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sábado, 11 de janeiro de 2020

Mais de 100 crianças acusadas de feitiçaria atiradas ao rio em Angola


Mais de 100 crianças acusadas de práticas de feitiçaria nas províncias de Cabinda, Zaire, Malanje e Bengo, nos últimos três anos, foram atiradas aos rios pelos familiares.

A informação foi avançada por uma equipa de investigadores do Centro de Estudos e Investigação em População (CEIP), e citada pelo Jornal de Angola.

O fenómeno “feitiçaria” contra menores constitui um problema social que tem preocupado os investigadores e as organizações sociais ligadas à causa. Ndonga Mfuwa, diretor do CEIP, disse ao matutino ter constatado no terreno que muitos pais e encarregados de educação lançam os filhos e educandos aos rios para, depois, serem devorados pelos jacarés.

Alguns progenitores, além de acusarem os filhos de serem feiticeiros, expulsam-nos do seio familiar. Mais tarde, segundo o investigador, arrependem-se do que fizeram e entram em conflito com as entidades acolhedoras.

Ndonga Mfuwa explicou que os dados foram obtidos mediante um trabalho realizado em vários município do país, com destaque para as províncias do Norte, como Cabinda, Zaire, Uíge, Bengo e Malanje.

Apesar de nestas províncias a população acreditar em feitiçaria, “não conseguem provar que um determinado individuo é feiticeiro”, disse Mfuwa, referindo que, das investigações realizadas em algumas regiões do país, ninguém conseguiu demonstrar, materialmente, a existência do fenómeno “feitiço”.

O responsável sublinhou ainda que o fenómeno ‘feitiço’ deve ser combatido para evitar que as crianças se desenvolvam na sociedade de forma desequilibrada. “Como investigadores, vamos trabalhar com as autoridades civis e do Estado para pôr termo a este fenómeno.”

Fonte: ZAP

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

The New York Times divulga vídeo em que mostra o momento em que um míssil atinge avião ucraniano


Depois do primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, ter afirmado que o seu Governo dispõe de informações de que o voo 752 de Ukranian International Airlines (UIA) foi derrubado por um míssil iraniano, o jornal norte-americano The New York Times divulgou um vídeo em que mostra o preciso momento em que a aeronave é atingida.

O vídeo de 19 segundos divulgado e verificado pelo jornal norte-americano The New York Times mostra o exato momento em que um míssil, que tanto o Canadá como os Estados Unidos dizem ser iraniano, embate no avião que fazia o voo 752 de Ukranian International Airlines que se despenhou na quarta-feira de madrugada.

As imagens captadas mostram o projétil a atingir o avião, ouvindo-se o barulho de uma explosão. No entanto, a aeronave não aparenta cair de imediato tendo continuado a voar.


Fonte: SAPO24

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Passageiro filma avião a perder pneu ao levantar voo


Passageiro estava a filmar a descolagem quando se apercebeu que um dos pneus incendiou e caiu.

A descolagem de um voo da Air Canada Express foi gravada por um dos passageiros. O que não se esperava era que um dos pneus do lado esquerdo caísse. O passageiro publicou o vídeo nas redes sociais, onde podemos ler a seguinte descrição: "Bem, agora estou num avião que acabou de perder uma roda… 2020 começa muito bem".

O voo realizou-se na passada sexta-feira, 3 de janeiro, entre as cidades de Quebec, Montreal e Bagotville.

Havia 49 passageiros no avião. Os serviços de emergência estavam à espera do avião mas o mesmo que teve de queimar combustível durante duas horas para tentar aterrar.

Os pilotos conseguiram aterrar em segurança e não houve feridos.
Fonte: CM

domingo, 29 de dezembro de 2019

Cientistas explicam o que acontecerá se asteroide gigante colidir com Terra


Pesquisadores apresentaram a descrição detalhada do que pode acontecer se uma das rochas espaciais colidir realmente com a superfície da Terra.

De acordo com o jornal Daily Express, os meteorologistas Simon King e Clare Nasir explicaram, num livro chamado "What Does Rain Smell Like?" (A Que Cheira a Chuva?), que a colisão de um asteroide de diâmetro entre 25 e 1.000 metros com a Terra causaria "danos a nível local", enquanto a colisão com uma rocha maior pode levar à destruição "a nível global".

"As consequências mais letais da colisão com um grande asteroide serão rajadas de vento e ondas de choque. O pico da pressão do ar poderia romper os órgãos internos e as rajadas de vento atirariam corpos pelo ar e esmagariam as construções e florestas", explicam os meteorologistas.

Eles adicionam que as outras consequências devastadoras incluiriam "calor intenso, destroços voadores, tsunamis, sismos e destruições devido ao impacto directo e à formação de crateras".

No entanto, os autores sublinham que os asteroides, tal como os outros objectos do espaço, são sujeitos às forças gravitacionais e, portanto, têm suas próprias órbitas, o que torna suas trajectórias "relativamente previsíveis".

"A catalogação dos Objectos Próximos à Terra (NEO, em inglês) é uma tarefa titânica, o espaço está muito lotado e parece ficar até mais lotado a cada década que passa. O mapeamento dos NEOs contra o fundo de outros destroços orbitando no espaço poderia ser descrito como a busca de uma agulha num palheiro, mas os astrofísicos fizeram grandes progressos nessa questão", explicam os cientistas.

Fonte: Sputnik News

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

18 de Dezembro de 1961 na Índia.


O aviso “Afonso de Albuquerque”, na baía de Mormugão, sob o comando do Capitão-de-Mar e Guerra António da Cunha Aragão, está cercado por 3 fragatas da União Indiana que a meio desse dia 18 de Dezembro de 1961, lhe ordenam que se renda. 

A resposta portuguesa foi abrir fogo com as suas 4 peças de 120 mm iniciando um combate com fim anunciado.

A Marinha Portuguesa perdeu o navio que propositadamente foi encalhado na proximidade de uma das praias da foz do rio Mandoviaqui, mas perdeu também o telegrafista Rosário Piedade e uma dezena de feridos entre os quais o seu comandante em estado grave. 

No combate ainda foi atingida uma fragata indiana, que se retirou da batalha.

"Na madrugada do dia 18 de Dezembro, o aviso de 1ª classe “Afonso de Albuquerque” encontrava-se fundeado em Mormugão. 

A sua guarnição entrara no regime de prevenção rigorosa no dia 8 desse mês. Na eventualidade de uma invasão a sua missão era defender o porto e impedir o desembarque de forças da União Indiana nas praias próximas. 

O Plano de Operações do Comando Naval de Goa previa, além da acção naval contra as forças navais indianas
:- O encalhe em local previamente escolhido quando, na sequência do combate, corresse o risco de se afundar;
  • Ação artilheira como bateria costeira, defendendo o acesso ao porto;
  • A sua destruição quando se esgotassem as munições, a sua artilharia ficasse incapacitada ou as forças invasoras ameaçassem directamente Pangim;
  • E, por fim, a incorporação da guarnição no núcleo de defesa concentrado em Mormugão após o abandono do navio.
Às 0640 foi recebida a bordo uma mensagem do Comando Naval informando que a invasão tinha sido desencadeada (a notícia já era, no entanto, conhecida desde as 0400, pois tinha sido transmitida pela Emissora de Goa), tendo o pessoal ocupado postos de combate às 0655.

Cerca de cinco minutos depois, a aviação inimiga bombardeava o aeroporto de Dabolim e a Estação Radionaval, que foi imediatamente reduzida ao silêncio. Às 0730, porém, o navio estabeleceu comunicações com Lisboa. Até às 1030 transmitiu (e recebeu) várias mensagens para o Estado-Maior da Armada, dando conta da sua posição e dos bombardeamentos observados. Uma das mensagens transmitidas foi do Comandante-Chefe para a Defesa Nacional em que, mais uma vez, comunicava a falta de meios para fazer face ao ataque.

Por volta das 0900 foram avistadas ao largo de Mormugão três fragatas indianas, tendo a guarnição ocupado os postos de combate de superfície (não existia a bordo pessoal suficiente para garantir simultaneamente as componentes anti-superfície e anti-aérea, pelo que teve de acorrer ora a uma ora a outra, conforme a ameaça do momento). Às 1200 as fragatas aproavam ao porto a grande velocidade e abriam fogo com toda a sua artilharia, tendo um dos cinco navios mercantes fundeados na baía sido atingido.

O Comandante do aviso, Capitão-de-Mar-e-Guerra António da Cunha Aragão, mandou, então, picar a amarra, abrir fogo e sair o porto para enfrentar os navios inimigos.

Destes foram transmitidos vários sinais de morse acústico que, devido ao ruído do combate, não foram imediatamente descodificados. O Comandante mandou suspender o fogo, tendo, porém, ordenado a sua continuação antes de terem sido recebidas as duas últimas letras que constituíam a única palavra da mensagem: “surrender”. Nessa altura uma das fragatas foi atingida e foi rendida por um destroyer.

O “Afonso de Albuquerque” estava, porém, numa situação altamente desvantajosa, pois manobrava numa área confinada, enquanto os navios inimigos, aos rumos norte e sul, fora do porto, podiam utilizar toda a sua artilharia.

Também se verificavam grandes disparidades ao nível do poder de fogo: cada fragata indiana dispunha de 4 peças de 101 mm, com uma cadência de 60 tiros por minuto (e melhor capacidade de pontaria devido à existência de direcções de tiro), enquanto o aviso português só possuía 4 peças de 120 mm, com um ritmo de 2 tiros por minuto. 

Não tardou, assim, que o “Afonso de Albuquerque” sofresse os primeiros impactes, um dos quais atingiu em cheio a torre directora, causando a morte do 1º grumete telegrafista Rosário da Piedade e ferindo o Comandante com gravidade. Este chamou o Chefe do Serviço de Navegação, 2º Tenente Sarmento Gouveia, e pediu-lhe que transmitisse ao Oficial Imediato a ordem de assumir o comando e de não se render.

Nessa altura, outra fragata inimiga era atingida e substituída por uma nova unidade.

Ao assumir o comando, o Imediato, Capitão-de-Fragata Pinto da Cruz viu-se confrontado com a destruição prematura da instalação propulsora, pois o Chefe do Serviço de Máquinas (que perdera as comunicações com a ponte) entendera a ordem de abertura das válvulas de fundo para alagar os paióis a ré como o início do plano de destruição do navio. 

Não lhe restou, então, outra alternativa senão ordenar o encalhe do navio fora do local previamente estabelecido (frente à praia de Bambolim e não à de Dona Paula), o que aconteceu por volta das 12:35. 

Verificou, entretanto, o 2º Tenente Sarmento Gouveia que alguém içara uma bandeira branca numa das adriças. 

Como estava enrolada na verga de sinais (o que tornava praticamente impossível o seu avistamento pelos navios indianos, que prosseguiram o fogo) a adriça partiu-se quando se tentou arriá-la, acabando por ser retirada e destruída pelo 1º Tenente Martins Gonçalves. 

Mas com a torre directora inoperactiva, os circuitos eléctricos avariados, os monta-cargas das peças de vante fora de acção e as duas peças de ré encravadas, o “Afonso de Albuquerque” tinha esgotado a sua capacidade combatente (efectuara cerca de 400 tiros, tendo infligido 18 baixas – 5 mortos e 13 feridos – ao inimigo), pelo que, cerca das 1250, foi dada ordem de iniciar o abandono do navio. 

A bandeira nacional permaneceu içada. O fogo inimigo prosseguia com grande intensidade, não só em torno do navio como também sobre a praia. Mesmo assim, um grupo de oficiais, sargentos e praças regressou ao navio, sempre debaixo de fogo, numa vã tentativa de encontrar uma embarcação que pudesse transportar o Comandante por mar até Mormugão.

Em terra, o Capitão dos Portos de Mormugão, Capitão-Tenente Abel de Oliveira, indicou como local de reunião à guarnição do “Afonso de Albuquerque” o Clube Militar Naval, em Caranzalem (ao abandonar o navio, - a maioria a nado - o pessoal não pôde transportar consigo mais do que algumas armas individuais, pelo que não estava em condições de incorporar a defesa em terra), tendo o Comandante sido transportado numa viatura ao Hospital Escolar de Pangim.

Cerca das 1300 do dia 19, a guarnição foi, por fim, aprisionada. O Comandante das forças indianas deslocou-se pessoalmente ao Hospital Escolar de Pangim para visitar o Comandante Aragão e inteirar-se do estado dos restantes feridos."

Texto parcial do artigo publicado na RA nº 348, Dezembro 2001 da autoria do CFR Moreira Silva.

Revista da Armada - Homenagem da Marinha aos mortos da Índia em 1961: https://www.marinha.pt/Conteudos_Externos/Revista_Armada/PDF/2012/RA459.pdf

O fim da Índia portuguesa: 


Fonte: Facebook

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Fósseis marinhos revelam mudanças drásticas na Terra antes da colisão de asteroide


Dados obtidos através de fósseis marinhos na Antárctida confirmaram que a Terra passava por instabilidade ambiental antes do impacto do asteroide que causou a extinção dos dinossauros.

A Terra passou por fortes mudanças ambientais, inclusive antes de ser atingida por um asteroide. Até mesmo a biosfera estava instável, de acordo com pesquisa.

Conchas marinhas fossilizadas, que foram encontradas na Antárctida, mostraram sinais do aquecimento global e acidificação do oceano, fenómenos que teriam ocorrido antes da queda do asteroide, que mudou o clima no planeta e extinguiu os dinossauros, segundo estudo.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores mediram a composição de isótopos de cálcio nas ostras e conchas de caracóis fossilizados, que remontam à extinção massiva do Cretáceo-Paleogeno, há aproximadamente 66 milhões de anos.

Na época da extinção, a química dos depósitos marinhos enfrentou alterações, em resposta a uma onda de carbono nos oceanos, provavelmente gerada a partir das erupções ocorridas em zonas vulcânicas de 500.000 km² de extensão e 2.000 metros de espessura.

Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Astrónomo: 21 mil objectos espaciais podem ser perigosos para Terra


Será criado na Rússia um centro de monitorização de asteroides perigosos. O pesquisador-chefe, Natan Eismont, afirmou que o centro fará parte de uma empresa internacional, reconhecida no mundo.

Na Rússia está prevista a criação de um Centro de Detecção e Rastreamento de Asteroides e Cometas Perigosos, informou Igor Bakaras, chefe do Centro Analítico-Informacional de Apoio à Segurança da Actividade Espacial do principal instituto científico da Roscosmos, o TSINIIMASH (especializado no desenvolvimento de mísseis e motores para sistemas de defesa).

"No âmbito da criação do Sistema de Monitorização e Apoio à Informação de Segurança das Actividades Espaciais, está prevista a criação do Centro Russo de Pequenos Corpos Celestes, cuja principal tarefa será detectar e rastrear os corpos celestes de origem natural que se aproximam da Terra", disse.

A organização realizará a cooperação inter institucional com a Corporação Estatal de Actividades Espaciais Roscosmos, Academia Russa de Ciências, Ministério de Situações de Emergência, bem como com o Ministério das Relações Exteriores. 

Além disso, fornecerá informações e trocará dados com outros Estados e organizações internacionais.

O conceito do programa está previsto para ser preparado e aprovado em meados de 2020, e então começará sua implementação, disse Bakaras.

O sistema será criado com base no Centro de Informação e Análise para garantir a segurança das actividades espaciais TSINIIMASH, e no Sistema de Alerta Automatizado sobre Situações Perigosas no Espaço.

Raízes da implementação

O pesquisador-chefe do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia de Ciências da Rússia, Natan Eismont, notou que a Rússia começa este trabalho já com uma certa base.

"Já existe um centro pequeno assim no Instituto de Matemática Aplicada há mais de seis anos, por iniciativa deles. Eles conseguiram comprar equipamento e até mesmo colocá-lo em quase todo o mundo para observar asteroides perigosos.

Evidentemente, não desenvolveram suas actividades à mesma escala que os americanos ou os europeus, mas as suas observações estão dando resultados. Durante este tempo descobriram várias dezenas de asteroides perto da Terra. Seja o que for, essas pessoas contribuíram e estão contribuindo para essa actividade muito importante", disse Natan Eismont.

Segundo ele, o trabalho do Centro de Detecção e Rastreamento de Asteroides e Cometas Perigosos fará parte de uma empresa internacional, reconhecida no mundo.

"Conhecemos agora cerca de 21.000 objectos potencialmente perigosos, como aqueles que poderiam colidir com a Terra, em 1.000 anos, por exemplo. [...] Este trabalho tem sido realizado em grande escala desde cerca de 2005, após a descoberta do asteroide Apophis em 2004. 

Essas actividades foram consolidadas mundo afora, resultando na descoberta de aproximadamente cinco asteroides potencialmente perigosos por semana. 

E, até agora, pode-se supor que os grandes asteroides, com alguns quilómetros de tamanho, já são conhecidos, ou seja, suas trajectórias são previsíveis e seu tamanho foi estimado. Ou seja, essa campanha, de natureza internacional, teve resultados muito importantes, e ainda estamos recebendo-os", disse Natan Eismont.

Fonte: Sputnik News

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Asteróide do tamanho de uma pirâmide passará pela Terra sexta-feira, cientistas alertam um dia, uma rocha espacial pode atingir-nos


Um asteróide do tamanho de uma pirâmide egípcia está a caminho e fará uma "aproximação" da Terra na noite de sexta-feira, tendo sido observado apenas no final da semana passada.

O asteróide, chamado de 2019 WR3, foi observado directamente 74 vezes pela NASA desde que foi visto nos céus a 27 de novembro, para que a agência espacial pudesse calcular seu tamanho, velocidade e trajectória e determinar o nível de ameaça.

A NASA agora acredita que a rocha espacial mede entre 76 e 170 metros (249 e 557 pés) e está viajando a velocidades de 27.036 km / h (16.799 km / h).

O WR3 de 2019, portanto, ultrapassa o limiar bruto de 82 pés (25 m) de diâmetro, após o qual os asteróides sobreviveriam atingindo a atmosfera da Terra e atingiriam até a superfície. 

Ele fará sua aproximação mais próxima da Terra na sexta-feira, 6 de dezembro. Felizmente, em termos astronómicos não significa necessariamente nenhuma ameaça directa; O 2019 WR3 chegará a 5,44 milhões de km da Terra ou aproximadamente 14 vezes a distância da Lua no ponto mais próximo. 

O suspiro colectivo de alívio segue as notícias de que a ESA aprovou a missão Hera, de US $ 471 milhões, para testar a coragem da Terra e tentar desviar um asteróide em 2024.

"A probabilidade é baixa, mas as consequências são altas", afirmou Patrick Michel, principal cientista da ESA para Hera.

“É por isso que é relevante cuidar disso. Além disso, temos as ferramentas ... Não podemos perder mais tempo. ”

Enquanto isso, o professor Alan Fitzsimmons, da Queen's University Belfast, convocou armas ... ou telescópios, conforme o caso, pedindo aos astrónomos amadores que nomeiem asteróides potencialmente perigosos que vale a pena assistir. 

"Teremos um sério impacto de asteróide em algum momento" , disse ele recentemente. "Pode não ser em nossa vida, mas a mãe natureza controla quando isso vai acontecer."

"A pesquisa de asteróides é uma área da astronomia em que os observadores amadores continuam a dar uma contribuição essencial."

Fonte: RT

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Alienígenas 'alertaram' o mundo sobre asteroide 'Deus do Caos', segundo ovniólogo


Michael Horn, membro da equipe do famoso ovniólogo Billy Meier, afirmou que alienígenas alertaram o mundo sobre "iminente choque com asteroide Apophis" e disseram como evitar tragédia.

Ainda segundo Michael Horn, a previsão de choque teria sido dita por seres alienígenas em 1981, quando a NASA não tinha ainda conhecimento da existência do asteroide Apophis, conhecido como "Deus do Caos".

Naquele ano, o ovniólogo suíço Billy Meier teria recebido uma mensagem de que o impacto pode ser evitado, segundo contou ao jornal Express Michael Horn.

"Eles [alienígenas] disseram para olhar para as coisas como painéis solares e outros meios que eles querem tentar [para evitar a tragédia]", declarou Horn.

Ainda segundo o ovniólogo, os supostos alienígenas cogitam explodir o asteroide, o que não seria recomendável, ao passo que considerariam o uso de armas nucleares uma opção.

"Eles recomendaram muito meios de detonar uma carga nuclear em certa distância para desviar e tirar o asteroide Apophis 'Deus do Caos' de sua trajectória", afirmou Horn.

NASA

Por sua vez, cientistas da NASA não acreditam que o asteroide colidirá com o nosso planeta.

Perguntado sobre a incredulidade da agência, Horn ressalta o suposto alto nível tecnológico em poder dos alienígenas.

"As tecnologias dos viajantes do espaço excedem em muito as da NASA [...] Para provar isso, eles deram para Meier mais de 250 exemplos de informação científica profeticamente precisa décadas antes de nossos cientistas terem descoberto [o asteroide]", afirmou Horn.

Mudanças na Terra

Ainda segundo Horn, pelas palavras dos ditos seres extraterrestres, o planeta sofrerá grandes mudanças após a suposta colisão.

"Aquele Apophis irá criar um novo continente, devido à grande quebra da Terra, desde o mar do Norte até o mar Negro, de onde será lançada lava vermelha e quente em diante", declarou o ovniólogo.

Fonte: Sputnik News

sábado, 16 de novembro de 2019

Segundo a NASA, um asteróide grande pode chocar com a Terra em 6 de maio de 2022


O corpo espacial teria a capacidade de destruir uma cidade inteira.

Muitos não dão mais crédito a esses tipos de previsões. O facto é que isso não parece desencorajar o estudo da NASA: de acordo com pesquisadores daquele instituto, o planeta Terra poderia enfrentar sua aniquilação, já que em 6 de maio de 2022, um asteróide poderia impactar com o nosso mundo.

A NASA descobriu o asteróide em 2009 e o chamou JF1. Durante a última década, o sistema automatizado de observação de asteróides da agência espacial - conhecido como Sentry - foi programado para manter uma atenção especial ao JF1.

Foi designado como " objecto próximo à Terra" (NEO), ou seja, está na órbita do sol e apresenta uma "jornada" para o nosso planeta. JF1 tem um diâmetro aproximado de 130 metros; um tamanho semelhante à pirâmide de Gizé no Egipto.

A NASA acrescentou que o Sentry “varre continuamente todo o catálogo de asteróides mais recentes, para estimar os possíveis impactos que possam existir.

Enfim, não é para se preocupar. A própria NASA estima as chances de um impacto entre JF1 e a Terra em 0,026%; portanto, há 99% de chances de que nada aconteça.

Fonte: abc Diario

Pode ler mais AQUI

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Queda de asteroide no oceano Atlântico 'provocaria o caos', adverte cientista


Uma cientista advertiu que, se um asteroide caísse no oceano Atlântico, poderia "provocar o caos", criando uma série de ondas gigantes que devastariam as regiões costeiras, afectando milhões de pessoas.

Os asteroides sempre desempenharam um papel importante na formação de muitos planetas. Milhões destes corpos rochosos voam pelo espaço no Sistema Solar, orbitando o Sol. Suas colisões, conhecidas como eventos de impacto, são destruidoras mas também podem contribuir para formar planetas.

Cientistas da NASA monitorizam constantemente o espaço em busca de Objectos Próximos à Terra (NEO, na sigla em inglês) e Objectos Potencialmente Perigosos (PHO) que podem representar ameaça para a existência da vida no nosso planeta, informa o jornal britânico Express.

A doutora Natalie Starkey propôs no seu livro "Catching Stardust" uma nova teoria sobre o que aconteceria se uma rocha espacial gigantesca atingisse um dos oceanos da Terra.

"Se fracassarmos no futuro em proteger o planeta de ameaças vindas do espaço, então poderemos esperar um impacto de um grande asteroide ou cometa, causando estragos na superfície da Terra e resultando em grandes mudanças globais e altas taxas de mortalidade", adverte a investigadora.

"Um cometa ou asteroide ao atingir um dos oceanos poderia provocar tsunamis gigantes, resultando na destruição completa das regiões costeiras", ressalta a cientista.

Se imaginarmos a ondulação provocada pelo lançamento de uma pedra em um lago, sem quaisquer obstáculos pelo caminho, as ondas só param ao chegar à margem do lago.

"Imagine agora o mesmo cenário em uma escala maior, um asteroide de vários quilómetros de diâmetro, atravessando o nosso espaço a uma velocidade superior de 64 mil quilómetros por hora e impactando um dos oceanos", diz ela.

O efeito é o mesmo, só que desta vez a 'beira do lago' seriam enormes cidades habitadas por milhões de pessoas, e a infraestrutura urbana seguramente não conseguiria suportar toda essa enorme massa de água.

O asteroide Bennu, por exemplo se aproxima muito perto da Terra uma vez em cada 6 anos. Por causa da sua proximidade do nosso planeta existe alta probabilidade de que Bennu impacte a Terra no final no século XXII.

Fonte: Sputnik News

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Enorme 'bola de fogo' transforma noite em dia no céu da China


Câmaras de vigilância captaram o incrível momento em que um meteoro enorme iluminou o céu da cidade chinesa de Songyuan, transformando a noite em dia.

A "bola de fogo" apareceu na última sexta-feira (11), no nordeste da China, e também foi vista por vários moradores, que ficaram surpreendidos, segundo a CCTV.

Felizmente, o meteoro queimou-se no céu, indicando que apenas pequenos pedaços de detritos tivessem caído na superfície terrestre.

"Quando os detritos entram na atmosfera da Terra, a fricção entre os detritos [do meteoro] e os gases atmosféricos o aquece ao ponto de fazê-lo brilhar e tornar-se visível aos nossos olhos", explica a NASA.

"Esse rastro de luz no céu é conhecido como meteoro. A maioria dos meteoros brilha por apenas alguns segundos antes de se queimar e atingir a superfície da Terra", continua a agência espacial.


Fonte: Sputnik News

sábado, 14 de setembro de 2019

NASA e ESA descobrem buraco negro assustador que devora 12 luas por dia


Foi descoberto um monstruoso buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia. Segundo uma equipa de astrónomos da NASA e da ESA, os dados agora revelado indicam que o buraco negro consome grandes quantidades de material aquecido a cada nove horas. Um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem à velocidade da luz, podem escapar.

Nesse sentido, este é um novo comportamento de um buraco negro supermassivo que nunca tinha sido detetado antes pelos cientistas.

Este buraco negro consome quatro luas três vezes por dia

O buraco negro está situado bem no centro da galáxia GSN 069, a 250 milhões de anos-luz da Terra, e contém cerca de 400.000 vezes a massa do Sol. Os investigadores recorreram ao observatório de raios-X Chandra (NASA) e ao XMM-Newton (ESA) para concluir que este buraco negro consome, aproximadamente, quatro luas três vezes por dia.

Este comportamento é tão sem precedentes que tivemos de criar uma nova expressão para o descrever.

Referiu o investigador Miniutti.

O cientista, que é o primeiro autor de um artigo da Nature publicado este mês, descreveu o processo como “Erupções Quase-Periódicas de Raio-X”. A atividade do monstruoso buraco negro foi descoberta pela primeira vez pelo observatório de raios-X da ESA chamado XMM-Newton.


Grandes explosões vindas da galáxia GSN 069

Conforme foi veiculado, este observatório detetou duas explosões a 24 de dezembro de 2018. Posteriormente, após Miniutti e os seus colegas seguirem o fenómeno, encontram um mês depois mais cinco explosões na GSN 069. Além destas, o observatório de raios-X Chandra da NASA detetou outras três explosões adicionais no mês seguinte, a 14 de fevereiro.

Ao combinar os dados destes dois observatórios de raios-X, seguimos estas explosões periódicas durante pelo menos 54 dias. Isto dá-nos uma oportunidade única para testemunhar o fluxo de matéria para um buraco negro supermassivo, que acelera e desacelera repetidamente.

Explicou o coautor e cientista da ESA, Richard Sazton.


Nesse sentido, foi observado que o buraco negro desfruta das suas refeições “bem preparadas”. Isto porque a temperatura do gás que cai na sua direção aumenta em cerca de um milhão a 2,5 milhões de graus.


Pensamos que a origem da emissão de raios X é uma estrela que o buraco negro rasgou parcial ou completamente e está lentamente a consumir pouco a pouco.

Referiu Margherita Giustini da ESA.

Ainda há várias explicações sobre o que foi visto

Segundo o que afirmou Giustini, a origem das explosões repetidas era “uma história completamente diferente” e precisava de ser mais estudada. Desta forma, os autores sugerem que há duas explicações possíveis para as explosões.

Uma delas é que a energia se acumula durante o consumo até que se torna instável e a matéria cai rapidamente no buraco negro produzindo as explosões, o ciclo é então repetido. Por outro lado, a outra teoria dos investigadores refere que pode haver uma interação entre a matéria que está a ser consumida e um corpo secundário orbitando o buraco negro, talvez os restos de uma estrela parcialmente digerida.

Os novos dados dos observatórios Chandra e XMM-Newton implicam que o tamanho e a duração das refeições do buraco negro diminuiu e a distância entre elas aumentou. Por isso, as observações futuras desta descoberta serão cruciais para ver se a tendência continua.

Os buracos negros supermassivos são geralmente maiores do que o encontrado na GSN 069, com massas de milhões ou mesmo mil milhões de sóis. Quanto maior é o buraco negro, mais lentas serão as suas flutuações de brilho.

Em suma, a equipa terá de continuar a estudar este fenómeno inédito, para conseguir explicações do que detetaram.

Fonte: Pplware

sábado, 7 de setembro de 2019

NASA admite ter detectado asteroide pouco antes de sua colisão com Terra


Asteroide de três metros de diâmetro 2019 MO entrou na atmosfera terrestre e NASA por pouco não o via.

O asteroide se desintegrou ao entrar na atmosfera próximo às Caraíbas em 29 de junho. Ele havia sido detectado pela NASA a cerca de 480 mil km da Terra, distância maior da que nos separa da Lua. Embora a distância pareça grande, o corpo celeste movia-se a uma velocidade de 14,9 km por segundo (mais de 53 mil km/h).

A dificuldade em achar o asteroide estaria no seu tamanho. Segundo a NASA, achar o 2019 MO é a mesma coisa que encontrar um mosquito a 500 km. Mesmo assim, o asteroide foi encontrado pelo telescópio de observação ATLAS, localizado na Universidade do Havaí, Estados Unidos.

No seu comentário, o cientista da NASA Davide Farnocchia explicou a razão de o corpo celeste ter sido identificado tão tarde, publicou o portal Express.

"Os asteróides deste tamanho são muito mais pequenos do que aquilo que nos compete rastrear. Eles são muito pequenos e não conseguiriam ficar inteiros o bastante para causar danos após entrar na atmosfera", disse Farnocchia.

No entanto, asteroides pequenos (ou fragmentos de corpos maiores) também podem causar danos. Em 2013 um asteroide do tamanho de um prédio de seis andares explodiu e seus destroços caíram sobre Chelyabinsk, Rússia. Como resultado 1200 pessoas ficaram feridas e cerca de 7 mil casas e prédios sofreram danos.

Fonte: Sputnik News

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

'Vida ou morte': especialista alerta sobre chance real de impacto de asteroide


É "100%" certo que um asteroide atingirá a Terra, mesmo que não seja possível prever quando ou onde isso acontecerá.

De acordo com Lembit Opik, presidente do Parlamento de Asgardia, o assunto é questão de vida ou morte e que é hora de pensar em proteger a Terra dos asteroides, segundo o jornal Express.

"É uma questão de vida ou morte. A chance de um impacto é de 100%, apenas não se sabe quando", afirmou Opik.

Opik antes actuou na política britânica e agora trabalha com a nação espacial Asgardia para preparar a Terra para lidar com um perigo inevitável, ou seja, os asteroides.

Imagem artística do asteroide duplo 1999 KW4 criada com base na 
fotografia tirada pelo telescópio VLT

"Isso raramente acontece, mas quando acontece é catastrófico e acabará com 70% a 95% de toda a vida. Aparentemente, como aconteceu antes", ressaltou Opik.

Além disso, ele afirma que a Asgardia tem como principal objectivo criar uma guarda espacial para proteger o planeta das ameaças cósmicas.

Sendo assim, a agência pretende estabelecer a presença humana no espaço, através da construção de postos avançados e concedendo a primeira criança fora do mundo dentro dos próximos 25 anos.

Mas, para atingir esses objectivos grandiosos, os cientistas de Asgardia precisam provar que os seres humanos que vivem no espaço podem ser mantidos a salvo de ameaças como asteroides.

Opik ainda destaca que os asteroides não são a única ameaça que há no espaço, pois ainda há muitos outros elementos perigosos, porém mais fáceis de prever.

Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Nem Asteróide do Apocalipse, nem Deus do Caos. Nenhum asteróide (conhecido) vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos


A NASA continua a afirmar que nenhum asteróide conhecido representa um risco significativo de impacto com a Terra nos próximos 100 anos.

Vários média noticiaram nos últimos dias a aproximação à Terra do asteróide 99942 Apophis, também conhecido como “Deus do Caos”.

Este corpo rochoso, que tem 340 metros de largura, “passará” pela Terra nos próximos 10 anos, de acordo com as estimativas dos cientistas, e ficará a 30.500 quilómetros de distância do nosso planeta, recorda a agência Europa Press.

O Apophis é um dos maiores asteróides a passar tão perto da Terra e uma eventual colisão poderia ser devastara para toda a vida na Terra.

O jornal britânico The Express escreveu que a NASA já iniciou os preparativos para a passagem do Apophis, dando conta que a agência norte-americana está também atenta a eventuais mudanças na sua trajetória e a futuros impactos com a Terra.

Contudo, a NASA desdramatiza a situação. Na sua página oficial, escreve que o maior risco de impacto para um asteróide conhecido (FD 2009) ocorrerá em 2185 e tem uma probabilidade de impacto de 1 em 714 – ou seja, uma possibilidade menor que 0,2%.

A tabela de risco que monitoriza riscos de impactos é da responsabilidade do NEO Study Center do Jet Propulsion Laboratory, sendo também continuamente atualizada à medida que novos asteróides são descobertos e que mais asteróides conhecidos são observados.

Um dos asteróide que a NASA estuda de perto é o Bennu, que tem uma possibilidade de impactar a Terra de 1 em 2.700 entre 2175 e 2195.

A nave espacial OSIRIS-REx completará uma investigação de 2 anos ao asteróide antes de extrair uma amostra de material da superfície do corpo rochoso para depois devolvê-la à Terra. O lugares para pousar no Bennu, também conhecido como Asteróide do Apocalipse, foram recentemente definidos.

Além de recolher uma amostra, OSIRIS-REx também estudará como é que a luz absorvida pelo Sol e re-irradiada pelo Bennu afeta a sua órbita e, consequentemente, como é que esta órbita se pode tornar mais perigosa para a Terra.

Fonte: ZAP

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Algo "enorme" aconteceu e bloqueou nosso Sol


Em 19 de agosto, um estranho evento ocorreu no espaço, quando o sol pareceu ficar quase bloqueado por "algo" inexplicável. Vamos observar no vídeo abaixo.

As imagens que realmente impressionam ao mesmo tempo são desconcertantes, foram captadas por vários satélites da NASA que monitorizam o sol, e "Era Dimensional" as enviou para sua página no Facebook no momento que as obteve.

O estranho evento deixou todos que puderam visualizar a anomalia desconcertados, e da Revista Ufo-Spain ainda temos várias hipóteses sobre a mesa, já que as imagens são muito perturbadoras.

É possível que a anomalia se deva a um eclipse solar? Para entrar em segundo plano, devemos lembrar que um eclipse solar ocorre quando a lua fica entre a Terra e o Sol, e a Lua lança uma sombra sobre a Terra.

Além disso, um eclipse solar só pode ocorrer na fase da Lua Nova, quando a lua passa directamente entre o Sol e a Terra e suas sombras caem na superfície do nosso planeta.

Mas nesta ocasião deve ser mencionado que não foi a passagem da Lua na frente do Sol, desde o último eclipse solar ocorreu em 2 de julho de 2019 e o próximo eclipse solar ocorrerá em 26 de dezembro deste 2019.

O Observatório Solar Nacional Mauna Loa, nos EUA, também conseguiu registar algo estranho na tarde de 19 de agosto de 2019, quando a imagem do sol começou a falhar, na qual uma estranha estrutura de favo de mel se tornou visível.


Todos nós já ouvimos falar de uma estrela de meia-idade chamada KIC 8462852, a cerca de 1.480 anos-luz da Terra, o que sugere que algum tipo de estrutura de matéria complexa está cercando a estrela.

Existe uma possibilidade real de que um “enxame de mega estruturas” construídas por uma civilização alienígena avançada para colher energia daquela estrela.

Embora neste caso não exista um enxame de estrutura em nossa estrela, já que podemos ver que o sol está livre de constantes obstruções que não nos permitia ver nossa estrela na sua totalidade.

É muito possível que tenhamos a possibilidade racional de que, no momento em que as imagens foram tiradas, um grande objecto passou entre os satélites e o sol.

E isso pode ser mais viável porque a aparência não era constante, e embora a imagem parecida com um painel se pareça com uma lente fracturada, é mais como o resultado de um distúrbio causado por algo acontecendo entre a lente e o sol.

É possível que tenha sido um asteróide? Talvez tenha sido uma nave extraterrestre que tanto falamos em Ufo-Spain junto com nosso parceiro Snakedos, daqueles que se abastecem das estrelas. 


Fonte: Ufo Spain
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