quinta-feira, 3 de julho de 2014

Os vistosos ovnis invisíveis da serra de Sintra


Os vistosos ovnis invisíveis da serra de Sintra

Participámos numa caminhada por locais populares entre extraterrestres. Ou intraterrestres. Ou o que quisermos que seja. E vimos objetos voadores não identificados. Depois identificámo-los.

São nove e meia de uma noite estrelada e mal alumiada por um fiozinho de Lua. Num descampado junto à Lagoa Azul, um reservatório da Serra de Sintra, vão-se acumulando os carros. Finalmente, com 20 minutos de atraso, chega Maria João Martinho, 51 anos, da serra de Sintra Tours, que se prepara para guiar mais de 30 caminhantes por um labirinto de caminhos de terra e, aparentemente, extraterrenos. Sete quilómetros e quatro horas depois, teremos vasta informação sobre o alcance da imaginação humana.

A primeira paragem acontece ao fim de cinco minutos, na outra margem da Lagoa Azul, para mostrar o local onde foi gravada uma curta-metragem (4m59s, incluindo os créditos) sobre extraterrestres. Segue-se meia hora de caminhada e nova paragem numa clareira do bosque. "Há vários tipos de explicação para ovnis [objetos voadores não identificados]", começa Maria João Martinho. "Há autores que defendem que são naves avançadas desenvolvidas por seres humanos, feitas de forma secreta, ou pelos EUA. Há uma teoria que acredita que são construídas por extraterrestres. Outros acreditam que as naves vêm do futuro. Há a teoria psicossocial, de hipnose coletiva.

E há uma que defende que as naves vêm do interior da Terra, dos mundos intraterrenos." Em nenhum momento Maria João se engasga a rir com as suas palavras. O público que a ouve mantém-se atento e com ar de quem está a dar por bem gastos os 7,5 euros que o passeio custou por cabeça.

O silêncio é subitamente interrompido por alguns oh! no momento em que surgem umas minúsculas luzes voadoras à volta do grupo. Durante alguns segundos, toda a gente vê ovnis, até estes se transformarem em ivis insetos voadores identificados. Há quem lhes chame pirilampos.

Tal como os ovnis, também os pirilampos são coisa que não se vê todos os dias, pelo que o grupo recomeça a caminhada mais animado e falador (das mais de 300 pessoas que já participaram nestes passeios temáticos desde o início do ano, nem uma saiu insatisfeita, garante a guia turística, antes de confessar que uma parte considerável dos clientes é apenas amante de andar a pé).

Nova paragem casual, nova dissertação sobre ideias alternativas. "A teoria da Terra oca vem da teosofista Helena Blavatsky [uma charlatã russa do século XIX autoproclamada vidente, acrescente-se], que defende que existem mundos intraterrenos, com entradas nos polos. Também o piloto Richard Byrd conta [num pretenso diário convenientemente desaparecido] que sobrevoou o Polo Norte, fez uma viagem ao interior da Terra e encontrou um mundo em que as pessoas são mais evoluídas. É interessante que as pessoas que lá estiveram desapareçam quando vêm para expor a teoria, como aconteceu com Philippe Cousteau, que teve uma morte estranha num hidroavião no Tejo em 1979, um dia antes de dar uma conferência sobre o tema." Os conspiradores secretos trabalharam arduamente para fazer despontar o banco de areia que provocou o acidente mortal do filho de Jacques-Yves Cousteau, durante uma amaragem junto a Alverca.

Os extraterrestres da Abrunheira

Uns quilómetros à frente, é hora de Maria João falar das aparições propriamente ditas.

"Aqui em Sintra, uma serra mágica e especial, diz-se que há uma entrada para os mundos intraterrenos e para outras dimensões. A Sociedade Portuguesa de Ovnilogia fez vários estudos e tem casos em que foram observados objetos de forma charutoide [sinónimo cómico de "em forma de charuto"], sempre em redor da serra. Não sei se por ser um monte sagrado, mas na serra há poucas histórias de avistamento. À volta há vários: Abrunheira, Mem Martins, Meleças, IC19..." Como?! Os extraterrestres têm na serra de Sintra um lugar com mística à sua altura e preferem a... Abrunheira? Mem Martins? Meleças? O IC19? Se é lá que eles aparecem, o que estamos a fazer na floresta a esta hora da madrugada? E porque é que os habitantes do centro da Terra precisam de naves? Escavadoras não são mais úteis para as profundezas? Adiante. "Não sei se se recordam do fenómeno de Fátima, em 1917: muitas vezes é estudado como fenómeno ovniológico. Aliás, as descrições iniciais nem sequer se referem à virgem, mas sim a uma senhora de saia curta.

Depois a Igreja alterou algumas coisas. Houve também um ruído forte a acompanhar o fenómeno do Sol a dançar, que podia ser dos motores das naves." Mas o que tem isso a ver com a serra de Sintra? "Aconteceu num local semelhante ao terreno que estamos agora a pisar, numa cova, com água e, como veem, à nossa frente passa um ribeiro, grutas e azinheiras." Ah!.

As pernas começam a dar de si. Mas saber que o fim está próximo (salvo seja) é o melhor dos bálsamos. Derradeira paragem.

"Estamos agora no Monte Refilão.

Pessoas sensitivas ou que acreditam no fenómeno dos ovnis contam que existe uma base de ovnis aqui por baixo, na quinta dimensão." Ninguém pestaneja toda a gente se mantém inexpressiva. Esta teoria, admita-se, não faz menos sentido do que as anteriores.

Os osnis

O Monte Refilão/base de ovnis é o local ideal para se explicar os cinco graus de contacto com extraterrestres, intraterrestres e virgens. "O primeiro é quando a distância é grande; noutro, já se percebem os pormenores da nave; noutro ainda, sente-se a energia emanada pelas naves; pode ver-se o tripulante; e depois temos o contacto telepático: por exemplo, no fenómeno da virgem, a senhora falava sempre com os lábios fechados." Quem não ficou de lábios fechados, segundo Maria João Martinho, foi Luís Aparício, da Associação de Pesquisa Ovni. "Em 1996, ele e outras pessoas estavam de vigília no cabo da Roca, que é um local especial, e viram uma luz branca a sair do mar e a emanar uma energia intensa, a uns quilómetros da costa. Outras pessoas avistaram no Guincho uma cidade a sair de baixo de água.

Quem estuda estes fenómenos diz que há ali uma base de osnis objetos submarinos não identificados." A guia passa agora para a descrição pormenorizada das espécies de extraterrestres que nos costumam visitar (por coincidência, são as mesmas que visitam filmes e séries de ficção científica). "Há os grey, que são mais ou menos transparentes, acinzentados, altos, de braços compridos e sem pelos." Tal como visto nos Ficheiros Secretos, Dia da Independência e Guerra dos Mundos. "Existem os reptilianos, parecidos com os lagartos." V A Batalha Final. "Há os loiros, parecidos com os povos nórdicos." Thor. "Há os gafanhotos, parecidos com insetos em ponto grande." Era Uma Vez... o Espaço.

"Em relação aos reptilianos", continua, "é curioso que aqui na costa de Sintra se falasse, no passado, nos tritões, que eram metade homem metade peixe. Será que eram reptilianos? Não sabemos." Também é curioso que o cruzamento de um homem com um peixe resulte num réptil, sabendo nós que uma mulher com um peixe dá uma sereia.

Os reptilianos são precisamente os mais ambientados ao nosso planeta, acrescenta a guia. "Há quem diga que são uma raça antepassada da Terra mas também de origem extraterrestre e que há muitos entre nós, a tentar tomar o poder do mundo, como defende o autor David Icke. Entre eles, estarão a Rainha de Inglaterra e Obama." O referido autor é um inglês de 62 anos que acredita ter sido posto na Terra com a dupla missão de abrir os olhos à Humanidade e jogar futebol em clubes secundários (representou o Coventry City e o Hereford United entre o final dos anos 60 e o início dos 70).

Já passa da uma e meia da manhã. As últimas centenas de metros são percorridas com a triste certeza de que aquelas quatro horas de vida estão perdidas para sempre.




"A economia neoliberal mata mais pessoas do que todos os exércitos do mundo juntos"

© REUTERS Larry Downing

O chileno Max Neef, considerado um prémio Nobel alternativo de economia, afirma que a economia neoliberal praticada atualmente", mata mais pessoas do que todos os exércitos do mundo juntos."

"Em todas as épocas, as teorias económicas que acabam por impor-se são as que favorecem os ricos, os outros são varridos para debaixo do tapete ", expressou o perito na apresentação do seu livro "A economia desmascarada" no programa 'The tuerka ' da TV Pública

Na sua opinião, a economia que temos atualmente "é a neoclássica numa versão de neoliberalismo, própria do século XIX. 

Neef denuncia que a teoria de há duzentos anos é a que se ensina aos alunos. "Eles ensinam a resolver problemas com as teorias do século XIX", assegurou. 

"Por trás da economia não há qualquer ciência. Está cheia de truques, porque cada vez que surge um problema inventam a forma como de disfarça-lo", sustenta. 

De acordo com o especialista chileno, a economia deve servir as pessoas, e o desenvolvimento tem que ver com as pessoas, e não com objetos. 

"Atualmente  é exatamente o contrário", concluiu.

Tradução Google


quarta-feira, 2 de julho de 2014

A Independência dos Açores



Artigos de Opinião
Paulo Estevão

O Povo Açoriano partilha, com o resto da Nação Portuguesa, um vasto conjunto de temas identitários, as tradições, os valores, a História, o sangue (sim, o sangue) e o imenso afeto que une todos os portugueses. É tudo isto que justifica a unidade nacional e não qualquer argumento economicista, que transforma a nossa unidade numa situação conjuntural, quando ela é, pelo contrário, profundamente estrutural.

O argumento económico utilizado contra os independentistas está, no curto prazo, correto. É verdade que as nossas receitas próprias só cobrem cerca de 50% das nossas despesas orçamentais. E também é verdade que a “República” assegura uma série de serviços que representam um conjunto de despesas muito significativas. Tudo isto, se tivesse de ser assegurado pela Região, significaria um conjunto de encargos quase insuportáveis nas condições atuais.

Mas também é necessário olhar para o outro lado da moeda e observar o futuro. O resto do país também tira partido da nossa localização estratégica e do enorme contributo açoriano para o conjunto da enorme área de jurisdição marítima portuguesa que somará, a partir de 2015, cerca de 4.000.000 de km2 dos quais 2.600.000 km2 integram a nossa área específica.

Veja-se, a este respeito, que alguns membros do atual Governo da República estimam que, a médio e longo prazo, a nossa área de jurisdição marítima poderá render, anualmente, cerca de 60 mil milhões de euros. Para se ter uma ideia do que isto poderá significar é preciso ter em conta que o resgate da troika foi de 78 mil milhões de euros e que o orçamento regional pouco supera os mil milhões de euros. Ou seja, os Açores serão, a médio e longo prazo, largamente autossuficientes.

Quando se começarem a desenhar, de forma mais nítida, os enormes recursos potenciais que os Açores terão ao seu dispor, a ideia da independência açoriana será aliciante para muitos se ainda persistir a arquitetura de um Estado português unitário, no âmbito do qual os centralistas asseguram ao poder central os direitos de exploração dos recursos marítimos e estratégicos açorianos. Sem o argumento económico, e sendo coniventes com o atual poder centralista, os defensores do atual status quo ficarão rapidamente isolados e desacreditados perante a população açoriana.

A minha perspetiva é substancialmente diferente da que é defendida por aqueles que se limitam a agitar o papão da nossa dependência económica atual. Defendo o reconhecimento específico da identidade própria do Povo Açoriano - construída ao longo de quase 600 anos de História, num contexto geográfico, cultural e social próprio e diferenciado –no seio da Nação Portuguesa. Defendo que os açorianos devem possuir um Estado próprio, associado, através de uma forma federal ou confederal, a outras entidades estatais da Nação Portuguesa.

Tudo tenho feito, no nosso Parlamento, para dotar os Açores de elementos de identidade institucionais e simbólicos mais fortes. Por isso propus a criação da disciplina de História, Geografia e Cultura dos Açores; a criação de seleções desportivas próprias, que possam competir nas grandes competições desportivas internacionais; a criação de um domínio próprio de primeiro nível na internet (código de país); a autonomização da RTP/Açores; a adesão dos Açores, na qualidade de membro associado, à UNESCO; a criação de uma grande Euro-região atlântica insular, liderada politicamente pelos Açores e estou a preparar uma iniciativa que pretende defender e promover os falares das diversas ilhas dos Açores.

Numa das últimas declarações políticas que efetuei no Parlamento dos Açores assumi, de forma absolutamente transparente, que o objetivo último de toda a minha ação política é a criação de um Estado Açoriano, integrado num sistema federal ou confederal com o resto das parcelas do território nacional. Este é o meu programa e o meu objetivo. Estou convencido que assim sirvo, com visão de futuro, os interesses dos Açores e os superiores interesses do conjunto da Nação Portuguesa.

Como gelar bebidas rapidamente



Quando precisar de gelar latas ou garrafas de bebidas, pode fazer isso em apenas 4 minutos.
É muito fácil. Tudo o que vai precisar são guardanapos de papel e um congelador.

Enrole um guardanapo na garrafa ou lata. (veja a foto)
Leve à torneira, abra a água ensopando o guardanapo.
Com tudo molhado leve ao congelador, durante exactamente 4 minutos. (confirme os 4 min, pois mais tempo entra em congelação).

Esta técnica serve para latas ou garrafas de quaisquer tamanhos.

E porque é que isto acontece? Porque o guardanapo é muito fino e, quando molhado e levado ao congelador, congela rapidamente. A garrafa, quando em contacto directo com uma substância congelada, fica cada vez mais gelada também.

Assim; "voilá!"

NSA está autorizada a espiar em Portugal

A NSA tem um posto de recolha de informação a operar em Portugal
A NSA tem um posto de recolha de informação a operar em Portugal / Getty

Um tribunal norte-americano autorizou os serviços secretos a lançar operações de espionagem em 193 países. Nem a Comissão Europeia escapa aos olhos indiscretos.

Em 2010, a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) obteve uma autorização do Tribunal de Segurança e Serviços de Informação no Estrangeiro para poder lançar operações de espionagem num total de 193 países, entre os quais Portugal. A autorização atribuída por este tribunal dá aos serviços secretos dos EUA a liberdade para lançarem operações de espionagem, através de meios eletrónicos e não eletrónicos, sobre pessoas e instituições suspeitas de terem informação relevante sobre potências estrangeiras.

A autorização para espiar não significa que a NSA tenha lançado operações em todos os 193 países que constam na lista agora divulgada pelo "Washington Post" - mas é reveladora do raio de operação a que os serviços secretos norte-americanos estiveram sujeitos nos últimos anos. Legalmente, a ação da NSA está delimitada pelo plano de prioridades dos serviços secretos dos EUA e por legislação conhecida por "Section 702". 

Apesar destes limites legais, é deixada uma larga margem de manobra e de interpretação aos operacionais da NSA. Num depoimento escrito, o diretor da NSA, Keith B. Alexander, explicou em 2010 que as operações de espionagem apenas podem incidir sobre não-cidadãos dos EUA que se encontram fora do território norte-americano que poderão estar em posse de informação relacionada com potências estrangeiras (a declaração não discrimina países aliados, inimigos ou neutros).

FMI, BCE e Comissão Europeia também são visados

Além da lista que junta estados democráticos, ditaduras, países aliados e inimigos e membros e não-membros da NATO, a autorização dada pelo Tribunal de Segurança e Serviços de Informação do Estrangeiro dos EUA estende-se a um total de 20 instituições supra ou transnacionais. Entre elas, há duas que merecem especial relevância para os europeus: o Banco Central Europeu e ainda uma entidade conhecida como "European Union", que se presume dizer respeito à Comissão Europeia. O Fundo Monetário Internacional (FMI), a Agência de Energia Atómica, o Mercosul e a Liga Árabe são outras das entidades que surgem referenciadas na lista.

As autoridades dos EUA não comentam, mas no circuito do poder e dos serviços de segurança há quem aproveite, sob anonimato, para amenizar os efeitos da mais recente fuga de informação, lembrando que os operacionais da NSA terão o raio de ação limitado a alvos precisos e estão dependentes das devidas autorizações de tribunais e responsáveis hierárquicos (a Casa Branca é mencionada).

Aparentemente, apenas os denominados "Five Eyes" (tradução literal: "os cinco olhos") terão escapado ao raio de ação da NSA. Quem são os "Five Eyes"? EUA; Austrália, Nova Zelância, Reino Unido e Canadá. Nestes cinco países, que mantêm uma aliança semioficial, os serviços secretos como os da NSA têm de pedir autorizações especiais às autoridades locais.

Não é a primeira vez que surgem provas ou indícios que dão conta de que a NSA poderá ter levado a cabo operações de espionagem em Portugal. Em novembro de 2013, uma das fugas de informação promovidas pelo ex-operacional da NSA, Edward Snowden, deu a conhecer um mapa com a localização de 50 mil redes informáticas infetadas com programas maliciosos (malware). No mapa, é possível confirmar que a NSA tem um posto de recolha de informação a operar em Portugal, que estará classificado no segundo de cinco níveis de importância (o quinto nível é o mais importante).

Fonte: Expresso

terça-feira, 1 de julho de 2014

Estradas pavimentadas com painéis solares podem ser usadas no futuro

  (Foto: Reprodução)

O casal de engenheiros Scott e Julie Brusaw acaba de arrecadar mais de um milhão de dólares em uma campanha no IndieGoGo. O motivo? Eles querem desenvolver - e aplicar - uma nova tecnologia nas estradas: a pavimentação através de painéis solares.


Capazes de aguentar o peso e a temperatura do trânsito, os paineis hexagonais coletam energia solar - que pode ser convertida em eletricidade para casas ou até para carros elétricos (o que diminuiria a quantidade de gases poluentes na atmosfera). Além disso, cada hexágono possui leds, que podem se iluminar para criar vários tipos de sinalização nas estradas - desde faixas de pedestres até sinais de "pare".

A infraestrutura e a manutenção dessa nova indústria também criaria centenas de novos empregos. Outro destaque é a durabilidade do material: ao contrário do asfalto (propenso a criar buracos), os painéis são mais duráveis e podem ser substituídos com menos esforços.

Então o que falta para usarmos as estradas solares? O governo estadunidense precisa aprovar o plano - e, até agora, o casal não tem agenda para convencer os órgãos públicos a fazer um teste em grande escala.

Veja o vídeo:


Astrónomos descobrem sistema de três buracos negros super massivos

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Cientistas da África do Sul, Reino Unido, Holanda, EUA, Austrália e Hungria descobriram um sistema de três buracos negros super massivos.

O sistema J1502+1115 está localizado numa galáxia que dista 4 biliões de anos-luz do nosso Sistema Solar. Consiste de três buracos negros super massivos, dois dos quais formam um sistema dual que gira, junto com o terceiro buraco negro, em torno de um centro de massa comum.

Sistemas similares podem ajudar a testar a teoria da relatividade em alguns casos extremos: os astrónomos podem tentar detectar as ondas gravitacionais emitidas pelo espaço-tempo curvo sob o efeito dos campos gravitacionais de buracos negros.

Fonte: Voz da Rússia

Maior telescópio do mundo fará radiografia do Universo

telescópio, radiografia, Universo

O projeto para a construção do maior telescópio de raio X de todos os tempos foi aprovado pela Agência Espacial Europeia (ESA), informa o Spaceflight Now.

A sonda-telescópio ATHENA será um observatório espacial de nova geração e terá uma sensibilidade e visibilidade centenas de vezes superior aos atuais telescópios de raio X, como o observatório norte-americano Chandra e o XMM-Newton da ESA. A sigla ATHENA é decifrada como Advanced Telescope for High Energy Astrophysics – Telescópio Avançado para Astrofísica de Altas Energias.

O objetivo do ATHENA será o estudo do Universo no diapasão dos raios X, os quais são absorvidos pela atmosfera da Terra, o que torna impossíveis essas observações a partir da Terra. Ele irá observar como se juntavam as galáxias e os conjuntos de galáxias ao longo dos biliões de anos que decorreram depois do Big Bang.

Cientistas usam impressora para criar vasos sanguíneos

Cientistas usam impressora para criar vasos sanguíneos

Investigadores da Universidade de Sidney, Harvard, Stanford and MIT, conseguiram imprimir pela primeira vez vasos sanguíneos funcionais através de uma impressora 3D, noticia o site TechCrunch.

Um dos principais problemas da criação de órgãos humanos era até aqui a de conseguir ter vasos sanguíneos funcionais que possibilitassem fazer crescer órgãos à sua volta. Porém, segundo noticia esta terça-feira o site TechCrunch, uma equipa de cientistas conseguiu reproduzir vasos, o que é considerado um grande avanço.

“Imagine ser possível entrar num hospital e ter um órgão completo impresso – ou bio imprimido, como lhe chamamos – com todas as células, proteínas e vasos sanguíneos no lugar certo, sendo que para isso é apenas preciso carregar num botão no computador que diz ‘imprimir’”, relatou o especialista da Universidade de Sydney, Dr. Luiz Bertassoni.

Até aqui era já possível aos cientistas recrearem pequenas partes de vasos sanguíneos por métodos laboratoriais, porém, com este desenvolvimento é possível fazer surgir do nada um conjunto funcional de vasos sanguíneos, o que para Bertassoni “muda completamente ‘o jogo’”. 

Estes vasos permitirão fazer chegar, de forma mais eficaz, os nutrientes aos tecidos bio impressos, possibilitando que estas células mais rapidamente se diferenciem e se reproduzam. Os investigadores acreditam que isto possa, no futuro, permitir a regeneração completa de órgãos humanos, apesar de até aqui, laboratorialmente, os cientistas apenas terem conseguido criar vasos capilares.

Novas evidências apontam para um apagão deliberado no cockpit do MH370

© REUTERS Samsul Said

Novas evidências sugerem que o cockpit do MH370 foi deliberadamente manipulado durante a fase inicial do voo. De acordo com o novo relatório, todos os passageiros e tripulantes morreram de asfixia.

Investigadores do Serviço Australiano de Segurança nos Transportes afirmam que o raro apagão electrico registado 30 minutos após a descolagem do avião poderia ter sido causado pela tentativa de encerrar os sistemas de comunicação a fim de evitar os radares. 

De acordo com o novo relatório, meia hora depois da descolagem em 8 de março, o avião enviou inesperadamente ao seu satélite o sinal ping de início da sessão, o chamado 'aperto de mão' ('handshake' em Inglês). Não é comum um avião solicitar ao satélite um "aperto de mão" em pleno voo, e a possível explicação poderia ser uma queda de energia da unidade de dados de satélite (SDU) a bordo. 

Quando a energia retornou, o avião poderia ter tentado ligar ao satélite imediatamente. 

A interrupção de energia SDU pode ser causada por alguém que tenta desligar os sistemas de comunicação da aeronave para minimizar o uso de sistemas do avião e evitar seja detectado pelos radares. 

"Também pode ter sido uma tentativa deliberada de desligar ambos os motores do avião por um tempo", diz ao jornal 'The Telegraph' o especialista em segurança da aviação, David Gleave. 

Segundo ele, por meio dessas manipulações alguém poderia tentar desligar a alimentação e, assim, e assim apagar alguns sistemas da aeronave para ligá-lo novamente quando necessário iniciar outros sistemas. 

Além deste 'aperto de mão', houve mais 6 intercâmbios de sinais de início de sessão, dos quais 5 não inspira nenhuma confiança. 

No entanto, o último acredita-se que pode ter originado antes do impacto do avião no Oceano Índico, ao voar com a escassez de combustível. 

Segundo o mesmo relatório, os passageiros e a tripulação teriam morrido de asfixia enquanto o avião estava a voar em piloto automático por várias horas antes de cair no mar.

Os investigadores chegaram a esta conclusão comparando o caso do MH370 com outros acidentes anteriores. A aeronave ainda não foi encontrada, embora a operação de busca continue em curso.

Tradução Google


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