domingo, 6 de maio de 2018

Galáxias distantes movem-se mais depressa do que a velocidade da luz

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Uma das primeiras coisas que aprendemos nas aulas de ciência é que nada pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz. Essa é uma regra fundamental proposta por Albert Einstein em sua Teoria da Relatividade.

Os físicos acreditam agora que pelo menos uma coisa pode quebrar esta regra – o próprio universo. Os astrónomos acreditam que há galáxias a afastar-se da nossa a uma velocidade maior do que a velocidade da luz. Como resultado, provavelmente nunca conseguiremos vê-las.

Há 13,78 mil milhões de anos, o nosso universo, que se concentrava num ponto muito pequeno e denso, explodiu num evento a que chamamos Big Bang. Após a explosão, o universo expandiu a uma taxa de 10¹⁶ numa fração de segundo, durante um período de inflação que ocorreu a uma velocidade maior do que a da luz.

Depois disso, seria de se imaginar que o universo se expandiria a uma taxa constante ou que diminuiria de velocidade. Se a velocidade diminuísse, poderíamos ver até ao limite, pois não haveria nenhum lugar que fosse demasiado longe para a luz viajar.

Em vez disso, a taxa de expansão do universo tem acelerado. E há lugares no universo que estão tão distantes que os fotões nunca chegarão lá. Como resultado, as bordas do nosso cosmos permanecem na sombra. O que está para lá é um mistério que talvez nunca possamos resolver.

Essa expansão ainda está a ocorrer, a uma taxa cada vez maior. E não é apenas a matéria, mas o tecido do próprio universo. Além disso, as galáxias mais distantes parecem estar a mover-se mais rápido do que as que estão mais perto de nós. Pode até haver algumas a mover-se mais rápido que a luz – e se for esse o caso, dificilmente as detetaríamos.

A taxa de expansão universal é de 68 quilómetros por segundo por megaparsec. Um parsec é 3,26 milhões de anos-luz, enquanto um megaparsec contém um milhão de parsecs. A cada parsec mais longe que uma galáxia está da nossa, é preciso adicionar 68 quilómetros por segundo à sua velocidade.

Quando chegam a cerca de 4.200 megaparsecs de distância, as galáxias viajam mais rápido que a luz – só por curiosidade, 4.200 megaresecs é igual a 130.000.000.000.000.000.000.000 km.

Os astrónomos conseguem calcular a que distância uma galáxia está pela distância que percorreu e pelo tempo necessário para percorrer essa distância, observando cuidadosamente a luz que vem dela.

Podemos dizer a que distância uma galáxia se encontra por algo chamado desvio para o vermelho e pela mudança para o azul. Quando uma galáxia se afasta, a luz demora mais para chegar até nós. Todo esse espaço entre a galáxia e nós força o comprimento de onda da luz a alongar-se, movendo-a em direção à parte vermelha do espectro.

Isso é conhecido como desvio para o vermelho. Esses objetos que se afastam de nós parecem vermelhos enquanto aqueles que se movem na nossa direção, cujos comprimentos de onda encurtam, parecem azuis.

NASA
Os astrónomos conseguem calcular a que distância uma galáxia está observando a luz que nos chega dela.

A coisa mais distante que podemos detetar é o fundo cósmico de microondas (CMB), um resíduo do que sobrou do Big Bang. Criado há 13,7 mil milhões de anos, agora estende-se homogeneamente por 46 mil milhões de anos-luz de distância em todas as direções.

De acordo com Paul Sutter, astrofísico da Universidade do Estado de Ohio, nos EUA, e cientista-chefe do Centro de Ciências COSI, a noção de que a velocidade da luz é a velocidade máxima para a matéria (ou para dados) vem da relatividade especial de Einstein. Mas isso é parte do que ele chama de “física local”. Pode e, de facto, deve ser aplicado às coisas próximas.

Longe, nas profundezas do espaço, no entanto, a relatividade geral aplica-se, mas a relatividade especial não, e isso faz com a luz não seja exatamente o parâmetro, à medida que a velocidade mais alta se torna menos certa. A implicação de um universo em constante aceleração é uma morte cósmica melancólica.

Ao longo de mil milhões de anos, acredita-se que as galáxias se expandirão tão longe umas das outras que os gases que se reúnem para formar estrelas não se conseguirão unir.

A luz de outras galáxias também não nos poderá alcançar. E sem novas estrelas em formação, não serão nada para substituir as que se esgotaram. Isso significa um desvanecimento lento de toda a luz no universo e, no seu lugar, um cosmo para sempre envolto em trevas geladas. O universo vai literalmente apagar, a menos que outras forças possam neutralizar esse fenómeno.


Fonte: ZAP

sábado, 5 de maio de 2018

NASA lançou missão espacial rumo ao “coração de Marte”


A missão InSight da Nasa, que tem como objetivo analisar o “coração de Marte”, foi este sábado lançada com sucesso do Space Launch Complex-3, na Base Aérea Vandenberg, na Califórnia.

O foguete United Launch Alliance Atlas V 401 leva no interior um veículo robótico que será encarregado de explorar o núcleo de Marte para ampliar o conhecimento humano sobre a formação do planeta vermelho e a de outros planetas rochosos, como a Terra.

O lançamento ocorreu sem problemas às 4h05 locais, e a previsão é que o foguete aterre em Marte a 26 de novembro.

Esta é a primeira vez que uma missão espacial tem como único objectivo analisar as entranhas do segundo menor planeta do Sistema Solar, a seguir a Mercúrio. Até agora, as missões a Marte capturaram imagens da superfície, estudaram rochas, escavaram a terra e procuraram indícios da água, mas o interior do planeta nunca foi observado.

“Cerca de 99% deste planeta nunca foi observado. Vamos estudá-lo com um sismómetro e a nossa sonda de fluxo de calor pela primeira vez”, afirmou Bruce Banerdt, investigador principal da InSight, em conferência de imprensa antes do lançamento.

Para o director de Ciências Planetárias da Nasa, Jim Green, esta “fantástica” missão planetária ajudará a humanidade a compreender a composição da crosta, do manto e do núcleo de Marte e dará uma ideia de como se originou o Sistema Solar.

A missão, que levará quase dois anos e percorrerá a partir de hoje os 485 milhões de quilómetros que separam a Terra de Marte, é financiada e coordenada maioritariamente pelos Estados Unidos, mas conta também com a participação de países europeus.

No total, os EUA investirão 813 milhões de dólares no projecto. A Alemanha e a França investirão cerca de 180 milhões em pesquisas relacionadas.


Fonte: ZAP

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Tecnologia da NASA revela texto bíblico escondido nos Manuscritos do Mar Morto

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Fragmentos de um possível novo texto bíblico nos Manuscritos do Mar Morto foram identificados graças a uma tecnologia desenvolvida pela NASA, a agência espacial norte-americana, no âmbito de uma investigação realizada em Israel.

Os Manuscritos do Mar Morto são uma colecção de centenas de textos e pedaços de textos bíblicos, escritos em Hebreu, Aramaico e Grego, que foram descobertos na década de 1950, nas grutas de Qumran, na zona da Cisjordânia, próximo do Mar Morto.

Estes pequenos fragmentos, com dois mil anos, que foram guardados em caixas de charutos, são considerados a versão mais antiga da Bíblia.

Para garantir a sua preservação para a posteridade, os fragmentos estão a ser digitalizados, através de fotografias de alta resolução que permitem detectar, por exemplo, manchas de tinta e detalhes na escrita não visíveis para o olho humano.

Investigadores da Autoridade das Antiguidades de Israel (AAI) e de outras instituições estão também a analisar os minúsculos fragmentos, em pele, com uma máquinadigitalizadora de imagens em múltiplos espectros de luz, concebida pela NASA. Uma tecnologia que permitiu identificar o que parece ser um novo manuscrito que não tinha ainda sido detectado.

Este misterioso fragmento está escrito numa forma de hebraico primitivo, com uma caligrafia distinta de manuscritos encontrados anteriormente escritos nesta Língua, como explica ao jornal Haaretz o investigador Oren Ableman da AAI e da Universidade Hebraica de Jerusalém.

As descobertas foram apresentadas num simpósio internacional no Museu de Israel, em Jerusalém, para assinalar os 70 anos da descoberta dos Manuscritos do Mar Morto. Além deste novo possível fragmento revelado, foram exibidas as conclusões relativamente às investigações levadas a cabo a dezenas dos manuscritos encontrados.

Uma dessas descobertas reporta-se a um texto bíblico do Livro dos Salmos, designadamente à versão que era usada durante o chamado período do Segundo Templo, que terminou em 70 depois de Cristo, com a destruição de Jerusalém.

No início de Janeiro deste ano, uma das últimas partes dos Manuscritos que ainda permanecia por traduzir, foi decifrada por investigadores da Universidade de Haifa, em Israel. E em Março, o Museu de Israel expôs, pela primeira vez, um dos mais antigos e intrigantes manuscritos bíblicos que narra a partida de Noé após o dilúvio.


Fonte: ZAP

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Vírus comum pode reduzir a inteligência de toda a humanidade


Segundo dados do estudo publicado em março na Scientific Reports, pelo menos 45% da população mundial tem este vírus comum que reduz a inteligência.

Cientistas da Universidade Carolina, em Praga, na República Checa, sustentam que um vírus comum da família Herpesviridae, ou seja da família do Herpes, denominado cytomegalovirus, pode diminuir a inteligência humana, de acordo com o que os cientistas explicam no estudo, publicado no final de março na revista científica Scientific Reports.

Os especialistas checos estudaram o Quociente de Inteligência (QI) de 148 estudantes afetados pelo vírus e de 135 saudáveis, comparando depois o resultado, de acordo com os dados avançados pela RT.

Para identificar os infetados, os cientistas recolheram amostras de sangue e examinaram a quantidade de anticorpos nos seus organismos.

Na experiência, também incluíram os chamadas falsos negativos, que têm um nível mínimo de anticorpos devido à presença de uma infeção crónica que, com o tempo, afetou o número de anticorpos de tal forma que estas pessoas parecem saudáveis.

Os resultados da investigação revelaram que as pessoas infetadas, incluindo os falsos negativos, têm em média um nível de inteligência inferior aos que não têm o vírus no seus sistema imunitário.

De acordo com os dados do estudo, pelo menos 45% da população mundial tem este vírus. Para as pessoas com um sistema imunológico normal este vírus tem um carácter latente e não mostra sintomas visíveis. No entanto, o vírus pode causar complicações para pessoas imunossuprimidas

Fonte: ZAP

O campo magnético da Terra pode não estar a inverter-se


Um enfraquecimento gradual no campo geomagnético da Terra tem criado preocupações de que o campo poderia estar a inverter-se, revertendo o norte e sul magnéticos. Um novo estudo sugere que o campo já enfrentou um estado semelhante antes, sem se ter invertido.

Um estudo, publicado na segunda-feira na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, compara o estado do atual campo magnético, criado pela agitação do núcleo terrestre, com o campo magnético de eras passadas.

Os cientistas descobriram que os padrões de hoje não se assemelham às duas perturbações mais extremas nos últimos 50 mil anos, quando o campo magnético quase se inverteu.

Em vez disso, o campo moderno parece assemelhar-se ao campo de outros dois períodos – um há 49 mil anos e o outro há 46 mil – quando o campo oscilou, mas não se inverteu.

No entanto, os autores lembram que mesmo as oscilações podem ter ramificações. Se o campo continuar a enfraquecer, pode afetar coisas como aparelhos elétricos a bordo dos satélites terrestres de baixa órbita, mesmo sem a total inversão do norte e sul magnéticos.

O campo magnético da Terra protege a superfície terrestre de partículas espaciais, pelo que é importante, tanto para a vida na Terra, como para a grade elétrica.

As “tempestades solares” que bombardeiam a Terra com partículas carregadas com níveis acima da média podem causar problemas com comunicações de satélite e até mesmo com a grelha elétrica, como aconteceu em 2003, quando as “tempestades de Halloween” forçaram aeronaves a retraçar rotas e tiraram energia à Suécia por algumas horas.

Atualmente, o norte magnético está muito próximo do Polo Norte, enquanto que o sul magnético está muito próximo do Polo Sul. Tem sido assim durante os últimos 780 mil anos – a última vez que o campo geomagnético se inverteu completamente.

Mas o campo tem sofrido um enfraquecimento de cerca de 5% por século desde que os cientistas começaram a fazer observações diretas em 1840. Além disso, observações indiretas sugerem que o enfraquecimento ocorre há pelo menos 2 mil anos.

Uma área fraca chama Anomalia do Atlântico Sul, que se estende desde a África do Sul até ao Chile, tem sido apontada como o potencial ground zero para a inversão.

Fonte: ZAP

Cientistas da NASA predizem destino 'infernal' para Terra

Espessas nuvens de gás escondem a superfície de Vênus, o segundo planeta mais perto do Sol, dos seus raios fortes.

A Terra poderia transformar-se num planeta inabitável com nuvens de ácido sulfúrico e superfície extremamente quente, seguindo o destino de Vénus, advertem os cientistas da NASA.

Os pesquisadores da agência espacial norte-americana supõem que no passado, Vénus poderia ter tido condições parecidas com as da Terra e aptas para a vida.

Vénus tornou-se inabitável na medida em que o Sol ficava cada vez mais luminoso.

Actualmente, a atmosfera desse planeta é 90 vezes mais densa que a da Terra, enquanto a temperatura da sua superfície atinge 460 ℃.

"Embora Vénus fosse habitável em algum momento […] não poderia escapar de seu destino inevitável. Todas as principais estrelas se tornam mais luminosas com o tempo, fazendo com que os limites da zona habitável sejam cada vez mais distantes", afirmam os autores da pesquisa.

Isto é, o possível destino da Terra pode ser muito semelhante, predizem os cientistas Giada Arney e Stephen Kane, ressaltando a importância de estudar Vénus.

Além disso, os pesquisadores levam em consideração a crescente actividade do Sol. Em particular, eles acreditam que a crescente luminosidade do Sol poderia causar que as fronteiras da zona habitável se movessem para mais longe da Terra.

O processo pode levar milhões de anos, até que a Terra esteja em condições similares às de Vénus.

Fonte: Sputnik News

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Astrónomos detetam hélio num 'Júpiter' fora do Sistema Solar

Astrónomos detetam hélio num 'Júpiter' fora do Sistema Solar

Astrónomos detetaram pela primeira vez hélio, o segundo elemento químico mais abundante no Universo, na atmosfera de um planeta fora do Sistema Solar com quase o mesmo tamanho de Júpiter, foi hoje divulgado.

Para a deteção deste gás na atmosfera do exoplaneta WASP-107b, os astrónomos usaram o telescópio espacial Hubble.

O WASP-107b, que tem dimensões aproximadas às do gasoso Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar, está a cerca de 200 anos-luz da Terra e demora menos de seis dias a completar uma volta em torno da sua estrela.

"O hélio é o segundo elemento mais comum no Universo, depois do hidrogénio. É também um dos principais constituintes dos planetas Júpiter e Saturno. Contudo, até agora, não tinha sido detetado em exoplanetas", afirmou a coordenadora da equipa internacional de astrónomos, Jessica Spake, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, citada em comunicado da agência espacial europeia ESA, que opera o Hubble em cooperação com a congénere norte-americana NASA.

A equipa descobriu hélio no WASP-107b analisando o espetro de radiação infravermelha na atmosfera do planeta (isto é possível porque uma pequena quantidade de luz da estrela-hospedeira do planeta passa através da sua atmosfera deixando nela a assinatura do espetro de luz da estrela).

A quantidade de hélio detetada na atmosfera do exoplaneta é tão grande que a sua camada superior estende-se por dezenas de milhares de quilómetros no espaço, sustentam os autores da investigação, publicada na revista científica Nature.

Fonte: NM

O multiverso. A última publicação de Stephen Hawking


Publicado o derradeiro artigo do físico, no qual prevê a existência de universos paralelos

O último artigo científico publicado pelo físico Stephen Hawking, submetido dias antes da sua morte, aponta para a existência de múltiplos universos semelhantes ao nosso.

O artigo publicado na última edição do Journal of High Energy Physics é fruto de 20 anos de trabalho conjunto com Thomas Hertog e tenta resolver um "problema" criado pelo próprio cientista anos ano 80 do século passado: o dos multiversos.

A conclusão é de que "com base nesta conjetura", apresentada no artigo, a "saída da inflação eterna" não produz um multiverso inifinito, mas sim "finito e razoavelmente polido".

No documento, Hawking apresenta ainda os cálculos matemáticos que poderão levar à construção de uma sonda espacial que poderá descobrir indícios da existência desse multiverso.

No artigo científico, realizado durante as suas duas últimas semanas de vida, descreve-se ainda como o nosso universo vai acabar por se transformar em nada à medida que as estrelas forem gastando a sua energia.

Parte desse trabalho tinha já sido publicado, numa versão prévia, e noticiado por vários media.

Fonte: DN

Um escaravelho chamado Leonardo DiCaprio


Já existe uma traça loura que se chama Donald Trump

Um escaravelho aquático que nunca viu cinema vai ter o nome do ator Leonardo DiCaprio, o mais recente inseto a ser batizado com o nome de uma figura pública, depois da traça batizada de Donald Trump e da mosca que recebeu o nome Arnold Schwarzenegger.

No caso, não é o aspeto do escaravelho que fez lembrar o ator de "Titanic", mas o facto de se encontrar numa zona da Malásia que beneficiou dos esforços da fundação que tem o nome de DiCaprio e que se tornou uma das principais organizações de defesa da vida selvagem.

O pequeno e negro 'Grouvellinus leonardocicaprioi' foi encontrado numa cascata na parte malaia da ilha de Bornéu por uma expedição de "cidadãos-cientistas" à remota bacia de Maliau.

A descoberta e a descrição da nova espécie são detalhados num artigo publicado hoje no boletim especializado ZooKeys.

O 'Grouvellinus leonardocicaprioi' junta-se a uma traça loura batizada com o nome do presidente norte-americano, Donald Trump e a uma mosca de patas longas que ficou com o nome do musculado ator de origem austríaca e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger.

Fonte: DN

Facebook passa a oferecer opção para apagar histórico de navegação

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A nova funcionalidade "Limpar Histórico" será semelhante à opção que os utilizadores têm nos navegadores para que limpem o histórico e cookies da cache. Mas pode limitar a experiência do utilizador na rede social.

Uma nova funcionalidade vai permitir que os utilizadores apaguem as “informações sobre aplicações e sites com os quais interagiram” e que a rede social recolhe, sendo esperado que atendam às exigências de privacidade dos utilizadores, especialistas e reguladores.

O recurso foi anunciado por Mark Zuckerberg que explicou que, quando a atualização for lançada, o utilizador poderá ver a informação “sobre as aplicações e os sites com os quais interagiu e poderá apagar essa informação da sua conta” assim como também vai ter a “opção de desligar a recolha dessa informação na sua conta”.

No entanto, o CEO da rede social alerta que a user experience na plataforma poderá ficar comprometida uma vez que, tal como no navegador em que se tem que reconfigurar toda a informação de cada vez que se entra num site, o mesmo acontecerá no Facebook.

Segundo Mark Zuckerberg, o Facebook não será tão bom “enquanto vai reaprendendo as preferências” do utilizador, no entanto revelou tratar-se do tipo de controlo que os “defensores da privacidade têm pedido”.

O fundador da rede social afirmou ainda que, enquanto testemunhava no Congresso dos EUA sobre a polémica com a Cambridge Analytica, percebeu que não tinha respostas suficientemente claras para algumas perguntas sobre os dados dos utilizadores.

A funcionalidade foi anunciada esta terça-feira, dia 1 de maio, no primeiro dia de F8, a conferência anual para programadores que o Facebook organiza para anunciar novidades relativas aos seus serviços.

Fonte: SAPOTEK
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