sábado, 27 de abril de 2013

"Sarampo" galáctico: acham estranhos são pontos quentes numa estrela super gigante


'Sarampión' galáctico: hallan extraños puntos de calor en una estrella supergigante

Um grupo de cientistas descobriu regiões de gás surpreendentemente quente na atmosfera de Betelgeuse, uma estrela super gigante vermelha muito perto da Terra.

Estas regiões podem ser vistas na foto obtida pela disposição dos telescópios de rádio e-MERLIN operado a partir de Jodrell Bank Observatory em Cheshire, Reino Unido. 

Zonas amarelas que são vistas na imagem correspondem a estas zonas quentes, que tem uma temperatura de cerca de 4000-5000 graus Kelvin (graus Celsius 3.726,85-4,726,85). As áreas vermelhas representam o resto da estrela, que é muito mais "frio" e tem a temperatura média da superfície da estrela de raio de cerca de 1200 graus Kelvin, ou 926,85 graus Celsius, e a superfície visual de 3600 graus Kelvin, ou 3.326,85 Celsius.

Os astrónomos deram várias hipóteses para explicar porque a estrela tem áreas tão quentes, disse Anita Richards pesquisadora da Universidade de Manchester (Reino Unido). 

A observação da estrela também revelou um ligeiro arco de gás frio em torno da estrela, cuja origem é ainda desconhecida. O arco é quase de 7.400 milhões de quilómetros de distância da estrela mais ou menos na mesma distância de Plutão à Terra. Estima-se que o arco tem uma massa de quase dois terços da Terra e uma temperatura de cerca de 150 graus Kelvin (123,15 graus Celsius). 

Betelgeuse é uma das estrelas mais brilhantes que podem ser vistas a olho nu na constelação de Orion . A estrela está a cerca de 650 anos-luz de distância e é maior 1000 vezes o nosso Sol, de modo que se estivesse no nosso Sistema Solar cobriria o Sol e as órbitas de cinco planetas até Júpiter. 

Wikimedia.org / RT

Tradução Google

Fonte: RT


OVO: Para obter informações consulte a casca


Fonte: ACRA

O curso de Durão Barroso...

Fonte: Capa do Jornal Correio da Manhã


CURSO DE DURÃO COM CADEIRAS À RELVAS

Durão Barroso fez curso de Direito em período político conturbado e com suspensão das aulas
Durão Barroso fez curso de Direito em período
político conturbado e com suspensão das aulas
O presidente da Comissão Europeia fez um terço das cadeiras da licenciatura em Direito com passagem administrativa. Durão Barroso tirou o curso no período da revolução de 1974, e do total das 23 cadeiras, 8 foram feitas com a atribuição de notas de forma automática, uma prática comum naquele tempo. Não obstante, pediu melhoria de notas e acabou o curso com média de 17 valores.

De acordo como seu ficheiro académico, que o CM consultou, o ex-primeiro-ministro teve 10 valores a dez disciplinas. As cadeiras eram referentes aos anos 73/74 e 74/75, período em que a Faculdade de Direito de Lisboa foi tomada pelos estudantes. Em algumas delas, o certificado universitário tem, na classificação, a indicação de ‘admitido’ ou‘apto’.


 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

TVI suspende jornalista que se queixou de Judite Sousa

Ana Leal está suspensa e impedida de entrar nas instalações da estação de Queluz.

Na manhã desta sexta-feira, a jornalista da TVI Ana Leal recebeu uma nota de culpa que a suspende de funções e a informa que está impedida de entrar nas instalações da estação televisiva até à conclusão do processo disciplinar, aberto após uma participação da repórter ao Conselho de Redacção contra uma notícia sua retirada do alinhamento do Jornal das 8 no sábado de 26 de Janeiro, pela subdirectora Judite Sousa.

A informação foi confirmada ao PÚBLICO pelo advogado da jornalista, Ricardo Sá Fernandes. “É uma grande surpresa porque estive com a Ana Leal quando foi ouvida durante o inquérito e a matéria sobre a qual ela foi inquirida não tem qualquer relevância disciplinar”, afirma o advogado. E acrescenta: “Recorreremos a tribunal se a Ana for objecto de qualquer sanção disciplinar, por mais leve que seja”.

Em final de Março, o PÚBLICO noticiou que a TVI abriu um processo de inquérito, na sequência da participação da jornalista Ana Leal ao Conselho de Redacção (CR). Contactada então pelo PÚBLICO, a assessora de imprensa da TVI respondeu através de um email: "A TVI não tem por hábito pronunciar-se sobre questões internas, pelo que não se irá pronunciar sobre este assunto".

Um advogado da estação de televisão começara a ouvir, em meados de Março, vários dos envolvidos no episódio, incluindo o director de informação, José Alberto Carvalho, e a subdirectora, Judite Sousa. Igualmente inquirida foi a jornalista Ana Leal, o jornalista Carlos Enes, elemento do CR e envolvido indirectamente no caso, a par de alguns editores que combinaram as duas peças sobre o polémico Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal, conhecido pela sigla SIRESP.

Em causa, na notícia, estava o facto de o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), então dirigido por Cândida Almeida, ter avocado um processo sobre a polémica parceria público-privada do SIRESP, mas depois ter optado por não reabrir o caso.

A notícia de Ana Leal, que dava conta deste recuo do DCIAP numa altura em que se aproximava a eventual renovação da comissão de serviço de Cândida Almeida (que acabou por ser afastada pela nova procuradora-geral da República), deveria ter sido emitida a 26 de Janeiro, a par de uma outra do jornalista Carlos Enes. Esta última dava conta do não-funcionamento do SIRESP, durante a vaga de mau tempo, ocorrida uns dias antes.

Este sistema de comunicações custou ao Estado mais de 500 milhões de euros, tendo a sua adjudicação dado origem a um inquérito que acabaria arquivado em Março de 2008.

A participação de Ana Leal ao CR queixava-se da retirada da notícia do alinhamento e ignorava que a peça tinha sido entretanto divulgada no 25.ª Hora, da TVI24, o que até os directores ignoravam quando prestaram declarações ao PÚBLICO. A participação da jornalista foi dirigida a José Alberto Carvalho e remetida aos elementos do CR, um órgão que representa os jornalistas junto da direcção editorial. A repórter alertava para situações que, do seu ponto de vista, podiam ter "repercussões negativas para a imagem e credibilidade do jornalismo da TVI, bem como para o prestígio dos seus profissionais". A participação visava, assim, "de forma construtiva, esclarecer o que se passou".

No início desta semana, depois de conhecida a decisão da TVI de abrir o inquérito e temendo que Ana Leal pudesse ser alvo de um processo disciplinar, seis membros do CR confirmaram que o que analisaram foi um mero "pedido de esclarecimento da jornalista" e não uma "participação de censura". Para clarificar a questão, os membros do CR anexam à nota a acta da última reunião e a participação de Ana Leal. Acrescentam que "o artigo 38 da Constituição da República Portuguesa garante aos jornalistas o direito de participação na orientação editorial dos órgãos de informação e o direito de elegerem o CR".

Fonte: Publico

Encontradas estrelas que provam teoria da relatividade de Einstein

Encontradas estrelas que provam teoria da relatividade de Einstein
Um raro par de estrelas, descoberto no observatório óptico de Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no norte do Chile, permitiu confirmar até agora a teoria da relatividade de Albert Einstein, informou o Observatório Europeu Austral (ESO).

Uma equipa internacional de astrónomos descobriu «uma estrela de neutrões, a mais maciça encontrada até agora, orbitada por uma anã-branca», uma estranha formação que permitiu comprovar a teoria da relatividade de Einstein, relatou o ESO em m comunicado.

«Até agora, as novas observações encaixam-se exactamente nas previsões da relatividade geral e são inconsistentes com algumas teorias alternativas», acrescentou.

A estrela de neutrões é um pulsar que emite ondas de rádio, captadas na Terra pelo potente telescópio Very Large Telescope (VLT) e outros radiotelescópios, o que permitiu investigar o par de estrelas e pôr à prova os limites da teoria física.

A teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como uma consequência da curvatura espaço-tempo, criada pela presença de massa e energia, passou em todas as provas desde que foi apresentada pela primeira vez há quase 100 anos, destacou o comunicado.

«As nossas observações em rádio eram tão precisas que já pudemos medir uma mudança no período orbital de 8 milionésimos de segundo por ano, exactamente o que prevê a teoria de Einstein», afirmou o cientista português Paulo Freire, um dos astrónomos que participaram do estudo, publicado na edição desta sexta-feira da revista Science.

Este pulsar tem apenas 20 km de tamanho e faz parte dos restos da explosão de uma supernova.

O VLT, poderoso instrumento de medição do comprimento de onda infravermelho, está localizado em Cerro Paranal, situado a 2.600 metros de altitude, perto da cidade de Antofagasta (1.360 km ao norte de Santiago). Ele é operado pelo ESO.

O ESO é a principal organização astronómica intergovernamental da Europa e o observatório astronómico mais produtivo do mundo.

O pénis gigante de Marte

O pénis gigante de Marte
Foto NASA
Um desenho que se assemelha a um pénis gigante em Marte é a última moda no Twitter. As marcas foram deixadas pelo antigo veículo robô da NASA, "Spirit", e há quem suspeite de sabotagem.

As primeiros teorias sobre a imagem apontavam o condutor responsável por manobrar o veículo, como culpado. Uma das quais teorizava que este se aborrecia e que num ato de travessura se divertia a gravar a forma de um pénis na superfície de Marte.

No entanto, a verdade tem um cariz mais enfadonho: os veículos enviados a Marte, "Spirit", "Opportunity" e o ainda em atividade "Curiosity", têm seis rodas e quando descrevem movimentos circulatórios amplos registam círculos na superfície. Juntamente com a trajetória reta do Spirit, aconteceu, então, a forma peculiar que tem dado que falar.

O pénis gigante de Marte
Foto NASA - Nebulosa Carina

O "Spirit" aterrou em Marte em 2004 e terá cessado comunicações com a Terra em 2010.

O "pénis marciano", como é já conhecido nas redes sociais, não é registo único de alegadas perversidades espaciais. A nebulosa Carina, descrita pelos astrónomos como o "dedo cósmico da amizade" foi também fonte humorística.


O terceiro D do 25 de Abril

Quando, há 39 anos, um conjunto de oficiais de baixa patente, apenas munido dos mais rudimentares conceitos ideológicos e sem qualquer experiência política, derrubou um regime que já mal se aguentava de pé, prometeu, num programa genérico, três coisas: descolonizar, democratizar e desenvolver Portugal.

Pior ou melhor, a descolonização tardia foi feita. A democracia, depois de um período conturbado mas pacífico quando comparado com outras revoluções, foi aceite por todos. E o desenvolvimento, a mais difícil das três tarefa, superou as melhores expectativas.   

Em menos de meio século, Portugal deu um salto assombroso. Um país atrasado, isolado, miserável e semianalfabeto chegou rapidamente ao restrito clube do primeiro mundo. Pobre entre os ricos, é verdade. Mas em tudo um contraste com o seu passado.

O saneamento básico e a eletricidade chegaram a todo o território. Foram construídas infraestruturas. A segurança social foi generalizada. Acabou-se com trabalho infantil. As barracas foram praticamente erradicadas. A pobreza e a desigualdade, que subsistem, não são comparáveis à miséria em que vivia grande parte da população. Passámos de um País de emigrantes para um País de imigrantes. Nasceu um Serviço Nacional de Saúde gratuito e universal. Os nossos indicadores de mortalidade infantil passaram dos piores para os melhores da Europa. O analfabetismo é hoje marginal e a nova Escola Pública formou a geração mais bem preparada, culta e instruída que Portugal conheceu em toda a sua história. Quem desmerece o que conseguimos nestas quatro décadas comete a pior das injustiças: a ingratidão consigo próprio. Em 40 anos fizemos o que a maioria das nações europeias levaram mais de um século a construir.

Os três d's não eram três partes de um programa. Eram todos a mesma coisa. Não seria possível desenvolver Portugal e ter um Estado Democrático se teimássemos na guerra colonial. Num país tão atrasado e desigual, o desenvolvimento só foi possível porque os portugueses o exigiram no uso da sua liberdade. E a construção da democracia, numa nação que nunca a conhecera realmente, só prevaleceu porque trouxe bem estar. E o Estado Social foi o mais poderoso motor desta democratização tardia.

Quem acredita que a democracia vingaria no meio da miséria julga que ela se impõe pela sua indiscutível bondade. Que a história é justa e os povos sábios. Não, ela só resiste se conseguir garantir as condições materiais para o seu exercício.

Nenhuma democracia sobrevive à destruição da classe média e ao empobrecimento geral da população. Nem à completa instabilidade social, imprevisibilidade pessoal e insegurança laboral. Nenhuma democracia sobrevive sem a confiança dos cidadãos no Estado e essa confiança depende, pelo menos em Portugal, do Serviço Nacional de Saúde, da Segurança Social e da Escola Pública. Nenhuma democracia sobrevive a um discurso castigador do poder, à ausência de esperança, a uma intervenção externa sem fim à vista e ao discurso da inevitabilidade, que torna as eleições numa mera formalidade sem conteúdo.

Quando se diz que os valores do 25 de Abril estão em perigo constata-se uma evidência: se o nosso caminho é empobrecer, temos de nos preparar para viver sem liberdade. Porque uma nação é como uma cidade: se à nossa volta só houver a miséria e o caos, até os mais ricos estão condenados a viver cercados por muros.

Sobre o esclarecedor discurso de Cavaco Silva no Parlamento escreverei na edição de amanhã do Expresso.

Fonte: Expresso

Em 2026 um asteróide passará mais perto da Terra do que se pensava


Fonte: RT

quinta-feira, 25 de abril de 2013

NASA encomendou “satélite-caçador”


NASA, Tess, satéite
© ru.wikipedia.org

A companhia dos Estados Unidos privada Orbital Sciences Corporation obteve da NASA um contrato de 4 anos, no valor de $75 milhões, para construir a sonda espacial TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), destinada a procurar exoplanetas potencialmente viáveis para a vida.

A sonda TESS procurará planetas fora do Sistema Solar. O aparelho estará dotado de 4 telescópios de grande ângulo de rastreio. O lançamento do "caçador" de exoplanetas foi marcado para 2017.

Cortes no Exército regular norte-americano fazem crescer papel de exércitos privados


exército dos eua
EPA

O sequestro do orçamento do Pentágono pode conduzir a uma redução significativa da potência do exército regular dos Estados Unidos. De acordo com alguns especialistas, isso só incentivaria o desenvolvimento do negócio militar privado no mundo.

O Exército dos EUA já tem prevista uma redução de suas tropas em quase cem mil pessoas. No entanto, se o sequestro continuar, o exército terá que fazer cortes adicionais, inclusive na Guarda Nacional e na reserva do Exército. Neste caso, será posta em causa a capacidade do Exército de participar em combates de grande escala. 

Entretanto, especialistas acreditam que o problema não está no sequestro do orçamento. Pessoas simplesmente não querem ir para o exército. Eis o que pensa o primeiro vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos, Konstantin Sivkov:

“O fato de que esses problemas surgiram no Exército dos EUA há muito tempo era óbvio para especialistas militares. Primeiro de tudo, pela natureza da guerra no Iraque e no Afeganistão. O Exército dos EUA demonstrou uma evidente indisponibilidade moral e psicológica do pessoal para a realização de operações contra guerrilha. E por consequente, para o objetivo fundamental de qualquer guerra – a retenção de território. O Exército dos EUA é um dos mais aptos para combate. Mas isso é em guerras contra tropas regulares. Quando o Exército dos EUA tem a possibilidade de usar armas remotamente, sem arriscar as vidas de seus soldados. Mas quando se trata de combate corpo a corpo (o que é característico para guerras de guerrilha), os soldados norte-americanos não querem morrer. Esta é uma doença de qualquer exército mercenário. Arriscar a vida só se pode por uma ideia.”

O problema de pessoal coloca o Pentágono à mercê de exércitos privados. Seu papel vai aumentar com o tempo, como mostram as guerras no Iraque e no Afeganistão. Na verdade, hoje em dia existem mais de 3 mil empresas que oferecem serviços semelhantes, operando em mais de 60 países ao redor do mundo. Elas são cada vez mais frequentemente consideradas estruturas que poderiam, em princípio, substituir os exércitos de contrato nacionais.

No entanto, o diretor do Centro de Conjuntura Estratégica, Ivan Konovalov, não está totalmente de acordo com esse ponto de vista:

“Durante algum tempo houve a tendência de realizar muitas operações militares usando empresas militares privadas. Porque elas agem com mais rapidez, e porque podem ser contratadas por prazos mais curtos, por exemplo, por um ano com uma subsequente terminação do contrato (um exército regular, no entanto, é um valor constante). Eventualmente perceberam que isso era impossível. E essa ideia foi abandonada. Mas elas continuam desempenhando suas funções. Porque nos mesmos Iraque ou Afeganistão o exército não guarda o oleoduto. Isso é feito por operadores privados, no interesse de uma ou outra empresa particular. E eles são pagos por isso. Comerciantes privados nunca irão substituir o Exército. Mas as corporações que operam em zonas de guerra – elas são principalmente de extração de petróleo e gás e mineração de diamantes – não serão capazes de funcionar sem corsários. Porque o exército não irá defender seus interesses.”

No entanto, são justamente os exércitos privados, segundo muitos especialistas, que são os mais eficazes para conduzir conflitos armados locais. E já que a época de guerras de grande escala, onde era necessário envolver tropas maciças, aparentemente, passou, os “mercenários” estão se tornando um instrumento popular de aplicação prática de doutrinas geopolíticas.

Hipoteticamente, Washington pode conduzir guerras no estrangeiro exclusivamente com forças de “mercenários”. Especialistas notam os benefícios de tal solução. A ausência de um exército regular estrangeiro não permite falar de ocupação. Mortes de “mercenários” não contam como baixas do Exército dos EUA. A ausência da necessidade de prestar contas às autoridades norte-americanas e o fato de não se encontrarem sob a jurisdição nos países de permanência dá-lhes a oportunidade de ampliar significativamente o escopo do que lhes é permissível para alcançar seus objetivos.

Por outro lado, as desvantagens são a sequência das vantagens (e possivelmente, até mesmo são mais). Por isso, é pouco provável que “mercenários” substituam por completo os exércitos nacionais. Embora, de fato, eles estejam a fazer a mesma coisa, o exército regular protege os interesses políticos do estado, e os “mercenários” continuam sendo comerciais. Provavelmente, no futuro, iremos ver uma simbiose invulgar, que se enquadra na lógica das guerras modernas por recursos. A crise do exército nacional do jogador geopolítico mais ambicioso dos nossos tempos – os Estados Unidos – apenas contribui para dar a este fenómeno um estatuto internacional oficial.

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