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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Dez locais que o Google Maps não pode mostrar

Google

A Babilónia ou o Palácio Real são alguns dos exemplos que aparecem desfocados ou com efeitos no Google Maps. Conheça quais os locais que o serviço não pode exibir, através da galeria

O Google Maps não pode mostrar tudo. Alguns locais são "censurados" por razões de segurança, sobretudo, e aparecem desfocados ou mesmo "tapados" para que não seja reconhecida a sua localização exata.











Fonte: Revista Visão

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EUA bloqueiam canal Russia Today

EUA bloqueiam canal Russia Today

Os Estados Unidos interrompem a transmissão do canal Russia Today, declarou a editora-chefe do canal Margarita Simonyan na sua conta no Twitter. "

Eu estava esperando o dia, quando o nosso canal será bloqueado nos Estados Unidos. Aconteceu. Viva a liberdade de expressão!", escreveu ela.

Mais tarde, ela acrescentou que a conta do canal de televisão bloqueou o recurso Reddit. As notícias no recurso Reddit contam com mais de um milhão de seguidores de todo o mundo.

Fonte: Voz da Rússia
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A faca de dois gumes: ZMap, aplicação que varre a Internet em menos de uma hora

Corbis / RT

Até recentemente, a análise de toda a Internet, com seus bilhões de endereços únicos (IP) - foi um processo lento e trabalhoso. No entanto, nos EUA desenvolveram o ZMap uma aplicação que varre a Internet em 45 minutos.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Michigan, disse na semana passada na conferência de segurança Usenix em Washington, que a sua aplicaticação ZMap é uma ferramenta que permite um servidor comum verificar todos os endereços IPv4 em apenas 45 minutos. Segundo eles a aplicação foi criada para encontrar as vulnerabilidades da rede, melhorar os mecanismos de defesa cibernética e realizar pesquisas de forma mais eficiente. ZMap foi introduzido como uma alternativa mil vezes mais rápido do que as aplicações anteriores, Nmap, leva semanas ou meses para concluir o mesmo processo. ZMap Os pesquisadores explicaram que os civis podem ter importantes aplicações individuais em casos de desastres naturais. No entanto, os pesquisadores apontam que as opções do programa são múltiplas, por isso pedimos aos usuários evitar a exploração de vulnerabilidades na Internet ou para acesso a recursos protegidos. Assim, exorto cumprem todos os requisitos legais. Alguns especialistas acreditam que, embora ZMap possa ser usado para fins pacíficos, esta ferramenta pode aumentar a vigilância do governo sobre os cidadãos.

Tradução Google

Fonte: RT


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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A vida na Terra começou... em Marte?

Ciência
A vida na Terra começou... em Marte?

Cientistas norte-americanos garantem ter cada vez mais provas que sugerem que a vida na Terra pode ter, afinal, apanhado "boleia" de um metorito, a partir de Marte

O professor Steve Benner, do Instituto Westheimer para a Ciência e a Tecnologia, nos EUA, é um dos especialistas a acreditar que um elemento que se crê ser crucial para o início da vida só estaria disponível na superfície marciana. Estas "sementes da vida" teriam então chegado à Terra em meteoritos resultantes de impactos fortes ou erupções vulcânicas em Marte.

"As provas parecem ser cada vez mais fortes de que na realidade somos todos marcianos. Que a vida começou em Marte e veio para a Terra numa rocha", afirmou, na conferência Goldschmidt, que decorre entre 25 a 30 de agosto em Florença, Itália.

"É uma sorte termos acabado aqui, uma vez que a Terra é, sem dúvida, o melhor dos dois planetas para manter a vida. Se os nossos hipotéticos antecessores marcianos tivessem ficado em Marte, poderia não haver história para contar", sublinha.

A "semente da vida" a que Benner se refere é o elemento molibdénio, considerado um catalisador que terá ajudado a evolução de moléculas orgânicas para as primeiras formas de vida.

"Esta forma de molibdénio não existia na Terra na altura que a vida começou, porque há três mil milhões de anos a superfície da Terra tinha muito pouco oxigénio, mas Marte tinha", acrescenta.

Fonte: Revista Visão



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O mistério da morte de Ron Brown: os croatas foram os bodes expiatórios

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Na primavera de 1997 eu viajei a Dubrovnik esclarecer as causas da morte do ministro do Comércio dos EUA, Ron Brown. Eu me encontrei novamente com aqueles que podiam contar o que realmente acontecera em 03 de abril de 1996.

Parte 1. Bill Clinton sabe a resposta

Parte 2. Fatídico monte de São João

Muitos falaram que a aproximação ao aeroporto em Dubrovnik foi feita incorretamente, os sinais no mapa de navegação tinham imprecisões e três minutos antes do choque com o monte o controlador da torre de rádio falou inesperadamente com a tripulação americana em idioma croata.

Eis como descreveram esta situação em junho de 1996 os jornalistas do semanário National. “Os pilotos do Boeing não entenderam o procedimento de aproximação, desenhado nos mapas e bateram na rocha depois de baixarem a uma altura, que as autoridades croatas qualificaram de totalmente segura. Segundo avaliações dos especialistas, toda a rota de voo foi semelhante ao “equilíbrio de um homem bêbado num caminho estreito no alto da montanha”.

Para recuperar o tempo perdido os pilotos americanos decidiram voar através de Split. Os controladores croatas não aprovaram esta variante. O avião virou através de Bihac para Split. Depois ele continuou sua rota para Dubrovnik. Mas os pilotos já começaram a ficar nervosos. Eles cometeram um erro após outro.

No semanário National no verão de 1996 assim explicaram a causa do acidente: “De Dubrovnik foi dada a indicação de seguir até o primeiro radionavegador na ilha Kolocep. Este navegador é marcado com o símbolo KLM. Nos mapas aéreos croatas, como também no mapa que é distribuído pela firma Jeppesen, o aparelho em Kolocep é marcado com o símbolo NDB (Non-Directional Beacon) – transmissor de rádio não dirigido. No avião com Ron Brown havia um receptor de sinais de rádio indicando que quando os pilotos mudam a onda do NDB desejado vira para o lado de onde parte o sinal. O piloto depois muda o rumo segundo as indicações dadas. Sua principal tarefa é realizar a configuração do avião ao ponto de preparação para a aterrissagem, para depois manter rigorosamente o rumo dado e a altura do voo. Em caso de necessidade extrema (quando surgem interferências externas) o comandante é simplesmente obrigado a desistir da aterrissagem".

Verificou-se que os pilotos militares não fizeram a configuração depois que passaram pelo radiofarol na ilha Kolocep. Justamente por isso não receberam permissão dos controladores de Dubrovnik. Mas, no entanto, o comandante do Boeing começou a baixar de 10 mil metros para a altura de 5 mil. Cinco minutos antes da queda, a quatro milhas marítimas de Kolocep, o piloto americano comunicou-se novamente com o controle de voo em Dubrovnik. Ele informou aos controladores que se encontrava a 16 milhas do aeroporto e somente depois disto recebeu a permissão para baixar a 4 mil metros. Os controladores pediram ao piloto para entrar novamente em contato depois de sobrevoar Kolocep. Mas já neste momento o avião passou pela ilha e voou mais rápido, do que era permitido nos mapas de navegação. O trem de aterrissagem neste momento, provavelmente, ainda não tinha sido baixado. Assim, pelo menos, afirmaram os investigadores americanos das causas do acidente.

Neste momento ocorreu no ar mais um incidente, que confundiu definitivamente a tripulação americana. Os controladores de terra, em sua frequência, comunicaram em língua croata, algo do tipo "Mantenha-se em holding position sobre Kolocep". Isto foi uma evidente violação de todas as normas da lei internacional de controle de voos. E somente mais tarde disseram que este pedido não era endereçado aos americanos, mas ao avião seguinte, que deveria esperar permissão para aterrissagem, permanecendo no ar um pouco mais.

Alguns pilotos croatas insinuaram com bastante clareza para mim que os americanos não sabiam como aterrissar no aeroporto de Dubrovnik, segundo o antigo esquema.

Depois disto a comissão americana, encabeçada pelo general Charles Coolidge, indicou erros do comando da Força Aérea dos EUA na base aérea de Ramstein na Alemanha. O general Coolidge declarou que ninguém realizou inspeção do aeroporto em Dubrovnik. Segundo todas as regras é necessário realizar várias aterrissagens de treinamento e só depois disto permitir aos aviadores pilotar um avião militar.

Os fatos citados e as opiniões expressos são da responsabilidade do autor.

Fonte: Voz da Rússia
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_08_29/O-misterio-da-morte-de-Ron-Brown-os-croatas-foram-os-bodes-expiatorios-1983/
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O misterioso senhor do lago Khyargas

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Lago Khyargas
© ru.wikipedia.org
Um grupo de investigadores russos regressou das margens do lago Khyargas, na Mongólia. Os russos tentavam desvendar a origem das pegadas que aparecem periodicamente na margem do lago e que podem pertencer a um réptil de grande porte.

As grandes pegadas foram descobertas nas margens do lago Khyargas pela primeira vez em meados dos anos 80, quando os membros de uma expedição geológica conjunta soviética e mongol, dirigida por Viktor Yarmolyuk, acamparam à beira desse lago. Nos anos seguintes, os geólogos voltaram a acampar no mesmo lugar por diversas vezes. O local também foi visitado por zoólogos. De cada vez os cientistas observaram vários grupos de pegadas relativamente frescas que se estendiam por 1,5 quilômetros a partir da água, como se vários répteis saíssem da água e até descansassem algum tempo na areia. As hipóteses de que os rastros pertençam a um animal terrestre ou tenham sido deixados por pessoas foram descartadas, tal como a possibilidade de serem o resultado da ação das ondas ou do vento. As margens do lago Khyargas são um local desértico e desabitado, as povoações mais próximas se encontram a uma centena de quilômetros e os nômades com os seus animais, assim como os visitantes da única estância de turismo das proximidades, não se aproximam do lago. Para adensar o mistério, numa das noites os geólogos acampados na margem ouviram um rugido vindo do meio do lago.

Contudo, ainda não foi organizada uma expedição científica séria para estudar as margens do lago mongol, mas apareceram exploradores-amadores que investigam os fenômenos mais invulgares. O escritor e ativista social Igor Grishin neste verão no lago Khyargas com o seu grupo já pela segunda vez, depois de ter visitado o local em 2010. Este ano eles vieram equipados com tecnologia moderna, incluindo ecosondas do último modelo. Eis o relato de Igor Grishin:

“Da última vez, além das pegadas de diferentes dimensões, nós descobrimos ossos que não podem pertencer a nenhum outro animal da Mongólia. Pescamos com bastante frequência peixes com marcas de dentes. Porém, é do conhecimento geral que neste lago só habita uma única espécie de peixe: o Oreoleuciscus potanini que não possui dentes. Este ano, conseguimos registar com ecosondas, a partir de catamarãs, pegadas no fundo do lago idênticas às observadas em terra. Isso faz pensar que elas pertencem a vários exemplares de diferentes dimensões ou que são deixadas por diferentes partes do corpo do mesmo animal.”

Além disso, os exploradores observaram rastros na margem semelhantes aos deixados por um barco que tenha sido arrastado. Mas no lago Khyargas não há qualquer tipo de embarcação. Os investigadores decidiram que podiam ser rastros de pedras arrastadas pelos animais. Depois de consultar a literatura, eles descobriram que os habitantes de reservatórios de água antigos, como por exemplo os plesiossauros, engoliam pedras para poderem digerir os alimentos.

O zoólogo Valeri Nikolaev, investigador no Parque Nacional de Valdai e que teve ocasião de visitar o lago Khyargas, partilha todas as suposições sobre a existência de um gigantesco réptil ancestral. As pessoas evitam esse lago precisamente devido ao medo perante o animal desconhecido que eles chamam de “baleia”, considera Valeri Nikolaev:

“A população mongol local, mesmo que se aproxime da margem, nunca demonstrou qualquer interesse pelo lago. Entretanto, os que habitam relativamente perto do lago Khyargas dizem que o lago é povoado por seres de grande porte. Claro que isso é uma lenda, são crenças mitológicas, mas a história conhece bastantes casos em que as buscas dos animais começavam com histórias fantásticas, mas terminavam tendo sucesso. Tomemos como exemplo o panda, urso do bambu, ou o “fóssil vivo” celacanto, que é um peixe que não se modificou nos últimos 400 milhões de anos, ou o ocapi da família das girafas – todos eles já foram em tempos apenas lendas.”

O senhor do lago Khyargas pode ser um animal relítico que tenha sobrevivido desde a era pré-glacial. Nas partes mais meridionais do planeta, incluindo a Ásia Central, nem tudo ficou coberto por glaciares. Os cientistas consideram os lagos mongóis desta região como parte de um antigo mar do Pleistoceno e o seu peixe, o tal Oreoleuciscus potanini que pode ser o alimento do réptil misterioso, como uma espécie relítica.

Observações posteriores, com a participação de cientistas importantes e usando equipamento adequado, poderiam desvendar esse mistério da natureza. Mas por enquanto o grupo corajoso de Igor Grishin não consegue aumentar a sua expedição. Até parece que as margens desérticas e desabitadas do lago, parecidas com a superfície marciana, assustam ou não deixam aproximar as pessoas, diz ele:

“Por mais estranho que pareça, todos os zoólogos que se preparavam para participar da expedição verificaram no último momento que não podiam participar. É verdade que este local é um pouco inóspito. Nós tínhamos a sensação que todos os fenômenos da natureza reagem à nossa presença. Este local é muito seco, mas logo que nós chegávamos começavam aguaceiros, chuvas que duravam 4 dias e trovoadas à nossa volta. É difícil fazer pesquisas no lago, é mesmo arriscado devido às tempestades e às rajadas de vento. Em poucos segundos podemos ser arrastados para um lugar de onde não é fácil sair.”

Os exploradores, no entanto, não desistem e esperam que no próximo ano consigam repetir a expedição juntamente com representantes da ciência oficial.

Fonte: Voz da Rússia
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"Buracos de minhoca" podem possibilitar viagens no tempo


Astrofísico norte-americano apresenta um trabalho com base na teoria geral da relatividade, em que prevê a possibilidade de criar uma 'ponte' entre diferentes pontos temporais.

Haverá conceito mais querido da ficção científica do que viajar no tempo? Desde sempre visto como algo impossível de acontecer na realidade, visitar outras épocas teve sempre, para a cultura popular, um apelo exótico de mundo de fantasia e nada mais. O mesmo não pensa uma parte da comunidade científica.

O astrofísico no "EarthTech International Institute for Advanced Studies", em Austin, nos EUA, publicou um trabalho onde teoriza sobre as hipóteses mais reais que temos de viajar no tempo utilizando "buracos de minhoca" ou "pontes Einstein-Rosen" como também são conhecidos.

Pode parecer um dado surpreendente, mas a verdade é que a possibilidade de viajar no tempo foi reconhecida por Albert Einstein e Nathan Rosen em 1935, quando estes utilizaram a teoria da relatividade para postular a possibilidade de ir para diferentes épocas através de uma 'ponte' no contínuo espácio-temporal. Algo que Eric W. Davis tenta agora comprovar de forma mais assertiva.

De acordo com a teoria da relatividade, o espaço e o tempo têm que ser vistos como juntos e relacionados em função um do outro, pelo que, teoricamente, é possível revisitar outros pontos no tempo visto este ser contínuo. Daí a previsão destes 'portais' que ligam dois pontos temporais diferentes um ao outro, criando um atalho que facilita a viagem no tempo.

"Porque não estamos já a viajar no tempo?", poderão perguntar alguns dos mais entusiasmados enquanto leêm este artigo. Simples: nunca se descobriu nenhum "buraco de minhoca". Apesar de a teoria da relatividade geral de Einstein prever matematicamente a existência destes fenómenos cósmicos, nunca nenhum foi descoberto por cientistas. Uma busca que, para alguns, não esmorece.

Matéria exótica

Eric W. Davis garante que a possibilidade existe de viajar através deste tipo de atalhos, que permitiriam, por exemplo, a uma nave espacial viajar entre dois pontos mais rapidamente que a luz sem, contudo, utlrapassar a velocidade da luz (conhecida como "o limite universal de velocidade"). Uma vantagem que garante condições mais favoráveis de passagem.

"As máquinas do tempo são inevitáveis no domínio espacial e temporal em que nos encontramos", explica Davis no seu trabalho, citado pelo "Live Science". "Contudo, seria necessário um esforço hercúleo para transformar uma destas pontes numa máquina do tempo. Já vai ser complicado o suficiente descobrir um 'buraco de minhoca', afirmou. Tudo, porque assim que a 'ponte' estivesse criada, um dos destinos teria que ser manipulado para se encontrar na posição necessária, de acordo com a teoria geral da relatividade.

Outras teorias existem de como pode ser possível viajar no tempo com destaque para a baseada na física quântica. Esta assenta na utilização de "matéria exótica" (composto descoberto há pouco tempo) para estabilizar o "buraco de minhoca" e permitir uma passagem segura. Os problemas estão nas reduzidas quantidades de matéria existente e nas consequências energéticas que poderiam surgir como consequência.

Proponentes do estudo das viagens no tempo acreditam que o facto de os cientistas basearam as suas investigações ou na teoria geral da relatividade ou na teoria quântica é um grande entrave ao sucesso, embora seja consensual que tal nunca será possível no nosso ciclo de vida, e que as leis da física ainda podem provocar mais dificuldades.

Eric W. Davis não perde o optimismo e afirma que, dado que estas hipóteses ainda não tiveram a possibilidade de ser plenamente comprovadas, permanecem válidas. Caso para dizer, tal como o dr. Emmet Brown no "Regresso ao Futuro" que "para onde vamos, não precisamos de estradas". 

Fonte: Expresso


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Criados minicérebros em laboratório com células estaminais humanas

Corte de minicérebro visto ao microscópio: as células estaminais neuronais estão a vermelho e os neurónios a verde MADELINE A. LANCASTER
Estruturas de quatro milímetros são equivalentes ao cérebro de um embrião humano com nove semanas, mas não estão organizadas. Passo pioneiro ajudou a compreender as causas fisiológicas da microcefalia.

São estruturas que estão a anos-luz de desenvolverem qualquer coisa parecida com o pensamento e, se as olhássemos num pratinho de laboratório, dificilmente reconheceríamos o órgão cinzento com circunvoluções esquisitas que está dentro da nossa cabeça. Mas os novos minicérebros, produzidos com células estaminais humanas num laboratório austríaco, são o mais parecido que alguma vez se conseguiu com o órgão que nos dá consciência, memória, cognição, emoções.

Os autores, que publicam o trabalho na edição de hoje da revista Nature, explicam que estes minicérebros servem como modelos para estudar a complexidade do cérebro humano e perceber a causa de doenças como a microcefalia. No futuro, a equipa espera usá-los para compreender as raízes da esquizofrenia ou para se testarem fármacos.

Afinal, o que tem de especial o cérebro humano? Talvez seja o órgão mais complexo do reino animal. Ao longo de milhões de anos, ganhou um volume inédito se o compararmos com o tamanho do nosso corpo. Além disso, tem várias regiões e permite-nos um grau de consciência e razão que ainda não encontrámos noutro ser. Mas ainda estamos longe de compreender as bases fisiológicas destas capacidades ou que erros ocorrem no desenvolvimento para aparecerem problemas tão radicais como a microcefalia, ou doenças tão complexas como a esquizofrenia.

A equipa de Juergen Knoblich, do Instituto de Biotecnologia Molecular da Academia de Ciências da Áustria, em Viena, conseguiu criar um modelo do cérebro humano que pode ajudar a responder a algumas destas questões. Os cientistas criaram estruturas cerebrais de quatro milímetros, com tecidos que identificaram como sendo do córtex cerebral, da retina ou das meninges. Estas estruturas alcançaram um grau de desenvolvimento equivalente ao do cérebro de um embrião com nove semanas.

Estes minicérebros foram construídos independentemente a partir de células estaminais embrionárias - retiradas de embriões humanos - e de células estaminais pluripotentes induzidas - obtidas por reprogramação genética de células adultas. Tanto as células estaminais embrionárias como as induzidas têm a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de tecido humano.

Os cientistas começaram por colocar células numa cultura, onde se dividiram até formar uma pequena bola com células externas e células internas. Depois, mudaram o meio onde as bolinhas estavam, de modo a sobreviverem só as células externas, que acabaram por se diferenciar em neuroepitélio - o tecido embrionário que mais tarde vai dar origem ao cérebro.

De seguida, colocaram este tecido em cima de um molde. Desta forma, o neuroepitélio cresceu num molde que deu ao tecido a forma propícia para se diferenciar no cérebro. Aqui, os cientistas passaram as estruturas para biorreactores, em que os nutrientes e o oxigénio foram mexidos, para que todas as células fossem alimentadas. Ao fim de 30 dias, o tecido desenvolveu-se até aos quatro milímetros de diâmetro.

Se pensarmos no desenvolvimento embrionário humano, a partir de uma certa altura os vasos sanguíneos crescem até ao cérebro, irrigando-o com oxigénio e nutrientes e permitindo que se desenvolva mais. No laboratório, nada imitou o sistema vascular. Por isso, apesar de os cientistas manterem os minicérebros vivos durante 12 meses, as estruturas não passaram dos quatro centímetros e as células internas morreram.

Deste modo, os minicérebros ainda ficaram muito longe de atingir as seis camadas do córtex cerebral e muitíssimo distantes de um verdadeiro circuito cerebral, que, nos humanos, permite a cognição. Mas a equipa de Juergen Knoblich observou a diferenciação das células nervosas, a sua migração e a ocorrência de sinapses. E viu que houve um desenvolvimento auto-organizado das estruturas do cérebro, que, embora não estivessem dispostas a nível anatómico como no embrião, podem agora ser estudadas.

A equipa produziu ainda mini-cérebros com células estaminais de pessoas com microcefalia (que têm o cérebro mais pequeno do que o normal), associada neste caso à mutação de um gene. Puderam assim observar diferenças no desenvolvimento do córtex em relação às pessoas saudáveis. Os minicérebros que cresceram a partir das células provenientes destas pessoas também eram mais pequenos. As células do neuroepitélio originavam neurónios mais rapidamente.

No futuro, Juergen Knoblich quer estudar doenças mais comuns como a esquizofrenia, "cujos primeiros problemas ocorrem ainda durante o desenvolvimento embrionário do cérebro", disse numa conferência de imprensa da Nature. Este modelo, defende a equipa, permitirá testar novos fármacos.

Num comentário na Nature, Oliver Brüstle, da Universidade de Bona, na Alemanha, considerou que "este artigo põe [os minicérebros] no mapa dos instrumentos de investigação da biologia do desenvolvimento e da biomedicina."

Fonte: Publico
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Microsoft cedeu dados de portugueses às autoridades

Empresa norte-americana cedeu em 469 dos pedidos que lhe foram feitos.

A polémica em torno da entrega de dados de cibernautas às autoridades portuguesas continua. Após ter sido tornada pública a entrega de dados por parte da rede social Facebook, sabe-se agora que também a Microsoft cedeu informações.

De acordo com os dados do Law Enforcement Requests Report, em 2012, foram efetuados 548 pedidos por parte das autoridades para obtenção de dados relativos a 710 contas de Outlook, Hotmail e Messenger. Destes, a empresa norte-americana respondeu a 469, o que se traduz em 85,6% de cedências.

Estes pedidos são feitos devido à existência de suspeitas de crimes como a pedofilia ou a contrafação de cartões de crédito.

Após o pedido, a empresa avalia cada caso, desde que exista uma ordem policial ou judicial, entregando depois informações como nome, idade, naturalidade e IP (identificação do dispositivo ligado à Internet) do utilizador.

A empresa alega que, por lei, é obrigada a dar resposta aos pedidos, respeitando o máximo possível do direito à privacidade do cibernauta.

FACEBOOK PAGA MULTA DE 20 MILHÕES

O Facebook foi condenado a pagar 20 milhões de dólares (15 milhões de euros) por ter permitido a associação de dados dos seus utilizadores a conteúdos publicitários.

A empresa admitiu ainda que Portugal fez 177 pedidos de informação, entre janeiro e junho, sobre 213 utilizadores e contas. Pedidos estes que terão sido feitos com "fins de investigação criminal e de segurança nacional".

Fonte: Correio da Manhã
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Identificada a estrela mais velha gémea do Sol

 HIP 102152

Uma equipa internacional de astrónomos identificou a estrela mais velha, gémea do Sol, permitindo aos cientistas prever o que pode acontecer ao "astro-rei" quando chegar à sua idade, informou o Observatório Europeu do Sul (OES).

A estrela em questão, a HIP 102152, situa-se na constelação de Capricórnio, a 250 anos-luz de distância da Terra.

Apesar de ter 8,2 mil milhões de anos, quase o dobro da idade do Sol, que tem 4,6 mil milhões de anos, é a estrela mais parecida com o "astro-rei".

A equipa, liderada por astrónomos da Universidade de São Paulo, no Brasil, fez novas observações usando o telescópio VLT do OES, organização da qual Portugal é um dos países-membros.

As novas observações "fornecem também uma primeira ligação clara entre a idade de uma estrela e o seu conteúdo em lítio", sugerindo adicionalmente que a HIP 102152 "tem planetas rochosos do tipo terrestre na sua órbita", adianta o OES em comunicado hoje divulgado.

Os astrónomos estudaram, além da HIP 102152, uma outra gémea solar, a 18 Scorpii, que é mais nova do que o Sol, e tem cerca de 2,9 mil milhões de anos.

Para tal, utilizaram o espetrógrafo UVES, montado no telescópio VLT, para separar a radiação nas suas componentes de cor, a fim de avaliarem com detalhe a composição química e outras propriedades das estrelas.

"Descobrimos que a HIP 102152 tem níveis muito baixos de lítio, o que demonstra claramente, e pela primeira vez, que as gémeas solares mais velhas têm efetivamente menos lítio do que o nosso Sol ou estrelas gémeas solares mais novas. Podemos agora ter a certeza de que as estrelas à medida que envelhecem destroem, de algum modo, o seu lítio", assinala TalaWanda Monroe, investigador da Universidade de São Paulo, citado no comunicado.

A equipa concluiu, também, que a estrela gémea do Sol mais velha "tem um padrão de composição química subtilmente diferente da maioria das outras gémeas solares, mas semelhante ao Sol".

As gémeas solares são estrelas raras, mas também as mais parecidas com o Sol: têm massa, temperatura e abundância química similares ao "astro-rei".

Fonte: Açoriano Oriental

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Vírus se espalha rapidamente pelo Facebook

Vírus se espalha rapidamente pelo Facebook

Na rede social Facebook, sob o pretexto de vídeo de amigos, se espalha um malware com velocidade de 40 mil ataques por hora. O vírus já afetou mais de 800 mil usuários do navegador Google Chrome, informa a mídia.

De acordo com os especialistas italianos, os usuários recebem um link para um vídeo no Facebook, onde eles teriam sido supostamente marcados por seus amigos, em um e-mail ou uma mensagem pessoal na rede social. Após ter seguido o link e baixado um programa infectado, os usuários concedem automaticamente aos atacantes o acesso a todos os seus dados.

As empresas Google e Facebook já foram informadas sobre o ataque e, no momento, estão eliminando todos os links para esse malware.

Fonte: Voz da Rússia


Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_08_28/V-rus-se-espalha-rapidamente-pelo-Facebook-5046/
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Zoo atira pessoas em jaulas a leões famintos

Nova Zelândia

Experiência inverte posições em parque da Nova Zelândia.

Nem sempre os animais do jardim zoológico são mantidos atrás das grades de jaulas. Por vezes, são os humanos que ficam presos, ao passo que os animais circulam em liberdade. O Parque Selvagem de Orana, em Christchurch, Nova Zelândia, é um desses exemplos.

Por pouco mais de 17 euros, os visitantes do parque têm a possibilidade de ver os leões a serem alimentados no seu habitat, sem correrem o risco de eles próprios virarem alimento.

Sempre no interior de uma jaula anexada a uma viatura, os visitantes podem estar a centímetros dos felinos.

"Tivemos visitantes que vieram de propósito a Christchurch de propósito para participarem na alimentação dos leões", referiu Nathan Hawke, porta-voz do parque.

O parque de Orana tem cerca de 80 hectares de área, onde podem ser vistos 400 animais de 70 espécies.


Fonte: Correio da Manhã
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Vídeo: Monstro de Loch Ness volta a «dar nas vistas»

Vídeo: Monstro de Loch Ness volta a «dar nas vistas»

A criatura mítica conhecida como o ‘Monstro do Lago Ness’, na Escócia, terá dado um novo sinal da sua existência histórica ainda neste mês.

De acordo com o registo recolhido pelo fotógrafo amador David Elder, de 50 anos, o mais recente avistamento do que pode ser a mítica criatura de Loch Ness aconteceu no início de agosto, perto de Fort Augustus, no norte da Escócia.

Além das fotos, Elder teve ainda tempo de gravar um vídeo mostrando uma ondulação misteriosa, sob a qual se estaria a movimentar a criatura cuja existência ainda não obteve prova científica.

Segundo relato do fotógrafo amador que estava ali para fazer imagens com cisnes: «Pelo canto do meu olho direito, apercebi-me de algo negro na água, formando uma onda semelhante às que são formadas por um barco. Estou convencido que aquilo foi causado por um sólido objeto negro submerso. A água estava totalmente quieta naquele momento e não havia qualquer outra atividade na água», explicou. 

Não obstante a crença ou a subjetividade na base do avistamento, o registo captado por Elder foi agora publicado pelo jornal Daily Mail. Veja por si e tire uma conclusão.


Fonte: Diário Digital
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Ununpentium: Nova evidência da existência de um elemento químico super pesado


Um grupo de cientistas apresentou novas evidências da existência de um novo elemento químico super pesado que tem o número atómico 115. Para ser reconhecido oficialmente, o Ununpentium entrar na tabela periódica.

Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, que publicaram suas descobertas na física Review Letters ', explicam que o nome Ununpentium (Uup) é puramente provisório e deve-se simplesmente ao número atómico do elemento sintético.

"Foi uma experiência muito bem-sucedida e uma das mais importantes nesse campo nos últimos anos", disse Dirk Rudolph, Professor da Divisão de Física Atómica da Universidade de Lund.

Os resultados confirmam as medições anteriores feitas por grupos de pesquisa na Rússia, particularmente no Instituto de Pesquisa Nuclear em Dubna.

Os pesquisadores foram capazes de detectar o elemento 115, encontrando uma marca distintiva na radiação de raios-X que este emitia.

Por causa de sua curta vida (algumas frações de segundo), os especialistas concordam que os usos práticos do elemento super pesado são bastante limitadas. Os novos elementos são avaliados por membros da União Internacional de Química Pura e Aplicada e da União Internacional de Física Pura e Aplicada .

Em 2011, aprovou os nomes de três novos elementos com número atómico 110, 111 e 112. Estes foram chamados darmstadtium (Ds), roentgenium (Rg) e copernicium (Cn).

O mais recentemente aprovado foi o livermorio, que tem o número atómico 116 e cujo nome foi concedido em maio de 2012.

Tradução Google

Fonte: RT


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Arqueólogos revelam segredos das pirâmides da ilha do Pico

Uma das 140 pirâmides estudadas pelos arqueólogos na Madalena do Pico. Foram todas construídas em pedras basálticas de origem vulcânica conhecidas por biscoitos. Algumas chegam a ter 13 metros de altura (o equivalente a um prédio de habitação de quatro andares) e câmaras no seu interior.
Uma das 140 pirâmides estudadas pelos arqueólogos na Madalena do Pico. Foram todas construídas em pedras basálticas de origem vulcânica conhecidas por biscoitos. Algumas chegam a ter 13 metros de altura (o equivalente a um prédio de habitação de quatro andares) e câmaras no seu interior. Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA)
Os resultados das primeiras sondagens arqueológicas das estruturas que terão sido construídas antes da chegada dos portugueses aos Açores são apresentados hoje.

Anzóis, pontas de metal, ossos, conchas, pesos de redes de pesca, utensílios feitos de basalto, carvões e fragmentos de peças de cerâmica, foram descobertos nas primeiras sondagens arqueológicas autorizadas pelo Governo Regional dos Açores (Direção Regional da Cultura) às misteriosas estruturas piramidais da Ilha do Pico.

As pirâmides estão quase todas concentradas numa área de 6 km2 no concelho da Madalena, junto à costa oeste da ilha dominada pela montanha mais alta de Portugal (2351 metros) e a divulgação pública das descobertas é feita hoje às 21h00 numa conferência na Câmara da Madalena. 

As sondagens foram feitas por Nuno Ribeiro e Anabela Joaquinito, que estão entusiasmados com os depósitos de artefactos antigos que encontraram, e que tudo indica serem muito anteriores à data da descoberta dos Açores pelos portugueses (1427).

Mas os dois arqueólogos da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), que estão a ser apoiados pela Câmara Municipal da Madalena, têm um vasto trabalho de prospeção pela frente: há dezenas de pirâmides no local, que chegam a atingir 13 metros de altura, o equivalente a um prédio de habitação de quatro andares. Mas para já estudaram 140, algumas destruídas ou parcialmente derrubadas por sismos ou pela ação humana.

A tradição baseada na memória popular e os poucos estudos etnográficos existentes indicam que "estas estruturas, conhecidas por maroiços, datam dos séculos XVII a XIX, justificando-se a sua construção pela necessidade da limpeza dos solos para a agricultura", explica Nuno Ribeiro. De facto, a palavra maroiço significa monte de pedras associado à limpeza de terrenos agrícolas.

Estruturas semelhantes no Mediterrâneo

Mas esta explicação não convence o presidente da APIA, porque "existem várias edificações com mais de dez metros de altura, seguindo a mesma orientação geográfica". E porque no território português "não encontramos esta opção arquitetónica em mais nenhum local". Em contrapartida, "há paralelos arquitetónicos com regiões do Mediterrâneo - na ilha da Sicília junto ao Monte Etna, por exemplo".

Anabela Joaquinito conta que quando foram mostradas à população da Madalena fotos das construções da Sicília, "disseram que eram iguais aos maroiços". A arqueóloga que estudou a indústria lítica (tecnologia de trabalho da pedra) e é diretora do Departamento de Pré-história da APIA, sublinha que há outros indícios arquitetónicos da origem pré-portuguesa das pirâmides do Pico, como "a existência de degraus e a decoração com pináculos no topo". No topo de uma das construções estudadas foi também encontrado um piso circular que parece ser a base de uma habitação.

Uma das estruturas é um complexo arquitetónico que inclui edifícios piramidais organizados de forma a criar uma grande praça. "Esta organização do espaço não pode ser explicada apenas através da limpeza dos terrenos, pois terá envolvido um grande planeamento e um trabalho coletivo que demorou alguns anos a construir, seguindo sempre o mesmo projeto arquitetónico", argumenta Nuno Ribeiro.

"Mais espantoso é o facto de estas estruturas obedecerem às mesmas orientações das outras pirâmides, com aparentes motivações astronómicas e sugerindo rituais funerários", acrescenta o arqueólogo. 

"Sinto-me no México"

"Sinto-me no México", garantiu Romeo Hristov, arqueólogo da Universidade do Texas em Austin (EUA), quando visitou os maroiços do Pico em abril passado. Hristov pertence à corrente académica que defende a existência de contactos regulares entre as antigas civilizações do Mediterrâneo e da América.

"As estruturas do Pico são muito perfeitas, implicam uma enorme quantidade de trabalho que não se justifica apenas pelas necessidades da atividade agrícola", considera o arqueólogo. Por outro lado, "há uma orientação astronómica rigorosa, rampas de acesso e escadas associadas ao conceito de estrutura sagrada".

E no complexo "que liga vários edifícios piramidais encontram-se elementos comuns a pirâmides em todo o mundo, como uma praça ampla para cerimónias". Mas uma conclusão definitiva sobre a origem das estruturas "vai depender das escavações arqueológicas, que são fundamentais".

E também "das datações dos materiais encontrados que forem feitas em laboratório", esclarece Anabela Joaquinito. A arqueóloga explica ainda que algumas destas pirâmides têm câmaras no seu interior e uma delas foi objeto de sondagens arqueológicas. "A câmara é pequena e o corredor de acesso demasiado estreito e longo, não seria prática para quaisquer usos agrícolas".

Regularidade na orientação das pirâmides

"O que mais me impressionou foi a regularidade da orientação das pirâmides do Pico, embora acredite que nem todas foram construídas na mesma época. Esta regularidade é evidente no mapa com a sua localização feito pela Câmara da Madalena", afirma por sua vez Fernando Pimenta.

O diretor do Departamento de Arqueoastronomia da APIA usou ferramentas de informação geográfica nesta primeira investigação e concluiu que a maioria das pirâmides está orientada no sentido sudeste/noroeste.

Sudeste é a direção do vulcão da ilha do Pico e noroeste corresponde ao ocaso do sol no solstício de verão, que acontece sobre a ilha do Faial, muito próxima do Pico. Quanto às restantes pirâmides, têm uma orientação perpendicular às primeiras.

Fernando Pimenta admite que "parece ser intencional - e não apenas uma coincidência - a orientação geográfica das construções e a escolha do local para a sua implantação".

Uma concentração tão grande de pirâmides num intervalo tão pequeno de azimutes (o azimute é a medida regular do horizonte contada a partir do norte geográfico) e com esta regularidade, significa que há intencionalidade, "mas claro que esta conclusão não é tão definitiva, do ponto de vista estatístico, como seria se as estruturas estivessem espalhadas por toda a ilha e não apenas concentradas numa pequena área do concelho da Madalena".

O arqueoastrónomo adianta também que as regras de orientação "parecem obedecer a princípios que incorporavam algum ritual relacionado com o solstício de verão".

"Defesa da verdade histórica"

Entretanto, o presidente da Câmara da Madalena salienta que "o envolvimento do município neste processo é norteado pelo forte empenho na defesa da verdade histórica e na necessidade de conhecer e preservar as raízes do nosso povo", o que "é do interesse de todas as instituições, sejam elas científicas, políticas ou outras, incluindo o Governo Regional dos Açores".

Mas a prova definitiva da origem pré-portuguesa das pirâmides "terá de ser obtida através de uma datação clara e inequívoca dos materiais encontrados", insiste José António Soares, reconhecendo que a comprovação de todos estes achados permitirá novas oportunidades de desenvolvimento turístico.

"Não queremos apagar a história açoriana mas sim acrescentar algo à história já conhecida e, se possível, enriquecê-la com os novos dados disponíveis", acrescenta o autarca.

Fonte: Expresso

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Facebook e Google passam dados a autoridades portuguesas


O DN faz manchete com o facto de quer o Facebook quer a Google darem com frequência dados pessoais de utilizadores das suas redes sociais, do YouTube ou de contas de e-mail, às polícias portuguesas. O nosso país aparece numa lista de 71 Estados, que o Facebook ontem divulgou, onde esta prática ocorre. Aquela rede social informou que, em Portugal, recusou cerca de 58% dos pedidos feitos pelas autoridades. Ao DN, a Google revelou que recusou 70% desse tipo de pedidos. Mesmo assim, as informações recolhidas apontam para uma média anual de mil utilizadores nacionais cujos dados são entregues aos investigadores criminais.

Fonte: Diário de Noticias
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terça-feira, 27 de agosto de 2013

"Drones" dos EUA, agora para a exploração da Antártida


Os drones americanos expandem sua área de presença e agora voam em direção às duras condições de Antarctida. Os pesquisadores dizem que os UAV são utilizados para fins científicos.

Várias universidades e organizações de pesquisa, incluindo a NASA e a National Oceanic and Atmospheric Administration, registaram como operadores droneso  enviado para a Antártida para explorar os últimos grandes depósitos de gelo na Groenlândia, Alaska e outras ilhas, como publicado no " The Guardian ' .

Os drones de vários tamanhos e capacidades de se desdobram nas regiões polares para estudar o degelo, dizem os cientistas. Entre os veículos alguns voam até 20 horas, dependendo do peso dos instrumentos de bordo, enquanto que outros podem permanecer no ar durante alguns minutos, mas suficiente para fazer o seu trabalho.

Em projetos de pesquisa na Antártida envolve a Universidade do Colorado, cuja os drones chegaram à Antártida, Groenlândia e o arquipélago de Svalbard, na Noruega para estudar mudanças no gelo marinho.

Enquanto isso, cientistas da Universidade do Alasca em Fairbanks usam um pequeno  drone a baterias para determinar a reprodução dos leões-marinhos, voando sobre estes animais polares, a uma altura de apenas 90 metros.

'Drone', excelente laboratório natural

Nos últimos anos, pesquisadores começaram a usar veículos aéreos não tripulados dos EUA amplamente, não só na luta. Como eles apontam, são um excelente laboratório natural para experiências em benefício da ciência. Em abril, pesquisadores da NASA Terra enviaram três drones no Turrialba cratera do vulcão, perto de San Jose (Costa Rica), para recolher informações sobre a concentração e distribuição dos gases e melhorar a previsão do tempo.

EUA? quer controlar a riqueza da Antártida?

De acordo com o analista internacional Juan Battaleme, países como os EUA "Poderiam usar a investigação que ocorre agora nesta área para se apropriar  dos recursos . "

Lembram que várias estimativas colocam sob a superfície do sexto continente são enormes os recursos naturais que poderiam alterar o equilíbrio político que determinam as relações internacionais até à data. Além disso, os 14 milhões de quilómetros quadrados do continente contendo não menos que 80% de água doce do planeta. Um elemento que, devido ao aumento da população e vários processos industriais se tornará cada vez mais escasso e obviamente valioso.

Tradução Google

Fonte: RT

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Como desaparecer da Internet

INTERNET

Há um site que nos ajuda a apagar todos os nossos rastos digitais e a desaparecer da Net.

Apesar de não automatizar o processo, o Justdelete.me agrega vários sites onde podemos ter contas, com informações e links para as zonas que nos permitem apagar a nossa informação.

Cada site está codificado por cor, o que indica o grau de dificuldade envolvido no processo: verde, quando o processo de eliminar uma conta é simples; amarelo, quando são necessários alguns passos extra; vermelho, que indica que não é possível eliminar a conta sem contactar o suporte a clientes; preto, quando não é possível apagar, de todo, uma conta. 

O autor disponibilizou o código no GitHub e convida os internautas a submeter sites que não estejam contemplados.

Fonte: Exame Informática
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Etiquetas: Conspiração, Curiosidades, Destaques, Internet, Noticias, Social, Software

Portugal entre os 74 países que pediram informações ao Facebook


O Facebook recebeu pedidos de informação de 74 governos, incluindo o português, sobre 38 mil utilizadores no primeiro semestre.

Seguindo as pisadas de outras gigantes tecnológicas, como o Google e a Microsoft, o Facebook decidiu divulgar dados sobre os pedidos de informação de autoridades governamentais, numa altura em que as informações reveladas por Snowden relançaram o debate sobre a privacidade na Internet.

No caso da rede social, entre Janeiro e Junho esses pedidos chegaram de 74 países e visaram 38 mil dos seus mais de mil milhões de utilizadores - 60% dos pedidos foram recusados. 

Portugal foi um dos países que pediu dados. Segundo o relatório divulgado hoje pelo Facebook, de Portugal chegaram 177 pedidos de informação - mais do que de países como a Turquia -, sobre 213 utilizadores/contas. A rede social respondeu afirmativamente a menos de metade desses pedidos - 42%.

A maior fonte de pedidos, cerca de metade, é os EUA. Seguem-se Reino Unido e Alemanha. O relatório do Facebook não revela o teor destes pedidos, nomeadamente se derivam de questões criminais ou se têm origem na actividade das secretas.

"Dispomos de processos rigorosos para dar resposta a todos os pedidos de dados por parte dos governos" e "contestamos muitos destes pedidos, rejeitando-os quando encontramos irregularidades jurídicas e reduzindo o âmbito de pedidos excessivamente latos ou vagos", refere o Facebook.

Fonte: Económico
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Nasa lança vídeo em memória a Neil Armstrong

Nasa lança vídeo em memória a Neil Armstrong

Para lembrar o aniversário da morte de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, a Nasa criou um vídeo-tributo que mistura emocionantes imagens da missão Apollo 11, acompanhadas pela música «Tranquility Base», do compositor Eric Brace.

O astronauta que «deu um pequeno passo para o homem e um grande salto para a humanidade» morreu a 25 de Agosto de 2012, aos 82 anos, por complicações de uma cirurgia cardiovascular.

Veja o vídeo e, logo abaixo, a letra da música (em inglês):



Fonte: Diário Digital
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