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quarta-feira, 27 de março de 2019

Aviões de observação e ligação na Guerra Colonial em África


Aviões utilizados pela Força Aérea Portuguesa na Guerra Colonial na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique.

Aviões de observação e ligação 

Os aviões de observação e ligação destinavam-se a apoiar as operações terrestres através de missões de: observação e reconhecimento (RVIS), de Posto de Comando Aéreo (PCA) e de ligação e transporte ligeiro.

 Dornier DO-27
A aeronave característica desta missão, durante a guerra, foi a Dornier DO-27, de origem alemã, da qual a Força Aérea teve ao serviço, nos três teatros de operações, cinquenta unidades. Estes aviões ligeiros chegaram ainda a cumprir missões de combate, armados com dois ninhos de rockets de 37 mm, apoiando forças terrestres em operações. O DO-27 foi o primeiro avião militar alemão a ser construído após a II Guerra Mundial. Era monomotor a hélice, com o peso total de 1850 quilos, velocidade de 227 km/h e alcance de 1100 quilómetros. 

Auster 0.5/160 Husky
O avião Auster 0.5/160 Husky era um pequeno monomotor de hélice metálica, construído nas OGMA, e durante a guerra mais de cento e cinquenta voaram em missões de observação, evacuação e ligação, sendo utilizados em pistas pequenas e improvisadas. A velocidade máxima era de 235 km/h, possuindo autonomia para quatro horas de voo.

Aviões de transporte na Guerra Colonial em África


Aviões utilizados pela Força Aérea Portuguesa na Guerra Colonial na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique.

Aviões de transporte

Os primeiros aviões de transporte utilizados foram doze Skymaster, operacionais a partir de 1953, seguidos de dez Douglas DC-6, que entraram ao serviço em 1961, e dois Boeing 707, recebidos em 1972. Estes últimos substituíram os navios mercantes no transporte dos contingentes de e para África.

A unidade de transportes da Força Aérea esteve sempre localizada em Lisboa (Aeroporto da Portela) e teve a designação de Aeródromo-Base n.º 1. 

SC-54 Skymaster
O Douglas SC-54 Skymaster era um quadrimotor de transporte comercial e foi o primeiro avião dos Transportes Aéreos Militares que operou, inicialmente, entre os Açores e o Continente. 

DC-6
Boeing 707-3F5
O Douglas DC-6 era quadrimotor de transporte, com velocidade máxima de 570 quilómetros e alcance de 7400 quilómetros. O Boeing 707-3F5 era uma versão do Boeing 707, com portas de carga na fuselagem. Os aviões de transporte médio destinavam-se, em primeiro lugar, ao transporte táctico e logístico no interior dos teatros de operações.

C-47 Dakota
O C-47 Dakota, bimotor muito seguro, foi utilizado em missões de transporte de pessoal e logística, para lançamento de pára-quedistas e mesmo como lançador de bombas na Guiné. Podia transportar trinta e dois passageiros ou duas toneladas e meia de carga à velocidade de 260 km/h.

Nord-Atlas
O Nord-Atlas, pelas suas características de robustez, nomeadamente a capacidade para aterrar e descolar em pistas curtas e com mau piso, foi o grande meio de apoio nos três teatros de operações, servindo ainda como lançador de pára-quedistas. A Força Aérea dispôs de doze unidades do modelo Nord 2502 e dezanove do modelo Nord 2501. A diferença principal residia no facto de o primeiro dispor de turbinas suplementares na ponta das asas. 

Avião bimotor, tinha alcance de 1500 quilómetros e velocidade de 330 km/h. Podia transportar cerca de cinco toneladas e meia de carga ou quarenta e cinco homens, com peso máximo de descolagem de vinte e três toneladas (na versão 2502).

Fonte: Guerra Colonial

terça-feira, 26 de março de 2019

Aviões de combate na Guerra Colonial em África


Aviões utilizados pela Força Aérea Portuguesa na Guerra Colonial na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique.

Aviões de combate

T-6 Harvard
Entre os aviões de combate que equiparam a Força Aérea durante a guerra, o T-6 Harvard, monomotor de hélice, inicialmente destinado ao treino básico, foi também utilizado para missões de ataque ao solo e reconhecimento armado nos três teatros de operações. Com o peso de 2548 quilos, velocidade máxima de 340 km/h e alcance de 1400 quilómetros, podia ser municiado com bombas e foguetes sob as asas, para além das metralhadoras que o equipavam. Os últimos aviões deste tipo foram fornecidos pela África do Sul.

F-84 G Thunderjet
O F-84 G Thunderjet, caça-bombardeiro de origem americana, equipou as esquadras de combate da Base Aérea de Luanda.

F-86 Sabre
O F-86 Sabre, outro caça-bombardeiro táctico monoposto, também americano, foi utilizadona Guiné no início da guerra, sendo posteriormente retirado por ser material NATO. Podia ser armado com seis metralhadoras 12,7 mm e 24 foguetes, a velocidade máxima era de 1215 km/h e raio de acção de cerca de 1400 quilómetros. 

Fiat G-91-R4
Um dos mais utilizados aviões de combate foi o Fiat G-91-R4, aparelho a reacção monoturbina e monoposto, de origem italiana, mas adquirido à República Federal da Alemanha. Destinava-se a missões de ataque ao solo e reconhecimento fotográfico, podendo ser armado com metralhadoras e bombas. A Força Aérea teve ao serviço quarenta aeronaves deste tipo nas bases de Bissau, Nacala e Tete, os quais chegaram a operar em Mueda, numa pista previamente prolongada para esse efeito.

Lockeed PV2 Harpoon
O PV2 (Lockeed PV2 Harpoon), bombardeiro médio, bimotor concebido para a luta anti-submarina no final da II Guerra Mundial, esteve ao serviço da Força Aérea, que chegou a ter vinte e dois em África, quase todos em Angola, no início da guerra. Alguns operaram também em Moçambique. Transportavam bombas no compartimento central e nas asas, podendo ser instaladas até oito metralhadoras 12,7 mm na proa. A sua finalidade era atacar submarinos à superfície ou pequenos navios, mas os pilotos portugueses utilizaram-no em África como se fosse caça-bombardeiro.

O sistema nunca foi certeiro, por laqueios e vibrações, sendo principalmente utilizado em fogo de zona. A velocidade máxima era de 454 km/h. 

P2V-5 Neptune
O P2V-5 (Neptune) era avião para a luta anti-submarina, que substituiu o PV2 e foi utilizado como bombardeiro. Existiram doze destas aeronaves ao serviço da Força Aérea. 

B-26 Invader
O B-26, adquirido fora dos circuitos comerciais, foi usado em Angola, por curto espaço de tempo.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Sobreviver a queda de 5500 metros sem paraquedas e ter de convencer nazis de que não era espião


Ficou conhecido pelos camaradas da RAF, a força aérea britânica, como "o indestrutível Alkemade". Há 75 anos, durante a Segunda Guerra Mundial, Nicholas Alkemade saltou de um bombardeiro em chamas e sobreviveu sem qualquer osso partido. Os ramos de um pinheiro e a neve no chão amorteceram a queda em território alemão.

A escolha era entre morrer queimado ou saltar. Decidi saltar", diz Nicholas Alkemade, citado no blog do Museu da RAF, a força aérea britânica. Durante décadas, este sargento artilheiro britânico relatou a jornalistas e historiadores como sobreviveu naquela noite de 24 para 25 de março de 1944, faz agora 75 anos, a uma queda de 5500 metros e ainda teve de convencer os nazis de que era um aviador e não um espião infiltrado em território alemão. A sua sorte foram os ramos de um pinheiro e a neve fofa no solo.

Alkemade era tripulante de um bombardeiro Lancaster que regressava de ataque a Berlim, mais de 800 aviões ao todo. O sargento seguia a bordo com mais seis tripulantes quando uma missão que parecia bem sucedida depois do bombardeamento da capital alemã foi transformada em tragédia por um Junckers. Quando se preparava para salta do avião em chamas, Alkemade percebeu que o paraquedas estava a arder e hesitou. Mas ele próprio começou a sofrer queimaduras e o salto tornou-se a única escolha, como contou muitas vezes também em programas televisivos, para os quais era convidado regular até morrer em 1987, com 64 anos.

Tinha cortes e queimaduras, também um joelho em muito mau estado, mas nenhum osso partido. Capturado por civis alemães, foi levado para uma clínica. No dia seguinte, chegou a Gestapo, que não acreditou na história do salto sem paraquedas e o acusou de ser espião. Só quando foi encontrado o avião de Alkemade carbonizado, a sua versão passou a credível para os alemães. Os nazis passaram mesmo um documento a autentificar a sua proeza, mesmo que a altitude exata da qual Alkemade se lançou (de um avião em queda!) seja motivo de debate ainda hoje.

Alkemade, de 22 anos, foi libertado numa troca de prisioneiros entre os britânicos e os alemães em fevereiro de 1945. A guerra terminou na Europa três meses depois e Alkemade trabalhou em tempos de paz na indústria química. O resto da tripulação do seu avião está sepultada num cemitério militar em Hanôver.

Em 2015, um estudo da Universidade de Leicester deu como cientificamente possível a sobrevivência de uma queda a 5500 metros estudando o caso de Alkemade. O segredo é o número sucessivo de ramos que vão reduzindo a velocidade da queda e depois a espessura de neve no solo. Mas a hipótese de morrer é bem superior, claro, concluem os cientistas.

Fonte: DN

sábado, 23 de março de 2019

Encontrado porta-aviões dos Estados Unidos afundado em 1942


Porta-aviões norte-americano Wasp está localizado a 14 mil pés (cerca de 4270 metros) de profundidade no Mar de Coral, a nordeste da Austrália

O porta-aviões norte-americano Wasp, afundado numa batalha da Segunda Guerra Mundial em 1942, foi encontrado a cerca de 14 mil pés (4270 metros) de profundidade no Mar de Coral, a nordeste da Austrália.

Pela primeira vez em 76 anos, o navio foi visto a 14 de janeiro de 2019 por uma equipa de investigadores da The Research Vessel Petrel constituída por exploradores, historiadores, mergulhadores e pilotos submersíveis, a bordo de uma embarcação chamada Petrel, originalmente construída para a manutenção de campos de petróleo.

O grupo de investigadores vem procurando destroços de navios de guerra norte-americanos como o Wasp desde 2017, por ordem de Paul Allen, cofundador da Microsoft que morreu em outubro e que queria encontrar esses navios como forma de homenagear o serviço militar do seu pai na Segunda Guerra Mundial.

O porta-aviões foi afundado a 15 de setembro de 1942, 500 quilómetros a sudeste de Guadalcanal, atingido por dois ou três torpedos de um submarino japonês.


Fonte: DN

terça-feira, 12 de março de 2019

OGMA está a dar mais 20 anos de voo aos F-16


A indústria aeronáutica sedeada em Alverca concluiu pela primeira vez a modernização integral de um F-16 para a Força Aérea Portuguesa. Outros se seguirão.


O desafio é ambicioso: pôr como novo um avião fabricado em 1983, que deixou de voar em 1999 e esteve quase duas décadas parado no deserto do Arizona.



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sexta-feira, 8 de março de 2019

Fotografaram pela primeira vez as ondas de choque de voo supersónico

As imagens, originalmente monocromáticas e depois coloridas, foram captadas durante uma série de voos supersónicos para compreender melhor como os choques interagem com as aeronaves. © NASA

Ao fim de dez anos de investigação para a construção de uma futura aeronave supersónica, a NASA conseguiu captar as ondas de choque de voos de dois aviões da Força Aérea norte-americana.

A agência espacial norte-americana testou com êxito ​​​​​​​uma avançada tecnologia fotográfica que demorou dez anos a desenvolver, ao conseguir captar as primeiras imagens de sempre da interação de ondas de choque de dois aviões supersónicos.

As imagens mostram duas aeronaves T-38 da Força Aérea norte-americana em pleno voo num teste realizado no Centro de Investigação de Voo Armstrong da NASA em Edwards, Califórnia.

A série de voos do teste Air-to-Air Background Oriented Schlieren, ou AirBOS, teve sucesso ao conseguir imagens de alta qualidade de ondas de choque, ou seja, mudanças rápidas de pressão que são produzidas quando uma aeronave voa mais rápido do que a velocidade do som. As ondas de choque produzidas pelos aviões fundem-se à medida que viajam pela atmosfera e são responsáveis pelo que é ouvido no solo como uma explosão sonora.

"Estou extasiado com o resultado das imagens", disse o cientista da NASA J.T. Heineck. "Com este sistema atualizado, melhorámos imensamente a velocidade e a qualidade de nossas imagens de investigações anteriores", prosseguiu.

O sistema será usado para obter dados essenciais para o projeto da aeronave X-59 QueSST da NASA, que será supersónico, mas irá produzir ondas de choque que, em vez de uma explosão sonora, irá emitir um ruído leve. Essa capacidade permitirá a essas aeronaves escaparem às restrições atuais dos aviões supersónicos em terra.

Fonte: DN

sexta-feira, 1 de março de 2019

O avião mais letal - e "invisível" - da Marinha americana está pronto para combate


O novo F35C irá integrar a frota da Marinha norte-americana e distingue-se pelas capacidades furtivas, velocidade supersónica, agilidade extrema e vanguarda da tecnologia.

Foram mais de duas décadas em testes que agora culminam com a Marinha dos Estados Unidos da América a apresentar o novo avião F-35C que diz estar pronto para o combate. Descrito como o futuro da aviação militar, o F-35C é uma aeronave letal e versátil que combina capacidades furtivas, velocidade supersónica, agilidade extrema e vanguarda da tecnologia de fusão de sensores, de acordo com a Lockheed, a fabricante.

O anúncio de quinta-feira surgiu após o primeiro esquadrão de F-35C ter sido incluído na frota do porta-aviões USS Carl Vinson. "O F-35C está pronto para operações, pronto para combate e pronto para vencer", disse o vice-almirante DeWolfe Miller, comandante das Forças Aéreas Navais. "Estamos a adicionar um incrível sistema de armas ao arsenal de nossos grupos de ataque que melhoram significativamente a capacidade da força conjunta."

Declarar oficialmente que o avião está pronto para o combate é um marco importante para a Marinha e para o principal fabricante da aeronave, a Lockheed Martin. "Este marco é o resultado da dedicação inabalável do nosso esforço conjunto, de governo e indústria, focado em fornecer o avião de combate mais letal", disse Greg Ulmer, vice-presidente da Lockheed Martin e diretor-geral do programa F-35 que conta já versões na Força Aérea dos EUA, e ainda nas forças armadas de Japão e de Israel.

O avião, que mantém as capacidades furtivas que dificultam a deteção por radar inimigo, é um dos favoritos do presidente Donald Trump, que elogiou o F-35 várias vezes por ser "invisível".

No entanto, o avião, que é o sistema de armas mais caro da história, também gerou fortes críticas nos últimos anos depois de enfrentar uma longa lista de contratempos, incluindo problemas com software, motores e sistemas de armas. E os críticos continuam a expressar ceticismo sobre a capacidade de combate do F-35 apesar das garantias dos líderes militares dos EUA de que os problemas estão resolvidos.

Fonte: DN

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

É o fim do A380. Airbus anuncia que vai deixar de fabricar o avião


O CEO da Airbus explicou que não existe "uma carteira de pedidos substancial do A380" e que, por isso, não há base para apoiar a sua produção.

O grupo europeu Airbus anunciou esta quinta-feira que vai deixar de fabricar o avião A380 em 2021, depois do seu principal cliente, a Emirates, ter alterado parte da sua encomenda pelos modelos A330-900 e A350-900.

A Emirates, que, de acordo com as encomendas até agora deveria ter recebido um total de 162 A380, vai comprar apenas 123, tendo assinado um novo contrato com a Airbus para adquirir 40 A330-900 e 30 A350-900.

Em comunicado, o CEO da Airbus, Tom Enders, explicou que como resultado dessa decisão, não existe "uma carteira de pedidos substancial do A380 e, portanto, não há base para apoiar a produção do A380, apesar de todos os esforços de vendas" realizadas com outras companhias aéreas nos últimos anos.

"Isso leva-nos a finalizar as entregas do A380 em 2021", concluiu Enders.

De acordo com o jornal The Guardian, o cancelamento do fabrico do A380 pode afetar 3.500 empregos, incluindo cerca de 300 da fábrica de Broughton, no norte do País de Gales, onde são construídas as asas do modelo.


Fonte: TSF

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Este foguetão foi impresso a 3D e é "o maior do mundo na sua categoria"


A startup britânica Orbex afirma que imprimir um foguetão 3D garante uma maior segurança e fiabilidade.

A Orbex é uma startup britânica que pretende dar um contributo à exploração espacial, tendo revelado um foguetão impresso numa única peça em 3D. E é grande, o “maior do mundo” considera a empresa, na apresentação do Prime Rocket de segunda fase. O protótipo foi construído por uma equipa de engenheiros que trabalharam na NASA, ESA e Ariane, entre outras empresas ligadas aos voos espaciais.


O protótipo esconde um motor desenhado para funcionar à base de bio-propano, um combustível baseado em matérias renováveis. O foguetão foi impresso numa composição de fibra de carbono e alumínio, com a empresa a garantir que é 30% mais leve do que qualquer outro dispositivo desta categoria e 20% mais eficiente.
A empresa tem o seu voo de estreia planeado para 2021, a partir da Escócia. E se tudo correr bem, já garantiu um contrato com a empresa suíça Astrocast SA para transportar 10 nano-satélites em 2023, para suportar uma rede global de IoT.

Fonte: TekSapo

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Antonov An-225: O maior avião do mundo inacabado encontra-se escondido num armazém


Kiev, Ucrânia (CNN) - Nos arredores de Kiev,  num lugar entre as estações de metro Nyvky e Sviatoshyn da cidade, fica um prédio industrial monótono que poderia passar por ele mil vezes sem adivinhar que ele contém um segredo extraordinário.


Dentro pode-se encontrar o capítulo inacabado de um dos maiores feitos da aviação soviética já concebido. A única pista é o tamanho do prédio. É gigantesco.


Precisa ser. Porque contém algo igualmente vasto - o maior avião que nunca foi concluído.
O avião é um Antonov An-225, concebido por engenheiros soviéticos nos últimos dias da Guerra Fria como um gigantesco laborioso que desafia a gravidade e que ajudaria a corrida actual do comunismo ao espaço e afirmaria o domínio do Oriente sobre os céus.


Apenas um An-225 foi construído pela empresa Antonov, sediada em Kiev, que surgiu com o projecto. Romantically nomeada Mriya, (Ucraniana para sonho), voou pela primeira vez em 1988 e está em serviço desde então, atraindo multidões de admiradores onde quer que ele passe com suas enormes asas.


A construção foi iniciada num segundo plano, um irmão para este leviatã aéreo. Mas enquanto Mriya está quebrando recordes mundiais nos céus, seu gémeo ainda está em pedaços, só capaz de sonhar em deixar o chão.


O destino do irmão escondido de Mriya é uma história fascinante sobre grandes ambições e até mesmo maiores frustrações na turbulenta história da Ucrânia moderna após o colapso da União Soviética.


A história ainda não acabou. Antonov continua optimista, pois vai tirar o segundo An-225 do chão.

Recentemente, concedeu à CNN Travel uma visita exclusiva à aeronave semi-construída, um vislumbre intrigante do legado de uma das maravilhas do mundo da aviação moderna.

Continuar a ler em CNN

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Vídeo gravado no cockpit de avião mostra aterragem impressionante na Gronelândia


Não, não é uma cena retirada do filme «A Guerra das Estrelas». Trata-se de uma filmagem captada no cockpit de um avião enquanto aterrava na Gronelândia. Veja o vídeo abaixo.

As imagens foram captadas no interior do cockpit de um avião da Air Greenland, uma aeronave Dash 8, no momento em que preparava a aterragem no aeroporto de Maniitsoq, na Gronelândia. O vídeo ressurgiu nas redes sociais e está a tornar-se viral.

O vídeo foi gravado por Malik Niemann, piloto de helicópteros da Air Greenland, no instante em que a aeronave realizava a aproximação à pista de aterragem. O vídeo foi partilhado pelo utilizador «traf» no Youtube e conta com mais de 120 mil visualizações.

De acordo com a Travel and Leisure, Malik viajava como passageiro a bordo da aeronave e explicou que era suposto aterrarem na capital da Gronelândia, Nuuk, mas as más condições climáticas forçaram o voo a mudar de rota para reabastecer em Maniitsoq.

A pista de aterragem de Maniitsoq possui menos de um quilómetro de comprimento – excecionalmente pequena para um aeroporto comercial – e só certas aeronaves, com determinados pesos, têm autorização para aterrar ou descolar.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Pólo norte magnético está movendo-se em direcção à Rússia em alta velocidade


Variações imprevistas na região do Árctico significam que os especialistas foram forçados a actualizar o Modelo Magnético Mundial antes do tempo.

O pólo norte-magnético da Terra está movendo-se rapidamente do Árctico canadiano para a Sibéria (Rússia), relata o Centro Nacional de Informações Ambientais dos EUA. A razão está em variações imprevistas na região do Árctico.

O movimento rápido forçou os cientistas do Centro a actualizar um ano antes do World Magnetic Model (WMM sigla em inglês), usado mundialmente para navegação aérea e marinha civil e militar. Normalmente, os especialistas actualizam esse modelo a cada cinco anos, mas a última vez foi em 2015.

Os cientistas explicaram que com a actualização fora do ciclo, eles pretendem garantir a navegação segura para companhias aéreas comerciais, operações de busca e salvamento e aplicações militares.

Por enquanto, especialistas estimam que o pólo norte mova-se para norte-noroeste a uma velocidade de 55 quilómetros por ano .

ncei.noaa.gov

Por outro lado, os smartphones também usam o World Magnetic Model para oferecer aos consumidores aplicativos com bússola, GPS e mapas.

Comparado com o pólo norte geográfico, que tem uma posição fixa, desde sua descoberta em 1831, o pólo norte magnético se move pouco a pouco do Árctico canadiano para a Rússia. Os cientistas explicam que seu movimento depende de fluxos e mudanças no núcleo líquido da Terra.


Fonte: RT

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Avião da Força Aérea do Peru cai nas ruas de Lima


Segunda-feira (4), uma pequena aeronave da Força Aérea do Peru (FAP) caiu numa avenida de Lima.

Os pilotos estavam efectuando um voo de testes. Segundo a edição Correo, a pequena aeronave estava voltando para a Base Aérea de Las Palmas até que o motor parou de funcionar, ocasionando o pouso de emergência, que acabou sendo realizado pelos pilotos não muito bem, pois o veículo aéreo bateu num poste, arrancou fios eléctricos e colidiu com uma moto e uma caminhonete. 

Felizmente, os dois pilotos só ficaram levemente feridos, e foram levados ao hospital da FAP para tratar dos ferimentos, segundo delegado de Lima, citado pela edição. 


© AFP 2018 / CRIS BOURONCLE
O pequeno avião da Força Aérea do Peru (FAP) após acidente.
O avião que caiu é uma aeronave de instrução da Força Aérea de Peru (FAP).

No momento, a investigação sobre os motivos do acidente estão em andamento.


Fonte: Sputnik News

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Satélite da NASA pode ter captado sem querer avião do voo MH370 perdido no oceano


Por mais que se fale no avião da Malaysia Airlines, o MH370, são ainda só suposições. Ninguém sabe ao certo onde ele está. Contudo, um satélite da NASA pode ter captado sem querer o avião do voo MH370 perdido no oceano.

Este caso trágico da história da aviação moderna continua a apaixonar os investigadores.

Malaysia Airlines MH370 – Um desaparecimento inconveniente

Na madrugada de 8 de março de 2014, a aeronave da Malaysia Airlines MH370 transportava 227 passageiros e 12 tripulantes. Após uma hora de voo, a aeronave desapareceu dos radares, enquanto sobrevoava o Golfo da Tailândia, no Mar da China.

Embora o governo malaio tenha interrompido as buscas pela aeronave, há vários entusiastas que continuam a procurar pistas recorrendo a tudo que existe à disposição. Como foi o caso de um investigador que revelou ter descoberto o avião MH370 no Google Earth.

Especialistas em aviação civil dizem ter conseguido resolver o mistério. Reuniram uma série de evidências para explicar o sucedido. No entanto, este desaparecimento continua a ser o maior mistério da história da aviação.

Satélite da NASA pode ter captado o avião MH370

Surgiu agora um vídeo que pode ser mais uma ajuda para tentar descobrir o que se passou. Darren Bailey, um entusiasta pelas imagens de satélite, juntou uma coleção de imagens e disponibilizou o resultado num vídeo do YouTube.

O cibernauta alega ter usado dados de satélite da NASA, fornecidos pelo Zoom Earth — um site que permite captar imagens da Terra via satélite.

Este serviço da NASA permite que possamos recuar no tempo e ver uma imagem captada. Assim, podemos viajar no tempo até às coordenadas da possível aparição do MH370, 3’00.549’S e 86’21.943’E.

Nas imagens, é possível ver um objeto em forma de avião, que também poderia ser uma nuvem, na área do oceano Índico, a oeste da Malásia e da Indonésia.

Vestígios de um desaparecimento misterioso

Em 2015 foi encontrado um fragmento da asa do avião. Na altura, as autoridades confirmaram que era proveniente do Boing 777. Este pedaço da asa apareceu a leste de Madagáscar, na ilha francesa de Reunião.

Mas o que terá acontecido?

A pressão tem sido muita e há já alguns relatórios de especialistas que avançam com uma possível causa para a tragédia. Segundo um relatório dos investigadores malaios, produzido em julho de 2018, o Boeing provavelmente foi desviado de propósito da rota, mas não conseguiram apontar o responsável.

Posteriormente, foram encetadas várias buscas subaquáticas e de superfícies na parte sul do oceano Índico. Igualmente, as autoridades procuraram outros locais durante mais de três anos. Varreram o mar junto à Malásia, China e Austrália, o que custou mais de 144 milhões de dólares.

Em janeiro de 2017, sem nenhum resultado, as procuras foram encerradas.

Fonte: Pplware

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

China testa tinta que torna aviões invisíveis até ao olho humano


Caça J-16 recebe pintura especial que aumenta furtividade ao radar e só permite aeronave ser vista a pequenas distâncias

A China que vem desenvolvendo novos caças de última geração aplicou uma nova tinta que possui capacidade furtiva nos jactos Shenyang J-16. A pintura prateada possui a função de reduzir a visibilidade da aeronave nos monitores do radar e mesmo ao olho nu.

A camuflagem especial é similar a utilizada por aviões dos Estados Unidos, como o F-22 Raptor e o F-35 Lightning II. Visualmente se torna difícil identificar o avião em voo pela maior absorção da luz, que também é desviada do avião. Em voos a baixa altitude, alguns pontos reflectem a luz, confundindo com reflexos do solo ou água, assim, o inimigo só será capaz de reconhecer o avião já próximo, limitando a capacidade de defesa. Já os sinais electromagnéticos são absorvidos pela tinta, não permitindo que o sinal retorne ao radar inimigo.

Embora o projecto do J-16 não tenha previsto características stealth, a aplicação dessa nova pintura auxilia na capacidade de tornar quase furtivo o avião numa série de missões. Além disso, a rede estatal de comunicação da China afirmou que o caça agora é capaz de transportar todos os tipos de armas ar-superfície, inclusive de ataques de precisão e anti-navio.

O uso de uma aeronave stealth permite o país ampliar sua capacidade de atacar um inimigo com baixas chances de ser detectado. A China tem investido maciçamente no desenvolvimento de novas aeronaves militares, muitas com tecnologia própria, visando ampliar sua capacidade de resposta global.


Cópia original

O J-16 é um caça bimotor derivado do russo Sukhoi Su-35, empregando uma série de modificações no projecto. Embora Moscovo alegue que houve uma cópia não autorizada, a China afirma que o avião possui apenas o conceito inspirado no modelo russo, sendo um projecto totalmente novo, sendo inclusive capaz de ser invisível aos radares e ao olho humano.

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domingo, 27 de janeiro de 2019

Acidente de bombardeiro russo deixa avião destruído


As imagens do acidente do bombardeiro russo Tu-22M3 durante um pouso de emergência num aeroporto na região de Murmansk foram divulgadas no YouTube.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, a aeronave sofreu o acidente a 22 de janeiro no decurso de um voo de treino, quando realizou uma manobra de pouso forçado devido a condições climáticas adversas.

Em resultado do acidente o bombardeiro ficou destruído. Três membros da tripulação morreram e um está em estado grave.

A causa do acidente está sendo investigada. O ministério informou que está analisando todas as probabilidades, inclusive uma possível falha técnica da aeronave.

Em 2012, o bombardeiro Tu-22M3 passou por uma reparação total e estava planeada sua modernização.


Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Boeing testou com sucesso táxi aéreo autónomo


A Boeing anunciou ter concluído com sucesso o primeiro voo de teste a um táxi voador autónomo. O aparelho descola e aterra na vertical e tem a capacidade de pairar, mas ainda terá de ser testado em mais cenários, antes de se tornar uma realidade ao alcance dos utilizadores.

O táxi voador em testes da Boeing pretende ser uma alternativa para a mobilidade aérea urbana. O processo ainda está numa fase muito inicial, mas a fabricante confirma que já conseguiu fazer com que o táxi descolasse, pairasse e aterrasse. Numa próxima fase, serão testados os voos em frente e a capacidade de alternar a orientação de vertical para horizontal, embora o feito conseguido agora já coloque a Boeing à frente dos competidores diretos.

A ideia é que este táxi possa ser usado para transporte de passageiros dentro de cidades, evitando o tráfego rodoviário ou ferroviário. O veículo é elétrico e autónomo, tendo um alcance de até 70 quilómetros. A opção por um motor elétrico é mais amiga do ambiente, mas também ajuda a que possa ser usado sobre zonas povoadas sem ruído incomodativo, lembra o Engadget.

A Boeing pretende também desenvolver um veículo de carga em moldes semelhantes, com capacidade de transporte de até 225 quilos.

Em teoria a solução parece ser boa e foi bem acolhida pelas autoridades que deram luz verde aos testes, mas ainda terá de ser criada regulamentação específica para o setor para que os táxis voadores autónomos se tornem uma realidade ao alcance dos utilizadores.

Fonte: EI

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

NASA está à procura de estagiários em Portugal


Serão atribuídas até seis bolsas a estudantes portugueses.

Estão abertas até à próxima segunda-feira, dia 21 de janeiro, as candidaturas à terceira edição do concurso para a atribuição de bolsas de investigação para estágios na NASA (National Aeronautics and Space Administration of the USA). 

Recorde-se que, Portugal assinou um acordo com a NASA, em 2016, que permite que estudantes universitários portugueses possam estagiar na agência espacial norte-americana. À Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) cabe lançar os concursos e financiar a bolsa de estágio, enquanto a NASA assegura o alojamento.

As oportunidades de estágio para esta edição englobam 22 projetos, dos quais os candidatos podem indicar aqueles a que pretendem concorrer. Serão atribuídas até seis bolsas a estudantes portugueses que estejam a frequentar um doutoramento ou mestrado nas áreas das ciências, tecnologias, engenharias e matemática. 

Nas duas primeiras edições participaram 12 estudantes. Milton Cordeiro, que participou na primeira edição, em 2017, quando estava a concluir o doutoramento em Biotecnologia na Universidade Nova de Lisboa, recebeu um convite para continuar a sua colaboração como investigador convidado na agência. A FCT, organismo que subsidia a investigação em Portugal, coordena ainda programas de estágios tecnológicos na agência espacial europeia ESA, no Observatório Europeu do Sul e na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear/CERN.

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