quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Há um asteroide que nos vem espreitar

Órbita do asteroide 2014 RC à volta do Sol. No domingo, passa bem próximo da Terra
Órbita do asteroide 2014 RC à volta do Sol. No domingo, passa bem próximo da Terra / Nasa/JPL

Vai passar a 11,5 quilómetros por segundo quando alguns de nós estiverem a dormir e outros a dançar. Acontece este fim de semana. 

2014 RC. Nome de código para o pequeno asteroide que este domingo vai rasar o planeta azul, lá para os lados da Nova Zelândia. A Nasa garante que não há motivo para estar preocupado.

De acordo com os últimos cálculos dos cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial norte-americana, o pequeno 2014 RC, com apenas 20 metros, estará a apenas 40 mil quilómetros da Terra pelas 02h18 de Lisboa, mais 12 horas no outro lado do mundo.

Informa a Nasa em comunicado que o 2014 RC foi descoberto na noite de 31 de agosto pelos telescópios do Catalina Sky Survey em Tucson, no Arizona, EUA. Na noite seguinte, o telescópio Pan-STARRS 1 do observatório astronómico localizado no cume da montanha formada pelo inativo vulcão Haleakal, no Havai, confirmou a primeira observação.

Quando passar junto à Terra a 11,5 quilómetros por segundo, não poderá ser observado a olho nu. Contudo, os astrónomos amadores, recorrendo a pequenos telescópios, deverão conseguir vê-lo. Para os cientistas é uma boa oportunidade para ficar a saber mais sobre este tipo de corpo celeste. 

Fonte: Expresso

Japão lança um programa de 'bombardear' asteróides

© JAXA

A Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA) lançou uma nova sonda 'caçador de asteróides "com a qual espera perfurar a superfície de um corpo celeste para recolha de material do seu subsolo.

Espera-se que a sonda, chamada Hayabusa-2, a ser lançada no final deste ano com a missão de atingir a sua meta, no asteróide 1999 JU3 em meados de 2018, informa AFP

Hayabusa-2 será equipada com uma espécie de canhão espacial para alcançar e ao alcançar a orbita desejada do 1999 JU3, disparará uma bola de metal contra a superfície do asteróide, causando uma cratera de vários metros de diâmetro. 

Em seguida, a sonda vai pousar no buraco e extrair amostras do subsolo do objeto. Se a missão for bem sucedida, as amostras do asteróide chegarão à Terra a bordo da Hayabusa-2 em 2020. 

Esta sonda caçadora de  asteróides é o sucessor do Hayabusa, o primeiro explorador  de asteróide da agência espacial japonesa, lançado em 2003 e regressou ao Japão em 2010, com uma carga valiosa de partículas de poeira recolhidas da superfície de outro asteróide.

Segundo a JAXA, o 1999 JU3 é esférico, com um comprimento de quase um quilómetro, e contém carbono e água. 

O seu estudo ajudará a decifrar alguns dos mistérios do sistema solar e sua origem.

Fonte: RT

Mapa interativo para localizar gatos

(Portugal visto no mapa ‘I Know Where Your Cat Lives’)
Mais de 4 mil gatos estão já registados em Portugal.

Há um mapa interativo online que está a tentar juntar a localização de todos os gatos do mundo. O projeto ‘I Know Where Your Cat Lives’ (‘Eu sei Onde Mora o Seu Gato’, em português) nasceu na Universidade da Florida, nos EUA, mas aos poucos tem conseguido registar a localização dos animais nos quatro cantos do planeta.

Em Portugal, mais de quatro mil gatos estão já registados no ‘I Know Where Your Cat Lives’: 478 no Sul do País, 2271 no centro e 1526 a norte. Ao todo, o mapa já conta com a localização de mais de um milhão de gatos espalhados por todo o mundo.

Owen Mundy, o designer e programador da Universidade da Florida que criou o mapa interativo, explica no site que consegue obter a localização de cada gato através de ‘tags’ – como por exemplo a palavra ‘cat’ (‘gato’, em português) – que as pessoas vão deixando em redes sociais da Internet como o Instagram, o Facebook ou o Twitter.

Depois de identificadas as ‘tags’ e a respetiva localização, os dados de cada utilizador são organizados e os gatos ficam localizáveis através de coordenadas geográficas.

O artista explicou, em declarações ao ‘The Atlantic’, que o seu grande objetivo não é poder registar todos os gatos na Internet, mas sim revelar o grau de informação que cada utilizador expõe nas redes sociais. No entanto, Owen Mundy garante que apenas coloca online as localizações de gatos permitidas pelos donos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

As pontas soltas do voo MH17

UKRAINE-RUSSIA-CRISIS-MALAYSIA-ACCIDENT-CRASH
Artigo publicado a 12 de Agosto de 2014 no semanário O Diabo
O caso do voo MH17 abatido na Ucrânia mostra como as televisões manipulam e censuram informação. Mesmo quando essa manipulação pode levar à III guerra mundial.

Não há dúvidas que o abate do voo da Malaysia Airlines MH17 nos céus da Ucrânia foi um crime hediondo e intencional. Mas, um mês e inúmeras sanções depois, continua a não existir nenhuma prova concreta do envolvimento da Rússia. A 22 de Julho, a equipa de Obama organizou uma conferência de imprensa onde um representante dos serviços secretos norte-americanos disse isto sobre os autores desta carnificina: “nós não sabemos nenhum nome, não sabemos qual a hierarquia e nem sequer temos a certeza da nacionalidade”. Mesmo assim a maioria da comunicação social e dos políticos ocidentais responsabilizam pessoalmente Vladimir Putin pelo abate do voo MH17.

Um bom exemplo da manipulação realizada pelas televisões é uma reportagem da BBC – que oficialmente nunca existiu. A 23 de Julho, a BBC Rússia publicou no seu site oficial uma reportagem em vídeo sobre o abate do MH17. Mas, momentos depois, foi apagada sem qualquer explicação. Felizmente, vários internautas conseguiram guardá-la. No vídeo é possível ver Olga Ivshina, jornalista da BBC Rússia, a explicar como “os habitantes das aldeias próximas (do local onde o MH17 caiu)garantem ter visto caças militares no céu durante a catástrofe. Segundo eles, o avião de passageiros foi abatido pelos caças.” Segue-se uma testemunha: “Houve duas explosões no ar. O avião de passageiros explodiu, partiu-se e ao lado estava um caça. Todos o viram. Logo depois o caça deu meia volta e desapareceu de vista”. Outras testemunhas dizem o mesmo. A jornalista dirige-se em seguida para o local onde, de acordo com uma fotografia divulgada pelos serviços secretos ucranianos, teria sido disparado o míssil contra o MH17. No entanto, Ivshina não encontra nenhum vestígio do lançamento de um míssil, e nenhum dos habitantes locais viu um lança-mísseis Buk. Porque é que a BBC auto-censurou esta reportagem? Teria sido por contradizer a versão oficial que nos contam? Recordo que as forças pró-russas não possuem nenhum avião, e que os russos apresentaram registos de radar que mostram um caça militar ucraniano Su-25 a voar muito próximo do MH17.

Esta é a reportagem da BBC Rússia, tal como foi produzida, sendo apenas acrescentadas legendas em português. O vídeo foi descarregado dos servidores oficiais da BBC antes de ser apagado, e está neste momento banido não só da BBC como também do YouTube e do Facebook. Olga Ivshina continua a colaborar para a BBC e está neste momento na Crimeia, mas nunca mais referiu nada sobre o voo MH17.

Terá o voo MH17 sido abatido intencionalmente pelos militares ucranianos, com vista a culpar os pró-russos? A 29 de Julho, a estação de televisão canadiana CBC News divulgou uma entrevista a Michael Bociurkiw, que fez parte da primeira equipa de investigadores da OSCE a chegar aos destroços do avião, ainda estes fumegavam. Bociurkiw revelou existirem “duas ou três peças da fuselagem que parecem ter sido furadas por tiros de fogo muito, muito pesado, marcas que não vimos em mais lado nenhum. E não encontrámos nenhum vestígio de um míssil.” No vídeo abaixo é possível ver um excerto da entrevista a Bociurkiw, assim como imagens de alta definição das peças furadas por balas de grande calibre. Estas imagens não foram retransmitidas em nenhum outro canal televisivo:

Neste momento circulam pela internet várias imagens destas peças cravadas por balas enormes, que parecem pertencer ao cockpit do avião (ver foto no topo deste artigo). O ex-piloto da Lufthansa Peter Haisenko afirmou no portal anderweltonline.com que, com base na observação de todas as fotografias dos destroços, “o MH17 não foi atingido por nenhum míssil”. E salienta que os caças Su-25 possuem canhões de calibre 30mm.

Porque não foi constituída uma comissão de investigação independente, com vários países? Onde estão as ‘provas’ dos americanos? Porque é que o governo ucraniano não mostra os seus registos de radar? Porque não divulgam as gravações das comunicações entre os controladores de tráfico aéreo e o avião abatido, confiscadas pelos serviços secretos ucranianos logo após a tragédia? Quem dirigiu o voo MH17 para uma zona de guerra, quando já era considerada perigosa por várias companhias aéreas? Estas perguntas mantêm-se sem resposta.

Para saber mais leia O que não nos dizem sobre o voo MH17, publicado em Julho. O vídeo abaixo, produzido por James Corbett do site The Corbett Report, revela toda a informação disponível neste momento (fim de Agosto) sobre este caso – a informação factual, não as teorias da conspiração propagadas nas nossas televisões.


A reportagem censurada pela BBC por ESCUDOpt




Aviões roubados na Líbia podem ser usados em ataques terroristas a 11 de setembro


O governo dos EUA teme que 11 aviões comerciais recentemente roubados no aeroporto de Tripoli, na Líbia, possam ser utilizados para ataques terroristas nas próximas semanas

Funcionários do Aeroporto de Trípoli, na Líbia, alertam para o desaparecimento de onze aviões e possível relação com futuros ataques terroristas no próximo dia 11 de setembro. Autoridades norte-americanas já estão em alerta. 

No mês passado onze aviões comerciais desapareceram do Aeroporto Internacional de Trípoli. Os funcionários acreditam que assalto foi realizado por um grupo de rebeldes islâmicos com possível intenção de um futuro ataque terrorista. As autoridades norte-americanas temem que os aviões tenham sido roubados com o intuito de um possível ataque terrorista no próximo dia 11 de setembro.

"Há uma série de aviões comerciais da Líbia que estão em falta", disse um funcionário ao Washington Free-Beacon. O governo dos EUA já está em alerta, pois acredita que os ataques possam estar planeados para o dia 11 de setembro, data que marca o aniversário do ataque terrorista às Torres Gémeas, em Nova Iorque, pela al-Qaeda.

Segundo o jornal Daily Mail, os EUA já sabiam do desaparecimento dos aviões mas só recentemente tornaram publica a situação e as buscas que já estão a ser efetuadas há duas semanas.

O que irão fazer os rebeldes com os aviões está a causar grande discussão e especulação. Um especialista militar marroquino, Abderrahmane Mekkaoui, acredita que os aviões serão usados num ataque terrorista ao norte do Continente Africano. Sebastian Gorka, um especialista em antiterrorismo defende que os aviões poderão ser usados igualmente para atacar os campos de petróleo da Arábia Saudita.



Seis regras básicas para que os seus conteúdos privados não apareçam na net


Usa serviços como o iCloud, o Google Drive, o OneDrive ou o Dropbox, entre outros? Então este artigo é para si.

Palavra-passe forte 

É a chave que dá acesso ao serviço e, consequentemente, aos seus dados. Não facilite. Faça uma chave longa e que misture carateres. Por exemplo, algo que tenha oito carateres (mínimo), letras minúsculas e maiúsculas, números e símbolos que existam no teclado do computador. Um mix destes componentes deve gerar algo que não se assemelhe a uma palavra. Ou seja, a palavra-passe não deve ser: SLB4ever. Mas já pode ser SlB_4e! 

Onde a guardo?

É um desafio. Afinal, como recordar uma palavra-passe complexa se não a escrever algures? O conselho que lhe deixamos é que crie uma mnemónica. Por exemplo: A minha praia favorita é a Ericeira. Pode dar algo deste género: Pr@faV3_Ra. Se os auxiliares de memória não funcionam consigo, registe a palavra num documento e nunca, mas nunca, escreva algo como "password iPad" ou, por exemplo "palavra-chave" no nome desse ficheiro.

Varie!

Nunca deve utilizar a mesma palavra-passe e o mesmo nome de utilizador em diferentes serviços Web. Tenha uma password para a sua conta de email, outra para o serviço onde guarda as fotos (e outros dados) e uma outra para os sites que consulta. Faça o mesmo para a conta de email. Por exemplo, pode usar o Gmail para determinados sites e a sua conta de Outlook para outros. Desta forma, se um dos serviços for comprometido, os seus dados de acesso continuam seguros.

Mudança permanente

Não deve manter os mesmos dados de acesso a um serviço mais do que seis meses. Ou seja, deve alterar a palavra-passe duas vez por ano. Pelo menos. Não se esqueça que há serviços que estão comprometidos (o eBay esteve dois meses à mercê dos hackers antes da falha de segurança ser descoberta) durante algum tempo sem que os administradores tenham conhecimento. 

Dispositivos móveis

Os serviços Nuvem mais populares têm apps para dispositivos móveis. Isto significa que pode tirar uma foto com o telefone e ela passa automaticamente para o armazenamento na Internet. No entanto, essas apps não vêm, por definição, protegidas por password. Quer isto dizer que, depois da configuração inicial, só tem de as abrir para aceder aos ficheiros guardados remotamente. Há duas coisas a fazer. Primeiro, o seu telefone/tablet deve estar sempre bloqueado por palavra-passe (a tal complexa). Segundo, deve definir, nessas apps, sempre que possível, que o acesso ao serviço carece sempre da colocação da password. Se o seu dispositivo for roubado, os ladrões vão ter mais dificuldade em aceder a esses dados. 

Bom senso

A Nuvem permite-lhe armazenar todo o tipo de dados. Mas não se esqueça que estes repositórios (devido ao elevado número de utilizadores e densidade de informação) são muito apetecíveis aos hackers. Tenha cuidado com a informação que armazena, principalmente em serviços gratuitos. A informação mais sensível deve manter-se guardada em dispositivos que não têm acesso à Internet. Os dados devem ser encriptados (codificados) e deve utilizar-se uma palavra-passe forte para proteger o seu acesso.

Fonte: Expresso

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Um mapa digital do mundo recolhe todos os sons do mundo

© Google Maps / global Soundscape

Bryan Pijanowski, professor da Purdue University (EUA), desenhou um mapa digital do mundo para recolher todos os sons da terra. Quem quiser pode aderir ao projeto por meio da versão de prova do mesmo.

O projeto Global Soundscape ('paisagem sonora global') de pesquisa, liderada pelo cientista Bryan Pijanowski Purdue University, pretende representar todos os sons do mundo para refletir o estado atual do mundo, informa The Daily Mail '

Para obter Pijanowski realizou uma pesquisa em áreas remotas do mundo, "Esperamos usar essas paisagens sonoras que se reuniram para mudar os sons de espaços públicos, hospitais e outros lugares, substituindo-os sons que nos fazem sentir bem, sons que acalmam e relaxam "disse Pijanowski. 

Este projecto contém sons tem capturado numa floresta tropical de  Madagascar , o som de uma colónia de formigas, uivos do lobo cinzento registado no Parque Nacional de Ontário, Canadá, e ruídos urbanos registados perto do campus da Universidade de Purdue. 

Soundscape Global também apresenta sons mais quotidianos como a condução de automóveis no Arizona e o som dos comboios na Áustria. 

Os usuários podem usar o mapa e ouvir sons específicos, dependendo do seu humor. Por exemplo, as gravações podem ser filtradas por sons que 'fazem feliz' o 'stressado' usuário. 

Pessoas de todo o mundo podem enviar suas gravações para abrir uma base de dados por aplicativo de smartphone global Soundscape com as plataformas iOS Android

A maioria dos sons atualmente representados na base de dados foram recolhidos pelo professor Pijanowski e seus colegas, que têm vindo a trabalhar no projeto desde 1996. 


Fonte: RT


Um físico alerta que um asteróide poderia acabar com a humanidade "amanhã"

© ning.com

Nosso planeta está em perigo de sofrer o impacto de asteróides que possam pôr em perigo a sobrevivência da humanidade, diz o físico britânico.

"Aqueles que acreditavam que o nosso planeta iria desaparecer por causa do calendário maia são idiotas. Humanidade está em risco de desaparecer devido a asteróides e não estão levando a sério a ameaça", diz o físico de partículas Brian Cox, citado pelo " Daily Mail'. 

"Existe um asteróide com o nosso nome escrito nele e chocará com a Terra ", diz o físico britânico. 

Defato, em março passado um asteróide do tamanho de um autocarro, chamado CE 2014, passou apenas a 61.000 quilómetros a partir da superfície da Terra, o que representa um sexto da distância entre a Terra e a Lua.

"Só o vimos quando já havia passado, mas se tivesse sido um pouco mais perto, provavelmente teria acabado com tudo. 

Estas coisas acontecem ", disse Cox, investigador da Royal Society de Londres. 

Mas o 2014 CE não é o único que ameaça a Terra. 

NASA está acompanhando cerca de 1400 asteróides potencialmente perigosos para o nosso planeta. 

Ninguém realmente sabe quando pode acontecer um sério impacto . "Pode ser amanhã, mas o que me mais preocupa é que nós sabemos e se sabemos como fazer algo sobre isso e não fazemos", disse o físico de partículas. 

No início deste ano, numa conferência organizada pela NASA, pesquisadores norte-americanos revelaram um plano ousado para explodir, com o uso de armas nucleares, asteróides que se aproximam da Terra. 

Mas "propostas como esta não se estão a desenvolver o suficientemente rápido", lamenta Cox.

Fonte: RT

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Conheça o incrível peixe de cabeça transparente


Este fascinante peixe tem os olhos na parte de trás da cabeça. Acostumado a viver nas profundezas do mar, o animal desenvolveu uma única e útil capacidade para detectar predadores e não se tornar um possível alimento alimento.

Ao longo do seu período evolutivo o Macropinna microstoma desenvolveu uma cabeça transparente, e seus olhos são capazes de se mover dentro da cabeça e olhar em diferentes direções.

O Macropinna microstoma e sua exótica cabeça transparente.

Enquanto seu corpo é em maioria escuro, ele tem a parte superior da sua cabeça transparente, e os seus olhos são claramente visíveis.

Os cientistas acreditavam que o peixe só podia olhar para cima, mas descobriram que a criatura pode também olhar para a frente para alinhar a boca aos olhos. Segundo os biólogos, ele desenvolveu esse sentido poderoso de visão como o resultado de um meio ambiente severo nas profundezas.

O peixe, que tem poucos centímetros de comprimento, vive em uma grande profundidade, imediatamente abaixo de onde a luz solar penetra na água. Isto significa que as criaturas ao redor não podem ver claramente. Predadores ocultos acima não podem localizar o que está logo abaixo, mas podem olhar para cima e caçar pequenos peixes e plâncton.


Quando uma presa adequada é identificada, o peixe sai da escuridão e rapidamente ataca, engolindo suas presas.
Para evitar olhar para o sol, quando se move em águas rasas, a criatura pode girar os olhos e olhar em frente para que possa ver onde está nadando.
Seus olhos brilham com uma incrível luz verde brilhante, e os investigadores acreditam que possa ter desenvolvido uma forma de filtrar a luz, o que lhe permite ignorar a luz solar e enxergar com a bioluminescência de pequenos peixes e medusas.
Os dois buracos que se parecem com olhos na parte da frente do peixe são órgãos olfativos, semelhantes as narinas humanas.
O peixe tem um líquido cristalino sobre os seus olhos, mantido no lugar por uma membrana minúscula.
Se por qualquer razão ela rompe-se, os seus olhos ficariam expostos ao mar e à pressão que existe na profundidade entre 600 e 800 metros, e isso iria matá-lo instantaneamente.

Fonte: Daily Mail



Buscas pelo MH370 centradas em 58 pontos


Buscas pelo MH370 centradas em 58 pontos

As equipas que procuram os destroços do avião da Malaysia Airlines desaparecido em março vão centrar as buscas em 58 pontos dentro dos 60.000 quilómetros quadrados delimitados no oceano Índico, informa hoje a imprensa local.

Os locais nas quais foram detetados "objetos" foram identificados no mais recente estudo realizado pela equipa de busca internacional e encontram-se a cerca de 1.600 quilómetros a noroeste da cidade de Perth, segundo o portal do diário de Singapura "The Straits Times".

O ministro malaio dos Transportes, Liow Tiong Lai, disse no sábado que os objetos detetados podem ser "rochas, destroços de barcos ou o avião".

"A busca submarina com equipamentos para águas profundas vai começar nestes pontos imediatamente", assinalou Liow.

O voo MH370 da Malaysia Airlines, um Boeing 777, descolou de Kuala Lumpur na madrugada de 08 de março com 239 pessoas a bordo e tinha previsto chegar a Pequim seis horas mais tarde, mas despareceu dos radares cerca de 40 minutos depois de partir.

Está previsto que este mês sejam retomadas as operações de busca do avião no leito marinho com os navios "Fugro Discovery", "Fugro Equator" e "GO Phoenix".

Fonte: DN
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