quarta-feira, 30 de abril de 2014

Astrónomos podem ter descoberto “estrela da morte”

estrela, espaço, NASA

A sete anos-luz do Sol existe uma estrela fria e apagada, uma anã castanha, que foi detetada pelos telescópios orbitais de infravermelhos da NASA.

Não é de excluir que se trate de mais uma candidata a “estrela da morte”, a Nêmesis. O nome da antiga deusa grega do castigo foi atribuído a um objeto hipotético que provoca periodicamente a extinção de espécies na Terra.

A história dessa estrela misteriosa data de 1984, quando paleontologistas dos EUA chegaram à conclusão, com base em fósseis de organismos marinhos, que na Terra ocorre uma extinção em massa de espécies vivas a cada 26 milhões de anos. Como esses ciclos não podiam ser explicados por causas terrestres, esse mistério interessou os astrónomos. Segundo a versão destes, uma das estrelas vizinhas do Sol, na nossa galáxia, por vezes se aproxima demasiado do Sistema Solar. Isso provoca perturbações na Nuvem de Oort, que é uma esfera composta por biliões de cometas em torno do Sistema Solar. Perdendo o equilíbrio, os cometas se precipitam dentro do sistema, provocando um bombardeamento intenso da Terra e de outros planetas.

A “estrela da morte” foi ativamente procurada, explica o investigador principal do Instituto de Astronomia da Academia de Ciências da Rússia, Dmitri Vibe:

“Repetidamente os cientistas tentaram definir a periodicidade das alterações do estado geológico da Terra, do clima e das propriedades da atmosfera. Essas tentativas têm como resultado as afirmações que existe uma periodicidade de 26 milhões de anos, ou ainda mais longa. Existem tentativas para associar essa periodicidade a algum processo exterior ao Sistema Solar. Uma dessas explicações é a existência de uma estrela-satélite do Sol. E esse satélite giraria em torno do Sol a cada 26 milhões de anos”.

O que se sabia sobre a vizinhança imediata do Sol? Que a quatro anos-luz do mesmo se encontra o sistema estrelar de Alfa Centauro e a seis anos-luz – a Estrela de Barnard. Os outros “vizinhos” começaram a ser descobertos apenas nos últimos anos, quando se começou a processar o gigantesco banco de dados dos telescópios de infravermelhos. Assim, em 2013, o mundo científico soube de uma pouco quente, ou seja, de baixa luminosidade, anã castanha, que começou a ser referida como uma possível candidata ao papel de Nêmesis. Mas eis que se descobriu uma sua “irmã”, mas uma “irmã” fria.

Mas a partir daí os astrónomos ficaram num impasse. Para determinar se algum desses objetos é a Nêmesis, é necessário determinar com rigor como ela se deslocava relativamente ao Sol há milhões de anos. Por enquanto é impossível calcular as órbitas das estrelas, como se faz com os planetas, para períodos tão longos. Não é de excluir que um dos objetos seja realmente um satélite distante do Sol. Por outro lado, não está provado que ele seja o responsável pelas extinções de espécies na Terra.

Enquanto as disputas continuam, parte dos astrónomos sugeriu não provocar o pânico e batizar o objeto descoberto com um nome mais “pacífico” – Tyche. Como o da antiga deusa grega da fortuna.

Teorias da conspiração que correm na Internet

Nada melhor do que a Internet para começar (e alimentar) um rumor, por mais louco que pareça.

A World Wide Web 'dá voz' a uma tonelada de teorias malucas e assustadoras sobre tudo e mais alguma coisa. Do mais deprimente ao mais divertido, passando pelo mais absurdo, aqui estão 10 teorias da conspiração que se espalharam rapidamente na Internet.

1- MH370 está em San Diego

É difícil fazer algo tão grande, como um avião, desaparecer... mas a 8 de marco de 2014, o voo MH370 da Malaysia Airlines saiu completamente do alcance dos radares. Apesar das investigações, com o envolvimento de diversos países, o Boeing 777 ainda não apareceu, aparentemente desapareceu sem deixar vestígios.

A única coisa que resta fazer é especular (e muito). Uma das teorias mais populares defende que o avião aterrou na base militar secreta dos EUA de Diego Garcia, numa pequena ilha britânica no Oceano Índico. A ilha foi supostamente usada pela CIA para deter e torturar os suspeitos. 

2 - Google é a Skynet

A Google controla centenas de ferramentas da Internet que usamos todos os dias. No entanto, algumas pessoas acreditam que a Google é, na verdade, a Skynet (a primeira inteligência artificial, que se revoltou contra o seu próprio criador, operando por via de outros robots e sistemas de computador), ou seja, uma inteligência artificial ficcional que irá destruir a humanidade, como na saga Exterminador Total.

A Google impulsionou esta teoria depois de comprar a Boston Dynamics, uma empresa de engenharia que criou robôs para o Pentágono. Mas a teorias já existia muito antes da compra da BD, especulando-se que em breve todos nós seremos controlados.

3 - Tragédia de Sandy Hook foi encenada

O trágico tiroteio na escola de Sandy Hook atraiu muitas teorias, como acontece sempre nas tragédias. Em 2012, Adam Lanza, um homem de 20 anos, entrou na escola primária, em Newtown, Connecticut, e matou a tiro 20 crianças e seis adultos antes de se suicidar. Antes disso, procurou a mãe e matou-a. Mas a Internet teve as suas dúvidas e afirma que o tiroteio foi uma farsa total por inúmeras razões: Lanza era muito frágil para transportar várias armas, e inexperiente demais para matar com sucesso tantas pessoas. O site afirma também que Lanza pode não ter sido uma pessoa real, pois as fotos do dia dão a parecer que foram encenadas por atores; e que as pessoas sabiam disso antes do tempo, dado a alegada publicação de tweets antes do acontecimento.

4 - Megan Draper ou Sharon Tate

Num episódio da serie Mad Men, a personagem Megan Draper (esposa de Don) é vista a usar uma camisa branca estampada com uma estrela vermelha. Acontece que esta camisa é igual (ou a mesma, como afirmam os teóricos da conspiraçao) à vestida pela actriz Sharon Tate, numa sessão fotográfica para a revista Esquire.

Pela internet afirmar-se que Megan (que interpreta uma actriz) também terá o mesmo destino de Tate. O criador da serie, Matt Weiner, já falou sobre a teoria, dizendo que Draper não ia morrer...ainda.

5 - Illuminati

Esta é a teoria favorita da Internet. Desde Beyoncé, Jay Z, Miley Cyrus, Kanye West a Taylor Swift; quem sabe até a sua vizinha! Todos fazem parte dos Illuminati. E o que é isto? Uma sociedade secreta oculta que governa o mundo e acabará por estabelecer uma Nova Ordem Mundial.

A teoria tem base em alguns "sinais", como o diamante de Jay Z, que alguns acreditam ser realmente uma referência velada ao "olho que tudo vê", um suposto símbolo dos Illuminati. Mas não ficam por aqui: o vídeo clipe da música "Run This Town" em que se usa tudo preto numa sociedade pós-apocalíptica; em 2012 nos American Music Award e em 2013 nos BRIT Award, aparentemente as performances de Taylor Swift estavam repletas de simbolismos religiosos.

6 - Voo 800 da Trans World Airlines

Em 1996, um Boeing 747 caiu perto de Long Island, Nova Iorque, matando as 230 pessoas a bordo. O acidente do voo 800 da TWA foi um acontecimento trágico causado por uma explosão do tanque de combustível, de acordo com uma investigação da National Transportation Safety Board. No entanto, os teóricos da conspiração consideram tudo muito suspeito.

São várias as teorias sobre o que "realmente" aconteceu, mas a mais popular é que os militares americanos decidiram fazer um 'friendly fire cover-up' ou seja, um elemento do corpo militar fere ou mata alguém da mesma força/grupo.

7 - Presidentes controlam celebridades

Miley Cyrus, Britney Spears e Kanye West são na verdade fantoches do governo, afirmam alguns teóricos. Ou seja, acreditam que as celebridades se comportam mal simplesmente para desviar a atenção dos políticos e assuntos nacionais.

Lembra-se de colapso de Britney Spears em 2007? Alguns dizem que foi tudo apenas uma fachada para a Administração Bush, para mudar manchetes e distrair o público. Barack Obama também, aparentemente, usa esta táctica com Miley Cyrus e Kanye West, para levar as pessoas a falar de outras coisas, que não a política. A teoria foi avançada por Jonathan Davis, vocalista da banda metal Korn, numa entrevista à revista TMZ.

8 - Filmes da Pixar

A teoria foi lançada pelo site humorístico Cracked, mas foi o blogger John Negroni que desenvolveu a ideia de que todos os filmes da Pixar estão interligados, numa espécie de Universo Pixar, baseado na ideia do pressuposto de que todas as personagens evoluem ao longo dos filmes. Começe-se por Brave: os animais no filme sofreram um feitiço que os faz ter comportamentos humanos. O que explica, por exemplo, que o rato de Ratatouille saiba cozinhar. Já Charles Muntz, o vilão de Up, apercebendo-se desta evolução dos animais, cria uma coleira que traduz os pensaments dos cães.

O vilão d'Os Incríveis desenvolveu, por seu lado, a inteligência artificial que mais tarde daria vida a objetos inanimados, como os brinquedos do Toy Story.

Segundo esta teoria, Boo, a menina do filme Monstros&Companhia, é o elo de ligação entre todos os filmes da Pixar Animation Studios, já que não passa de uma viajante do tempo, sendo na realidade.... a velha bruxa do Brave....

9 - Pharrell Williams é um vampiro

Algumas pessoas têm bons genes...outras têm sangue de vampiro a correr nas veias. Pharrell, cantor, compositor e produtor, de 40 anos, que aparenta 20, principalmente graças à sua pele perfeita. A dúvida instalou-se: como é possível? Surgiram fotografias com décadas na Internet, de um homem que se parece com o cantor. Ai tudo ganhou sentido, e teorias apontam que a estrela musical é um vampiro. Pharrell junta-se a celebridades com gémeos de fotos antigas, Nicolas Cage, Jay Z e Keanu Reeves.

10 - Ron Weasley e Dumbledore

No universo de Harry Potter, Ron Weasley é normalmente considerado o ajudante de Harry e o seu melhor amigo, às vezes desastrado, mas amável. Mas os fãs da saga gostam de ver tudo interligado, formando a teoria de que Ron, Albus Dumbledore e o director de Hogwarts, são um só.

Basicamente, Weasley é um viajante do tempo enviado de volta para viver o resto dos seus dias como Dumbledore. As semelhanças estão todas lá: figuras esbeltas altas, narizes pontiagudos, cabelos longos e vermelhos.





terça-feira, 29 de abril de 2014

OVNI sai de uma nuvem perto de um avião

25 de Abril de 2014
O vídeo é interessante OVNI sai muito rápido das nuvens e passa próximo de um avião.

Veja o VIDEO



Fonte: Youtube

Meia centena de múmias achadas no Vale dos Reis

Múmias encontradas no Vale dos Reis
Múmias encontradas no Vale dos Reis
Fotografia © Reuters
Meia centena de múmias foram encontradas no Vale dos Reis, em Luxor, na grande necrópoloe real da antiga Tebas, de há mais de três mil anos.

Entre os corpos embalsamados, rodeados de restos de madeira, panos, vasos, etc., estão príncipes e princesas da XVIII dinastia, uma das mais importantes do Antigo Egito, a que pertenceram faraós como Tutmosis III, Akenatón e Tutankamón.

É uma descoberta "apaixonante", afirmou ao El Pais a especialista Salima Ikram. "Há que analisá-lo detalhadamente mas, sem dúvida, é um grande achado". A descoberta, realizada por uma equipa da Universidade de Basileia, liderada por Helena Ballin, aconteceu na tumba número 40 do Vale dos Reis, uma das menos estudadas e mais mal conservadas do vale. Foi escavada, muito superficialmente, em 1899, por Victor Loret, que não publicou qualquer artigo sobre os seus achados. Sabe-se que tinha sido saqueada várias vezes, quer na Antiguidade quer no século XIX.

Até agora já foram identificados 30 nomes, graças às inscrições em vários elementos, como vasos funerários. Oito desses nomes são de filhas dos reis e quatro são de príncipes. Tratar-se-iam, segundo os especialistas, de Tutmosis IV e Amenofis III. Há ainda várias mulheres com nomes estrangeiros. A maioria dos corpos pertence a adultos mas há também algumas crianças, bem mumificados, o que não era muito comum no Antigo Egito, incluindo recém-nascidos.

"Cremos que estamos perante membros da família real", explicou Suzanne Bickel. que integra a equipa de arqueólogos a trabalhar no local.

Piloto acredita que encontrou destroços do avião desaparecido

Piloto acredita que encontrou destroços do avião desaparecido

Um piloto norte-americano passou horas em frente a um computador a analisar milhares de imagens de satélite e garante que encontrou mesmo o avião da Malaysia Airlines.

Depois de várias horas de navegação pelo TomNod.con, que reúne imagens de satélite, Michael Hoebel, de Nova Iorque, diz ter descoberto a localização do Boeing 777 desaparecido desde 8 de março. Segundo o piloto, de 60 anos, o aparelho está precisamente no local a partir do qual foi feita a última comunicação do voo MH370.

Hoebel adianta que já contactou as autoridades norte-americanas para lhes dar conta da descoberta. 

Na imagem apontada pelo piloto como prova vê-se o que parece ser um avião intacto, debaixo de água, ao largo da costa nordeste da Malásia. A imagem terá sido captada dias depois de o aparelho se ter presumivelmente despenhado.

Ao canal de televisão WIVB, Michael Hoebel explica que fez as contas usando a escala disponível no TomNod e concluiu que o tamanho da forma branca coincide com a de um Boeing.




segunda-feira, 28 de abril de 2014

Vídeo, fotos: O primeiro avião elétrico já voa

© airbus-group.com

E-ventilador, o primeiro avião totalmente elétrico o protótipo, concebido pelo consórcio europeu Airbus Group, concluiu com êxito seu primeiro voo em Bordeaux sob o olhar atento das autoridades francesas.

O E-ventilador é um dois lugares com 6,7 metros de comprimento e 9,5 metros de envergadura, construído em fibra de carbono e alimentado por dois motores alimentados por bateria de lítio-ion polímero de 250 volts. 

O dispositivo, que gera pouco ruído e zero emissões de carbono, que é capaz de cobrir até 220 quilómetros por hora, o que o torna ideal para viagens curtas. 

"É uma nova revolução na aviação civil", disse o ministro francês da Economia e Indústria, Arnaud Montebourg, que testemunhou o ensaio

A empresa e seus parceiros pretendem continuar o trabalho para desenvolver a tecnologia e ter dentro de 20 anos em aeronaves de grande porte são ecológicos e baratos: 

"O projeto vai levar à redução das emissões e do ruído, permitindo-nos a atingir os nossos objectivos em matéria de respeito pelo ambiente, mas vai desenvolver uma tecnologia mais económica e eficiente ", disse num comunicado o chefe Grupo da Airbus Tecnologia e Inovação.








Tradução Google

Nova fase das buscas ao voo MH370 vai demorar seis a oito meses

Um avião chinês de regresso ao aeroporto de Perth  RICHARD WAINWRIGHT/AFP
“Ainda estamos perplexos por não termos encontrado destroços a partir” das transmissões sonoras capturadas no início de Abril, diz o primeiro-ministro australiano.

Já ninguém espera encontrar destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines a flutuar à superfície do oceano, admite o primeiro-ministro da Austrália, país que lidera as buscas internacionais ao avião que desapareceu a 8 de Março com 239 pessoas a bordo quando voava de Kuala Lumpur para Pequim. As buscas vão continuar, mas concentradas agora no recurso a sofisticados aparelhos submarinos equipados de sensores capazes de explorar o fundo do mar.

“Vamos fazer tudo o que for humanamente possível, tudo o que pudermos, para resolver este mistério”, afirmou Tony Abbott, em declarações a jornalistas em Camberra. “É muito improvável nesta fase que encontremos qualquer destroço do avião à superfície”, explicara antes. Mais de 50 dias depois do desaparecimento do voo Mh370, “a maioria dos componentes [do avião] inundados de água têm de se ter afundado”.

A ideia não é diminuir os esforços para encontrar o avião. Antes pelo contrário: as buscas submarinas vão ser intensificadas e a sua área alargada, “se necessário ao conjunto da zona estimada de impacto, o que significa perto de 700 quilómetros por 80”.

Dezenas de navios, aviões e aparelhos subaquáticos não tripulados pertencentes às forças militares de vários países (principalmente Malásia, China, Japão, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos, para além da Austrália) estiveram até agora envolvidos nesta operação.

Os aviões que partem diariamente de Perth, a cidade australiana mais próxima da zona (mas ainda assim a uma distância entre os 1500 e os 2000 quilómetros) onde se calcula que o avião se tenha despenhado “operam no limite” das condições de segurança, com rotações longas, muitas vezes realizadas a baixa altitude e em condições meteorológicas difíceis, descreveu o chefe do Governo australiano.

O MH370 desapareceu dos radares menos de uma hora depois de ter levantado da capital malaia. A partir da análise recolhida por vários satélites sabe-se que mudou abruptamente de rota até se despenhar, algures no Sul do Oceano Índico – de acordo com o inquérito criminal liderado pela Malásia, o avião foi desviado de forma intencional, embora não esteja completamente posta de parte a hipótese de que os planos de voo tenham começado a mudar por causa de um problema mecânico.

Depois de uma série de avistamentos de objectos que nunca se confirmaram pertencer ao Boeing da Malaysia Airlines, e quando as baterias dos localizadores das caixas negras estariam prestes a esgotar-se (duram, em princípio, 30 dias, embora possam funcionar durante mais algum tempo), um sonar acoplado a um navio da Marinha australiana captou quatro transmissões que poderiam pertencer às caixas negras.

Foi então que começaram a ser usados robôs submarinos, enquanto prosseguiam as buscas à superfície. O Bluefin-21, um robô subaquático equipado com um sonar que detecta objectos no fundo do mar e distingue os que são feitos pelo homem, já sondou 400 quilómetros quadrados em redor da área onde foram captados esses sinais acústicos sem quaisquer resultados.

Este robô, fabricado por uma empresa norte-americana para a Marinha dos Estados Unidos, vai continuar as suas missões mas a Austrália estuda agora recorrer directamente a empresas privadas para reforçar as operações de busca.

A zona onde se calcula que o avião tenha caído é um dos locais mais remotos do mundo e com águas muito profundas. Com base nas transmissões sonoras captadas no início do mês, a área de operações tinha sido consideravelmente diminuída. “Ainda estamos perplexos e desiludidos por não termos sido capazes de encontrar destroços no fundo do mar a partir dessas detecções”, diz agora Abbott.

As buscas que agora terão início, numa área de operações de novo alargada, podem prolongar-se por seis a oito meses até que a zona seja completamente coberta: a Austrália vai pedir contribuições a outros a outros países para fazer face aos custos, estimados em 40 milhões de euros.

O Presidente norte-americano, Barack Obama, que está a acabar um périplo pela Ásia, garantiu em Kuala Lumpur que os EUA vão colocar “todos os meios e recursos que puderem” à disposição.

Fonte: Publico

domingo, 27 de abril de 2014

Como se salvar da queda de um asteroide

Como se salvar da queda de um asteroide

As quedas de asteróides na Terra, capazes de destruir uma cidade inteira, são bastante mais frequentes do que se suspeitava. De 2000 a 2013 ocorreram 26 cataclismos com asteróides comparáveis pela sua força destruidora com a explosão de bomba atómica que destruiu Hiroshima.

O fato de esses corpos celestes não terem caído sobre regiões densamente povoadas foi apenas uma feliz coincidência, afirma um grupo de antigos astronautas norte-americanos. Esses dados perturbadores foram por eles obtidos a partir de uma organização especial da ONU sediada em Viena que controla o cumprimento do Tratado para a Proibição Completa dos Testes Nucleares (CTBT). Sua rede global de sensores reage às vibrações do solo durante explosões nucleares e consegue distingui-las dos terremotos habituais pelo seu registro sísmico. Entretanto, os impactos dos grandes asteróides também acionam o sistema.

Desses 26 impactos só dois são largamente conhecidos. Em 2009 foi divulgado que um grande asteróide tinha caído a sul da ilha de Sulawesi, na Indonésia. Recentemente foi o bólide de Chelyabinsk, que foi tão falado por todo o mundo em 2013. Nessa altura isso provocou uma verdadeira avalanche de publicações sobre o tema das ameaças vindas do espaço.

Mas porque estão preocupados com os asteróides os astronautas, incluindo Edward Lu, o criador da fundação não-lucrativa B612 Foundation? Não é difícil perceber, se soubermos que a fundação está reunindo fundos para o telescópio orbital privado Sentinel que se destina a detectar asteróides perigosos.

Em si, a ideia de um telescópio espacial não é má: o seu funcionamento não depende do estado do tempo e da hora do dia. A aproximação de um asteróide poderá não ser visível da Terra, especialmente se ele vier de dia do lado do Sol, como aconteceu em Chelyabinsk. Tanto mais que os aparelhos terrestres não se dedicam propositadamente aos asteróides, recorda o astrónomo Dmitri Kononov:

“Os telescópios clássicos, mesmo os grandes, não se destinam a cobrir uma grande porção do céu. É necessária uma rede especial que use telescópio com um grande campo de visão e que façam observações permanentes. Isso permitirá detectar novos objetos e prever com antecedência uma possível colisão. Se não é possível destruir esses corpos, e nenhum país do mundo é tecnicamente capaz de o fazer, pelo menos podemos avisar as populações e evacuá-las da área perigosa.”

Os construtores do Sentinel esperam, com sua ajuda, detectar durante o primeiro ano de funcionamento mais de 200 mil corpos celestes potencialmente perigosos. Ou seja aqueles, cuja rota se pode interceptar com a Terra.

Contudo, os críticos dizem que não há necessidade de uma missão desse tipo. Tanto mais que esse aparelho não irá detectar corpos com menos de 30 metros, como o de Chelyabinsk. O astrofísico Serguei Popov pensa que a humanidade tem problemas mais prioritários:

“Eu seria totalmente a favor da criação de projetos que fizessem, entre outras coisas, o monitorização de asteróides, mas criar um projeto especial só para isso dificilmente será viável. Há pequenos meteoritos dos quais, em geral, será impossível protegermo-nos. Eles serão visíveis apenas a distâncias muito pequenas. Os asteróides de médias e grandes dimensões podem ser detectados agora. Hoje, a maior parte dos dados que obtemos sobre os asteróides se devem aos satélites que varrem o espaço no espectro infravermelho e que têm outras missões como principais. Podemos prosseguir nesse caminho – usar as capacidades que já existem.”

A fundação, que pretendia lançar o Sentinel em 2017, foi conhecida pouco depois da queda do meteorito de Chelypavlabinsk. Agora o lançamento do projeto foi adiado para 2018. Parece que a recolha de fundos não está sendo muito ativa. No total, para a construção do aparelho e para a encomenda do foguete lançador, são necessários 450 milhões de dólares. Parece que para fazer com que as pessoas entreguem o dinheiro mais facilmente, foi decidido apresentar-lhes os “terrores” da base de dados de asteróides da ONU.

Resolva um destes desafios da Humanidade e torne-se milionário

Resolva um destes desafios da Humanidade e torne-se milionário

Dez problemas que podem torná-lo no próximo milionário... se descobrir a solução para um deles, claro

Eis 10 dores de cabeça que já atormetam cientistas e engenheiros por todo o mundo há muito tempo, compiladas pelo Business Insider:

1. Energia sem fios

Provavelmente já pensou que quem inventar uma forma de tornar as baterias dos dispositivos mais duradouras fará uma fortuna. Mas a chave pode estar em encontrar uma forma de captar energia do ambiente em redor. Um grupo de engenheiros da Universidade de Washington está a trabalhar na captação das transmissões móveis e de televisão para as canalizar e transformá-las numa fonte de energia. Isto permitiria que qualquer dispositivo comunique com outros em locais e em escalas que antes eram inacessíveis.

2. Acesso remoto à Internet nos meios rurais

Proporcionar a possibilidade de aceder a tecnologia da informação, serviços ou software que permitamnligar um computador remoto através da Internet, parece ser algo dispendioso de conseguir. O Projeto Loon, liderado pela Google, está a desenvolver balões movidos a energias renováveis para enviar para o espaço para disponibilizar a Internet em partes remotas do mundo onde antes não era possível aceder. Mas ainda vai a tempo de entrar na corrida à descoberta de uma solução eficiente para este problema.

3. Produzir energia solar barata

A procura por uma forma sustentável e barata de produzir energia solar é outra chave para o sucesso. Existe quem garanta que já descobriu uma forma eficiente de produzir em escala comercial este tipo de energia, através de um material barato, as perovskitas (óxido de cálcio e titânio), mineral presente em rochas metamórficas, que promete reduzir os custos da energia em 75%.

4. Carvão limpo

São tecnologias que se preocupam com a redução das emissões de dióxido de carbono e de outros gases resultantes da queima de carvão para produzir energia eléctrica. Focam-se na captura e no armazenamento de carbono, não tendo a mesma atenção que as tecnologias ligadas às energias renováveis mas sendo possivelmente mais importante. 

5. Baixar as taxas referentes às trocas internacionais 

Outro problema que poderá tentar resolver é arranjar uma forma descentralizada ou uma rede de distribuição livre para poder tornar mais baratas as aquisições e trocas internacionais assim como as taxas de intercâmbio. 

6. Um comprimido para perder peso... que funcione

Estar em forma é uma preocupação global e central na sociedade moderna. Toda a gente quer saber qual é a forma mais económica, mais fácil e mais rápida de corresponder aos padrões de beleza estabelecidos. Descobrir essa forma é a cereja em cima do bolo e... uma garantia de rendimentos avultados.

7. Dessalinização barata da água 

A escassez de água é um tópico que está no topo da lista dos grandes problemas mundiais. Aproveitar plantas para dessalinizar a água revelaram-se muito dispendiosas. Portanto, é urgente arranjar uma forma rentável e sustentável de elaborar esse processo, apostando, por exemplo, em fazê-lo funcionar através de energia solar em vez de ser por meio de combustíveis fósseis. 

8. Formas de prever e detetar catástrofes naturais

A forte atividade sísmica dos últimos meses recorda-nos a necessidade de desenvolver e criar meios que permitam detetar e prever com maior antecedência este tipo de ocorrências naturais. 

9. Passwords invioláveis

Inventar uma forma realmente eficaz de proteger a privacidade na Internet também é uma garantia de uma fonte interminável de rendimentos. Mas não parece estar para breve. 

10. A morte

Sim, há quem esteja a investigar uma forma de evitar que o ser humano morra, ou, pelo, menos, retarde significativamente o envelhecimento. A Google, por exemplo, tem uma equipa dedicada ao "Projeto Calico", contra o envelhecimento, e acaba de contratar uma cientista que conseguiu fazer com que lombrigas com o equivalente a 80 anos nos seres humanos tenham o aspeto e as capacidades de 40.

Há um segredo para beber e não ficar alcoolizado?


O milionário co-fundador de uma empresa produtora de cerveja dos EUA garante que sim

E o segredo poderá ser tão simples como... ingerir levedura de cerveja. Em entrevista à Esquire, Jim Koch, da Boston Beer Company, que produz a popular Samuel Adams, revelou o seu truque para beber ao longo da noite sem chegar a ficar alcoolizado: quando prevê a ingestão de grandes quantidades de álcool, o milionário come um iogurte com levedura de cerveja em pó. Mais precisamente, uma colher de chá por cada cerveja prevista.

A explicação? A levedura contém uma enzima que quebra as moléculas do álcool de forma semelhante à que o fígado usa para o metabolizar. Logo, se tivermos levedura no estômago antes de começarmos a beber, defende Koch, a enzima vai começar a "tratar" do álcool antes de este entrar no sistema.

O co-fundador da empresa Boston Beer realça, no entanto, que o truque "mitiga" os efeitos do álcool, mas não os "elimina" por completo.

Desde que a entrevista foi publicada, várias vozes levantaram-se a acusar a solução apresentada de não ser cientificamente plausível. O repórter da Esquire, por seu lado, fez o teste e confirmou os resultados: "À medida que fico mais velho, aguento menos o álcool, mas depois de ingerir seis colheres de chá de levedura e 'depsejado' seis garrafas, não me sinto nada mais do que ligeiramente tonto", escreveu Aaron Goldfarb.




sábado, 26 de abril de 2014

Obama oferece ajuda no caso do voo MH370

Obama oferece ajuda no caso do voo MH370

O Presidente norte-americano, Barack Obama, ofereceu apoio no caso do misterioso desaparecimento do voo MH370, da Malaysia Airlines, declarou hoje o ministro dos Transportes malaio.

Hishammuddin Hussein, que está a liderar as operações para tentar encontrar o avião, falou brevemente com Obama à chegada do Presidente norte-americano à Malásia, onde realiza uma visita oficial.

O voo MH370, entre Kuala Lampur e Pequim, desapareceu com 239 pessoas a bordo no dia 08 de março, após descolar da capital malaia.

"Ele disse que sabe que é uma dura e longa estrada a percorrer. Nós vamos trabalhar juntos. Há sempre o apoio [oferecido pelos norte-americanos)", disse Hishammuddin Hussein.

"Estou feliz em ouvir [isso], porque é uma longa jornada", acrescentou.

O breve encontro ocorreu durante a cerimónia de boas-vindas ao Presidente norte-americano, na praça do Parlamento, em Kuala Lampur, onde Obama e a sua comitiva se encontraram com o primeiro- ministro malaio, Najib Razak.

Dados de um satélite indicam que, provavelmente, o avião mudou o seu curso, sem explicações até ao momento, e caiu numa área remota no sul do Oceano Índico.

As autoridades malaias e a companhia aérea têm sido criticadas pela perda inexplicável do avião e foram acusados de permanecerem em silêncio sobre os progressos das investigações do caso.

A Malásia é a terceira escala de Obama numa viagem pela Ásia, tendo já passado pelo Japão e Coreia do Sul.

O Presidente norte-americano viaja para as Filipinas na segunda-feira.

Que significa a onda de suicídios entre banqueiros?

suicídio

Há cada vez mais banqueiros ocidentais a morrer em circunstâncias misteriosas. Apenas este ano já morreram 14 gestores de topo dos principais bancos internacionais.

Muitos deles, segundo as versões oficiais, terminaram com suas próprias vidas. Alguns foram executados juntamente com suas famílias e as causas de mortes de outros continuam por desvendar. Isso pode ser considerado como simples coincidências ou como consequência da situação de depressão que vive o setor bancário. Ou será que por trás destas partidas em massa para o outro mundo existe algo diferente?

A onda de suicídios entre banqueiros começou sendo comentada ainda em fevereiro. Nessa altura, em duas semanas, cinco altos funcionários de bancos internacionais se suicidaram. Neste momento a lista de banqueiros que morreram em circunstâncias estranhas já é composto por catorze nomes. Entre eles tanto há aposentados, como jovens. O trader da Levy Capital Kenneth Bellando, por exemplo, que saltou da janela de seu apartamento, ainda não tinha trinta anos.

Contudo, ainda hoje muitos peritos se recusam a associar a atividade dos bancos com as tragédias de seus funcionários. A analista principal Anna Bodrova, da companhia Alpari, considera mesmo que não há quaisquer razões para isso:

“Provavelmente se trata apenas de uma sequência de acontecimentos que coincidiram no tempo, no local e na importância para esse segmento. Na minha opinião, não existem fundamentos para afirmar que esses incidentes tenham qualquer ligação entre si”.

Se não entrarmos em teorias da conspiração, podemos simplesmente imaginar a pressão que recai sobre os modernos empregados de escritório. Na Europa os psicólogos já introduziram o novo termo “burnout”, ou “queima”. Em agosto do ano passado, a filial londrina do Bank of America atraiu as atenções indesejadas da imprensa. O estagiário alemão e excelente aluno Moritz Erhardt, de 21 anos, trabalhou durante três dias sem descanso e foi encontrado morto no seu apartamento no dia seguinte.

Devido à crise financeira, os bancos estão atualmente submetidos a um controle reforçado e por isso estão sobrecarregados de trabalho. Por isso os funcionários bancários, nestas condições, não têm uma vida fácil, refere Anna Bodrova:

“A pressão sobre os gestores de topo é forte. Depois da crise de 2008 o Banco Central Europeu, em conjunto com os restantes órgãos reguladores, aumentou exponencialmente a supervisão da atividade de todas as instituições bancárias. Os parâmetros se tornaram mais rigorosos, as exigências maiores e a pressão aumentou muito”.

Muito mais estão sujeitos a isso os “monstros” como o JPMorgan. Aliás, de todos os bancos que entraram para a lista dos suicidas, o JPMorgan lidera pela quantidade de gestores de topo que morreram de forma voluntária. Este é o comentário de Vassili Solodkov:

“Devido a recomendações erradas dadas pelos seus gestores, o banco teve de pagar grandes indemnizações. É uma responsabilidade muito grande. As carteiras de ações são formadas com base em prognósticos. Se o cliente tem prejuízo, isso atinge em primeiro lugar o gestor da carteira e o banco em geral”.

A história conhece exemplos semelhantes de suicídios em massa entre banqueiros. Da última vez isso aconteceu durante a Grande Depressão. O jornalista e comediante Will Rogers, que testemunhou esses acontecimentos, descreveu-o assim: “Quando Wall Street ficou descontrolada foi preciso fazer fila para saltar da janela e os especuladores vendiam lugares em East River”.

O jornalista e autor de previsões Gerald Celente refere que não se pode manipular os mercados sem que os gestores de topo saibam o que se passa e quais podem ser as consequências. O nosso perito Vassili Solodkov comentou a atual situação da economia europeia:

“A inflação ameaça passar a uma deflação, isso provoca a redução do crescimento económico. Quando surge a recessão, os devedores não conseguem pagar suas dívidas ou tentam não o fazer sequer. O Banco Central Europeu tenta neste momento lutar contra esse desenvolvimento da situação através de flexibilizações quantitativas”.

É costume supor que o pico da crise financeira mundial foi ultrapassado em 2008. Atualmente os países tentam combater suas consequências. Então porque é agora que os banqueiros se sentem desesperados?

Gerald Celente considera que em 2008 as pessoas acreditavam ingenuamente que os processos económicos que ocorriam eram normais, por mais desagradáveis que fossem. Nessa altura elas não sabiam das especulações que o setor bancário realmente encobria. Agora, Bruxelas, a Alemanha e os EUA estão investigando a situação e descobrem muitos fatos desagradáveis. Já aqueles que sabiam demasiado, ou mesmo participaram em negócios bancários sujos, não estão vendo outra saída que não seja pela janela.


Planeta que não tem estrela é descoberto perto do Sistema Solar

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Geralmente, todos os planetas viram em torno de uma estrela

A relação entre planetas e estrelas tornou-se ainda menos clara após a recente descoberta de um astrónomo norte-americano.

O cientista Kevin Luhman, da Universidade Estadual da Pensilvânia, descobriu, com a ajuda do satélite Wise, da Nasa, um corpo celeste que não vira em torno de astro nenhum. O autor da descoberta o qualifica como uma “anã marrom”, classe que reúne estrelas que não conseguiram obter massa suficiente para iniciar a fusão de hidrogénio, condição necessária para se “acenderem”.

Porém, mesmo assim, a massa do objeto é muito mais pequena do que é necessário para ser “estrela não acabada”. O corpo celeste, que recebeu o nome WISE Jo85510.83, tem até 10 vezes a massa do Júpiter, e para ser estrela, precisaria pelo menos de 13 vezes a massa do maior planeta do Sistema Solar. A mídia já batizou o achado de “planeta órfão”.

Em termos de astronomia, este achado é importante, já que considerava-se que todo planeta precisa de uma estrela. Agora, pode ser estabelecido novo tipo de planeta que aspira a ser estrela mas não consegue.


sexta-feira, 25 de abril de 2014

Malásia e Tailândia admitem erro após desaparecimento de avião

Falta de coordenação entre os países envolvidos e omissão de informações têm bloqueado o avança das operações de busca.
Falta de coordenação entre os países envolvidos e omissão de informações
 têm bloqueado o avança das operações de busca. REUTERS/Edgar Su
Malásia e Tailândia admitem ter cometido um erro ao negligenciar sinais de uma aeronave não-identificada logo após o desaparecimento do Boeing 777 da Malaysia Airlines, na madrugada de 8 de março. As operações de busca do avião estariam bloqueadas devido à falta de coordenação entre países envolvidos.

Depois de onze dias de buscas do aparelho que fazia o voo MH370, entre Kuala Lumpur e Pequim, novas informações revelam a negligência de algumas equipes e a falta de coordenação entre os países envolvidos nas operações. A Malásia admitiu que seus radares militares identificaram um avião logo após o desaparecimento do Boeing 777, mas que nenhuma medida foi tomada porque as autoridades malaias não consideraram que o sinal era “hostil”. A falta de reação está sendo apontada como uma falha, já que desde então nenhum vestígio do avião foi encontrado.

Nesta quarta-feira (19), a Tailândia também admitiu implicitamente ter cometido um erro, pois seus radares assinalaram a presença de um avião desconhecido na madrugada de 8 de março. Segundo o porta-voz da força aérea tailandesa, Monthon Suchookorn, às “0h28 (1h28 no horário da Malásia), seis minutos depois do desaparecimento do MH370 – após o último sinal emitido pelo transponder – um aparelho não-identificado voava na direção sul-oeste”. Questionado sobre a omissão dessa informação durante todo o período das buscas, o responsável de Bangcoc disse que “o aparelho não estava no espaço aéreo tailandês e não era uma ameaça para a Tailândia”.

Especialistas afirmam que isso comprova a falta de coordenação entre os países envolvidos nas operações de busca. Além disso, “nenhuma nação vai revelar informações que mostrem os limites de suas capacidades” tecnológicas ou militares, como ressaltou às agências de notícias o professor de aeronáutica Paul Yap, da Escola Politécnica Temasek de Cingapura.

Alarme falso

A polícia das Maldivas anunciou nesta quarta-feira que está investigando os relatos de moradores que teriam visto um avião voando em baixa altitude no dia do desaparecimento do MH370. As testemunhas teriam identificado uma aeronave branca com faixas vermelhas, como o aparelho da Malaysia Airlines, se dirigindo rumo à ponta do arquipélago. As Maldivas não fazem parte da zona de buscas.

Diante da falta de informações precisas, os familiares e amigos dos passageiros e tripulantes começam a se manifestar e acusam a companhia aérea de falta de transparência e incompetência. O clima está cada vez mais tenso no hotel que reúne os familiares em Pequim, que já ameaçam fazer uma greve de fome em sinal de protesto.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Os grandes mistérios da Terra sem resolução

© museumvictoria.com.au / Gary Hincks

Em 22 de abril, celebrou-se oDia da Terra. Estamos tão habituados a viver no nosso planeta que não percebemos dos mistérios que encerra e que a ciência ainda não foi capaz de resolver.

Nascemos aqui ou somos de outro mundo?

É a vida na Terra o resultado da evolução do planeta ou veio do espaço? Existem teorias que tentam explicar como a centelha da vida surgiu aqui. No entanto, os elementos básicos da vida, aminoácidos e vitaminas têm sido descobertos em meteoritos, que convida a baralhar a ideia de que nossa origem é estranha.

Como apareceu o oxigénio?

O oxigénio é gerado pelas plantas, mas antes delas aparecerem na Terra, eram as cianobactérias que enchiam com a atmosfera. No entanto, a quantidade de oxigénio na atmosfera mudou várias vezes antes de se estabilizar em torno dos 541 milhões anos, sem que conheçam as razões. 

De onde vem a água?

Quando a Terra foi formada há biliões de anos, era um planeta seco, lembra o cientista Becky Oskin da 'LiveScience. Para que surja a vida (pelo menos como a conhecemos) a água é essencial.

Como apareceu?

É provável que a água tenha sido "importada" por asteróides, cometas ou meteoritos que atingiram o planeta. No entanto, a falta de evidência não confirma esta teoria e o mistério da origem da água continua por resolver.

O que causou o rápido desenvolvimento da vida?

Há uns 542-530 milhões anos na Terra começaram a aparecer e a diversificar-se rapidamente (em termos geológicos) uma grande quantidade de organismos novos e complexos. Este período é conhecido como a explosão cambriana ou radiação evolutiva Cambriano. Existem várias versões sobre o que poderia ter causado esta súbita mudança, incluindo o aumento da quantidade de oxigénio e o aumento das criaturas predadoras, o que exigiu o rápido desenvolvimento das suas "vítimas", que precisava mudar se quisesse sobreviver.

Como é o "coração" da Terra? 

O núcleo do planeta sempre fascinou os cientistas, mas nada se sabe sobre ele, com certeza. Acredita-se ser líquido, embora alguns conjecturam que é cristalino ou amorfo. Os cientistas também não sabem exatamente quais os elementos que são compostos, ou produzidos como o campo magnético da Terra e que as variações são devidas. Quando começou o movimento das placas tectónicas? A descoberta de fragmentos de rochas de cerca de 4.375 mil milhões de anos, confirma que a crosta continental e protocontinentes existia na época, mas ainda não se sabe como se formou. 

É possível prever terramotos?

Ciência permite estimar certo grau da probabilidade de terramotos, embora seja impossível prever o momento exato. Um bom exemplo é o terramoto de magnitude 6,0 Parkfield, Califórnia, que se registou em 2004 em vez de 1994, como previsto pelos sismólogos. Enquanto isso, a sociedade exige certezas: um tribunal italiano em 2012 condenou a várias penas de prisão sismólogos por não terem previsto o terramoto que aconteceu em 2009, na cidade de L'Aquila e que custou a vida de cerca de 300 pessoas. 

Como a lua nasceu?

Embora pareça que este é um outro corpo celeste, a origem da Lua em si que toca a Terra, como algumas teorias sustentam que a estrela nasceu após uma colisão de um objeto gigante com a Terra primitiva, o que fez  um pedaço dela alienar-se do planeta. 

Tradução Google


Objetos encontrados em praia australiana sem relação com avião da Malaysia Airlines

Objetos encontrados em praia australiana sem relação com avião da Malaysia Airlines
Mais de 90% do perímetro definido já foi cartografada, sem qualquer resultado
As autoridades australianas descartaram, esta quinta-feira, qualquer relação entre os objetos encontrados, esta quarta-feira, numa praia do oeste da Austrália, e avião da Malaysia Airlines, desaparecido há mais de seis semanas.

Depois de analisar as imagens dos objetos encontrados a cerca de dez quilómetros de Augusta, no extremo sul da costa oeste australiana, o chefe da Autoridade de Transportes da Austrália, Martin Dolan, disse considerar pouco provável que exista uma relação com o avião desaparecido, com 239 pessoas a bordo, que partiu de Kuala Lumpur com destino a Pequim.

"Queremos seguir qualquer eventual indício que nos possa ajudar a encontrar o MH370, mas lamentavelmente este não nos vai ajudar nas buscas", disse, em declarações à emissora ABC.

As equipas de resgate retomaram esta quinta-feira o rastreio submarino no Oceano Índico, com o minissubmarino não tripulado Bluefin-21, que cumpre hoje a sua missão número 12 na zona onde foram detetados sinais acústicos semelhantes aos emitidos pelas caixas negras dos aviões.

Mais de 90% do perímetro definido já foi cartografada, sem qualquer resultado.

Nas operações desta quinta-feira, condicionados pela tempestade tropical "Jack", também participam 11 aviões militares e 11 barcos, os quais realizam uma missão de rastreio visual numa área de 49.567 quilómetros.

Avião da Malaysia pode ter aterrado ou caído em terra

Avião da Malaysia pode ter aterrado ou caído em terra
Bleufin-21 investiga o fundo do mar
Os familiares dos passageiros do voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido há um mês, pediram ao Governo da Malásia que inicie uma operação de busca do avião no Afeganistão. O pedido surge num momento em que as autoridades já admitem a hipótese do avião ter caído ou pousado em terra e não no oceano Pacífico. Entretanto, um objeto relevante para as investigações foi encontrado no Índico.

"Esperamos que o Governo da Malásia considere a petição e ajude a salvar a vida de 239 pessoas", afirmam os familiares na missiva.

Após um mês de buscas, as autoridades começam a considerar a hipótese de o aparelho ter caído em terra. Há mesmo quem levante a hipótese de o avião ter caído no Afeganistão, presumivelmente na cidade de Kandahar.

Perante a ausência de êxito nas buscas até aqui realizadas, e que não permitiram encontrar um único sinal do aparelho, a equipa internacional admite que os estudos feitos não estejam corretos e que estejam a ser investigadas zonas incorretas.

"A ideia da aterragem num outro local não é impossível, já que não encontrámos um único objeto que pudesse estar relacionado com o voo MH370", afirmaram os investigadores ao jornal "The New Straits Times".

As mesmas fontes garantiram que era difícil determinar se a aeronave havia avançado realmente em direção ao oceano Índico. Se, na verdade, os cálculos apontam nessa direção, a verdade é que muitos dos responsáveis que fazem parte da equipa já duvidam dessa teoria.

Assim, os responsáveis ponderam voltar a reunir-se e repensar tudo de novo, inclusive a hipótese de o avião ter pousado ou caído em terra. "Contudo, a possibilidade de um determinado país estar a esconder o avião parece absurda já que 20 países andam à procura do aparelho", afirmou um dos responsáveis, que admite a hipótese de o avião ter caído numa zona remota.

Por outro lado, os investigadores lamentam que muitos outros países não tenham aceitado o repto de se juntarem às investigações. "As autoridades da Malásia receberam informações muito relevantes de vários países. Contudo, não basta", sublinharam.

"Objeto com interesse"

Entretanto, um "objeto com interesse" foi detetado a sul da cidade de Perth, na costa ocidental australiana, o qual as autoridades admitem poder vir a desvendar o mistério da busca do Boeing 777.

O objeto, de forma retangular, foi descrito como uma "lâmina de metal com rebites". "É suficientemente interessante para que demos uma vista de olhos às fotografias", afirmou o comissário australiano de Segurança e Transporte, Martin Dolan. "Quanto mais nos fixamos nele, mais entusiasmados ficamos", realçou.

O objeto foi recolhido perto de Augusta, a cerca de 300 quilómetros a sul de Perth, segundo revelou à CNN uma fonte das Forças Armadas da Austrália. O objeto está na posse de agentes da polícia e foram enviadas fotografias aos investigadores na Malásia, para serem analisadas e para que decidam os procedimentos futuros.

Google Maps permite agora viajar no passado

Google Maps permite agora viajar no passado

O Google Maps lançou quarta-feira uma nova aplicação. Agora, pode voltar-se atrás no tempo e ver as imagens que já foram publicadas pelo serviço, no modo "Street View".

As imagens da "Street View" do Google Maps são publicadas em intervalos regulares, permitindo ao utilizador ver apenas as imagens atualizadas. Esta quarta-feira, o Google Maps lançou uma nova função, disponível em todo o mundo.

Agora, os utilizadores podem voltar atrás no tempo e ver imagens antigas, publicadas pela aplicação, desde 2007. Também é possível ver a "rua" em diferentes estações do ano e durante a noite.

"Por muito tempo, tivemos os utilizadores da "Street View" a perguntar se nós preservávamos as imagens que tínhamos ou se lhes dávamos a capacidade de voltar atrás e mostrar-lhes as imagens como eram", disse Luc Vincent, diretor de engenharia do Google Maps.

Quando o utilizador estiver no modo "Street View", basta clicar no ícone de uma ampulheta, no canto superior esquerdo, e poderá ver todas as imagens que o Google Maps publicou daquele lugar. As imagens vão estar inseridas numa linha de tempo, para o utilizador selecionar o período que quer explorar.

"Queremos pensar que estamos a construir uma imagem 3D do mundo e agora o espelho é 4D. Podes ir atrás no tempo (conhecido com 4.ª dimensão), olhar para as coisas como foram e quase perder-se na exploração", afirma Luc Vincent.

Com esta atualização, ficaram disponíveis imagens de cerca de 19 milhões de quilómetros, no Google Maps, enquanto antes o utilizador só tinha acesso a imagens de cerca de 9 milhões de quilómetros. As imagens antigas estarão disponíveis em quase todos os locais em que a função "Street View" está disponível. Luc Vincent conta também que em grandes áreas metropolitanas estarão disponíveis 20 ou mais períodos de tempo e nos lugares mais pequenos, haverá apenas dois ou três períodos.

Esta nova função do Google Maps está apenas disponível para computadores, mas em breve poderá alargar-se aos telemóveis.

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