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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Asteroide gigante aproxima-se da Terra causando ameaça potencial para final de 2019


Um asteroide gigante, que tem mais de 500 metros de diâmetro, passará muito perto da Terra no dia seguinte ao Natal, informou a NASA.

O Centro dos Objectos Próximos à Terra da NASA chamou a rocha espacial massiva como 310442 (2000 CH59) e declarou que o asteroide pertence a um grupo de asteroides chamados Aton, cujas órbitas se cruzam ocasionalmente com a da Terra.

Devido à proximidade e ao tamanho – o 310442 (2000 CH59) tem mais de 500 metros de diâmetro, o centro da NASA o classificou como um asteroide potencialmente perigoso.

Para ter uma noção, o meteoro de Chelyabinsk, que em 2013 causou muitos danos na Rússia, tinha apenas 17 metros de diâmetro.

Destruições potenciais

Asteroide 310442 (2000 CH59) destruiria uma grande cidade se atingisse a Terra, mas o centro da NASA excluiu esta hipótese.

Segundo pesquisadores, o asteroide passará perto de nosso planeta no dia 26 de dezembro a uma distância de 7,2 milhões de quilómetros, que pode parecer ser distante em escala terrestre, mas, na realidade, é perto demais em uma escala espacial.

Anteriormente, a Agência Espacial Europeia (ESA) acrescentou um novo asteroide à Lista de Riscos. Trata-se de uma rocha espacial que pode vir a colidir com a Terra daqui a 65 anos.

O asteroide se chama 2019 SU3, tem um diâmetro estimado de 14 metros e é o quarto corpo celeste na Lista de Riscos da ESA, que classifica rochas espaciais com probabilidades diferentes de zero de entrar em colapso com nosso planeta.

Segundo a agência espacial, em 16 de setembro de 2084 esse asteroide passará perto da Terra, a uma distância mínima de aproximadamente 9.790 quilómetros.

Fonte: Sputnik News

TESS. Investigadores do Porto caçaram um planeta improvável


O satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA acaba de caçar um planeta aparentemente improvável em torno de duas estrelas gigantes em expansão, noticia a agência noticiosa Europa Press.

Uma equipa de cientistas do Instituto de Astrofísica e Ciências Espaciais (IA), no Porto, estudou as estrelas gigantes vermelhas HD 212771 e HD 203949, à volta das quais já se sabia que existiam exoplanetas. Foi numa destas que foi encontrado o planeta improvável.

“As observações do TESS são delicadas o suficiente para permitir medir as pulsações suaves nas superfícies das estrelas. Estas duas estrelas bastante evoluídas também abrigam planetas, fornecendo o banco de dados ideal para estudos da Evolução dos sistemas planetários”, escreveram os cientistas no novo estudo, cujos resultados foram esta semana publicados na revista científica especializada Astrophysical Journal.

Para estudar estas duas gigantes vermelhas, os investigadores recorreram a dados de asterossismologia (ciência que estuda o interior das estrelas através da atividade sísmica medida à superfície — oscilações) recolhidos através do satélite TESS.

Depois de determinar as propriedades físicas de ambas as estrelas, como a sua massa, tamanho e idade, os cientistas concentraram-se no estado evolutivo da HD 203949.

O objetivo da equipa passava por entender como é que o planeta poderia evitar ser engolido pela gigante vermelha, uma vez que a estrela já se teria expandido muito para além da órbita planetária atual durante a fase final da sua evolução.

“Este estudo é uma demonstração perfeita de como a astrofísica estelar e exoplanetária estão ligadas uma à outra”, afirmou o co-autor do estudo Vardan Adibekyan, do IA e da Universidade do Porto, citado pela Europa Press.

“A análise estelar levada a cabo parece sugerir que a estrela está demasiado evoluída para abrigar um planeta nesta situação de distância orbital curta”. Por outro lado, continuou, “a análise de exoplanetas diz-nos que o planeta está lá”, rematou, dando conta que se trata de um mundo improvável.

“A solução para este dilema científico está oculta no simples facto de que as estrelas e os seus planetas não apenas se formam, mas também evoluem juntos. Neste caso em particular, o planeta conseguiu evitar ser engolido pelo gigante vermelho em expansão”.

Fonte: ZAP

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Encontrado o mais pequeno planeta anão do Sistema Solar. Estava escondido no Cinturão de Asteróides


Um novo estudo sobre Hígia, o quarto maior objeto no Cinturão de Asteróides, sugere que, afinal, será um planeta anão, devido ao seu formato esférico.

Descoberto em 1849 pelo astrónomo italiano Annibale de Gasparis, Hígia está localizado no Cinturão de Asteróides entre Marte e Júpiter. É o quarto maior objeto naquele lugar, estando atrás apenas de Ceres, Vesta e Pallas. Destes, apenas Ceres é um planeta anão. Pouco estudado, Hígia é o objeto mais misterioso dos quatro.

Agora, um novo estudo publicado esta segunda-feira na revista especializada Nature Astronomy, revê muito do que se sabe sobre Hígia, incluindo a sua forma, tamanho, rotação e história de origem. O estudo, liderado pelo astrónomo Pierre Vernazza, do Laboratoire d’Astrophysique de Marseille, na França, foi possível graças a observações recentes feitas pelo instrumento SPHERE da Agência Espacial Europeia no Very Large Telescope (VLT) no deserto de Atacama, no Chile.

Além disso, a nova investigação sugere que o estatuto de Hígia deve ser atualizado de planeta asteróide para planeta anão. Caso isso aconteça, Hígia substituirá Ceres como o mais pequeno planeta anão no Sistema Solar.

De acordo com os critérios elaborados pela União Astronómica Internacional (IAU) em 2006, um objeto celeste precisa de satisfazer quatro requisitos para obter a designação de planeta anão: estar na sua própria órbita ao redor do Sol, não ser uma lua, ter aspirado outro material na vizinhança imediata e alcançar o “equilíbrio hidrostático”. O novo estudo sugere que Hígia cumpre todos os requisitos.

“Ao comparar a esfericidade de Hygiea com a de outros objetos do Sistema Solar, parece que Hígia é quase tão esférica como Ceres, abrindo a possibilidade de ser reclassificado como planeta anão”, declararam os autores, citados pelo Gizmodo.

Uma estimativa aprimorada do diâmetro da Hígia coloca a sua largura em 430 quilómetros. Em comparação, Plutão e Ceres apresentam diâmetros de 2.400 quilómetros e 950 quilómetros, respetivamente. Uma estimativa do período de rotação do objeto mostra que um dia em Hígia dura 13,8 horas, aproximadamente metade da estimativa anterior.

Duas crateras relativamente pequenas foram vistas na superfície, uma com cerca de 180 quilómetros de largura e a outra com 97 quilómetros de largura.

Os astrónomos esperavam encontrar uma enorme cratera associada à origem do objeto. Hígia é o maior membro da família de asteróides Hígia – uma coleção de quase sete mil objetos amarrados ao mesmo corpo parental. Consequentemente, os cientistas esperavam ver uma grande bacia de impacto em Hygiea semelhante à encontrada em Vesta com aproximadamente 500 quilómetros de diâmetro.

“Nenhuma das duas crateras poderia ter sido causada pelo impacto que originou a família asteróides Hígia, cujo volume é comparável ao de um objeto de 100 quilómetros de tamanho. São demasiado pequenas”, disse Miroslav Brož, co-autor do artigo e investigador no Instituto Astronómico da Universidade Charles, na República Checa, em um comunicado.

Usando simulações em computador, os investigadores mostraram que a família de asteróides Hígia poderia ter sido gerada por uma colisão frontal com um objeto com entre 75 a 150 quilómetros. A colisão resultante obliterou o corpo do pai de Hígia. Mas, ao longo das eras, muitos dos detritos que se seguiram foram reunidos para formar o objeto em forma de esfera que vemos hoje. Estima-se que a colisão tenha acontecido há mais de dois mil milhões de anos.

Agora, o IAU terá de decidir se Hígia deverá receber o estatuto de planeta anão.

Fonte: ZAP

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Terça-feira caótica? NASA revela aproximação inédita de asteroide gigante


Cientistas da NASA descobriram que um asteroide grande se aproximará do nosso planeta na terça-feira (29).

Um asteroide de 120 metros de diâmetro foi descoberto no dia 5 de outubro, e atingirá sua maior aproximação da Terra nesta terça-feira (29), passando a uma velocidade de cerca de 50.000 km/h, informou a agência espacial norte-americana NASA.

A agência baptizou o asteroide de 2019 TR2 e, por causa do seu tamanho, o encaixou na lista dos asteroides Apollo, que são os maiores dos maiores. Asteroides Apollo possuem órbitas elípticas muito largas, que atravessam perto da Terra e do Sol.

2019 TR2 se aproximará da Terra à 0h46 da terça-feira (29), a uma distância de 0,4960 unidade astronómica (7,4 milhões de quilómetros). O asteroide nunca antes passou por esta parte do Sistema Solar, segundo diz a astrónoma entusiasta Alexandra Lozovschi.

À medida que os asteroides completam sua viagem, também passam perto de planetas, que podem alterar trajectórias dos asteroides e fazê-los se chocar com algum lugar, incluindo a Terra.

Devido a tamanho, velocidade e composição, estes asteroides poderiam destruir vilas ou mesmo cidades em caso de colisão.

Felizmente, a NASA observa que nosso planeta está a salvo do 2019 TR2.

Alexandra Lozovschi explicou que o asteroide voltará ao nosso canto do espaço mais quatro vezes até 2142, com sua próxima ocorrência vindo a ser em 2023. A entusiasta revelou que, somente no ano de 2138, o asteroide chegará a uma distância comparável à de amanhã, quando se aproximará a cerca de 8,4 milhões de quilómetros.

Trata-se somente de mais uma aproximação de rochas espaciais, que poderiam trazer o caos ao nosso planeta.

Fonte: Sputnik News

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Asteroide enorme vai passar perto da Terra esta sexta-feira


Um asteroide gigante vai passar muito perto do planeta Terra esta sexta-feira. O corpo celeste vai passar a uma distância de 6,2 milhões de quilómetros.

De acordo com observações do The Virtual Telescope Project, gerido pelo astrónomo italiano Gianluca Masi, um asteroide gigante fará a sua aproximação máxima com a Terra na próxima sexta-feira. O objeto intitulado 1998 HL1 tem quase um quilómetro de diâmetro.

No entanto, não há motivo para pânico: ainda que o asteroide esteja nas listas de objetos potencialmente perigosos, não está em rota de colisão, não havendo risco de qualquer impacto com o nosso planeta.

Masi registou a passagem mais recente do objeto nos nossos arredores no dia 19 de outubro, quando o corpo celeste passou a cerca de 8,5 milhões de quilómetros de distância.

Já quando o asteroide estiver na sua aproximação máxima no dia 25, o asteroide passará a 6,2 milhões de quilómetros — algo como 16 vezes a distância entre a Terra e a Lua. Sendo assim, astrónomos podem preparar-se para rastrear o asteroide e acompanhar a sua passagem.

O 1998 HL1 foi descoberto, precisamente, em 1998 e tem sido observado com afinco desde então. Portanto, a sua trajetória é muito conhecida por cientistas em todo o mundo, razão pela qual podemos ficar tranquilos quanto à sua passagem pelo planeta azul.


Fonte: ZAP

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

O Universo pode estar repleto de exoplanetas semelhantes à Terra


Um grande número de planetas semelhantes à Terra pode estar disperso pelo Universo, aumentando as expectativas de que existem outros mundos com vida.

Esta é a conclusão de uma nova investigação patrocinada pela NASA e levada a cabo por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Os resultados foram esta semana publicados na revista científica especializada Science.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram “autópsias” planetárias, isto é observaram rochas de seis sistemas solares em torno de anãs brancas, estrelas já mortas e que em vida foram semelhantes ao Sol.

No seu estágio evolutivo final, as anãs brancas atraem material rochoso de objetos menores que orbitam à sua volta porque se contraem e expandem. Na prática, os cientistas estudaram os destroços de planetas devorados por anãs brancas.

Ao estudar a composição química das estrelas, os especialistas conseguiram entender a composição das rochas dos planetas que as orbitavam. Esses dados podem revelar-se importantes, uma vez que fornecem informações sobre a sua habitabilidade, campo magnético, atmosfera e existência de placas tectónicas.

Os resultados demonstraram que estes planetas antigos poderia ter uma composição muito semelhante à Terra ou Marte. “Quanto mais rochas em torno de outras estrelas se assemelharem às rochas que formaram a Terra, maior é a probabilidade de existirem planetas habitáveis como a Terra”, disse a autora do estudo Alexandra Doyle, em declarações ao portal Newsweek.

“Os resultados são consistentes com as fontes de oxigénio da Terra, Marte e os asteróides típicos do Sistema Solar, o que sugere que pelo menos alguns exoplanetas rochosos são geofísica e geoquimicamente semelhantes à Terra “, explicam os cientistas no estudo agora publicado.

“Se as rochas extraterrestres têm uma quantidade de oxidação semelhante à da Terra, pode concluir-se que o planeta possui placas tectónicas e um potencial semelhante para campos magnéticos como a Terra, que se acreditam serem os principais ingredientes para vida”, rematou o co-autor do estudo Hilke Schlichting, citado em comunicado.

Fonte: ZAP

Objetos interestelares podem estar a levar vida da Terra para o Espaço profundo


Astrónomos de Harvard sugeriram que os objetos interestelares que entraram no nosso Sistema Solar terão recolhido micróbios da atmosfera da Terra para levá-los para o Espaço profundo.

O estudo, que está disponível online no arXiv, foi escrito por Amir Siraj e Abraham Loeb, que teorizaram a possibilidade de o objeto interestelar Oumuamua ser os restos de uma nave espacial não-terrestre abandonada.

Há várias versões da teoria da panspermia – hipótese de que a vida existe em todo o Universo, distribuída por meteoros, asteróides e planetóides. Existe a litopanspermia, a ideia de que as rochas expulsas por impactos são responsáveis pela propagação de micróbios de um planeta para o outro. Depois há a maior variante, onde asteróides e cometas interestelares são responsáveis por distribuir a vida entre sistemas estelares e galáxias.

“As teorias tradicionais da panspermia postulam que os impactos planetários podem acelerar os detritos do campo gravitacional de um planeta, e potencialmente mesmo fora do campo gravitacional da estrela hospedeira. Entre outros problemas, esses resíduos geralmente são muito pequenos, fornecendo pouca proteção contra radiação prejudicial para qualquer micróbio potencialmente fechado durante a viagem de detritos pelo espaço”, explicou Siraj ao Universe Today.

O foco tradicional da panspermia requer um processo que incorpora os micróbios nas rochas, mas também fornece energia suficiente para expulsá-los da Terra e do Sistema Solar. Segundo o EuropaPress, um objeto deve viajar a uma velocidade de 11,2 quilómetros por segundo para escapar da gravidade da Terra e 42,1 quilómetros por segundo para escapar do Sistema Solar.

Pelo contrário, Siraj e Loeb examinaram se seria possível cometas ou objetos interestelares (como o Oumuamua e o Borisov) propagar vida. Isto consistiria na entrada desses objetos na atmosfera da Terra, na recolha de micróbios detetados até 77 quilómetros acima da superfície e na obtenção de uma onda gravitacional que poderia enviá-los para fora do Sistema Solar.

Em comparação com os objetos que impactam a superfície, este mecanismo traz uma série de vantagens. “Uma vantagem de um cometa ou objeto interestelar que recolhe micróbios do topo da atmosfera da Terra é que podem ser grandes e garantir a expulsão do Sistema Solar à medida que passa tão perto da Terra. Isso permite que os micróbios fiquem presos nos cantos do objeto e obtenham proteção substancial contra a radiação prejudicial para que possam estar vivos quando encontrarem outro sistema planetário“.

Para avaliar essa possibilidade, Siraj e Loeb avaliaram o impacto que a atmosfera da Terra teria sobre um objeto interestelar, bem como o efeito da onda gravitacional. Isso permitiu restringir os tamanhos e energias de objetos que poderiam exportar micróbios da atmosfera da Terra para outros planetas e sistemas planetários.

“Usámos as taxas observadas de cometas e objetos interestelares para medir o número de vezes que esperamos que esse processo ocorra durante o período em que a vida existe na Terra”, disse Siraj.

A partir disso, descobriram que, ao longo da vida da Terra (4,540 milhões de anos), aproximadamente 1 a 10 cometas e 1 a 50 objetos interestelares teriam seguido um caminho adequado para exportar a vida microbiana da atmosfera da Terra.

Além disso, estimaram que, se a vida microbiana existisse acima de uma altitude de 100 quilómetros na nossa atmosfera, o número de eventos de exportação aumentaria dramaticamente para aproximadamente 100 mil ao longo da vida do planeta.

O Oumuamua, ou “Mensageiro das Estrelas”, está rodeado de mistérios desde o dia em que foi descoberto por astrónomos da Universidade do Hawai, em outubro de 2017.

Depois de constatar mudanças na velocidade do seu movimento, o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian sugeriu que o asteróide poderia ser uma “sonda” enviada à Terra intencionalmente por uma “civilização alienígena”.

No último ano, o mundo da astronomia debruçou-se no estudo do corpo celeste e as mais várias teorias já foram apresentadas em artigos científicos: desde o seu passado violento, passando pela possibilidade de ser um sistema binário, e até o provável local de onde veio o Oumuamua.

Investigadores também sugeriram que milhares de objetos semelhantes ao Oumuamua podem estar presos no Sistema Solar.

Recentemente, o astrónomo amador Guennadi Borísov, residente na Crimeia, detetou o cometa em 30 de agosto usando um telescópio de 0,65 metros de diâmetro fabricado por ele próprio. Este cometa é o segundo objeto interestelar descoberto na história.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

China partilha fotografia de substância misteriosa encontrada na Lua


A substância foi encontrada pela sonda Yutu-2 no mês de agosto.

O Programa de Exploração Lunar da China partilhou uma fotografia da substância misteriosa descoberta pela sonda Yutu-2 em agosto no lado escuro da Lua.

Como conta o Science Alert, especula-se que a substância seja vidro escuro, a mesma encontrada pelos astronautas da NASA durante a missão Apollo 17. Acredita-se que este material seja resultado da alta pressão de mineiras de meteoros durante os impactos na superfície lunar.

O Yutu-2 acordará em breve do estado de hibernação em que se encontra e será com certeza capaz de providenciar mais informações.

Fonte: NM

terça-feira, 22 de outubro de 2019

A infraestrutura europeia que vai controlar o lixo espacial está na Madeira

Estação de Radar nº 4 da FAP na ilha da Madeira
Fomos até ao Pico do Areeiro, na Madeira, para conhecer onde vão ser instalados os dois telescópios de monitorização de lixo espacial. 

A rede de observação vai contar com presença em nove países. Os telescópios da Madeira vão ser controlados por uma equipa localizada no Centro de Operações nos Açores.

Centro de Operações nos Açores na ilha de Santa Maria

Fonte: EI

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Asteroide de 650 metros de diâmetro pode vir a se aproximar da Terra como nunca antes


Um asteroide de 650 metros de diâmetro está se aproximando da órbita da Terra e pode vir a chegar perto de nós como nunca antes já em novembro.

O nome do asteroide é 481394 2006 SF6. A rocha espacial realizará sua aproximação mais próxima da Terra no dia 21 de novembro.

Há também a chance de a rocha espacial ser empurrada para muito mais perto pelo efeito Yarkovsky, onde a força suave da luz solar pode direccionar os asteroides para órbitas que cruzam a Terra e alterar drasticamente a configuração de seus caminhos através do Sistema Solar.

A rocha espacial de 650 metros de diâmetro é classificada como um asteroide Apollo, a classe mais perigosa de asteroides, ao cruzar a órbita terrestre.

Asteroides de mais de 35 metros de diâmetro podem representar uma ameaça para uma cidade ou vila, por isso o 481394 2006 SF6, que tem 650 metros de diâmetro, pode representar uma séria ameaça para as principais zonas habitadas do nosso planeta.

No entanto, a rocha espacial maciça ainda não foi classificada na Escala de Risco de Impacto de Torino, que é uma ferramenta com uma escala de 0 a 10 para categorizar potenciais eventos de impacto com a Terra, com os valores mais altos ameaçando seriamente o clima e a vida, e os mais baixos tendo pouca ou nenhuma probabilidade de atingir o nosso planeta.

Organizações como a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) estão atentas aos objectos próximos à Terra (NEO). Dos 829.361 asteroides e 3.592 cometas conhecidos no Sistema Solar, mais de 20.000 desses corpos celestes estão classificados como NEO, ou seja, aqueles que orbitam o Sol a 30 milhões de km da órbita da Terra.

Apesar desta rocha espacial se aproximar da Terra, não deve ameaçar o nosso planeta.

Fonte: Sputnik News

domingo, 20 de outubro de 2019

Cinco dias para o fim? Asteroide potencialmente perigoso se aproximará da Terra


De acordo com o Centro de Estudo de Objectos Próximos à Terra da NASA, o objecto 162082 (1998 HL1) de 700 metros de diâmetro se aproximará da Terra a uma distância mínima em 25 de outubro.

A rocha espacial é classificada como Asteroide Potencialmente Perigoso (PHA). Ele foi descoberto pela primeira vez por astrónomos em um projecto no Novo México em 1998 e, desde então, já foi visto 408 vezes, escreve o jornal britânico Express.

Segundo o centro norte-americano, que se dedica ao monitorização de todas as rochas espaciais que se aproximam da Terra, o 1998 HL1 passará perto de nosso planeta na próxima sexta-feira (25) às 14h21 no horário de Brasília.

O HL1 pertence ao grupo de asteroides Apollo e voa a uma velocidade impressionante de mais de 40 mil km/h. Se atingisse a Terra, um asteroide deste tamanho causaria danos catastróficos.

Felizmente, a menor aproximação do asteroide Apollo com nosso planeta este ano será de 16 vezes a distância entre a Terra e a Lua. A sua próxima aparição já tem data marcada, e ocorrerá no dia 26 de outubro de 2140 a uma distância de 6,18 milhões de quilómetros de nós.

"Nenhum asteroide conhecido representa um risco significativo de impacto com a Terra nos próximos 100 anos", informou o site JPL da NASA.

Fonte: Sputnik News

sábado, 19 de outubro de 2019

A galáxia pode estar repleta de “micro-máquinas” alienígenas


A galáxia pode estar repleta de “micro-máquinas” de origem alienígena. Quem o diz é o astrofísico Zaza Osmanov, que parte do conceito de sonda replicante do matemático John von Neuman e o ajusta à nano-escala.

Encontrar seres alienígenas tem-se mostrado uma tarefa complicada para a comunidade científica. O Paradoxo de Fermi continua a questionar por que motivo ainda não encontramos estes seres, tendo em conta a alta probabilidade de existirem.

Um dos caminhos para encontrar vida para lá da Terra pode passar por direcionar a pesquisa para rastos tecnológicos. Uma das teorias mais intrigantes neste âmbito sustenta que a galáxia pode estar repleta de “micro-máquinas” avançadas, as chamadas sondas de von Neuman. Tal como o nome indica, a hipótese foi inspirada na ideia de máquinas que se auto-replicam do matemático John von Neumann, que nunca as estudou ou aplicou no âmbito do Espaço ou da Astronomia.

Ao longo dos tempos, vários teóricos socorreram-se da ideia de von Neumann e aplicaram-na à Astrobiologia: de acordo com os especialistas, civilizações avançadas podem ter criado máquinas que exploram longas distâncias no Universo sem precisar de deixar os seus planetas, um vez que estes dispositivos são capazes de fazer cópias de si mesmo à medida que viajam, aumentando rápida e exponencialmente em número.

A ideia, contudo, alberga alguns problemas: as máquinas replicantes precisariam de “recolher” materiais para fazer nascer novas ao longo do caminho e estes mesmo materiais podem não ser encontrados em qualquer canto ou asteróide do Universo. Erros no processo de replicação são também prováveis, tal como escreve o Hype Science.

Recentemente, o astrofísico Zaza Osmanov, da Universidade Livre de Tbilisi, na Geórgia, apresentou soluções para estes problemas num artigo disponível em pré-publicação no arxiv, sustentando que estas podem mesmo estar por toda a galáxia.

Uma questão de tamanho

Osmanov solucionou alguns destes problemas, argumentando que se trata de uma questão de tamanho – tivemos em conta a escala errada. As sondas de von Neumann funcionariam melhor se fossem microscópicas, com cerca de um nanómetro de comprimento.

A redução do tamanho, explicou, faria com que estas máquinas não precisassem de tantos materiais para se “reproduzirem”, tal como pensaram os cientistas. Um pouco de hidrogénio, aponta a Cosmos Magazine, faria com que estas sondas ficassem abastecidas e prontas para desbravar o Cosmos.

Além disso, o pequeno tamanho tornaria mais fácil e mais rápido o processo de replicação – Osmanov estima que uma população inicial de 100 “micro-máquinas” se transformaria em cerca de 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 (1 x 10³³) em apenas um parsec ou quatro anos-luz.

A pequena escala das máquinas poderia facilitar o trabalhos dos seres alienígenas mas, em sentido oposto, dificultaria o do Homem. Ainda assim e apesar de reconhecer a dificuldade na identificação, acredita Osmanov acredita que é possível detetar estas estruturas – basta olhar na direção certa.

Estas “nano-máquinas” replicantes poderiam produzir emissões luminosas ao encontrar e recolher protões pelos caminhos do Universos. Estas emissões poderiam, explicou, ser virtualmente impossíveis de detetar por si só contudo, e com alguma sorte, um grande exame de sondas poderia ser observável através do espectro infravermelho.

“Todos os resultados mencionados indicam que, se alguém detetar um objeto estranho com valores extremamente altos de aumento de luminosidade, pode ser um bom sinal para colocá-lo na lista de candidatos extraterrestres à sonda de von Neumann”, concluiu o cientista, citado pela Cosmos Magazine.

Fonte: ZAP

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

'É muito provável que haja verdadeiros análogos da Terra', afirma novo estudo


Um novo método de análise geoquímica de planetas distantes sugere que os muitos exoplanetas semelhantes à Terra podem existir fora do Sistema Solar, de acordo com pesquisa.

Há um traço comum entre rochas de asteroides, ou fragmentos de planetas rochosos, que orbitam seis estrelas anãs brancas e rochas da Terra, segundo um estudo publicado nessa semana na revista Science.

"Eles são como a Terra e como Marte em termos de seu ferro oxidado. Estamos descobrindo que as rochas são rochas em todos os lugares, com geofísica e geoquímica muito semelhantes", disse Alexandra Doyle, estudante de pós-graduação em geoquímica e astroquímica, e líder de um estudo para analisar a geoquímica de planetas fora do Sistema Solar da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Os pesquisadores estudaram os seis elementos mais comuns na rocha: ferro, oxigénio, silício, magnésio, cálcio e alumínio. Como eles não têm acesso a amostras reais de asteroides, a equipe de pesquisa usou cálculos e fórmulas com ajuda de telescópios para chegar às suas conclusões.

"Observar uma anã branca é como fazer uma autópsia sobre o conteúdo do que ela engoliu em seu sistema solar", disse Alexandra Doyle.

"Se rochas extraterrestres tiverem uma quantidade similar de oxidação como a Terra tem, então você pode concluir que o planeta tem tectónica de placas similar e potencial para campos magnéticos similar aos da Terra, que se acredita largamente serem ingredientes chave para a vida," conclui o coautor Hilke Schlichting, professor associado de astrofísica e ciência planetária da Universidade da Califórnia.

"Este estudo é um salto adiante para se poder fazer estas inferências para corpos fora de nosso próprio sistema solar e indica que é muito provável que haja verdadeiros análogos da Terra."

Fonte: Sputnik News

Queda de asteroide no oceano Atlântico 'provocaria o caos', adverte cientista


Uma cientista advertiu que, se um asteroide caísse no oceano Atlântico, poderia "provocar o caos", criando uma série de ondas gigantes que devastariam as regiões costeiras, afectando milhões de pessoas.

Os asteroides sempre desempenharam um papel importante na formação de muitos planetas. Milhões destes corpos rochosos voam pelo espaço no Sistema Solar, orbitando o Sol. Suas colisões, conhecidas como eventos de impacto, são destruidoras mas também podem contribuir para formar planetas.

Cientistas da NASA monitorizam constantemente o espaço em busca de Objectos Próximos à Terra (NEO, na sigla em inglês) e Objectos Potencialmente Perigosos (PHO) que podem representar ameaça para a existência da vida no nosso planeta, informa o jornal britânico Express.

A doutora Natalie Starkey propôs no seu livro "Catching Stardust" uma nova teoria sobre o que aconteceria se uma rocha espacial gigantesca atingisse um dos oceanos da Terra.

"Se fracassarmos no futuro em proteger o planeta de ameaças vindas do espaço, então poderemos esperar um impacto de um grande asteroide ou cometa, causando estragos na superfície da Terra e resultando em grandes mudanças globais e altas taxas de mortalidade", adverte a investigadora.

"Um cometa ou asteroide ao atingir um dos oceanos poderia provocar tsunamis gigantes, resultando na destruição completa das regiões costeiras", ressalta a cientista.

Se imaginarmos a ondulação provocada pelo lançamento de uma pedra em um lago, sem quaisquer obstáculos pelo caminho, as ondas só param ao chegar à margem do lago.

"Imagine agora o mesmo cenário em uma escala maior, um asteroide de vários quilómetros de diâmetro, atravessando o nosso espaço a uma velocidade superior de 64 mil quilómetros por hora e impactando um dos oceanos", diz ela.

O efeito é o mesmo, só que desta vez a 'beira do lago' seriam enormes cidades habitadas por milhões de pessoas, e a infraestrutura urbana seguramente não conseguiria suportar toda essa enorme massa de água.

O asteroide Bennu, por exemplo se aproxima muito perto da Terra uma vez em cada 6 anos. Por causa da sua proximidade do nosso planeta existe alta probabilidade de que Bennu impacte a Terra no final no século XXII.

Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Hubble captou as primeiras imagens do cometa interestelar


O próximo ano servirá para aprender mais sobre o 2I/Borisov.

OTelescópio Espacial Hubble captou no dia 12 de outubro as primeiras imagens do cometa interestelar 2I/Borisov, as quais revelam que este corpo celeste tem um aspeto semelhante aos que ‘habitam’ o nosso Sistema Solar.

“Os ovos cometas são sempre imprevisíveis. A forma como por vezes brilham de repente ou mesmo começar a fragmentar à medida que são expostos ao intenso calor do Sol pela primeira vez. O Hubble está posicionado para vigiar tudo o que acontecer a seguir com a sua resolução e sensibilidade superiores”, pode ler-se no comunicado de um dos observadores, Max Mutchler.

O 2I/Borisov ficará visível para observação durante o próximo ano e é possível que venham a surgir mais detalhes sobre este corpo celeste.


Fonte: NM

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Alerta sobre asteroide que passará pela Terra esta quarta-feira


Estima-se que o asteroide, denominado 2019 SR8, tenha entre 20 e 44 metros de diâmetro e que passará relativamente perto da Terra na madrugada desta quarta-feira (16).

Segundo a NASA, a rocha espacial se aproximará às 0h45 do dia 16 de outubro com a impressionante velocidade de 35.350 km/h, escreve o jornal britânico Mirror.

Durante a passagem, o asteroide estará a pouco mais de 4,8 milhões de kms do nosso planeta. Embora isso possa soar muito longe, em termos astronómicos é extremamente perto.

A agência espacial americana define a passagem do 2019 SR8 de Objecto Próximo à Terra (NEO).

Rota de colisão

"A NASA não tem conhecimento de nenhum asteroide ou cometa em rota de colisão com a Terra no momento, por isso a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena […] Na verdade, tanto quanto podemos dizer, não é provável que algum objecto grande atinja a Terra em qualquer momento nos próximos cem anos", avisa a agência.

"Trata-se, em última análise, de proteger o único planeta que sabemos, neste momento, que acolhe vida, e esse é o planeta Terra", alertou o administrador da NASA, Jim Bridenstine, levando em conta as ameaças ao mundo perante uma colisão de asteroide.

Actualmente, a agência espacial dos EUA está trabalhando para ser capaz de detectar e rastrear 90% dos asteroides próximos com 140 metros ou mais, pois uma rocha espacial com essas dimensões pode causar danos catastróficos e até mesmo aniquilar um país inteiro.

Fonte: Sputnik News

Enorme 'bola de fogo' transforma noite em dia no céu da China


Câmaras de vigilância captaram o incrível momento em que um meteoro enorme iluminou o céu da cidade chinesa de Songyuan, transformando a noite em dia.

A "bola de fogo" apareceu na última sexta-feira (11), no nordeste da China, e também foi vista por vários moradores, que ficaram surpreendidos, segundo a CCTV.

Felizmente, o meteoro queimou-se no céu, indicando que apenas pequenos pedaços de detritos tivessem caído na superfície terrestre.

"Quando os detritos entram na atmosfera da Terra, a fricção entre os detritos [do meteoro] e os gases atmosféricos o aquece ao ponto de fazê-lo brilhar e tornar-se visível aos nossos olhos", explica a NASA.

"Esse rastro de luz no céu é conhecido como meteoro. A maioria dos meteoros brilha por apenas alguns segundos antes de se queimar e atingir a superfície da Terra", continua a agência espacial.


Fonte: Sputnik News

Cientista da NASA diz ter encontrado vida em Marte em 1976 mas descoberta foi ignorada


Gilbert V. Levin esteve na missão Viking a Marte em 1976 e garante que os resultados foram ignorados pela comunidade científica.

Se a descoberta de vida em Marte é apontada como uma meta muito importante da espécie humana, há um cientista que afirma que esta já foi atingida há 43 anos. Gilbert V. Levin, antigo cientista e astronauta da NASA, afirmou num artigo de opinião que durante uma missão nos anos 70, na qual o próprio participou, foram encontradas formas de vida em Marte, que foram depois ignorados pela agência espacial norte-americana. 

O artigo, com o nome "Estou Convencido que Encontrámos Provas de Vida em Marte nos anos 70", foi publicado no blog da revista científica Scientific American, e conta a história de como esta amostra recolhida foi analisada quatro vezes, tendo dado sempre resultado positivo, mas a NASA concluiu que o organismo era apenas capaz de "imitar vida", não tendo vida em si.

"Inexplicavelmente, 43 anos depois da Viking, nenhum dos subsequentes exploradores de Marte fez testes de deteção de vida para dar seguimento a estes resultados", aponta Levin no seu artigo. "Em vez disso a agência lançou missões para determinar se Marte seria um habitat propício para o desenvolvimento de vida, e se sim, para recolher amostrar para exame biológico na Terra." 

Segundo o cientista, estes dados deveriam voltar a ser vistos por um painel de especialistas, em conjunto com cerca de 20 outras descobertas que podem ser a chave para perceber se há ou não vida em Marte.

Fonte: CM

O novo Oumuamua é surpreendentemente familiar


A revista científica especializada Nature Astronomy acaba de publicar novas informações sobre o cometa 2I/Borisov, o segundo objeto interestelar até agora detetado – é o “novo” Oumuamua.

O novo artigo, publicado na Nature esta quinta-feira, confirma que o corpo celeste vem de fora do Sistema Solar e não é muito diferente dos cometas dos cometas do Sistema Solar. Tal como observa o portal Gizmodo, o 2I/Borisov é surpreendentemente familiar.

O primeiro objeto interestelar, o asteróide Oumuamua (“mensageiro”), com a forma de um charuto, foi detetado em 2017 com um telescópio no Havai, nos Estados Unidos. O novo cometa foi identificado pelos especialistas depois do alerta, a 30 de agosto, de um astrónomo amador, Gennadiy Borisov, natural da Crimeia, para um objeto estranho no céu.

Após análises aos dados recolhidos, mediante observações com telescópios em Espanha e no Havai, astrónomos profissionais concluíram que o objeto provém de outro sistema solar, desconhecido, dada a sua órbita.

O cometa é formado essencialmente por poeira ligeiramente avermelhada, na cauda, tendo o seu núcleo sólido cerca de um quilómetro de raio. Precisa o jornal Público que o 2I/Borisov é avermelhado, de cauda curta e com uma longa cabeleira, fazendo lembrar a cor e a morfologia dos cometas nativoss do Sistema Solar.

“O 2I/Borisov é um cometa com uma órbita altamente hiperbólica, o que significa que veio do espaço interestelar”, revelou um dos líderes da investigação, Piotr Guzik, da Universidade Jaguelónica, na Polónia, em declarações ao mesmo diário.

“Morfologicamente, parece um cometa típico do nosso Sistema Solar e a sua cor também é compatível com a que observamos nos cometas do nosso sistema”, acrescentou.

Quanto às comparações com o primeiro corpo interestelar, os cientistas frisam que o 2I/Borisov é maior e mais brilhante do que o Oumuamua.

O cometa “2I/Borisov” poderá ser observado melhor em dezembro quando estiver ainda mais próximo do Sol. “Nesse encontro, o cometa poderá ser observado sobretudo por telescópios profissionais, mas mesmo assim parecerá muito ténue. Poderá ser detetado por astrofotógrafos amadores, mas não será visível mesmo em telescópios amadores grandes”, disse ainda Piotr Guzik, citado pelo jornal Público.

Fonte: ZAP

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

NASA: Um asteróide se aproxima da Terra a uma velocidade de mais de 35.400 quilómetros por hora


Embora tenha apenas 34 metros, é quase o dobro do asteróide de Chelyabinsk (Rússia) que caiu em 2013 e se aproxima da Terra a uma velocidade de mais de 35.400 quilómetros por hora.

O rastreio de asteróides da NASA detectou neste fim de semana uma rocha espacial que actualmente está se dirigindo para a Terra. De acordo com o Centro de Estudos de Objectos Próximo à Terra (CNEOS), da agência aeroespacial, o asteróide de 34 metros de tamanho está se aproximando a uma velocidade de mais de 35.400 quilómetros por hora. 

Os cientistas calculam o que acontecerá na próxima segunda-feira com o nosso planeta.

Estima-se que o objecto espacial, chamado 2019 TA7, passará perto da Terra às 22:53 TMG na segunda-feira, com uma distância de quase 1,5 milhão de quilómetros. Os astrónomos afirmam que esta será a maior abordagem para este asteroide nos próximos 115 anos.

Devido ao seu pequeno tamanho, é provável que queime na atmosfera e exploda no céu, caso chegue à Terra. No entanto, isso não significa automaticamente que o TA7 2019 seja completamente inofensivo: é quase o dobro do asteróide que caiu em Chelyabinsk (Rússia) em 2013, medindo aproximadamente 19,8 metros.

Anteriormente, em 10 de outubro, outro objecto celeste do tamanho da Grande Pirâmide de Gizé se aproximou da Terra, passando por seu ponto mais próximo a uma velocidade de 78.900 quilómetros por hora.


Fonte: RT
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