terça-feira, 24 de abril de 2018

PORTUGUESES E AUSTRALIANOS CRIARAM "ESPONJA" QUE LIMPA PETRÓLEO DOS OCEANOS

Portugueses e australianos criaram

Um novo material semelhante a uma esponja inventado por cientistas de Portugal e da Austrália consegue limpar derrames de petróleo no oceano e recuperar o combustível derramado, podendo vir um dia a equipar petroleiros e plataformas petrolíferas.

O investigador Gonçalo Bernardes, da universidade britânica de Cambridge e do Instituto de Medicina Molecular (IMM) João Lobo Antunes, disse à Lusa que se trata de "novo polímero de baixa densidade" que pode ser produzido a partir de enxofre e de vulgar óleo para fritar.

"O que consegue é absorver o petróleo. Uma vez espremido, permite recuperá-lo e voltar a ser utilizado. É de baixo custo e funciona de forma sustentável", afirmou.

Este polímero é fabricado com resíduos de refinarias, sem desperdício, e não é tóxico para a vida marinha.

O estudo foi publicado na revista científica "Advanced Sustainable Systems".


Gonçalo Bernardes, investigador da universidade britânica de Cambridge 
e do Instituto de Medicina Molecular créditos: IMM

Outras utilizações em aberto

Também por ser seguro, a equipa do IMM e da universidade australiana de Flinders estuda outras utilizações para o polímero, como a entrada seletiva de medicamentos no organismo.

Além de poder ser usado em grandes derrames de petróleo, pode também absorver o petróleo perdido no transporte, acrescentou.

Gonçalo Bernardes indicou que a fase seguinte do projeto é "conversar com empresas de engenharia e produção" para poder usar o polímero no oceano, numa situação real.

Os Humanos não nasceram na Terra (e um cientista explica porquê)


Há muitos cientistas que compartilham a teoria da panspermia, segundo a qual a vida no nosso planeta foi trazida por meteoritos, asteroides e outros corpos celestes.

O investigador da raça humana Ellis Silver afirma que a nossa origem não provém da Terra, mas sim do mundo extraterrestre, informou este domingo o Daily Mail. No seu livro, intitulado “Humanos não são da Terra“, o autor assinalou que a raça humana teve as suasorigens fora da Terra, citando várias evidências para defender esta afirmação.

De acordo com Silver, há muitas diferenças entre os humanos e as outras espéciesda Terra, diferenças que levaram o cientista a chegar a esta conclusão no que diz respeito à nossa verdadeira origem.

Silver destaca o facto de os humanos serem muito sensíveis à luz do Sol – algo a que outras espécies são imunes. O investigador assinalou que, enquanto os répteis são capazes de regular a sua temperatura quando expostos à luz do Sol, permanecer durante um período longo sob o Sol causa tonturas e insolação nos seres humanos.

“A humanidade é, provavelmente, a espécie mais avançada do nosso planeta, sendo incrivelmente mal preparada e inadaptada para o ambiente terrestre: incapaz de suportar o Sol, com forte repugnância à comida natural e com um nível ridiculamente alto de doenças crónicas”, argumenta Silver.

O investigador apontou também as dificuldades durante o parto como outra evidência de que os humanos são do mundo alienígena. Além disso, o pesquisador indicou que problemas frequentes de costas são também uma prova de que somos de um planeta com uma gravidade muito menor.

Mas, afinal, o que levou os extraterrestres a escolher o nosso planeta? Ellis Silver propôs várias teorias para responder a esta pergunta. Segundo o investigador, a Terra pode representar um tipo de prisão galáctica, o que explica a nossa natureza violenta como espécie.

“A Terra pode ser um planeta-prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta. Podemos estar aqui até aprendermos a comportarmo-nos”, concluiu Silver.

Fonte: ZAP

Cérebro humano pode trabalhar em 11 dimensões

Ilustração dos neurónios do nosso cérebro

No ano passado, os neurocientistas usaram um ramo clássico da matemática para abordar, de forma inovadora, a investigação da estrutura do nosso cérebro. Os cientistas descobriram que o cérebro está cheio de estruturas geométricas multidimensionais funcionando em até 11 dimensões.

“Encontramos um mundo que nunca imaginamos.”

Como o nosso cérebro pensa de 11D

O ser humano acostumou-se a pensar no mundo a partir de uma perspetiva 3D ou 4D. Agora que pensa nisso, poderá achar que é algo complicado, contudo, há um estudo que abre portas a informações importantes, para a compreensão do tecido do cérebro humano – a estrutura mais complexa que conhecemos.

Uma equipa de investigadores do Blue Brain Project, criou um modelo cerebral dedicado à reconstrução do cérebro humano suportado por um supercomputador. Os cientistas usaram topologia algébrica, um ramo da matemática usado para descrever as propriedades de objetos e espaços, independentemente de como eles mudam de forma.

Nesta investigação foi descoberto que grupos de neurónios ligam-se em “cliques”, e que o número de neurónios num grupo levaria ao seu tamanho como um objeto geométrico de alta dimensão (um conceito dimensional matemático, não um conceito espaço-temporal).

Encontramos um mundo que nunca havíamos imaginado. Há dezenas de milhões desses objetos, mesmo numa pequena partícula do cérebro, através de sete dimensões. Em algumas redes, encontramos estruturas com até 11 dimensões.

Referiu o responsável da investigação do neurocientista Henry Markram, do Instituto EPFL, na Suíça.


Para percebermos, nós, seres humanos, não pensamos desta forma nas dimensões espaciais (o nosso Universo tem três dimensões espaciais mais uma dimensão de tempo), em vez disso, refere-se a como os investigadores analisaram os cliques de neurónios para determinar como eles estão ligados.

As redes são frequentemente analisadas em termos de grupos de nós que estão todos ligados a todos, conhecidos como cliques. O número de neurónios num grupo determina o seu tamanho, ou mais formalmente, a sua dimensão.

Referiram os investigadores no artigo.

O cérebro humano tem cerca de 86 mil milhões de neurónios

Calcula-se que os cérebros humanos tenham impressionantes 86 mil milhões de neurónios, com múltiplas ligações de cada célula em todas as direções possíveis, formando a vasta rede celular que de alguma forma nos torna capazes de ter pensamento e consciência.

Com um número tão grande de ligação para trabalhar, não é de admirar que ainda não tenhamos uma compreensão completa de como funciona a rede neuronal do cérebro. Mas a estrutura matemática construída pela equipa leva-nos a um passo mais perto de termos um destes dias um modelo cerebral digital.

Para realizar os testes matemáticos, a equipa usou um modelo detalhado do Neocórtexque a equipa Blue Brain Project publicou em 2015.


O que é o Neocórtex?

Acredita-se que o Neocórtex seja a parte mais recentemente desenvolvida dos nossos cérebros e a envolvida em algumas das nossas funções de ordem superior, como cognição e perceção sensorial. Depois de desenvolver a sua estrutura matemática e testá-lo nalguns estímulos virtuais, a equipa também confirmou os seus resultados em tecido cerebral real dos ratos.

De acordo com os investigadores, a topologia algébrica fornece ferramentas matemáticas para discernir detalhes da rede neuronal tanto numa visão de perto no nível dos neurónios individuais, quanto numa escala maior da estrutura do cérebro como um todo.

Ao ligar estes dois níveis, os cientistas puderam discernir estruturas geométricas de alta dimensão no cérebro, formadas por ligações de neurónios fortemente interligados (cliques) e espaços vazios (cavidades) entre eles.

Encontramos um número e uma variedade notavelmente elevados de cliques e cavidades direcionadas de alta dimensão, que não haviam sido vistas antes em redes neuronais, biológicas ou artificiais.

A topologia algébrica é como um telescópio e um microscópio ao mesmo tempo.

Referiu uma das equipas da EPFL.


O cérebro visto como “um castelo de areia”

Essas clareiras ou cavidades parecem ser criticamente importantes para a função cerebral. Quando os investigadores deram um estímulo ao tecido cerebral virtual, viram que os neurónios estavam a reagir de maneira altamente organizada.

Em termos de exemplo, é como se o cérebro reagisse a um estímulo construindo [e] destruindo uma torre de blocos multidimensionais, a começar pela armação (1D), depois as pranchas (2D), depois os cubos (3D) e geometrias mais complexas com 4D, 5D, etc…

A progressão da atividade através do cérebro assemelha-se a um castelo de areia multidimensional que se materializa a partir da areia e depois desintegra-se.

Estas descobertas fornecem uma nova imagem tentadora de como o cérebro processa informações, mas os investigadores referem que ainda há áreas pouco claras a explorar.

Fonte: Pplware

Espécie de salamandra ameaçada (e que parece um desenho animado) pode ser resposta para lesões na medula espinal


Cientistas descobriram que a axolote, uma espécie de salamandra originária do México em perigo de extinção, partilha muitas semelhanças genéticas com os humanos, mas, ao contrário das pessoas, tem uma maior capacidade para reparar lesões no corpo

Para os investigadores da universidade norte-americana do Minnesota que conduziram o estudo, hoje divulgado, a descoberta pode perspetivar novos alvos terapêuticos para tratar lesões na medula espinal ou doenças neurodegenerativas.

Ao contrário das pessoas, que "têm uma capacidade muito limitada" para regenerar tecidos, algumas espécies de animais como a salamandra mexicana, ou axolote, possuem "a notável capacidade para regenerar os membros, o tecido cardíaco e, até mesmo, a medula espinal após lesão", segundo a coordenadora do estudo, Karen Echeverri.

Apesar da diferença de resposta a uma lesão que existe entre os humanos e a axolote, ambos partilham muitos dos mesmos genes, sustenta a especialista em genética e biologia celular, que vai apresentar os resultados da investigação no encontro anual "Experimental Biology" (Biologia Experimental), que decorre até quarta-feira em San Diego, nos Estados Unidos.

Nativa de lagos perto da Cidade do México, a axolote ou salamandra anfíbia mexicana, contrariamente à maioria dos anfíbios, não completa a metamorfose, pelo que tem o aspeto de uma larva mesmo no estado adulto.

A equipa de Karen Echeverri descobriu que uma proteína, a c-Fos, é essencial para a salamandra mexicana reparar lesões nas células nervosas.

A mesma proteína, que afeta a expressão génica (processo pelo qual a informação hereditária contida num gene, como a sequência de ADN, é processada), existe nos humanos e funciona neles em conjunto com outras proteínas.

Quando uma salamandra mexicana sofre uma lesão na medula espinal, as células da glia (células auxiliares do sistema nervoso central que 'alimentam' as células principais, os neurónios) reposicionam-se para reconstruir as conexões entre as terminações nervosas e reparar a medula espinal.

Em contrapartida, nas pessoas com o mesmo tipo de lesão as células da glia formam tecido cicatricial que impede os neurónios de se ligarem.

com Lusa

Fonte: Visão

Cientistas descobrem espécie de formiga que explode para proteger a sua colónia


Uma equipa de cientistas internacionais identificou uma nova espécie de formiga kamikaze que explode, lançando um líquido para defender a sya colónia dos inimigos.

Nas florestas do Bornéu, da Tailândia e da Malásia existem formigas que explodem para defender a sua colónia dos inimigos. Agora, um grupo de cientistas descreve na ZooKeysuma nova espécie desse grupo, a Colobopsis explodens.

As chamadas “formigas explosivas” são conhecidas desde 1916. No entanto, este grupo de insetos só foi descrito cientificamente em 1935, porque se achava que antes não havia provas suficientes sobre esse comportamento. Na altura, estas formigas goram classificadas como sendo da espécie Colobopsis cylindrica.

Há 4 anos, cientistas da Áustria, Tailândia e do Bornéu quiserem esclarecer este comportamento explosivo das formigas. Para isso, observaram-nas nas florestas do Sudeste asiático e identificaram pelo menos 15 espécies diferentes de formigas explosivas. A Colobopsis explodens é uma nova espécie para a ciência, segundo o Público.

A formiga desta nova espécie é castanha avermelhada e tem poucos milímetros. Nesta comunidade, há membros que se sacrificam em prol da colónia. No caso desta espécie, são as operárias pequenas, fêmeas estéreis, que têm este tipo de comportamento.

Estas verdadeiras formigas kamikaze, quando têm de enfrentar um inimigo, explodem, libertando um líquido amarelo, viscoso e tóxico das suas glândulas. É assim que saem da vitoriosas desta batalha, conseguindo matar ou afastar o inimigo.

“Tem um cheiro distinto que não é desagradável que lembra, estranhamente, o caril“, descreve Alice Laciny, entomologista do Museu de História Natural em Viena, na Áustria, e principal autora do estudo ao The Guardian. Este líquido amarelo e pegajoso valeu-lhes o nome de “viscosas amarelas”.

Esta tendência suicida é considerada comum a grupos como o das abelhas ou das formigas, que trabalham em grupo. A comunidade e a sua proteção tornam-se mais importantes do que a integridade do próprio indivíduo. Também as operárias grandes, conhecidas como “porteiras”, têm cabeças grandes que usam para barrar a entrada dos formigueiros.

Numa expedição em 2015, os cientistas observaram um acasalamento entre as formigas macho e as rainhas nessas colónias. “Recolheram amostras dos primeiros machosdestas formigas alguma vez vistos”, acrescenta-se no comunicado da editora da ZooKeys. Além disso, a equipa registou também informações sobre as preferências de alimentação destas formigas e as suas atividades.

Ainda assim, os cientistas acreditam que ainda há muito por descobrir acerca destas formigas. “Enquanto as formigas explosivas tiverem um papel determinante nas florestas tropicais, a sua biologia continuará a esconder vários segredos.”

Fonte: ZAP

segunda-feira, 23 de abril de 2018

O fim do mundo será esta segunda-feira?

O fim do mundo será esta segunda-feira?

Um numerologista descarta que o apocalipse acontecerá a 23 de abril, mas prevê a vinda de Jesus Cristo entre maio e dezembro de 2018.

Inúmeros meios de comunicação informaram na semana passada que o fim do mundo acontecerá hoje, 23 de abril, e eles citaram como fonte o numerólogo bíblico David Meade. No entanto, este homem descreveu os eventos como "falsas notícias", relata The Guardian.

Meade, autor de 14 livros focados principalmente no fim do mundo ou no misterioso planeta Nibiru - que alguns estimam que está prestes a colidir com a Terra - não acredita que o apocalipse ocorra neste dia.

Na verdade, esse numerologista prevê que o arrebatamento - o momento em que Jesus Cristo salvará seus seguidores e rejeitará os outros - acontecerá em algum momento entre maio e dezembro deste ano, embora esse facto não signifique o fim do mundo.

Meade, que em ocasiões anteriores fez previsões incorrectas sobre o fim do mundo, disse que este evento vai trazer sete anos de "tribulação", seguido por 1000 anos de "paz e prosperidade" antes do mundo ser destruído, assim " O mundo não acabará em breve, pelo menos não no decorrer de nossas vidas! "

Por seu turno, a NASA indica que "nenhum asteróide ou cometa está em processo de colisão com a Terra".

Fonte: RT

Álbum dos Massive Attack vai ser gravado (quase para sempre) em moléculas de ADN


Uma das bandas pioneiras do chamado estilo musical “trip hop” vão ter o seu álbum “Mezzanine”, lançado há 20 anos, convertido em moléculas de ADN.

“Mezzanine”, o terceiro álbum dos ingleses Massive Attack e o mais aclamado pelo público, foi lançado há 20 anos. Para assinalar a ocasião, a banda de Bristol decidiu converter o trabalho lançado em 1998 em moléculas de ADN.

“Este método permite-nos arquivar a música por centenas ou milhares de anos”, explica Robert Grass, professor do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH), na Suíça, responsável pelo projeto, citado pelo site Futurity.

Juntamente com o colega Reinhard Heckel, que agora trabalha na Rice University, no Texas, Estados Unidos, o investigador traduziu o áudio digital do álbum em código genético.

“Enquanto que a informação armazenada num CD ou disco rígido é uma sequência de zeros e uns, a biologia armazena informação genética numa sequência dos quatro blocos de construção do ADN: A, C, G e T”, explica o cientista.

Grass trabalhou neste projeto com recurso a um ficheiro de música que compactou em 15 megabytes através do formato de codificação Opus, um software de compressão para ficheiros áudio qualitativamente superior ao conhecido MP3.

(dr) Robert Grass / ETH Zurich


Uma parte do código genético do álbum “Mezzanine”

Agora, uma empresa norte-americana está a tratar de produzir 920 mil fitas curtas de ADN, que juntas contêm todas as informações do álbum “Mezzanine”. O TurboBeads, empresa que pertence à ETH, vai depois despejar essas moléculas em cinco mil esferas de vidro minúsculas (de tamanho nanométrico), cada uma contendo parte dessa informação.

Grass, que desenvolveu esta tecnologia com Heckel há três anos, acredita que o trabalho vai estar concluído daqui a um mês ou dois. A primeira experiência dos dois cientistas foi armazenar o texto do Pacto Federal, carta de 1291 que dá início à formação da Suíça, numa dessas pequenas esferas de vidro para um estudo de viabilidade técnica.

“O que há de novo neste projeto com os Massive Attack é que esta tecnologia agora também está a ser usada comercialmente”, afirma Grass. O álbum da banda britânica será o segundo maior ficheiro do mundo alguma vez armazenado em ADN. O primeiro é um conjunto de ficheiros da Microsoft com mais de 200 megabytes.

As cinco mil esferas de vidro do álbum são invisíveis a olho nu e vão ficar numa pequena garrafa, com uma vida útil praticamente eterna. O ADN pode ser removido das esferas a qualquer momento, permitindo o uso do sequenciamento do ADN para ler o arquivo de música armazenado e reproduzi-lo num computador.

“Comparado com os sistemas tradicionais de armazenamento de dados, é bastante mais complexo e caro armazenar informações em ADN. Porém, uma vez armazenadas, podemos fazer milhões de cópias de forma rápida e económica, com o mínimo de esforço”.

Fonte: ZAP

Foi encontrado um planeta tão negro que absorve quase toda a luz

Foi encontrado um planeta tão negro que absorve quase toda a luz

O planeta em questão é um gigante gasoso semelhante a Júpiter situado próximo da estrela WASP-104.

Um grupo de investigadores descobriu um planeta tão negro que é capaz de absorver entre 97-99% da luz que lhe chega, com a atmosfera a merecer comparações com carvão. Nota o Science Alert que este é um dos planetas mais negros algumas vez descoberto.

O planeta, conhecido como WASP-104b e é um dos planetas que fica conhecido como ‘Júpiter quente’, isto devido ao facto de ser um gigante gasoso que fica muito próximo da respetiva estrela, a WASP-104. Ainda não foi descoberta a razão concreta para o tom negro da atmosfera do planeta mas crê-se que ssa estar relacionada com esta proximidade à estrela.

De notar que a deteção deste tipo de planetas é difícil para os investigadores, não só pela distância a que se encontram como também pela tonalidade mais negra.

Fonte: NM

domingo, 22 de abril de 2018

'OVNIs são reais', afirma ex-piloto norte-americano

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Um ex-piloto da Força Aérea dos EUA fez uma declaração bombástica depois de ter perseguido, na década de 70, um objecto voador não identificado que deslocava-se a mais de 12 mil quilómetros por hora.

George Filer III, de 82 anos de idade e com mais de 20 anos de experiência na aviação, dirige a MUFON de Nova Jersey, uma organização que investiga avistamentos de OVNIs.

Quando Filer estava na Escócia prestando serviço durante a Guerra Fria, ele lembra-se de ter pilotado uma aeronave militar que tentou interceptar um objecto que, no radar, parecia tão grande quanto uma ponte.

"Quando chegamos mais perto, podíamos ver as luzes à distância: era como um navio de cruzeiro que você vê à noite, com múltiplas luzes", disse.

Segundo ele, ao aproximar-se a cerca de 8 km, o objecto enorme parecido com um longo cilindro rapidamente subiu para o espaço. 

Primeiramente, George contou sua história ao jornal norte-americano Asbury Park Press, mas desde então ganhou popularidade na Internet.

Fonte: Sputnik News

sábado, 21 de abril de 2018

EarthNow quer mostrar imagens da Terra em tempo real


Provavelmente já pensou como seria ter imagens do planeta Terra em tempo real mas com todo o pormenor de um Google Earth ou Google Maps. Saber o que se passa na China neste momento, ver como está a praia na Baía do Sancho, Brasil, ou mesmo saber o que se passa em Paris.

Mais tarde ou mais cedo vai ser uma realidade este tipo de informação. Nasceu uma startup de imagens espaciais, que se chama EarthNow e tem como objetivo fornecer não apenas imagens do planeta sob pedido, mas também vídeo em tempo real em qualquer lugar que um cliente desejar. Já pensou como pode mudar a nossa visão do mundo?

Podes correr, mas não te podes esconder

A empresa descreve a sua visão como ambiciosa e refere que a Terra é a nossa única casa e a atividade humana reside em quase todos os cantos. Desta feita, segundo eles, à medida que nossa civilização avança e pressionamos cada vez mais os recursos da Terra, todos partilhamos a responsabilidade de cuidar e manter o nosso lar.

Assim, a ambição da EarthNow é criar os meios para que possamos ver, instantaneamente, praticamente qualquer lugar da Terra em “tempo real”. Pode parecer uma visão assustadoramente aliciante, verdade? Contudo, os responsáveis da empresa referem que o objetivo é que qualquer cidadão deste planeta experimente a beleza e a fragilidade da Terra e reconheça a importância da nossa capacidade de administradores do nosso mundo.

Mas como poderá a empresa realizar este fantástico feito?

A EarthNow tem por trás alguns nomes e empresas que justificam muita coisa. Por exemplo, reconhecemos facilmente nomes como Bill Gates, Intellectual Ventures, Airbus, SoftBank e o fundador da OneWeb Greg Wyler.

Nos planos da empresa está a oferta de uma experiência de utilização sem precedentes e altamente valiosa: vídeo contínuo em tempo real da Terra aprimorado por inteligência de máquina. Tecnologicamente a empresa irá recorrer a uma constelação de satélites que fornecerá vídeo de qualquer lugar da Terra com latência de cerca de um segundo.

Com o EarthNow o utilizador poderá:
  • Detetar navios de pesca ilegais em flagrante
  • Ver furacões e tufões à medida que evoluem
  • Detetar incêndios florestais no momento em que estes começam
  • Assistir a vulcões no instante em que começam a entrar em erupção
  • Ajudar no capítulo da multimédia para levar as histórias do mundo ao mundo
  • Acompanhar baleias grandes enquanto elas migram
  • Ajudar as “cidades inteligentes” a se tornarem mais eficientes
  • Avaliar a saúde das culturas a pedido
  • Observar as zonas de conflito para haver uma resposta imediata quando surgem crises
  • Criar instantaneamente modelos 3D “vivos” de uma cidade ou município, mesmo em locais remotos
  • Permitir visualizar a sua casa como os astronautas a vêem – um impressionante mármore azul no espaço
  • Entre muitos outros cenários comerciais
Por falar na área comercial, é importante referir que todo este projeto destina-se a “clientes empresariais e governamentais de alto valor”.

As várias empresas associadas a este projeto trarão conhecimento e tecnologia para contornar alguns problemas técnicos associados à recolha de imagem pelos satélites. Não estaremos a muitos anos de podermos ver em tempo real a Terra com todas as suas singularidades.


Fonte: Pplware
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