno, o FBI reconhecer que o OWS sempre se opôs a tácticas violentas.
As acções de vigilância alargaram-se a todo o país com a expansão do movimento, que assumiu um âmbito nacional, com os agentes do FBI a partilharem informação não apenas com as polícias locais e as universidades mas também com empresas. Segundo informação avançada pelo Huffington Post, os documentos provam que o FBI colaborou com várias empresas privadas, incluindo bancos que receavam poder vir a ser afectados pelos protestos do OWS.
Mara Verheyden-Hilliard, dirigente da Partnership for Civil Justice Fund (PCJF, organização jurídica sem fins lucrativos que se dedica a questões relacionadas com direitos civis e que divulgou os documentos), disse que estes provam que “década após década e à medida que surgem novos movimentos de justiça social, o FBI assume repetidamente o mesmo papel, que é actuar como a polícia secreta do sistema contra o povo”.
Os documentos, divulgados no final da semana passada, não passam, segundo pensa a PCJF, da ponta do icebergue, e são revelados 14 meses depois de a polícia nova-iorquina ter usado de força excessiva para expulsar os manifestantes que em Novembro de 2011 se reuniram no Zuccoti Park, na Baixa de Manhattan, em protesto contra a desigualdade social e económica nos EUA, a ganância, a corrupção e a influência exercida pelas grandes empresas sobre o governo.
Embora as manifestações do OWS tenham desde então sido alvo de enormes restrições e medidas de segurança devido às políticas adoptadas contra o movimento pela forças policiais, a polémica não esmoreceu e muitas questões continuam a ser levantadas sobre “a forma como as forças de segurança locais e federais vigiaram e trataram os manifestantes”, de acordo com um memorando dos escritórios do FBI em Jacksonville (Florida), datado de Outubro de 2011.
Entre as principais preocupações deste movimento está o receio de que as grandes corporações e o sistema financeiro global estejam a controlar o mundo de uma forma que beneficia desproporcionalmente uma minoria, minando a democracia e conduzindo à instabilidade económica e social. Em pouco mais de um ano, o OWS conseguiu virar a atenção dos americanos e de alguns dos seus representantes para a enorme desigualdade que tem vindo a dificultar cada vez mais a mobilidade social.
PLANOS PARA MATAR ACTIVISTAS Jason Leopold, jornalista de investigação do website Truth-Out, que teve também acesso aos documentos internos do FBI relacionados com o movimento OWS, reparou que entre os documentos revelados se levantam questões relacionadas com planos de homicídio contra activistas do OWS em Houston, no Texas.
A maior parte das 112 páginas de documentos do FBI são dedicadas a preocupações com ataques cibernéticos contra o sector financeiro, e apesar de em muitas haver pedaços importantes de informação censurados, na página 61 pode ler-se: “A entidade [censurado] em Outubro planeava levar a cabo ataques de franco-atiradores contra manifestantes em Houston, Texas, se necessário. A entidade [censurado] soube que os manifestantes de Nova Iorque e Seattle estavam a preparar protestos semelhantes em Houston, Dallas, San Antonio e Austin, Texas. [Censurado] planeava reunir informações contra os líderes dos grupos de manifestantes e obter fotografias para em seguida levar a cabo um plano para matar a liderança através de espingardas de longo alcance com supressores.”
No fim da página 68 e no topo da 69 lê--se: “A 13 de Outubro de 2011, o autor enviou por email um excerto [censurado] relacionado com os escritórios do FBI em Houston [censurado] à atenção de todos os agentes – IA, SSRA e SSA [censurado]. Este [censurado] identificava a exploração do OWS por [censurado] interessado em desenvolver um plano de longo prazo para matar líderes locais do movimento através de ataques surpresa com snipers.”

Força Aérea moderniza aviões caça F-16

A Força Aérea Portuguesa foi a única no mundo que optou por modernizar os caças F-16 utilizando recursos próprios numa opção que permitiu poupar alguns milhões de euros. Perto do final do programa, que já alterou 37 aeronaves, a RTP foi conhecer o local onde se faz grande parte dessa modificação dos F-16.
Fonte: RTP

Terremotos em Kamchatka são perigosos não apenas para russos

A média ocidental publicou os resultados preliminares do estudo de um grupo internacional de cientistas que trabalham em Kamchatka. Eles concluíram que os terremotos de Kamchatka são cíclicos.

Fortes erupções e tsunamis ocorrem lá pelo menos cinco vezes em mil anos, mas a calma tão pouco é garantida nos intervalos. As informações obtidas pelos cientistas são necessárias para corrigir os riscos econômicos da região do Pacífico.
A expedição da professora de geologia da Universidade do estado de Washington, Sra Joanne Bourgeois e outros pesquisadores estrangeiros para Kamchatka é o início de um extenso trabalho científico. Sua essência é avaliar o perigo sísmico da península. Anteriormente, em Kamchatka trabalhavam somente sismólogos e vulcanólogos soviéticos. A equipe de Joanne Bourgeois esteve restaurando a antiga história sísmica da península e o mapa dos contornos de sua costa anterior. Cientistas cavaram poços profundos para ver as camadas alternadas de rochas sedimentares. De sua profundidade e estrutura se pode entender a frequência e a força de desastres naturais que ocorreram nesta área. Especialistas russos em história de terremotos, paleosismologistas, também usam este método.
Os membros da expedição de Joanne Bourgeois caminharam muito – na península quase não há estradas. Viram ursos, mas eles foram pacíficos. Fomos atormentados por mosquitos. Em seu trabalho os cientistas utilizaram mapas russos de risco sísmico da península.
Aproximadamente cada 2 anos, na península de Kamchatka ocorre um terremoto de magnitude 7. Este fato não passa despercebido para a economia mundial. Ele deve ser levado em conta no cálculo dos riscos de transporte marítimo, bem como no desenho de edifícios na vasta região do Pacífico, incluindo a costa oeste dos EUA – os tsunamis causados por terremotos em Kamchatka chegam lá. Seis anos atrás, uma onda atingiu a Califórnia e causou grandes danos. De acordo com o perito do Instituto de Física da Terra Alexei Zavialov, na própria Kamchatka os construtores há muito tempo prestam atenção aos sismólogos.
"Se não fossem os cientistas, na península de Kamchatka já teria sido há muito tempo construída uma usina de energia nuclear. Fukushima teria ocorrido ainda mais cedo do que no Japão. Mas o Instituto Russo de Vulcanologia e Sismologia se pronunciou contra a usina nuclear, e essa opinião foi decisiva."
Mas na União Soviética estudos intensivos da zona de perigo sísmico de Kamchatka tão pouco eram conduzidos constantemente. Uma razão para resumi-los, como de costume, foi um acidente. Em 1952, uma onda do terremoto de magnitude 9 em Kamchatka – um dos dois maiores do século passado – completamente varreu a cidade de Severo-Kurilsk na ilha de Paramushir. Morreu metade da população. A cidade foi reconstruída nas colinas, que não serão atingidas mesmo pelo maior tsunami. Mas os moradores locais ainda têm à porta uma mochila pronta para sair.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Os EUA e a Terceira (1944-1974)


A presença dos norte-americanos na Ilha Terceira teve e tem, ainda, um forte impacto na estrutura sócio-económica e cultural da nossa Ilha. A chegada norte-americana à Terceira deu-se em 1944 e depois de 1946, com a saída dos britânicos, ganhou força e consistência. Uma presença que dura até hoje ininterruptamente e que tem, por isso, um papel vital na História da Ilha. Assim, estudar as negociações do Acordo dos Açores, é compreender melhor a relação entre povos na Ilha e, sobretudo, conhecer melhor os meandros políticos que conduziram à contínua renovação do Acordo. Posto isto, sendo um período longo, vai-se dividir este trabalho em duas partes e nesta primeira, vamos estudar o período de 1944 até Abril de 1974, o período em que a Base foi a grande moeda de troca de Salazar junto dos EUA e a sua “bóia de salvação”.
O Acordo dos Açores, assinado entre Inglaterra e Portugal, que permitiu o desembarque britânico a 8 de Outubro de 1943, no Porto de Pipas, não possibilitava aos EUA o mesmo tratamento que o Aliado. Assim, os EUA iniciaram negociações com Portugal para a concessão de facilidades em Santa Maria, o que veio a acontecer em 28 de Novembro de 1944. Contudo, como a Terceira desempenhava um papel importante na Guerra, era necessário, no final de 1943, ampliar a pista das Lajes, desculpa utilizada pela Inglaterra para envolver os EUA na Ilha. Salazar não reagiu favoravelmente à ideia, mas acabou por aceitar, a 9 de Janeiro de 1944, o desembarque de técnicos americanos com material para a construção do hospital e do depósito de combustíveis, assim como para o aumento do Aeródromo das Lajes. Os norte-americanos desembarcaram, em solo terceirense, como técnicos para ajudar nas obras, não como militares, e ficaram sob as ordens do Comando Britânico.
Após a assinatura do acordo luso-americano de 1944, os EUA instalaram-se na Base de Santa Maria, mas mantiveram o apoio aos ingleses, nas Lajes. Em 1946, com a saída dos britânicos da Terceira, e para resolver a situação económica da Ilha, os EUA deixaram a Base de Santa Maria, instalando-de definitivamente nas Lajes. Iniciando-se, pouco tempo depois, uma nova ronda negocial para a renovação de um novo acordo,  com Lisboa, visto que em finais de 1947, o anterior cessava. A 11 de Fevereiro de 1948, o novo acordo era assinado e concedia à aviação norte-americana facilidades nas Lajes por um período de 3 anos. Era o acordo que iria permitir os EUA na Terceira até hoje.
As negociações para a renovação do Acordo de 1951, fizeram-se, já, no âmbito da NATO (1949), pois a Containment Policy (política de contenção face ao avanço soviético) ganhava importância, era preciso deter a URSS na sua esfera de influência. Um novo acordo foi assinado a 5 de Janeiro de 1951, prolongando a concessão de facilidades até 1956, com uma tolerância de quatro meses até Janeiro de 1957. Em 1954, com a revisão do plano de estratégia da NATO, os EUA reavaliaram a importância dos Açores e da Base das Lajes, percebendo que se mantinham vitais para a sua política. O acordo de 1951 previa que, em 1956, já estaria formado o pessoal técnico português necessário ao uso de equipamento electrónico necessário ao funcionamento da Base, pelo que desaparecia a necessidade de manter pessoal americano em tempo de paz. Contudo, as conclusões portuguesas mostraram que o Acordo de 1951 não tinha sido cumprido, não por culpa dos EUA, mas de Portugal, daí os militares reiterarem a manutenção da presença americana na Ilha. Assim, em 1957, foi renovado o Acordo por mais 5 anos, com os EUA a fornecer uma assistência financeira e técnica a Portugal, que devia ser combinada através de um entendimento independente entre os Ministros da Defesa dos dois países.
Em 1961, num ano particularmente difícil para Salazar, as renegociações começavam. Salazar tinha assistido ao início da Guerra Colonial em Angola, já Goa, Damão e Diu tinham sido ocupadas pela União Indiana, o paquete Santa Maria fora desviado por Henrique Galvão, Botelho Moniz intentara um golpe para derrubar o próprio Presidente do Conselho e, para além disso, os EUA votaram, pela primeira vez, contra o colonialismo português na ONU. Neste ano de 1961, Salazar viu a mão da nova administração Kennedy em tudo o que lhe acontecera. Assim, Salazar endureceu a negociação com os EUA, tentando usar o seu único trunfo, a Base das Lajes. Com a crise de Berlim e de Cuba e a influência crescente da URSS em África, a administração americana percebeu que os Açores continuavam vitais para a sua estratégia e mudaram a sua posição face a Portugal, deixando de votar contra Portugal e até, num contexto NATO, chegando a ajudar militarmente as tropas portuguesas em África. Com isso, Salazar percebeu que o melhor seria manter os 2 países em permamente negociação e, assim, evitar que os EUA retomassem nova política anti-colonial contra Portugal. Uma estratégia perspicaz. Contudo, Salazar permitiu que os EUA permanecessem nas Lajes. A renovação do Acordo só se deu em 1971, já com Marcello Caetano e numa nova fase da política portuguesa.
De 1944 a 1974, Salazar utilizou as Lajes para permanecer no poder, ajudado por uma política anti-comunista. Os ideais democráticos do pós II Guerra, foram menosprezados depois do início da Guerra Fria, pois o importante era manter a URSS fora da Europa Ocidental. Hoje em dia, assistimos ao esquecimento, por parte de Lisboa, da Terceira e do seu papel na História da II Guerra e da Guerra Fria. É de lamentar que os apoios dados pelos EUA fiquem esquecidos em Lisboa e não sejam empenhados na ajuda económica, social, cultural e política aos Açores.
 Em 25 de Abril de 1974, deu-se a Revoluçao dos Cravos e a Base das Lajes voltou para a ribalta da política internacional portuguesa, mas isso é tema da segunda parte desta crónica.
Francisco Miguel Nogueira

Nota: Para quem quiser saber mais do tema, recomendo: Os Açores e o controlo do Atlântico (1898-1948), os 2 volumes de Portugal na Segunda Guerra (1941-1945) e Portugal e a Nato: o reencontro da tradição atlântica de António José Telo, No coração do Atlântico. Os Estados Unidos e os Açores (1939-1948) e o artigo As negociações que nunca acabaram. A renovação do acordo das Lajes em 1962  na Revista Penélope, Fazer e Desfazer a História (vol. XXII, Lisboa, Quetzal Editores, 2000, pp 53-70) de Luís Nuno Rodrigues e a tese O Impacto da presença britânica na Ilha Terceira 1943-1946, apresentada a 3 de Novembro de 2008, de Francisco Miguel Nogueira (ISCTE-IUL).
União, 17.11.11

Fonte: Facebook

A presença britânica na Ilha Terceira (1943-1946)

Há 68 anos, a 8 de Outubro de 1943, 3 milhares de militares britânicos instalaram-se na Terceira, após a concessão de facilidades à Inglaterra na Ilha, no contexto da II Guerra Mundial. A 6 de Outubro de 1946, 3 anos depois, os militares ingleses partiam da Ilha. O período da presença britânica na nossa Terceira é marcado por uma fase de novidades e mudanças no modus vivendi da população, não só a nível económico, mas também das mentalidades, da sociedade e, claro, da cultura terceirense.
Na madrugada de 8 de Outubro de 1943, uma sexta-feira, chegavam a Angra do Heroísmo, as forças britânicas. A população terceirense foi apanhada de surpresa pela chegada dos estrangeiros, contudo as ordens superiores, que ditavam a obrigação de ajuda no desembarque, foram cumpridas “à risca”. Desembarcaram, no Porto de Pipas, 20 mil toneladas de material para o Aeródromo das Lajes. Dias depois começavam as obras na pista, mas as sucessivas necessidades de ampliação, levaram o Governo britânico a pedir a Oliveira Salazar o envolvimento norte-americano no arquipélago. Em Janeiro de 1944, os norte-americanos desembarcaram na Terceira, não como militares, mas como técnicos especializados, uma imposição do Presidente do Conselho de Ministros português. Os EUA tinham ambições maiores e pediram, também, a concessão de facilidades nos Açores, neste caso, em Santa Maria. O Acordo foi assinado a 28 de Novembro de 1944, após um longo e difícil processo de negociação.
A interacção com os locais permitiu aos britânicos envolverem-se na vida social da Ilha, participando em várias festas, convivendo alegremente com os terceirenses. O incentivo britânico ao futebol e ao atletismo permitiu a realização de jogos entre locais e estrangeiros, assim como torneios e, com isso, implantar o desporto na Ilha. A relação também teve aspectos negativos. Os britânicos estavam proibidos de participar nos bailes locais, mas “incentivados” pelo abuso do whisky, apareciam e tentavam dançar com as jovens, o que originou várias cenas de confronto.
Com a construção de tabernas, ao longo da estrada Praia-Lajes, muitas casas de prostituição surgiram aí, pois era a solução encontrada para evitar a aproximação dos britânicos às mulheres locais. Contudo, foi preciso criar um calendário: “Segundas e Quintas-feiras para as liberdades amorosas dos britânicos, Terças e Sextas para os americanos e Quartas e Sábados para os portugueses, o Domingo era dia de penitência para todos”. Este calendário, interpretado aos dias de hoje, não deixa de ter algo de peculiar e até anedótico. De facto, nos anos 70 do século passado, os EUA fizeram o mesmo em Saigão, Vietname.
Os terceirenses festejaram a vitória aliada na Guerra e as principais figuras britânicas abandonaram a Ilha, pois a ordem do Governo inglês era para regressarem ao seu país, porém a concessão de facilidades era muito importante para os EUA, que atrasaram a saída britânica da Ilha, enquanto tentavam “convencer” Salazar da importância da permanência norte-americana nos Açores. A Inglaterra conseguiu, então, promover uma aproximação entre Portugal e EUA.
No final da Guerra, os terceirenses estavam descontentes com o facto das indemnizações, por terem visto as suas terras na zona das Lajes expropriadas, não terem sido ainda pagas pelo Estado. E para piorar, a notícia que o Aeródromo das Lajes seria apenas utilizado para a aviação militar, veio reacender os ânimos terceirenses. Os locais só pensavam na perda de terras, de dinheiro e de trabalho por causa das obras da pista das Lajes. A contestação popular foi forte. Salazar resolveu a situação, trazendo os norte-americanos de Santa Maria para a Base das Lajes, onde estão até hoje ininterruptamente. A 6 de Outubro de 1946, os britânicos saíam definitivamente da Terceira.
O impacto da presença britânica na Terceira é visível, directamente nas obras do Aeródromo, Porto militar da Praia e na Aldeia Novas das Lajes e indirectamente na mentalidade dos terceirenses, sobretudo na sua relação com o desporto. Os problemas com os britânicos influenciaram indelevelmente a relação posterior com os norte-americanos, apesar destes terem tentado manter-se afastados de problemas, pois a relação delicada e difícil entre Salazar e os EUA, não permitia grandes controvérsias e os norte-americanos sabiam disso. Actualmente, o estudo da presença britânica tem sido relegado para segundo plano, sobretudo devido à importância que a Base das Lajes teve para os EUA durante a segunda metade do século XX. Hoje em dia, os EUA, ainda, utilizam as Lajes como a fronteira com a Europa. Há uma certa inferiorização no papel que os britânicos desempenharam na Terceira, o que não pode, nem deve acontecer, pois a concessão de facilidades à Inglaterra foi o prolongamento da “velha aliança” de 1373 e é um retrato vivo das nossas Relações Internacionais e um “pequeno” grande contributo da Terceira para a História Mundial.
Francisco M. Nogueira

Nota 1: Importa referir que o Capitão-Aviador Frederico de Melo foi o responsável pelas obras do primeiro aeródromo, o Campo de Aviação da Achada, em 1930, mas como era uma zona de muito nevoeiro, desistiu-se deste e construiu-se o das Lajes.

Nota 2:Para quem quiser saber mais do tema, recomendo: Os Açores e a II Guerra Mundial. Actas do colóquio internacional comemorativo dos 60 anos sobre a capitulação alemã do IAC; o artigo “Alguns tópicos sobre as relações entre os Açores e a Grã-Bretanha (durante a Segunda Guerra Mundial” na revista Arquipélago de Luís Andrade; a tese Os Açores na Segunda Guerra Mundial: A visão interna, de José Augusto Grave (Universidade dos Açores), os 2 volumes de Portugal na Segunda Guerra (1941-1945), de António José Telo, assim como a tese apresentada a 3 de Novembro de 2008, O Impacto da presença britânica na Ilha Terceira 1943-1946 de Francisco M. Nogueira (ISCTE-IUL).
in A União, 04/10/2011

Fonte: Facebook

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Reacções Mensagem de Passos: Entre o "patético" e o irrealista


Após o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter falado ao País, no âmbito da tradicional mensagem de Natal, as reacções dos partidos da oposição ao Governo não se fizeram esperar. O PS garante que a declaração do líder do Executivo “não cola com a realidade”, o PCP considera a mensagem “patética”, e o BE prevê que as promessas do fim da crise se irão traduzir em mais sacrifícios.

“O que o primeiro-ministro disse não cola com a realidade. O primeiro-ministro diz que estamos no bom caminho, mostra-se aliás orgulhoso daquilo que está a fazer, mas perguntamos: bom caminho para quem? Para os desempregados, para os jovens que são forçados a emigrar, para os mais de 300 mil portugueses que não beneficiam de nenhum apoio social?”, disse o porta-voz do PS João Ribeiro, em declarações à agência Lusa, reagindo, assim, à mensagem natalícia do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
Segundo o responsável, Passos Coelho “ignora os portugueses e fala de um País que não existe, revela como sempre insensibilidade social e está cada vez mais sozinho, isolado na sua torre de marfim”.
E esta opinião colhe ressonância do lado do PCP. “Aquilo que ouvimos é uma declaração patética em que, no essencial, se pode perceber que o primeiro-ministro procurou enganar, mentir aos portugueses sobre aquilo que tem sido o resultado da sua política e, sobretudo, das perspectivas de futuro”, comentou o dirigente comunista Jorge Cordeiro, que sublinhou que “talvez a única afirmação verdadeira” de Passos Coelho, esta terça-feira, tenha sido a “de que 2013 será um ano de grandes sacrifícios”.
O próximo ano será “sobretudo um ano sacríficos, de austeridade, de mais dificuldades, de mais empobrecimento, de mais desemprego e mais falências, sem que daí resulte nada para o país que não seja o prosseguimento neste rumo de afundamento e de declínio económico e social”, acrescentou o militante do PCP.
Por sua vez, o BE lembra que “não é a primeira vez que Pedro Passos Coelho promete o fim da crise e, sempre que o fez, ficou sempre por cumprir esta promessa e foi sempre mais austeridade e mais sacrifícios o que se seguiu. Os portugueses conhecem esta habilidade de Pedro Passos Coelho”. Para o coordenador do partido, João Semedo, “não é verdade”, ao contrário do que afirmou o primeiro-ministro, “que a austeridade e os sacrifícios estejam a ser repartidos por igual”.


Fãs do Dr. Barra da Costa - MOLHADA


Vamos lá ver se a gente se entende, de uma vez por todas:
-O conjunto de empresas abaixo indicadas, mudou a sua sede para Holanda, Luxemburgo, San Marino e outros países, para fugir aos seus deveres de cidadania e, assim não entregar nos cofres do Estado Português milhões de euros de impostos, na precisa altura em que homens, mulheres e crianças sangram com o peso dos impostos até mais não. 
E ninguém leva presos os accionistas e administradores daquelas empresas.
Por outro lado, foi aprovado pela A.R., em tempo oportuno, sem votos contra de nenhum deputado de qualquer partido, da esquerda à direita, um conjunto de normas fiscais, onde por uma divida de IRS, IVA, Imposto Selo, retido e não entregue, de valor igual ou superior a 7.501,00€, o cidadão é acusado de um crime lesa -majestade, punível com pena de prisão!

Vide legislação: CIRS; CIRC; CIVA; IMPOSTO DE SELO, RGIT/Regime Geral das Infracções Tributárias e Código Penal.

Conclusão: Não pagas 7.501,00 € és acusado de ter praticado um crime contra o Estado e podes muito bem ir parar à prisão. Não pagas milhões de milhões de euros de impostos, és recebido pelos PR, PM, Presidente da Assembleia da República, com beijos e abraços e considerado um mecenas.

Vejam esta discriminação positiva, tu pagas cá com língua de palmo, eles não, estão isentos, por deslocalização, são as imparidades do regime dos ricos.

Relação das empresas que fogem de cá e pagam lá:

• Cimpor - Empresa de produção de cimentos (Os donos são os nossos irmãos brazucas, não gostam nada de pagar impostos cá no burgo, gostam de entregar a colecta lá no centro da Europa.) 
• Cofina - empresa de comunicação social , é dona do “Correio da Manhã, o diário desportivo “Record”, “Jornal de Negócios”, os jornais gratuitos “Destak” e “Metro”, a revista de informação “Sábado” bem como outros títulos, entre os quais “TV , Guia”, “Flash!”, “GQ”, e “Automotor”, bem prega Frei Tomás faz o que ele diz, não faça o que ele faz, é gente patriota, só e quando o magano do dinheiro fica em cima da mesa,é que lá se vai o patriotismo) 
• Inapa - empresa de distribuição de papel 
• Novabase - empresa de informática 
• ParaRede - empresa de informática 
• Soares da Costa - Empresa de construção civil 
• Altri - Empresa de produção papeleira e energético 
• Banco Espírito Santo - Empresa de finanças e investimentos (Capitais do Clâ Espirito Santo) 
• Banco Português de Investimento - Empresa de finanças e investimentos 
• Banif - Empresa de finanças e investimentos 
• Brisa - Empresa concessionária de auto-estradas 
• EDP - Empresa de produção e distribuição de electricidade ( Capitais Luso/China), até os chineses gostam de não pagar impostos) 
• EDP Renováveis - Empresa de produção de energias renováveis (Capitais Luso/China, até os camaradas gostam de fugir aos impostos) 
• Galp - Empresa petrolífera e de combustíveis 
• Jerónimo Martins -Empresa de grande distribuição maioritariamente distribuição alimentar (Capitais do clâ Soares dos Santos, o homem até comprou por 30 dinheiros o patriota do António Barreto) 
• Mota-Engil - Empresa de construção civil (Capitais do clã António da Mota e o CEO é Jorge Coelho, Chief Executive Officer que designa o mais alto cargo executivo, outro grande patriota) 
• Portucel - Empresa de comercialização de papeis de alta qualidade 
• Portugal Telecom - Empresa de telecomunicações e de multimédia ( Quem manda é o duo Granadeiro/Zeinal Bava, dois grandes portugueses) 
• REN - Empresa de geração e de distribuição de electricidade (Luso/Chinesa, quem mandam são os chineses, pessoas de bem, democratas de rija tempera...) 
• Semapa - Empresa de produção de cimentos 
• Sonae Indústria - Empresa de administração de recursos próprios (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, o Miguel Vasconcelos ao pé desta família era um santo homem, e mesmo assim foi morto pela populaça) 
• Sonae - Empresa de indústria de matéria-prima, distribuição e venda de alimentos, administração de centros comerciais, turismo construção, telecomunicações, transporte e capitais de risco (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, grande apoiante monetário da eleição do actual Presidente da Republica) - diz-me com quem andas, dir-te-ei quem ès! 
• Sonaecom - Empresa de comunicação social, telecomunicações, Internet e informática (Capitais do clã Belmiro de Azevedo - é gente com pronuncia do Norte, gente boa, boa gente, em Angola chamam a esta gente os "Bumbas"... ) 
• ZON - Empresa de distribuição de multimédia (Capitais luso-angolanos do clã José Eduardo dos Santos) 
• Media Capital - empresa de comunicação social (Aqui está a TVI , capitais luso/espanhois, bem prega Frei Tomás), detem os seguintes titulos: TVI,TVI24, TVI Internacional, TVI Ficção, TVI, Rádio Comercial, Star FM,Cidade FM,M80.,Best Rock FM,Vodafone FM,Mix FM,Cotonete; Imprensa,Lux,, Lux Woman, Maxmen; Internet, IOL,Portugal Diário,Agência Financeira, MaisFutebol. 
Resumindo: TUDO À MOLHADA E A COMER DA «NOSSA MANJEDOURA.
Barra da Costa, com VOTOS DE FESTAS FELIZES E 2013 COM SAÚDE E PAZ, QUE O MELHOR VEM ATRÁS!


Fonte: Facebook

Estaremos ameaçados por novo Dilúvio?


O nível dos oceanos está subindo 60% mais depressa do que estava previsto. Por isso, as regiões do litoral poderão enfrentar, já em breve, uma ameaça de inundação real, avisam cientistas do Instituto de Mudanças Climáticas da RFA. No entanto, será impossível que algo semelhante ao Dilúvio se repita nos próximos milênios, afirmam peritos da Rússia.

Enquanto isso, o nível dos oceanos tem vindo a subir, embora a ritmos menos elevados, como estimam os cientistas alemães. Os especialistas estão acompanhando o processo, utilizando uma vasta gama de métodos de observação modernos, salienta o dirigente do Departamento de Interação do Oceano e Atmosfera junto do Instituto de Pesquisas do Ártico e Antártico, com a sede em São Petersburgo, Guenrikh Alexeev.
"O monitoramento do nível oceânico se efetua através de satélites. Conforme as estimativas mais generalizadas, este tende a subir em 3,4 milímetros ao ano, o que constituirá 34 cm no século XXI. Como se vê, não é um indicador preocupante, tanto mais para a Rússia e os países nórdicos. Por outro lado, são valores sérios para os Estados insulares situados na zona equatorial tropical, onde as ilhas de coral se erguem a apenas 1,5 metros acima do nível do mar."
Entretanto, o nível dos oceanos não se elevará muito devido à desaceleração de ritmos do aquecimento global, prossegue o cientista. A subida de 60% se deve ao aumento da temperatura da água nos oceanos. Os peritos de ânimos mais pessimistas apontam para um progressivo degelo, sobretudo, na Groenlândia. Ao mesmo tempo, na maior parte da Antártida as geleiras vão crescendo.
Os cientistas consideram que furações e cheias semelhantes às que surgiram no Golfo do México poderão ser mais freqüentes. Mas estes fenômenos não se relacionam com a subida do nível do oceanos. Seja como for, a Humanidade não está ameaçada por um novo Dilúvio, garante Anatoli Sagalevitch, colaborador do Instituto da Oceanologia da Academia Nacional de Ciências.
"Nos próximos milênios podemos viver sossegados. Essa hipótese tem fundamentos. Nas Bermudas mora o mergulhador experiente Teddy Tucker. À profundidade de 20 metros ele achou uma árvore com a idade de 7,5 milhões de anos, oque quer dizer que, neste lapso de tempo, o nível oceânico registrou uma subida de 12 metros. Daí, se pode calcular a subida anual. No Oceano Pacífico, foram feitos cálculos semelhantes, relativos à imersão de algumas montanhas. Em virtude disso, seria prematuro falar de eventual imersão das depressões no território da Europa."
Em última análise, a hipótese de um novo Dilúvio pode ser definitivamente afastada. Por que vão surgindo então tais previsões assustadoras? Os dados recolhidos por cientistas alemães foram divulgados na Conferência Internacional em Doha. Foi ali que se travaram acaloradas polémicas à volta do Protocolo de Kyoto, que visa a diminuição de emissões de gases do efeito estufa. O Canadá, a Rússia e o Japão recusaram-se a prorrogar a vigência do Acordo. Não se exclui, pois, que os prognósticos pessimistas não passem de uma tentativa de exercer pressão sobre os Estados que desistiram de participação neste convênio internacional.

Oposição alemã ficou indignada com planos das autoridades de poupar à custa dos cidadãos


A oposição alemã expressou sua indignação pelas ações do Governo que planeja, em segredo, aplicar medidas de austeridade depois das eleições parlamentares no outono de 2013, escreve o jornal Der Spiegel.

Representantes dos partidos oposicionistas exigiram que tais intenções sejam debatidas publicamente, antes das eleições.
Em resposta, a coligação governante declarou que continua se manifestando pela redução do fardo fiscal, e o ministério da Fazenda rejeitou quaisquer preparativos para as reformas.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

sábado, 22 de dezembro de 2012

Doomsday re-agendado? Registo arqueológico sugere que Armageddon Maia é domingo

Visitantes levantando as mãos durante as celebrações do fim do ciclo maia conhecido como Bak'tun 13 e início da nova idade Maya , em Chichen Itza parque arqueológico, estado Yucatan, no México em 21 de dezembro de 2012. (AFP Photo/Pedro Pardo) (AFP Photo / Pedro Pardo)
O mundo suspirou de alívio por ter escapado ao Armageddon Maia,  antiga profecia ainda pode ser válida. Segundo um arqueólogo, o final poderia vir tão cedo quanto neste domingo.
Os estudiosos ainda não resolveram o antigo enigma, como o calendário Maya não foi totalmente descodificado e correlacionad com o calendárioa ocidental, ou gregoriano.
Portanto o ciclo do calendário maia, que alguns afirmam marca o fim do mundo, pode corresponder a este domingo, em vez dos amplos rumores de sexta-feira, Carmen Rojas, um arqueólogo do Nacional Instituto de Antropologia e História do México afirmou para o Los Angeles Times.
A comunidade arqueológica maia acredita que os pilares sobreviventes mostram as datas do calendário maia, mas pode ter sido modificada ao longo da história para atender os interesses culturais ou políticos do dia.
Todos estes fatores fizeram Rojas acreditar que o décimo terceiro ciclo baktun, o que equivale a 144 mil dias, ou 394,26 anos tropicais, termina no domingo, enquanto outros dizem que pode ser desativado por um ano ou mais.
Tradução Google
Fonte: RT News

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Fim do mundo - HUMOR


Operação Nó Górdio

A Operação Nó Górdio foi a maior e mais dispendiosa campanha militar portuguesa na província ultramarina de Moçambique, na África Oriental. Decorreu em 1970, durante a Guerra Colonial Portuguesa (1961 - 1974). Os objectivos desta campanha consistiam em erradicar as rotas de infiltração das guerrilhas independentistas ao longo da fronteira com a Tanzânia e destruir as suas bases permanentes em Moçambique. A Nó Górdio durou sete meses, mobilizou no total trinta e cinco mil militares e foi parcialmente bem-sucedida.


Operação Nó Górdio

VIDEO

Russos construíram mais de um milhão de refúgios subterrâneos para o "fim do mundo"


Em Moscovo e nos arredores da capital russa foram construídos mais de milhão e meio de 'bunkers' para esperar o fim do mundo, segundo explicou Vadim Mikhailov, dirigente da organização "Diggerspas".

"Houve um grande número de pessoas que silenciosamente ganharam milhões com tudo isso. Havia 'bunkers' de todos os feitios e para todos os gostos", disse Vadim Mikhailov.
Dos 'bunkers' construídos, 78 são maiores do que o Bunker-42, um dos principais refúgios subterrâneos construídos no centro de Moscovo, durante a segunda guerra mundial para o ditador comunista José Estaline.
Uma sondagem do Centro Levada, realizada entre 14 e 17 de dezembro, mostrou que 14% da população considerava "bem provável o fim do mundo".
Os russos que não quiseram construir 'bunkers' próprios puderam esperar pelo "fim do mundo" em refúgios subterrâneos construídos durante a segunda guerra mundial.
Por exemplo, 300 pessoas decidiram esperar o Apocalipse no Bunker-42, refúgio situado a 65 metros de profundidade e hoje transformado em Museu da Guerra Fria, com restaurante e bar. O preço do bilhete VIP para adultos era de 1,5 milhões de rublos (cerca de 37 mil euros) e para as crianças 500 mil rublos (um pouco mais de 10 mil euros).
Porém, venderam-se também bilhetes para carteiras mais magras: 30 mil rublos (750 euros), mas sem direito a comida e bebidas alcoólicas.
O jornal Moskokovskii Komsomolets descobriu um bar de striptease onde a palavra de ordem era: "Se amanhã nada restará de nós, significa que hoje à noite pode-se fazer tudo. Pode-se vir sem roupa, sem complexos, abordar desconhecidos, deixar o seu corpo em liberdade".
O Ministério para Situações de Emergência da Rússia anunciou que "o fim do mundo", alegadamente previsto para esta sexta-feira, decorreu sem excessos, nem incidentes.

Fim do mundo adiado para 2021


Aparentemente, não é ainda em 21 de dezembro de 2012 que a humanidade encarará o fim do mundo.

Muito provavelmente, os antigos maias em seu calendário quiseram marcar o início de uma nova era e não a data do apocalipse.
Mas haverá quem não fique mesmo assim descansado. No século XXI estão agendados pelo menos três tais eventos. O mais próximo deles está previsto para 2021, quando se espera o apocalipse ligado ao fim da inversão dos polos magnéticos (eles devem trocar de lugar).
Em 2036 o asteroide Apophis pode colidir com a Terra. Em 2060 pode chegar o fim do mundo previsto por Isaac Newton em 1704, baseado no livro do Antigo Testamento de Daniel.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O fim do mundo de 1908



Já não é a primeira vez que a humanidade aguarda o fim do mundo. Nos anos 60, ele podia ter sido provocado pelo antagonismo das duas potências nucleares, os EUA e a URSS, durante a crise dos mísseis nas Caraíbas. Mas pouca gente sabe que o Apocalipse quase aconteceu 40 anos antes da criação da bomba atomica.


Na manhã de 30 de junho de 1908, o céu da Sibéria Central foi atravessado, acompanhado por roncos e trovões, por um objeto de fogo que explodiu nas proximidades do Rio Podkamennaia Tunguska. Algumas testemunhas oculares descreveram o objeto como redondo, outras como esférico ou cilíndrico, a sua cor foi descrita como vermelha, amarela ou branca. O evento de Tunguska foi acompanhado por fenômenos estranhos: durante vários dias, do Atlântico até à Sibéria Central foi observada uma luminosidade intensa do céu e nuvens luminosas. As pessoas que se encontravam a 200-300 km do epicentro da explosão referiram o silêncio que se seguiu à explosão. A manhã ficou sombria de repente e todos os objetos, incluindo as folhas e a erva ficaram com uma cor amarela, e depois ficaram laranja, vermelhas e bordô. Até ao meio do dia, tudo ficou preto e no céu ficou visível uma espécie de parede prateada ininterrupta. Pouco depois da explosão começou uma tempestade magnética que durou 5 horas. A força da explosão, segundo algumas análises, atingiu as 40-50 megatoneladas de TNT. Isso é 2000 vezes a potência da bomba atômica largada sobre Hiroshima. Na altura, os cientistas pensaram que na taiga tinha caído um meteorito, mas ninguém procedeu a investigações. Como em 1908 não havia bomba atômica, foi adiantado que a explosão foi provocada por um acidente com uma espaçonave extraterrestre.
Se suspeita que o culpado por esse evento tenha sido o inventor norte-americano de origem sérvia Nicola Tesla. O genial engenheiro de eletricidade veio para os EUA proveniente da Europa, onde homens de negócios pouco escrupulosos ganharam bastante dinheiro com o talento do jovem sérvio e depois quase nada lhe pagaram. O engenheiro talentoso foi então recrutado por Thomas Alva Edison. Tesla trabalhou para ele durante um ano aperfeiçoando os motores elétricos do americano, mas se despediu não tendo recebido de Edison o pagamento acordado.
Em 1899, em Colorado Springs, ele criou um laboratório para o estudo das tempestades. Tesla concebeu um dispositivo que permitiu gerar ondas eletromagnéticas . Estas eram propagadas a partir de um transmissor e depois convergiam no ponto diametralmente oposto do globo terrestre, perto das ilhas Amsterdã e Saint-Paul no Oceano Índico. Em 1902, na ilha de Long Island em Nova Iorque, foi construída a torre de madeira Wardenclyffe, por ele projetada, com uma semiesfera de cobre em cima. Tesla pretendia, com esse dispositivo, gerar e transmitir energia a grandes distâncias. Mas, em 1903, o industrial Morgan, que financiava os trabalhos de Tesla, rompeu o contrato. Em 1905, Tesla foi obrigado a parar os trabalhos, mas não perdeu as esperanças de continuar as suas experiências. Para tentar obter um financiamento, ele escreveu a várias instâncias a argumentar que era capaz de criar uma arma de um poder nunca visto, que as suas unidades energéticas sem fios podiam transformar qualquer região da terra em área inabitável. Também afirmava que estaria disposto a iluminar o caminho da expedição de Robert Peary, iniciada em 1908, ao Polo Norte.
O papel de Tesla ficou na história da ciência como algo indefinido: ele seria um malfeitor, o inventor de uma arma de destruição massiva de uma força nunca vista ou um salvador da humanidade?
De 1927 a 1939, na zona da queda do meteorito de Tunguska estiveram a trabalhar as expedições do investigador geólogo Leonid Kulik. Kulik não encontrou quaisquer vestígios ou cratera do meteorito, mas descobriu no epicentro da explosão árvores de pé e sem quaisquer ramos. Uma série de dados indicavam que o corpo voador tinha explodido no ar. Os caçadores evenki locais falavam de uma “água que queimava a cara” e de pedras luminosas. Também foi encontrada uma grande quantidade de pequenas esferas, com cerca de um milímetro de diâmetro, de uma substância cozida. Esferas destas também foram encontradas em Hiroshima e em Nagasaki depois das explosões das bombas atômicas.
Nos anos 60, se falava que em 1908 tinha havido uma explosão nuclear sobre a Sibéria. Hoje, a preferência vai para outras versões e que são, pelo menos, duas.
Segundo uma delas, Tesla decidiu demonstrar as capacidades destrutivas do seu dispositivo. Ele não era uma pessoa maldosa e queria provocar o mínimo de estragos possível. Por isso, tencionava aplicar um ataque energético nas zonas inabitadas do Extremo Norte, mas falhou um pouco nos seus cálculos.
De acordo com a outra versão, um asteroide gigante se dirigia para a Terra em 30 de junho de 1908. O corpo celeste podia ter colidido com o planeta e provocado um efeito semelhante ao que resultou na extinção dos dinossauros, mas desta vez eram os humanos que podiam ter sido extintos. Nicola Tesla terá usado o seu dispositivo para salvar a humanidade. Ele terá feito explodir o seu alvo no ar ou com a ajuda de raios energéticos por ele gerados ou como resultado de alguma descarga energética a partir das profundezas da terra provocado pelas manipulações do inventor genial do emissor na sua torre de Wardenclyffe. Não existe uma confirmação objetiva dessas hipóteses. Também não existe ainda uma resposta à questão: o que foi que explodiu afinal no verão de 1908 nos céus de Tunguska?


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