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terça-feira, 4 de junho de 2019

Os portugueses na segurança armada de alto risco


Formam-se nas Forças Armadas. Depois de terminarem a ligação contratual com o Estado, apostam numa carreira bem mais lucrativa, apesar de terem de enfrentar pirataria e cenários de guerra.

A combater piratas em alto mar, a travar a ameaça armada em explorações de petróleo ou a defender embaixadas em zonas de conflito, são vários os portugueses integrados numa indústria legal que movimenta milhões de euros. Recusam o selo de “mercenários”, associados a atos ilícitos ou ao romantismo dos filmes de Hollywood, e apontam o dedo à falta de oportunidades de construir uma carreira em Portugal. 

Ricardo, nome fictício, tinha 27 anos quando terminou as funções nas Operações Especiais em Lamego. Esteve sete anos ao serviço das Forças Armadas Portuguesas e participou numa missão no Kosovo, em 2005. Passados quatro anos, com o contrato a terminar, percebeu que podia continuar a carreira no privado. “Fui, a título pessoal, fazer formações em Inglaterra para ir trabalhar para o Iraque e para o Afeganistão”, revela. O curso, todo ele pago do próprio bolso, custou seis mil euros e as oportunidades não apareceram. “Em 2009, era muito complicado para um português conseguir um contrato lá fora. Na altura, estive algum tempo sem trabalho”, recorda. 


A primeira oportunidade surgiu em 2010. “Fui contratado por uma empresa norte-americana para uma missão de segurança armada contra a pirataria, na Somália.” Desde então, foram cerca de 60 países, grande parte na costa do continente africano, mas também mais a Oriente, como no Paquistão ou Israel. “Em dez anos, já foram cinco passaportes e nenhum deles por ter expirado.” A trabalhar na indústria desde 2007 está Nelson, de 32 anos, que prefere igualmente manter o anonimato. Também ele com ligações às Forças Armadas Portuguesas, integrou um Regimento de Infantaria entre 2005 e 2007. Já esteve em África, a fazer proteção a empresas de extração de pedras preciosas, e no Médio Oriente, em Bassora, no Iraque, a fazer checkpoint na zona portuária, em 2012. Um trabalho de segurança que exige pessoal altamente armado. “Quando saí do Exército sempre mantive aquela paixão e tive conhecimento da indústria privada. Fiz uma série de formações, fui convidado para fazer uma na África do Sul e fiquei a trabalhar para essa empresa”, assinala. 

Atualmente, opera mais de perto com a indústria petrolífera, como consultor de segurança. Apesar das oportunidades, reforça o quão difícil é conseguir uma hipótese nesse mercado. “Estou a chegar de Inglaterra, depois de gastar mais de quatro mil euros numa formação. Mas nada disto nos garante trabalho. A maioria dos interessados pensa que só por tirar uma formação consegue logo trabalho, mas não é bem assim.”



Além do desafio profissional, há outro elemento que torna a indústria privada apetecível para quem tem formação militar. O salário é, de acordo com os dois portugueses, bem mais alto do que o auferido ao serviço do Estado. “Quando comecei a trabalhar na segurança marítima, ganhava cerca de 350 euros por dia. Numa semana, conseguia receber mais do que num mês inteiro se continuasse em Portugal”, admite Ricardo. No entanto, prossegue, “já se pagou mais” e a culpa é da concorrência das empresas que crescem em países orientais. “Os operadores asiáticos vieram alterar o mercado, diminuindo em muito os salários. Se me oferecerem um salário de mil euros para um determinado serviço, eu não vou, mas as empresas, contratando nepaleses e indianos, a quem vão pagar seiscentos euros, fazem o serviço na mesma”, explica.


Os dois antigos militares já integraram as equipas armadas dessas empresas, colocados em zonas problemáticas e muitas vezes envolvidos em situações de elevado risco. “Andamos armados, mas só numa perspetiva de segurança. Não podemos disparar só porque sim”, esclarece Ricardo. “O mais perto do conflito bélico é o apoio que podemos prestar indiretamente às forças militares. Foi isso que fiz no Iraque, durante os três meses em que lá estive, como chefe de uma equipa em que ajudámos à segurança no porto, controlando todo o material que por lá passava”, conta Nelson. Ainda assim, as situações de risco são uma constante. “Em 2011, estávamos a fazer segurança contra pirataria, na zona do Suez, e éramos atacados literalmente todos os dias. Eu era chefe de equipa e numa dessas situações tivemos que reagir ao fogo e iniciar técnicas de evasão. Quando a ameaça acabou, ficámos sem saber se atingimos fatalmente alguém. Apenas garantimos que conseguimos evitar o pior cenário e é para isso que nos pagam”, assevera Ricardo.

Ler a reportagem completa AQUI

segunda-feira, 3 de junho de 2019

O que é feito da elite de Bilderberg? 76 portugueses foram a este clube secreto em 51 anos


Do colaborador próximo de Salazar, aos atuais líderes políticos, foram muitos os que passaram por este clube secreto. Alguns estrelas em ascensão. Outros já estrelas cadentes.

Oficialmente, o Grupo de Bilderberg é um fórum para que os cerca de 130 participantes discutam livremente e ajudem a melhorar as relações entre a Europa e a América do Norte e já existe desde 1954. Mas o secretismo é a sua imagem de marca. Os jornalistas não são convidados para cobrir o evento, os convidados podem usar a informação — desde que não identifiquem quem o disse, ou a afiliação dessa pessoa — e todos participam como cidadãos privados (o acesso é feito exclusivamente por convite), mas o desfile de personalidades inclui várias das pessoas mais influentes do mundo. Este ano, em Portugal, é a vez de Fernando Medina e Estela Barbot acompanharem o já veterano Durão Barroso à conferência na Suíça, mas há muitos políticos no ativo que já passaram por estas reuniões: como o Presidente a República, Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro António Costa e o líder do PSD Rui Rio. Também há outros em cargos de maior destaque, como António Guterres, atual secretário-geral das Nações Unidas, e António Vitorino, alto-comissário da ONU para os Refugiados, e alguns caídos em desgraçada, como José Sócrates e Ricardo Salgado.

O primeiro português de que há registo que participou numa reunião do Grupo de Bilderberg foi Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que foi ministro das Colónias e do Ultramar (1950 e 1951) e, entre 1961 e 1964, foi governador-geral de Moçambique. Este não foi o único ministro do regime de Salazar que participou na reunião. Alberto Franco, ministro dos Negócios Estrangeiros e colaborador próximo de Salazar também participou em 1967, 1968 e 1972.

Normalmente, Portugal tem tido entre um e três representantes nestas reuniões de três dias, que se realizam todos os anos num local diferente. A grande exceção foi em 1999, quando a reunião aconteceu em Sintra. Nesse ano foram convidados 10 portugueses,entre eles Jorge Sampaio, Presidente da República, Francisco Pinto Balsemão, antigo primeiro-ministro, Ricardo Salgado, presidente do BES, Artur Santos Silva, presidente do BPI, Murteira Nabo, presidente da PT, e até Nicolau Santos, na altura jornalista e diretor do semanário Expresso (e atual presidente da Agência Lusa).

O mais experiente nestas reuniões é, de longe, Francisco Pinto Balsemão, que foi convidado para fazer parte da reunião em 33 anos dos 67 em que esta se realizou. Francisco Pinto Balsemão foi membro do conselho de diretor do grupo de Bilderberg até 2015, altura em que passou a pasta a Durão Barroso, que já participou sete vezes na reunião anual. A primeira em 1994 quando era ministro dos Negócios Estrangeiros, a segunda em 2003 quando era primeiro-ministro, e as restantes já depois de sair da Comissão Europeia e passar a chairman do Goldman Sachs International.

Vítor Constâncio, ex-governador do Banco de Portugal e ex-vice-presidente do Banco Central Europeu também foi convidado por três ocasiões: em 1977 e 1978 enquanto ministro das Finanças e em 1988 quando era líder do PS.

Mas a lista é longa e inclui muitos políticos no ativo e outros já no setor privado (ou na reforma). Do lado do PS, estão por exemplo António Costa. O atual primeiro-ministro foi convidado em 2008, quando era presidente da Câmara Municipal de Lisboa, juntamente com Rui Rio, o atual líder do PSD, que era à data presidente da Câmara Municipal do Porto. Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, Eduardo Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, são alguns dos nomes dos lados socialistas que já foram ao evento no passado e ainda estão no ativo.

Mas há muitos outros nomes de socialistas que já não estão na vida política ativa, que passaram pelas reuniões desse grupo envolto em secretismo:

José Sócrates foi convidado em 2004 quando era deputado do PS. Pouco depois seria eleito primeiro-ministro de Portugal duas vezes. Saiu em 2011, depois de Portugal pedir resgate e é atualmente investigado pela justiça portuguesa.

António Guterres foi em 1990 quando era líder parlamentar do PS e novamente em 2005 já depois de ser primeiro-ministro. É o atual secretário-geral das Nações Unidas.

António José Seguro foi em 2013 quando era secretário-geral do PS. Hoje está afastado da vida política.

Fernando Teixeira dos Santos foi em 2010, quando era ministro das Finanças e menos de um ano antes de Portugal pedir o resgate ao FMI e à União Europeia. É o atual presidente do BIC Portugal.

Elisa Ferreira foi convidada em 2002 quando era deputada do PS no Parlamento português. É atualmente vice-governadora do Banco de Portugal.

Manuel Pinho foi convidado em 2009 quando era ministro da Economia do Governo de José Sócrates. Atualmente é professor de economia adjunto na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. E está a braços com a Justiça no caso dos CMEC.

Do lado PSD, há menos políticos no ativo, mas há mais sociais-democratas na lista que socialistas. Desde logo, Francisco Pinto Balsemão, que foi convidado pela primeira vez em 1981 e é o português que mais vezes participou neste fórum. No ativo, estão ainda Maria Luís Albuquerque, atualmente deputada do PSD, Paulo Rangel, eurodeputado pelo PSD, e Rui Rio, o líder do partido, podendo ainda contar com Marcelo Rebelo de Sousa. 

O atual Presidente da República foi à reunião de 1998, na Escócia, quando era líder do PSD. Entre os políticos do PSD que já não estão politicamente ativos, além de Francisco Pinto Balsemão e Durão Barroso, estiveram ainda nestas reuniões, entre outros:

Manuela Ferreira Leite foi convidada em 2009, quando era líder do PSD, já depois de ser ministra das Finanças. Está afastada da vida política ativa.

Paulo Macedo foi à reunião em 2014 quando era ministro da saúde. Atualmente é presidente da Caixa Geral de Depósitos.

Nuno Morais Sarmento foi em 2005, quando era deputado do PSD e já depois de ter desempenhado funções de ministro de Estado e da Presidência. Continua a sua atividade como advogado e é vice-presidente do PSD de Rui Rio.

Jorge Moreira da Silva foi convidado em 2012, quando era primeiro vice-presidente do PSD. Mais tarde foi ministro do Ambiente e atualmente é diretor-geral de Desenvolvimento e Cooperação da OCDE.

Pedro Santana Lopes participou na reunião em 2004, ainda como presidente da Câmara Municipal de Lisboa, mas pouco antes de ser nomeado primeiro-ministro em substituição de Durão Barroso, que assumiu a presidência da Comissão Europeia. Atualmente desvinculado do PSD, criou o partido Aliança.

Fernando Faria de Oliveira foi convidado pela primeira vez em 1987, quando era vice-presidente da IPE, uma holding que geria as participações do Estado (entretanto extinta), e novamente em 1993, quando já era ministro do Comércio e do Turismo de Aníbal Cavaco Silva. É o atual presidente da Associação Portuguesa de Bancos, e também foi presidente da Caixa Geral de Depósitos entre 2008 e 2011.

A lista é longa e inclui outras personalidades da vida portuguesa nas últimas décadas, como Ricardo Salgado, ex-presidente do BES e agora a braços com a justiça, e o seu tio, Manuel Espírito Santo Silva, um dos primeiros portugueses a integrar estas reuniões. Também Artur Santos Silva, ex-presidente do BPI e atual presidente da Fundação La Caixa. Mas também Paulo Portas, vice-primeiro-ministro de Pedro Passos Coelho.

Na história deste evento, foram ainda convidados quatro jornalistas. Nicolau Santos, na altura diretor do Expresso e atual presidente da Agência Lusa, Margarida Marante, uma das fundadoras da SIC, Clara Ferreira Alves e José Eduardo Moniz, à data presidente da RTP. Veja aqui a lista de todos os portugueses que participaram na reunião de que há registo:

2019:
José Manuel Durão Barroso, Chairman da Goldman Sachs e ex-presidente da Comissão Europeia
Estela Barbot, membro da administração da REN
Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa

2018:
José Manuel Durão Barroso, Chairman da Goldman Sachs e ex-presidente da Comissão Europeia
Paula Amorim, chairman do Grupo Amorim
Isabel Mota, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

2017:
José Manuel Durão Barroso, Chairman da Goldman Sachs e ex-presidente da Comissão Europeia
José Luís Arnaut, managing partner da CMS Rui Pena & Arnaut

2016:
José Manuel Durão Barroso, Chairman da Goldman Sachs e ex-presidente da Comissão Europeia
Maria Luís Albuquerque, ex-ministra das Finanças de Portugal entre 2013 e 2015, deputada do PSD
Carlos Gomes da Silva, CEO da Galp Energia

2015:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
José Manuel Durão Barroso, Chairman da Goldman Sachs e ex-presidente da Comissão Europeia
António Vitorino, partner da Cuetracasas Gonçalves Pereira

2014:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Paulo Macedo, ministro da Saúde (atual presidente da Caixa Geral de Depósitos)
Inês de Medeiros, deputada do Partido Socialista (atual presidente da Câmara de Almada)

2013:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Paulo Portas, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros
António José Seguro, secretário-geral do Partido Socialista

2012:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Jorge Moreira da Silva, vice-presidente do PSD (mais tarde ministro do Ambiente do Governo de Pedro Passos Coelho e atual diretor-geral de Desenvolvimento e Cooperação da OCDE)
Luís Amado, chairman do Banif (antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de José Sócrates e atual membro do conselho de administração do BCP)

2011:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Clara Ferreira Alves, jornalista e escritora
António Nogueira Leite, membro da administração da José de Mello Investimentos

2010:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Paulo Rangel, eurodeputado do PSD
Fernando Teixeira dos Santos, ministro das Finanças de Portugal (atualmente presidente do BIC Portugal)

2009:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Manuela Ferreira Leite, líder do PSD
Manuel Pinho, ministro da Economia e da Inovação

2008:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (atual primeiro.ministro de Portugal)
Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto (atual líder do PSD)

2007:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
Leonor Beleza, Presidente da Fundação Champalimaud

2006:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
José Pedro Aguiar Branco, antigo ministro da Justiça e deputado do PSD
Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares (atual ministro dos Negócios Estrangeiros)

2005:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa
António Guterres, presidente da Internacional Socialista e antigo primeiro-ministro de Portugal (atual secretário-geral das Nações Unidas)
Nuno Morais Sarmento, antigo ministro de Estado e da Presidência do Conselho de Ministros, deputado do PSD

2004:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara Municipal de Lisboa
José Sócrates, deputado do PS

2003:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
José Manuel Durão Barroso, primeiro-ministro de Portugal
Eduardo Ferro Rodrigues, líder do Partido Socialista e deputado do PS (atualmente presidente da Assembleia da República)

2002:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
António Borges, vice-chairman e managing director da Goldman Sachs.
Elisa Ferreira, deputada do PS e antiga ministra do Planeamento (atualmente vice-governadora do Banco de Portugal)

2001:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Guilherme d’Oliveira Martins, ministro da Presidência
Vasco Graça Moura, eurodeputado PSD.

2000:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Teresa Patrício Gouveia, deputada do PSD

1999, Sintra, Portugal:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Joaquim Freitas do Amaral, deputado
João Gomes Cravinho, ministro das Infraestruturas e do Planeamento
Eduardo Marçal Grilo, ministro da Educação
Vasco de Mello, CEO do Grupo José de Mello
Francisco Murteira Nabo, CEO da Portugal Telecom
Ricardo Salgado, CEO do Grupo Espírito Santo
Jorge Sampaio, Presidente da República
Nicolau Santos, jornalista e diretor do semanário Expresso (atual presidente da Agência Lusa)
Artur Santos Silva, presidente e CEO do grupo BPI

1998:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Vasco Pereira Coutinho, Chairman da IPC Holding
Miguel Horta e Costa, vice-presidente da Portugal Telecom
Marcelo Rebelo de Sousa, líder do PSD

1997:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
António Borges, reitor do INSEAD
José Manuel Galvão Teles, fundador da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados (MLGTS) e membro do Conselho de Estado de Jorge Sampaio
Ricardo Salgado, CEO do Banco Espírito Santo

1996:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Margarida Marante, jornalista e membro da equipa fundadora da SIC
António Vitorino, ministro da Presidência e ministro da Defesa

1995:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
Luís Mira Amaral, ministro da Indústria e da Energia
Maria Carrilho, professora de sociologia

1994:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Impresa e ex-primeiro-ministro de Portugal
José Manuel Durão Barroso, ministro dos Negócios Estrangeiros
Miguel Veiga, advogado e fundador do PSD.

1993:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Sojornal sarl e ex-primeiro-ministro de Portugal
Nuno Brederode Santos, membro do Partido Socialista e colunista do semanário Expresso
Fernando Faria de Oliveira, ministro do Comércio e do Turismo (atual presidente da Associação Portuguesa de Bancos)

1992:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Sojornal sarl e ex-primeiro-ministro de Portugal
António Barreto, sociólogo e antigo ministro da Agricultura
Roberto Carneiro, antigo ministro da Educação e consultor do Banco Mundial

1991:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Sojornal sarl e ex-primeiro-ministro de Portugal
Carlos Monjardino, presidente da Fundação Oriente
Carlos Pimenta, eurodeputado e antigo secretário de Estado do Ambiente

1990:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Sojornal sarl e ex-primeiro-ministro de Portugal
João de Deus Pinheiro, ministro dos Negócios Estrangeiros
António Guterres, líder parlamentar do Partido Socialista

1989:
Francisco Pinto Balsemão, Chairman do Grupo Sojornal sarl e ex-primeiro-ministro de Portugal
Rui Machete, presidente da Função Luso-Americana, antigo ministro da Justiça.
Jorge Sampaio, secretário-geral do Partido Socialista

1988:
Francisco Pinto Balsemão, diretor do semanário Expresso e ex-primeiro-ministro de Portugal
Vítor Constâncio, líder do Partido Socialista e antigo governador do Banco de Portugal e secretário de Estado do Orçamento e do planeamento (viria a assumir novamente o cargo de governador do Banco de Portugal e posteriormente de vice-presidente do Banco Central Europeu).
Francisco Lucas Pires, eurodeputado e antigo líder do CDS-PP

1987:
Francisco Pinto Balsemão, diretor do semanário Expresso e ex-primeiro-ministro de Portugal
José Eduardo Moniz, diretor de informação da RTP
Fernando Faria de Oliveira, vice-presidente do IPE

1986:
Artur Santos Silva, presidente do BPI
Leonardo Mathias, embaixador de Portugal em Washington

1985:
Francisco Pinto Balsemão, diretor do semanário Expresso e ex-primeiro-ministro de Portugal
José Manuel Torres Couto, secretário-geral da UGT
Ernâni Lopes, ministro das Finanças de Portugal

1984:
Francisco Pinto Balsemão, diretor do semanário Expresso e ex-primeiro-ministro de Portugal
André Gonçalves Pereira, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros (durante os governos de Francisco Balsemão)
Emílio Rui Vilar, vice-governador do Banco de Portugal

1983:
Francisco Pinto Balsemão, primeiro-ministro de Portugal
Rogério Martins, Chairman da Simopre e antigo secretário de Estado da Indústria

1982:
Rogério Martins, Chairman da Simopre e antigo secretário de Estado da Indústria
Alexandre de Azeredo Vaz Pinto, antigo ministro do Comércio

1981:
Francisco Pinto Balsemão, primeiro-ministro de Portugal

1980:
José Medeiros Ferreira, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros no primeiro governo constitucional liderado por Mário Soares até 1978. Co-fundador do Movimento Reformador.

1979:
Vítor Constâncio, ministro das Finanças de Portugal

1978:
Vítor Constâncio, ministro das Finanças de Portugal

1977:
José Medeiros Ferreira, ministro dos Negócios Estrangeiros do primeiro governo constitucional

1972:
Manuel Espírito Santo Silva, presidente do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa (BESCL) entre 1955 e 1973.
Alberto Franco Nogueira, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e colaborador próximo de António de Oliveira Salazar

1968:
Alberto Franco Nogueira, ministro dos Negócios Estrangeiros e colaborador próximo de António de Oliveira Salazar

1967:
Alberto Franco Nogueira, ministro dos Negócios Estrangeiros e colaborador próximo de António de Oliveira Salazar

1966:
Manuel Espírito Santo Silva, presidente do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa (BESCL) entre 1955 e 1973.

1963:
Marcello Mathias, embaixador de Portugal em Paris (cargo que ocupou durante 24 anos) e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros

1962:
Marcello Mathias, embaixador de Portugal em Paris (cargo que ocupou durante 24 anos) e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros

1960:
Manoel Maria Sarmento Rodrigues, nomeado governador da Guiné em 1945, foi ministro das Colónias e do Ultramar (1950 e 1951). Entre 1961 e 1964 foi governador-geral de Moçambique.

1959:
Manoel Maria Sarmento Rodrigues, nomeado governador da Guiné em 1945, foi ministro das Colónias e do Ultramar (1950 e 1951). Entre 1961 e 1964 foi governador-geral de Moçambique.

Fonte: ECO

A realidade aumentada também já chegou à pesquisa da Google


Há algum tempo que a Google tem procurado trazer a realidade aumentada (AR) para os seus produtos. Já com algumas soluções implementadas em algumas situações, tem mostrado que este é um caminho com futuro.

A mais recente veio agora para a pesquisa da Google. Alguns animais podem agora ser vistos em AR sempre que o utilizadores entender. Basta fazer a pesquisa certa e pedir para ver o animal neste novo modo.

oi na I/O deste ano que a Google tinha prometido trazer algumas novidades para a pesquisa. A mais importante delas era decerto a chegada da realidade aumentada a este serviço, algo que muitos poderiam não compreender.

A realidade aumentada chegou à pesquisa

Pois agora esta novidade está finalmente disponível, ainda que limitada nos elementos que podem ser pesquisados e que têm uma representação no AR. Do que se sabe, ainda só podem ser pesquisados animais, ainda que a oferta nesta área seja grande.
Infelizmente, e por razões técnicas, esta novidade só pode ser usada em smartphones Android que tenham suporte para ARCore ou ARKit ou no iPhone. Os restantes por agora estão impedidos de aceder e de ver em 3D estes animais e estes objetos (quando acessíveis).

Como podem ver os animais em AR

Para usar esta novidade, basta que pesquisem por um animal e vão encontrar como uma das respostas uma imagem, um convite para ver em tamanho real e o botão com o acesso para o AR. A lista é já grande e passa por lobos, pandas, patos e até leões.




Para ver ainda melhor estes animais, o utilizador é convidado a colocá-lo no seu ambiente. Desta forma consegue integrá-lo com o espaço onde está, algo que na verdade não é conforme o seu habitat natural.

A Google vai continuar a apostar nestas novidades

Com esta novidade, a Google traz para a sua pesquisa ainda mais elementos naturais. Dá assim acesso ao utilizador a uma integração mais realista. Podemos dizer que esta é já uma pesquisa real e que nos dá acesso ao que procuramos.

Fonte: Pplware 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Ex-oficial da Defesa dos EUA garante que OVNIs estão entre nós com metas incertas


Apesar dos múltiplos relatos de pilotos da Marinha sobre objectos voadores não identificados, que ganharam proporções mundiais, o Pentágono tinha deixado há muito tempo de usar o termo "OVNIs" nas declarações e avaliações.

No entanto, na semana passada, o Pentágono recorreu ao termo quando detalhou o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Espaciais (AATIP, na sigla em inglês), que vigorou de 2007 a 2012 e era responsável pela investigação de objectos voadores não identificados.

O relatório de bombas que detalha encontros regulares de pilotos da Marinha com objectos voadores não identificados entre 2014 e 2015 foi comentado por Christopher Mellon, ex-subsecretário de Defesa da Inteligência, que afirmou que a questão não é de hoje e que o governo precisa finalmente resolvê-la.

Mellon está actualmente participando de uma nova série do History Channel chamada "Unidentified" ("Desconhecido", em tradução livre), que vai expor os avistamentos de naves espaciais alienígenas amplamente divulgados e discutidos num artigo recente do jornal The New York Times.

Ao aparecer no programa de TV "Fox and Friends" na quarta-feira (29), Mellon, que anteriormente abordou amplamente o tema, destacou as razões pelas quais a Marinha está tendo um interesse especial no que os pilotos testemunham. Ele argumentou que a inteligência está bem ciente do facto de que OVNIs existem, acrescentando que isso não é mais um problema.

"A questão é por que eles estão aqui? De onde eles estão vindo e qual é a tecnologia por trás desses dispositivos que estamos observando?", indaga. De acordo com Mellon, há pistas plausíveis de que os objectos controversos relatados por pilotos da Marinha em 2014 e 2015 estavam fazendo algo que não é possível neste domínio físico.

Como exemplo, Mellon citou a velocidade de um objecto que foi reportado subindo a mais de 8 mil km/h, o que se aplicaria a uma aeronave terrestre por cerca de uma hora voando, mas que, de acordo com os pilotos da Marinha dos EUA, teria passado o dia inteiro voando.

Houve bastante medo, entretanto, que substituiu a mencionada mistificação depois que um piloto de um Super Hornet descreveu ter passado de raspão por um OVNI, descrito por ele como uma esfera revestindo um cubo. A declaração pública do piloto fez com que um relatório oficial fosse arquivado, com o incidente acabando com uma teoria anterior sugerida por pilotos de que veículos aéreos estariam fazendo parte de algum tipo de operação de drone ultra secreto.

"Trata-se de reacções entre veículos inteligentemente controlados que operam dentro e ao redor de instalações militares dos EUA, daí a preocupação. Primeiro: houve colisões no céu, por isso é uma questão de segurança. Segundo, há uma questão vital de segurança nacional que é a nossa soberania estar sendo violada por veículos de origem desconhecida", afirmou Mellon.

Ele acrescentou ainda que os EUA dificilmente são o único país a ter interacções com os objectos em questão, se mostrando profundamente frustrado com o facto de o governo não estar dando a devida atenção ao assunto. O ex-funcionário acredita que informações sobre OVNIs devem ser conhecidas. "Estamos dando voz ao pessoal militar na linha da frente. 

Estamos ajudando-os a divulgar a mensagem do que eles estão encontrando e por que estão tão preocupados com isso", reforçou.

O jornal The New York Post informou recentemente que, apesar de em múltiplas ocasiões ter evitado a abreviatura "OVNI" e o que exactamente significa, o Pentágono agora recorreu ao uso do termo, destacando em sua recente declaração que uma de suas iniciativas "perseguiu pesquisa e investigação sobre fenómenos aéreos não identificados".

A mídia dos EUA está cada vez mais relatando avistamentos de objectos voadores enigmáticos capazes de efectuar manobras aparentemente impossíveis para aeronaves terrestres por pilotos da Aviação Naval dos EUA que operam sobre a costa leste do país, entre outras áreas.

O jornal The Washington Post informou no início de maio que a Marinha dos EUA tinha emitido novas directrizes segundo as quais os pilotos e outros funcionários são obrigados a reportar encontros com objectos voadores não identificados, enquanto a Marinha não planeia disponibilizar dados ao público.

Fonte: Sputnik News   

Portátil com vírus mais perigosos do mundo vendido por 1,1 milhões de euros


Um portátil infestado com seis dos mais perigosos vírus informáticos foi vendido, esta terça-feira, em leilão por 1,1 milhões de euros. O computador foi vendido como se tratasse de uma obra de arte.

O computador era um Samsung Blue Netbook 2008 e corria com o sistema operativo Windows XP. Tratado como uma peça de arte foi-lhe atribuído o nome de “A Persistência do Caos” e é da autoria do chinês Guo O. Dong.

Os vírus presentes no computador causaram danos em todo o mundo a rondar os 85 mil milhões de euros. O comprador do portátil decidiu não revelar a sua identidade, mas não teve problemas em desembolsar 1,1 milhões de euros.

Segundo o artista chinês, esta obra de arte é “um catálogo de ameaças históricas” e tem nele presentes os vírus ILOVEYOU, MyDoom, DarkTequila, WannaCry, SoBig e BlackEnergy. O portátil foi considerado tão perigoso que foi mantido num ambiente de quarentena. Para que os vírus se mantenham no dispositivo, foram desativadas funcionalidades como a conexão à internet e as entradas USB, explica o Daily Mail.

Alguns destes vírus são considerados ransomware, que é um tipo de software nocivo que restringe o acesso ao sistema infetado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido. Caso não ocorra o mesmo, arquivos podem ser perdidos e até mesmo publicados.

O vírus ransomware WannaCry, por exemplo, infetou mais de 300 mil computadores em 150 países e continua ainda hoje a atacar alguns computadores desatualizados.

“Temos esta fantasia de que as coisas que acontecem nos computadores não nos podem afetar, mas isso é um absurdo“, disse Guo O. Dong ao The Verge. “Os vírus que afetam as redes de energia ou a infraestrutura pública podem causar danos diretos”, acrescentou.

Esse é o caso de Baltimore, nos Estados Unidos, que está refém de cibercriminososatravés de um ransomware, após os hackers assumirem o controlo de cerca de 10 mil computadores. O resgate é de cerca de cem mil dólares em bitcoins (ou seja, 13 bitcoins), mas a cidade de Baltimore está a recusar pagá-lo.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Bilderberg. Fernando Medina e Estela Barbot na edição de 2019


Reunião secreta com dirigentes e empresários de topo terá lugar em Montreaux, na Suíça.

O presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina (PS), será um dos convidados do clube de Bilderberg, a reunião anual secreta de dirigentes e empresários de topo, em Montreaux, na Suíça, entre esta quinta-feira e o dia 2 de Junho.

Além de Medina, que recusou o convite em 2016, a empresária Estela Barbot também integra a lista de portugueses, escolhida pelo antigo presidente da comissão europeia, Durão Barroso.

Em 2016, o autarca de Lisboa teve declinar o convite porque a reunião foi agendada nas comemorações do 10 de Junho e Fernando Medina já tinha compromissos previamente agendados.

Fonte: Sol

BILDERBERG MEETING 2019

Montreux, 30 May - 2 June 2019

BOARD
Castries, Henri de (FRA), Chairman, Steering Committee; Chairman, Institut Montaigne
Kravis, Marie-Josée (USA), President, American Friends of Bilderberg Inc.; Senior Fellow, Hudson Institute
Halberstadt, Victor (NLD), Chairman Foundation Bilderberg Meetings; Professor of Economics, Leiden University
Achleitner, Paul M. (DEU), Treasurer Foundation Bilderberg Meetings; Chairman Supervisory Board, Deutsche Bank AG

PARTICIPANTS
Abrams, Stacey (USA), Founder and Chair, Fair Fight
Adonis, Andrew (GBR), Member, House of Lords
Albers, Isabel (BEL), Editorial Director, De Tijd / L'Echo
Altman, Roger C. (USA), Founder and Senior Chairman, Evercore
Arbour, Louise (CAN), Senior Counsel, Borden Ladner Gervais LLP
Arrimadas, Inés (ESP), Party Leader, Ciudadanos
Azoulay, Audrey (INT), Director-General, UNESCO
Baker, James H. (USA), Director, Office of Net Assessment, Office of the Secretary of Defense
Balta, Evren (TUR), Associate Professor of Political Science, Özyegin University
Barbizet, Patricia (FRA), Chairwoman and CEO, Temaris & Associés

Barbot, Estela (PRT), Member of the Board and Audit Committee, REN (Redes Energéticas Nacionais)

Barroso, José Manuel (PRT), Chairman, Goldman Sachs International; Former President, European Commission

Barton, Dominic (CAN), Senior Partner and former Global Managing Partner, McKinsey & Company
Beaune, Clément (FRA), Adviser Europe and G20, Office of the President of the Republic of France
Boos, Hans-Christian (DEU), CEO and Founder, Arago GmbH
Bostrom, Nick (UK), Director, Future of Humanity Institute, Oxford University
Botín, Ana P. (ESP), Group Executive Chair, Banco Santander
Brandtzæg, Svein Richard (NOR), Chairman, Norwegian University of Science and Technology
Brende, Børge (NOR), President, World Economic Forum
Buberl, Thomas (FRA), CEO, AXA
Buitenweg, Kathalijne (NLD), MP, Green Party
Caine, Patrice (FRA), Chairman and CEO, Thales Group
Carney, Mark J. (GBR), Governor, Bank of England
Casado, Pablo (ESP), President, Partido Popular
Ceviköz, Ahmet Ünal (TUR), MP, Republican People's Party (CHP)
Champagne, François Philippe (CAN), Minister of Infrastructure and Communities
Cohen, Jared (USA), Founder and CEO, Jigsaw, Alphabet Inc.
Croiset van Uchelen, Arnold (NLD), Partner, Allen & Overy LLP
Daniels, Matthew (USA), New space and technology projects, Office of the Secretary of Defense
Davignon, Etienne (BEL), Minister of State
Demiralp, Selva (TUR), Professor of Economics, Koç University
Donohoe, Paschal (IRL), Minister for Finance, Public Expenditure and Reform
Döpfner, Mathias (DEU), Chairman and CEO, Axel Springer SE
Ellis, James O. (USA), Chairman, Users’ Advisory Group, National Space Council
Feltri, Stefano (ITA), Deputy Editor-in-Chief, Il Fatto Quotidiano
Ferguson, Niall (USA), Milbank Family Senior Fellow, Hoover Institution, Stanford University
Findsen, Lars (DNK), Director, Danish Defence Intelligence Service
Fleming, Jeremy (GBR), Director, British Government Communications Headquarters
Garton Ash, Timothy (GBR), Professor of European Studies, Oxford University
Gnodde, Richard J. (IRL), CEO, Goldman Sachs International
Godement, François (FRA), Senior Adviser for Asia, Institut Montaigne
Grant, Adam M. (USA), Saul P. Steinberg Professor of Management, The Wharton School, University of Pennsylvania
Gruber, Lilli (ITA), Editor-in-Chief and Anchor "Otto e mezzo", La7 TV
Hanappi-Egger, Edeltraud (AUT), Rector, Vienna University of Economics and Business
Hedegaard, Connie (DNK), Chair, KR Foundation; Former European Commissioner
Henry, Mary Kay (USA), International President, Service Employees International Union
Hirayama, Martina (CHE), State Secretary for Education, Research and Innovation
Hobson, Mellody (USA), President, Ariel Investments LLC
Hoffman, Reid (USA), Co-Founder, LinkedIn; Partner, Greylock Partners
Hoffmann, André (CHE), Vice-Chairman, Roche Holding Ltd.
Jordan, Jr., Vernon E. (USA), Senior Managing Director, Lazard Frères & Co. LLC
Jost, Sonja (DEU), CEO, DexLeChem
Kaag, Sigrid (NLD), Minister for Foreign Trade and Development Cooperation
Karp, Alex (USA), CEO, Palantir Technologies
Kerameus, Niki K. (GRC), MP; Partner, Kerameus & Partners
Kissinger, Henry A. (USA), Chairman, Kissinger Associates Inc.
Koç, Ömer (TUR), Chairman, Koç Holding A.S.
Kotkin, Stephen (USA), Professor in History and International Affairs, Princeton University
Kramp-Karrenbauer, Annegret (DEU), Leader, CDU
Krastev, Ivan (BUL), Chairman, Centre for Liberal Strategies
Kravis, Henry R. (USA), Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
Kristersson, Ulf (SWE), Leader of the Moderate Party
Kudelski, André (CHE), Chairman and CEO, Kudelski Group
Kushner, Jared (USA), Senior Advisor to the President, The White House
Le Maire, Bruno (FRA), Minister of Finance
Leyen, Ursula von der (DEU), Federal Minster of Defence
Leysen, Thomas (BEL), Chairman, KBC Group and Umicore
Liikanen, Erkki (FIN), Chairman, IFRS Trustees; Helsinki Graduate School of Economics
Lund, Helge (GBR), Chairman, BP plc; Chairman, Novo Nordisk AS
Maurer, Ueli (CHE), President of the Swiss Federation and Federal Councillor of Finance
Mazur, Sara (SWE), Director, Investor AB
McArdle, Megan (USA), Columnist, The Washington Post
McCaskill, Claire (USA), Former Senator; Analyst, NBC News

Medina, Fernando (PRT), Mayor of Lisbon

Micklethwait, John (USA), Editor-in-Chief, Bloomberg LP
Minton Beddoes, Zanny (GBR), Editor-in-Chief, The Economist
Monzón, Javier (ESP), Chairman, PRISA
Mundie, Craig J. (USA), President, Mundie & Associates
Nadella, Satya (USA), CEO, Microsoft
Netherlands, His Majesty the King of the (NLD)
Nora, Dominique (FRA), Managing Editor, L'Obs
O'Leary, Michael (IRL), CEO, Ryanair D.A.C.
Pagoulatos, George (GRC), Vice-President of ELIAMEP, Professor; Athens University of Economics
Papalexopoulos, Dimitri (GRC), CEO, TITAN Cement Company S.A.
Petraeus, David H. (USA), Chairman, KKR Global Institute
Pienkowska, Jolanta (POL), Anchor woman, journalist
Pottinger, Matthew (USA), Senior Director, National Security Council
Pouyanné, Patrick (FRA), Chairman and CEO, Total S.A.
Ratas, Jüri (EST), Prime Minister
Renzi, Matteo (ITA), Former Prime Minister; Senator, Senate of the Italian Republic
Rockström, Johan (SWE), Director, Potsdam Institute for Climate Impact Research
Rubin, Robert E. (USA), Co-Chairman Emeritus, Council on Foreign Relations; Former Treasury Secretary
Rutte, Mark (NLD), Prime Minister
Sabia, Michael (CAN), President and CEO, Caisse de dépôt et placement du Québec
Sanger, David E. (USA), National Security Correspondent, The New York Times
Sarts, Janis (INT), Director, NATO StratCom Centre of Excellence
Sawers, John (GBR), Executive Chairman, Newbridge Advisory
Schadlow, Nadia (USA), Senior Fellow, Hudson Institute
Schmidt, Eric E. (USA), Technical Advisor, Alphabet Inc.
Scholten, Rudolf (AUT), President, Bruno Kreisky Forum for International Dialogue
Seres, Silvija (NOR), Independent Investor
Shafik, Minouche (GBR), Director, The London School of Economics and Political Science
Sikorski, Radoslaw (POL), MP, European Parliament
Singer, Peter Warren (USA), Strategist, New America
Sitti, Metin (TUR), Professor, Koç University; Director, Max Planck Institute for Intelligent Systems
Snyder, Timothy (USA), Richard C. Levin Professor of History, Yale University
Solhjell, Bård Vegar (NOR), CEO, WWF - Norway
Stoltenberg, Jens (INT), Secretary General, NATO
Suleyman, Mustafa (GBR), Co-Founder, Deepmind
Supino, Pietro (CHE), Publisher and Chairman, Tamedia Group
Teuteberg, Linda (DEU), General Secretary, Free Democratic Party
Thiam, Tidjane (CHE), CEO, Credit Suisse Group AG
Thiel, Peter (USA), President, Thiel Capital
Trzaskowski, Rafal (POL), Mayor of Warsaw
Tucker, Mark (GBR), Group Chairman, HSBC Holding plc
Tugendhat, Tom (GBR), MP, Conservative Party
Turpin, Matthew (USA), Director for China, National Security Council
Uhl, Jessica (NLD), CFO and Exectuive Director, Royal Dutch Shell plc
Vestergaard Knudsen, Ulrik (DNK), Deputy Secretary-General, OECD
Walker, Darren (USA), President, Ford Foundation
Wallenberg, Marcus (SWE), Chairman, Skandinaviska Enskilda Banken AB
Wolf, Martin H. (GBR), Chief Economics Commentator, Financial Times
Zeiler, Gerhard (AUT), Chief Revenue Officer, WarnerMedia
Zetsche, Dieter (DEU), Former Chairman, Daimler AG



OS FIGURÕES DE PORTUGAL EM 2019

O chefão em Portugal, José Manuel Durão Barroso
Estela Barbot
Fernando Medina

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