sábado, 31 de janeiro de 2015

Algar do Carvão: O único vulcão visitável do Mundo, fica nos Açores


Situado na Ilha Terceira, Açores, encontramos o primeiro vulcão visitável do Mundo. Uma autêntica viagem ao interior da Terra !

As primeiras descidas organizadas ao seu interior foram efectuadas por um grupo organizado, os Montanheiros , a 18 de Agosto de 1963, mas as visitas abertas ao público tiveram de esperar até 1968. No entanto, as infraestruturas só com o avançar do tempo é que foram sendo aperfeiçoadas: em 1977 foi concluída a escadaria em betão e em 1987 foi instalado o primeiro sistema de iluminação eléctrica.

Durante o Verão, o Algar do Carvão está aberto a todos os que queiram visitar, com visitas guiadas que destacam o seu grande valor geológico e a riqueza da sua fauna e flora. Na época de Inverno, as visitas estão sujeitas a marcação.








VATICANO PREPARA-SE PARA ANUNCIAR MESSIAS ALIENÍGENA


VATICANO PREPARA-SE PARA ANUNCIAR MESSIAS ALIENÍGENA 



O QUE UMA IGREJA TEM HAVER COM O ESTUDO E PESQUISA DE VIDA EXTRA TERRESTRE ??? 

NADA HAVER !!! 

MAS QUANDO SE TRATA DA IGREJA DA CATÓLICA, FIQUE ATENTO, COISA BOA É O QUE NÃO É.

PROJETO LÚCIFER É O PASSO INICIAL PARA O ANUNCIO QUE O VATICANO PREPARA PARA A VINDA DE UM MESSIAS ALIENÍGENA.

Fonte: Youtube

Cientistas europeus recusam tese americana sobre primeiros sinais do Big Bang

Cientistas europeus recusam tese americana sobre primeiros sinais do Big Bang

Físicos norte-americanos tinham anunciado, em março de 2014, a deteção direta de ondas gravitacionais primordiais - os primeiros ecos do "Big Bang", que marcou o nascimento do Universo.

Investigadores europeus anunciaram hoje ter enterrado definitivamente a teoria dos físicos norte-americanos que tinham anunciado em março a deteção de ondas gravitacionais do Big Bang, então descrita como uma enorme evolução na Física.

A deteção destas ondas gravitacionais, contempladas na teoria da relatividade de Albert Einstein, deveria testemunhar a expansão extremamente rápida e violenta do cosmos na primeira fração de segundo da sua existência, há 13,8 mil milhões de anos, uma fase chamada de "inflação cósmica".

"Combinando os seus dados, os trabalhos do Planck e do [telescópio] BICEP2/Keck mostraram que a deteção das ondas gravitacionais primordiais, através da observação da polarização do fundo difuso cosmológico, ainda não aconteceu", anunciou hoje o Centro Nacional de Investigação Científica (no francês CNRS).

O resultado, obtido a partir do trabalho de vários investigadores do CNRS, do Comissariado para a Energia Atómica e Energias Alternativas (no francês CEA) e de universidades francesas, e apoiado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES), permite a conclusão de um episódio científico que manteve alerta cosmólogos e apaixonados por estes temas.

"O sinal anunciado pela equipa BICEP2 em março de 2014 não pode ser associado aos primeiros instantes do Big Bang, e provem essencialmente da nossa galáxia e de distorções gravitacionais encontradas durante a propagação até nós", segundo a explicação divulgada.

A equipa responsável pelo estudo, que vai ser publicado naPhysical Review Letters, liderada pelo físico John Kovac, da Universidade de Harvard, efetuou observações com o telescópio BICEP2 no polo sul.

A deteção das ondas gravitacionais é "um dos objetivos mais importantes em cosmologia", salientou John Kovac.

Em março de 2014, físicos norte-americanos tinham anunciado a deteção direta de ondas gravitacionais primordiais, os primeiros ecos do "Big Bang", que marcou o nascimento do Universo.

Na altura os peritos do Centro de Astrofísica de Harvard-Smithsonian, nos EUA, que analisaram as imagens durante três anos, diziam que tinha sido captada pelo BICEP2, no Polo Sul, a"primeira evidência direta da inflação cósmica".

Fonte: DN

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O mistério incrível dos subterrâneos de Sintra


Tal como a Serra da Arrábida, a serra de Sintra é oca no seu interior, formada por vários túneis e grandes galerias, construídos ao que se diz pelos Mouros e pelos Templários há cerca de oito séculos. 

Com efeito, quando D. Afonso Henriques tomou o Castelo dos Mouros situado no alto da serra próximo do Palácio da Pena ou do Graal, quando ali chegou já não se encontrava nenhum mouro pois todos se tinham evadido por uma passagem secreta na serra que vai dar a um de muitos lugares no sopé e outros que se estendem por vários kilómetros até ao mar. 

Tudo isto, aqui por baixo, tem subterrâneos. Um deles vai ligar ao Convento dos Capuchos, que fica a oito quilómetros daqui, e um outro desemboca perto da povoação de Rio de Mouro, mesmo junto ao ribeiro que passa naquela povoação, garante Abilio Duarte, guarda reformado em regime de voluntariado no Castelo quando interrogado a este respeito. 

Outras galerias descem pelo interior da montanha até ao Palácio da Vila de arquitectura moderna mas enigmática, tal como o Palácio da Pena no alto da serra, construido entre os séculos XIV - XV. Também a Quinta da Torre, mais conhecica por Qtª da Regaleira, próximo do Palácio dos Seteais, é outro local onde existem passagens subterrâneas que formam uma rede de túneis antigos, surgindo numa das grutas postas a descoberto uma imagem de pedra cor-de-rosa de um ser com aspecto feminino pisando um animal parecido com o mitológico dragão, só que exibindo certas formas humanas. 

Ainda na Quinta da Regaleira existe um poço iniciático com 30 metros de profundidade e 6 de largura com uma escada em caracol com 139 degraus apoiada em colunas. No fundo depara-se com mais passagens subterrâneas reforçando a ideia de que tanto buraco não teria sido aberto por acaso, alguns levando à Montanha da Lua que também liga à Serra de Montejunto a cerca de cinquenta quilómetros a Nordeste da Serra de Sintra. 

Curiosamente se diz o mesmo da Serra da Arrábida ligada interiormente à Serra de Sintra que dista a 50 Km mais ou menos. Dizem alguns teosofistas e ocultistas que a Montanha Sagrada pode ser uma das Cem Portas que dá acesso ao mítico Reino de Agharta no interior da Terra onde reside o “Rei do Mundo”. 

Helena P. Blavatsky, fundadora da Sociedade de Teosofia, falou desse país subterrâneo em 1888 na sua obra A Doutrina Secreta, mas foi alguns anos antes que a lenda ou história verídica de Agharta teve a sua maior divulgação junto do público com as obras insólitas de Saint-Yves d´Alveydre. 

O Reino de Agharta seria, então, uma cidade subterrânea e iniciática onde viveriam milhões de pessoas, talvez a equivalência do Reino do Prestes João da História de Portugal.

Fonte: Ruralea

Alegadamente é o melhor video alguma vez gravado (de um ovni...)


Na net, sobretudo entre os seguidores do fenómeno da ovnilogia, o entusiasmo é grande. Dizem mesmo que será o melhor vídeo alguma vez gravado.

A gravação é do início deste mês e foi feita na cidade de Frias, na Argentina, mas já sobre a zona de Porto Alegre, no Brasil:

O jornal Mirror perguntou a uma cientista que imagens seriam estas, mas as respostas não foram conclusivas.


Fonte: TSF

O clube de Bilderberg fixou o local e a data para a sua reunião em 2015

interalpen.com

O local e data da próxima reunião de elites secretas unidos sob a bandeira do Grupo Bilderberg foram revelados esta sexta-feira. O ponto de encontro será guardado por forças anti-terroristas do país de acolhimento.

A polícia local austríaca confirmou que a conferência terá lugar no opulento Hotel Interalpen nas montanhas austríacas próximo de Telfs.

Num comunicado à imprensa, a polícia austríaca revelou que os sistemas de segurança para a reunião permanecerá operacional de 9 a 14 de Junho de 2015. Como é habitual nas reuniões do clube de Bilderberg, o encontro real dos delegados terá lugar entre quinta-feira e domingo da semana, ou seja, entre 11 e 14 de Junho.

A declaração das autoridades disseram que o dispositivo de segurança para a reunião Bilderberg farão parte da mesma operação da Polícia para garantir a segurança da reunião do G7, um evento muito mais público está programado para ocorrer no início dessa semana, em 7 e 8 de junho, no castelo de Elmau na Baviera, Alemanha.

Além disso, os relatórios da polícia austríaca, em coordenação com a polícia alemã, as forças especiais da polícia adicionais serão mobilizados para garantir a segurança durante as reuniões. Conhecidas como COBRA, essas forças são a principal unidade táctica anti-terrorismo de operações especiais da Áustria. Não fazem parte da Polícia Federal da Áustria, mas estão diretamente sob o controle do Ministério Federal do Interior do país, informa Infowars .


Enquanto a mídia habitualmente não dão aos Bilderberg a cobertura suficiente, caracterizando-a como um grupo de "tertúlia", há inúmeros exemplos de que a organização tem um impacto direto na política global, que têm sido documentados nos últimos anos, levando a acusações de que a natureza do grupo é essencialmente antidemocrática.

Em 2010, o ex-Secretário-Geral da NATO e membro Bilderberg Willy Claes admitiu que os participantes Bilderberg são necessários para implementar as decisões políticas que são formuladas durante a reunião.

Os críticos da organização garantem que Bilderberg influenciou importantes eventos mundiais de antecedência, elegendo presidentes e primeiros-ministros regularmente mostram o total desrespeito pelo processo democrático.

Fonte: RT

Uma menina de oito anos, sugere uma possível cura para o cancro

RT / freeimages.com

Camilla lisant, uma menina de oito anos de Manchester, Reino Unido, sugeriu a seus pais científicas uma possível cura para uma das doenças mais graves da história da humanidade: o cancro.

Os pais de lisant Camilla, que dedicaram suas vidas ao estudo do cancro, há perguntado, por curiosidade, a sua filha de oito anos como curar a doença. A menina pensou por um momento e respondeu com antibióticos, "Igual aos que curam a dor de garganta".

No início, os cientistas não prestaram muita atenção para a proposta de Camilla, mas depois de tentar em laboratório da Universidade de Manchester, ficaram maravilhados. Antibióticos baratos e amplamente disponíveis tinha destruído as células malignas.

A pesquisa revelou que quatro antibióticos comuns que custam menos do que $0,09 dólares por dia, mataram as células estaminais em amostras de cancro da mama, próstata, pulmão, ovário, pâncreas, pele e cérebro.

Embora promissora, a investigação até agora é limitada aos resultados laboratoriais e deve ser aprovado em humanos, especialmente em combinação com outros tratamentos.

Fonte: RT

Nova teoria sugere que o passado, presente e futuro coexistem no universo

RT / stockvault.net

Um professor americano apresentou uma nova teoria do tempo, que sugere que a ideia de que ele mesmo flui como um rio não é correto. Em vez disso, diz ele, o espaço-tempo é um "universo bloco 'onde o passado, presente e futuro coexistem.

A nova teoria do tempo, desenvolvido por Bradford Skow, um professor de filosofia no Instituto de Tecnologia de Massachusetts EUA, sugere que o tempo não avança, mas sim, todo o tempo é sempre presente informa ' Daily Mail ' .

Segundo esta teoria do "universo bloco ', se tivéssemos de" ver "o universo de cima, que iria se espalhar em todas as direções. Skow alega que não acredita que os eventos permanecem no passado e desaparecem para sempre existem em diferentes partes do espaço-tempo.

O cientista afirma que o presente não é como um ponto na linha do tempo. Em vez disso, as experiências que teveste ontem, na semana passada, ou mesmo anos atrás são todas reais. No entanto, afirma que o tempo de viagem entre diferentes momentos não é possível, uma vez que estamos agora numa parte diferente do espaço-tempo.

Fonte: RT

Que segredos esconde o poço iniciático da Quinta da Regaleira?


O primeiro proprietário da quinta, Dr. António Augusto Carvalho Monteiro, juntamente com o arquiteto italiano Luigi Manini, construiu ali o Palácio da Regaleira, rodeado por jardins, grutas, lagos e muitas construções enigmáticas. 

Logo na entrada você vai receber um mapa, que será muito útil pois o lugar é gigantesco. Dizem que tudo ali tem um significado. 

Até a disposição do bosque não é feita ao acaso. Sendo ele mais cuidado na parte de baixo da quinta e, progressivamente, mais selvagem em direção ao topo. 

Essa disposição é relacionada a crença no primitivismo de Carvalho Monteiro. Um dos lugares mais incríveis para se visitar dentro da quinta é o Poço Iniciático. 

Sim, ele recebeu esse nome pois acredita-se que ele era usado em rituais de iniciação à maçonaria. O poço é uma galeria subterrânea que podemos descer através de uma escadaria em espiral sustentada por colunas. 

Essa escadaria é dividida em nove patamares separados por lances de 15 degraus cada um, que dizem fazer referência à Divina Comédia de Dante, e que podem representar os 9 círculos do inferno, do paraíso, ou do purgatório. 

Segundo conceituados ocultistas é na obra ‘A Divina Comédia‘ que se encontra pela primeira vez exposta a Ordem Rosa-cruz. 

E claro, lá no fundo do poço está embutida em mármore, uma rosa dos ventos sobre uma cruz templária, que era o brasão de Carvalho Monteiro e, também, indicativo da Ordem Rosa-cruz. 

Vale lembrar que o Poço Iniciático está ligado com outros pontos da quinta através de túneis subterrâneos que você pode explorar. Túneis esses que eram habitados por morcegos, mas estes já foram afastados pelos turistas que visitam o lugar.

Fonte: Ruralea

Já é possível enviar e receber dinheiro via Gmail


Em plena era tecnológica, até dinheiro é possível anexar a um e-mail. Depois dos EUA, a “nova” funcionalidade está agora disponível para os utilizadores residentes no Reino Unido que tenham conta no serviço e também mais de 18 anos.

Enviar dinheiro pelo Gmail é tão simples como anexar um ficheiro. Para tal, o utilizador apenas tem de aceder à barra inferior e, em vez de um anexo, deverá escolher o símbolo monetário (actualmente apenas está disponível “£”) e indicar a quantia.


O sistema recorrer ao Google Wallet, o que obriga a que o utilizador tenha um cartão de crédito/débito associado. Para perceber como tudo funciona, aconselhamos a ver o seguinte vídeo:


Como referido, esta funcionalidade tanto servirá para pagar como para receber. Por enquanto apenas está disponível para utilizadores dos EUA e agora para residentes do Reino Unido… pode ser que brevemente chegue a Portugal.

Considera prático e seguro este tipo de sistema para efectuar pagamentos e receber dinheiro?

Via Google

Fonte: Pplware

Charlie Hebdo. Há jovens franceses que dizem: foi encenação


É o outro lado da questão: talvez um "Eu Não Acredito em Charlie". "Claro que foi encenado", diz um jovem dos subúrbios de Paris à BBC. E há muitos que pensam como ele.

Doze pessoas morreram na redacção do jornal satírico "Charlie Hebdo", em Paris, às mãos dos irmãos Kouachi. Nos dois dias seguintes, cinco outras pessoas foram mortas por um cúmplice. O que os levou a cometer estes crimes? Extremismo islâmico. 

Todos lemos nestes factos o relato do que aconteceu em Paris, no início do ano. Todos? Nem todos. 

Muitos jovens das periferias da capital francesa acreditam que o ataque foi fruto de uma conspiração. Outros dizem que tudo foi encenado. E há ainda quem afirme que as vítimas "estavam a pedi-las". 

Nos dias seguintes aos ataques, a população francesa uniu-se contra o terrorismo e a favor da liberdade de expressão, sob o lema "Je Suis Charlie". Uma reportagem,publicada esta sexta-feira na BBC, revelou um outro lado da questão: talvez um "Eu Não Sou Charlie" ou "Eu Não Acredito em Charlie". 

Este sentimento apresenta desafios para os professores. Para a França, o maior país europeu "exportador" de jihadistas, este tipo de pensamentos e atitudes é um desafio, que deve ser resolvido dentro do sistema educativo, lembra a BBC.

"Claro que foi encenado" 
Karim, de Saint-Denis (a norte de Paris), não acredita na versão oficial dos acontecimentos que fizeram 12 mortos no dia 7 de Janeiro: "Não sei quem fez isto, mas não foram muçulmanos". 

Um dos seus colegas diz ser suspeito que Said Kouachi tenha deixado o seu bilhete de identidade no carro que depois abandonou. 

"Claro que foi encenado. Todos os meus amigos o dizem", afirma Lydia, de 17 anos, que frequenta uma escola em Argenteuil, no leste da capital francesa. Lydia acredita que a "encenação" foi feita por membros da ala direita do Governo para atingir muçulmanos. 

Em 2004, um relatório mostrou que alguns estudantes associavam a palavra "jihadista" a uma conotação heróica. 

Em 2012, quando sete pessoas foram assassinadas em Toulouse e Montauban por um extremista islâmico, muitos alunos franceses não respeitaram o minuto de silêncio declarado nas escolas do país. 

Depois dos atentados de Janeiro, dois alunos, em escolas diferentes, foram apanhados pelos professores a imitar os irmãos Kouachi, a gritar "Allahu Akbar" (Deus é grande) e a fingir que disparavam uma kalashnikov. 

A estratégia de Marie
Estratégias como as de Marie, uma professora do ensino secundário em Saint-Denis (um dos subúrbios mais pobres de Paris), podem ajudar a transformar situações de desafio em debates saudáveis e educativos. 

No caso do "Charlie Hebdo", sempre que um aluno referia as teorias de conspiração, a docente aproveitava para ensinar os seus alunos a confirmarem os seus factos e a ter fontes credíveis. 

"Da próxima vez que uma teoria da conspiração fosse mencionada, eles diziam todos: 'quais são as tuas fontes?'", contou Marie à BBC. 

Apesar de tentativas como as de Marie, a religião é um assunto cada vez mais sensível nas escolas francesas. 

Muitos alunos franceses, segundo a BBC constatou, desafiam os princípios da revolução francesa, alicerces da vida democrática no país. 

"Eu tive que insistir nos princípios da república", conta Esther, professora de Literatura. "Percebi que as noções básicas de tolerância e liberdade de expressão não são assim tão óbvias para os nossos estudantes".

Fonte: RR

Pirate Bay deve regressar este fim de semana mas enfrenta motim

Pirate Bay deve regressar este fim de semana mas enfrenta motim

Um dos administradores do site garantiu ao Torrent Freak que a maioria das pessoas da equipa original, que trabalha no site há mais de uma década, foi dispensada.

O site de partilha de ficheiros Pirate Bay está a prepara-se para regressar, depois de ter sido encerrado pelas autoridades suecasem dezembro, mas várias notícias dão conta de que pode regressar partido em dois.

A acreditar no contador disponível no site, na imagem da fénix em baixo, e em fontes ligada ao site, faltam menos de dois dias para a reativação, mas as mesmas fontes dizem que a decisão de reduzir o número de pessoas e de apresentar uma versão mais leve gerou um motim e que parte da equipa vai sair e lançar um site semelhante.

Um dos administradores do site garantiu ao Torrent Freak que a maioria das pessoas da equipa original, que trabalha no site há mais de uma década, foi dispensada. E que o site vai perder capacidade para apagar ficheiros falsos e malware.

O administrador, WTC-SWE garante que tem cópias dos ficheiros e que tenciona usá-las para relançar o velho site, com a ajuda de outros membros da equipa.

O Pirate Bay é um dos maiores sites de partilha de ficheiros do mundo. Lançado em 2003, aproveitou as leis suecas para facilitar a partilha de ficheiros, muitas vezes de artigos com direitos de autor, mas já teve váriosproblemas com as autoridades. Os seus fundadores foram condenados a penas de prisão.

Fonte: DN

Tecnologia portuguesa vai extrair pedras dos rins num abrir e fechar de olhos


"Após os testes em animais, espera-se avançar para ensaios nos humanos a partir do próximo ano", indica a Universidade do Minho, em comunicado.

Uma equipa liderada pela Universidade do Minho (UM) criou uma tecnologia que permite extrair pedras dos rins em apenas um ou dois minutos, dispensando ainda o uso de radiação.

A UMinho explica, em comunicado, que a tecnologia utiliza um campo electromagnético para navegar com segurança uma agulha para punção do rim. "Após os testes em animais, espera-se avançar para ensaios nos humanos a partir do próximo ano", acrescenta.

De acordo com Estêvão Lima, professor da Escola de Ciências da Saúde da UM, extrair pedras nos rins demora, actualmente, duas horas e "depende muito quer da experiência do cirurgião quer do uso de radioscopia, que pode ter consequências sérias de radiação no doente e no cirurgião".

Na prática, pica-se com uma agulha de 20 centímetros na zona lombar do paciente, abrindo caminho aos instrumentos cirúrgicos para a remoção. "Mas a técnica que agora criámos é mais rápida, menos invasiva e permite ver no ecrã do computador a rota que a agulha deve seguir", resume Estêvão Lima, também cientista do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde e director do serviço de Urologia do Hospital de Braga.

O novo processo, que demora, em média, um a dois minutos, facilita ainda a tarefa a médicos menos experientes e aumenta a segurança dos procedimentos.

O projecto decorre em parceria com o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e já foi testado em animais.

Os investigadores estão a aperfeiçoar o sistema com o fim de obter o certificado para futuros testes em pessoas.

Caso estes venham a ser bem sucedidos, espera-se que o primeiro produto seja patenteado e chegue às salas de operações a partir de 2016.

A pesquisa venceu o 1.º Prémio no Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia, foi eleita para as melhores comunicações do Congresso Europeu de Urologia 2014 e tem sido publicada em revistas científicas internacionais.

As pedras nos rins afectam uma em cada 200 pessoas, sobretudo os homens.

Fonte: RR

«Dragão de Qijiang»: Conheça a nova espécie de dinossauro identificada na China

«Dragão de Qijiang»: Conheça a nova espécie de dinossauro identificada na China

Paleontólogos da Universidade de Alberta (Canadá) identificaram uma nova espécie de dinossauro de pescoço longo, com base num esqueleto fossilizado encontrado na China.

O «Qijianglong» (que signfica «Dragão de Qijiang») recebeu esse nome porque foi descoberto perto da cidade de Qijiang, próxima de Chongqing.

A revelação foi publicada no Journal of Vertebrate Paleontology, que deu conta dos trabalhos de Tetsuto Miyashita, Lida Xing e Philip Currie.

O local do fóssil foi encontrado por trabalhadores da construção civil, em 2006, e no processo de escavações foram descobertas várias vértebras.

Mais surpreendente foi constatar que a cabeça do dinossauro ainda estava presa ao pescoço:

«É muito raro encontrar a cabeça e o pescoço juntos de um dinossauro de pescoço longo, porque a cabeça é muito pequena e facilmente se desprende após a morte do animal», explicou Miyashita, citado pelo site especializado em notícias científicas, EurekAlert.org.

«O Qijianglong é um animal muito cool», referiu o especialista. «Se imaginarmos um grande animal em que metade do tamanho é pescoço, vemos que a evolução pode fazer coisas extraordinárias», apontou.

A «nova» espécie, que terá vivido no final do período Jurássico, pertence ao grupo de dinossauros chamado mamenchisaurids, caracterizado pelos longos pescoços, que podem corresponder a até metade do comprimento do animal.

A contrário do resto dos espécimes desse grupo, o Qijianglong tinha as vértebras do pescoço cheias de ar, o que fazia o seu pescoço muito leve apesar do tamanho enorme.

As suas articulações indicam que podia mover o pescoço verticalmente com uma certa facilidade, mas não num plano horizontal, fazendo lembrar as gruas de construção.

Os mamenchisaurids só são encontrados na Ásia, mas a descoberta do Qijianglong revela que poderá haver tantas diferenças dentro desse grupo com há entre dinossauros de pescoço longo nos vários continentes.

«O Qijianglong mostra-nos que os dinossauros de pescoço longo diversificaram-se de formas únicas na Ásia durante o Jurássico – algo muito especial estava a decorrer nesse continente», notou Miyashita.

«Em lado nenhum encontramos dinossauros com o pescoço mais longo do que na China. O novo dinossauro diz-nos que estas espécies extremas progrediam em isolamento do resto do mundo», considerou.

Miyashita acredita que os mamenchisaurids evoluíram dando origem a muitas formas de vida quando outras espécies de pescoço longo foram extintas em território asiático.

«Ainda é um mistério, a razão por que os mamenchisaurids não migraram para outros continentes», disse.

É possível que aqueles dinossauros tenham ficado isolados como resultado de uma barreira natural, como o mar, e que tenham perdido a competição para espécies invasoras quando a ligação terrestre foi estabelecida mais tarde.


O Qijianglong está agora «hospedado» num museu local em Qijianglong.

«A China deu origem aos antigos mitos sobre dragões», afirmou Miyashita.

«Fico a pensar se no passado os chineses terão encontrado um esqueleto de um dinossauro de pescoço comprido, como o Qijianglong, e criaram, por causa disso, a imagem destas criaturas míticas [os dragões]», comentou.

Fonte: DD

Como será o futuro dos foguetes da SpaceX? Veja…

Como será o futuro dos foguetes da SpaceX? Veja…

A SpaceX — Space Exploration Technologies Corporation, uma empresa americana de transporte espacial, criou uma animação em 3D a simular como será o seu próximo foguete em acção.

Apesar da banda-sonora de hard rock dos anos 1980 (ou talvez por causa dela), é impressionante assistir ao Falcon Heavy em acção, desde o seu lançamento para o espaço até ao regresso à Terra.


Fonte: DD

Fóssil de cobra portuguesa é dos mais antigos do mundo

Ilustração da cobra portuguesa Portugalophis lignites, com 155 milhões de anos
JULIUS T. CSOTONYI
Foi encontrada numa mina perto de Leiria nos anos 1970. Daí viajou para a Alemanha, onde esteve até regressar a Portugal em 2008. Desde então tem sido estudada pela equipa de um paleontólogo canadiano, que agora a incluiu na lista dos fósseis de cobras mais antigos que se conhecem.

Recorde dos países com as cobras mais antigas da Terra: o primeiro lugar vai para Inglaterra, com 167 milhões de anos; o segundo para Portugal, ex-aequocom os Estados Unidos, com 155 milhões de anos; e o terceiro, com cerca de 140 milhões de anos, vai de novo para Inglaterra. Podem arrumar-se assim os fósseis de quatro cobras revelados na última edição da revista Nature Communications, que de uma assentada fazem recuar os vestígios mais antigos destes em répteis em quase 70 milhões de anos. E os da cobra portuguesa remetem para a história de uma antiga mina de carvão na zona de Leiria, famosa entre os paleontólogos de todo o mundo, e para as preciosidades que os museus têm à espera de serem desvendadas.

Visitemos já o local onde se descobriram os fósseis da cobra portuguesa: a antiga mina da Guimarota. Há décadas que é referida em artigos de paleontologia por todo o lado, principalmente porque lá se encontraram fósseis de mamíferos primitivos, do período do Jurássico Superior, com cerca de 150 milhões de anos. Nesses tempos, os mamíferos eram muito pequenos, do tamanho de ratinhos e, os maiores, de ouriços.

Os primeiros mamíferos da Terra tinham aparecido muito antes, há cerca de 230 milhões de anos, tal como os dinossauros. Mas os mamíferos da Guimarota ajudaram a completar uma parte dessa história, mostrando como eram os mamíferos primitivos. A Guimarota forneceu, por exemplo, o primeiro esqueleto de um mamífero do Jurássico, descoberto em 1976: oHenkelotherium guimarotae, que vivia nos ramos das árvores e comia insectos.

Até 1961, extraiu-se lenhite (um carvão) desta mina, altura em que encerrou por falência. Por acaso, dois anos antes, um paleontólogo alemão da Universidade Livre de Berlim (Walter Kühne, acompanhado por um estudante de geologia) veio a Portugal em prospecção paleontológica, à procura de mamíferos em jazidas de dinossauros. Foi então que ouviu falar da última mina que ainda explorava os sedimentos jurássicos da Bacia Lusitânica, e onde talvez houvesse os fósseis que tanto desejava encontrar.

A Bacia Lusitânica formou-se há aproximadamente 150 milhões de anos, quando as massas continentais da Europa e da América do Norte se começaram a afastar e, no meio delas, ia nascendo o Atlântico Norte. A Bacia Lusitânica criou-se na faixa Oeste da Península Ibérica, compreendida entre o Norte de Aveiro e a Península de Setúbal. Eram águas pouco profundas e o Atlântico Norte no Jurássico Superior não era propriamente a vastidão de hoje.
Fóssil da cobra, que está no Museu Geológico de Lisboa  DR
A zona da mina da Guimarota era então um pântano. Num ambiente subtropical, a vegetação exuberante. Havia coníferas, cicas, fetos.

Nas primeiras visitas à mina, Walter Kühne detectou a presença de conchas de amêijoas, fragmentos de tartarugas, escamas de peixes e, a certa altura, o estudante de geologia apanhou um bocado de carvão com um fóssil incrustado e perguntou-lhe: “Professor, isto é aquilo que estamos à procura?” Era o crânio de um mamífero primitivo.

Logo em 1960, Walter Kühne veio para a primeira campanha de escavação e os trabalhos científicos prosseguiram nos dois anos seguintes, apesar de a mina já não ser explorada. Durante a década de 1960, os cientistas foram recolhendo mais material, mas só dos escombros. No entanto, por causa da importância dos fósseis encontrados, a mina foi reaberta entre 1973 e 1982 só para os cientistas. Estava submersa, como agora, e o Estado alemão pagou a operação de reabertura e as escavações.

Fósseis, não só de mamíferos, mas também de crocodilos, peixes, anfíbios, lagartos, dinossauros, pterossauros ou aves primitivas foram sendo levados para a Alemanha. Durante mais de 30 anos, uma única preparadora dedicou-se a tempo inteiro a removê-los do carvão e a deixá-los em condições de serem estudados — o que foi sendo feito por mais de duas dezenas de investigadores alemães ao longo destes anos, que resultaram em mais de cem artigos científicos.

Embora tenham sido os mamíferos a tornar a mina mundialmente conhecida, permitindo a descrição de cerca de uma dezena de mamíferos novos para a ciência, as novidades estenderam-se a crocodilos, peixes, anfíbios ou lagartos. E, agora, às cobras.

Eis a Portugalophis lignites
No artigo na Nature Communications, a equipa de Michael Caldwell, da Universidade de Alberta, no Canadá, classifica os fósseis da cobra da Guimarota como uma espécie e, mais ainda, um género novos para a ciência. O nome: Portugalophis lignites. O género Portugalophis significa “cobra de Portugal”, uma vez que ophis é “cobra” em grego, e lignites vem da palavralignum em latim, remetendo para a mina de lenhite da Guimarota.

Era a maior das quatro cobras descritas, estimando-se que tivesse 1,2 metros de comprimento e, segundo a agência Reuters, pode ter incluído na dieta os minúsculos mamíferos primitivos do Jurássico, bem como pequenos dinossauros, lagartos, aves ou rãs. Numa ilustração divulgada pela equipa, surge representada em cima de um gingko, árvores do Jurássico que ainda existem hoje e que fizeram parte da paisagem da Bacia Lusitânica.

Contemporânea da cobra de Portugal com os seus 155 milhões de anos é aDiablophis gilmorei, também nova para a ciência, encontrada em depósitos fluviais, afastados da costa, no Colorado, Estados Unidos. Mais nova evolutivamente do que a cobra portuguesa e a norte-americana é aParviraptor estesi, descoberta numa zona de arribas em Inglaterra e que tem os já mencionados 140 milhões de anos. De comprimento teria 60 centímetros.

A decana das cobras é, no entanto, a Eophis underwoodi: com 167 milhões de anos, estava nos sedimentos de uma pedreira perto de Oxford, Inglaterra, e o seu corpo teria à volta de 25 centímetros. Comeria peixes pequeninos, girinos e insectos.

Tirando a norte-americana Diablophis gilmorei, que vivia numa zona continental interior, todas as outras cobras tinham como habitat zonas costeiras pantanosas, como a Bacia Lusitânica por onde se passeava a Portugalophis lignites.

As quatro cobras — três novas para a ciência e a quarta, a Parviraptor estesi, uma reclassificação — são todas mais antigas do que os fósseis identificados até agora. Antes, só tínhamos fósseis de cobras com cerca de 100 milhões de anos, na transição do Cretácico Inferior para o Superior. Embora fragmentados, esses registos revelavam animais bastante diversos uns dos outros, indicando ter havido um caminho evolutivo já percorrido, e habitavam ecossistemas distintos em vários locais, como África e América do Norte e do Sul.

Mas as grandes questões na paleontologia das cobras mantinham-se em aberto. Pelos fósseis anteriores, via-se que a ordem dos escamados (Squamata), onde se incluem as cobras e os lagartos, se diversificou há mais de 100 milhões de anos, para ir dando origem a novas espécies. As cobras terão evoluído a partir dos lagartos. Mas exactamente quando, onde e como ocorreu essa diversificação dentro da ordem dos escamados eram questões em aberto.

O recuo do registo geológico em quase 70 milhões de anos, até aos 167 milhões de anos, graças às descobertas agora relatadas, aproxima os cientistas da origem das primeiras cobras. E mostra também que o aparecimento súbito de fósseis de cobras com 100 milhões de anos só reflecte uma lacuna nos registos e não a existência de uma explosão das espécies de cobras primitivas nessa altura, refere um comunicado da Universidade de Alberta. Assim, entre os 167 e os 100 milhões de anos, as cobras foram evoluindo em direcção a um corpo alongado e membros bastante reduzidos, como se pode observar nos fósseis de cobras com 100 milhões de anos da Cisjordânia, Líbano e Argentina. Embora pequenos, ainda tinham membros traseiros.

Para descrever as quatro cobras, a equipa não tinha esqueletos inteiros, mas, sendo elas tão velhas, pensa que todas conservavam ainda os membros tanto traseiros como dianteiros. O que não quer dizer que andassem: “É provável que deslizassem, embora os membros também possam ter sido usados para agarrar”, diz Michael Caldwell à Reuters.

Quando é que terão então aparecido as primeiras cobras? “É muito claro que as [quatro] cobras mais antigas não são as primeiras, por isso devem ter aparecido há muito mais de 167 milhões de anos”, responde-nos Michael Caldwell. “Diria que as primeiras cobras têm mais de 200 milhões de anos.”

Regresso a Lisboa
Perguntámos ainda ao paleontólogo canadiano como soube dos fósseis da cobra portuguesa? Conta então que esses exemplares faziam parte dos materiais levados para a Alemanha, na década de 1970, e que tinham sido erradamente classificados como lagartos. “Alguns materiais dos lagartos foram descritos por Annette Richter e Susan Evan na década de 1990, mas mantiveram-se em Berlim.” Em 2008, Michael Caldwell, contactou Miguel Ramalho, director do Museu Geológico, em Lisboa, para saber se os fósseis tinham entretanto voltado a Portugal. Não tinham.

Miguel Ramalho já andava há alguns anos a tentar que os fósseis da Guimarota viessem para o país de origem, como aliás tinha ficado acordado — os primeiros chegaram em 2007, incluindo os dos preciosos mamíferos primitivos. “Estão-se a descobrir coisas novas a partir de colecções antigas guardadas aqui no museu. Todos os anos, temos cerca de 50 investigadores nacionais e estrangeiros a estudar materiais”, frisa Miguel Ramalho.

Quanto aos fósseis de “lagarto”, Michael Caldwell também contribuiu para a sua devolução a Portugal e agora estão no Museu Geológico. Primeiro, localizou-os no laboratório de Annette Richter, em Berlim, e em seguida Miguel Ramalho pediu o seu regresso. “Eu e o meu colega Randy Nydam trouxemo-los para Lisboa em 2008. Estudámos os materiais aí, pedimo-los emprestados em 2012 e escrevemos o artigo”, diz o paleontólogo, que já os devolveu outra vez. “Desde então, tenho ido várias a Lisboa para ver os materiais.”

Fonte: Publico

Empresa sueca coloca chips nas mãos dos funcionários para substituir cartões


Se acha que ter um cartão próprio para abrir a porta do escritório e usar a fotocopiadora do local de trabalho já é moderno, o que dizer então de implantar chips nas mãos dos colaboradores. Será este o futuro da segurança no trabalho?

O Epicenter Stockholm é um novo centro de inovação e empreendedorismo que abriu na capital da Suécia. A inauguração do espaço aconteceu esta semana, mas um dos grandes destaques está a ser o facto de os trabalhadores terem chips implantados nas mãos para substituir os cartões de identificação. 

Os chips RFID - uma tecnologia de identificação por rádio frequência - vão permitir desbloquear os sistemas de segurança das portas do edifício e também garantem a autenticação junto de algumas ferramentas de trabalho - como as fotocopiadoras. 

Mas para o futuro os objetivos são mais ambiciosos com os elementos da Epicenter Stockholm a quererem que o sistema seja ainda usado para fazer transações na cantina e para eliminar códigos PIN e palavras-passe dentro da empresa. 


De acordo com a imprensa britânica, também há o objetivo de colocar o chip a comunicar com aplicações para dispositivos móveis. 

Atualmente são cerca de 700 os elementos do centro de inovação que já aderiram ao chip na mão, mas para um dos executivos da empresa a ambição é bem maior: o objetivo é mostrar que a tecnologia funciona, é prática e que grandes entidades, como o Governo ou a Google, adiram a um sistema semelhante. 

Os chips estão a ser implantados por tatuadores profissionais e o sistema está a cargo de um grupo especializado em bio-hacking – fazer alterações “biológicas” usado para isso a tecnologia.

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A MARCA DA BESTA A CAMINHO...


Fonte: BBC

O que pode revelar o som de uma estrela?

O que pode revelar o som de uma estrela?

Um grupo de cientistas está a usar informações sobre a ressonância de estrelas para calcular a idade e a dimensão de corpos celestiais.

Os investigadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, medem as oscilações a partir das ondas de som que contêm, ou seja, estudam o som das estrelas para as conseguirem conhecer melhor.

A investigação está a usar dados do telescópio espacial Kepler, da Nasa, que identificou a mais antiga estrela de que se tem notícia - batizada de Kepler-444 - e que é orbitada por cinco planetas de tamanho semelhante ao da Terra.

O som da estrela é estudado «da mesma forma que um instrumento musical - a intensidade dos tons indica algo sobre o tamanho do instrumento», explicaBill Chaplin, professor da Universidade de Birmingham.

A Kepler-444 tem-se tornado especialmente interessante para os astrónomos, que acreditam que pode ajudar na procura do "santo graal" da astronomia: indícios de vida extraterrestre.

O cientista Tiago Campante, da Universidade de Birmingham, diz que os estudos sobre sta estrela podem oferecer pistas sobre «a existência de antigas formas de vida na galáxia».

«Quando a Terra foi formada, os planetas desse sistema já eram mais velhos do que o nosso planeta é hoje", afirma Tiago Campante.Ainda que a proximidade dos planetas à estrela faça com quem os cientistas afastem a possibilidade de vida neles.


Fonte: TSF

O retrato dos reis de Espanha feito em cortiça

Portugal vai oferecer aos reis de Espanha, Felipe VI e Letícia, um retrato dos dois que o artista norte-americano Scott Gunderson fez, usando rolhas de cortiça, para expor no "stand" português da Feira Internacional de Turismo de Madrid.

Foram utilizadas mais de 30 mil rolhas de cortiça. O retrato tem 2,36 metros de altura
e 3,3 metros de largura, e pesa 140 quilos

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Parece uma 'bomba de água' a cair (vídeo)


Um vídeo amador captou na Austrália aquilo que descreve como uma "bomba de água"

O utilizador que gravou o vídeo descreve a situação da seguinte forma: «é como se uma bomba de água estivesse a cair».

«Nunca tinha visto uma coisa assim», explicou ainda Peter Thompson, que parou o trator e começou a filmar e a tirar fotos. A gravação foi feita em Queensland, na Austrália.


Fonte: TSF

Está escolhido o novo "Air Force One"

Está escolhido o novo "Air Force One"

A Casa Branca vai gastar 1,65 mil milhões de dólares para substituir os Boeing 747-200 que servem o presidente dos EUA. O "Air Force One" passa a ser um 747-8.

O ciclo de vida dos atuais "Air Force One" termina em 2017.

Por isso a Casa Branca teve de tomar a decisão de substituir os Boeing 747-200 pelo 747-8, também da Boeing.

Serão comprados dois aviões que, mal esteja fechado o contrato de compra, passarão por sofisticadas transformações, quer ao nível de comunicações quer de defesa, com sistemas antimísseis.


Fonte: TSF

Japoneses criam o Smiby, um robot bebé destinado aos idosos

Japoneses criam o Smiby, um robot bebé destinado aos idosos

Os japoneses passaram a contar com uma nova categoria de robots: os robots-bebés, destinados a idosos que vivem sozinhos. O Smiby foi anunciado esta semana e precisa constantemente de atenção.

O “bebé” tem cerca de 1 kg, 44 centímetros de altura e foi feito para reagir a abraços e carinhos dos idosos graças a um sensor interno. O Smiby também chora se for agitado com violência ou deixado sozinho por longos períodos.

O robot tem até mesmo um mecanismo que muda a cor dos seus olhos, passando de pretos para azuis como forma de representar lágrimas. Após o período de choro, o bebé-robot adormece.

Ele é capaz de emitir 500 tipos de vozes e adapta-se à diferentes situações. O som é semelhante a crianças com 1 ano de idade.

O Smiby começou a ser desenvolvido em 2008 e foi anunciado apenas este ano; foi criado para ajudar no tratamento de idosos.

«Desenvolvemos um robot que não sabe fazer nada, justamente para oferecer aos mais velhos um ambiente em que tenham um objectivo de vida porque têm que cuidar do robot», disse Masayoshi Kanoh, da Universidade Chukyo, de Nagoia, no Japão.

O robot será vendido no Japão a partir deste mês por 68 mil ienes (cerca de 508 mil euros).


Fonte: DD

EcoBook: o quadro branco em forma de caderno

EcoBook: o quadro branco em forma de caderno

Dois jovens de 18 e 20 anos decidiram transformar os quadros brancos que se podem encontrar nas paredes das escolas e escritórios em cadernos. Criaram o EcoBook, um caderno que permite escrever, apagar com um simples guardanapo sem manchar ou danificar, e depois voltar a escrever.

Ecológico pela fácil reutilização de páginas, económico porque evita o gasto em folhas que servem apenas para rascunhos, e prático porque é possível manter a informação durante muito tempo ou apagá-la instantaneamente, o EcoBook pretende revolucionar a forma de estudar e até trabalhar.

A ideia surgiu quando Pedro Lopes, de 18 anos, natural de Viseu, se apercebeu que não existia um produto portátil onde fosse possível escrever a caneta e apagar com facilidade. «Durante a minha vida de estudante nunca gostei de estudar a lápis, não desliza bem nem é fácil de apagar. Passei a estudar a caneta, mas a caneta não me dá a possibilidade de errar. Lembrei-me que as grandes empresas utilizam quadros brancos para tudo e decidi comprar um. Mas o quadro branco, embora dê para apagar e a caneta seja suave, não é portátil. Então pensei: e se arranjar um quadro branco em forma de caderno?», afirmou o co-fundador do projecto.

Ao projecto do EcoBook juntou-se Matheus Gerken, de 20 anos, também natural de Viseu. Os dois co-fundadores começaram por realizar uma campanha de crowdfunding na plataforma portuguesa PPL para angariar 1.250 euros. O projeto foi tão bem recebido que conseguiram 185% do montante de financiamento, ou seja, 2.308 euros.

Fundaram a empresa em Setembro de 2014, ingressaram no Programa de Aceleração de Startups do UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, e actualmente já vendem cadernos personalizados para a Acústica Médica, a Câmara Municipal de Viseu, a sociedade de advogados Caldeira Pires, entre outros.

O kit, constituído por um Ecobook e marcador preto, está disponível em formatos A4 e A5 pelo preço de 8,99 euros e 6,99 euros, respetivamente.

Durante o Natal, 0,50 euros da venda de cada EcoBook revertia a favor da Cruz Vermelha. Os jovens conseguiram entregar à instituição um cheque no valor de 670,50 euros.

O EcoBook está à venda através do site ecobook.pt e nos revendedores autorizados no Porto, Lisboa, Viseu e Fátima.

A equipa está neste momento a trabalhar para levar o EcoBook a todos os pontos do país.


Fonte: DD
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