sexta-feira, 30 de maio de 2014

O verme que veio das praias para nos dar um sangue universal

Franck Zal segura uma caixa com vermes Arenicola marina HEMARINA
Empresa francesa de biotecnologia quer desenvolver sangue compatível com qualquer pessoa e que também poderá ser usado para manter órgãos destinados a transplantes e curar feridas de diabéticos.

As maravilhas da natureza que contribuem para os avanços da medicina podem vir dos locais mais inusitados. O verme Arenicola marina vive nas praias, na zona entre as marés. A forma como consegue respirar num ambiente ora sem água, ora inundado, era um mistério que Franck Zal tentou desvendar. Este cientista francês acabou por estudar a molécula que neste verme leva oxigénio às células e descobriu que, afinal, essa molécula poderá funcionar como sangue humano. A empresa Hemarina, fundada por Franck Zal, espera agora autorização para testar em pessoas um produto com esta molécula.

Ao inspirarmos, levamos até aos pulmões ar, cujo oxigénio é depois transportado até às células. Aí o oxigénio cumpre a sua função: ajuda a produzir as moléculas energéticas que são o combustível para todo o trabalho celular. Sem estas moléculas energéticas, nada funciona. E sem o oxigénio, essas moléculas não são produzidas e as pessoas morrem.

Os glóbulos vermelhos transportam o oxigénio na molécula de hemoglobina, que tem o dom de se ligar ao oxigénio, quando os glóbulos vermelhos estão nos pulmões. E de o largar mais tarde, quando eles chegam aos capilares, junto das células.

Por isso, quando alguém está com uma grande hemorragia necessita de uma transfusão de sangue para não morrer. Mas um dos problemas é as especificidades do sangue de cada um de nós. Os glóbulos vermelhos têm antenas à sua superfície, que podem ser de quatro grandes grupos: A, B, AB ou O. Cada pessoa tem um grupo sanguíneo diferente consoante estas antenas e há incompatibilidade entre a maioria dos grupos.

Se alguém do grupo sanguíneo A receber uma transfusão com sangue B, pode sofrer uma reacção imunitária e até morrer. Os médicos têm de ter cuidado com o sangue que cada doente recebe. Além do sistema ABO, têm de ter em conta a tipologia Rhesus de uma pessoa (+ ou -).

Estas condicionantes podem ser um problema porque o sangue disponível nos hospitais é finito. Por isso, há muito que os cientistas querem ultrapassar esta limitação, desenvolvendo um sangue universal. A descoberta de Franck Zal poderá responder a este problema.

“Comecei a estudar a Arenicola em 1993”, diz o investigador ao PÚBLICO. “No início, foi só investigação fundamental, para compreender a fisiologia deste verme marinho e como é que ele podia viver entre a maré-baixa e a maré-alta, e respirar na água e no mar.” O verme, de 10 a 15 centímetros, vive nas praias na costa da França, mas também em Portugal.

Com o tempo, a equipa descobriu que este poliqueta tem um tipo de hemoglobina, tal como os humanos, para transportar o oxigénio até às células. Só que essa hemoglobina não está dentro dos glóbulos vermelhos, como ocorre nos seres humanos, e anda livremente no sistema circulatório. Têm outras características: é 50 vezes maior do que a hemoglobina humana, o que permite transportar 50 vezes mais oxigénio.

As propriedades da hemoglobina da Arenicola marina tornam-na um candidato a “sangue universal”. Como não está envolvida numa célula, desaparece o perigo de uma reacção imunitária causada pela incompatibilidade dos grupos sanguíneos. Em 2006, a equipa de Franck Zal, que na altura trabalhava no Centro Nacional de Investigação Científica de França, demonstrou num artigo que esta hemoglobina continuava a funcionar em ratos e ratinhos, sem provocar respostas imunitárias significativas.

“O tempo médio de vida da molécula [nos ratos] é de 2,5 dias. Passada uma semana, a molécula é completamente metabolizada”, explica Franck Zal, para dizer que ela desaparece e os animais continuam saudáveis.

Em 2007, o cientista criou a empresa Hemarina, em Morlaix, para pôr no mercado produtos criados com a hemoglobina do Arenicola marina. Neste momento, estão em desenvolvimento três: “sangue” para manter os órgãos à espera de serem transplantados noutra pessoa; “sangue universal” usado quando há grandes hemorragias; e um tecido com a hemoglobina para ajudar a cicatrizar as feridas dos diabéticos.

“Estamos à espera da aprovação do sistema de regulação [francês] para começar os primeiros testes em humanos, que receberem transplantes de rins que levaram o nosso produto”, diz. Esta biotecnologia tem como objectivo manter o órgão oxigenado depois de ter sido colhido no dador — neste caso, os rins —, para que não comece a degenerar-se, o que inviabilizaria o transplante.

Para a hemoglobina a usar directamente na transfusão sanguínea em caso de hemorragias, Franck Zal diz que ainda é necessário fazer mais testes pré-clínicos, antes de se avançar para os ensaios em pessoas.

O mercado anual de transplantes é de cerca de 200 milhões de euros e de sangue é de 72.000 milhões, segundo o cientista-empresário, que não revela a quantidade de vermes necessários para produzir o equivalente a uma unidade de sangue nem quanto custa a sua produção: “É uma informação confidencial. Mas o verme é muito rico em hemoglobina.”

Fonte: Publico

SpaceX apresenta nave para levar astronautas

SpaceX apresenta nave para levar astronautas

A empresa norte-americana SpaceX apresentou hoje a Dragon V2, nave criada para que a NASA possa voltar a transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional (EEI) a partir de território nacional e sem depender das Soyuz russas.

As caraterísticas da nave foram reveladas durante uma apresentação na sede da empresa de Elon Musk, em Hawthorne, em Los Angeles.

Desde a retirada do vaivém espacial norte-americano Atlantis em julho de 2011, a NASA ficou totalmente dependente da Rússia para transportar astronautas para a estação, através da cápsula e sistema de lançamento Soyuz.

Cada vez que um dos seus astronautas viaja numa Soyuz, os Estados Unidos pagam 71 milhões de dólares (53,6 milhões de euros) a Moscovo.

Para acabar com a dependência, os Estados Unidos pretendem que, a partir de 2017, os seus astronautas possam viajar nas novas naves espaciais fabricadas no país por empresas privadas como a SpaceX.

A Dragon V2 tem capacidade para transportar um máximo de sete astronautas, tendo sido descrita pelo magnata Elon Musk, como "um grande salto tecnológico".

A Rússia não tem intenção de prolongar o uso da EEI depois de 2020, a data acordada com a NASA e com a europeia ESA, e já deu a entender que pode recusar o pedido de Washington para alargar a longevidade da EEI por um período de mais quatro anos.

A NASA cortou os laços com a Rússia no mês passado devido à crise na Ucrânia, sendo que a única exceção a esse corte de relações é a cooperação a bordo da EEI.

A Estação Espacial Internacional, que orbita uma distância de entre 335 e 460 quilómetros da Terra, é um projeto de mais de 100.000 milhões de dólares em que participam 16 países.


Veja a Galeria (clique na imagem)

Google abre a porta ao direito ao "esquecimento"

Google abre a porta ao direito ao "esquecimento"

A Google colocou hoje online um formulário para que os cidadãos europeus possam pedir para serem "esquecidos" nos resultados do motor de busca na internet quando considerem que é inadequado ou irrelevante.

A medida surge depois do Tribunal de Justiça da União Europeia ter reconhecido, a 13 de maio, o direito dos cidadãos da União Europeia a serem "esquecidos" na internet e do pedido à Google e a outros proprietários de motores de busca para retirarem as ligações a informações pessoais.

"Implementámos esta decisão, estudaremos cada petição individual e vamos tentar alcançar um equilíbrio entre os direitos individuais e o direito público de conhecimento e distribuição da informação", indica a Google na página web em que disponibiliza o formulário.

A empresa de Mountain View (Califórnia) explicou que irá estudar se os resultados que o motor de busca devolve contêm informação obsoleta ou se existe nela interesse publico.

Como exemplos, cita casos de más práticas profissionais, crimes financeiros, condenações criminais ou condutas das autoridades.

A Google sustenta que este formulário é "um esforço inicial" e que irá trabalhar com as autoridades de proteção de dados para "aperfeiçoar a sua estratégia", adiantando que irá criar um comité consultivo para ajudar a determinar o equilíbrio entre o direito ao esquecimento e o direito à informação.

Os cidadãos que solicitarem o direito a serem "esquecidos" nos resultados do maior motor de busca da internet vão ter de juntar uma cópia de uma identificação oficial, bem como explicar porque razão a informação que pretendem "apagar" é inadequada.

A decisão do Tribunal Europeu de Justiça foi tomada depois de uma queixa de um cidadão espanhol, e aplica-se a informações "inadequadas, não pertinentes ou já não pertinentes ou excessivas em relação ao objetivo pelo qual foram processadas tendo em conta o tempo decorrido".

O tribunal baseou a decisão na conclusão de que, ao abrigo das atuais normas de proteção de dados na UE, "um motor de busca na internet é responsável pelo processamento que faz de dados pessoais".

RCP (ASP)// JPS

Projecto europeu mostra avião controlado pelo cérebro humano


BrainFlight é o resultado de uma parceria de quatro organizações, entre elas duas em Portugal.

Nos filmes de ficção científica o poder da mente consegue quase tudo. O teletransporte, a destruição de arqui-inimigos, mover gigantescos objectos. Na realidade podem não se conseguir essas proezas, mas já é possível comandar aviões apenas com o cérebro, com ou sem qualquer experiência de pilotagem. O projecto europeu BrainFlight mostra que uma pessoa consegue pilotar um avião através da actividade dos neurónios, com uma precisão quase perfeita.

BrainFlight (voo pelo cérebro) é o resultado de uma parceria das organizaçõesTEKEVER - Portugal, Fundação Champalimaud (Portugal), Eagle Science (Holanda) e Universidade Técnica de Munique (Alemanha), com um financiamento da União Europeia de cerca de 600 mil euros.

Cerca de dois anos após o seu lançamento, o projecto chega agora ao objectivo pretendido: mostrar que é possível o controlo de um avião através de sinais neurais emitidos pelo cérebro de uma pessoa, sem qualquer outra interferência física.

Num vídeo de demonstração do Instituto para a Dinâmica de Sistemas de Voo, da Universidade Técnica de Munique, apresentado esta semana, vemos um homem no interior de um simulador de voo onde existe um painel e um manípulo situado à esquerda do cockpit. O “piloto” tem uma espécie de touca branca semelhante às que se usam nos electroencefalogramas, com vários fios ligados a eléctrodos, para medir a actividade cerebral.

À sua frente, uma imagem de paisagem vista do ar. Começa o voo e o manípulo entra em movimento sem qualquer interferência visível. O objectivo é aterrar o avião em segurança e o mais próximo possível do sítio indicado na pista de aterragem. Durante a curta viagem, o “piloto” segue através do painel a posição da aeronave, a velocidade e altitude. Pouco depois, e após uma ligeira atribulação, o avião aterra. Durante todo o processo, o piloto teve as mãos colocadas sobre as pernas e manteve-se imóvel.

Este teste no simulador foi realizado por sete pessoas. Entre os indivíduos havia vários níveis de conhecimentos de pilotagem, sendo que um deles não tinha qualquer experiência de voo. “Um dos indivíduos conseguiu seguir oito de dez alvos com um desvio de apenas dez graus”, conta o engenheiro aeroespacial Tim Fricke, que lidera o projecto na Universidade Técnica de Munique, no comunicado de apresentação da investigação. Um dos testados conseguiu aterrar a poucos metros da linha central da pista de aterragem.


Cérebro controla a máquina
E como é isto possível? A ligação entre humano e máquina é feita através de ondas cerebrais medidas através de um processo de electroencefalografia, conduzida por eléctrodos. Com esta técnica é registada a actividade eléctrica do cérebro, criada pelos impulsos nervosos.

É aqui que entra o trabalho das universidades técnicas de Munique e Berlim. Com a criação de um algoritmo utilizado num programa foi possível decifrar os potenciais eléctricos e convertê-los em comandos de controlo. No entanto, apenas os impulsos eléctricos do cérebro mais necessários para assumir funções de controlo foram reconhecidos pelo programa. Aqui não se fala em leitura da mente. O engenheiro aeroespacial Tim Fricke explica que se trata de um “processamento de sinal puro”.

O BrainFligth pretende que qualquer pessoa consiga pilotar um avião e a “visão a longo prazo é tornar a pilotagem acessível a mais pessoas”, sublinha Fricke. “Isso reduziria a carga de trabalho dos pilotos e, nesse sentido, aumentaria a segurança. Além disso, os pilotos teriam mais liberdade de movimento para realizar outras tarefas manuais no cockpit”, argumenta.

O próximo passo é aplicar esta tecnologia ao mundo da aviação. Ao ficar demonstrada a viabilidade do BrainFlight, o consórcio por trás do projecto acredita que o "paradigma do controlo actual do sistema de transporte aéreo pode mudar".

Ricardo Mendes, chefe de operações da TEKEVER, sublinha que este é um projecto "com impacto a longo prazo, que já forneceu excelentes resultados e vai exigir mais maturação tecnologia". "Acreditamos que o BrainFlight representa o início de um passo tremendo de mudança na área da aviação, dando poder aos pilotos e tornando menos arriscadas as missões."

O resultado da investigação no âmbito do BrainFlight vai ser apresentado em Setembro, na Deutscher Luft-und Raumfahrtkongress, conferência alemã sobre aviação e espaço.


Fonte: Publico

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Revelem o mapa do fundo do mar que pode ajudar a encontrar o voo MH370


© REUTERS

Publicaram a ilustração muito detalhada do fundo do mar do Oceano Índico, que poderá revelar os restos do avião desaparecido da Malaysia Airlines.

O mapa foi criado por dois especialistas americanos em cartografia do fundo do oceano: Walter Smith e Karen Marks, e publicado no jornal semanal da Ciência da Terra e do Espaço 'Eos'. 

Segundo os cientistas, a imagem vai ajudar as equipes de busca a decidir que tipo de veículos submarinos robóticos são necessários para explorar as diferentes áreas da zona.

Também poderá revelar onde os restos do avião acidentado. O mapa abrange uma área de 2.000 por 1.400 quilómetros e ilustra planaltos acidentados, cristas e outras características subaquáticas do leito do Oceano Índico, onde os esforços das buscas do Boeing 777 da Malaysia Airlines e os sinais foram detectados a partir das caixas pretas. 

Através de cartógrafos altimetria de satélite mapearam a topografia de grandes áreas do fundo do mar que teriam sido descobertos. Além disso, Smith e Marks utilizaram informações de vários modelos de domínio público e base de dados, juntamente com informações obtidas nos noticiários. 

Vale a pena mencionar que os esforços de busca da aeronave da Malásia, até agora sem sucesso, com foco numa área no Sul do Oceano Índico a oeste de Austrália, onde possivelmente o voo MH370 caiu depois de se desviar da sua rota. 

Smith disse que a pesquisa é difícil, porque pouco se sabe sobre o fundo do mar nesta parte do oceano. 

Hoje, o nosso conhecimento da topografia submarina do nosso planeta é "mais pobre que a topografia da Lua, Marte e Vénus", dizem os cartógrafos, dizendo que os oceanos não têm corpos mencionados, suas superfícies são relativamente fáceis de estudar a partir do espaço.

Smith disse que espera que "os dados recolhidos durante a pesquisa do Boeing da Malaysia Airlines seja um contributo para base de dados públicas, e é o início de esforços maiores para atingir o fundo do oceano da Terra. "


© Walter HF Smith e Karen M. Marcas 

Tradução Google

Skype vai traduzir video-chamadas em tempo real



Com a nova função, poderá falar com um chinês, inglês ou russo sem saber falar a sua língua.

Skype Translantor é a nova funcionalidade do Skype que vai permitir ter uma conversa entre pessoas que falam línguas diferentes sem se tornar complicado. 

À medida que um dos utilizadores acaba uma frase, o outro poderá ver a legenda dessa frase no seu dispositivo. 

De acordo com o site Engadget, esta funcionalidade vai estar disponível em versão beta até ao final de 2014, não se sabendo ainda quais as línguas que vão ser suportadas na fase inicial.

CNN é credível? Eliminou a notícia sobre asteróide "que iria destruir a Terra em 35 de Março"

© NASA / Don Davis

A CNN retirou a notícia sobre um asteróide que poderia colidir com a Terra dentro de aproximadamente 30 anos. "Esta história é falsa", confirmou à CNN. Internautas refletem como este engano pode afetar a reputação da CNN.

A informação inicial foi publicada pelo usuário Marcus575 CNN iReport, uma plataforma de notícias sociais gerada pelos leitores da CNN. Segundo Marcus575, os cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA detectaram um grande objeto de 16 km de largura, com o tamanho equivalente ao distrito de Manhattan da cidade de Nova York, estava perto de Marte e o campo gravitacional desse planeta mudara da órbita habitual do asteróide, por isso pode estar em rota de colisão com a Terra. A possibilidade de uma colisão com a Terra é de 50%, o perigo mais alto na história da observação de asteróides, afirma o usuário. 


Sua história recebeu mais de 250.000 visitas e foi compartilhada mais de 24 mil vezes no Facebook antes da CNN substituir esse texto com o seguinte: 

"A NASA confirmou por e-mail que esta história é falsa um porta-voz do laboratório Jet Propulsion diz que o maior objeto detectado pelo Neowise é de 3 quilómetros de diâmetro e não representa qualquer risco para a Terra. 

Este iReport foi apagado ", escreveu um produtor de CNN iReport. Ao ler esta refutação, os internautas começaram a perguntar-se entre si, se podiam confiar na ​​CNN no futuro. 

Ao mesmo tempo, o comediante Stephen Colbert alertou para estes problemas, em novembro de 2011, quando a CNN despediu 50 jornalistas, como a maioria dos editores e fotojornalistas, descrevendo-os como "redundante" e explicando que não precisava devido ao conteúdo gerado pelos leitores e mídias sociais no iReport. 

"Por que comprar uma vaca quando você pode obter o vídeo de seu próprio leite de graça?" Questionou Colbert ironicamente. Keith Cowing, ex-funcionário da NASA que dirige o blog popular 'Nasa Watch, observou que havia muitos erros na notícia de Marcus575, por exemplo, a data da potencial colisão. 

Março 35 2041 Scientific Faye Flam, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, expressou sua profunda esperança que da próxima vez que a CNN decidir anunciar o fim do mundo, menos espera obter um comentário da NASA. 

Tradução Google


Avião da Malaysia Airlines não caiu na zona de buscas

Mistério do voo MH370 da Malaysia Airlines continua por resolver
Área pode agora ser descartada da missão de busca subaquática.

O Boeing 777 da Malaysia Airlines, que desapareceu no início de março, não se despenhou na zona do sul do Oceano Índico onde foram detetados sinais acústicos, anunciou hoje o centro que coordena as buscas. 

"Esta área pode agora ser descartada como tendo sido o local onde terminou o MH370", refere um comunicado do Centro de Coordenação Internacional das Buscas (JACC), liderado pela Austrália. 

O anúncio foi feito após ter sido dada por concluída, sem resultados, a missão de busca subaquática, que arrancou no início de abril, na área do Oceano Índico onde foram detetados sinais acústicos semelhantes aos emitidos pelas caixas negras dos aviões.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Detectada uma enorme explosão numa galáxia próxima da Terra

© AFP / NASA

Um satélite da Nasa detectou um súbito lampejo de raios gama na galáxia de Andrómeda, a mais próxima da Terra, o que pode significar que as duas estrelas colidiram.

O telescópio do observatório cósmico Swift O telescópio da NASA captou uma forte e repentina emissão de raios gama às 21:21 TMG em 27 de maio, informa o site Universe Today

Os astrónomos não tem certeza se isso é uma explosão de raios gama, também conhecido como BRG, ou raio-X ultraluminosos (ULEX) ou até mesmo uma pequena explosão de estrelas binárias de raios-X.

Os cientistas explicam que, se é um BRG, a explosão provavelmente veio de uma colisão de estrelas de neutrões. 

Se é um ULEX, a explosão veio de um buraco negro que consome gás. 

Se a emissão foi binária de raios-X, a causa é um buraco negro ou uma estrela de neutrões, que destruiu sua estrela companheira. 

Mas seja o que for, os cientistas anunciam que é o evento deste tipo mais próximo que os astrónomos podem observar pela primeira vez na história da cosmologia. 

Um dos mais recentes surtos mais próximo GRB estava a uma distância de 2,6 milhões de anos-luz, enquanto que a Galáxia de Andrómeda está a 2,5 milhões de anos-luz da Terra. 

Segundo os astrónomos, mesmo que a explosão seja próxima da Terra, não há nenhum perigo para o nosso planeta de ser afectado por raios gama. 

Tradução Google


Grupo Bilderberg 2014 - Lista Oficial de Participantes

Oficial Bilderberg 2014 Lista Membership Lançamentos

Apresentamos aqui a lista dos convidados para a reunião do Grupo Bilderberg deste ano, e logo abaixo, os temas que serão discutidos na reunião dos Bilderbergs deste ano, entre eles a crise da Ucrânia, o clima anti-União Europeia que assola a Europa, e um novo acordo comercial transatlântico, entre outros.

Presidente
FRA, Henri de Castries, Presidente e CEO do Grupo AXA

ALE, Paul M. Achleitner, Presidente do Conselho Fiscal do Deutsche Bank AG
ALE, Josef Ackermann, Ex-CEO do Banco Alemão AG
GBR, Marcus Agius, presidente não-executivo do PA Consulting Group
FIN, Matti Alahuhta, membro do Conselho KONE, Presidente da Fundação da Universidade Aalto
GBR, Helen Alexander, Presidente da UBM plc
EUA, Keith B. Alexander, Ex-comandante, Comandante cibernético dos EUA; Ex-Diretor da NSA
EUA, Roger C. Altman, Presidente executivo da Evercore
FIN, Matti Apunen, Diretor finlandês da Business and Policy Forum EVA
ALE, Jörg Asmussen, Secretário de Estado do Trabalho e dos Assuntos Sociais
HUN, Gordon Bajnai, ex-Primeiro-Ministro e Líder do Grupo Together 2014
GBR, Edward M. Balls, Chanceler do Tesouro
POR, Francisco Pinto Balsemão, Presidente da Impresa SGPS
FRA, François Baroin, Membro do Parlamento (UMP) e Prefeito de Troyes
FRA, Nicolas Partner Baverez, sócio da Gibson, Dunn & Crutcher LLP
EUA, Nicolas Berggruen, Presidente do Instituto Berggruen sobre Governança
ITA, Franco Bernabè, Presidente do FB Group SRL
DIN, Flemming Besenbacher, Presidente do Grupo Carlsberg
HOL, Ben van Beurden, CEO da Royal Dutch Shell plc
SUE, Carl Bildt, Ministro dos Negócios Estrangeiros
NOR, Svein Richard Brandtzæg, presidente e CEO da Norsk Hydro ASA
INT, Philip M. Breedlove, Comandante Supremo Aliado da Europa
AUS, Oscar Bronner, chefe da Verlagsgesellschaft mbH
SUE, Håkan Buskhe, Presidente e CEO da Saab AB
TUR, Cengiz Candar, Colunista Sênior da Al Monitorar e Radikal
ESP, Juan Luis Cebrián, Presidente Executivo do Grupo PRISA
FRA, Pierre-André de Chalendar, Presidente e CEO da Saint-Gobain
CAN, W. Edmund Clark, Presidente e CEO do Bank Group TD
INT, Benoît Coeuré, Membro do Conselho Executivo do Banco Central Europeu
IRL, Simon Coveney, Ministro da Agricultura da Alimentação e da Marinha
GBR, Cowper-Coles, Conselheiro Sênior da Sherard do Grupo Presidente CEO do grupo HSBC Holdings plc
BEL, Etienne Davignon, Ministro de Estado
EUA, Thomas E. Donilon, sócio sênior da O'Melveny and Myers e ex-conselheiro da Segurança Nacional dos EUA
ALE, Mathias Döpfner, CEO da Axel Springer SE
GBR, Robert Dudley Chefe do Grupo Executivo do BP plc
FIN, Henrik Ehrnrooth, Presidente da Caverion Corporation, Otava e Pöyry PLC
ITA, John Elkann, Presidente da Fiat SpA
ALE, Thomas Enders, CEO do Grupo Airbus 
DIN, Ulrik Federspiel, Vice-Presidente Executivo da Haldor Topsoe SA
EUA, Martin S. Feldstein, Professor de Economia da Universidade de Harvard e Presidente Emérito da NBER
CAN, Brian Ferguson, Presidente e CEO da Cenovus Energy Inc.
GBR, Douglas J. Flint, presidente do Grupo HSBC Holdings plc
ESP, José Manuel García-Margallo, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação
EUA, Michael Gfoeller, Consultor Independente
TUR, Nilüfer Göle, Professor de Sociologia da École des Hautes Études en Sciences Sociales
EUA, Evan G. Greenberg, Presidente e CEO do grupo ACE 
GBR, Justine Greening, Secretária de Estado para o Desenvolvimento Internacional
HOL, Victor Halberstadt, Professor de Economia da Universidade de Leiden
EUA, Susan Hockfield presidente Emérita do Instituto de Tecnologia de Massachusetts
NOR, Leif O. Høegh Presidente do Höegh Autoliners AS
NOR, Westye Høegh Conselheiro Sênior do Höegh Autoliners AS
EUA, Reid Hoffman, Co-Fundador e Presidente Executivo do LinkedIn
CHI, Yiping Huang, Professor de Economia da Escola Nacional de Desenvolvimento e da Universidade de Pequim
EUA, Shirley Ann Jackson, Presidente do Rensselaer Polytechnic Institute
EUA, Kenneth M. Jacobs, Presidente e CEO da Lazard
EUA, James A. Johnson, Presidente da Johnson Capital Partners
EUA, Alex Karp, CEO da Palantir Technologies
EUA, Bruce J. Katz, vice Presidente e Co-Diretor do Programa de Política Metropolitana da The Brookings Institution
CAN, Jason T. Kenney, Ministro do Trabalho e Desenvolvimento Social
GBR, John Kerr, Vice-Presidente da Scottish Power
EUA, Henry A. Kissinger, Presidente da Kissinger Associates, Inc.
EUA, Klaus Kleinfeld, Presidente e CEO da Alcoa
TUR, Mustafa Koç, Presidente da Koç Holding AS
DIN, Steffen Kragh, Presidente e CEO da Egmont
EUA, Henry R. Kravis, Co-Presidente e Co-CEO da Kohlberg Kravis Roberts & Co.
EUA, Marie-Josée Kravis, Membro Sênior e Vice-Presidente do Instituto Hudson
SUI, André Kudelski, Presidente e CEO do Grupo Kudelski
INT, Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional
BEL, Thomas Leysen, Presidente do Conselho de Administração do Grupo KBC
EUA, Cheng Li, diretor da John L. Thornton China Center e The Brookings Institution
SUE, Tove Lifvendahl, Editora chefe de Política da Svenska Dagbladet
CHI, He Liu, Ministro do Gabinete do Central Leading Group de Assuntos Econômicos e Financeiros
POR, Paulo Macedo, Ministro da Saúde
FRA, Emmanuel Macron, secretário-geral adjunto da presidência
ITA, Monica Maggioni, Editora chefe da Rainews24, RAI TV
GBR, Peter Mandelson, Presidente da Global Counsel LLP
EUA, Andrew McAfee, principal cientista pesquisaador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts
POR, Inês de Medeiros, membro do Parlamento do Partido Socialista
GBR, John Micklethwait, Editor chefe do The Economist
GRE, Alexandra Mitsotaki, presidente da ActionAid Hellas
ITA, Mario Monti, senador vitalício e presidente da Universidade Bocconi 
EUA, Craig J. Mundie, Conselheiro Sênior do CEO da Microsoft Corporation
CAN, Heather Munroe-Blum, Professora de Medicina e Diretora (Presidente) Emérita da Universidade de McGill
EUA, Charles Murray, AWH Brady Scholar, Instituto American Enterprise de Pesquisa de políticas Públicas
HOL, Princesa Beatriz da Holanda
ESP, Juan María Nin Génova,Vice-Presidente e CEO da CaixaBank
FRA, Natalie Nougayrède, Diretora e Editora Executiva da Le Monde
DIN, Søren-Peter Olesen, Professor e Membro do Conselho de Administração da Fundação Carlsberg
FIN, Jorma Ollila, Presidente da Royal Dutch Shell plc e Presidente da Outokumpu Plc
TUR, Umut Oran, Vice-Presidente do Partido Republicano do Povo (CHP)
GBR, George Osborne, Chanceler do Tesouro
FRA, Fleur Pellerin, secretária de Estado para o Comércio Exterior
EUA, Richard N. Perle, membro residente do American Enterprise Institute
EUA, David H. Petraeus, Presidente do KKR Global Institute
CAN, Stephen S. Poloz, diretor do Banco do Canadá
INT, Anders Fogh Rasmussen, secretário-geral da OTAN
DIN, Jørgen Huno Rasmussen, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Lundbeck
INT, Viviane Reding, Vice-Presidente e Comissária para a Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania da Comissão Europeia
EUA, Kasim Reed, prefeito de Atlanta
CAN, Heather M. Reisman, Presidente e CEO da Indigo Books & Music Inc.
NOR, Eivind Reiten, Presidente, Klaveness Marine Holding AS
ALE, Norbert Röttgen, Presidente da Comissão dos Assuntos Externos, da German Bundestag
EUA, Robert E. Rubin, Co-Presidente do Conselho de Relações Exteriores; Ex-secretário do Tesouro 
EUA, Eugene Rumer, Associado Sênior e Diretor do Russia and Eurasia Program, Carnegie Endowment for International Peace
NOR, Christian Rynning-Tønnesen, Presidente e CEO da Statkraft AS
HOL, Diederik M.Samsom, Líder Parlamentar PvdA (Partido Trabalhista)
GBR, John Sawers, Chefe do Serviço Secreto de Inteligência
HOL, Paul J. Scheffer, Autor e Professor de Estudos Europeus da Universidade Tilburg
HOL, Edith Schippers, ministra da Saúde, Bem-Estar e Esporte
EUA, Eric E. Schmidt presidente executivo do Google Inc.
AUS, Rudolf Scholten, CEO da Oesterreichische Kontrollbank AG
EUA, Clara Shih, CEO e fundadora da Hearsay Social
FIN, Risto K. Siilasmaa, Presidente do Conselho de Administração e CEO interino da Nokia Corporation
ESP Rainha da Espanha
EUA, Michael Spence, Professor de Economia da Universidade de Nova York
FIN, Kari Stadigh, Presidente e CEO da Sampo plc
EUA, Lawrence Summers, Professor da Universidade H. Charles W. Eliot e Universidade de Harvard
IRL, Peter D. Sutherland, Presidente da Goldman Sachs International e Representante Especial da ONU para as Migrações
SUE, Carl-Henric Svanberg, Presidente da Volvo AB e BP plc
TUR , A. Ümit Taftalı, Membro do Conselho da Suna e Inan Kiraç Foundation
EUA Peter A. Thiel, Presidente da Thiel Capital
DIN Henrik Topsoe, Presidente da Haldor Topsoe SA
GRE Loukas Tsoukalis, Presidente, Fundação Hellenic for European and Foreign Policy
NOR Jens Ulltveit-Moe, Fundador e CEO da Umoe SA
INT Ahmet Üzümcü, Diretor-Geral da Organização para a Proibição de Armas Químicas
SUI Daniel L.Vasella, Presidente Honorário da Novartis Internacional
FIN Björn Wahlroos, Presidente da Sampo plc
SUE Jacob Wallenberg, Presidente e Investor da AB
SUE, Marcus Wallenberg, Presidente do Conselho de Administração da Skandinaviska Enskilda Banken AB
EUA Kevin M. Warsh, Distinguished Visiting Fellow e Professor da Universidade Stanford 
GBR Martin H. Wolf, comentarista chefe de economia do The Financial Times
EUA James D. Wolfensohn, Presidente e CEO da Wolfensohn & Company
HOL Gerrit Zalm, Presidente do Conselho de Administração da ABN-AMRO Bank NV
GRE George Zanias, Presidente do Conselho do Banco Nacional da Grécia
EUA Robert B. Zoellick, Presidente do Conselho de Assessores Internacionais do The Goldman Sachs Group

AUS Áustria 
GRE Grécia
BEL Bélgica 
HUN Hungria
CAN Canadá 
INT Internacional
SUI Suíça
IRL Irlanda
CHI China 
ITA Itália
ALE Alemanha
HOL Holanda
DIN Dinamarca 
NOR Noruega
ESP Espanha 
POR Portugal
FIN Finlândia 
SUE Suécia
FRA França 
TUR Turquia
GBR Grã-Bretanha
EUA Estados Unidos da América

Agenda Bilderberg Revelada: Elite Desesperado para Resgatar o Mundo Unipolar 

Infowars

A reunião Bilderberg 2014 em Copenhague, na Dinamarca, está ocorrendo em meio a um clima de pânico para muitos dos 120 globalistas definidos para participar da confabulação secreta, com a intransigência da Rússia sobre a crise na Ucrânia e da revolução anti-UE varrendo a Europa representam uma séria ameaça para a ordem mundial unipolar que os Bilderberg gastaram mais de 60 anos ajudando a construir.

Fontes internas confirmaram ao Infowars que a conferência de elite, que acontecerá a partir de quinta-feira no 5 estrelas Marriott Hotel, vai ter seu foco em torno de como fazer descarrilar o despertar político global que ameaça atrapalhar a agenda de longa data dos Bilderberg para centralizar o poder em uma federação política mundial, um objetivo a ser avançado com a passagem do Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP), que será sem dúvida um tema central de discussão na reunião deste ano.

O TTIP representa um componente integral da tentativa dos Bilderberg resgatarem o mundo unipolar, criando uma "empresa mundial", inicialmente uma zona de comércio livre, que ligaria os Estados Unidos com a Europa. Assim como a União Europeia começou como uma simples área de livre comércio e acabou por ser transformada em uma federação política que controla mais de 50 por cento das leis e regulamentos dos estados membros, com total desprezo pela soberania nacional e da democracia, o TTIP é projetado para realizar o mesmo objetivo, só que em uma escala bem maior.

O acordo está sendo liderado pelo Representante Comercial dos EUA de Obama, Michael Froman, um informante de Wall Street e um membro do CFR, organização irmã dos Bilderberg. Froman está simultaneamente ajudando a construir um outro bloco deste governo global, a Parceria Trans-Pacífico (TPP), que é um projeto semelhante envolvendo países asiáticos.

Dado que os Bilderberg planejaram criar a moeda única Euro desde 1955 (o presidente dos Bilderberg Étienne Davignon se gabou sobre como a moeda única Euro foi uma ideia do Bilderberg em uma entrevista em 2009), os resultados das eleições europeias tem certamente levantado o alerta entre os globalistas Bilderberg, que estão horrorizados que sua super planejada UE esteja sendo corroída como resultado de uma resistência populista centrada principalmente em torno da animosidade para com políticas de imigração descontrolada.

Na Dinamarca, o murmúrio está centrado em torno de Morten Messerschmidt e do Partido do Povo Dinamarquês, que ganhou 27% dos votos nas eleições europeias e duplicou o seu número de deputados. Embora alguns sejam cautelosos com as inclinações de extrema-direita de Messerschmidt, seu sucesso reflete um ressentimento geral, não só na Dinamarca, mas em toda a Europa em relação à imigração e ao estado de bem-estar.

Enquanto isso, na França, Marine Le Pen está conquistando um papel como o rosto de um movimento conservador que ameaça "quebrar uma Europa unida", com a sua vitória na eleição europeia sendo descrita como um "terremoto" que abalou o coração político da Europa.

Os eleitores do Reino Unido também proferiram uma enorme rejeição da UE e, por sua vez os Bilderberg, com o sucesso de Nigel Farage e UKIP, um triunfo cético que alguns estão rotulando como o "mais extraordinário" resultado de eleição em 100 anos.

Assim como o TTIP e as consequências do desastre da eleição europeia, os Bilderberg irão enfrentar uma série de outras questões-chave, a maioria das quais vão girar em torno do esforço contínuo para centralizar o poder económico sob várias formas diferentes, incluindo um imposto sobre o carbono pagos diretamente às Nações Unidas, com o choque financeiro sendo tomado por indivíduos enquanto as grandes empresas terão concessões especiais que lhes permitirão continuar a poluir.

A estrondosa crise na Ucrânia e as relações entre a Rússia e a OTAN também serão um ponto chave nas discussão dos Bilderberg em 2014. Os globalistas agora consideram que Vladimir Putin tenha condenado a Rússia ao ostracismo em relação à nova ordem mundial, porque ele se atreveu a "desafiar o sistema internacional", como John Kerry colocou.

Os Bilderberg irão discutir os temores de que Putin tem a intenção de construir uma ordem mundial alternativa baseada em torno dos países BRICS, um sistema "multi-polar", que iria devastar o dólar como moeda da reserva mundial e também diluir fortemente os atuais eixos de poder EUA-UE-OTAN.

Os repórteres do Infowars estarão no local durante toda esta semana para cobrir a conferência Bilderberg 2014, em Copenhague, na Dinamarca.

Fonte: Infowars

OS CONVIDADOS PORTUGUESES

 Francisco Pinto Balsemão, Presidente da Impresa SGPS
 Inês de Medeiros, membro do Parlamento do Partido Socialista
 Paulo Macedo, Ministro da Saúde

Sistema faz apartamento pequeno parecer até três vezes maior

Sistema faz apartamento pequeno parecer até três vezes maior

Cada vez mais a humanidade concentra-se nos grandes polos urbanos e, com isso, as residências vão diminuindo. O MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), uma das maiores universidades do mundo, está a desenvolver uma forma de tornar a vida de quem mora nestes apartamentos minúsculos, maximizando a eficiência no uso do espaço.

Os investigadores criaram o CityHome, que não é um espaço, mas sim um bloco de utensílios e móveis domésticos projectados para o máximo de eficiência possível. É até difícil descrever o projecto sem o vídeo.

O bloco reúne as funções de cama, escritório, sala de jantar, mesa para seis pessoas e armário. Ele é colocado sobre rodas de baixo atrito para ser facilmente movimentado em qualquer direcção, conforme a necessidade de espaço.

Como a especialidade do MIT é tecnologia, não poderia faltar um «algo a mais» no projecto. Sim, o CityHome também inclui captura de movimentos para automação doméstica. Assim, seria possível puxar a cama, baixar as cortinas ou até mesmo ajustar a iluminação com movimentos do braço.

Por enquanto, o CityHome ainda é só um protótipo e, portanto, não há previsão de quando chegará ao mercado, nem quanto custará quando isso acontecer.


Missão oceanográfica vai a caminho da fronteira norte de Portugal

Mapa do relevo do fundo do mar na zona da Dorsal Médio-Atlântica (com a área da missão assinalada): esta cordilheira é cortada por muitas fracturas transversais EMEPC
Se o mar deixar, o robô submarino Luso fará pelo menos dez mergulhos nos novos limites marítimos portugueses – à procura de mais informação que reforce a proposta de extensão da plataforma continental.

Em 2012, estiveram na fronteira sul. Esta terça-feira partiram, de Lisboa, para os limites norte da nova fronteira marítima portuguesa que resultará da extensão da plataforma continental, para lá das 200 milhas náuticas. A bordo o navio Almirante Gago Coutinho, da Marinha portuguesa, cientistas e técnicos responsáveis por esse trabalho irão utilizar o robô submarino não tripulado Luso, que mergulha até aos 6000 metros: pretendem apanhar amostras geológicas do fundo do mar que fortaleçam a proposta portuguesa de extensão da plataforma.

Três pontos prévios, antes de mais. Primeiro, ao abrigo Convenção das Nações Unidas sobre o Mar, ou Lei do Mar da ONU, Portugal, como outros países, pode agora alargar pacificamente o seu território no mar – neste caso, alargar a jurisdição sobre solo e subsolo marinhos a partir das 200 milhas (370 quilómetros) da Zona Económica Exclusiva (ZEE). É isto que se designa por extensão da plataforma continental: enquanto a ZEE dá jurisdição tanto sobre a água como sobre o fundo do mar, a extensão da plataforma permite essa jurisdição “apenas” sobre o solo e subsolo marinhos.

Segundo ponto, a proposta portuguesa já foi entregue nas Nações Unidas, a 11 de Maio de 2009, para ser aí apreciada do ponto de vista jurídico e científico por uma subcomissão da Comissão de Limites da Plataforma Continental. Enquanto tal não começar – o que não se espera antes do final de 2015, início de 2016, para depois saírem daí recomendações favoráveis ou desfavoráveis em relação aos limites propostos, ou parte deles –, o país pode ir apresentando dados técnico-científicos que a reforcem.

Terceiro, a partir da entrega da proposta na ONU, a Lei do Mar permite que o país comece logo a exercer direitos de soberania sobre o solo e subsolo marinhos dessa nova área para lá das 200 milhas, para explorar e aproveitar recursos naturais. Esses direitos são exclusivos de Portugal (nenhum outro país pode assim exercer aí actividades de exploração sem o seu consentimento) e não dependem da ocupação deste território.

O navio Almirante Gago Coutinho, da Marinha Portuguesa
A partir dos Açores, 500 milhas

Na actual missão oceanográfica, até 22 de Junho, o navio seguirá para os Açores e daí para a área que está agora na mira da equipa da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC) – a zona de fractura de Maxwell. Esta área fica 500 milhas (926 quilómetros) a norte dos Açores, mesmo junto ao bordo norte proposto para a extensão da plataforma continental portuguesa.

Explicando o que é a fractura de Maxwell, ela encontra-se na Dorsal Médio-Atlântica, a cordilheira que atravessa o Atlântico de cima a baixo e onde está a formar-se crosta terrestre nova. Por essa razão, as placas tectónicas estão a afastar-se (lentamente) umas das outras. Ora esta cordilheira, que parece uma coluna vertebral no fundo do Atlântico, é cortada transversalmente por muitas fracturas – uma delas é precisamente a zona de fractura de Maxwell.

Na zona da fractura de Maxwell, este bordo norte da proposta de extensão continua mal conhecido. Por isso, o Luso, um veículo operado remotamente (ROV, na sigla em inglês), mergulhará aí, comandado por um cabo a partir do navio, para os seus braços robotizados apanhem rochas do fundo do mar. “Se tivermos bom tempo, a ideia é fazermos pelo menos dez mergulhos”, o geólogo Pedro Madureira, que chefia a missão oceanográfica, constituída por 13 cientistas e técnicos, incluindo um investigador cabo-verdiano, uma israelita e uma tailandesa no âmbito de colaborações internacionais.

“Vamos colher rochas com o ROV para ter mais dados dos que os que existem nas bases de dados públicas e consolidar a nossa proposta de extensão”, explica ainda Pedro Madureira, referindo-se à informação divulgada na literatura científica internacional.

A ideia agora é apanhar rochas e sedimentos que apresentem certas semelhanças com dos Açores, para se poder argumentar que a plataforma continental em redor destas ilhas se prolonga efectivamente até à zona de fractura de Maxwell.

Em 2012, a equipa da EMEPC e o Almirante Gago Coutinho foram em direcção precisamente oposta á actual: dirigiram-se para os limites sul da fronteira marítima apresentada por Portugal, a mais de 500 milhas a sudoeste do centro dos Açores. A mesma lacuna informativa existia aí em relação à zona de fractura de Hayes, outra das muitas fracturas da Dorsal Médio-Atlântica.

Fonte: Publico

Google começa a construir carro que conduz sozinho

Google começa a construir carro que conduz sozinho

A empresa norte-americana Google anunciou o início da construção dos seus próprios veículos elétricos que não precisam de condutor. A ideia é fabricar uma centena de protótipos.

"Se tudo correr bem, gostaríamos de lançar um pequeno programa piloto aqui na Califórnia nos dois próximos anos"; afirmou o grupo no seu blogue. Um protótipo do veículo, de formas arredondadas que lembra o design do mítico Fiat 500, foi apresentado na terça-feira.

Os veículos, que podem transportar até dois passageiros, "não terão volante, acelerador ou travão, porque não precisam disso. O nosso software e os nossos sensores fazem tudo isso", garante a Google, que prevê contudo fazer nos próximos meses testes com condutores que têm possibilidade de ter um controlo manual do veículo.

A velocidade máxima dos protótipos não ultrapassará os 40 km/h.

Até agora, a Google estava a trabalhar para equipar carros da Toyota e da HOnda para permitir que fossem autónomos. Em meados de maio, a empresa tinha apresentado um Lexus sem condutor.


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