quinta-feira, 31 de maio de 2012

Operação Monte Branco
Ligações da Akoya ao Espírito Santo sob suspeita
A sociedade de gestão de fortunas de Michel Canals nasceu em Genebra, mas seria tão helvética como os pastéis de nata. Qual o rasto português seguido pela Operação Monte Branco?
A ESCOM, empresa que em 2009 pertencia ao Grupo Espírito Santo (GES), pode ter sido acionista maioritária da Akoya, a sociedade de gestão de fortunas gerida pelo suíço Michel Canals e mais dois sócios, detidos em Portugal por suspeita de operarem a maior rede alguma vez detetada no nosso território em matéria de fraude fiscal e branqueamento de capitais. A associação entre a Akoya e a ESCOM foi confirmada à VISÃO por fontes da investigação da Operação Monte Branco, fontes do setor financeiro e ainda por João Rendeiro, fundador e antigo presidente do Banco Privado Português.
Hélder Bataglia, presidente da ESCOM, desmente que o grupo tenha tido capital da empresa suíça agora sob suspeita das autoridades, mas admite que manteve conversações com Michel Canals, a título privado, quando o antigo banqueiro da UBS o desafiou a fazer "uma boa aplicação financeira no exterior através da Akoya". Através do consultor de comunicação Cunha Vaz, Bataglia esclareceu que Canals veio ter com ele numa altura em que era "referenciado e recomendado como pessoa séria na área da gestão de ativos".
A ESCOM é atualmente uma empresa detida pelos angolanos da Sonangol, que a compraram ao GES em 2011. Tem interesses e negócios no petróleo, gás, diamantes, agricultura, energia, mineração, imobiliário e obras públicas.
SAIBA MAIS NA VISÃO DESTA SEMANA
Clube Bilderberg 2012
Reunião será na Virgínia
Especula-se que o local da reunião anual do Clube Bilderberg será em Chantilly, Virgínia de 31 de maio – 3 junho. O local e a data foram perfeitamente escolhidos para coincidir com a eleição presidencial nos Estados Unidos.
Os participantes estarão muito bem alojados no luxuoso hotel "Westfields Marriott Washington Dulles”, onde decidirão com muito carinho o futuro deste planeta.
O local foi o mesmo utilizado na Conferência de 2008. Estarão presentes donos de cartéis de petróleo, banqueiros, empresários das comunicações e chefes de Estado.
Logo mais estarei divulgado a lista dos participantes desta reunião.
Boa sorte!
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Rockefellers e Rothschilds concluíram aliança

As duas dinastias de financistas mais famosas na Europa e EUA, as famílias de Rockefeller e Rothschild, concluíram uma aliança estratégica. A partir de, uma empresa conjunta dirigirá os ativos de quase 40 bilhões de dólares.
David Rockefeller, de 96 anos, e Jacob Rothschild, de 76, mantêm relações pessoais há mais de 50 anos. A Fundação Rockefeller surgiu em 1882, quando John Davison Rockefeller fundou uma das primeiras empresas no mundo para gerir capitais privados. Ao longo de mais de 100 anos de existência, a companhia tem gerido ativos de famílias ricas, fundos e instituações financeiras.
Os peritos acreditam que esta união das dinastias pode ter sido provocada pela crescente instabilidade na economia mundial e pela crise da zona do euro.

EUA introduzem controle total da Internet

Mesmo se você tem paranóia, tal não significa que não pode ser espiado, pelo menos na Internet. Se tiver uma saúde de ferro, pelos vistos, é espiado de qualquer modo.

Se tiver dúvidas, basta conhecer a lista de palavras utilizadas pelo Ministério de Segurança Nacional (MSN) dos Estados Unidos (The Department of Homeland Security) para monitorar sítios e redes sociais na Internet.
No sábado passado, o jornal britânico The Daily Mail publicou esta lista, comunicando que o MSN foi obrigado a divulgar este documento após uma exigência da organização de interesse público Electronic Privacy Information Center (Centro Informativo de Proteção da Privacidade na Rede).
A lista, composta por centenas de palavras e frases feitas, é impressionante. Seria difícil imaginar que o emprego de tais palavras como “México” ou “China” por particulares no Facebook seja captado por programas especiais. A lista inclui praticamente todo o Oriente Médio e Extremo Oriente – Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Iémen, assim como a Coreia do Norte, Colômbia e Somália.
O princípio de seleção é compreensível: a lista é dividida em tais categorias como “segurança interna”, “segurança nuclear”, “saúde e gripe aviária”, “segurança de infraestruturas”, “terrorismo” e outras. Compreende-se também a presença de expressões e palavras-chave, tais como “bomba suja”, “reféns”, “sarin”, “jihad”, “Al-Qaeda”. Mas ao lado encontram-se palavras do léxico habitual de qualquer usuário pacífico da Internet – “nuvem”, “neve”, “carne de porco”, “químico”, “ponte”, “vírus”…
Pode ficar sob vigilância o autor de um posts sobre o Smart, carro popular na Europa, ou aquele que mencione a história de Caim e Abel. Destaque-se que é monitorizado o próprio termo “rede social”, ligado praticamente a tudo que é utilizado pela rede mundial.
Os peritos do Electronic Privacy Information Center consideram que a lista inclui muitas palavras que podem ter sentidos diferentes, o que ameaça as garantias concedidas pela Primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos, que proclama a liberdade de expressão.
O Ministério de Segurança Nacional aceita em certo grau estas críticas. Segundo o secretário de imprensa do departamento, Matthew Chandler, é necessário considerar os algoritmos de programas de pesquisa. Ao mesmo tempo, em entrevista à edição eletrônica Huffington Post, Chandler declarou que a atividade do monitoramento da Internet se encontra na etapa inicial, sendo voltada para prevenir o terrorismo e controlar cataclismos naturais. Por outro lado, o responsável rejeitou liminarmente as suspeitas de o ministério ter utilizado as suas potencialidades para controlar a dissidência. Contudo, a julgar pela atividade do Electronic Privacy Information Center, nem todos concordam com ele.
Ao mesmo tempo, o monitoramento da Internet e das redes sociais seria muito difícil sem a interação com líderes das tecnologias informativas. A Forbs escrevia neste contexto que, pelos vistos, o Ministério de Segurança Nacional tem certos acordos com tais companhias como Google, Facebook, Twitter e outras que permitem obter acesso a alguns programas de computador e controlar a Internet em regime próximo de tempo real.
Entretanto, as maiores companhias dispõem de informações gigantescas sobre os clientes de seus produtos. No ano passado, tornou-se pública uma investigação do Wall Street Journal, segundo a qual o Google e a Apple recolhem, como se verificou, a informação sobre a localização de seus clientes não apenas através de gadgets portáteis, mas também com a ajuda de PC. Segundo a edição, a Apple guarda os dados sobre deslocações de seus usuários através de seus computadores Macintosh ligados à rede Wi-Fi. O Google faz o mesmo através de PC, cujos proprietários entram na Internet através do browser Google Chrome. Como destaca o jornal, as duas companhias declaram que a conservação destes dados é estritamente confidencial e que elas “não têm quaisquer intenções secretas”.
Mas tal significa que de qualquer modo que você é espiado.
Pergunte-se, contudo, qual será a abrangência geográfica de tais potencialidades deste Big Brother, descritas ainda em 1949 no romance de George Orwell “1984”.
Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, declarou que especialistas invadiram o site da Al-Qaeda no Iémen e lá instalaram sua informação. Esta declaração foi qualificada como o primeiro reconhecimento de que os Estados Unidos efetuam operações cibernéticas. Mas, o importante é envergadura global desta atividade, que não reconhece fronteiras e barreiras linguísticas.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Influências tentam travar operação Monte Branco
A divulgação, nos últimos dias, de nomes que estarão associados à maior rede de lavagem de dinheiro a operar em Portugal obrigou a redefinir a estratégia de investigação. A Montenegro Chaves, na Baixa de Lisboa, está agora fechada. Servia de fachada ao intermediário da rede, Francisco Canas, que está preso.
O ‘núcleo duro’ da operação Monte Branco – de que resultou a detenção dos líderes da maior rede de evasão fiscal e de lavagem de dinheiro a operar em Portugal – considera que os nomes ontem vindos a público na revista Sábado, como Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi, são um «revés na estratégia de investigação».
A linha da investigação foi, aliás, «já reequacionada de forma a ultrapassar esta adversidade», segundo avançaram ao SOL fontes conhecedoras do processo.
Em artigo ontem publicado, a Sábado afirmava que aqueles banqueiros estão a ser investigados e chegaram a estar sob escuta, após proposta do procurador Rosário Teixeira, que coordena a investigação, e autorização do juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal.
Ao SOL, os investigadores vão mais longe e consideram que «algumas das pessoas que estavam a ser escutadas têm relações com o poder político, nomeadamente com elementos do Governo». «E, através do tráfico de influências, conseguiram que um elemento com acesso ao processo provocasse uma fuga de informação com o intuito de boicotar a investigação», acrescentam.

 
Ricardo Salgado foi escutado em caso de fraude fiscal
Esquema movimentava milhões de euros para o estrangeiro
Ricardo Salgado, presidente da Comissão Executiva do Banco Espírito Santo (BES), foi alvo de escutas telefónicas montadas por inspectores tributários de Braga, no âmbito da investigação de um esquema de fraude fiscal para movimentar milhões de euros para o estrangeiro que na semana passdada resultou na prisão preventiva do gestor de fortunas suíço Michel Canals.

Além de Ricardo Salgado, também José Maria Ricciardi, seu primo e presidente da Comissão executiva do BESI (o banco de investimento que tratou da entrada dos chineses da China Three Gorges no capital da EDP e da State Grid na REN), teve os telefones interceptados durante vários meses devido a um despacho judicial de Rosário Teixeira, o procurador do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) que já deteve o ex-banqueiro Oliveira Costa e o advogado Duarte Lima. Fonte oficial do BES informou a SÁBADO de que quer Ricardo Salgado, quer José Maria Ricciardi não comentam “informações com intuito difamatório”.

Autorizadas pelo juiz Carlos Alexandre, as escutas aos dois banqueiros do grupo BES ficaram a cargo da “equipa M” da Inspecção Tributária de Braga. Outros nomes investigados no mesmo processo foram António Horta Osório, que dirige o banco Lloyds, e Álvaro Sobrinho, presidente do BES Angola.

É possível que vivamos dentro de um buraco negro

O físico americano Nikodem Poplawski, da Universidade de Indiana, afirma que o nosso universo é o interior de um buraco negro, localizado em algum lugar do universo.
No modelo de Poplawski postula-se que todos os buracos negros podem ser vistos como entradas para os buracos de minhoca de Einstein-Rosen. Estes objetos são túneis hipotéticos que ligam as diferentes regiões do espaço-tempo.
O cientista acredita que a outra extremidade do buraco negro está ligada ao buraco branco - oposto da área negra do espaço, onde nada pode entrar. Ao mesmo tempo, dentro do buraco de minhoca surgem condições parecidas com a expansão do universo, análogo à observada por nós. Desta forma, o nosso universo pode ser apenas o interior de um buraco de minhoca.

Astrónomo descobriu por cálculo planeta desconhecido do Sistema Solar

No confim do Sistema Solar, além do Plutão, encontra-se um planeta 4 vezes maior que a Terra. A esta conclusão chegou o astrónomo brasileiro Rodney Gomes, do Observatório Nacional do Rio de Janeiro, depois de ter estudado os desvios das órbitas dos corpos celestes situados na chamada Faixa Kuiper. O brasileiro está disposto a entregar seus cálculos e análises para fundamentar esta teoria. Esta declaração do astrónomo brasileiro fez estourar toda a Internet.
Na rede, passou a ser divulgado de novo o antigo pesadelo, de acordo com o qual “dentro de 2 anos entrará no Sistema Solar o planeta X, cuja gravitação provocará na Terra horríveis terremotos, erupções vulcânicas e tsunamis. A maioria das pessoas morrerá até 2013”. Segundo uma outra versão, no Sistema Solar entrará a estrela fria Nibiru acompanhada por vários planetas. A situação será ainda pior.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dente-de-leão russo para pneus japoneses

A Bridgestone, o maior fabricante de pneus japonês, tenciona fabricá-los usando o dente-de-leão. A empresa planeia utilizar o “dente-de-leão russo” para a extração de latex apartir dessa planta. É essa espécie de flor amarela, muito abundante na Rússia, que é a melhor planta para o fabrico de borracha industrial.
De acordo com o Dr. Hiroshi Mouri, presidente do Centro de Investigação e Tecnologia da Bridgestone Americas, existem mais de 1.200 espécies de plantas das quais se pode produzir borracha, mas é difícil encontrar uma que possa servir de matéria-prima em quantidades industriais. Verificou-se que o dente-de-leão russo tem boas hipóteses de o ser. A Bridgestone tenciona instalar o fabrico experimental de pneus inovadores até 2014.
É claro que o latex natural pode ser substituido pela borracha sintética, mas isso nem sempre satisfaz os fabricantes de pneus. Actualmente, cerca de 60% dos melhores pneus para automóveis são de borracha natural. Esta é fabricada através da transformação do, latex, suco da seringueira, planta nativa da América do Sul e do Sudeste Asiático. Os preços elevados dessa matéria-prima obrigam os fabricantes de pneus a procurar alternativas. O dente-de-leão torna-se interessante por, ao contrário da seringueira, o seu crescimento não estar limitado a países de clima quente, além de a qualidade do seu latex ser comparável à do extraído por métodos tradicionais. Esta área é um objecto de estudo em diversos países como os EUA, o Japão, a Alemanha e a China.
Segundo Nikolai Sirotinkin, responsável pela cátedra de Química e Tecnologia do Cauchu e da Borracha do Instituto  Estatal de Tecnologia de São Petersburgo, nos anos 30 do século passado foram gastas verbas importantes na Rússia Soviética para solucionar o problema:
"Foram encontradas outras fontes de latex, entre as quais o dente-de-leão. Ou seja, existe uma solução positiva do ponto de vista técnico. Mas o panorama é diferente do ponto de vista económico: apartir de uma tonelada de caules de dente-de-leão secos podem ser obtidos 80 quilos de latex. Trata-se de um retorno de apenas 8%. No caso do latex da seringueira, esse indicador é de, pelo menos 50-60%.
No entanto, na Bridgestone consideram que o esforço compensa, visto que o custo de produção do latex apartir do dente-de-leão será sempre bastante inferior ao da matéria-prima tradicional.


Descoberto Stonehenge russo

Um grupo de historiadores russos descobriu um achado inesperado no Cáucaso do Norte. No desfiladeiro de Tcherek foi encontrada uma parede ciclópica de pedra, com 20 metros de altura, de origem desconhecida. Tratar-se-á de uma maravilha da natureza ou da criação de gigantes semelhantes aos ciclopes da mitologia?

O que é certo é que essa parede entrará para a lista de atrações da região do Sul da Rússia, tornando-se num local de peregrinação de turistas.
Os habitantes locais há muito que conhecem esse fenómeno mas só recentemente o mostraram aos investigadores. A parede parece tapar o desfiladeiro da montanha e apresenta-se como um maciço de 20 metros de altura por 50 metros de comprimento. Os enormes blocos estão perfeitamente ajustados, pelo tipo de muro ciclópico. Trata-se de um método de construção em que o peso e a forma regular dos blocos mantêm toda a estrutura sem a necessidade de qualquer elemento aglutinador. Fica a sensação de que o gigante mítico de um só olho que deu o nome a essa tecnologia empilhou por pura diversão os blocos gigantescos uns sobre os outros. O conhecido historiador local russo Viktor Kotliarov refere que, neste momento, ainda não se pode dizer com segurança se se trata de uma parede natural ou artificial.
"Os geólogos afirmam que é mais provável ser de origem natural, o que também é a minha opinião. Mas, neste caso, a natureza teve o cuidado de fazer blocos idênticos, ou seja de dimensões rigorosamente iguais, e completamente uniformes: 2 metros por 25 centímetros."
Segundo o historiador local, estruturas semelhantes no Cáucaso já foram descritas por muitos viajantes. Eram construídas pelos montanheses para barrarem os vales estreitos, erigindo uma espécie de fortificações para se defenderem dos inimigos. A parede no desfiladeiro de Tcherek também parece artificial mas, neste caso, fica a impressão de que foi feita não por seres humanos normais, mas por representantes de outra civilização ou por gigantes, afirma Kotliarov.
"Muito próximo, no mesmo desfiladeiro, foram encontradas tíbias de 78 centímetros de comprimento. Lembremos que a tíbia do esqueleto humano tem em média 50 centimetros. Ora, existe um método para determinar a altura humana e, segundo esse método, este homem teria mais de 2 metros e meio de altura."
O local desse fenómeno de pedra é de difícil acesso e fica longe dos caminhos percorridos, por isso aqui não foram ainda efectuados estudos nem por geólogos, nem por etnógrafos ou investigadores locais. Segundo os especialistas, esta seria a altura ideal para começar a investigar exaustivamente este achado que, segundo eles, nos poderá ainda proporcionar descobertas surpreendentes.

Avião voa da Suíça a Marrocos sem combustível
O avião experimental suíço Solar Impulse descolou nesta quinta-feira de manhã do aeródromo de Payerne, na Suíça, para uma viagem de 2000 quilómetros até Marrocos sem uma gota de combustível.
O protótipo descolou às 8h24 locais (7h24 em Portugal), com duas horas de atraso em relação à hora prevista, por causa do nevoeiro naquele aeródromo.

Para esta primeira etapa, o piloto e co-fundador do projecto, André Borschberg, está aos comandos do avião, cujas asas estão cobertas por 12.000 células fotovoltaicas que alimentam quatro motores eléctricos, com uma potência de dez cavalos cada um.

O aparelho vai sobrevoar os Pirinéus, a uma altitude de 8500 metros e deverá aterrar às 2h (1h em Portugal) de sexta-feira no aeroporto de Madrid-Barajas, para uma escala. O mais tardar na segunda-feira, o avião parte em direcção a Marrocos. Esta última etapa será realizada pelo explorador e outro co-fundador do projecto, Bertrand Piccard, que levará o Solar Impulse até Rabat.

Este voo, que pela primeira vez atravessa o Mediterrâneo, deverá servir como “último teste antes da volta ao mundo em 2014”, explicaram os organizadores.

Foram precisos sete anos de trabalho e uma equipa de 70 pessoas e 80 parcerias para construir este avião em fibra de carbono. A construção de um segundo aparelho, para fazer a volta ao mundo em 2014, já começou. O aparelho deverá estar pronto em 2013 para um primeiro voo de testes ainda nesse ano.
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