Mostrar mensagens com a etiqueta Videos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Videos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Diamante “grávido” de outro diamante encontrado na Rússia

(dr) Alrosa PJSC

Dois diamantes num só. O diamante encontrado é a primeira pedra preciosa deste tipo na história da extração de diamantes e não tem análogos no mundo.

O diamante, “grávido” de outro diamante, foi encontrado em Iacútia, no Extremo Oriente da Rússia. A gema é composta por dois diamantes: um de maior dimensão, com uma cavidade interna onde uma pedra mais pequena se desenvolveu de forma completamente autónoma.

Segundo a Bloomberg, é possível que o diamante mais pequeno se esteja a mover no interior da outra pedra preciosa. No entanto, só é possível observar o movimento ao microscópio, uma vez que o diamante maior mede menos de cinco milímetros, enquanto que o mais pequeno não chega a dois milímetros.

A descoberta foi registada pela empresa estatal de mineralogia Alrosa PJSC, que batizou o diamante duplo de Matrioska, em referência às tradicionais bonecas russas.

A idade de pedra está estimada em cerca de 800 milhões de anos. Pesa 0,124 gramas e tem o tamanho de 4,8×4,9×2,8 milímetros. No entanto, os especialistas ainda não sabem quanto pode valer esta preciosidade.

(dr) Alrosa PJSC

“O mais interessante é entender como se formou uma bolha de ar entre os dois diamantes”, disse o diretor adjunto da Alrosa PJSC, Oleg Kovalchuk, ao jornal russo Komsomolskaya Pravda.

O especialista adiantou duas hipóteses: “durante o crescimento, o diamante pode ter sido capturado pelo mineral do manto, que mais tarde foi dissolvido na superfície terrestre”, ou, de acordo com a segunda hipótese, “devido ao crescimento ultrarrápido dentro do diamante, formou-se uma camada de substância diamantífera policristalina porosa, que foi posteriormente dissolvida por outros processos mais agressivos do manto”.

O diamante duplo é, na avaliação do especialista, “uma criação única da natureza“.


A empresa russa deve enviar agora o diamante duplo para o Instituo Gemológico dos Estados Unidos para análises mais aprofundadas, já que não há registo de uma descoberta semelhante na história da mineralogia de diamantes.

Fonte: ZAP

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Fim do mundo? Misteriosas 'trombetas bíblicas' ecoam por vizinhança nos EUA


Cidadãos norte-americanos registaram cenas intrigantes que ecoam som de "trombetas bíblicas" que marcaria o fim do mundo.

O intrigante vídeo agitou conspiracionistas, que acreditam que o som seria das sete trombetas, que, segundo a Bíblia, precederia o apocalipse, informa o jornal Daily Star.

O vídeo, supostamente gravado na manhã de domingo (6), mostra uma névoa tomando conta de uma rua, enquanto trombetas ecoam cada vez mais intensamente.
​Alguém postou isso e disse ter escutado trombetas durante a manhã, eu começaria a chorar e pensar que isso fosse o dia do julgamento final. 

Perante o mistério, conspiracionistas e entusiastas afirmaram que esse seria o som apocalíptico, onde sete trombetas são tocadas por sete anjos, para o dia do julgamento final.

Além das trombetas, a Bíblia também citaria incêndios em massa e o "mar se tornando sangue".

Apesar da grande repercussão, a maioria das pesquisas científicas indica causas naturais para o acontecimento, como ondas, explosões de metano, terramotos subterrâneos ou dunas de areia em movimento.

Fonte: Sputnik News

Saturno é agora o planeta com mais luas do Sistema Solar


O planeta dos anéis tem mais três luas que as 79 de Júpiter. Satélites agora descobertos, através de um telescópio no Hawai, só podem ter nomes da mitologia nórdica, gaulesa ou inuíte.

Investigadores norte-americanos descobriram um conjunto de 20 novas luas em torno de Saturno, que assim ultrapassa Júpiter como o planeta com mais satélites naturais do sistema solar desde os anos 1990.

Segundo noticiou esta segunda-feira a BBC, cada uma das 20 novas luas em torno de Saturno tem cerca de cinco quilómetros de diâmetro - e 17 rodam "para trás", em sentido contrário ao do planeta (movimento conhecido como direção retrógrada).

Representação das órbitas das 20 novas luas, formando três grupos 
diferentes, que orbitam Saturno © DR

Duas das luas que rodeiam Saturno com o mesmo movimento orbital (progressivas) demoram cerca de dois anos a dar uma volta completa ao planeta, enquanto a terceira dessas luas e as mais distantes das luas retrógradas levam mais de três anos.

A descoberta foi feita com o telescópio Subaru, instalado no Hawai, aplicando novos algoritmos de computação a dados recolhidos entre 2004 e 2007. Isso permitiu definir as órbitas daqueles 20 objetos já conhecidos e que se admitia serem luas.

"Achámos que eram luas de Saturno, mas não conseguimos órbitas completas" para tirar essa conclusão, disse o chefe da equipa de cientistas, Scott Sheppard, do Instituto Carnegie para a Ciência (em Washington). "Ao usar as novas capacidades dos computadores" foi possível "encontrar oficialmente órbitas" para esses 20 objetos, adiantou o cientista.

"Estudar as órbitas dessas luas pode revelar as suas origens, bem como dados sobre as condições que em torno de Saturno no momento em que se formou", explicou Scott Sheppard à BBC.

Para os investigadores, com base nas inclinações dos ângulos com que as luas agora descobertas orbitam Saturno, elas constituem restos de pelo menos três corpos maiores esmagados por choques entre luas distintas ou com asteróides.

"Essas luas têm órbitas bastante inclinadas em relação a Saturno e estão muito distantes", informou Scott Sheppard, pelos que "não consideramos que se tenham formado com o planeta mas que atraídas pelo planeta no passado".

A decorrer está um concurso para dar nomes às 20 novas luas de Saturno e que têm de pertencer a gigantes da mitologia nórdica, gaulesa ou dos esquimós inuíte (por pertencerem a grupos distintos de luas).


Fonte: DN

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Os bebés da pré-história já usavam biberões

(h) Helena Seidl da Fonseca

Uma equipa de arqueólogos encontrou na Alemanha biberões datados da Idade do Bronze e do Ferro, revela um novo estudo.

Os objetos, encontrados no parque natural de Altmühltal, na cidade de Dietfurt, foram descritos como pequenas garrafas de de argila com pitões em forma de mamilo.

Mais tarde, detalha a investigação cujos resultados foram agora publicados na revista Nature, foram identificados como biberões, contendo vestígios de leite de cabra e vaca.

De acordo com o Sinc, os recipientes, que tinham entre 5 a 10 centímetros de diâmetro, foram encontrados junto de sepulturas infantis que datam do ano 5.000 a.C.

Segundo a agência Europa Press, o achado é a primeira evidência de que os bebés pré-históricos foram alimentados com leite animais em recipientes, que podem ser comparados aos biberões modernos, há 7.000 anos.

Para chegar à composição dos vestígios encontrados nos recipientes, uma equipa de cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, recorreu à análise química e isotópica dos resíduos encontrados na superfície dos vasos.
“Sabemos que os recipientes de argila utilizados para alimentar ou desmamar crianças apareceram pela primeira vez no período neolítico na Alemanha há cerca de 7.000 anos, tornando-se depois mais comuns na Idade do Bronze e do Ferro na Europa”, explicou o autor principal do estudo, Julie Dunne, citado pelo mesmo portal.

Siân Halcrow, professor associado da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, acrescentou que os cientistas não descartam que a utilização de leite animal na dieta dos bebés antigos pudesse ter efeitos negativos para a crianças.

“Os recipientes provavelmente eram difíceis de limpar e apresentavam riscos de exposição a infeções para bebés, como gastroenterites”, supôs.

Os cientistas já tinham provado a existência deste tipo de recipientes na Europa por volta de 5.000 a.C. Contudo, não era ainda claro que tipo de líquido é que era usado no biberão, nem se este servia para alimentar crianças, idosos ou pessoas doentes.


Fonte: ZAP

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

VÍDEO mostra planeta gigante orbitando estrela anã vermelha


Uma equipe internacional de cientistas descobriu um planeta gigante gasoso similar a Júpiter, orbitando ao redor de uma estrela anã vermelha.

Em estudo publicado pela revista Science, os pesquisadores analisaram a estrela conhecida como GJ 3512, localizada a aproximadamente 31 anos-luz da Terra.

O corpo celeste é mais leve, menor e menos brilhante do que o Sol. Vale ressaltar que anãs vermelhas são as estrelas mais comuns no Universo e representam mais de 70% de todos os "sóis".

Apesar de comuns, apenas 10% dos exoplanetas descobertos orbitam ao redor de anãs vermelhas.

Os responsáveis pelo estudo encontraram em torno da GJ 3512 um planeta gigante gasoso, chamado GJ 3512b, cuja massa é quase a metade da de Júpiter. Esse exoplaneta orbita sua estrela a uma distância semelhante a que existe entre a Terra e o Sol.

Os cientistas estimam que a GJ 3512 seja apenas 40% maior do que o GJ 3512b. "Em comparação, o Sol é aproximadamente 10 vezes maior do que Júpiter", explicou Juan Carlos Morales, membro do Instituto de Ciências do Espaço da Espanha e autor principal do estudo.

A teoria da formação planetária indica que as estrelas anãs abrigam planetas pequenos como a Terra ou Neptuno, ressaltou Morales.

No entanto, a descoberta de um gigante gasoso em torno de seu astro pequeno desafia os modelos sobre como são formados os planetas.

Até agora, acreditava-se que os planetas gigantes gasosos como Júpiter e Saturno se formaram a partir de núcleos rochosos que acumulavam gás. Porém, a nova descoberta sugere que esses gigantes gasosos se formaram depois da ruptura em partes do disco protoplanetário em torno da estrela.


Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Embrióides humanos já podem ser produzidos em massa


Investigadores criaram uma forma de produzir um grande número de entidades vivas que se parecem com embriões humanos primitivos. Isto permite que os cientistas estudem de melhor forma os primeiros dias do desenvolvimento embrionário humano.

A capacidade de artificialmente produzir embrióides humanos é algo que divide a comunidade científica. Por um lado, permite aos investigadores estudar melhor o desenvolvimento embrionário dos humanos, que pode levar a avanços científicos significantes. Por outro lado, há sempre uma questão ética, devido à criação artificial de vida.

Se a ideia já era controversa quando eram criados embriões artificiais em pequena escala, imagine-se agora que os cientistas já são capazes de os produzir em massa.

“Este novo sistema permite-nos alcançar uma eficiência superior para gerar essas estruturas semelhantes a embriões humanos”, explicou o autor da investigação, Jianping Fu. Os resultados do estudo foram publicados este mês na revista científica Nature.

O dispositivo criado é um quadrado fino de silicone, onde são usadas células estaminais e produtos químicos que estimulam essas células a desenvolver estruturas-chave dos embriões humanos. Cada um destes dispositivos consegue produzir uma dúzia de embrióides em apenas poucos dias.

(dr) Yi Zheng / University of Michigan

O dispositivo criado pela equipa de investigadores da Universidade do Michigan.

Enquanto uns olham para esta inovação com uma preocupação ética, outros olham com entusiasmo graças a possíveis avanços no conhecimento científico. Fu, citado pela NPR, diz que este é “um novo marco empolgante neste campo emergente” e que “tais estruturas de embriões humanos têm muito potencial para abrir o que chamamos de caixa negra do desenvolvimento humano”.

Se em situação normal, o embrião está dentro do corpo humano e, por isso, torna-se difícil estudá-lo, neste caso a situação é significativamente facilitada. Há, contudo, uma limitação: uma diretriz que impede os cientistas de realizarem investigações em embriões além de 14 dias de desenvolvimento.

Fu explica que a capacidade de produzir embrióides em larga escala não está abrangida por esta diretriz e que, por isso, torna a tarefa mais fácil para os cientistas. Novas investigações podem reduzir ou até prevenir defeitos de nascimento e abortos. “Esta investigação pode levar a muitas coisas boas”, reiterou o cientista.

Ainda assim, lado a lado com o progresso científico, vão estar sempre as questões éticas, como explica o bioeticista de Harvard, Insoo Hyun: “Esta equipa precisa de ter muito cuidado para não modelar todos os aspetos do embrião humano em desenvolvimento, para que eles possam evitar a preocupação de que esse modelo de embrião possa um dia tornar-se um bebé se o colocarmos no útero”.

Por essa mesma razão, Fu produz os embrióides para apenas se assemelharem parcialmente a um embrião humano. “Entendo que pode haver pessoas sensíveis quando você vê que é possível produzir em massa estruturas embrionárias. As pessoas vão ficar preocupadas. Eu percebo isso. Acho que estamos a alargar os horizontes“, disse Fu.

“Mas quero deixar 100% claro que não temos a intenção de tentar gerar uma estrutura sintética parecida a um embrião humano completo. Não temos intenção de fazer isso“, reiterou.


Fonte: ZAP

NASA admite que poderíamos ter sido visitados por alienígenas no passado


A teoria dos "astronautas antigos", baseada em evidências arqueológicas e referências mitológicas, fala do facto de que, nos tempos antigos, os homens mantinham contacto com alienígenas e que eles os ensinavam a desenvolver a civilização.


Essa ideia, que para muitos pode parecer louca, foi defendida por alguns pesquisadores como Zecharia Sitchin e Erich von Daniken, que sofreram fortes perguntas do mundo científico e académico.

Mas eles foram aceitos por muitas pessoas, crentes em alienígenas, de todo o mundo. Hoje, ao que parece, seus postulados incríveis começam a ser reconhecidos pelos organismos espaciais.

Isso se deve ao facto de a NASA ter publicado recentemente um livro intitulado: "Arqueologia, Antropologia e Comunicação Interestelar", no qual se argumenta que pinturas em cavernas podem representar visitas passadas do espaço sideral.

O texto, editado por Douglas Vakoch, actual director da Pesquisa por Inteligência ExtraTerrestre (SETI - Search for Extraterrestrial Intelligence), analisa detalhadamente a comunicação com possíveis seres de outros mundos e foi carregado na Web em formato PDF para Seu download fácil e rápido. ( Faça o download do e-book AQUI ).

Alguns dos autores, como o professor William Edmondson, da Universidade de Birmingham, consideram que nossos ancestrais, impressionados com a tecnologia das máquinas voadoras diante de seus olhos, idolatravam esses viajantes e os consideravam "deuses". Todos os cultos subsequentes teriam sido executados para invocar sua presença novamente.

"Podemos dizer pouco, ou nada, sobre o significado dessas representações, por que foram gravadas na rocha ou quem as criou", diz Edmondson. "Eles poderiam ter feito alienígenas em todos os aspectos".


Conforme relatado pelo jornal britânico Daily Mail, a publicação se refere a várias questões, e vários especialistas participam dela, que discutem a possibilidade de vida em outros planetas e quais seriam os melhores instrumentos para enviar e receber mensagens .

No entanto, se agora podemos nos comunicar com entidades fora da Terra, não é certo que possamos entendê-las. Isso é observado por Douglas Vakoch, que também vê, na enorme distância que nos separa das estrelas, um factor que joga contra nós.

"Se um sinal de rádio fosse detectado por um experimento moderno do SETI, poderíamos intuir a existência da inteligência, mas não conseguiríamos entender o que eles dizem", escreve na introdução Vakoch.

"Mesmo que uma civilização seja detectada em um dos sistemas estelares mais próximos, seus sinais devem passar biliões de quilómetros, atingindo nosso planeta depois de um longo tempo", disse ele.

De qualquer forma, os autores do livro não perdem a esperança: “Para ir além da mera identificação de tal inteligência e ter alguma chance realista de entendê-la, podemos seguir o exemplo de pesquisadores que enfrentam desafios semelhantes na Terra. Diz Vakoch.

Nesse sentido, o cientista pensa que é possível entender o que os alienígenas nos dizem, se o trabalho dos arqueólogos é imitado, que reconstrui a história das civilizações antigas a partir de informações vagas.


Fonte: UFO SPAIN

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Marinha dos EUA admite que vídeos de OVNI’s são verdadeiros (e não era suposto ninguém saber)


A Marinha dos EUA confirmou que imagens de OVNIs que surgiram nos últimos anos são reais e que nunca pretenderam que o vídeo fosse visto pelo público.

As imagens que apareceram pela primeira vez online em 2017, captadas pelo The New York Times, mostraram vários objetos voadores não identificados, ou Fenómenos Aéreos Não Identificados (UAP), como são chamados oficialmente, que pareciam ser registados pela Marinha dos EUA.

Três vídeos (um de 2004 e dois de 2015), divulgados no jornal pela organização To The Stars Academy do ex-Blink 182 Tom DeLonge, mostram objetos voadores ainda não identificados, descritos por um dos pilotos de caça treinados como algo diferente de tudo que já tinha visto na sua vida.

“Posso dizer-vos, eu não acho que seja deste mundo. Não sou maluco, não estive a beber. Depois de 18 anos a voar, já vi praticamente tudo o que posso ver lá – e isto não é nada semelhante”, disse à ABC o piloto reformado David Fravor sobre o objeto não identificado que viu em 2004. “Nunca vi algo na minha vida, na minha história de aviação, que tenha a performance, a aceleração. Lembrem-se que aquela coisa não tinha asas“.

Um relatório “preparado pela e para militares” em 2018 detalhou a forma como o Veículo Aéreo Anómalo (AAV) de 13,7 metros de comprimento e “sem meios visíveis de gerar sustentação” foi visto por vários navios da Marinha dos EUA , assim como o jato F-18 de Fravor.

“Os AAVs desceriam ‘muito rapidamente’ de aproximadamente 18 mil metros até aproximadamente 15 metros em questão de segundos“, diz o relatório, acrescentando que um piloto percebeu que o objeto, semelhante a um Tic-Tac, perturbou a água, causando “ondas espumosas e espuma” por baixo e o oceano parecia estar “a ferver”.

O relatório sobre UAPs a voar no espaço aéreo dos EUA não tinha sido confirmado pelos militares até agora. Conforme relatado pela primeira vez pelo Motherboard, um porta-voz da Marinha dos EUA disse ao The Black Vault – o maior arquivo civil de documentos desclassificados – que as imagens mostram “fenómenos aéreos não identificados” que foram filmados pela Marinha e que “a Marinha não divulgou os vídeos para o público em geral”.

“A Marinha designa os objetos contidos nesses vídeos como fenómenos aéreos não identificados”, disse o vice-chefe de operações navais para guerra de informação, Joseph Gradisher, ao The Black Vault. “A terminologia ‘Fenómenos aéreos não identificados’ é usada porque fornece o descritor básico para avistamentos/observações de aeronaves/objetos não autorizados/não identificados que foram observados a entrar/ a operar no espaço aéreo de várias áreas de treino controladas por militares”.

Isto não significa que os objetos estejam confirmados como alienígenas. Apenas que o governo ainda não tem uma explicação oficial para o que aconteceu nos vídeos.

Sabe-se que o governo dos EUA leva a sério estes avistamentos. Entre 2008 e 2011, gastou quase 22 milhões de dólares a investigar secretamente OVNIs. De fcto, os avistamentos da UAP tornaram-se tão frequentes nos últimos anos que a Marinha recentemente elaborou novas diretrizes sobre como relatá-las.



Fonte: ZAP

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Bola de fogo causada por um asteroide ilumina o céu no sul da Espanha


A rocha que originou o fenómeno entrou abruptamente na atmosfera da Terra a cerca de 61.000 quilómetros por hora.

O céu no sul da Espanha foi iluminado na segunda-feira à noite por uma bola de fogo brilhante originada por uma rocha de um asteróide. O evento foi visto de vários pontos nas províncias andaluzas de Sevilha e Córdoba.

O fenómeno, visível a mais de 400 quilómetros de distância, foi registado pelos detectores da Rede de Ventos e Meteoros do Sudoeste da Europa, que operam no complexo astronómico de La Hita (Toledo), no âmbito do Projecto SMART. Isso visa monitorizar o céu para estudar o impacto das rochas espaciais contra a atmosfera da Terra.

O objecto que originou esse fenómeno entrou abruptamente na atmosfera do planeta às 21h32 (horário local), a cerca de 61.000 quilómetros por hora . Essa enorme velocidade fez com que ele ficasse incandescente, gerando uma bola de fogo brilhante a uma altitude de cerca de 85 quilómetros, segundo o pesquisador responsável pelo Projecto Smart, José María Madiedo.

Veja o Video AQUI

Fonte: RT

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

C-130: Bisontes atingem as 80 mil horas de voo


Os Hércules C-130 entraram em 1977 ao serviço da Força Aérea e as quatro aeronaves ainda em atividade operam a partir da base do Montijo.

frota dos Hércules C-130 da Força Aérea atingiu esta semana as 80 mil horas de voo, ao fim de 42 anos de serviço e durante uma missão na Holanda, informou o ramo.

Pertencentes à esquadra 501, conhecida como Bisontes, os C-130 chegaram à Força Aérea em 1977 e estão atualmente em processo de substituição pelos KC-390 do fabricante brasileiro Embraer.

"Onde necessário, quando necessário" é o lema da esquadra de transporte dos C-130, responsáveis pelo transporte tático de tropas e carga para os diferentes teatros de operações, assim como de apoio logístico às forças nacionais destacadas.

A Força Aérea tem atualmente quatro desses aparelhos de fabrico norte-americano, para cuja substituição a nível mundial concorrem modelos como o KC-390 da Embraer e o A400M europeu.

Esta frota da Força Aérea - que opera a partir da Base Aérea do Montijo - foi empregue na última década com fortes limitações operacionais no espaço europeu, por falta de modernização dos seus aviónicos, agora a ser atualizados para garantir a sua operacionalidade até à chegada dos KC-390.


Fonte: DN

Novo objecto interestelar vindo em nossa direcção, desta vez estamos prontos!!!


Um astrónomo amador descobriu o segundo visitante conhecido do espaço exterior  do sistema solar. Ainda mais surpreendente, ele conseguiu identificá-lo na abordagem, o que significa que teremos tempo para estudá-lo.

Gennady Borisov, da Crimeia, localizou a rocha espacial interestelar a 30 de agosto. Agora, recebeu o nome oficial de C / 2019 Q4 (Borisov) pelo Minor Planet Center .
Felizmente, a rocha não apresenta risco de colidir com a Terra e fazer-nos seguir o caminho dos dinossauros.

O cometa tem o que é conhecido como "trajectória hiperbólica", o que significa que não foi interferido pela gravidade do nosso sol, o que sugere que ele se originou no espaço profundo, fora do nosso sistema solar.
A rocha é uma reminiscência de Oumuamua, o primeiro objecto interestelar que detectamos ao passar pelo nosso sistema solar, cumprimentando brevemente nosso sol antes de voltar a sair, gerando enorme excitação aqui na Terra.

Infelizmente, só localizamos Oumuamua depois que ele partiu, impedindo qualquer estudo ou análise aprofundada. 

Mas este cometa atingirá seu periélio, ou sobrevoo mais próximo do Sol, a 10 de dezembro, o que deve dar à comunidade científica tempo suficiente para estudá-lo, pelo menos parcialmente, e avaliar como é a vida fora do nosso sistema solar.

Fonte: RT

terça-feira, 10 de setembro de 2019

A estranha criatura do mar que está a intrigar a Internet


O vídeo de uma estranha criatura do mar apanhada nas águas do Pacífico, na região do Alasca, está a intrigar pessoas em todo o mundo, pela forma estranha do animal.

O vídeo que mostra o momento em que a jovem pega na estranha criatura laranja e com tentáculos, depois de estar a flutuar na superfície do Oceano Pacífico, tornou-se viral nas redes sociais.

A gravação foi feita por uma jovem, que estava com a família num passeio de barco no Alasca.


Sem medo de nada, a rapariga mexe na criatura rara com tentáculos e grava-a pensando tratar-se de uma planta marinha, mas para sua surpresa veio a descobrir que era um animal marinho, que vive nas profundezas do mar e que por alguma razão veio à superfície.

De acordo com especialistas de vida selvagem, o animal misterioso é uma espécie rara de estrela-do-mar chamada Gorgonocephalus, que vagueia em águas salgadas ou frescas à procura de plâncton para se alimentar graças aos seus braços.

Entre as características físicas mais marcantes observadas no vídeo viral sobre esta criatura, está o disco central cujos cinco braços se ramificam em subdivisões menores e maiores. Os tentáculos torcidos servem para enrolar e pegar em pequenos crustáceos.

Fonte: JN

sábado, 7 de setembro de 2019

Cientistas usam ‘impressão digital’ da Terra para encontrar Exoplanetas semelhantes


Compreender muitos dos mistérios do nosso universo começa aqui no nosso planeta, literalmente. Uma das grandes questões que temos sobre o nosso vasto universo gira em torno da ideia de encontrar planetas semelhantes à Terra além do nosso sistema solar.

O homem sonha com a Terra 2.0 e ambiciona encontrar esse lugar num universo que ainda não é de todo um local conhecido. O nosso planeta pode dar muitas pistas.

Estaremos sozinhos no universo?

Primeiro e acima de tudo, seria bom saber se existe outro planeta semelhante ao nosso. O que pretendemos é poder encontrar um local extraterrestre que possamos chamar de “lar lá fora”. Apesar do sonho, há uma necessidade que se baseia na sobrevivência da humanidade, por isso precisamos de argumentar com a colonização espacial.

Em segundo lugar, se um planeta existe lá fora que suporta a vida, talvez já exista vida no planeta, respondendo à pergunta milenar; estamos sozinhos no universo?

A Terra tem uma impressão digital

Como um meio de entender melhor os planetas potenciais que são capazes de suportar a vida além do nosso Sistema Solar, dois astrónomos da Universidade McGill fizeram algo interessante. Criaram uma “impressão digital” para a Terra, que poderia ser usada para identificar estes tipos de planetas.

Vamos pensar nisto como um namoro online. O utilizador cria uma lista de características sobre si mesmo com o objetivo de eventualmente encontrar alguém que partilha dos seus interesses. Os astrónomos detalham o estudo mais adiante no seu artigo académico publicado em Notices Monthly of the Royal Astronomical Society.

Encontrar uma correspondência

Conforme o resultado dos esforços, criar esta impressão digital terrestre não foi uma tarefa fácil. A dupla utilizou mais de uma década de observações da atmosfera terrestre feitas pelo satélite SCISAT. Dessa forma foi possível construir um espectro de trânsito da Terra. Como resultado, apareceu o que lhe chamaram de impressão digital da Terra.

É um vislumbre da atmosfera do nosso planeta em luz infravermelha, que mostra a presença de moléculas-chave na procura de mundos habitáveis.

Um, em particular, é de especial importância, o metano. Os investigadores esperam ver a existência de metano apenas quando um planeta distante tem fontes orgânicas desses compostos. Em suma, os investigadores estão lá fora à procura de uma bioassinatura.

Um grupo de investigadores tentaram simular o espectro de trânsito da Terra, mas este é o primeiro espectro de trânsito infravermelho empírico da Terra. Isto é o que os astrónomos alienígenas veriam se observassem um trânsito da Terra.

Afirmou o professor Cowan.

Como sugerido acima, essa nova ferramenta poderia facilitar a vida aos astrónomos ao tentar encontrar mais exoplanetas semelhantes ao nosso. Será interessante ver que novos planetas semelhantes à Terra nos esperam.


Fonte: Pplware

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Descoberta uma espécie idêntica ao “esquilo” da Idade do Gelo


A criatura pré-histórica é tão parecida com Scrat, personagem do filme de animação “A Idade do Gelo”, que o paleontólogo responsável pela sua descoberta pensou batizar a espécie com o seu nome.

Segundo o IFLScience, o Pseudotherium argentinus foi descoberto no Parque Provincial de Ischigualasto, San Juan, no noroeste da Argentina, com base num crânio adulto de 6,9 centímetros que sugere que este animal tinha 25 centímetros de comprimento.

Esta criatura pré-histórica foi classificada de mammaliamorph — um grupo de parentes próximos dos mamíferos — e viveu há 231 milhões de anos, durante o Triássico Superior, quando os dinossauros ainda estavam no seu auge.

De acordo com o estudo publicado em agosto na revista científica PLOS One, o Pseudotherium pode estar intimamente relacionado a um ancestral dos mamíferos, mas faltam as distintas regiões cerebrais expandidas que separam os mamíferos dos nossos predecessores.

O facto curioso é que este animal mostra grandes semelhanças com Scrat, uma das personagens do filme de animação “A Idade do Gelo”. “A espécie tem um focinho muito longo, plano e raso e as suas presas muito longas localizadas quase na ponta do focinho, por isso as parecenças são tremendas”, disse o paleontólogo Ricardo Martinez, da Universidade Nacional de San Juan, à Agência CTyS, acrescentando que até considerou nomear a espécie tendo em conta a personagem.

Esta não é a primeira criatura que os cientistas descobrem que se parece com Scrat. O Cronopio dentiacutus era um verdadeiro mamífero — com o tamanho e forma semelhantes ao Pseudotherium — que viveu há 95 milhões de anos, durante o Cretáceo, e cuja descoberta em 2011 também se seguiu aos filmes.

Com apenas um espécime para analisar, os investigadores não sabem ainda muitas coisas sobre o estilo de vida deste animal ou porque é que precisava de dentes tão ameaçadores. É provável que tivesse uma dieta à base de insetos ou animais menores, sendo que os dentes-de-sabre poderiam ter sido usados para apanhar presas, mas também para lutar por territórios ou companheiros, sobretudo se o espécime encontrado fosse macho.


Fonte: ZAP

terça-feira, 3 de setembro de 2019

O primeiro hotel espacial low cost poderá abrir em 2025


A Estação Espacial Von Braun, que pode acomodar 400 pessoas ao mesmo tempo, poderá receber os primeiros turistas dentro de alguns anos.

“O objetivo da Gateway Foundation é que em 2025 Von Braun já esteja em funcionamento e que 100 turistas a visitem por semana”, disse , disse Tim Alatorre, arquiteto sénior da Gateway Foundation, empresa responsável pelo design da estação, ao portal Deezen.

Segundo o designer, a estação, que terá a forma de uma enorme roda de 190 metros de diâmetro, girará constantemente, criando uma gravitação artificial comparável à da Lua e tornando a estadia nela muito mais confortável do que na Estação Espacial Internacional, onde não é possível ter sentido de direção.

A presença de gravidade significa que muitos problemas que astronautas na EEI sofrem não afetarão a Estação Espacial Von Braun. Os visitantes poderão ir à casa de banho de maneira normal, os chuveiros usarão água reciclada e os alimentos serão servidos em restaurantes comuns.

“Estamos a planear cozinhas com serviço completo com todos os pratos que se esperaria num navio de cruzeiro de luxo ou num grande hotel”, disse Alatorre. “Muitas questões logísticas para serviços de alimentação foram resolvidas há anos pela indústria de navios de cruzeiro”.

Alatorre disse que, além dos quartos, o hotel apresentará “muitas das coisas vistas em navios de cruzeiro”, como restaurantes, bares, concertos de música, exibições de filmes e seminários educacionais, e que o interior não terá nada a ver com a esterilidade das estações espaciais nos filmes de ficção científica.

“Como seres humanos, estamos intimamente conectados com materiais e cores naturais. O uso de tecidos, iluminação e tintas de cores quentes e materiais texturizados ajuda-nos a conectar e a sentirmo-nos em casa”, explicou o arquiteto, embora tenha admitido que materiais pesados, como madeira e pedra, serão substituídos por “substitutos para materiais naturais leves e fáceis de limpar”.

O projeto, que pressupõe a criação de hotéis espaciais ainda maiores, tem como objetivo acabar com os altos preços atuais do turismo orbital, tornando-o acessível a amplos setores sociais e facilitando a exploração extraterrestre.

“Como os preços são tão altos, a maior parte das pessoas assume que o turismo espacial só está disponível para os super-ricos. A Gateway Foundation visa tornar as viagens espaciais abertas a todos“, explicou Alatorre.

Depois de 2030, a estação Von Braun será uma prova de conceito para o próximo projeto da Gateway Foundation, que abrigará mais de 1.400 pessoas. O próximo projeto da empresa será uma “verdadeira cidade no Espaço que será um porto de escala para quem vem e vai da Lua e Marte”.


Fonte: ZAP

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

As corajosas enfermeiras paraquedistas na Guerra Colonial Portuguesa


Fonte: Youtube

FUZILEIROS NO ULTRAMAR 1961 a 1974


FUZILEIROS NO ULTRAMAR 1961-74 PARTE I 

PARCERIA - José Talhadas 

GRÁFICOS - Afonso Brandão

Fonte: Youtube

Homenagem aos Comandos (Exército Português)


Video realizado em Homenagem aos Comandos Portugueses. 

Símbolos 
O símbolo identificativo das tropas de Comandos do Exército Português mais conhecido é a famosa Boina Vermelha. Pelo uso deste item de fardamento os comandos são algumas vezes chamados de "Boinas Vermelhas". 

Lema
O lema dos Comandos é o verso latino da Eneida de Virgílio Audaces Fortuna Juvat, que significa “A Sorte Protege os Audazes”. 

Grito de Guerra 
O seu Grito de Guerra, retirado de uma tribo bantu do Sul de Angola que o usava na cerimónia de entrada na vida adulta é: MAMA SUMAE, que em Português significa: Aqui Estamos, Prontos para o Sacrifício! "

Fonte: Youtube
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...