sexta-feira, 2 de março de 2018

Descoberta nova espécie de urso-d’água ainda mais estranha do que o habitual


Vivia num parque de estacionamento de um edifício de apartamentos, no Japão, uma nova espécie de tardigrada – estranhos animais microscópicos mais conhecidos como ursos-d’água.

Este novo tardigrada foi baptizado Macrobiotus shonaicus e constitui a 168ª espécie destes micro-animais já descoberta no Japão, revelam os investigadores responsáveis pela descoberta no artigo científico publicado esta quarta-feira no PLOS ONE.

Os ursos-d’água são extremamente robustos, capazes de sobreviver nas mais adversas condições, incluindo sob temperaturas negativas de 200ºC, ou positivas de 149ºC, ou até em ambientes com radiação ou no vácuo do espaço, realça o Science Alert. Têm um corpo com menos de um milímetro de comprimento, oito pernas e bocas circulares que lhe dão um ar de constante surpresa.

Sendo tão minúsculos, parece espantoso que esta nova espécie tenha sido descoberta numa pequena amostra de musgo retirada do estacionamento de um apartamento em Tsuruoka, uma cidade na costa japonesa.

“A maioria das espécies tardigrada foi descrita a partir de musgo e líquenes – por isso, qualquer almofada de musgo parece ser interessante para as pessoas que trabalham com estes animais”, explica o bio-cientista da Universidade Keio, no Japão, Kazuharu Arakawa, que se dedica a estudar estes microscópicos seres, em declarações ao Live Science.

Mesmo assim, “foi bastante surpreendente encontrar uma nova espécie à volta do meu apartamento”, confessa o investigador.

As análises efectuadas em laboratório permitiram detectar a presença de 10 ursos-d’água a viverem no pequeno pedaço de musgo. Foram então divididos em cinco pares. As análises posteriores permitiram detectar num dos pares a nova espécie Macrobiotus shonaicus.

“Ovos esparguete”

Estes ursos-d’água têm entre 0.318 e 0.743 milímetros, com o aspecto habitual dos tardigrada, com a boca em forma de O e três filas de dentes. Arakawa explica que podem viver em algas, um dado que o surpreende porque a maioria das espécies do género Macrobiotus é carnívora.

Os ovos são outro factor que espanta o investigador, apresentando uma superfície sólida e filamentos flexíveis, parecidos com esparguete, que sobressaem para fora. Características que “podem ajudar o ovo a aderir à superfície onde é colocado“, revela Arakawa.

Os “ovos esparguete” dos tardigrada Macrobiotus shonaicus.

Outro aspecto que intriga o cientista é o sexo deste novo tardigrada. “O M. shonaicus temdois sexos, enquanto outros tardigrada, que são cultiváveis em laboratório, têm sido, sobretudo, partenogenéticos (as fêmeas reproduzem-se sem a população masculina)”, destaca Arakawa.

Deste modo, o cientista repara que a nova espécie “é um modelo ideal para estudar a maquinaria e comportamentos sexuais reprodutivos dos tardigrada”.

Mas o aspecto mais fascinante para Arakawa é a possibilidade de poder estudar melhor a extraordinária capacidade que os ursos d´água têm de adaptação a condições adversas. Em 2017, um estudo científico apurou que os ursos d´água transformam-se em vidropara sobreviver à desidratação.

“Se se procurar uma definição de vida, vai conter, provavelmente, algo sobre reprodução e sobre a execução de reacções bioquímicas direccionadas para alcançar esse objectivo – essencialmente, a vida tem um metabolismo”, repara o investigador.

Mas no caso dos tardigrada, “podem perder toda a sua água corporal, à medida que o ambiente seca”, e, neste “estado anidro-biótico”, “não executam nenhuma bioquímica, nem têm metabolismo”, frisa Arakawa. E conseguem “voltar à vida rapidamente após a reidratação”, acrescenta, concluindo que isto “desafia a compreensão actual da vida e da morte”.

Esta nova espécie Macrobiotus shonaicus pertence ao grupo Macrobiotus hufelandi, o primeiro a ser descoberto em 1834. Começaram por ser encontrados na Alemanha e em Itália, mas, actualmente, há espécimes detectados por todo o mundo. Há mais de 1.200 espécies de tardigrada identificadas em todo o planeta. Apesar disso, estes curiosos micro-animais continuam a ser um grande mistério.

Fonte: ZAP

Viajante do tempo diz que vulcão vai destruir EUA


Homem diz que erupção em Yellowstone vai devastar o país e causar o caos durante cinco anos.

Um viajante do tempo garante ter vindo do ano 6491 para avisar a Humanidade de uma catástrofe que está prestes a acontecer. 

Segundo este homem, que se identifica como James Oliver, o vulcão de Yellowstone vai entrar em erupção algures nos próximos 200 anos, e 'matar' os EUA, que ficarão sem escapatória durante cinco anos. 

 "Vai ser uma erupção tão grande que vai devastar por completo os EUA. Mas o maior problema com a erupção é que vai produzir quantidades massivas de cinzas, que irão ficar na atmosfera e impedir o transporte aéreo", assegura Oliver. 

 "Os vossos meios de transporte mecânicos não vos permitem viajar pelo ar com tamanha cinza. Daria cabo dos motores dos vossos aparelhos, por isso viajar de avião vai deixar de ser possível assim que a erupção acontecer", continua, deixando um aviso muito claro aos norte-americanos. 

"Assim que a erupção acontecer, fujam do país o mais rapidamente possível, antes que fiquem presos", alerta, uma vez que "nada vai crescer e o país vai morrer durante cinco anos". 

O homem assegura ser uma espécie de arqueólogo de outra galáxia e estar 'preso' no ano 2018 quando voltou atrás no tempo para estudar a história e cultura humanas. 


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Asteroide passará pela Terra a uma distância mais próxima que a da Lua

assista ao asteróide ao vivo

Um asteróide entre 5,6 e 12 metros se aproximará da Terra hoje e chegará a cerca de 111,300 quilómetros, menos de um terço da distância média que separa nosso planeta da Lua; é uma aproximação em termos astronómicos "próximo", mas não há possibilidade de colisão.

O asteróide é chamado 2018 DV1 e, de acordo com dados do Jet Propulsion Laboratory da NASA, viajará a uma velocidade de cerca de 6,5 quilómetros por segundo, para chegar a sua distância mínima da superfície da Terra às 05:54 TMG.

É o décimo oitavo asteróide conhecido que voa sobre o planeta até agora este ano a menos de uma distância lunar (uma distância lunar – entre a Terra e a Lua – é equivalente a cerca de 385 000 quilómetros), e é o sexto mais próximo, de acordo com as mesmas fontes.

É classificado como NEO, objectos próximos à Terra (Near Earth Object); eles são considerados NEO se, em sua órbita ao redor do Sol, ele passa a menos de 50 milhões de quilómetros da Terra – isso corresponde a um terço da distância da Terra ao Sol.

Dos mais de 600 mil asteróides de aqueles que são registados em nosso Sistema Solar, cerca de 12.000 são catalogados como NEO.

A abordagem deste corpo rochoso é fundamental para o seu estudo: servirá acima de tudo para confirmar dados de massa e tamanho, e para descobrir a sua densidade, a partir de de dados de rotação.

Telescópios de diferentes partes do mundo poderão observá-lo e monitorizá-lo e, a partir de casa, será possível "perseguir" através da internet, graças a um acordo entre o projecto "O projecto de telescópio virtual 2.0" e o Observatório Tenagra no Arizona (EUA)

O asteóide 2018 DV1 foi descoberto pelo Mount Lemmon Survey localizado no Arizona.


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quinta-feira, 1 de março de 2018

Nibiru a caminho da Terra'

Resultado de imagem para Shocking video ‘shows Nibiru heading to Earth’ — leaving viewers PETRIFIED
A filmagem parece mostrar um objecto ao lado do sol

Surpreendente video mostra aparentemente o misterioso Planeta X a caminho da Terra.

No clipe, o narrador explica como ele usou um drone equipado com lente polarizada para descobrir o fenómeno.

A câmara gira em volta e vemos o sol brilhando ao longe.

Mas à medida que o filtro escurece, outros dois objetos aparecem ao lado.

O narrador informa-nos que um deles é o Nibiru e está aproximando-se, ao lado de outro planeta desconhecido.

O cataclismo de Nibiru é dito ser com um futuro encontro desastroso entre a Terra e um grande planeta desconhecido - o que muitos acreditam que ocorrerá no início do século XXI.

Os crentes no evento do fim dos tempos geralmente referem-se ao objecto envolvido como Planeta X ou Nibiru.

O homem atrás da câmara explica como não pode ser um lense flare, pois não muda quando a câmara se move.

A filmagem impressionante foi captada no Colorado, EUA, a 21 de abril de 2017, mas acabou de ser divulgado depois de ser postado on-line.

Foi carregado no canal do YouTube que é impossível e, posteriormente, compartilhado hoje no site Disclose.tv.

Durante este tempo, o vídeo foi visualizado mais de 42 mil vezes.

E os espectadores estão maravilhados.

Um comentário dizia: "Esta filmagem realmente chamou minha atenção. Eles devem estar aproximando-se.

E outro simplesmente: "Uau incrível, mas aterrorizante".

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Fonte do video: Youtube

Motor de um Boeing 737 com mais de 100 passageiros explode em pleno voo

INQUIETANT VIDEO: Motor de um Boeing 737 com mais de 100 passageiros explode no meio do vôo

A aeronave que fazia a rota entre as cidades dos EUA de Salt Lake City e Los Angeles.

Um dos motores de uma aeronave da empresa americana Southwest Airlines pegou fogo no ar logo após a descolagem, assim a aeronave teve de regressar ao aeroporto de partida.

O incidente ocorreu na segunda-feira, quando um Boeing 737-700 saiu do aeroporto de Salt Lake City com 110 pessoas a bordo, com destino a Los Angeles. Mas alguns minutos após o voo ter começado, um dos motores explodiu .

A tripulação decidiu voltar ao aeroporto de partida numa emergência e pousou sem incidentes. 

A explosão no motor, que foi captada em vídeo pelos passageiros e também do exterior, não causou danos e nenhum ocupante ficou ferido.


Fonte: RT

Cientistas detetam vestígios da primeira luz do Universo

Cientistas detetam vestígios da primeira luz do Universo

Encontraram o "rasto" deixado pela radiação de fundo no hidrogénio.

Os cientistas acreditam ter encontrado vestígios da primeira luz do Universo, que imaginam ter tido origem nas primeiras estrelas formadas depois do Big Bang, há mil milhões de anos.

Um novo estudo, publicado na revista Nature, refere que os investigadores encontraram o vestígio, como se fosse uma "impressão digital" depois de a radiação de fundo ter ficado marcada no hidrogénio.

"É a primeira vez que vemos algum sinal tão antigo no Universo, à parte da luminosidade pós-Big Bang", explicou uma das astrónomas, Judd Bowman à CNN.

Depois do Big Bang, os físicos acreditaram que durante 180 milhões de anos tinha existido apenas escuridão no Universo, um período conhecido como "idade negra" cósmica.

Conforme o Universo expandiu, uma "sopa" de plasma ionizado criado pelo Big Bang começou lentamente a arrefecer e a formar átomos de hidrogénio neutrais. Eventualmente estes começaram a ser puxados uns para os outros pela gravidade e incendiaram para formar estrelas.

A nova descoberta é o mais próximo que os cientistas já tiveram de observar o momento do 'amanhecer cósmico', a altura em que as primeiras estrelas foram criadas.

"É muito entusiasmante ver as nossas pequenas estrelas a nascer", disse outro astrónomo, acrescentando que "não é possível ver as estrelas mesmo, mas vemos o efeito que deixaram no gás à sua volta".

A equipa responsável pelo estudo tem trabalhado para detetar sinais do género há 12 anos. Ainda é necessário trabalho adicional para confirmar o que encontraram, mas a equipa considera que de qualquer forma esta descoberta já foi um marco histórico.

Fonte: NM

Cientistas descobrem dois vírus tão grandes que desafiam o conceito de “vírus”


As descobertas feitas no Brasil podem revolucionar a ideia que os cientistas tinham até agora sobre este tipo de micro-organismos.

Um grupo de investigadores franceses anunciou a descoberta de dois vírus desconhecidos no Brasil que, pela sua complexidade genética e tamanho, desafiam a ideia atual que a ciência tem sobre este tipo de micro-organismos.

As duas novas estirpes aquáticas foram batizadas de Tupanvirus, em homenagem ao deus do trono Tupã da mitologia guarani, depois de terem sido encontradas num lago de águas alcalinas e no oceano profundo.

Estes vírus não são apenas os maiores que já foram encontrados, mas também os que produzem a maior quantidade de proteína de todos os descobertos até à data.

As estirpes de Tupanvirus podem alcançar até 2,3 micrometros de comprimento, dispõem de 1,5 milhões de pares de ADN e são capazes de sintetizar até 1.425 tipos de proteínas.

Os dois vírus gigantes pertencem à família dos Mimiviridae. Até agora, os cientistas acreditavam que os exemplares desta família não eram capazes de sintetizar proteínas e, assim, produzir a sua própria energia.

Mas a complexidade genética dos Tupanvirus desafiou este limite teórico, devido ao facto de ambos os organismos serem capazes de reparar, replicar, transcrever e traduzir o seu próprio ADN.

“Com a descoberta de supervírus, vimos que esses genes podem estar presentes em genomas virais”, de acordo com um dos autores do estudo – publicado na terça-feira na revista Nature Communications -, Jônatas Abrahão. “Esta característica muda a noção que tínhamos da distinção entre um vírus e organismos formados por células”.

Fonte: ZAP

Pode haver vida microbiana em lua de Saturno

Encelado

Determinados micróbios podem se desenvolver e produzir metano a partir de dióxido de carbono e hidrogénio sob as condições extrapoláveis em Encelado, a sexta maior lua de Saturno.

Na pesquisa publicada esta terça-feira na revista Nature, uma equipa da Universidade de Viena, na Áustria, sugere que uma quantidade suficiente de hidrogénio que apoie o desenvolvimento dos micróbios poderia, potencialmente, ser produzida mediante reações geoquímicas que poderiam acontecer no núcleo rochoso de Encelado.

A comunidade científica baseia-se no satélite Encelado para procurar vida extraterrestre, já que esta abriga um oceano sob a sua crosta congelada. Além disso, possui vários componentes como o metano, o dióxido de carbono, o amoníaco e o hidrogénio molecular, que podem ser produzidos ou usados por micro-organismo.

Especula-se, segundo indica a publicação científica, que os micro-organismos conhecidos como Archaea poderiam ser desenvolvidos sob as condições presumidas em Encelado, empregando dióxido de carbono e hidrogénio molecular para o crescimento, libertando metano.

Um dos autores do estudo, o Simon Rittmann, da Universidade de Viena, e uma equipa de cientistas, cultivaram três destes micro-organismos em laboratório, sob composições de gás e pressões parecidas com as atribuídas a Encelado.

Um dos micróbios, o Methanothermococcus Okinawensis, cresceu e produziu metano, inclusive na presença de componentes que inibiam o crescimento de outros Archae, como o amoníaco, o monóxido de carbono e o metanal.

Além disso, foi possível notar que a serpentinização – um processo no qual as rochas são alteradas de forma geoquímica – que possivelmente é produzida no núcleo de Encelado, poderia gerar hidrogénio suficiente para respaldar aos micróbios metanogénicos.

Estes resultados apoiam a ideia de que micro-organismos como o Archaea poderiam, em teoria, ser desenvolvidas e produzir metano em Encelado. Os especialistas também advertem que o metano também pode ser gerado por processos geoquímicos, e não biológicos.

Os autores sugerem que vale a pena investigar mais alguma marca química de produção de metano biológico e vida microbial em Encelado.

Fonte: ZAP

Conheça a maior aranha venenosa da Austrália

Aranha (imagem referencial)

O Parque Australiano de Répteis divulgou o vídeo da aranha teia-de-funil ("funnel-web spider", em inglês) de 7,8 centímetros de comprimento, informa o site News7.

Esta aranha, a maior desta espécie já encontrada, foi baptizada de Colossus devido ao seu tamanho extraordinário, comunica o News7.

O aracnídeo foi descoberto numa praia no norte de Sydney e levada para este parque, tornando-se a espécie mais notável do programa de pesquisa de aranhas venenosas.

O objectivo deste programa é proteger as pessoas das picadas destas espécies. Ninguém mais morreu da sua picada desde 1981, quando foi inventado um antídoto.


Fonte: Sputnik News

Ex-ministro da Defesa canadiano: EUA possuem tecnologia para derrubar OVNIs

OVNI

Os Estados Unidos além de trocar tecnologias com extraterrestres durante anos, também possuem tecnologia para abater OVNIs, afirma Paul Hellyer ex-ministro da Defesa canadiano e adepto de teorias da conspiração.

Os EUA desenvolveram a tecnologia capaz de destruir naves espaciais de extraterrestres, diz Hellyer, um escritor, político e conspiracionista canadiano de 94 anos.

"Realmente acredito que eles [norte-americanos] desenvolveram dois ou três tipos de armas que são capazes de incapacitar e derrubar OVNIs", declarou o político ao jornal Daily Star.

De acordo com Hellyer, os Estados Unidos têm trocado tecnologias e até concertado as tecnologias de formas de vida mais avançadas.

"Este é o principal objectivo do escudo antimíssil, são os armamentos que podem ser apontados em qualquer direcção para controlar a situação na Terra, mas também, e não menos importante, para derrubar os OVNIs", comentou o conspiracionista ao jornal.

As afirmações ganham especial notabilidade se levar em consideração o facto de Hellyer ter sido ministro da Defesa nacional do Canadá, entre 1963 e 1967, e ministro dos Transportes, entre 1967 e 1969.

Em 2014, Hellyer disse ao canal RT, que há pelo menos quatro espécies alienígenas que têm visitado a Terra há milhares de anos. Algumas delas, segundo ele, estão actualmente interagindo com militares norte-americanos na base aérea em Nevada. Segundo Hellyer, as Forças Armadas dos EUA têm trocando tecnologias com "Brancos Altos", como ele descreve os alienígenas, desde os anos 60.

O político canadiano também citou ex-militar da Força Aérea dos EUA, Charles James Hall que escreveu sobre seus supostos encontros com extraterrestres na base de Nevada. Ele teria dito a Hellyer que a base tinha um hangar para uma "nave-mãe que chegava pelo lado da montanha nas noites de lua cheia".

No entanto, apesar de ter armas capazes de derrubar OVNIs, não há necessidade de fazer isso, pois alienígenas são amigáveis e estão mais preocupados com a maneira que os humanos tratam seu planeta.

Segundo outra entrevista de Hellyer ao RT em 2013, é também possível que os EUA não tenham abatido nenhum OVNI, pois isso causaria uma "guerra interestrelar".

Fonte: Sputnik News
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