quarta-feira, 2 de abril de 2014

Onde poderia o avião da Malaysia Airlines ter ido parar? (II)

Diego Garcia é uma Base Militar localizada numa ilha coralifera a sul do equador no Oceano Índico. É território herdado do Império Britânico, mas actualmente está sob jurisdição dos Estados Unidos em regime de arrendamento. É uma das instalações militares estrategicamente mais importantes e secretas dos norte-americanos fora dos Estados Unidos. Acessível somente por transporte militar, a base era um interface pouco conhecido de lançamento de operações, até à chegada dos Esquadrões AeroTransportados que participam nas guerras contra o Iraque e Afeganistão e agora o Paquistão - e suspeita-se poder abrigar em regime ultra-secreto prisões da CIA, onde os suspeitos de terrorismo são interrogados e torturados. Será possível que o vôo MH 370 da Malaysia Airlines possa não ter sido detectado pelas tecnologias mais sofisticadas dos Estado Unidos quando se confirma que, depois do desvio da rota voou tão perto de Diego Garcia? 


No dia 8 de Março, um carregamento "altamente suspeito" oriundo dos Estados Unidos terá sido transferido para o avião da Malaysia Airlines, onde embarcaram igualmente quatro sócios chineses duma empresa de semi-condutores, provavelmente relacionados com a referida carga. Uma hora depois de descolar o Ministério de Segurança Chinês teria sido informado da suspeita relativa à carga transportada pelo avião. O desaparecimento da aeronave converte o famoso multimilionário Jacob Rothschild no único proprietário dessa importante patente, a qual é registada a nível global quatro dias depois em New York.

Um novo relatório que circula pela internet supostamente divulgado peloDepartamento Central de Inteligência das Forças Armadas da Federação Russa (GRU) a 30 de Março não deixa dúvidas quanto às razões pelas quais o presidente Barack Obama alertou esta semana que o seu maior medo não era a Rússia, mas a explosão de uma bomba nuclear no coração de um qualquer alvo estratégico norte-americano, por exemplo, o Centro de Operações de Bombardeamento da USAF na base de Diego Garcia. O piloto Zaharie Ahamd Shah, teria sido o "elemento da CIA" na operação (cabendo-lhe desempenhar o mesmo papel de idiota útil de Lee Oswald no assassinato de Kennedy). O avião levaria a tal "bomba suja conhecida que jamais foi construída" nas palavras de Obama. O que inicialmente teria levantado as suspeitas do GRU foi a morte em circunstâncias igualmente suspeitas dos dois Navy Seals relacionados com a carga do avião, Mark Daniel Kennedy e Jeffrey Keith Reynolds, ambos contratados da empresa de segurança privada "Trident Group" com séde em Virginia Beach, no Estado da Virginia, o mesmo onde se situa o quartel de treino militar de operações especiais de combate naval e demolições (SEAL). O sistema de controlo remoto usado no desvio do avião, que ocorre no mesmo período em que as telecomunicações electrónicas das vizinhas ilhas Spratly operadas pela "China Mobile" são neutralizadas, é o mesmo sistema utilizado com o desvio dos aparelhos no 11 de Setembro de 2001 nos ataques false-flag em New York. É importante assinalar que o fabricante dos sistema FTS, o israelo-americanoDov Zakheim, pertenceu ao grupo neocon dos "falcões de guerra" de Bush, que muitos acreditam tenha sido um dos mentores dos ataques do 11 de Setembro, cumprindo um programa teórico-operacional intitulado"Reconstruindo as Defesas da América", que fazia notar a necessidade de um "Novo Pearl Harbor", para poderem avançar com os objectivos no terreno. 

Seja qual for das duas a motivação para mais este misterioso episódio, 1. os chips do banqueiro Rothschildroubados à China, ou 2. a operação false-flag dos EUA, (a possibilidade de um ataque real a Diego Garcia é remota; quem teria meios logísticos para o levar a cabo?) o modus-operandi provavelmente terá sido este: o aparelho é interceptado quando navegava em piloto automático. Assumido o controlo remoto a partir de terra, este é levado a subir até uma altitude próxima da estratosfera. Passageiros e tripulação ficam inanimados, acabando por morrer por asfixia. O avião é levado a aterrar em Diego Garcia já sem sinais de vida a bordo. Depois da "carga suspeita" ser retirada e tratada, a aeronave é levada novamente a levantar vôo, sendo programada para se despenhar no oceano num local onde os destroços serão algum dia encontrados.

Fonte: Xatoo

E se acabar a bateria da caixa negra do avião desaparecido?

E se acabar a bateria da caixa negra do avião desaparecido?

Até ao momento, só há uma certeza admitida pelas autoridades: a aeronave despenhou-se. O demais está por apurar.

São várias as teorias mas poucas as certezas sobre o que terá acontecido ao avião. As operações de busca decorrem no oceano Índico, onde se suspeita que o Boeing malaio tenha caído, na tentativa de achar os destroços mas principalmente a caixa negra, que poderá ter respostas sobre o sucedido.

A caixa negra de um avião é um dispositivo que guarda as informações relativas aos dados do voo, bem como as conversas captadas no interior da cabine dos pilotos. É um aparelho autónomo, mas está ligado a todo o avião. Em caso de acidente, e caso seja recuperada, é decisiva para se apurar a verdade.

Rodrigo Ventura é investigador no Instituto de Sistema e Robótica de Lisboa, do Instituto Superior Técnico, e explica ao Expresso que a caixa negra de um aparelho aéreo "emite um sinal que tem bateria e duração de aproximadamente 30 dias". Quando a caixa negra fica dentro de água, pode ser identificada através de um sinal sonoro. Quando a bateria desse sinal acaba, só é possível identificar a caixa visualmente - por isso é que, apesar de ser chamada "caixa negra", tem uma cor forte como o laranja ou vermelho. No caso do avião da Malaysia Airlines, que desapareceu a 8 de Março, o sinal está em vias de cessar.

Os dados que estão na caixa negra não desaparecem quando o sinal deixa de ser emitido ao fim de 30 dias, mas é necessário "ter em conta o impacto e as pressões, uma vez que a caixa tem limites físicos". O investigador do Técnico relembra o caso do avião da Air France, que caiu em 2009 no oceano Atlântico: só ao fim de dois anos é que foi descoberta a caixa negra, que continha praticamente todas as informações do que tinha acontecido naquele voo, que saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris.

Rodrigo Ventura acredita que a caixa negra não deve estar longe dos destroços do MH 370. "A área dos destroços não deve ser tão grande como a área de busca", refere.

Um navio australiano equipado com um sistema que deteta "caixas negras" juntou-se às operações de buscas no local onde foram encontrados possíveis destroços do Boeing da Malaysia Airlines. Rodrigo Ventura vê esta medida como uma "corrida contra o tempo", sabendo que o navio apenas tem mais alguns dias até a bateria do sinal terminar.

Fonte: Expresso



E se o avião da Malaysia Airlines estiver numa base secreta dos EUA?

E se o avião da Malaysia Airlines estiver numa base secreta dos EUA?

A mais rebuscada teoria até agora sobre o que aconteceu realmente ao voo MH370 é da autoria de um jornalista freelancer. Mas, como todas as boas teorias da conspiração, faz algum sentido

Apesar dos vários detalhes difíceis de justificar na sua história, Jim Stone, jornalista independente, garante que um dos passageiros norte-americanos a bordo do Boeing 777 da Malaysian Airlines conseguiu enviar uma foto acompanhada de uma mensagem, com coordenadas GPS que localizam, alegadamente, o aparelho desaparecido na base militar norte-americana de Diego Garcia, numa ilha a sul das Maldivas, no Oceano Índico. 

"Fui feito refém por militares depois de o meu voo ter sido sequestrado, Trabalho para a IBM e consegui esconder o meu telefone no rabo (sic) durante o sequestro. Fui separado dos outros passageiros e estou numa cela. O meu nome é Philip Wood. Acho que fui drogado e não consigo pensar com clareza". Terão sido estas as palavras gravadas pelo passageiro e transformadas em texto escrito pelo aparelho, um iPhone 5. A imagem, por seu lado, é completamente negra, mas, a partir das suas propriedades, Stone garante que é possível perceber as coordenadas GPS e especula que tenha sido tirada num local escuro.

Esta não é a primeira teoria a colocar o MH370 em Diego Garcia. Há uma semana, um utilizador do YouTube partilhava na mesma rede a convição de que o avião desaparecido aterrou na base militar no dia 8 de março, estacionando num hangar fechado para impossibilitar as comunicações com o exterior.

Por outro lado, a 18 de março, um relato publicado no Malaysian Insider dava conta de que os dados recuperados do simulador de voo que o piloto tinha em casa mostravam várias simulações de aterragens em Diego Garcia.




Avião malaio pode ter sido abatido para evitar atentado


O avião das linhas aéreas da Malásia pode ter sido abatido por militares, para evitar um atentado terrorista.

A possibilidade é revelada pelo jornal espanhol ABC, que relembra a queda de um avião na Pensilvânia, nos atentados de 11 de Setembro.

Fonte dos serviços de informação espanhóis admitiu ao jornal que esta é a uma das hipóteses que estará em cima da mesa, ainda que dificilmente os responsáveis venham alguma vez a admitir que abateram o Boeing 777.

Entretanto, o inspetor-geral da polícia da Malásia reconheceu que é possível que nunca se descubra o que ocorreu ao avião desaparecido.

O responsável pediu mais tempo para investigar os antecedentes dos passageiros, bem como do pessoal de terra e engenheiros das linhas aéreas da Malásia.

Fonte: SIC Noticias

terça-feira, 1 de abril de 2014

A reunião de 2014 do Grupo Bilderberg


A reunião de 2014 do Grupo Bilderberg - uma organização secreta de agentes do poder mundial - terá lugar na Dinamarca, no final de maio. O anúncio foi feito hoje no site oficial "Bilderberg Meetings", que afirma simplesmente: "A reunião de 62 Bilderberg terá lugar no final de maio 2014, na Dinamarca".

A reunião de 2014 marca o primeiro retorno do grupo Bilderberg para a Escandinávia, já que o grupo reuniu-se na Suécia, em 2001. É a primeira vez que a conferência será realizada na Dinamarca desde 1969.

Busca por avião da Malásia desafia até superavião militar dos EUA

O avião militar P-8 Poseidon, da Marinha norte-americana, parece ser o mais capaz de desvendar mistério do desaparecimento do Boeing 777 (Foto: REUTERS/Jason Reed)
O avião militar P-8 Poseidon, da Marinha norte-americana, parece ser o mais capaz de desvendar o mistério do desaparecimento do Boeing 777 (Foto: Jason Reed/Reuters)
Veículo tem equipamentos para detectar submarinos inimigos submersos. 'Não há nada', diz piloto sobre área onde estaria aeronave desaparecida.

De todas as 20 aeronaves e embarcações que vasculham o Oceano Índico em busca de vestígios do Boeing 777 da Malaysia Airlines que sumiu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo, o avião P-8 Poseidon, da Marinha norte-americana, parece ser o mais capaz de desvendar esse que é considerado o mais intrigante mistério da aviação moderna.

Cinco estações de trabalho instaladas na fuselagem do P-8 exibem vídeos de alta definição feitos com sensores ultrassecretos, o que faz desse um dos mais sofisticados aviões de vigilância do planeta.

No entanto, a mais recente missão de uma caçada que já dura três semanas serviu apenas para salientar a enormidade do desafio que a equipe internacional de buscas enfrenta. Ao todo, os homens responsáveis pelos trabalhos passaram 5 horas em uma infrutífera varredura do mar, a 90 metros de altitude.

"Esta é a minha primeira vez no Oceano Índico, e é inquestionavelmente o pedaço de água mais intocado que eu já vi", disse o subcomandante naval David Mims, piloto do avião da Marinha americana, durante um voo acompanhado pela agência Reuters esta semana.

"É raro sair e não ver nenhuma massa de terra, nenhum tráfego marítimo. Não há nada", afirmou Mims. "É estranho."

Estados Unidos, China, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Japão participam das buscas pelo voo MH370 da Malaysia Airlines, cerca de 2 mil km a oeste da cidade australiana de Perth.

Até agora, os esforços de procura pelo Boeing 777 não revelaram nada. Peças avistadas há alguns dias no mar eram, na verdade, equipamentos de pesca e outros detritos. Além disso, o mau tempo tem obrigado sucessivas paralisações nos trabalhos.

Para ajudar o P-8, outro Poseidon participa da operação. A um custo de US$ 175 (R$ 396,2 milhões) cada, os aviões estão equipados com câmeras e sensores de radar e infravermelho para detectar submarinos inimigos submersos. Mas, apesar dos equipamentos avançados, a busca pelo voo MH370 é basicamente visual, feita através da escotilha.

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Fonte: G1

Historiadores espanhóis afirmam ter encontrado o Santo Graal em Leon

© AFP CESAR MEEK

Dois pesquisadores espanhóis dizem ter encontrado o Santo Graal, o cálice do qual, segundo a lenda, Jesus Cristo bebeu na Última Ceia.

Margarita Torres e José Ortega Rio acham que o cálice está numa igreja em León, no norte da Espanha, informou Diario de León

Ambos passaram três anos estudando a história da lendária relíquia cristã, o que se refletiu no trabalho do livro 'Os reis do Graal ", publicado na semana passada. 

Segundo os historiadores, o Santo Graal é o cálice da Infanta Dona Urraca, ônix vidro adornado com ouro e pedras preciosas foi exposto por mais de 50 anos em Basílica de San Isidoro, sem ninguém saber a sua origem. 

Os pesquisadores atribuem sua descoberta a dois pergaminhos egípcios datados em 1054, que reconhecem o cálice, desaparecido num saque da Igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém , foi entregue a um emir na costa ibérica em agradecimento por ele ter entregue alimentos durante uma fome no Egito. 

O estudo também é apoiado por um dos pergaminhos mencionar que durante a transferência do cálice saltou estilhaços. No Cálice de Dona Urraca, filha do rei Fernando I de Leão, também falta estilhaços. 

Os historiadores também se referem a um estudo tipológico que estabelecem que o cálice Urraca pertence ao período entre o século I antes de Cristo e o I século depois de Cristo. 

Os pesquisadores admitem que os primeiros 400 anos do cálice são desconhecidos e não pode provar que os lábios de Cristo tocaram no copo. 

Argumentam que é exatamente este cálice que os cristãos adoravam no século IV e V como o cálice da Última Ceia. 

Ambos os historiadores mencionam no seu livro que existem cerca de 200 copos apresentados como o Santo Graal, só na Europa, e desmentem a autenticidade de alguns deles. 

Tradução Google




Os especialistas prevêem um "terramoto infernal" para a Califórnia

© www.apocalypsejohn.com

O Serviço Geológico dos EUA adverte que um grande terramoto ao longo da linha da falha Puente Hills seria o mais destrutivo da história da Califórnia.

A linha da falha Puente Hills descoberta pelos cientistas em 1999, estende-se desde o norte do estado da Califórnia, baixo do centro de Los Angeles para Hollywood.

O passado fim de semana esta falha causou um terramoto de magnitude 5,1 com epicentro na cidade de La Habra, no Sul da Califórnia, e mais de 100 tremores secundários, mas os especialistas do Serviço Geológico dos EUA (USGS , sigla em Inglês) prever um terramoto de magnitude 7,5 provocado pelo Puente Hills com consequências catastróficas, informa o Los Angeles Times'. 

O suposto terramoto, de acordo com os sismólogos, poderia causar mais danos à região que o temido terramoto' El Grande ", que provem da falha de San André, a mais famosa entre os cientistas. 

Segundo Thomas Jordan, presidente do Centro Southern California Earthquake ", este seria um terramoto infernal." 
A sismóloga Lucy Jones acrescenta que a agitação deste terramoto pode ser tão intensa que iria lançar ao ar objetos pesados, como ocorreu durante o terramoto de Loma Prieta, em 1989, no norte da Califórnia, onde o tremor foi tão forte que "encontramos um piano de cauda de cabeça para baixo."

No USGS estimam que tal movimento tectónico ao longo da falha Puente Hills poderia matar entre 3.000 e 18.000 pessoas e causar prejuízos estimados em 250 mil milhões de dólares.

Em contraste, um terramoto de magnitude 8 ao longo da falha de San André causaria cerca de 1.800 mortes. A causa deste dano é tão grande que a culpa é dos edifícios antigos, feitos de betão no centro de Los Angeles e Hollywood. 

Além disso, a falha é horizontal, e que pode causar fortes repercussões sobre uma vasta área. Embora os cientistas não podem prever a data do terramoto, os especialistas aconselham os cidadãos para preparar a sua casa para sobreviver numa emergência. 

Tradução Google


Tubarão-baleia fotografado nos Açores

Foi um tubarão como este que Nuno Sá fotografou no Açores
Foi um tubarão como este que Nuno Sá fotografou no Açores DR
Um mergulhador alemão deparou-se com um tubarão-baleia de dez metros. O momento foi registado nos Açores, pelo fotógrafo português Nuno Sá

Martin Wilke, mergulhador alemão, tinha acabado de saltar para água, quando de repente se deparou com milhares de atuns a nadaram rapidamente à sua volta. Passado poucos segundos, viu um tubarão-baleia vir na sua direcção, em movimentos lentos, parando depois a observá-lo, a menos de dois metros. Dando a parecer que queria descansar, Martin decidiu agarrar-se à barbatana do mamífero e deslizar.

Wilke, em declarações à BBC Brasil, explicou que "no início, toda aquela ação e velocidade pareciam caóticas, mas assim que eu mergulhei para aproximar-me do tubarão-baleia, o caos deu lugar ao silêncio e à harmonia".

O fotógrafo português Nuno Sá, especialista em vida marinha, capturou este momento inédito, mas já encarou este gigante do oceano outras vezes. 

Rhincodon Typus (nome científico) é o maior peixe que se conhece e a maior espécie, entre todos os tipos de tubarões. Chega a atingir os 20 metros de comprimento e pode pesar mais de 12.000 kg.

Pode ser avistado nas águas tropicais ou subtropicais no mundo inteiro. Em alguns países, como na Austrália, os tubarões-baleia estão protegidos por lei, mas noutros são caçados, principalmente em Taiwan e nas Filipinas. Mais de 100 tubarões são mortos anualmente só em Taiwan, o que causa sérias preocupações quanto ao seu futuro, pois cresce lentamente e demora a atingir a maturidade.

Alimentam-se principalmente de plâncton, embora também comam regularmente cardumes de pequenos peixes e lulas.



Veneno de caracol marinho trata dor crónica em doentes com cancro

Caracol marinho
Animais têm uma grande diversidade de venenos.

O veneno letal do caracol marinho,‘conus geographus’, pode vir a ser utilizado no tratamento da dor crónica em doentes com cancro, sida, Alzheimer ou diabetes, anunciou o geneticista Agostinho Antunes, que participou na investigação. "Estes caracóis marinhos têm uma grande diversidade de venenos, alguns de extrema potência, que conseguem ser dez mil vezes mais potentes do que a morfina", disse o investigador, que faz parte da equipa que estudou esta espécie da Grande Barreira de Coral na Austrália. A investigação, publicada na revista científica ‘Nature Communications’, "abre caminho para a identificação de novas toxinas de venenos que atuam no sistema nervoso humano, podendo resultar em novos tratamentos para a dor crónica".


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