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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Robots que se reproduzem


 Os engenheiros obtêm dois robots equipados com inteligência artificial para combinar apenas seus códigos de computador para criar um novo robot totalmente autónomo

O cientista de computadores Gusz Eiben, da Universidade Livre de Amesterdão, conseguiu fazer dois robots equipados com inteligência artificial (IA) capazes de combinar os códigos de computador que os fazem funcionar - ou seja, seus "genomas de computador" - para criar um novo robot A IA consegue moldar seus "filhos" através de uma impressora tridimensional que gera as peças e as monta .

Além disso, os robots são programados para combinar suas características mais válidas do ponto de vista da sobrevivência e melhoria da nova máquina. A verdade é que essas combinações dão origem a mutações que os cientistas não conseguem explicar. Em princípio, eles podem parecer "defeitos genéticos", mas podem ter características que os robots de IA consideram valiosas para seus filhos.

Usando essa técnica seria possível criar robots que se reproduzem, melhorando gradualmente suas capacidades e adquirindo novas habilidades através do desenvolvimento de determinadas acções. Os robots mais adequados seriam aqueles escolhidos para ter "filhos" e assim por diante.

Fonte: Ano Zero

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Snowden escreveu ‘Vigilância Massiva, Registo Permanente’, o livro mais vendido do mundo


Edward Snowden é uma figura incontornável na luta contra as grandes entidades de vigilância digital. Nesse sentido, lançou o livro ‘Vigilância Massiva, Registo Permanente’ que é, atualmente, o livro mais vendido do mundo. Contudo, os EUA já estão contra a publicação deste livro.

O antigo colaborador da NSA tem tido uma agenda mediática bastante preenchida para divulgar o seu novo livro. Nesse processo, viu recusado o seu pedido de asilo na França.

Desde que Edward Snowden denunciou as práticas realizadas pela NSA, que têm sido vários os trabalhos para o dar a conhecer. Foram gravados filmes e documentários sobre si, vários artigos publicados e algumas entrevistas. Agora, o denunciate publicou um livro de memórias, ‘Permanent Record’.

O meu nome é Edward Snowden. Antes trabalhava para o governo, mas agora trabalho para o público.

Já disponível numa tradução para português, com o título ‘Vigilância Massiva, Registo Permanente’, Snowden afirma que este é de momento o livro mais vendido do mundo.
Contudo, a história não se fica por aqui. O livro relata sobretudo testemunhos na primeira pessoa do que viu e do que se passava na NSA. Para além disso, todo o processo de asilo político que sucedeu as denuncias foi igualmente abordado.

Entretanto, o livro de memórias já foi motivo para a instauração de um processo contra Edward Snowden. O Departamento de Justiça dos EUA está a colocar entraves à publicação do livro devido ao facto de este não ter sido previamente autorizado pela NSA e pela CIA. Segundo a lei norte-americana, este é um requerimento exigido a qualquer ex-funcionário destas agências de inteligência norte-americanas.

Pedido de asilo recusado pela França

Na sequência das várias aparições que Snowden tem feito para divulgar o seu livro, referiu à France Inter que gostava que a França lhe concedesse asilo político. Tal já tinha sido feito pelo denunciante em 2013, antes de rumar à Rússia.

Contudo, o país gaulês não parece estar disposto a mudar a sua postura. O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves Le Drian, afirmou que não foi recebido nenhum pedido formal de asilo político. Para além disso, caso tivesse sido recebido, o ministro não vê motivos para mudar a posição tomada em 2013 e aceitar, desta vez, Edward Snowden no seu país.


Fonte: Pplware

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

"Invadir a Área 51." A piada na internet que se tornou uma ameaça


A iniciativa de invadir a zona ultrassecreta dos EUA começou como uma piada, mas a "brincadeira" marcada para esta sexta-feira poderia ter consequências muito sérias.

A área proibida é a mais apetecida para um festival. Começou como uma piada, mas depressa tomou proporções alienígenas. A Área 51, nos Estados Unidos, conhecida por alimentar mitos, entre os quais o de conter provas da existência de vida extraterrestre.

Até 1995, o Governo norte-americano não tinha sequer reconhecido que a base militar existia, apesar de ocupar mais de um milhão de hectares. No entanto, ainda durante a década de 1920, a narrativa de que uma nave espacial teria ali aterrado e teria sido ali mesmo armazenada começou a gerar dúvidas. Bob Lazar foi um dos responsáveis por esta crescente curiosidade. O adepto de "teorias da conspiração" foi pioneiro em difundir esta teoria, várias vezes negada pelo Governo dos EUA.

Agora o mistério saltou para o Facebook, onde três páginas promovem um evento nas redes sociais para esta sexta-feira. "Invadir a Área 51, Eles Não Nos Podem Parar a Todos" ["Storm Area 51, They Can"t Stop All of Us"] tem potencial para abalar as autoridades norte-americanas. E a prova está nos últimos dez dias, em que a repercussão da invasão de dois famosos youtubers para lá do sinal de proibição que circunda a base militar tem deixado o Governo em alerta.

Ties Granzier e Govert Sweep, de 20 e 21 anos, avançaram cinco quilómetros para lá do permitido, e foram libertados no dia seguinte, não sem antes pagarem mais de 450 euros de finança. A história está a mobilizar a imprensa internacional de todo o mundo. A BBC cita fontes próprias crentes de que naquela zona do Nevada são desenvolvidos programas de espionagem e inteligência.

Depois da iniciativa de um humorista, os dois holandeses, produtores de conteúdos que têm milhares de seguidores na plataforma YouTube, levaram a ideia para lá dos limites da comédia. Foram encontrados num carro, e, quando questionados sobre se teriam avançado sem ver a sinalética, ambos responderam que teriam ignorado por curiosidade por descobrir o interior da controversa Área 51. O ato de rebeldia valeu-lhes uma noite passada numa cela.

O interior do veículo revelava câmaras fotográficas e de filmar, um computador e um drone, com imagens captadas na base militar. Mas, desses conteúdos, como do segredo, nenhuma pista resta.

O plano de ataque para esta sexta-feira pode também ter falhas: é que os milhões de pessoas que aderiram ao "Invadir a Área 51, Eles Não Nos Podem Parar a Todos", mais conhecido por "Alienstock", preparam-se, hipoteticamente, para invadir a área "alienígena" com uma corrida "à moda de Maruto" [desenho animado japonês] para contornar o trajeto das balas, e, por fim, chegar ao centro do segredo.

Se se concretizasse, os invasores podem ter de enfrentar seis meses de prisão, A área está permanentemente sob vigilância de sensores que detetam movimento, câmaras de reconhecimento facial e outros dispositivos de alta tecnologia. Há ainda guardas camuflados, diluídos na árida paisagem. Protegidos por uma lei federal dos anos 50, estas autoridades podem disparar para matar na consequência de qualquer ato desobediente.

A zona secreta do Nevada dificilmente será invadida, já que a porta-voz da Força Aérea norte-americana, Laura McAndrews, assegurou em comunicado enviado à imprensa que o Governo tem conhecimento desta "brincadeira", ainda que não tenha especificado qualquer plano de contingência para a eventualidade de alguém dar um passo em falso. Mas deixou o aviso: "A base de testes do Nevada é uma zona em que a Força Aérea testa caças de combate. Qualquer tentativa de a visitar ilegalmente revelar-se-á muito perigosa."

Fonte: TSF

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Marinha dos EUA admite que vídeos de OVNI’s são verdadeiros (e não era suposto ninguém saber)


A Marinha dos EUA confirmou que imagens de OVNIs que surgiram nos últimos anos são reais e que nunca pretenderam que o vídeo fosse visto pelo público.

As imagens que apareceram pela primeira vez online em 2017, captadas pelo The New York Times, mostraram vários objetos voadores não identificados, ou Fenómenos Aéreos Não Identificados (UAP), como são chamados oficialmente, que pareciam ser registados pela Marinha dos EUA.

Três vídeos (um de 2004 e dois de 2015), divulgados no jornal pela organização To The Stars Academy do ex-Blink 182 Tom DeLonge, mostram objetos voadores ainda não identificados, descritos por um dos pilotos de caça treinados como algo diferente de tudo que já tinha visto na sua vida.

“Posso dizer-vos, eu não acho que seja deste mundo. Não sou maluco, não estive a beber. Depois de 18 anos a voar, já vi praticamente tudo o que posso ver lá – e isto não é nada semelhante”, disse à ABC o piloto reformado David Fravor sobre o objeto não identificado que viu em 2004. “Nunca vi algo na minha vida, na minha história de aviação, que tenha a performance, a aceleração. Lembrem-se que aquela coisa não tinha asas“.

Um relatório “preparado pela e para militares” em 2018 detalhou a forma como o Veículo Aéreo Anómalo (AAV) de 13,7 metros de comprimento e “sem meios visíveis de gerar sustentação” foi visto por vários navios da Marinha dos EUA , assim como o jato F-18 de Fravor.

“Os AAVs desceriam ‘muito rapidamente’ de aproximadamente 18 mil metros até aproximadamente 15 metros em questão de segundos“, diz o relatório, acrescentando que um piloto percebeu que o objeto, semelhante a um Tic-Tac, perturbou a água, causando “ondas espumosas e espuma” por baixo e o oceano parecia estar “a ferver”.

O relatório sobre UAPs a voar no espaço aéreo dos EUA não tinha sido confirmado pelos militares até agora. Conforme relatado pela primeira vez pelo Motherboard, um porta-voz da Marinha dos EUA disse ao The Black Vault – o maior arquivo civil de documentos desclassificados – que as imagens mostram “fenómenos aéreos não identificados” que foram filmados pela Marinha e que “a Marinha não divulgou os vídeos para o público em geral”.

“A Marinha designa os objetos contidos nesses vídeos como fenómenos aéreos não identificados”, disse o vice-chefe de operações navais para guerra de informação, Joseph Gradisher, ao The Black Vault. “A terminologia ‘Fenómenos aéreos não identificados’ é usada porque fornece o descritor básico para avistamentos/observações de aeronaves/objetos não autorizados/não identificados que foram observados a entrar/ a operar no espaço aéreo de várias áreas de treino controladas por militares”.

Isto não significa que os objetos estejam confirmados como alienígenas. Apenas que o governo ainda não tem uma explicação oficial para o que aconteceu nos vídeos.

Sabe-se que o governo dos EUA leva a sério estes avistamentos. Entre 2008 e 2011, gastou quase 22 milhões de dólares a investigar secretamente OVNIs. De fcto, os avistamentos da UAP tornaram-se tão frequentes nos últimos anos que a Marinha recentemente elaborou novas diretrizes sobre como relatá-las.



Fonte: ZAP

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Os extraterrestres podem já ter explorado a Via Láctea (e visitado a Terra)


A Via Láctea pode estar repleta de civilizações alienígenas interestelares. Mas não sabemos, porque não nos visitam há 10 milhões de anos.

De acordo com um estudo publicado no mês passado na revista especializada The Astronomical Journal, a vida extraterrestre inteligente pode demorar algum tempo a explorar a galáxia, aproveitando o movimento dos sistemas estelares para facilitar a troca de estrelas. O trabalho é uma nova resposta a uma pergunta conhecida como Paradoxo de Fermi, que pergunta por que razão não detetamos sinais de inteligência extraterrestre.

O paradoxo foi levantado pela primeira vez pelo físico Enrico Fermi, que perguntou: “Onde estão todos?”. Fermi questionava a viabilidade de viajar entre estrelas, mas, desde então, a sua pergunta passou a representar dúvidas sobre a própria existência de extraterrestres.

O astrofísico Michael Hart explorou a questão formalmente quando argumentou num artigo de 1975 que havia muito tempo para a vida inteligente colonizar a Via Láctea nos 13,6 mil milhões de anos desde que a galáxia se formou, mas ainda não ouvimos nada deles. Hart concluiu, portanto, que não deve haver civilizações avançadas na nossa galáxia.

O novo estudo, porém, oferece uma perspetiva diferente sobre a questão: talvez os alienígenas estejam a demorar um pouco e a ser estratégicos.

“Se não considerarmos o movimento das estrelas ao tentar resolver o problema, fica basicamente com uma de duas soluções”, disse Jonathan Business-Nellenback, cientista da computação e principal autor do estudo, ao Business Insider. “Ninguém sai do seu planeta ou somos de facto a única civilização tecnológica da galáxia.”

As estrelas orbitam o centro da galáxia em diferentes caminhos a diferentes velocidades. Ao fazê-lo, ocasionalmente cruzam-se. Assim, os alienígenas poderiam estar a esperar pelo próximo destino. Nesse caso, as civilizações demorariam mais tempo a espalhar-se pelas estrelas do que Hart calculou. Portanto, podem ainda não ter chegado até nós – ou talvez até já tenham chegado, muito antes dos humanos evoluírem.

Os investigadores já tentaram responder ao Paradoxo de Fermi de várias maneiras – estudos investigaram a possibilidade de que todas as formas de vida alienígena se formem nos oceanos abaixo da superfície de um planeta e postularam que as civilizações podem ser desfeitas pela sua insustentabilidade antes de realizar qualquer viagem interestelar.

Há também a “hipótese do zoológico”, que imagina que as sociedades da Via Láctea decidiram não entrar em contacto connosco pelas mesmas razões pelas quais mantemos a natureza ou mantemos proteções para alguns povos indígenas isolados.

Um estudo de 2018 sugeriu que há uma hipótese de 2 em 5 de estarmos sozinhos na nossa galáxia e uma hipótese de 1 em 3 de estarmos sozinhos em todo o cosmos.

Os autores do estudo mais recente apontam que investigações anteriores não tiveram em conta um facto crucial sobre a nossa galáxia: ela move-se. Assim como os planetas orbitam estrelas, os sistemas estelares orbitam o centro galáctico. O nosso sistema solar, por exemplo, orbita a galáxia a cada 230 milhões de anos.

Se civilizações surgirem em sistemas estelares distantes, podem tornar a viagem mais curta, esperando que o seu caminho orbital os aproxime de um sistema estelar habitável. Depois de se estabelecerem nesse novo sistema, os alienígenas poderiam esperar novamente por uma distância ideal de viagem para dar outro salto.

Nesse cenário, os alienígenas não se estão a mover pela galáxia. Estão à espera que a sua estrela se aproxime de outra estrela com um planeta habitável. “Se demorar mil milhões de anos, essa é uma solução para o paradoxo de Fermi”, disse Carroll-Nellenback. “Os mundos habitáveis ​​são tão raros que precisamos de esperar mais do que qualquer civilização dure antes que outro apareça.”

Para explorar os cenários, os investigadores usaram modelos numéricos para simular a propagação de uma civilização pela galáxia. Tiveram em consideração uma variedade de possibilidades para a proximidade de uma civilização hipotética a novos sistemas estelares, o alcance e a velocidade das suas sondas interestelares e a taxa de lançamento dessas sondas.

“Tentamos criar um modelo que envolvesse o menor número de suposições sobre sociologia que pudéssemos”, disse Carroll-Nellenback.

Ainda assim, parte do problema de modelar a expansão galáctica de civilizações alienígenas é que estamos a trabalhar apenas com um ponto de dados: nós próprios. Portanto, todas as nossas previsões são baseadas no nosso próprio comportamento. Mas mesmo com a limitação, os cientistas descobriram que a Via Láctea poderia ser preenchida com sistemas estelares estabelecidos que não conhecemos.

“Todos os sistemas podem ser habitáveis, mas os extraterrestres não nos visitam porque não estão suficientemente próximos“, disse Carroll-Nellenback. Até agora, detetámos cerca de 4.000 planetas fora do nosso Sistema Solar e nenhum hospedava vida.

Há pelo menos 100 mil milhões de estrelas na Via Láctea – e ainda mais planetas. Um estudo recente estimou que até 10 mil milhões desses planetas poderiam ser parecidos com a Terra.

Assim, os autores do estudo escreveram que concluir que nenhum desses planetas sustenta a vida seria como olhar para uma piscina e não encontrar golfinhos – e depois decidir que o oceano não tem golfinhos.

Outro elemento chave nos debates sobre a vida alienígena é o que Hart chamou de “Facto A”: não há visitantes interestelares na Terra e não há evidências de visitas passadas. Mas isso não significa que nunca estiveram por cá.

Se uma civilização alienígena chegou à Terra há milhões de anos – e a Terra tem 4,5 mil mihões de anos -, talvez já não haja sinais da sua visita. Estudos anteriores sugerem que talvez não consigamos detetar evidências de visitas alienígenas passadas. É possível que alienígenas tenham passado perto da Terra, mas decidiram não a visitar.

Além disso, os alienígenas podem não querer visitar um planeta que já tem vida. Assumir isso seria uma “projeção ingénua” de uma tendência humana de equiparar expansão à conquista.

Por agora, os investigadores consideram que não devemos desmotivar por causa do silêncio do Universo. Nos próximos anos, espera-se que a nossa capacidade de detetar e observar outros planetas potencialmente habitáveis melhore drasticamente à medida que novos telescópios são construídos e lançados para o Espaço.

Fonte: ZAP

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Loch Ness: e se o monstro for só uma enguia gigante? A hipótese dos cientistas



O monstro do Lago Ness, na Escócia, poderá ser apenas uma enguia gigante, dizem cientistas.

Depois de uma intensa análise de vestígios de ADN nas águas do Lago Ness, os cientistas chegaram à conclusão de que o alegado monstro pode ser apenas uma enguia gigante. Neil Gemmell, geneticista da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, explicou que os resultados puseram de parte a hipótese de haver alguma espécie de réptil marinho gigante.

Uma equipa internacional, composta por especialistas do Reino Unido, dos Estados Unidos, da Austrália e de França, recolheu amostras de ADN no lago em junho do ano passado.

O uso deste tipo de amostras permite a monitorização de animais marinhos, como os tubarões e as baleias. De cada vez que um ser vivo se desloca no seu habitat, deixa para trás pequenos fragmentos de ADN através de pele, escamas, penas, penugem, fezes e urina.

Não podemos excluir a possibilidade de que há uma enguia gigante no Lago Ness.

Este ADN pode ser recolhido, sequenciado e depois usado para identificar o ser vivo, comparando a sequência obtida com a grande quantidade de informação genética de centenas de milhares de diferentes organismos. A equipa analisou no total 500 milhões de sequências do material genético encontrado.

"As enguias são muito comuns em lagos. Todos os locais que visitámos para recolha de amostragem tinham, no entanto, uma quantidade de enguias que surpreendeu", afirmou Neil Gemmell, acrescentando: "Não podemos excluir a possibilidade de que há uma enguia gigante no Lago Ness, mas não sabemos se estas amostras que recolhemos são de um monstro gigante ou de um animal normal."

Como surgiu o conceito "monstro de Loch Ness"?

O primeiro registo escrito de um monstro a viver nas águas escocesas surgiu no século VI pela obra do irlandês Santo Columba. A foto mais famosa do Nessie (como era apelidado o suposto monstro), mais conhecida por "Fotografia do Cirurgião", foi tirada em 1934 e mostra uma cabeça ligada a um longo pescoço a sair da água.

Esta foto foi, 60 anos mais tarde, revelada como uma fraude. Era apenas um modelo de monstro marinho anexado a um submarino de brinquedo.

Desde então, várias equipas de investigadores tentaram encontrar o monstro, sempre sem sucesso. Em 2003, a BBC financiou uma extensa pesquisa científica que usou 600 feixes de sonar e rastreamento por satélite para varrer toda a extensão do lago.

A tentativa mais recente foi realizada há três anos, quando um drone marinho de alta tecnologia localizou um monstro - mas não era o que procuravam. Acabaram por descobrir a réplica usada nos anos 1970, no filme "The Private Life of Sherlock Holmes", afundada no lago.

Fonte: TSF

A sonda da China encontrou um gel estranho no lado oculto da Lua


A sonda chinesa Chang’e-4 encontrou uma substância incomum e colorida, semelhante a um gel, durante as suas explorações no lado oculto da Lua.

O rover da missão, Yutu-2, teve esta surpresa durante o 8º dia lunar. A descoberta levou os cientistas a adiar outros planos de direção do veículo espacial e, em vez disso, concentrou os seus instrumentos na tentativa de descobrir o que era aquele material estranho.

O dia 8 começou em 25 de julho. O Yutu-2 começou a navegar por uma área repleta de várias pequenas crateras de impacto, com a ajuda e o planeamento de motoristas no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, de acordo com um “diário de condução” do Yutu-2 publicado em 17 de agosto pelo governo na revista em língua chinesa Our Space, que se concentra no espaço e na comunicação científica, segundo conta o LiveScience.

Em 28 de julho, a equipa Chang’e-4 estava a preparar-se para desligar o Yutu-2 para a sua habitual sesta do meio-dia, para proteger o veículo espacial de altas temperaturas e radiação do sol alto no céu. Um membro da equipa que verificava as imagens da câmara principal do veículo espacial avistou uma pequena cratera que parecia conter um material com uma cor e brilho diferente do da superfície lunar circundante.

A equipa da unidade chamou os cientistas lunares. Juntas, as equipas decidiram adiar os planos de Yutu-2 de continuar para oeste e, em vez disso, ordenaram que o rover verificasse o material estranho.

Com a ajuda de câmaras para evitar obstáculos, o Yutu-2 aproximou-se cuidadosamente da cratera e depois observou o material colorido e os arredores. O veículo espacial examinou as duas áreas com o seu espectrómetro visível e infravermelho próximo (VNIS), que deteta luz dispersa ou refletida em materiais para revelar a sua composição.

O VNIS é o mesmo instrumento que detetou evidências de material originário do manto lunar no regolito da cratera Von Kármán, descoberta que os cientistas chineses anunciaram em maio.

Até agora, os cientistas não deram nenhuma indicação sobre a natureza da substância colorida e disseram apenas que é “semelhante a gel” e tem uma “cor incomum”. Uma explicação possível é que a substância seja o vidro derretido criado a partir de meteoritos que atingem a superfície da lua.

A descoberta de Yutu-2 não é a primeira surpresa lunar dos cientistas. O astronauta e geólogo da Apollo 17, Harrison Schmitt, descobriu o solo cor de laranja perto do local de pouso da missão em Taurus-Littrow em 1972. Os geólogos lunares finalmente concluíram que o solo laranja foi criado durante uma erupção vulcânica explosiva há 3,64 mil milhões de anos.

O Chang’e-4 foi lançado no início de dezembro de 2018 e fez a primeira aterragem do outro lado da lua em 3 de janeiro. Durante o dia lunar 9, o Yutu-2 continuará a sua jornada para oeste, dormirá durante seis dias por precaução e desligará para uma nona noite lunar por volta do dia 5 de setembro, cerca de 24 horas horas antes do pôr do sol local.

Fonte: ZAP

Surge teoria sobre visita de ETs aos maias e promessa de 'retorno apocalíptico' em 15 anos


Os maias continuam intrigando arqueólogos pelo conhecimento avançado em astronomia e matemática, fazendo até mesmo surgir teorias sobre a antiga civilização ter sido constituída por deuses alienígenas.

Auto denominado especialista em ETs, Erich von Daniken afirma que os maias foram visitados por antigos deuses alienígenas que farão um retorno apocalíptico daqui a 15 anos, escreve o jornal britânico Express.

Segundo a teoria, a entidade adorada como deus e conhecida como Quetzalcoatl (semelhante a uma cobra) disse aos maias como um dia retornaria ao nosso planeta Terra.

Esta data foi calculada como sendo 21 de dezembro de 2012, causando preocupação de que esta poderia ser a data do apocalipse.

Nova data para fim do mundo

Depois que esta profecia falhou previsivelmente, o von Daniken notou que esta data foi calculada com base no calendário judaico-cristão, o que é ambíguo ao nascimento de Cristo.

Há na verdade aproximadamente 20 anos em torno do dia em que pensamos que Cristo nasceu, distorcendo nossa predição do retorno de Quetzalcoatl.

Baseando-se em novos cálculos, é suposto que restem agora aproximadamente 15 anos para ver se a terrível predição maia se tornará realidade.

O auto denominado especialista acredita que não veria um deus em forma de cobra descendo dos céus, mas um extraterrestre. Ele descreve esses alienígenas como criaturas com rostos humanos cobertos por capacetes com aparelhos respiratórios na boca, que supostamente filtrariam o ar para evitar infecções por bactérias ou vírus.

Vestígios alienígenas?

Num túmulo maia, localizado no sítio arqueológico mexicano de Palenque, uma escultura de Pacal, o Grande (o penúltimo imperador dos antigos maias), foi encontrada parecendo controlar uma máquina virada para cima com chamas e fumaça saindo pela parte de trás. Arqueólogos afirmam que essa escultura realmente representava a árvore da vida ou uma descida ao submundo.

Dentro de um sarcófago, fósseis desse antigo imperador foram encontrados, embora o corpo fosse significativamente mais alto do que a altura média dos antigos maias e parecesse ter uma estrutura óssea incomum.

Outro facto interessante é que Pacal também era conhecido por ter governado por 68 anos e vivido até os 80 anos, muito mais tempo do que a vida média para essa época.

As pirâmides de Tikal (uma das maiores cidades da civilização maia pré-colombiana) são outra anomalia que aumenta ainda mais o mistério, pois estão a 40 km de um corpo d'água – facto que levou os arqueólogos a questionar por que os antigos maias construíram uma cidade maciça num local tão inconveniente.

Von Daniken aponta para um dos glifos numa pirâmide em degrau, afirmando que era o local aonde os deuses antigos chegavam dos céus.

Fonte: Sputnik News

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

'Vida ou morte': especialista alerta sobre chance real de impacto de asteroide


É "100%" certo que um asteroide atingirá a Terra, mesmo que não seja possível prever quando ou onde isso acontecerá.

De acordo com Lembit Opik, presidente do Parlamento de Asgardia, o assunto é questão de vida ou morte e que é hora de pensar em proteger a Terra dos asteroides, segundo o jornal Express.

"É uma questão de vida ou morte. A chance de um impacto é de 100%, apenas não se sabe quando", afirmou Opik.

Opik antes actuou na política britânica e agora trabalha com a nação espacial Asgardia para preparar a Terra para lidar com um perigo inevitável, ou seja, os asteroides.

Imagem artística do asteroide duplo 1999 KW4 criada com base na 
fotografia tirada pelo telescópio VLT

"Isso raramente acontece, mas quando acontece é catastrófico e acabará com 70% a 95% de toda a vida. Aparentemente, como aconteceu antes", ressaltou Opik.

Além disso, ele afirma que a Asgardia tem como principal objectivo criar uma guarda espacial para proteger o planeta das ameaças cósmicas.

Sendo assim, a agência pretende estabelecer a presença humana no espaço, através da construção de postos avançados e concedendo a primeira criança fora do mundo dentro dos próximos 25 anos.

Mas, para atingir esses objectivos grandiosos, os cientistas de Asgardia precisam provar que os seres humanos que vivem no espaço podem ser mantidos a salvo de ameaças como asteroides.

Opik ainda destaca que os asteroides não são a única ameaça que há no espaço, pois ainda há muitos outros elementos perigosos, porém mais fáceis de prever.

Fonte: Sputnik News

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

DARPA está urgentemente à procura de enorme complexo subterrâneo para realizar experiências


A Agência de Projetos de Investigação Avançada de Defesa (DARPA) está à procura de instalações subterrâneas para fazer experiências. A agência norte-americana delimitou um prazo de 48 horas para encontrar um espaço.

O exército americano lançou um aviso aos cidadãos a demonstrar o seu interesse em ocupar um complexo subterrâneo para realizar experiências. A DARPA divulgou o comunicado através do Twitter, esta quarta-feira, e impôs um prazo de dois dias para ser encontrado um local apropriado.

“Ambientes subterrâneos artificiais que abrangem vários quarteirões da cidade, com vários andares, incluindo átrios, túneis e escadas são ideais“, escreveu a DARPA no seu comunicado oficial.
“A DARPA está interessada em entender tecnologias inovadoras que possam permitir que soluções futuras mapeiem, naveguem e pesquisem rapidamente ambientes subterrâneos desconhecidos para localizar objetos de interesse. A agência não explicou o porquê de precisar de encontrar este espaço com tanto urgência.

Em declarações ao Gizmodo, a DARPA diz que pretende “analisar e aprimorar abordagens para melhorar a consciência situacional e tempos de resposta em cenários de emergência”. O porta-voz da agência diz que encontrar um espaço que preencha os requisitos pode ajudar seriamente a desenvolver estas tecnologias.

“Parece emocionante e sinistro ao mesmo tempo“, disse um utilizador da rede social em resposta ao tweet da agência. Em resposta, a DARPA disse: “até para nós“.
A DARPA é conhecida por ser a precursora da atual Internet, tendo criado a ARPANET durante os anos 60. Por outro lado, tem também alguns dos planos mais assustadores, como construir robôs conscientes usando cérebros de insetos, criar implantes cerebraispara restaurar memórias, planear construir arma a laser capaz de abater mísseis e desenvolver tecnologia para criar soldados-ciborgues.

Fonte: ZAP

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Cientistas criam o primeiro lagarto mutante geneticamente modificado


Uma equipa de cientistas da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, conseguiu criar o primeiro lagarto geneticamente modificado recorrendo à técnica de edição genética CRISPR.

No novo estudo, cujos resultados foram esta semana publicados na revista científica especializada Cell Reports, a equipa explica que a técnica de CRISPR consiste numa série de “tesouras moleculares” capazes de inserir, remover, modificar ou substituir partes de ADN do genoma de um organismos vivo.

Outros cientistas tinham já utilizado este método para modificar o ADN de mamíferos, peixes, pássaros e anfíbios, mas esta foi a primeira vez que a técnica CRISPR foi aplicada em répteis. Os especialistas enfrentavam dificuldades com a edição genética neste tipo de animais devido à forma como estes se reproduzem. Ao contrário dos outros animais, os répteis fertilizam os seus óvulos em momentos imprevisíveis.

Para a nova investigação, escreve o jornal britânico Daily Star, a equipa inserir algumas modificações ao método, permitindo assim que esta limitação fosse superada.

Os cientistas injetaram reagentes CRISPR em óvulos não fertilizados em ovários de lagartos. Quando os ovos eclodiram, aproximadamente metade dos lagartos mutantes herdaram genes da mãe e do pai com o ADN modificado.

Os cientistas escolheram levar a cabo a edição genética num o animal albino, uma vez que esta é uma mutação não prejudicial ao espécime.

Além disso, e tendo em conta que os humanos com albinismo têm, por norma, problemas de visão, os cientistas esperam ainda utilizar os lagartos modificados para estudarcomo é que a perda deste gene afeta o desenvolvimento da retina.

Após esta edição genética bem sucedida, os geneticistas planeiam agora usar esta mesma técnica noutros animais e esperam poder ajudar a curar doenças e prolongar a esperança de vida humana.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Fotografia de 195 gigapixels mostra o rostos das pessoas andando nas ruas


O site chinês Big Pixel, famoso por postar fotos em resoluções altíssimas, disponibilizou uma foto em 360º da cidade de Xangai que possui nada menos que 195 gigapixels de resolução. Hoje, em média, os celulares possuem câmeras com 12 megapixels. Apenas 1 gigapixel equivale a 1000 megapixels.

A foto foi tirada de cima da Oriental Pearl Tower, o que nos dá uma visão panorâmica da cidade em todas direções. É possível dar zoom e observar pessoas nas ruas, carros, ônibus, em embarcações, etc. No exemplo abaixo, é possível ver o zoom da entrada de um prédio, e nela há um homem em pé mexendo no celular. É realmente incrível a riqueza de detalhes!


Para visualizar a fotografia, você deve acessar a página oficial clicando aqui. Com certeza, você e seus amigos gastarão um bom tempo explorando a imagem.

A foto de 195 gigapixels está famosa em todo o mundo. Caso o site esteja lento, deve ser por conta do número de acessos. Procure voltar num outro momento.

A tecnologia utilizada nessa foto gigantesca consiste em tirar várias fotos de uma cena, com resoluções menores, e juntá-las, dando um efeito como se a foto de 195 gigapixels tivesse sido tirada de apenas uma vez. Por isso, se você avistar pessoas duplicadas numa cena, é porque essas pessoas se locomoveram entre um clique e outro.

O pessoal do BGR fez um alerta para as formas como a tecnologia pode vir a ser utilizada. Você já pensou em estar na sua casa e uma pessoa, em outro bairro, saber quantas colheres de açúcar você pôs no seu café?

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 27 de agosto de 2019

VÍDEO mostra suposto OVNI interceptando avião na Austrália


Conspiradores divulgam imagens de um suposto OVNI interceptando um avião na Austrália.

O vídeo, divulgado pelo canal Mavi777 no YouTube, gerou um grande debate na web, causando agitação pela suposta prova de que vida extraterrestre é uma realidade.

Segundo o canal, um disco voador estaria no céu em movimento paralelo a um avião comercial, sendo impossível identificar "a nave".

Diversos internautas afirmaram que extraterrestres estão mostrando que são reais e que estariam eminentemente se propagando no mundo todo, cita o portal IBTimes.

Anteriormente, o canal havia divulgado outro vídeo onde objectos surgiram no céu da cidade japonesa de Fukushima, logo acima da central nuclear.

Perante toda a agitação e insistência sobre a existência de seres extraterrestre, incluindo relatos dos membros da Marinha dos EUA, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou não acreditar na existência de objectos de outro mundo, mas que cada um pode pensar no que quiser.


Fonte: Sputnik News

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Algo "enorme" aconteceu e bloqueou nosso Sol


Em 19 de agosto, um estranho evento ocorreu no espaço, quando o sol pareceu ficar quase bloqueado por "algo" inexplicável. Vamos observar no vídeo abaixo.

As imagens que realmente impressionam ao mesmo tempo são desconcertantes, foram captadas por vários satélites da NASA que monitorizam o sol, e "Era Dimensional" as enviou para sua página no Facebook no momento que as obteve.

O estranho evento deixou todos que puderam visualizar a anomalia desconcertados, e da Revista Ufo-Spain ainda temos várias hipóteses sobre a mesa, já que as imagens são muito perturbadoras.

É possível que a anomalia se deva a um eclipse solar? Para entrar em segundo plano, devemos lembrar que um eclipse solar ocorre quando a lua fica entre a Terra e o Sol, e a Lua lança uma sombra sobre a Terra.

Além disso, um eclipse solar só pode ocorrer na fase da Lua Nova, quando a lua passa directamente entre o Sol e a Terra e suas sombras caem na superfície do nosso planeta.

Mas nesta ocasião deve ser mencionado que não foi a passagem da Lua na frente do Sol, desde o último eclipse solar ocorreu em 2 de julho de 2019 e o próximo eclipse solar ocorrerá em 26 de dezembro deste 2019.

O Observatório Solar Nacional Mauna Loa, nos EUA, também conseguiu registar algo estranho na tarde de 19 de agosto de 2019, quando a imagem do sol começou a falhar, na qual uma estranha estrutura de favo de mel se tornou visível.


Todos nós já ouvimos falar de uma estrela de meia-idade chamada KIC 8462852, a cerca de 1.480 anos-luz da Terra, o que sugere que algum tipo de estrutura de matéria complexa está cercando a estrela.

Existe uma possibilidade real de que um “enxame de mega estruturas” construídas por uma civilização alienígena avançada para colher energia daquela estrela.

Embora neste caso não exista um enxame de estrutura em nossa estrela, já que podemos ver que o sol está livre de constantes obstruções que não nos permitia ver nossa estrela na sua totalidade.

É muito possível que tenhamos a possibilidade racional de que, no momento em que as imagens foram tiradas, um grande objecto passou entre os satélites e o sol.

E isso pode ser mais viável porque a aparência não era constante, e embora a imagem parecida com um painel se pareça com uma lente fracturada, é mais como o resultado de um distúrbio causado por algo acontecendo entre a lente e o sol.

É possível que tenha sido um asteróide? Talvez tenha sido uma nave extraterrestre que tanto falamos em Ufo-Spain junto com nosso parceiro Snakedos, daqueles que se abastecem das estrelas. 


Fonte: Ufo Spain

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Facebook está a criar (com sucesso) tecnologia capaz de ler mentes


Há cerca de dois anos, o Facebook começou a desenvolver uma tecnologia capaz de ler as mentes das pessoas. Agora, a empresa apresentou com sucesso os primeiros resultados da sua investigação.

O Facebook quer disponibilizar uma ferramenta capaz de descodificar pensamentosdiretamente no cérebro e transformá-los em mensagens escritas, sem a intervenção da fala ou de um teclado. Com o apoio da Universidade da Califórnia, publicaram no mês passado os primeiros resultados na revista Nature Communication.

Esta pode constituir uma solução para pessoas com transtornos de comunicação ou uma inovação no campo da realidade aumentada. Capaz de traduzir sinais cerebrais em diálogo, o software utiliza eletrocorticografia (ECoG) de alta densidade, pelo que requer implantes cerebrais.

Apesar de inicialmente ter delimitado um prazo de dois anos para que a tecnologia estivesse disponível ao público em geral, o Facebook ainda está uns furos abaixo das expectativas traçadas.

“Aqui demonstramos a descodificação em tempo real da fala percebida e produzidaa partir da atividade ECoG de alta densidade em humanos durante uma tarefa que imita o diálogo natural de pergunta e resposta”, lê-se no estudo. “Este representa um passo importante em direção a aplicações mais naturalistas”.

O Extreme Tech explica que, durante os testes feitos, os participantes deram respostas ao vivo a perguntas gravadas previamente e os investigadores usaram a informação dos sinais cerebrais para programar modelos que consigam percecionar aquilo que eles disseram e ouviram.

O software ainda está longe de infalível, tendo detetado corretamente 76% das perguntas percecionadas pelos participantes. No que toca às respostas, o software do Facebook teve uma taxa de sucesso a rondar os 61%.

O derradeiro objetivo passa por desenvolver um sistema capaz de descodificar as palavras na parte do cérebro que aloja o centro da linguagem e transcrevê-las diretamente num computador a uma velocidade de cem palavras por minuto, cinco vezes mais rápido que o tempo necessário para escrevê-las no ecrã de um smartphone.

As aspirações da empresa de Mark Zuckerberg levantam algumas preocupações devido aos contínuos escândalos relacionados com a invasão de privacidade dos utilizadores. A leitura dos pensamentos das pessoas parece ser uma fronteira que muitos não estão dispostos a conceder acesso.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Cientista americana diz estar certa de que a Terra será atingida por asteroide


Uma cientista americana de uma ONG dedicada a proteger a Terra diz que é 100% certo que um asteroide atingirá o nosso planeta. A cientista é Danica Remy, presidente da Fundação B612.

Após um asteroide não ter passado longe da Terra no início deste mês, uma cientista declarou que um futuro impacto é inevitável. Embora ainda não esteja claro quando ocorrerá, a cientista disse que a certa altura, um asteroide acabará por atingir a Terra.

No último dia 10 de agosto, uma enorme rocha espacial aproximou-se bastante do nosso planeta. Identificado como 2006 QQ23, o asteroide tinha cerca de 570 metros de comprimento (maior que a Torre Eiffel, em Paris), e viajava a uma velocidade de 16.700 quilómetros por hora.

Após a passagem próxima do asteroide, Danica Remy, a atual presidente da ONG B612Foundation, na Califórnia, disse que uma colisão entre um asteroide e o planeta Terra está prestes a acontecer.

“É 100% certo de que vamos ser atingidos, mas não se sabe com 100% de certeza quando é que isso vai acontecer”, disse Remy à NBC News.

Apesar da certeza do impacto com um asteroide, Remy acredita que a Terra não corre o risco de ser atingida por rochas espaciais que poderiam acabar com a vida no planeta, que são aquelas rochas com mais de um quilómetro de comprimento.

Devido ao seu enorme tamanho, estes asteroides podem ser facilmente identificados e detetados por agências espaciais. Com base nas suas últimas descobertas, a Terra não corre o risco de ser atingida por um desses asteroides gigantes.

Embora a Terra esteja relativamente segura dessas gigantescas rochas espaciais, o mesmo não pode ser dito para os asteroides menores, que têm maiores hipóteses de atingir a Terra, uma vez que são pequenos o suficiente para serem atraídos pelas forças gravitacionais do planeta.

Ao contrário dos asteroides que poderiam acabar com a vida no planeta, a destruição causada pelo impacto de um asteroide menor será localizada. Mesmo assim, Remy observou que um impacto desses ainda pode ter um efeito devastador em algumas regiões do mundo.

“O tipo de devastação que estaríamos observando é mais regional do que um nível planetário”, disse Remy. “Mas ainda vai ter um impacto global, nos transportes, na rede e no clima”.

Cientista americana diz estar certa de que a Terra será atingida por asteroide from ZAP.aeiou on Vimeo.

Fonte: ZAP
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