terça-feira, 2 de abril de 2013

Astrofísicos detetam "super-Júpiter" engolido por "buraco negro"

Astrofísicos detetam "super-Júpiter" engolido por "buraco negro"
Aspeto do foguetão que colocouo o satélite europeu INTEGRAL em órbita
Astrofísicos da Universidade de Genebra detetaram um "super-Júpiter" a ser engolido por um "buraco negro", numa galáxia situada a 47 milhões de anos-luz, foi anunciado esta terça-feira.

Um "super-Júpiter" é um objeto astronómico com uma massa superior à do planeta Júpiter.

A observação foi realizada pelo satélite europeu INTEGRAL, no qual colaboram também a NASA e a Rússia. Colocado em órbita desde 2002, este satélite astronómico de quatro toneladas estuda os raios gama.

Durante as análises, os cientistas, que gerem em Genebra o Centro de Dados da missão INTEGRAL, encontraram um sinal luminoso oriundo de um "buraco negro" localizado no centro da galáxia NGC 4845, com uma massa 300.000 vezes superior à do Sol e adormecido há mais de 30 anos, indicou hoje a UNIGE, em comunicado.

"Esta observação era totalmente inesperada oriunda de uma galáxia tranquila durante pelo menos 20 a 30 anos", disse Marek Nikojuk, da Universidade de Bialystok na Polónia, o principal autor de um artigo publicado na revista Astronomia e Astrofísica.

Este "buraco negro" despertou ao absorver um planeta cuja massa é 15 vezes superior à de Júpiter.

De acordo com o artigo publicado na Astronomia e Astrofísica, o "buraco negro" levou três mês para desviar este "super-Júpiter" da trajetória e engolir 10% da massa total, enquanto a mais forte densidade continua em órbita.

Os astrónomos consideraram que existem tantos planetas errantes como estrelas na galáxia NGC 4845.

Fonte: Jornal de Noticias

"Experiências com a gripe das aves pode causar uma pandemia de proporções épicas"

“Experimentar con la gripe aviar puede causar una pandemia de proporciones épicas”
Vários cientistas, incluindo um Prémio Nobel, pediu que às autoridades dos EUA para proibir as experiências de alteração do vírus da gripe aviária (H5N1) para que este seja mais contagioso, catalogando esses ensaios como "imoral".

 A controvérsia começou em 2011, quando duas equipes de pesquisadores do Centro Médico Erasmus, em Roterdão e da Universidade de Wisconsin-Madison anunciaram que tinham conseguido transformar o vírus para que pudesse ser transmitido através do ar entre as pessoas.

Ele tem o potencial de causar uma pandemia mundial de proporções épicas que poderia diminuir a pandemia da gripe espanhola de 1918 que matou mais de 50 milhões de pessoas "

Depois da indignação pública sobre o seu trabalho, em 2012, introduziu uma moratória para realizar a investigação nos Estados Unidos. Este ano foi levantada.

Em uma carta à Comissão Presidencial dos EUA para o Estudo das questões bioéticas, adversários alertam que a criação de um patógeno mais letal que existe na natureza é "imoral e eticamente errado, não tem justificação científica."
"A libertação acidental de um vírus artificial H5N1, gerado em laboratório e transmissível aos humanos na comunidade tem o potencial de causar uma pandemia mundial de proporções épicas que poderia diminuir a pandemia espanhola de 1918, que matou mais de 50 milhões pessoas ", dizem cientistas de diferentes países, incluindo Grã-Bretanha, informa o" Independent ".

O H5N1 já matou mais de 350 pessoas desde a sua descoberta em 2003.
No ano passado, um cientista britânico desenvolveu um modelo de computador que simula a propagação de um vírus em células vivas. Descobriu-se que o surgimento do H5N1 com os quatro principais mutações podem ocorrer naturalmente. Duas das cinco mutações foram detectadas em várias cepas obtidas em 28 países, incluindo a Europa, África, Ásia e Oriente Médio.

Tradução Google

Fonte: RT NEWS

Pode ler mais sobre este assunto AQUI


Panacéia siberiana testada com êxito

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© Photos8.com/www.photos8.com

Pesquisadores siberianos testaram com êxito em si mesmos um "comprimido da juventude". O fármaco G5 estava sendo desenvolvido para tratamento da cirrose hepática. Não obstante, verificou-se que seu campo de aplicação é muito mais amplo.

Foi uma notícia sensacional que o G5 é capaz de produzir um efeito de rejuvenescimento. Por enquanto, aliás, é cedo para cantar vitória: em primeiro lugar, os principais testes do medicamento serão ainda realizados; e, em segundo lugar, esta já não é a primeira vez em que a ciência mundial anuncia mais uma "descoberta do século".

Os cientistas do Instituto de Pesquisas em Farmacologia da cidade siberiana de Tomsk, Rússia, se aproximaram da criação de um remédio universal contra todas as enfermidades. O G5, ou o "comprimido da juventude", como o batizaram em seguida os jornalistas, estimula a medula óssea a produzir de forma ativa as células-tronco, que são necessárias para a recuperação de quaisquer órgãos e tecidos afetados. Vários pesquisadores já experimentaram em si próprios a eficácia do medicamento. Como é o mecanismo de funcionamento do G5, explicou à Voz da Rússia Andrei Bekarev, diretor da empresa desenvolvedora do fármaco:

"Existe um conceito que se denomina de "matriz extracelular". Trata-se de uma substância intercelular, através da qual se produz o lançamento de células-tronco. É um mecanismo concebido pela natureza, quer dizer, mecanismo que funciona de maneira natural, sobretudo, na juventude, quando todas as lesões se curam facilmente, e o ser humano supera com facilidade doenças. Pois, uma das teorias explica o envelhecimento e as enfermidades crônicas com disfunções, justamente, da matriz extracelular. Nosso desenvolvimento resolve várias questões. Em particular, ao alterar a estrutura da matriz extracelular, o fármaco favorece a que as células-tronco surjam em quantidades maiores, possibilita a todas elas se deslocarem quase sem impedimentos dentro do organismo e, portanto, faz com que todos os processos venham a decorrer de uma forma, em certo grau, diferente".

As experiências em ratos mostraram o seguinte: os roedores não medicados com o G5 envelheciam rapidamente, enquanto seus congêneres que o recebiam, viviam por mais tempo, sendo ativos e saudáveis até os últimos dias. Contudo, a vida humana tem duração muito mais larga do que a dos ratos. Por isso, os estudos do G5 como remédio contra o envelhecimento podem prolongar-se por vários décadas. O gerontologista Yuri Konev assinala que as notícias sobre novas substâncias com milagrosos efeitos rejuvenescedores aparecem, ao menos, a cada três ou quatro meses. No entanto, inclusive os titãs da luta contra a velhice, como, por exemplo, o acadêmico Vladimir Skulachev, quem iniciou seus experimentos ainda no fim da década de 1960, distam muito da vitória sobre o tempo:

"O acadêmico Skulachev ainda não finalizou o desenvolvimento de seu remédio. Dizem que nas mãos do autor funciona, embora a aparência do mesmo Skulachev não o confirma. Atualmente, seu filho e seu neto é que seguem desenvolvendo o seu projeto. E terão trabalho por toda a vida".

Na verdade, a busca de uma fonte da longevidade é uma tarefa que requer séculos. As doenças, porém, os males concretos, requerem tratamento agora, desde já. O G5 tem ampla gama de indicações: de infertilidade a doenças pulmonares. Mas os pesquisadores se concentraram por enquanto numa só – a cirrose hepática. Isso permitirá lançar mais rápido o medicamento no mercado. Os ensaios clínicos oficiais do G5, com participação de voluntários, terão seu início em novembro. Dentro de alguns anos, o medicamento poderá aparecer em farmácias.

Conheça os efeitos de deixar de fumar

Conheça os efeitos de deixar de fumar
Dos 15 minutos aos 20 anos
Desde o momento que deixa de fumar, todos os dias contam para uma melhoria na saúde física. A American Cancer Society criou uma linha temporal que descreve os efeitos positivos desde os primeiros 20 minutos até 15 anos sem fumar.

Os benefícios de deixar de fumar já são bem conhecidos por toda a população fumadora e não fumadora, mas talvez sejam poucos os que sabem exatamente as mudanças físicas do corpo a partir do momento que deixa de fumar e até 15 anos depois.

Parar de fumar pode ser particularmente difícil para algumas pessoas, visto que as qualidades aditivas da nicotina são bastante fortes.

A adição ao tabaco é tão forte que muitos dos que resolvem parar, podem experimentar efeitos negativos nas primeiras semanas:

Sistema Digestivo: azia, indigestão, náuseas e diarreia são alguns sintomas que poderá sentir nos primeiros dias depois de deixar de fumar.

Sistema Respiratório: congestão nasal, tosse, catarro e uma ligeira ronquidão podem ocorrer.

Sistema Circulatório: poderá sentir-se tonto e com formigueiro nos pés e nos dedos.

Sono: várias pessoas sofrem de insónias nesta primeira fase

Estas primeiras semanas são muitas vezes determinantes para alguém que está a deixar de fumar. Os efeitos descritos acima são resultantes de um corpo em início de fase de desabituação do vício.

Ultrapassadas as primeiras três a quatro semanas o corpo começa a experimentar os efeitos positivos na saúde.

Para lhe dar uma ideia dos benefícios de deixar de fumar, a American Cancer Society criou uma linha temporal que descreve o que poderá esperar dos primeiros minutos até 15 anos sem tabaco:

Depois de 20 minutos: A pressão sanguínea desce até à pressão normal

Depois de 8 horas: os níveis de monóxido de carbono no sangue descem metade e os níveis de oxigénio voltam ao normal

Depois de 48 horas: A probabilidade de ter um ataque cardíaco desce consideravelmente. O paladar e o olfacto retomam os níveis normais.

Depois de 72 horas: Os brônquios relaxam e os níveis de energia sobem

Depois de 2 semanas: A circulação de sangue aumenta e continua a melhorar nas 10 semanas seguintes.

Depois de 3 a 9 meses: tosse e problemas respiratórios dissipam e a capacidade pulmonar aumenta 10%

Depois de 1 ano: O risco de sofrer de um ataque cardíaco desce para metade.

Depois de 5 anos: O risco de ter um acidente vascular cerebral retorna ao de um não-fumador.

Depois de 10 anos: O risco de cancro do pulmão é igual a de um não-fumador.

Depois de 15 anos: O risco de ataque cardíaco retorna ao de um não-fumador.

Viagens para as estrelas se tornarão realidade?

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© Flickr.com/Sam Howzit/cc-by

Será possível chegar aos sistemas planetários não-solares mais depressa que a velocidade da luz? É possível, diz Harold White. Junto com sua equipe na NASA, ele está desenvolvendo um motor superluminal para viagens interestelares.

Uma nave movida por um tal motor chegaria ao sistema Alpha Centauri, que se encontra a quatro anos-luz do Sol, em apenas 2 semanas.

As pesquisas de White são uma tentativa de refinar o conceito do físico mexicano Miguel Alcubierre, que em 1994 causou intensos debates no mundo científico. O cientista sugeriu, por assim dizer, comprimir o espaço em frente da espaçonave, e expandi-lo por trás dela.

O navio é colocado numa "bolha" de espaço distorcido e permanece imóvel, por isso as pessoas lá dentro não sentem sobrecargas. Em torno da "bolha" corre o próprio espaço, devido ao quê acontece o movimento. E o espaço pode se expandir e contrair a uma velocidade superior à da luz. E isso não contradiz a teoria da relatividade de Einstein porque nenhum objeto dentro da "bolha", de fato, não se move mais rápido que a luz.

Para criar essa "bolha" é necessária uma substância misteriosa – a massa negativa, a qual, na sua desintegração total, libertará a energia "negra" necessária. Nos cálculos dos adeptos da teoria de Alcubierre foram mencionados diferentes dados de sua quantidade – o equivalente a três massas solares, a massa de Júpiter. Harold White, em seus cálculos, reduziu-a ainda mais – até 700 kg. Desde que a "bolha" tenha a forma não de uma esfera, mas de um toro (rosquinha). Ele diz que os resultados do trabalho são encorajadores. Sua equipe, usando lasers, está construindo um modelo em miniatura do motor de Alcubierre, onde o espaço seria distorcido, nem que fosse em valores insignificantes – uma parte em 10 milhões.

Não há nada de estranho no interesse da NASA nesta ideia. Nos Estados Unidos existe também a agência de defesa DARPA. Ela também financia pesquisas "não-tradicionais", nota o membro correspondente da Academia Russa de Cosmonáutica Andrei Ionin:

"Um dos princípios da DARPA é o seguinte: financiamento prioritário vai para projetos que propõem soluções "perpendiculares" às comuns. Aqueles que vão contra as regras existentes têm muitas mais chances de encontrar alguma solução não-trivial. Tais estudos, que parecem fantásticos, devem ser apoiados – é absolutamente certo. E é precisamente o estado que deve fazer isso, porque é claro que nenhum negócio o fará, com certeza".

Mas o chefe de departamento do Instituto de Física Lebedev da Academia de Ciências russa Oleg Dalkarov acredita que o financiamento de tais ideias beneficia apenas os seus autores e é um desperdício de dinheiro:

"Várias instituições do estado, inclusive na Rússia, financiam este tipo de trabalhos por várias razões. Uma delas é que, aparentemente, a equipe de peritos avaliando o projeto em questão, não é bem competente. Segundo. Às vezes isso é benéfico para algumas empresas, para obterem financiamento. Passará algum tempo – o período para o qual o empréstimo foi concedido, e o grupo se desintegrará. E depois ninguém vai voltar mais a essa ideia".

Ainda assim, há alguma esperança de que tal espaçonave seja construída? Primeiro, é preciso encontrar uma maneira de "domesticar" de alguma forma a massa negativa – com ela associam a recessão das galáxias e a expansão do Universo. Mas por enquanto, os físicos estão dispostos a discutir apenas um modelo matemático e experimentos de laboratório.

Morreu mais um membro da equipa que matou Bin Laden

Morreu mais um membro da equipa que matou Bin Laden
Um membro das forças especiais da Marinha norte-americana que fez parte da equipa que participou na operação que culminou com a morte de Osama Bin Laden, em 2011, morreu na passada quinta-feira num acidente de paraquedismo, no Arizona, EUA. Dos 25 militares dessa equipa, apenas dois estão agora vivos.

Brett D. Shadle, 31 anos, membro da "Seal Team Six" (Equipa Número Seis da Seal), não é o primeiro membro da equipa que participou na operação que matou Bin Laden, no Paquistão, a 2 de maio de 2011, a falecer, juntando-se à lista que alguns "media" já chamam de "maldição de Bin Laden".

Em agosto de 2011, três meses depois da "Operação Gerónimo", que envolveu 25 militares, um helicóptero da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, sigla em inglês) caiu no Afeganistão e morreram 38 soldados, 22 deles parte da "Seal Team Six".

O acidente de helicóptero foi causado por disparos de talibãs e as autoridades norte-americanas não conseguiram impedir a divulgação das identidades dos militares mortos, mas desmentiram a sua participação na Operação Gerónimo.

Brett Shadle morreu num acidente de pára-quedas, durante um exercício em Arizona, juntando-se à lista dos restantes 22 militares da Operação Gerónimo mortos.

Outro militar da Navy Seal ficou ferido no acidente de pára-quedas, mas a sua identidade não foi revelada.

Os membros da Navy Seal recebem extensos treinos de paraquedismo para se preparar para operações anti-terrorismo e resgate de reféns.

Em fevereiro passado,
foi revelado que o soldado norte-americano que disparou o tiro que matou Bin Laden durante a operação está sem reforma e seguro de saúde, após ter deixado as forças especiais da marinha norte-americana.

Fonte: Jornal de Noticias

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Alegada foto de Angela Merkel nua incendeia redes sociais


Angela Merkel, Alemanha, chanceler
RIA Novosti

Uma alegada foto da chanceler alemã, Angela Merkel, a fazer nudismo na companhia de outras duas mulheres está agitando as redes sociais.

imagem, cuja autenticidade é alvo de controvérsia, teria sido tirada quando a líder alemã teria cerca de 20 anos.
Figura impopular, em particular no sul da Europa, Merkel é associada às políticas de austeridade impostas nos países europeus em dificuldades financeiras.
Para já, a imagem – verdadeira ou não – tem sido partilhada por milhares de pessoas na Internet.
-- Diário Digital



Dinossauros foram mortos por um cometa?

Dinossauro, morte, asteroide, Yukatan
© MMX / news.bbc.co.uk

Os americanos apresentaram mais uma versão da morte dos dinossauros. Eles foram extintos 65 milhões de anos atrás na sequência de uma colisão da Terra não com um asteroide de 10 km, como se pensava anteriormente, mas com um cometa. É o que diz o paleoecologista Jason Moore do colégio de Dartmouth.

Muitos pesquisadores concordam em que um misterioso corpo celeste chocou-se com a ponta norte da península de Yucatán, no México. O impacto formou a cratera de Chicxulub de 180 km de diâmetro. Uma metade dela está em terra, e a outra está sob as águas do Golfo do México. Vários detalhes indicam que Chicxulub foi formada por impacto: rochas derretidas características, bem como uma elevada concentração nelas do metal muito pesado, irídio, que em condições normais não se encontra na Terra.

Segundo estimativas de Jason Moore, os dados anteriores sobre o irídio estavam incorretos. Na verdade, ele está presente em quantidades muito menores, o que é consistente com o teor de ósmio em Chicxulub, um outro metal pesado de origem extraterrestre. Isto implica que a quantidade total de pedras rochosas extraterrestres, deixadas pelo impacto, também foi calculada incorretamente, e o “estranho” celeste teria dificilmente alcançado 10 km de diâmetro. Mas para deixar uma cratera tão gigante, ele teria que se mover a uma velocidade extremamente grande. E tais velocidades só alcançam cometas, conclui o cientista.

O modelo do norte-americano tem lógica, concorda o pesquisador científico sênior do Instituto de Astronomia da Academia de Ciências russa Nail Bakhtigaraev:

“A energia é proporcional ao quadrado da velocidade. Se a velocidade for 2 vezes maior, haverá uma cratera 4 vezes maior. Os cometas têm realmente uma velocidade 2-3 vezes maior. Existe a primeira velocidade cósmica, a segunda e a terceira. Assim, eles podem ter até a terceira, que é suficiente para saír além do sistema solar. Isso não acontece com asteroides.”

Mas a ligação à energia em sí não remove todas as perguntas, duvida o chefe do Laboratório de Modelagem matemática de processos geofísicos do Instituto da dinâmica de geosferas Valery Shuvalov:

“O tamanho da cratera depende da energia do corpo. Se ele foi menor, mas se movia a uma velocidade mais elevada, isso é possível. Mas restam demasiado poucos dados para que possamos restaurar isso hoje. Eu acho que é improvável que se descubra ao certo o que foi – um asteroide ou um cometa.”

A versão de Moore não anula as outras de forma exclusiva. Por exemplo, pode-se assumir que afinal de contas era um asteroide. Poucos detritos ficaram na Terra, porque a maioria deles abandonaram a área da gravidade terrestre a uma velocidade cósmica. Isso acontece quando a Terra e um corpo celeste se movem por trajetórias cruzadas e o golpe acontece numa tangente. Isto é indiretamente confirmado pelo facto de que a cratera tem uma forma ligeiramente oval. Segundo as hipóteses anteriores, a própria fatal rocha de 10 km éra ela própria um destroço da colisão de dois corpos grandes no “cinturão de asteróides” há 160 milhões de anos, e que até se ter encontrado com a Terra esteve vagando no espaço durante cerca de 100 milhões de anos.

O debate sobre o que era – um cometa ou um asteroide – não cessará ainda por muito tempo. Apesar de que o cenário de futuros desenvolvimentos é aproximadamente claro. Após o impacto do corpo celeste, toda a Terra foi coberta por uma gigantesca nuvem de poeira, que não caía durante anos. Houve um resfriamento global. Privadas de luz solar, começaram a morrer as plantas, seguidas por animais em toda a cadeia alimentar, incluindo os dinossauros desajeitados – no total, 75% das espécies terrestres.

No entanto, nem todos os dinossauros foram extintos. Alguns deles conseguiram sobreviver o frio daquela catástrofe. Seus ancestrais estão entre nós até hoje. Nós os chamamos de aves.

Mulher 'fala ao telemóvel' em 1938

Telefone sem fios só surgiu no mercado na década de 1980, mas...

Surgiu na internet um vídeo que mostra uma mulher a utilizar um telefone sem fios em... 1938.

Um filme, alegadamente datado de 1938, posto a circular no Youtube mostra uma mulher a utilizar o que parece ser um telemóvel. As imagens, estranhas para a época, estão a suscitar bastante curiosidade com um registo de cerca de 300 mil visualizações.

O mistério à volta do pequeno filme, com poucos segundos, tem gerado bastante especulação nas redes sociais e já começaram a circular várias teorias, mais ou menos fantásticas, nomeadamente uma que alega que a mulher pode ter sido uma viajante no tempo.

Nas imagens, captadas à saída de uma fábrica nos EUA, pode ver-se uma jovem que caminha animadamente com o que parece ser um telefone sem fios na mão, junto ao ouvido direito. Quando a mulher baixa o braço, é visível um aparelho bastante semelhante a um telemóvel moderno.

A polémica gerada por estas imagens deve-se ao facto de a tecnologia dos telefones sem fios só ter surgido em 1973, e na altura não era comercializável, o que só viria a acontecer durante a década de 1980. As imagens divulgadas no Youtube tornaram-se rapidamente virais e já estão em vários blogues.

Para aumentar ainda mais o mistério, surgiu uma pessoa que diz ser neto da jovem referenciada como uma viajante no tempo, identificada como sendo Gertrude Jones. O jornal britânico Daily Mail refere que o indivíduo em questão questionou a familiar sobre o que transportava na mão, ao que esta respondeu ser um telefone sem fios que a sua empresa estava a testar. Ainda não foi possível saber qual a verdadeira identidade do utilizador, que surge identificado como ‘Planetcheck'.

Recentemente, surgiu outro utilizador do Youtube que disse conhecer uma pessoa que trabalhou na fábrica em questão, a DuPont, e que prometeu disponibilizar brevemente mais informações sobre o assunto. Até lá, os amantes das teorias sobre alegadas viagens no tempo podem dar largas à imaginação.

'Bombardeamento' estelar quatro asteróides passarão próximos da Terra num único dia em abril

'Bombardeo' estelar: cuatro asteroides 'rozarán' la Tierra en un solo día en abril
Um mombardeamento incomum cósmico espera a Terra em abril, quando quatro asteróides 'passarão próximos" do nosso planeta, no mesmo dia, especialistas da NASA, descartaram, por enquanto, isto não representa uma ameaça" real ".

Os quatro asteróides avistados perto da Terra, o maior é o Vishnu 4034, com 800 metros de diâmetro. 
Como referência, o meteorito de Tunguska , que destruiu centenas de quilómetros de taiga siberiana no seu impacto na região, em 1908, tinha um diâmetro de menos de 100 metros, de acordo com especialistas.

 

Os astrónomos esperam que o Vushnu 4034, descoberto em 1986, passe quase 23 milhões de quilómetros da superfície da Terra. No entanto, o mais próximo dos quatro, o AT-89, que foi descoberto há apenas duas semanas, passa a mais de cinco milhões de quilómetros. Dos outros dois meteoritos não houve informações.

Várias centenas de asteróides aproximam-se perto da Terra a cada ano
No total, "várias centenas de asteróides aproximam-se perto da Terra a cada ano", explicou os especialistas da NASA, mas é raro que vários passem sobre a Terra no mesmo dia, disseram.
Enquanto a trajetória de alguns corpos cósmicos podem ser previstas com antecedência, outros, como de Chelyabinsk meteorito não foi detectado antes de entrar na atmosfera, fazendo com que o planeta se torne potencialmente vulnerável a impactos de milhões de vezes mais poderosos do que as piores explosões nucleares .

Por outro lado, empresas como Astrorank americana dedicada a estudar a composição de asteroides, apresenta um cenário muito mais optimista: Vishnu 4034, composto em grande parte de níquel, platina e ferro, tem um valor aproximado, cerca de 40 mil milhões de dólares, mais da metade do, Produto Interno Bruto do mundo em 2012.

Tradução Google
Fonte: RT NEWS
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