quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Selo com 2.700 anos pode provar existência de governador de Jerusalém

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Foi descoberto na Cidade Velha de Jerusalém um pequeno selo de barro com 2.700 anos que pode ser a prova material da existência de um governador da cidade.

Arqueólogos israelitas descobriram um selo de barro com 2.700 anos que terá pertencido a um governador de Jerusalém. Esta é a primeira vez que a expressão “governador de Jerusalém”, apenas conhecida na Bíblia, surge num objeto encontrado naquela cidade.

De acordo com o DN, o objeto tem o tamanho de uma pequena moeda – onde estão representados dois homens simétricos, de pé e de frente um para o outro, vestidos com mantos – e foi encontrado perto da praça do Muro das Lamentações, na Cidade Velha de Jerusalém.

A descoberta, que data do século VI ou VII a.C., foi revelada esta segunda-feira no âmbito de uma escavação arqueológica. Segundo a coordenadora da escavação, a arqueóloga Shlomit Weksler-Bdolah, o artefacto apoia a versão bíblica da existência de um governador da cidade de Jerusalém há 2.700 anos.

“Esta é uma descoberta muito pouco comum”, sustenta a arqueóloga. O selo não menciona o nome do governador. Ainda assim, vai ser submetido a exames científicos para confirmar o seu vínculo com a cidade.

O achado foi anunciado pela Autoridade das Antiguidades, poucas semanas após a decisão de Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel.



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A nova categoria dos computadores que se portam como telemóveis

 
Os Always Connected PC estão prestes a chegar ao mercado. Valerão a pena?

Será já no início deste novo ano, na feira de eletrónica de consumo CES que se realiza entre os dias 9 e 12 em Las Vegas, que os jornalistas terão possibilidade de experimentar os novos computadores portáteis que HP, ASUS e Lenovo preparam, em colaboração com a Microsoft e o fabricante de processadores Qualcomm.

Máquinas que correm o Windows 10 completo mas que prometem dezenas de horas de autonomia, arranque praticamente instantâneo e ligação permanente à internet móvel.

Dito de outra forma: são laptops que se comportam como smartphones. Os primeiros modelos (um da HP, outro da ASUS) foram mostrados em meados de dezembro, num evento da Qualcomm, na qual foi revelado que este tipo de PC será comercializado sob a designação "Always Connected" - Sempre Ligados.

Ainda que tenha sido possível perceber o potencial da tecnologia aqui incluída, ficou no entanto por esclarecer exatamente que nível de desempenho se consegue com estas máquinas. Por utilizarem um tipo de processadores (com arquitetura ARM) que é normalmente usado em smartphones Android, estes PC terão um baixo consumo de bateria - daí a elevada autonomia -, mesmo mantendo a ligação permanente à internet. Mas para pôr os programas para Windows a correr neste tipo de componentes, a Microsoft teve de criar software de emulação, de forma a que códigos originariamente escritos para processadores do tipo Intel possam correr em ARM.

Ou seja, quando por exemplo um utilizador puser o Photoshop a correr numa destas máquinas, haverá sempre uma "camada intermédia"de software entre o programa e a máquina, o que pode reduzir o desempenho. Só a experiência dirá se este eventual decréscimo é significativo.

Certo é, no entanto, que os primeiros modelos terão por base os processadores Snapdragon 835 - os mesmos que estão no coração dos smartphones Samsung Galaxy S8/Note 8 ou OnePlus 5. Só que a Qualcomm já anunciou a chegada da geração seguinte desta linha de chips, o Snapdragon 845. Disponíveis provavelmente no primeiro semestre de 2018, terão uma capacidade de processamento ainda maior, pelo que deverão ser melhores a lidar com programas exigentes.

Será, assim, prudente esperar um pouco mais para ver como evolui este novo tipo de sistema.
 
Fonte: DN

Smartphones e tablets flexíveis prontos para surpreender em 2018

 
 
Há vários fabricantes a trabalhar em equipamentos dobráveis, a Microsoft tem um projeto para criar um tablet inspirado no caderno Moleskine

O formato concha que era popular nos telemóveis até ao aparecimento do iPhone poderá estar de volta em 2018, mas desta vez com uma tecnologia completamente diferente. Há várias fabricantes a trabalhar em smartphones de ecrãs flexíveis, que se dobram sem recurso a conectores mecânicos. A Lenovo apresentou o modelo CPlus no ano passado, mas ainda não avançou para produção. A LG já mostrou o conceito várias vezes e suspeita-se de que o lançamento está para breve. Mas a maior expectativa é com a líder do mercado Samsung, que poderá lançar o seu smartphone dobrável já em janeiro em Las Vegas, na feira de tecnologia CES 2018.

O dispositivo em que a fabricante sul-coreana está a trabalhar é o Galaxy X - uma designação que não está relacionada com o iPhone X, visto que o nome de código apareceu muito antes do lançamento da Apple. Desde 2011 que a Samsung vem fazendo demonstrações de protótipos com ecrãs flexíveis em feiras tecnológicas. É um sistema complexo, difícil de produzir em massa, pelo que se antecipa que o lançamento do Galaxy X seja bastante limitado no início. A empresa não confirmou os seus planos, mas publicou acidentalmente uma página de suporte online ao dispositivo, referenciado como SM-G888, o que indicia que o lançamento está próximo.

Alguns rumores apontam para dois dispositivos, um deles capaz de se "desenrolar" e transformar num tablet de oito polegadas. As patentes registadas mostram protótipos que se abrem e fecham, como livros, sem vincos nem separação mecânica no ecrã, supostamente de qualidade 4K. Já no caso da LG, o CPlus dobra-se à volta do pulso como um relógio.

Qualquer um destes lançamentos seria uma pedrada no charco, depois do sucesso da Apple com o iPhone X - cujo formato, apesar das inovações de inteligência artificial e reconhecimento facial, não é revolucionário.

E não são só smartphones. A Microsoft está a trabalhar no ressurgimento do projeto Courier, que engavetou em 2010 depois do surgimento do iPad. A ambição dos executivos na altura era recriar um caderno Moleskine, com tinta eletrónica e um formato flexível, que permitiria tirar notas com uma caneta, fazer desenhos e rabiscos de forma natural. Os tablets Surface que a Microsoft apresentou depois de cancelar o Courier acabaram por alcançar sucesso e seguir uma linha cada vez mais criativa. Houve ainda o projeto Surface Mini, um tablet mais pequeno, mas este foi cancelado em 2014.

A empresa está a agora a trabalhar num projeto com nome de código Andromeda, que consiste precisamente num tablet flexível, inspirado nos cadernos Moleskine, a correr Windows 10 e desenhado em cima de Windows Core OS. As aplicações como OneNote terão suporte para tinta eletrónica e a ideia é que seja possível dobrar o dispositivo e transformá-lo num telefone.
 
Fonte: DN

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Descontrolada estação espacial chinesa esconde grande ameaça

Satélite no espaço (imagem referencial) 
 
Prevê-se que o laboratório chinês Tiangong-1, de 8,5 toneladas, entre na atmosfera terrestre em março deste ano.

A estação espacial chinesa Tiangong-1, descontrolada desde março de 2016, representa um perigo não apenas pela iminente queda de seus restos na superfície terrestre, mas também pela possível dispersão de substâncias altamente tóxicas.

De acordo com uma recente previsão do Centro de Estudos de Órbitas e Reentrada de Destroços da corporação Aerospace (CORDS, na sigla em inglês), o laboratório chinês de 8,5 toneladas poderia conter dentro de si restos de um perigoso combustível chamado hidrozina.

"A bordo da nave espacial pode haver uma substância altamente tóxica e corrosiva chamada hidrozina, que pode sobreviver à entrada na atmosfera. Para sua segurança, não toque em nenhum resíduo que possa encontrar no chão, tampouco inale os vapores que este possa emitir", advertiu o CORDS.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês), o contacto com esta substância pode provocar uma série de sintomas que incluem convulsões, cegueira temporária e coma nas pessoas. Em fevereiro de 2008, os Estados Unidos destruíram um descontrolado satélite espião, alegando que o seu depósito de combustível estava cheio de hidrozina.

Cientistas apontam que os restos do Tiangong-1 — que será substituído pelo laboratório Tiangong-2- vão cair na Terra em meados de março de 2018. A maior parte da área que será atingida abrange o oceano, mas mantém-se uma probabilidade de 1 em 10.000 de que os destroços atingem uma área povoada.
 
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NASA revela fotografia que mostra lua de Saturno a escorrer água em estado líquido

 

Antes de se sacrificar na atmosfera de Saturno, a sonda Cassini presenteou-nos com inúmeras imagens de cair o queixo do planeta anelado e das suas luas.

As missões para Saturno são caras e demoradas, devido à grande distância que nos separa daquele planeta. Além disso, provavelmente, não teremos imagens inéditas do astro num futuro próximo.

Uma das fotografias capturadas pela Cassini, em especial, mostra a lua Enceladus iluminada pela luz do sol, com os anéis de Saturno a servir de fundo.

A fotografia foi tirada a 6 de novembro de 2011, a uma distância de aproximadamente 145,000 quilómetros de Enceladus, mas divulgada pela NASA apenas na última semana de 2017. A Cassini terminou a missão a 15 de setembro de 2017.

Entretanto, é na nebulosidade logo abaixo de Enceladus que deve focar a sua atenção. Essa parte iluminada logo abaixo da lua são géiseres de água em estado líquido que estão a refletir a luz do sol, através do polo sul de Enceladus.

Isso significa que, por baixo do manto gelado do satélite, há água líquida que talvez esconda vida no interior da rocha.

Essa desconfiança aumenta com a hipótese de que movimentos de maré gerados pela ação gravitacional de Saturno possam causar calor na parte interna dos satélites. E tanto água quanto calor são dois elementos necessários para acolher vida da forma que a conhecemos.

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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Waterfox: Um browser muito interessante feito para si


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Ao longo dos últimos dias temos apresentado algumas alternativas aos browsers mais populares. Depois de darmos a conhecer o fantástico Brave e o Pale Moon, a nossa sugestão de hoje vai para o interessante Waterfox que está disponível para Windows, macOS, Linux e até Android.

O Waterfox é um projeto iniciado em 2011 por Alex Kontos, um estudante que tinha, na altura, 16 anos. Tal como o Pale Moon, o Waterfox é também baseado no Firefox e é extremamente rápido. Este browser foi especialmente desenhado e otimizado para funcionar em sistemas operativos a 64-bits.


Com o Waterfox pode também adicionar add-ons, extensões, mudar a aparência e instalar plugins. Além disso pode também sincronizar o browser com uma conta Firefox. 

Ao nível de motor de pesquisa, o Waterfox vem por omissão com o Ecosia mas facilmente o utilizador pode mudar para o motor de pesquisa da Google, DuckDuckGo, Bing, entre outros.


Para quem necessita de um browser que oferece uma boa performance e um conjunto de funcionalidades interessantes, o Waterfox é uma boa sugestão. Se conhecerem outros projetos (browsers) do tipo, deixem o nome nos comentários para avaliarmos.

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GNU/Linux: Como saber se alguém está a tentar entrar no PC?

 
Para quem usa sistemas GNU/Linux certamente que usa com alguma frequência o protocolo SSH para aceder remotamente à máquina. Apesar de todas as vantagens que este protocolo oferece, pode ser também transformar-se numa porta de entrada de intrusos, isto se os utilizadores usarem passwords fracas e não procederem a algumas configurações do nível deste serviço.

Hoje ensinamos como podem estar de olho nas tentativas de entrada no vosso GNU/Linux.

Atualmente todos os sistemas operativos dispõem de ferramentas nativas que nos permitem saber, com consistência, tudo o que o aconteceu no nosso PC. No caso dos sistemas Linux nada melhor que espreitar os logs do sistema para perceber tudo o que se anda a passar. Para tal basta apenas usar os comados adequados para, em segundos obtermos essa informação.

Para quem usa sistemas baseados em Debian (ex. Ubuntu e Mint) podem usar o comando:

grep "Failed password" /var/log/auth.log


Para quem usa CentOS ou RHEL devem usar o seguinte comando:

egrep "Failed|Failure" /var/log/secure


Considerando as tentativas de ataque, o utilizador pode facilmente criar uma regra na firewall para bloquear as comunicações de um determinado endereço IP. Outra das formas é usando o poderoso serviço Fail2Ban.
 
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Grande bola de fogo sobre o Reino Unido marca um final dramático para 2017


Huge fireball over UK marks dramatic end to 2017 (VIDEOS) 

Enquanto os residentes em todo o Reino Unido estavam terminando os preparativos de última hora para as suas celebrações de Ano Novo, muitos foram surpreendidos com uma exibição espectacular de pirotecnia extraterrestre para terminar 2017 com estilo.

Pelo menos 679 relatórios foram reportados à Organização Internacional dos Meteoros durante a noite sobre o estranho visitante esmeralda,na Inglaterra e na Escócia.

O objecto apareceu sobre o céu britânico aproximadamente às 5:33 da hora local, em 31 de dezembro de 2017, informou o UK Meteor Network .

"A UKMON recebeu mais de 570 relatórios. Muitos observadores relataram cor verde e fragmentação no final. O meteoro aparentemente estava se movendo devagar.

A Organização Internacional de Meteoros arruinou toda a diversão festiva e especulação sobre visitantes estrangeiros, confirmando que o objecto era de facto um meteoro que se dividia em dois ao entrar na atmosfera terrestre. A chuva anual de meteoros quadrantides ainda está em curso, que vai de 22 de dezembro a 17 de janeiro.








Fonte: RT

A famosa clarividente que previu o 11 de setembro, o EI e o Brexit o que nos espera em 2018


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Para o ano que acabou de começar, Baba Vanga prevê dois grandes eventos que mudariam o mundo.

Baba Vanga, vidente cega de origem búlgara, que, segundo muitos simpatizantes das teorias da conspiração, previu o 11 de setembro, a ascensão do grupo terrorista, o Estado islâmico , o Brexit e outros eventos globais e desastres naturais, também fizeram previsões de dois eventos de extrema importância para o ano que acaba de começar, informa o jornal britânico The Sun.

O chamado "Nostradamus dos Balcãs", que morreu em 1996 aos 85 anos, deixou um legado de previsões até o segundo século, quando acreditava que o mundo acabaria.

Em relação ao ano de 2018, a primeira previsão de Vanga diz que a China se tornará a próxima superpotência do mundo, removendo os EUA desse papel. 
 
Essa previsão poderia ser cumprida?


Quanto ao aumento do gigante asiático, o vidente cega pode ter tido razão, já que a economia chinesa vem se expandindo constantemente nos últimos anos.

Por exemplo, em 1970, a China representava apenas 4,1% da economia mundial, mas em 2015 já era de 14,8% e essa percentagem continua a aumentar dia a dia. No momento, não ultrapassou os EUA, mas não poderia estar longe disso.

De acordo com os dados do Banco Mundial, em 2016 a economia chinesa acabou por crescer mais rapidamente: aumentou 6,7%. Durante o mesmo período, a economia dos EUA cresceu apenas 1,6%. Por esta razão, a instituição financeira acredita que, no futuro, os EUA cairá do primeiro lugar.

Por outro lado, de acordo com a previsão da PWC, uma das maiores empresas de consultoria do mundo, a China ocupará o primeiro lugar como a maior economia do mundo, isso acontecerá não em 2018, mas até 2050.

O segundo lugar no ranking da PWC é ocupado pela Índia, enquanto os EUA. Está em terceiro lugar.

Segunda previsão


Outra das pretensas profecias desta visionária búlgara aponta que a humanidade descobrirá uma nova forma de energia em Vénus.

Em relação a esta profecia, Paul Byrne, geólogo planetário da Universidade Estadual da Carolina do Norte que estuda a superfície de Vénus, disse que a superfície de Vénus é muito difícil de explorar, uma vez que as nuvens de dióxido O carbono da sua atmosfera bloqueia a maioria das ferramentas padrão.

Por esta razão, a humanidade não conhece muito sobre a superfície de Vénus nem sobre as formas de energia que poderia conter. Para entender o que está acontecendo na sua superfície, seria necessário examinar uma amostra em laboratórios terrestres, no entanto, isso não acontecerá nos próximos tempos, disse o cientista.
 
Fonte: RT


A NASA reinventou a roda

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O Glenn Research Center, da agência espacial norte-americana NASA, anunciou a criação de um pneu praticamente indestrutível. É feito de uma liga de titânio e níquel, e tem memória.
 
O novo pneu superelástico da NASA é tão revolucionário, que os seus criadores já lhe chamaram a “reinvenção da roda“. Após anos de testes, que incluíram a recente visita de um carro-robô a Marte, o Superelastic Tire foi finalmente apresentado .

Desde meados da década passada que uma equipa de investigadores da NASA, sob o comando do engenheiro Vivake Asnani, trabalham numa roda de grande durabilidade que os veículos das missões espaciais possam usar.

Com esta “nova” roda, acabou definitivamente o uso da borracha e de uma câmara de ar como nos pneus clássicos que conhecemos. Em compensação, a malha deste material é extremamente resistente, com uma grande capacidade de adaptação a diferentes terrenos e, principalmente, um grande durabilidade.

“O resultado é um pneu que pode suportar uma deformação excessiva sem danos permanentes”, explica um porta-voz do Glenn Research Center ao apresentar a invenção. 

Roda em qualquer terreno

A principal característica do Superelastic Tire é a “memória de formato” da malha metálica, que permite uma adaptação a qualquer tipo de terreno e um posterior retorno ao estado original. É o primeiro pneu verdadeiramente resiliente ao terreno.

Os testes mostraram que a nova roda pode passar por cima de grandes rochas na estrada, ou num terreno muito arenoso, sem perder tracção. “Estas ligas com memória de formato são capazes de sofrer uma deformação reversível de até 10%”, dizem os cientistas. Outros materiais têm uma capacidade de deformação de 0,3 a 0,5%

Além disso, o novo produto promete uma melhoria na capacidade de carga de um veículo, e torna também o eixo das rodas mais leve – o que diminui o peso do automóvel, permitindo uma maior economia de combustível.

Até agora, não há estimativa de quanto poderá custar o novo pneu, pois o protótipo requer adaptações aos veículos existentes. Mas os cientistas consideram que a nova invenção é “uma alternativa viável” aos pneus que usamos – há mais de um século.

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