quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Cientistas britânicos prevêem que em breve veremos uma "pequena era de gelo"

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De acordo com modelos matemáticos, a actividade magnética do Sol retornará ao seu nível mínimo a partir de 2021: a temperatura global cairá marcadamente e uma pequena glaciação global será possível até 2030.

Um estudo publicado na revista britânica Astronomy & Geophysics no início deste ano, anunciou a possível aparição de uma "pequena Idade do Gelo", que poderia levar ao congelamento do rio Tamisa na Inglaterra por volta de 2030.

A temperatura cairá a partir de 2021, de acordo com o modelo matemático da actividade magnética do Sol utilizado no estudo. Os cientistas participantes prevêem uma diminuição dessas ondas magnéticas por três ciclos solares. O fenómeno solar corresponde aos períodos climáticos frios da Terra, de acordo com o estudo.

Valentina Zharkova, professora da Universidade de Northumbria no Reino Unido, estudou a actividade magnética do Sol por algum tempo, de acordo com um artigo da IFLScience.
 
Zharkova conectou variáveis ​​e inter-relacciona a actividade futura do Sol com o chamado Mínimo de Maunder, nome com o qual um período é conhecido durante o qual as manchas solares desaparecem praticamente dessa estrela.

Esse "Mínimo" coincidiu com os tempos em que a América do Norte e a Europa sofreram seus invernos mais frios e duros. De acordo com o professor, o último Mínimo Mestre ocorreu no século XVII e durou de 50 a 60 anos. Entre as suas consequências foi o congelamento do rio Tamisa em Londres, que geralmente não congela.

Zharkova prevê uma nova Era de Gelo mínima ou pequena Maunder até 2030, que também diz, pode durar 30 anos devido à baixa actividade magnética do Sol.

No entanto, ressalta que o crescente aquecimento global que o planeta está passando agora poderia contrariar as consequências daquela Pequena Idade do Gelo. O professor espera que esta onda de frio permita, antes, cancelar o aquecimento global e fornecer "humanidade e Terra 30 anos para reparar a nossa poluição", diz Sky News.
 
Fonte: RT

Até os ateus ficam ansiosos ao pensar em Deus


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Mesmo para quem não acredita em Deus ou Cristo, a religião pode ser uma força poderosa. Uma pesquisa finlandesa mostra que mesmo os ateus podem ter crenças inconscientes que afetam a sua psicologia.

Em sociedades como a australiana ou a americana, a religião pode estar em decadência, mas o Cristianismo continua a moldar a cultura e política dessas sociedades, desde os feriados que se celebram ao valores.

E nem é assim tão surpreendente que símbolos religiosos e tradições permaneçam em sociedades secularizadas. O que é surpreendente é como as crenças religiosas permanecem e afetam as mentes das populações.

Um estudo finlandês explorou como é que pessoas religiosas e ateias respondiam à ideia de Deus.

Os investigadores usaram elétrodos para medir a quantidade de suor produzida quando as pessoas liam frases como “Desafio Deus a afogar os meus pais” ou “Desafio Deus a fazer-me morrer de cancro”.

Inesperadamente, quando ateus leram as frases, produziam tanto suor como os crentes, sugerindo que ficavam tão ansiosos com as consequências dos seus “desafios” a Deus como os que acreditam em Deus.

E isso não se explica simplesmente porque os ateus não queriam causar danos noutros, já que um estudo complementar mostrou que frases semelhantes que não envolviam Deus, como “Desejo que os meus pais se afoguem”, não faziam aumentar tanto os níveis de suor.

Juntos, os estudos sugerem que, apesar de negarem a existência de Deus, os ateus comportam-se como se Deus existisse.

Mas isto significa que os ateus mentem quando negam a existência de Deus? Não exatamente. Pelo contrário, este comportamento contraditório acontece devido à vivência numa cultura religiosa que “martela” a ideia de Deus. E talvez seja isso que leva ateus a formar atitudes “implícitas” que contrariam as suas atitudes explícitas.
 
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Astrónomos divulguem teoria sobre luas 'solteiras' na galáxia

Planetas no espaço

O espaço interstelar pode conter uma infinidade de luas, que foram jogadas pelos seus planetas para fora de sistemas solares nos primeiros estágios de desenvolvimento, lê-se num artigo da revista Astrophysical Journal.

"De acordo com nossas estimativas, a maior parte das luas está em órbitas instáveis, enquanto planetas interagem intensivamente um com outro. Apenas entre 10 e 12% delas se tornam satélites, outras são jogadas no espaço interstelar, colidem com planetas gasosos ou se tornam 'planetas' autónomos, girando, assim, em torno de uma estrela", explicaram Johathan Lunine da Universidade Cornell.

Durante as últimas duas décadas, foram descobertas quase quatro mil planetas girando em torno de estrelas distantes, muitos deles habitam grandes sistemas siderais. Em todo este período, apenas uma exolua foi descoberta, bem como vários candidatos a se chamar assim, girando em torno de "exoplanetas", que foram também "expulsos" de sistemas solares.

O primeiro satélite de um planeta fora do Sistema Solar foi descoberto em julho deste ano. Essa lua gira em torno do planeta Kepler-1625b, análogo de Saturno. São necessários 287 dias para que ela dê uma volta completa ao redor do planeta, estando praticamente no meio da "zona de vida".

Esta descoberta, bem como a ausência de outras luas nos dados do Kepler-1625b, impulsionou questões entre astrónomos sobre quão frequentemente exoplanetas possuem satélites, se estes têm ou não sinais de vida na superfície, e por que durante todo este tempo foi descoberto apenas um único satélite natural.

Para obter respostas para estas perguntas, cientistas criaram um modelo computacional de um típico sistema sideral, onde planetas e luas apenas começaram a se formar. Ao observarem o processo evolutivo, os pesquisadores descobriram uma característica interessante da vida de satélites de exoplanetas – a maior parte deles, aproximadamente 90%, desaparece durante um dos períodos mais intensos de desenvolvimento de sistemas siderais, quando planetas recém-nascidos se aproximam e começam a "empurrar" os outros, tentando jogar seus "vizinhos" no espaço aberto.

Como resultado, apenas uma pequena quantidade de luas, que possui características muito específicas, consegue sobreviver. Elas devem ser de um tamanho específico e se situar a certa distância do planeta para que possam sobreviver a este estágio de formação de planetas.

Segundo Lunine e seus colegas, isso explica por que astrónomos conseguiram descobrir apenas uma lua deste tipo, já que a maior parte delas foi “catapultada” no espaço interstelar ou destruída durante interacções gravitacionais. Os cientistas adicionaram também que no vazio entre estrelas pode haver milhões de luas, pois a proporção é clara: a cada mil estrelas há aproximadamente cem luas "abandonadas".
 
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Rede militar com 4000 anos descoberta no Norte da Síria


Uma equipa de cientistas sírios e franceses estudou imagens de satélite da Síria e descobriu um antigo sistema de fortificações que, aparentemente, protegia cidades durante a Idade do Bronze.

A guerra civil na Síria tem vindo a dificultar os trabalhos de campo de uma equipa de cientistas que estuda fortalezas, fortes e torres a leste da cidade de Hama, no Norte do país. Ainda assim, os responsáveis por este projeto sírio e francês, continuam a tentar desvendar o mistério dos vestígios arqueológicos com imagens de satélite.

O projeto geo-arqueológico Margens Áridas do Norte da Síria tem como principal missão entender como os primeiros humanos ocuparam aquela região e como aproveitaram o seu ambiente geográfico.

Segundo o Público, a região ocupa cerca de sete mil quilómetros quadrados e posiciona-se a oeste das regiões povoadas e sedentárias do Crescente Fértil e a leste das estepes áridas habitadas pelos povos nómadas.

A equipa de cientistas concluiu que, na Idade do Bronze, as fortalezas, fortes e torres faziam parte de uma rede de vigilância e de comunicação que pode ter protegido os campos mais férteis do inimigo. Esta conclusão está explicada no artigo científico, publicado na revista Paléorient.

Marie-Odile Rousset, arqueóloga do Laboratório de Arqueologia do Oriente do Centro Nacional de Investigação Científica, em França, conta ao jornal que trabalharam na Síria de 1995 a 2002. Ao longo do projeto, a região foi explorada por uma equipa de franceses e sírios, dirigida pelo geógrafo Bernard Geyer e pelo historiador Nazir Awad.

“Como os locais estão muito bem preservados nesta área, conseguimos obter muitas informações destes sítios e ter o plano de vários”, explica a arqueóloga. Mas “infelizmente, desde 2011, com a guerra na Síria, não conseguimos lá voltar.”

Os estudos continuaram, mas desta vez usando imagens de satélite, tiradas desde 1960 até agora. “Como trabalhamos primeiro no local, conseguimos compreender o que vemos nas fotografias”, explica Marie-Odile Rousset.

As observações via imagens de satélite permitiram reconstruir uma rede de vigilância e comunicação e descobrir sítios desconhecidos até então. “Ninguém tinha encontrado uma rede tão grande”, admite a arqueóloga, explicando que a rede terá funcionado na Idade do Bronze no Próximo Oriente, há cerca de quatro mil anos.

Os cientistas fizeram a datação em tigelas, jarras e pratos de cerâmica recolhidos nestes sítios arqueológicos e sugerem que esta rede terá sido construída com grandes blocos de basalto e formada por muralhas de vários metros de largura e altura.

(dr) Marie-Odile Rousset
Vestígios arqueológicos de uma fortificação.

“Descobrimos alguns fortes e torres desta rede no terreno e percebemos no ano passado como estavam ligados com as capitais dos reinos da Idade do Bronze perto das estepes do Centro da Síria (Alepo, Ebla ou Catna). Protegia a área mais fértil contra o inimigo que vinha do Leste da Síria, talvez do reino rival de Mari, no vale do Eufrates”, conta Rousset.

Esta descoberta é apenas o primeiro passo da equipa que espera retornar ao campo para responder a questões como em que estado ficaram estas fortalezas, fortes e torres depois do conflito atual na Síria?

“Vi no Google Earth que alguns dos fortes tinham sido reutilizados desde 2013 para propósitos militares, mas não ficaram muito destruídos”, responde ao Público a arqueóloga.
 
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Encontram a fonte dos misteriosos sinais cósmicos

Hallan la fuente de las misteriosas señales cósmicas  
 
Os cientistas utilizaram os dados obtidos pelo Observatório de raios X de Chandra para encontrar a origem desconhecida dos sinais do conjunto de galáxias Abell 2626.

A fonte dos misteriosos sinais cósmicos do grupo de galáxias Abell 2626, que intrigou a comunidade científica por vários anos, seria turbulento vórtices que aceleram partículas carregadas electricamente, segundo investigadores americanos e italianos.

O conjunto de galáxias Abell 2626, que é em forma de diamante, está a 700 milhões de anos-luz da Terra e estudada desde 2013. No centro de Abell está a brilhante galáxia IC5338, que possui um núcleo duplo resultado de uma fusão. Uma das características deste conjunto de galáxias é que sua estrutura é composta por quatro arcos: norte, sul, leste e oeste.

Os cientistas, que publicaram o seu estudo em arXiv.org na última sexta-feira, encontraram uma "frente fria" (descontinuidades na densidade e temperatura do gás que forma o meio intracúmico) que coincide espacialmente com os arcos de rádio.

Até agora, alguns cientistas acreditavam que os arcos estavam associados a um halo de rádio, que geralmente é encontrado nos centros de aglomerados galácticos, enquanto outros sugeriram que teriam aparecido como resultado da interacção gravitacional de dois núcleos IC5338.

Para chegar a estas conclusões, os investigadores utilizaram o Observatório de raios-X Chandra, com a ajuda de que esperavam encontrar um núcleo galáctico activo.
 
Fonte: RT

Nova espécie de polvo gigante escondeu-se à vista de todos


Durante décadas um polvo gigante passou despercebido. Não acredita? Mas aconteceu. Os cientistas já desconfiavam que o polvo-gigante-do-pacifico, o maior conhecido até ao momento, é, na verdade, duas espécies.

O primeiro passo para identificar uma nova espécie é observar um indivíduo com atenção. Não precisa de ser um animal totalmente diferente de tudo que já foi visto. Em alguns casos, os cientistas notam características subtis suficientes num animal para acreditar que estão a olhar para uma espécie ainda não catalogada.

Às vezes, essas espécies escondem-se à vista de todos, como aconteceu recentemente com uma bióloga brasileira que identificou várias espécies de tamanduás-anões a partir de uma única conhecida.

E como aconteceu agora com investigadores da Universidade Alaska Pacific, no Alasca, e do Serviço Geológico dos Estados Unidos, que descobriram que os polvos normalmente identificados como polvo-gigante-do-pacifico, que vivem desde a Califórnia ao Japão, pertencem na verdade a duas espécies distintas.

Em 2012, os cientistas encontraram um grupo geneticamente distinto desses polvos na Enseada do Príncipe Guilherme, no Golfo do Alasca. Infelizmente, tinham recolhido apenas pequenos cortes de tecido dos tentáculos para análise de ADN antes de devolver os polvos ao seu habitat, por isso não conseguiram descobrir se os dois grupos também poderiam ser visualmente distintos.

Mais tarde, Nathan Hollenbeck, estudante da Universidade Alaska Pacific, decidiu estudar essas criaturas para a sua tese, tendo a ideia de observar capturas colaterais de pesca de camarão.

Pescadores de camarão no Alasca usam armadilhas que ficam nas águas por um dia inteiro. Ocasionalmente, um polvo-gigante acaba por ser capturado com os camarões – ou melhor, nestes casos, geralmente o polvo come a pesca toda.

Analisando esses polvos, que foram pescados por engano, Hollenbeck explica que as duas espécies são visualmente diferentes: a mais nova exibe “pregas” distintivas ao longo do corpo. Esses polvos franzidos também exibem curiosas “pestanas” de pele elevada e dois pontos brancos na frente da cabeça, onde os polvos-gigantes-do-pacífico têm apenas um.

Para confirmar que o grupo visualmente distinto era também geneticamente distinto, Hollenbeck cortou pequenos pedaços dos tentáculos dos polvos. Embora o polvo se consiga regenerar, como o cientista também queria saber se trabalhos futuros poderiam evitar esta técnica de amostragem invasiva, ele tentou recolher ADN ao passar cotonetes na pele dos animais.

Os cientistas têm por hábito usar técnicas de amostragem não evasivas em mamíferos e aves, mas Hollenbeck foi o primeiro a experimentá-las num polvo. E funcionou. O ADN das pontas dos tentáculos e dos cotonetes concordaram: o polvo-franzido é uma espécie diferente do polvo-gigante-do-pacífico.

Hollenbeck e o seu orientador, David Scheel, publicaram os resultados na revista científica American Malacological Bulletin.

O novo polvo ainda não possui um nome em latim, mas deve manter o mesmo género que o parente: Enteroctopus.

Isto não se trata apenas de polvos que são “um pouco distintos visualmente”: as diferenças anatómicas entre as espécies podem ser profundas o suficiente para representar diferenças mais fundamentais no estilo de vida, dieta ou reprodução.

Afinal, as pregas no corpo da nova espécie devem ter uma função que ainda tem de ser estudada. Além disso, a nova espécie também parece preferir águas mais profundas. Neste habitat podem ser bastante comuns, apesar de habitarem em menos locais que os seus “familiares”.
 
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Aviso da NASA: Asteróide não registado passa pela Terra amanhã

Asteróide-Amanhã

A NASA está monitorizando de perto a chegada de um asteróide previamente não vistado que deverá passar pela Terra amanhã a 21 362 milhas por hora.

A rocha espacial foi invisível para os astrónomos até ao dia de Natal, quando foi identificado pela primeira vez.

Agora chamado de asteróide 2017 YZ4, passará entre a Terra e a Lua a uma distância de apenas 139.433 milhas.

A Lua está a 238,000 milhas da Terra, e esta passagem é considerada uma barriga de gato em termos astronómicos.

A NASA considera que monitoriza qualquer coisa que esteja dentro de seis milhões de milhas do nosso planeta como um asteróide próximo da Terra.

Este ano, descobrimos 1.985 novos asteróides próximos da Terra. Havia 1888  objectos descobertos em 2016 e 1.571 em 2015.
Porta voz da NASA

O pequeno asteróide é estimado entre 7 e 15 metros de diâmetro.

Embora, relativamente pequeno, se impactasse na Terra, isso poderia causar danos.

Em fevereiro de 2013, um meteoro desconhecido de 19 metros veio do nada para explodir no céu acima de Chelyabinsk, na Rússia, com a força de 500 mil toneladas de TNT.

E a energia libertada partiu vidros em centenas de edifícios e mais de 1000 pessoas ficaram feridas.

Houve vários asteróides descobertos este ano pela NASA, que está continuamente localizando-os, mas estima que apenas conhecemos a localização de cerca de 3 por cento daqueles que estão por aí.

Um porta-voz da NASA disse: "Este é o primeiro asteróide conhecido a navegar pela Terra a uma distância lunar, já que dois desses asteróides passaram por nós 35 minutos de intervalo em 21 de novembro é o 52º este ano. 

"A partir de 24 de dezembro, existem 17.495 objectos perto da Terra conhecidos por (NEOs) em torno de nosso planeta; 17.389 são asteróides.

"Este ano, descobrimos 1.985 novos asteróides próximos da Terra. Havia 1888 tais objectos descobertos em 2016 e 1.571 em 2015. "

2017 YZ4 é do grupo de asteróides Apollo, um grupo de asteróides próximos da Terra que regularmente passam pelo planeta.

Eles foram descobertos pelo astrónomo alemão Karl Reinmuth na década de 1930 e chamados após o primeiro a ser descoberto em 1862, asteróide Apollo de 1,5 km de diâmetro.

O novo Yz4 2017 foi observado pela primeira vez pelos operadores do Mount Lemmon Survey Observatory, nas Montanhas Santa Catalina, a nordeste de Tucson, no Arizona.

A NASA diz que não conhece nenhum asteróide significativo que seja esperado atingir a Terra pelo menos próximos 100 anos.

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Com esta bicicleta, faça exercício e lave a roupa ao mesmo tempo

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Arranjar tempo para fazer todas as atividade do dia é um dos principais problemas modernos. É preciso ir ao ginásio praticar algum exercício físico, mas também temos a lida da casa para fazer. Felizmente, um grupo de inventores chineses tem a solução: uma bicicleta que lhe permite lavar a roupa e exercitar-se ao mesmo tempo.

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Chamada simplesmente Bike Washing Machine, a bicicleta de lavar a roupa funciona como qualquer bicicleta de ginásio, mas a secção dianteira inclui um tambor rotativo semelhante ao de qualquer tradicional máquina de lavar. No entanto, as dimensões do desenho do protótipo apontam para esta conseguir lavar apenas uma pequena carga.

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Seja como for, a Bike Washing Machine promete resolver mais do que dois problemas de uma só vez. O movimento dos pedais gera eletricidade que serve para mexer o tambor da máquina de lavar, mas o excesso de energia também pode ser aproveitado para outros aparelhos domésticos, permitindo-lhe poupar na conta da luz no final do mês. Só falta alguém investir no projeto para o transformar em realidade.

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Família americana se entrega voluntariamente ao congelamento com nitrogénio líquido

Líquido congelado, imagem referencial

A esposa e os três filhos do presidente da organização sem fins lucrativos Instituto de Criogenia, Dennis Kowalski, serão congelados em nitrogénio líquido após a morte.

Os corpos dos membros da família serão transportados para o prédio principal da organização, em Michigan, onde os cientistas trocarão o sangue por anticongelante médico e colocarão os corpos em um criostato com nitrogénio líquido, informa o Daily Mirror. Kowalski espera que, no futuro, os cientistas aprendam a reanimar pessoas mortas que foram conservadas assim.

O procedimento custa 28 mil dólares. No Instituto já estão conservados 160 corpos congelados, bem como milhares de amostras de tecidos de animais. Além disso, cerca de duas mil pessoas já pagaram pelo congelamento do seu corpo em caso de morte.

O próprio Kowalski pagou pelo procedimento há 20 anos e agora seus familiares: mulher e três filhos; o maior tem 19 anos de idade, enquanto mais jovem tem 16 anos. Segundo Kowalski, é óbvio que os filhos nem pensam em morrer ainda, mas "tudo pode acontecer, nunca se sabe".

Como afirma uma publicação no site do Instituto, os corpos são congelados a 196°C negativos para que a carne humana não se decomponha. Em 1973, cientistas conseguiram reconstruir o órgão de um mamífero depois de congelá-lo à temperatura citada acima.

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Misteriosos turbilhões de água se juntam no oceano com força incrível

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Em mares do sul, estranhos redemoinhos oceânicos podem medir quase 100 km e se movem a uma velocidade muito maior do que a dos turbilhões comuns.

Os cientistas britânicos descobriram recentemente uma série de estranhos turbilhões de água nos mares da Austrália e da África do Sul ao examinar imagens correspondentes recebidas através de satélites nos últimos 25 anos.

O mais curioso do fenómeno é que os redemoinhos se movem a uma grande velocidade e se estendem por dezenas de quilómetros, informa o jornal Popular Science.


Segundo descobriram os pesquisadores, estes turbilhões de água podem atingir o tamanho de quase 100 km. Ao mesmo tempo, acredita-se que podem surgir por junção de dois redemoinhos e consequentemente se estender. São capazes de se deslocarem a uma velocidade entre 8 e 16 km, em comparação com a velocidade de 2 km que costumam atingir os turbilhões comuns.

"Quando alcançam uma certa força, começam espontaneamente a mover e transformar-se em turbilhões", explicou Chris Hughes, oceanógrafo da Universidade de Liverpool (Inglaterra).

Estes turbilhões duplos, que são criados pela turbulência dos correntes oceânicas, realizam uma função muito importante de misturar água e nutrientes de diferentes zonas e transportá-los a quilómetros de distâncias.

Por outro lado, estão ligados sob a água por um vórtice em forma de "U" e absorvem pequenos animais marinhos que são deslocados a grandes distâncias.

Ao observar as imagens de satélites que mostram a superfície do oceano de todo o mundo, tentado entender melhor este fenómeno, os pesquisadores determinaram os seguintes passos: revelar a origem da formação e saber a razão do seu comportamento.
 
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