sábado, 27 de janeiro de 2018

O que aconteceria se a Terra fosse plana?


–Bem-vindos a 2018. A Terra voltou a completar uma volta ao Sol. Mas não tão depressa. Se concorda com a ideia de uma Terra plana, então acreditará que tal não aconteceu, porque o Sol gira num círculo à volta do céu.

Os humanos sabem há muito tempo que o planeta é redondo, mas a crença numa Terra plana recusa-se a morrer. Há até uma organização dedicada a este tema. Vamos examinar, então, como os princípios bem conhecidos da física e da ciência funcionariam (ou não) numa Terra plana.

A Gravidade Falha

Em primeiro lugar, um planeta com a forma de uma panqueca não teria gravidade. “Não está claro como é que a gravidade funcionaria neste mundo”, afirma James Davis, geofísico do Observatório Lamont-Doherty da Universidade de Columbia. Isto é muito importante, já que a gravidade explica uma ampla gama de observações terrestres e cósmicas. A mesma força mensurável que faz com que uma maçã caia de uma árvore também faz com que a Lua orbite a Terra e que todos os planetas orbitem o Sol.

As pessoas que acreditam numa Terra plana assumem que a gravidade puxaria para baixo, mas não há evidências que sugerem que isso funcionasse assim. O que sabemos sobre a gravidade sugere que puxaria para o centro do disco.

Isto significa que só puxaria para baixo num ponto – no centro do disco. À medida que nos afastamos do centro, a gravidade puxaria cada vez mais horizontalmente. Isto teria alguns impactos estranhos, como: “chupava” toda a água para o centro do mundo e faria com que as árvores e as plantas crescessem diagonalmente, pois desenvolvem-se na direção oposta à atração da gravidade.

Problemas Solares

Depois temos o Sol. No modelo cientificamente suportado do Sistema Solar, a Terra gira em torno do Sol porque este último astro é muito mais massivo e tem mais gravidade. No entanto, a Terra não cai para o Sol porque viaja numa órbita. Por outras palavras, a gravidade do Sol não está a agir sozinha.

O planeta também viaja numa direção perpendicular ao puxo gravitacional da estrela; se fosse possível desligar essa gravidade, a Terra seria disparada em linha reta e sairia do Sistema Solar. Ao invés, o momento linear e a gravidade do Sol combinam-se, resultando numa órbita quási-circular em redor do Sol.

O modelo da Terra plana coloca o nosso planeta no centro do Universo, mas não sugere que o Sol orbita a Terra. Em vez disso, o Sol circula no topo do mundo como um carrossel, iluminando e aquecendo-nos como um candeeiro de mesa. Sem o momento linear e perpendicular que ajuda a gerar uma órbita, não está claro que força manteria o Sol e a Lua a pairar sobre a Terra, em vez de bater nela.

Da mesma forma, num mundo plano, os satélites provavelmente não seriam possíveis. Como é que orbitariam um plano? “Existem inúmeros satélites dos quais a sociedade depende que simplesmente não funcionariam,” explica Davis. Por esta razão, acrescenta, “não consigo perceber como é que o sistema GPS funcionaria numa Terra plana.”

Se o Sol e a Lua apenas se deslocassem num dos lados da Terra plana, presumivelmente podia haver uma precessão de dias e noites. Mas tal não explicaria as estações, os eclipses e muitos outros fenómenos.

O Sol também, presumivelmente, teria que ser mais pequeno que a Terra, de modo a não queimar ou colidir com o nosso planeta ou com a Lua. No entanto, nós sabemos que o Sol tem um diâmetro mais de 100 vezes superior ao da Terra.

Removendo o Céu e a Terra

Nas profundezas do interior terrestre, o núcleo sólido gera o campo magnético do planeta. Mas num planeta plano, isso teria que ser substituído por outra coisa. Talvez uma folha plana de metal líquido. Tal, no entanto, não giraria de forma a produzir um campo magnético. Sem um campo magnético, as partículas carregadas do Sol fritariam o planeta. Podem destruir a atmosfera, como aconteceu com Marte depois de perder o seu campo magnético, e o ar e os oceanos escapariam para o espaço.

O movimento das placas tectónicas e a sismicidade dependem de uma Terra redonda, porque somente numa esfera todas as placas encaixam de maneira sensata, realça Davis.

Os movimentos das placas num lado da Terra afetam os movimentos no outro. As áreas da Terra que fabricam crosta, como por exemplo a dorsal mesoatlântica, são contrabalançadas por locais que consomem crosta, como por exemplos as zonas de subducção.

Numa Terra plana, nada disto pode ser explicado adequadamente. Teria também que haver uma explicação para o que acontece às placas na orla do mundo. Pode-se imaginar que caem, mas isso provavelmente prejudicaria a proposta “parede” que impede as pessoas de caírem do mundo em forma de disco.

Talvez uma das estranhezas mais flagrantes é que o mapa proposto da Terra plana é totalmente diferente. Coloca o Ártico no centro enquanto a Antártica forma uma “parede de gelo” em redor da borda.

Nesse mundo, as viagens seriam muito diferentes. Voar da Austrália até certas partes da Antártica, por exemplo, levaria muito tempo – teríamos que viajar por cima do Ártico e de ambas as Américas para lá chegar. Além disso, certas façanhas do mundo real, como percorrer a Antártica (o que já foi feito muitas vezes), seriam impossíveis.

Esbatendo no Chão

Contrariamente à crença popular, é um equívoco pensar que muitas sociedades de pessoas sérias e educadas realmente alguma vez acreditaram na ideia da Terra plana.

“Com extraordinárias exceções, nenhuma pessoa educada na história da civilização ocidental, a partir do século III AC em diante, acreditava que a Terra era plana,” comentou o historiador Jeffrey Burton Russell em 1997. “Uma Terra redonda aparece, pelo menos, tão cedo quanto o século VI AC com Pitágoras, que foi seguido por Aristóteles, Euclides e Aristarco, entre outros, na observação de que a Terra era uma esfera.”

Como escreveu o cientista e autor Stephen Jay Gould, a ideia de que muitas pessoas – incluindo espanhóis e Cristóvão Colombo – acreditavam que a Terra era plana foi inventada em grande parte por escritores no século XIX como Washington Irvin, Jean Letronne e outros.

Letronne era um “académico de fortes preconceitos antirreligiosos… que inteligentemente se baseou em ambos para deturpar os líderes da Igreja e os seus sucessores medievais como acreditando numa Terra plana,” observou Russell.

De qualquer forma, embora seja divertido imaginar cenários contrafatuais, a ciência avança com o desenvolvimento de teorias científicas para explicar observações. No que toca a estas teorias, quanto mais simples, melhor, diz Davis.

A noção de uma Terra plana, no entanto, começa claramente com a ideia de que o planeta é plano e, em seguida, tenta torcer outras observações para seu benefício. Podemos encontrar explicações estranhas para fenómenos individuais sob este quadro, realça Davis, mas “desmoronam-se muito rapidamente.”

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Realidade aumentada ajuda médicos a 'ver' o que tem por baixo da pele

A tecnologia ProjectDR permite aos médicos projetar varreduras médicas complexas, como tomografias, para fora do corpo de um paciente.

O projeto está a ser desenvolvido por dois estudantes da Universidade de Alberta, no Canadá.

Um projeto a ser desenvolvido por dois estudantes da Universidade de Alberta, no Canadá, poderá ajudar médicos a realizarem consultas e exames mais precisos de forma mais rápida. O projeto dá pelo nome de ProjectDR e faz uso de realidade aumentada (AR) para permitir ‘ver’ o que os pacientes têm por baixo da pele.

Naturalmente, o software não é capaz de realmente ver o que está por baixo da pele dos pacientes, fazendo apenas uso dos mais variados exames para projetar a localização dos ossos e dos corpos na pele. A ideia é ajudar os médicos a realizar exames mais precisos de forma mais rápida, assim como estudantes a treinar para cirurgia.

Diz o CBC News que a ideia dos dois estudantes é continuar a desenvolver o ProjectDR para que este tenha ainda mais funcionalidades no futuro, nomeadamente calibração automática e até medição automática da profundidade dos órgãos internos.

Acima pode ver um vídeo demonstrativo desta tecnologia.


Fonte: NM

Céu do fim de janeiro vai contar com trio de fenómenos lunares


Uma Super Lua, uma Lua Azul e um eclipse é o combo de fenómenos lunares que vão marcar o último dia do primeiro mês de 2018. Algo parecido só daqui a 150 anos.

Depois de entrarmos num novo ano com a Lua em tamanho XL, vai haver uma segunda (e última) Super Lua em 2018. A 30 de janeiro, o único satélite natural da Terra vai atingir o perigeu, o ponto da sua órbita mais próximo do nosso planeta, tornando-a maior e mais brilhante aos nossos olhos.

No dia seguinte, vai também ter lugar outro fenómeno raro em que a fase da Lua Cheia ocorre duas vezes no mesmo mês: a Lua Azul.

E, se este já não é um acontecimento muito comum, tendo o último ocorrido em julho de 2015, este ano vai ter direito a uma dose dupla, porque já em março vai haver mais uma Lua Azul.

Esta Lua Azul chega precisamente no mesmo dia de um eclipse lunar, originando a chamada Lua de Sangue. A cor avermelhada do satélite acontece porque a Lua deixa de refletir a luz do Sol e apenas reflete a luz filtrada pela atmosfera do planeta Terra que está pelo meio.

O eclipse só vai ser visível a partir do oeste da América do Sul, América do Norte, Ásia, Austrália, Médio Oriente, África Oriental, Europa Oriental, Oceano Pacífico e Oceano Índico.


Em Portugal, dos três fenómenos só não vai ser possível ver o eclipse porque a Lua entra na penumbra às 10:49 do dia 31 de janeiro e sai às 16:10, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa.

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Vírus da gripe modificado inibe desenvolvimento do cancro do pâncreas

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"Mostrámos pela primeira vez que os cancros pancreáticos podem ser combatidos especificamente com uma forma modificada do vírus da gripe comum", afirmou a primeira autora do estudo

Um vírus da gripe foi modificado por cientistas no Reino Unido para inibir o desenvolvimento do cancro do pâncreas, de acordo com um estudo da Universidade Queen Mary, de Londres.

A nova técnica tem potencial para ser usada no tratamento de doentes com esta forma agressiva de cancro, considera a equipa liderada por Gunnel Halldén acerca da investigação relatada no boletim Molecular Cancer Therapeutics.

"Mostrámos pela primeira vez que os cancros pancreáticos podem ser combatidos especificamente com uma forma modificada do vírus da gripe comum", afirmou a primeira autora do estudo, Stella Man.

Os investigadores modificaram o vírus para este infetar e matar células cancerosas sem causar danos colaterais no tecido saudável, e conseguiram criar um método para o libertar na corrente sanguínea e atacar células de tumores em outras partes do corpo.

Se conseguirmos confirmar estes resultados em testes clínicos com humanos, este poderá ser um novo tratamento promissor para os doentes de cancro do pâncreas, combinado com a quimioterapia existente para destruir células cancerosas persistentes

O cancro do pâncreas desenvolve-se rapidamente, costuma ser diagnosticado demasiado tarde e é resistente às terapias atuais, pelo que a sua taxa de mortalidade é alta.

O vírus da gripe é modificado para conter na sua camada exterior uma proteína suplementar que reconhece e se liga a moléculas específicas presentes no cancro do pâncreas.

Quando entra na célula cancerosa, o vírus replica-se tantas vezes que acaba por rebentar a célula, destruindo-a. Essas réplicas do vírus espalham-se na área circundante e repetem o processo em outras células doentes.

Este processo foi testado em células humanas de cancro pancreático enxertadas em ratos, conseguindo inibir o espalhar da doença

Gunnel Halldén indicou que a equipa está "à procura de novo financiamento para progredir para testes clínicos num prazo de dois anos".

"Assim que conseguirmos esse financiamento, demorará cerca de cinco anos a determinar se o tratamento é seguro e eficaz", acrescentou.

Fonte: DN

Japoneses querem ir à Lua


Apesar da Google ter cancelado um prémio de €24 milhões para quem fosse à Lua até março de 2018, os nipónicos vão continuar

A empresa japonesa Hakuto Team não vai desistir de alunar. Mesmo depois de, na segunda-feira, 22, a Google ter anunciado que não iria mais protelar o prazo do Google Lunar XPRIZE, criado há 10 anos, para premiar com cerca de €24, 1 milhões (30 milhões de dólares) a primeira empresa privada que aterrasse na Lua.

A Hakuto foi a empresa que conseguiu o maior financiamento de todas as que se apresentaram ao concurso, €72,7 milhões. No total foram arrecadados cerca de €240 milhões pelos vários competidores.

O líder do projeto japonês, Takeshi Hakamada, disse que seria “impossível cumprir o prazo” dado pela Google, que era 31 de março, “para pôr o seu veículo na Lua”.

A equipa da Hakuto, que é formada por investigadores universitários e start-ups da indústria espacial, previa lançar o carro lunar através de um foguetão usado por uma equipa rival da Índia, mas foram informados este mês pelos indianos que não seria possível disponibilizar nenhum dentro do prazo.

Veja o vídeo do carro lunar que está a ser desenvolvido pela Hakuto Team.


Fonte: Visão

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Instale o elementary OS: Um substituto do Windows e do OSX


O elementary OS é uma distribuição baseada no Ubuntu e direcionada para desktops. Esta distribuição tem um fantástico look and feel, garante um bom desempenho e é bastante estável.

Hoje vamos ensinar como podem instalar a última versão desta distribuição no VirtualBox.

Para a elaboração deste tutorial criarmos uma máquina Virtual recorrendo ao VirtualBox com as seguintes configurações:
  • Disco: 15 GB
  • Memória RAM:2 GB

Passo 1 – Depois da máquina virtual arrancar com o elementary OS, devem carregar em Instalar o Elementary para dar inicio à instalação do sistema no disco.


Passo 2 – Nesta fase são fornecidas algumas indicações a nível de requisitos para instalação do elementary OS e é dada a possibilidade ao utilizador de indicar se pretende instalar algum software adicional para suporte a alguns formatos populares (ex. MP3, flash, MPEG, etc).


Passo 3 – Particionamento do Disco. Para quem pretender definir partições, poderá ver aqui como fazer. Para este exemplo, definimos a opção Apagar disco e instalar o elementary que irá proceder a formatação de todo o disco e instalação do elementary OS.

Atenção:Ao escolher esta opção, toda a informação do disco será apagada. Caso pretenda usar uma determinada partição, deverá escolher a opção Mais uma coisa.


Passo 4 – Vamos agora definir o nosso fuso horário


Passo 5 – Indicamos agora o layout do nosso teclado.


Passo 6 – Neste passo criamos o primeiro utilizador assim com a respetiva password. Definimos também qual o nome da máquina.


…início do processo de copia de ficheiros (no meu caso demorou cerca de 20 minutos)


Depois de instalado é só reiniciar.


Depois de reiniciar, basta introduzir as credenciais para autenticação definidas no passo 6.


Agora é só usar e explorar!


O elementary OS vem com uma seleção cuidadosa de aplicações que atendem a todas as necessidades do dia-a-dia. Destaque ainda para para a AppCenter que disponibiliza várias aplicações Código Aberto para o elementary OS.


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O Facebook inventou uma unidade de tempo completamente nova


O Facebook inventou uma nova unidade de tempo: o “flick”, equivalente a precisamente um 705,600,000 de um segundo. Ou seja, maior que um nano segundo e menor que um micro segundo.

Flick é o diminutivo de “frame tick”, escreve o inventor original Christopher Horvath no GitHub.

Para compreender a razão pela qual o facebook precisa de uma nova unidade do tempo, é necessário recuar até à subsidiária da rede social Oculus VR e a sua maior aposta na realidade virtual. E para Horvath, anteriormente do mundo cinematográfico em empresas como a Pixar, Weta Digital e Industrial Light & Magic, este parece ter sido um projeto de paixão.

No cinema, vídeo jogos e qualquer outro meio visual que se baseie em ecrãs, os criadores têm que pensar em segundos divididos. A maioria dos filmes, por exemplo, é filmada em 24 frames por segundo, o que significa que o filme exibe 24 imagens paradas a cada segundo para dar a ilusão de movimento.

O problema, conforme descrito por Horvath, é que a matemática fica confusa quando se tenta trabalhar num frame de cada vez. A 24 frames por segundo (FPS) cada frame dura aproximadamente .04166666667 segundos ou 41666666.669 nano segundos.

Os números não são elegantes com as repetidas casas decimais. Isso pode dificultar a vida de programadores e artistas que estão a tentar trabalhar com precisão a estas escalas.

E é aí que entra o flick do Facebook, que consegue representarr um frame num único e “bonito” número em toda uma variedade de frames. Por exemplo, os 24 FPS da maioria dos filmes transforma-se em 29,400,000 flicks.

Aos 60 FPS, visto como um framerate desejável para jogos de vídeo cheios de ação, cada frame é de 11.760.000 flicks. É um número limpo que pode ser facilmente dividido ou somado, sem a preocupação dos pontos decimais.

O Facebook lançou a documentação para a criação e uso de filmes como fonte aberta, o que significa que qualquer pessoa pode transferi-lo e adicionar apoio para a unidade no seu próprio software.

Isso, por sua vez, significa que os filmes podem tornar-se uma unidade de tempo padrão.

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Os americanos estiveram na Lua? Os chineses encontram a prova definitiva

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Embora a mesma tecnologia já tenha sido usada noutros países, é a primeira experiência desse tipo na China.

Cientistas chineses usaram um sistema laser LLR sofisticado (Lunar Laser Ranging) para rebocar a luz de um retrorreflector colocado na Lua pela missão americana Apollo 15 e, assim, medir a distância entre a Terra e seu satélite, informou a mídia local. 

O retrorreflector de Apollo 15 foi colocado na Lua pelo astronauta David Scott em 31 de julho de 1971, que agora serve como prova da passagem dos americanos pelo satélite natural da Terra. 

Embora a tecnologia LLR já tenha sido usada com sucesso nos EUA, na França e na Itália, para a China é a primeira experiência deste tipo. O teste foi conduzido por um grupo de astrónomos dos observadores de Yunnan da Academia Chinesa de Ciências. 

De acordo com os cientistas, a distância entre o retrorreflector na região Hadley-Apeninos da Lua e o Observatório de Yunnan foi de 385,823,433 a 387,119,600 quilômetros de 21:25 a 22:31 hora de Pequim em 22 de janeiro. 

"Num futuro próximo, a China colocará seu próprio retrorreflector na Lua, o que aumentará o desenvolvimento da tecnologia LLR na China", disse Li Yuqiang, pesquisador dos Observatórios de Yunnan.

Durante muito tempo, houve a teoria da "Conspiração Lunar" de acordo com a qual os americanos nunca aterraram na Lua e tudo foi um engano, já que a NASA não tinha tecnologia suficiente para levar o homem ao satélite.

Fonte: RT

Cientistas descobrem nova técnica para encontrar extraterrestres

Cientistas descobrem nova técnica para encontrar extraterrestres

A nova abordagem pode identifica novas formas de vida que podem ter sido ignoradas até aqui.

As agências espaciais, incluindo a NASA, têm lançado ativamente novas ferramentas para estudar o universo. Nesse sentido, os cientistas propuseram agora uma nova forma de tentar encontrar formas de vida extraterrestre.

Até agora tinham tentado procurar oxigénio na atmosfera, mas podem ter estado a esquecer-se de outras provas que podem indicar sinais de vida.

"A ideia de procurar atmosferas com oxigénio como forma de detetar vida já existe há algum tempo. E é uma boa estratégia, é muito difícil fazer oxigénio sem vida", explicou Joshua Krissansen-Totton, o autor do estudo, citado pelo Independent.

Para a pesquisa, os cientistas olharam para a história da vida na Terra e os tipos de gases que existiam na altura. Descobriram que o planeta tinha uma mistura complexa de diferentes gases, que não apenas oxigénio e que olhar para esse cocktail podia ser muito mais fiável como sinal de vida num planeta.

"Precisamos de procurar por metano e dióxido de carbono em abundância num mundo que tenha água líquida na sua superfície e que tenha ausência de monóxido de carbono", revelou.

O estudo demonstra que a combinação pode ser um sinal forte da existência de vida nesse planeta. "A parte mais entusiasmante é que isto é fazível e pode levar à descoberta histórica de uma biosfera extraterrestre num futuro próximo".

Um acontecimento, como uma erupção vulcânica, pode gerar metano, dióxido de carbono e monóxido de carbono, mas o monóxido seria comido pelos microrganismos a viver nesses planetas. Dessa forma, explicam, que caso o planeta tenha os dois, mas não os três gases, é uma boa pista para descobrir vida extraterrestre.

Fonte: NM

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Nasceram os primeiros macacos clonados como a ovelha Dolly

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Estes não são os primeiros macacos clonados. O primeiro foi Tetra, de outra espécie, que nasceu em 1999 através de outro método, considerado mais simples

Os primeiros macacos clonados com o mesmo método da ovelha Dolly nasceram na China, divulgou hoje a revista científica Cell.

Zhong Zhong e Hua Hua, que nasceram há oito e seis meses, respetivamente, são macacos de longa cauda geneticamente iguais e, segundo os cientistas que os clonaram, estão a crescer normalmente.

Os primatas foram clonados através da transferência nuclear de células somáticas, o método utilizado com a ovelha Dolly, que, em 1996, se tornou o primeiro mamífero a ser clonado com sucesso a partir do material genético (ADN) de uma ovelha adulta.

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A experiência com os macacos foi feita no Instituto de Neurociências da Academia Chinesa de Ciências, em Xangai, que promete mais primatas clonados para breve.

A transferência nuclear de células somáticas é uma técnica que permite criar um organismo geneticamente idêntico, ao gerar um óvulo, cujo núcleo foi previamente removido, com o núcleo de uma célula diferenciadora de um dador.

O óvulo (célula reprodutora feminina) com novo material genético é fertilizado e reimplantado no útero do animal dador, neste caso o de uma fêmea de macaco.

Ao contrário da ovelha Dolly, que foi clonada a partir do ADN de células diferenciadoras de uma ovelha adulta, os macacos Zhong Zhong e Hua Hua resultaram de uma célula diferenciadora em estado embrionário, o fibroblasto, que existe no tecido conjuntivo.

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Na experiência foram também usadas células adultas, mas os macacos clonados só sobreviveram algumas horas após o nascimento.

Justificando os benefícios do trabalho executado, os autores do artigo publicado na Cell sustentam que a criação de cópias genéticas de macacos poderá servir como modelo para estudar doenças genéticas ou imunitárias, cancro e distúrbios metabólicos e testar a eficácia de medicamentos para estas patologias antes do seu uso clínico.

Zhong Zhong e Hua Hua não são os primeiros macacos clonados. O primeiro foi o Tetra, de outra espécie, que nasceu em 1999 por um método mais simples, o da divisão embrionária.

Fonte: DN
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