quarta-feira, 28 de março de 2018

Manuscrito mais misterioso do Mar Morto narra a partida de Noé após o dilúvio


O Museu de Israel expôs, pela primeira vez, um pergaminho com mais de 2.000 anos encontrado numa gruta em Qumrán, em 1947. É uma cópia do Génesis, escrita na primeira pessoa.

O Museu de Israel expôs, pela primeira vez, um dos mais antigo e intrigantes manuscritos bíblicos. Este é o pergaminho do primeiro de sete rolos encontrados numa gruta em Qumrán, na Cisjordânia, em 1947.

O manuscrito encontra-se numa urna coberta por um cristal, com duas camadas que permitem passar um feixe de luz entre elas por apenas 30 segundos.

O fragmento de sete rolos, agora exposto, integra os manuscritos do Mar Morto, quase mil documentos escritos em aramaico e hebraico, encontrados em onze cavernas em Qumrán, no deserto da Judeia, entre 1947 e 1956.

Neste caso, o museu está a expor o “Génesis apócrifo“, que pertence aos primeiros sete manuscritos encontrados no ano de 1947 por pastores beduínos, que os descobriram dentro de dez jarros de barro. Segundo a TVI24, venderam-nos, tendo sido comprados por investigadores judaicos.

Em 1955, o investigador James Bieberkraut trabalhou no frágil documento, escrito em aramaico, mas, ao contrário de outros documentos, este “Génesis apócrifo” está registado num pergaminho não em papiro. Além disso, as tintas usadas também são especialmente sensíveis à luz.

Adolfo Roitman, curador do Museu de Israel, refere que esta “é uma cópia muito antiga de um texto original. Os traços da escrita estão feitos com muito cuidado, sem erros, e isso, nessa época, só era possível tendo diante o texto a copiar”.

Segundo o El País, o texto data do século I antes de Cristo e contém uma versão, dos capítulos 5 ao 15, do primeiro livro do Velho Testamento, que, por sua vez, corresponde ao Génesis da Bíblia (ou, com algumas diferenças, ao Bereshit, da Torá judaica).

É por essa razão que este pergaminho é conhecido como “Génesis apócrifo”: o autor não é conhecido, a autenticidade está ainda por provar e não é reconhecido nos canônes bíblicos das Igrejas cristãs.

A história surge narrada na primeira pessoa, como se fosse o próprio Noé a contá-la. Assim, de acordo com esta narração, Deus arrependeu-se de ter criado o homem, devido à maldade que este espalhou na Terra.

É assim que surge o dilúvio, como uma tentativa de resolução do problema, em que encarregou Noé de criar uma arca, com um casal de cada espécie de animal existente. Noé cumpriu a ordem e sobreviveu ao dilúvio, tendo abandonado a arca no ano 2348 antes de Cristo.

Ao passo que no Génesis conta-se que Noé, quando se salvou, ergueu um atar em terra e sacrificou “animai puros e aves puras”, como reza o versículo 20 do capítulo 8, no “Génesis apócrifo” a versão é um pouco diferente: aqui, é o Noé que conta que ergue o altar e faz faz o sacrifício dentro da própria arca.

O curador Adolfo Roitman considera que, do ponto de vista histórico, esta versão também faz sentido, “porque se falamos da destruição que devastou a Terra, o sacrifício teria sido feito para garantir a purificação do exterior”. Esta é uma de entre outras diferenças registadas no “Génesis apócrifo”.

Fonte: ZAP

Grandes estruturas nas nuvens a 10.000 pés de altura?


A 18 de fevereiro de 2018 eu estava num voo em direcção a Fort Lauderdale, perto de Louisiana e quando sobrevoando o Golfo, vi algo interessante após uma hora e meia de voo a uma altitude de cerca de 39.000 pés.

O piloto disse-me que as nuvens abaixo de nós do avião estavam a  6 10 mil pés de altitude (1800 a 3000 metros). 

Então aqui está o que é estranho, eu vi uma espécie de grandes estruturas com antenas gigantes ou chaminés, algo grande o suficiente para fazer as nuvens parecerem uma esteira de um barco passando por elas.


No começo pensei que as estruturas fossem plataformas de petróleo, mas essas plataformas estão apenas a 60 ou 120 metros acima do nível do mar, mas eu vi as plataformas de petróleo mais adiante na minha viagem e elas eram pequenas em comparação. Então estou a rejeitar essa explicação.


Sabemos que a estrutura mais alta feita pelo homem é a torre Burj Khalifia, no Dubai, então eu pergunto-me o que eram essas estruturas extremamente altas acima do Golfo, enormes o suficiente para fazer grandes ondas nos padrões das nuvens. Caso Mufon 90956.

Vida alienígena será descoberta em 2100, diz astrónoma da NASA


O físico teórico Michio Kaku acredita que a humanidade ouvirá comunicações entre civilizações alienígenas ainda este século, e as previsões de Jill Tarter, astrónoma da NASA, casam com essa ideia. Tarter acredita que a humanidade vai confirmar a existência de vida extraterrestre até 2100.

A astrónoma Jill Tarter é conhecida pelo trabalho desenvolvido no âmbito do SETI – o programa da NASA de procura por inteligência extraterrestre, ou “Search for Extraterrestrial Intelligence” -, projeto que reúne dados recolhidos por radiotelescópios de todo o mundo com o objetivo de detetar sinais que não são emitidos naturalmente no espaço, indicando que seriam, portanto, criados por alguma civilização alienígena tecnologicamente evoluída.

O nome de Jil Tarter tornou-se mais popular fora do meio científico depois do lançamento do filme Contacto, inspirado no livro homónimo de Carl Sagan. Na trama da película, a atriz Jodie Foster interpreta uma cientista do SETI que de certa forma retrata Jill Tarter no grande ecrã, ainda que com outro nome.

No último domingo, Jill Tarter falou sobre a sua busca pelos extraterrestres num evento realizado na Flórida, Estados Unidos.

Ali, além de revelar essa previsão para o aguardado momento da descoberta de existência de vida fora da Terra através de ondas de rádio pelo SETI, a astrónoma disse que, também nas próximas décadas, a humanidade acabará por comprovar que há vida, sim,noutros lugares do espaço.

Mas, diz a astrónoma, aqui no nosso Sistema Solar não é esperada a descoberta de seres extremamente evoluídos, sendo mais provável a existência de vida microbianaem luas dos gigantes gasosos.

Tarter ressalta, também, que há mais planetas do que estrelas na Via Láctea, facto que tem vindo a ser comprovado pelas descobertas do telescópio espacial Kepler nos últimos anos.

Assim sendo, reduz-se ainda mais a ideia de que a vida se teria originado apenas no nosso planeta, reforçando o conceito de que não acreditar em inteligências extraterrestres é ir contra as probabilidades.

Jill Tarter tem na sua agenda pelo menos outras 75 palestras a respeito da procura por alienígenas de maneira científica, ajudando, ainda, a arrecadar fundos para o projeto Alien Telescope Array, atualmente em construção na Califórnia.

Também conhecido como “O telescópio de 1 hectare“, o projeto é uma criação do SETI com o Laboratório de Radioastronomia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, com a intenção de ampliar ainda mais esse tipo de procura.

Fonte: ZAP

DESCOBERTO UM NOVO ÓRGÃO DO CORPO HUMANO. CHAMA-SE INTERSTÍCIO

Descoberto um novo órgão do corpo humano. Chama-se interstício

Era até agora definido como "terceiro espaço", mas cientistas norte-americanos propõem que o interstício, formado por um espaço com fluido em circulação, se torne um órgão do corpo humano.

Um grupo de cientistas norte-americanos descobriu - em pleno século XXI - o que dizem ser um novo órgão no corpo humano.

Até agora o interstício era definido como o "terceiro espaço" – depois do sistema cardiovascular e do linfático. "Era geralmente descrito como um mero espaço entre as células, embora ocasionalmente o conceito de que havia um grande espaço intersticial já tenha sido referido. Mas as suas características anatómicas e histológicas nunca tinham sido descritas", refere Neil Theise, principal autor do estudo publicado esta semana na Scientific Reports, uma revista do grupo Nature.

Esta estrutura chamada interstício faz parte da submucosa: é um "espaço cheio de fluído e anteriormente não valorizado", explicam os investigadores, no artigo em que descrevem a anatomia e histologia deste órgão, um dos maiores do corpo humano.

O interstício reveste o tubo digestivo, os pulmões e o sistema urinário e envolve músculos e vasos sanguíneos.

"Pode ser importante nas metástases do cancro", ou seja, para compreender como a doença se espalha. "Onde se pensava que existiam densas camadas de tecido, existe o que pode ser visto como uma rede de "estradas abertas e cheias de líquido", diz Neil Theise, professor de patologia da Universidade de Nova Iorque.

Segundo os investigadores, o interstício ainda não tinha sido descrito porque são destruídos ao serem colocados nas lâminas microscópicas utilizadas para estudar as células do corpo.

Neste órgão, há um novo tipo de células: são células que juntam características dos fibroblastos (células do tecido conjuntivo), que fabricam colagénio, e das células endoteliais, que revestem o interior dos vasos sanguíneos.

Novas ténicas de imagem permitiram descobrir o órgão

Esta nova estrutura da pele foi descoberta graças à utilização de novas técnicas de observação. Uma endomicroscopia para procurar metástases no canal biliar de doentes com cancro permitiu em 2015 descobrir uma estrutura com cavidades que não existia em nenhum manual da anatomia.

Neil Theise confessa que tentou saber o que seriam essas cavidades e por isso analisou canais biliares retirados de doentes com cancro durante as operações. "Vimos algo inesperado. Uma camada intermédia do canal biliar, que se pensava que fosse um tecido conjuntivo densamente compactado e com uma parede de colagénio densa, era na verdade um espaço aberto, preenchido por fluido e sustentado por uma rede de fibras de colagénio", conta em declarações ao jornal Público.

A pouco e pouco, os cientistas analisaram outras camadas de tecidos conjuntivos, como as dos revestimentos dos órgãos viscerais ou a derme (uma camada da pele). Em todos encontraram o interstício. Nesse espaço, está o fluido extracelular, aquele que não está dentro das células.

"Aproximadamente 20% do volume do fluido do corpo, que inclui cerca de dez litros, está dentro do interstício", refere Neil Theise.

No artigo, os cientistas destacam que esta descoberta pode ser importante para o estudo das metástases de cancro ou dos mecanismos de funcionamento dos tecidos e órgãos. "Tem potencial para impulsionar grandes progressos na medicina, incluindo a possibilidade de uma amostra direta de fluido intersticial se tornar uma poderosa ferramenta de diagnóstico", acrescenta o cientista.

terça-feira, 27 de março de 2018

Facebook: Saiba tudo o que fez na maior rede social


O feed do facebook passa-nos a ideia de que tudo o que publicámos depois fica lá meio escondido e “enterrado”. Lembra-se das publicações que fez em 2009? Que fotografias publicou em 2010? E que vídeos viu em 2015?

Todas estas informações, e muitas outras, podem ser facilmente consultadas no Registo de Atividade da maior rede social do Mundo.

O Registo de Atividade tem acessível toda a informação que publicou no Facebook desde que criou o seu perfil. Para aceder ao seu registo, deverá carregar na seta que se encontra na zona posterior do lado direito e depois carregar em Registo de Atividade.



Aí, do lado direito, pode filtrar os seus conteúdos e a sua interação com a rede por ano. Do lado esquerdopode aplicar filtros ao nível das Publicações, Publicações em que o identificaram, Fotos e vídeos, Gostos e reações, Comentários, etc.


Por exemplo, se quiser aceder ao seu Histórico de Pesquisas basta que selecione tal opção do lado direito e escolha o ano do lado esquerdo.


Outra das informações “interessantes” registadas é o Histórico de localizações onde é possível saber por onde andou enquanto utilizou o Facebook.


Como pode ver do lado esquerdo, há muitas outras informações que pode consultar. Não esquecer ainda que podem fazer o download de todo o vosso perfil em https://www.facebook.com/settings, carregando em “Descarrega uma cópia dos teus dados do Facebook.”

Fonte: Pplware

Força Aérea dos EUA mostra como será a guerra do futuro

VÍDEO: Força Aérea dos EUA  mostra como a guerra do futuro será

Enxames de drones controlados por pilotos de caça e armas de interferência electrónica são algumas das tecnologias que poderão ser usados nos conflitos do futuro.

O Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos EUA publicou um vídeo em que recriaram as possíveis armas do futuro e como elas poderiam ser usadas num conflito dentro de uma década.

No vídeo, o piloto de um caça F-35A controla vários drones, que ele envia para atacar o alvo. Este conceito é a base do projecto chamado 'Loyal Wingman', que permitirá aos pilotos controlar vários drones, informa o Defense News.

No próximo episódio, o compartimento de carga de uma aeronave C-130 abre e um robô lança uma cápsula da qual centenas de pequenos drones caem. Este é o programa Gremlins, que visa criar enxames de drones que possam fornecer serviços de inteligência, vigilância e reconhecimento, entre outros.

Outro fragmento mostra a arma do Projecto Avançado de Mísseis de Micro ondas de Alta Potência com Interferência Electromagnética (CHAMP), quando sobrevoa uma cidade causando um apagão .

Finalmente, o vídeo expõe uma representação de um caça de sexta geração, também chamado de 'FX', que tem um laser poderoso o suficiente para destruir um caça inimigo.


Fonte: RT

Estrela dos ETs' volta a agir de forma estranha

Resultado de imagem para Cisne - KIC 8462852

A estrela misteriosa da constelação Cisne - KIC 8462852, cuja cintilação incomum aponta possível existência de uma civilização extraterrestre bem desenvolvida, esmoreceu fortemente e perdeu cerca de 5% de seu brilho durante a última semana, informa a astrónoma dos EUA Tabetha Boyajian.

"Temos grandes notícias por hoje — durante a última semana vivemos duas bruscas reduções do brilho da KIC 8462852. No total, elas diminuíram aproximadamente 5% do brilho da estrela, o que é um indicador recorde desde os tempos em que este astro era observado pelo telescópio Kepler. Nossas conclusões foram confirmadas pelos astrónomos do projecto AAVSO", escreve Tabetha Boyajian.

Em meados de outubro de 2015, Tabetha Boyajian, cientista da Universidade de Yale, e seus colegas comunicaram sobre flutuações incomuns do brilho da KIC 8462852, que poderiam indicar presença ao seu redor da assim chamada Esfera de Dyson, que muitos acreditam ter sido criada por uma civilização extraterrestre avançada.

Primeiro, os cientistas supuseram que tal cintilação pudesse ser resultado de um enxame de cometas que cobria sua luminosidade dos observadores na Terra, mas, em 2016, Bradley Schaefer, cientista americano, descobriu que o brilho da KIC 8462852 foi reduzido em 0,16 de magnitude, o que pôs em dúvida a primeira teoria.

Vários cépticos tentaram negar a perda do brilho da KIC 8462852, em perspectiva curta e longa, mas depois cientistas, que trabalhavam com o telescópio Kepler, bem como especialistas russos, confirmaram que o brilho desta estrela realmente foi reduzido no passado.

No último ano, o brilho da KIC 8462852 se reduziu de modo inexplicável ao menos duas vezes, em maio e outubro do ano passado. Durante observações destes "eclipses", os cientistas desvendaram algumas peculiaridades do astro e confirmar que em sua órbita realmente há algum objecto grande que encobre seu brilho, contudo, a versão que este objecto seja uma Esfera de Dyson foi excluída.

Uma nova perda de brilho da "estrela de Tabby", como espera Boyajian e seus colegas, pode lhes permitir entender como mudou o espectro deste astro durante os episódios semelhantes. A análise deste fenómeno pode ajudar os cientistas a verificar se o brilho da KIC 8462852 é encoberto por uma nuvem enorme de pó, ou se este objecto tem uma natureza mais exótica.

Fonte: Sputnik News

A NASA não consegue explicar um enorme buraco em Marte


Uma fotografia captada pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter está a intrigar os cientistas. A imagem mostra camadas de dióxido de carbono congelado, num fenómeno batizado de “terreno de queijo suíço”, e um misterioso buraco muito profundo, com centenas de metros de diâmetro.

A sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) está na órbita de Marte desde 2006 e, ao longo deste anos, já nos ajudou a fazer descobertas incríveis sobre o famigerado planeta vermelho. No entanto, uma fotografia tirada do polo sul do planeta, no ano passado, está a intrigar os cientistas.

Na fotografia surge um buraco diferente de outros observados até agora, que deixou os astrónomos curiosos para tentar descobrir o que se passou. Porém, ainda não há nenhuma resposta para esta pergunta.

Embora toda a superfície do planeta vermelho esteja repleta de crateras e depressões pelos mais variados motivos ( como meteoritos, lava e atividade vulcânica), este grande buraco chamou a atenção dos especialistas por parecer um pouco mais fundo do que um buraco marciano médio.

O buraco encontra-se na região “terreno de queijo suíço”, um local marcado pelo derretimento de dióxido de carbono congelado.

Na altura em que a fotografia foi captada pela sonda, era verão no polo sul de Marte, pelo que o sol estava baixo o suficiente para acentuar as sobras, fazendo com que as mais subtis características sobressaíssem, como o gelo no fundo do buraco.

À volta dos poços, é possível observar o dióxido de carbono congelado. Os cientistas acreditam que estes círculos no gelo são os locais nos quais o gelo seco sublimou em gás, no verão, formando o que os astrónomos denominaram de “terreno de queijo suíço“.

A imagem em causa foi tirada com recurso a um sistema de imagens de alta resolução da sonda MRO, que permite aos investigadores ver objetos em Marte com mais de um metro, estando cerca de 200 a 400 quilómetros acima.

Isto significa que o buraco é enorme, já que cada píxel da imagem representa 50 centímetros. Assim, estamos a olhar provavelmente para um buraco de centenas de metros de diâmetro.

A sonda MRO está na órbita marciana desde março de 2006, e envia para a Terra imagens detalhadas da superfície do planeta vermelho que revelam um ambiente dinâmico com ventos, dunas de areia e pedaços ocasionais de tecnologia terrestre abandonados.

Fonte: ZAP

O surpreendente segredo guardado em sarcófago egípcio que se pensava vazio


Cientistas australianos descobriram os restos mortais de uma múmia num sarcófago, com mais de dois mil e quinhentos anos, que foi classificado como estando vazio.

A relíquia egípcia foi deixada sem que ninguém lhe tocasse num museu universitário, em Sidney, por mais de 150 anos. Quando os cientistas o abriram, no ano passado, foram surpreendidos ao encontrarem restos mortais no interior.

O arqueólogo responsável pelo projeto, Jamie Fraser, disse que a descoberta, só agora tornada pública, é um momento marcante, apesar de os restos mortais da múmia terem sido danificados, presumivelmente por ladrões.

"É verdadeiramente incrível o que vimos", disse o cientista, do Nicholson Museum, da Universidade de Sidney. "Nunca escavei uma tumba Egípcia, mas isto é muito parecido", ironizou.


Esforços científicos para descobrir identidade da múmia

O sarcófago foi retido do Egito e transportado para a Austrália em 1890 e nunca recebeu grande atenção por parte dos especialistas, porque sempre se pensou estar vazio.

Os arqueólogos vão agora tentar identificar a identidade da múmia apesar das dificuldades esperadas, já que apenas 10% do corpo está conservado. Os hieróglifos encontrados no interior datam do ano 600 A.C e dizem respeito a uma mulher, chamada Mer-Neith-it-es.


As tomografias computacionais e as escavações terminaram na semana passada. Foram localizados vários ossos, fragmentos de resina e mais de sete mil contas de um xaile fúnebre. Fraser disse que espera que o teste de radiocarbono provem que a pessoa morreu no ano 600 A.C.

Fonte: JN


Fonte: Facebook

Descoberto planeta extrassolar semelhante à Terra e a Mercúrio


Uma equipa internacional de investigadores, incluindo nove do Instituto português de Astrofísica e Ciências do Espaço, descobriu um planeta extrassolar semelhante à Terra e a Mercúrio que pode dar pistas sobre a formação do Sistema Solar

O planeta K2-229 b, localizado a 340 anos-luz da Terra, poderá, segundo os cientistas, esclarecer as particularidades de Mercúrio, o planeta mais perto do Sol, e ajudar a compreender a formação do Sistema Solar.

O K2-229 b é um planeta do tipo terrestre - tem um tamanho muito parecido ao da Terra - mas a sua composição e densidade fá-lo assemelhar a Mercúrio.

Para o investigador arménio Vardan Adibekyan, citado em comunicado pelo Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, onde trabalha, trata-se de um planeta que possui "a mesma particularidade" de Mercúrio, a de "ter uma composição diferente da que seria de esperar a partir da composição da sua estrela-mãe".

Ao contrário de Mercúrio, Terra, Marte e Vénus partilham com o Sol "a mesma abundância relativa de certos elementos químicos, como o ferro, o magnésio ou o silício".

A estrela-hospedeira do planeta K2-229 b "é um pouco mais nova" e tem menos massa do que o Sol e apresenta "uma proporção ligeiramente menor de outros elementos químicos mais pesados do que o hidrogénio e o hélio".

A equipa internacional de astrofísicos espera que a descoberta de outros planetas como o K2-229 b possa ajudar a perceber melhor como planetas como Mercúrio se formaram e evoluíram.

Apesar das semelhanças com Mercúrio, existem também diferenças entre o exoplaneta K2-229 b e o planeta mais pequeno do Sistema Solar: o K2-229 b orbita muito mais perto da sua estrela, completando uma volta em 14 horas (um ano em Mercúrio dura 88 dias terrestres) e tem uma temperatura durante o dia mais quatro vezes superior, podendo atingir os 2.000ºC, "o suficiente para fundir ferro", explica o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.

Muito embora o K2-229 b tenha um tamanho parecido ao da Terra, é um planeta muito mais denso do que o 'planeta azul' e tem duas vezes e meia a sua massa.

O sistema planetário K2-229, que engloba mais dois planetas, o K2-229 c e o K2-229 d, foi detetado através do telescópio espacial Kepler e confirmado e caracterizado com o espetrógrafo HARPS, do Observatório Europeu do Sul, organização astronómica da qual Portugal faz parte.

Os resultados do estudo foram publicados hoje na revista científica Nature Astronomy.

Fonte: DN
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