segunda-feira, 28 de maio de 2018

FBI lança alerta mundial devido a vírus informático

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Utilizadores devem reiniciar o router e alterar as passwords.

O FBI alertou a população mundial para um vírus informático que tem a capacidade de aceder a qualquer router, bloqueando o acesso à internet no telemóvel e computador, e recolhendo informações dos utilizadores.

O 'BadRabbit' é originário da Rússia, foi criado pelos hackers "Sofacy Croup", e, alegadamente, já atingiu cerca de 500 mil routers a nível mundial, o que levou o FBI a lançar o alerta.

"O FBI recomenda que os utilizadores de routers em pequenas empresas ou habitações reiniciem os aparelhos", pode ler-se no comunicado publicado no site do Federal Bureau of Investigation.

Esta medida permite interromper o processo do vírus e, no mesmo sentido, os utilizadores são aconselhados a atualizar os antivírus e a trocar as passwords nas contas pessoais e aparelhos eletrónicos.

Fonte: TSF

Um único fóssil pode ter mudado tudo o que sabemos sobre a Pangeia

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O fóssil de um pequeno mamífero com quase 130 milhões de anos pode ter revelado que a divisão do super-continente Pangeia pode ter acontecido mais lentamente do que os cientistas pensavam.

O crânio do pequeno mamífero com quase 130 milhões de anos, encontrado no Utah, nos Estados Unidos, revelou um novo grupo de mamíferos semelhantes aos répteis que existiram na América do Norte, avança o Science Alert.

“Tendo em conta a improvável descoberta deste crânio quase completo, agora reconhecemos um novo grupo cosmopolita de parentes de mamíferos primitivos”, afirma Adam Huttenlocker, autor do estudo e investigador na Universidade do Sul da Califórnia.

A nova espécie foi batizada de Cifelliodon wahkarmoosuch em honra do famoso paleontólogo norte-americano Richard Cifelli e da palavra da tribo Ute para “gato amarelo”.

Os investigadores estimam que esta espécie pesava cerca de um quilo e tinha provavelmente o tamanho de uma lebre, o que na altura era considerado um “gigante”, e tinha dentes parecidos com os dos morcegos.

Os gigantes bulbos olfatórios indicam que o animal tinha um grande olfato mas as pequenas cavidades no crânio onde se encontravam os olhos mostram que não tinha uma boa visão nem conseguia distinguir as cores. Possivelmente, era um animal noturno e dependia do sentido do olfato para encontrar comida, explica Huttenlocker.

“O crânio é uma descoberta extremamente rara numa vasta região com fósseis do interior ocidental, onde as mais de 150 espécies de mamíferos e percursores de mamíferos similares a répteis estão representados sobretudo por dentes e maxilas isoladas”, explica o paleontólogo e coautor do estudo James Kirkland.

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Cifelliodon wahkarmoosuch

Os investigadores colocaram esta espécie dentro de um grupo chamado Haramiyida. A maioria dos fósseis deste grupo pertenciam ao período Triássico e Jurássico da Europa, Gronelândia e Ásia. Mas este é o primeiro encontrado na América do Norte.

Assim, o fóssil agora descoberto enfatiza que estes ‘haramiyidans’ e alguns outros grupos de vertebrados existiram globalmente durante a transição do Jurássico-Cretácico, o que significa que os corredores para a migração através das massas terrestres do chamado super-continente Pangeia permaneceram intactos no Cretácico Inferior.

Da Pangea ao presente, passando por Gondwana

“Durante muito tempo, pensámos que os primeiros mamíferos do Cretácico (entre 145 e 66 milhões de anos atrás) eram anatomicamente similares e não ecologicamente diversos”, explica Huttenlocker.

“Esta descoberta e outras reforçam a teoria de que, mesmo antes do surgimento dos mamíferos modernos, os seus parentes antigos exploravam nichos especializados: insetívoros, herbívoros, carnívoros, nadadores e planadores. Basicamente, ocupavam uma variedade de nichos que vemos que ocupam nos dias de hoje”.

De acordo com as teorias iniciais, Pangeia começou a dividir-se há cerca de 225 a 200 milhões de anos.

O novo estudo, publicado na revista Nature, sugere que a divisão deste super-continente demorou cerca de 15 milhões de anos a mais do que se pensava.

Fonte: ZAP

domingo, 27 de maio de 2018

Mais de 100 medusas raras encontradas na China

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A espécie existe há, pelo menos, 600 milhões de anos. Tem entre um a dois centímetros de diâmetro

Mais de 100 exemplares de medusas craspedacusta foram descobertos no lago de um museu na China. A espécie rara, que se encontra sob a mais elevada proteção do estado chinês, foi detetada no museu da província Yunnan, no sudoeste da China.

Segundo o The Guardian, a descoberta foi feita por trabalhadores do museu Lijiashan Bronze, no distrito de Jiangchuan. Estas medusas, que medem entre um a dois centémetros de diâmetro, já existirão há, pelo menos, 600 milhões de anos.

De acordo com o investigador Zhang Sichun, costumam ser encontradas em rios e lagos limpos. "É raro encontrar tantas num lago tão pequeno", afirmou.


Fonte: DN

Descoberto o quarto elemento magnético da tabela periódica

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O ruténio é o quarto elemento da tabela periódica com propriedades magnéticas em temperatura ambiente.

Uma simples experiência realizada por cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, resultou na descoberta de um novo elemento magnético. A pesquisa comprovou que o ruténio (Ru) é o quarto elemento da tabela periódica com propriedades magnéticas em temperatura ambiente.

Um elemento como este tem uma função ativa na nossa sociedade. O ruténio pode intervir na melhoria de sensores, dispositivos relacionados à memória dos computadores e, claro, em materiais magnéticos.

Até ao momento, apenas três elementos tinham esta capacidade: ferro, cobalto e o níquel. O gadolínio, também tem esta capacidade, mas não em temperatura ambiente. Aos 8ºC, o elemento já deixa de ter esta propriedade.

Atualmente, estes elementos são constantemente usados para a indústria eletrónica, sobretudo para funções relacionadas a eletromagnetismo, ou seja, a capacidade de criar correntes elétricas a partir da variação do campo magnético, por indução.

Na indústria, são utilizados para aplicações como sensores, motores elétricos, geradores, HDs e, mais recentemente, memórias spintrónicas. No entanto, a grande colaboração do material é na produção de novas tecnologias para o armazenamento de dados.

“O magnetismo é sempre incrível e provou novamente o quão incrível consegue ser. Estamos empolgados e agradecidos por sermos o primeiro grupo a adicionar o quarto elemento ferromagnético à temperatura ambiente à tabela periódica”, disse o professor de eletricidade da Universidade de Minnesota e supervisor do projeto, Robert F. Hartmann.

A procura de novos elementos magnéticos é uma constante na indústria eletrónica, que vê nas matérias-primas tradicionais, como o ferro, uma limitação para o desenvolvimento de novos dispositivos. A descoberta do ruténio abre um leque de novos caminhos para estudos relacionados com o armazenamentos de dados.

O estudo foi publicado recentemente na Nature.

Fonte: ZAP

sábado, 26 de maio de 2018

Cientistas descobrem em França vermes gigantes já encontrados nos Açores

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A cabeça em forma de martelo dos vermes Diversibipalium multilineatum PIERRE GROS/DR

Um grupo de investigadores alerta que estes vermes não são originários da Europa e representam uma ameaça para a biodiversidade, ainda que tivessem passado despercebidos na comunidade científica. Uma espécie destes vermes já foi encontrada em Portugal.

Foram precisos mais de 20 anos para que os cientistas franceses começassem a estranhar a presença de uns vermes predadores gigantes (do género Bipalioum e Diversibipalium) que infestavam os jardins do país. “Enquanto cientistas, ficámos surpreendidos que estas minhocas longas e com cores garridas [um dos vermes é azul] tenham escapado durante tanto tempo à atenção dos cientistas e das autoridades num país europeu desenvolvido”, referem os autores de um estudo publicado esta terça-feira na revista científica PeerJ, realçando que estas espécies são um perigo para a fauna nativa do país.

Com base em observações e registos que datam de 1999, o estudo dá também lugar à “ciência feita por cidadãos”, já que grande parte das descobertas foram feitas por moradores de França e de outros territórios ultramarinos – o registo chegava às mãos dos cientistas por email e até por telefone. Foi então constatada a existência de três espécies nas zonas metropolitanas de França: Bipalium kewense, Diversibipalium multilineatum e uma terceira espécie Diversibipaliumde cor preta, ainda sem nome. 

Um verme da espécie Bipalium kewense PIERRE GROS/DR

As espécies de vermes predadores do género Bipalium e Diversibipalium são gigantes comparados com as minhocas normais. Rondam os 60 centímetros de comprimento (mas há uma espécie que pode chegar a um metro de comprimento, a Bipalium nobile) e têm uma outra característica distintiva: a forma em martelo das suas cabeças. Enquanto os vermes mais pequenos são autóctones da Europa, estas espécies maiores não o são.

A Bipalium kewense também já chegou a Portugal: em 2016, foi encontrado um exemplar de 25 centímetros na ilha de São Miguel, nos Açores, num jardim ao ar livre. No mesmo ano, foi vista pela primeira vez na ilha de São Tomé e Príncipe. Os cientistas responsáveis pelo relatório verificaram também a presença de algumas destas espécies em territórios franceses além-mar, como a Polinésia Francesa (Oceania), Guiana Francesa (América do Sul) ou as ilhas de Guadalupe e São Bartolomeu (América Central). As espécies são originárias das regiões quentes da Ásia, e foram se espalhando pelo mundo. Segundo o estudo, estes vermes achatados são introduzidos noutros países através do transporte de plantas.

Um perigo dissipado na cegueira dos cientistas

O naturalista amador Pierre Gros (que viria a ser um dos autores do estudo) foi uma das primeiras pessoas a estranhar a existência dos animais em solo francês, razão que o levou a contactar o especialista Jean-Lou Justine – que começou por desconfiar da veracidade das fotografias que lhe foram enviadas. Foi assim que começou a investigação. Agora, os cientistas dizem que os resultados do estudo mostram que existe um “ponto cego” na comunidade científica e nas autoridades, que não se apercebem que estavam perante uma invasão destes animais conspícuos.

Verme da espécie Bipalium vagum encontradas na Guiana Francesa SÉBASTIEN SANT/PARC AMAZONIEN DE GUYANE

Os cientistas (quatro franceses e um australiano) admitem que estas espécies predadoras são um perigo para a fauna nativa dos países onde são introduzidas, sobretudo para os animais mais pequenos e vulneráveis. O impacto dessa ameaça não é certo (são escassos os dados disponíveis), mas não deve ser negligenciado, já que estamos a falar dos “maiores predadores invertebrados terrestres”. Para alcançar as suas presas, algumas destas espécies produzem uma neurotoxina potente, a tetrodoxina, que as imobiliza.

Antes deste estudo, muitas das espécies encontradas não eram devidamente identificadas (pensavam tratar-se de ténias, lesmas ou simples minhocas), dizem os cientistas. Em 2013, as crianças de um jardim-de-infância francês diziam estar assustadas por existirem centenas de “pequenas cobras” no jardim da escola; mais tarde, o grupo de investigadores identificaram-nas como sendo da espécie Diversibipalium multilineatum.

O verme azul da espécie Diversibipalium LAURENT CHARLES/DR

CLAUDIA CARVALHO SILVA

Fonte: Publico

Ovniólogo acredita que extraterrestres querem impedir apocalipse nuclear

Alienígena

Há muito tempo que os teóricos da conspiração suspeitam que os governos estão realizando projectos extraterrestres secretos, e o relatório de dezembro sobre o estudo do orçamento do Pentágono sobre OVNIs fez aumentar as chamas da conspiração.

Um ovniólogo, que preferiu permanecer anónimo, foi ao website Alien Revelations para afirmar que os alienígenas estão propensos a impedir que os humanos usem armas nucleares, "porque não podemos ser confiáveis com esse poder maciço".

O autor recordou uma entrevista já com alguns anos com o ex-tenente da Força Aérea dos EUA, Bob Helobs, na qual ele afirmou que seus superiores o haviam alertado para permanecer em silêncio sobre ter visto um OVNI na base aérea de Vandenberg.

Seus superiores não ficaram muito empolgados com a suposta observação de um objecto voador não identificado, afirmando que "isso não aconteceu". Contudo, muitos ovniólogos dizem que os contactos com OVNIs acontecem com frequência em torno de bases nucleares.

Segundo outro website, o Collective-Evolution, um incidente similar aconteceu na base aérea de Malmstrom.

"Isso aconteceu em março de 1967 numa base que era responsável por uma grande quantidade de armas nucleares. Testemunhas avistaram um OVNI vermelho e brilhante sobrevoando do lado de fora do portão da frente. Depois disso, todos os mísseis nucleares se desligaram e deixaram de funcionar completamente", comentou.

O ovniólogo disse que não seria "surpreendente" se os extraterrestres estivessem tentando impedir o apocalipse criando obstáculos para as experiências nucleares dos humanos.

"Observamos que os OVNIs estavam muito interessados nas instalações de fabricação de armas nucleares. Algumas armas nucleares enviadas para o espaço foram destruídas pelos extraterrestres. No final dos anos 70 e início dos anos 80, tentamos implantar uma arma nuclear na Lua e explodi-la para medições científicas. Eles destruíram a arma antes dela chegar à Lua", disse.

Apesar de todas as teorias, a NASA sempre negou a existência de vida alienígena.

"A única vida que conhecemos está na Terra. A NASA está sempre procurando vida lá fora, e quando a encontrarmos, avisaremos", declarou Paul Hertz, da Divisão de Astrofísica na sede da NASA em Washington, no ano passado.

Fonte: Sputnik News

Observado Meteoro ou Bólido sobre São Paulo


Grande bólido observado sobre o estado de São Paulo.

Recebemos, na noite dessa quinta feira, 24 de maio, vários relatos a respeito de um grande bólido explodindo sobre o estado de São Paulo.

As estações da BRAMON RCP1/SP em Nhandeara administrada pelo Renato Poltronieri, a IDS2/MG em Patos de Minas administrada pelo Ivan Soares e a BGS1/SP em Jaguariuna administrada pelo Bruno Guitti registaram directamente o bólido.

Outras 3 estações registam também o clarão gerado pela passagem atmosférica do meteoro, a ACD1/SP em Rio Claro, administrada pelo António Duarte, a OCA3/SP em Bilac, administrada pelo Leonardo Amaral e a CAV1/SP em Batatais, administrada pelo Ricardo Cavallini.

Após a análise inicial do meteoro, concluímos que o objecto que gerou o meteoro visto em várias cidades do interior de São Paulo esta noite provavelmente tinha o tamanho de uma bola de gude, um pouco mais de 2 centímetros de diâmetro e 20 gramas de massa. Mas como pode um objecto tão pequeno causar essa enorme bola de fogo que assustou os paulistas essa noite?

Ocorre que o meteoro é nada mais é do que o fenómeno luminoso causado pela passagem de um fragmento rochoso em altíssima velocidade pela atmosfera. A atmosfera freia esse fragmento, e converte sua energia cinética em outras formas de energia das quais, percebemos apenas uma pequena parte dessa energia na forma de luz.


Ler mais AQUI

sexta-feira, 25 de maio de 2018

As luas de Saturno são parecidas com raviólis e batatas (e agora sabemos porquê

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As estranhas formas das luas internas de Saturno, que se assemelham a raviólis e batatas, podem ser explicadas por fusões de minúsculas luas.

A sonda Cassini, que estudou Saturno de perto durante 13 anos, revelou que as pequenas luas próximas ao planeta tinham formas estranhas e irregulares, ao contrário da forma esférica da nossa Lua. Alguns exemplos dos formatos bizarros são a forma de ravióli das luas Pan e Atlas, ou a forma de batata da lua Prometeu.

Investigações anteriores haviam proposto maneiras segundo as quais essas mesmas luas se teriam formado. Mas o que este estudo tem de diferente é que sugere uma explicação capaz de explicar também estas formas tão incomuns.

A pesquisa, liderada por Adrien Leleu, da Universidade de Berna, teve como base a realização de simulações computacionais da evolução das luas, levando em conta os poderosos efeitos da força gravitacional de Saturno.

A massa do planeta é 95 vezes maior do que a da Terra, e as luas internas de Saturno orbitam a uma distância de menos de metade daquela entre o nosso planeta e a nossa Lua.

Como tal, as luas internas de Saturno experimentam enormes forças. Além disso, a poderosa atração gravitacional do planeta torna improvável que as luas se tenham formado por acréscimo gradual de material em torno de um núcleo, que é o cenário padrão para a formação de corpos celestes.

Em vez disso, os cientistas descobriram que as luas internas de Saturno formaram-se, provavelmente, através de uma série de colisões entre minúsculas luas, conhecidas como “cenário piramidal” de formação de corpos celestes.

Se verdadeira e real, esta descoberta tem importantes consequências, porque investigações anteriores mostraram que o cenário piramidal poderia estar na origem da maioria das luas do Sistema Solar.
O tipo de colisão define o tipo de lua

As simulações revelaram que colisões quase frontais originavam objetos achatados semelhantes a raviólis, como as luas Pan e Atlas. Fusões envolvendo ângulos de impacto ligeiramente mais oblíquos resultavam em formas alongadas, como a lua Prometeu, parecida com uma batata.

As simulações revelaram ainda que o ambiente muito específico no qual se encontram as luas – muito perto de Saturno e do seus anéis, em órbitas quase perfeitamente circulares e quase todas no mesmo plano – torna as colisões frontais mais frequentes.

“Descobrimos que 20 a 50% das pequenas luas devem exibir uma forma achatada ou alongada, enquanto as restantes devem ter formas aleatórias”, explica Martin Jutzi, um dos autores do estudo publicado na Nature Astronomy.

“Considerando as seis luas internas (Pan, Atlas, Prometeu, Pandora, Janus e Epimeteu), as três primeiras exibem essas características, enquanto as outras têm formas aleatórias”, concluiu o investigador.


Fonte: ZAP

Como enviar e ler e-mails em modo confidencial no Gmail

modo confidencial Google Gmail

A Google aplicou recentemente mudanças de fundo no Gmail, tornando-o mais fácil de usar e dando-lhe algumas novidades. Estas últimas são importantes pois dão ao Gmail novas capacidades e funcionalidades.

Uma dessas novidades é a possibilidade de serem enviadas mensagens em modo confidencial, que apenas podem ser lidas pelos destinatários e que têm um nível de proteção muito maior. Vamos saber como podem enviar e ler e-mails em modo confidencial no Gmail.

As mensagens em modo confidencial permitem que o remetente defina quem pode ler as mensagens e também o período de vida das mesmas. Esta nova funcionalidade garante assim um maior controlo sobre as próprias mensagens e sobre quem as pode ler.

O modo confidencial está já ativo para os utilizadores do Gmail e, por isso, pode ser já usado por qualquer um para garantir esta segurança extra. Devem ter atenção que são necessárias definições específicas no envio e na própria leitura da mensagem.

Como enviar uma mensagem em modo confidencial no Gmail

Para enviarem uma mensagem no modo confidencial devem criar um novo email no Gmail, como fazem para qualquer outra mensagem, e escolher a opção Ativar/desativar modo confidencial.


Ao escolherem esta opção será mostrada a zona de opções do modo confidencial. São apenas 2 parâmetros que devem ativar, se assim o pretenderem.

O primeiro define o tempo de vida de uma mensagem e o segundo se querem ou não definir a utilização de um código secreto por SMS. Caso não definam a segunda opção, as mensagens podem ser lidas de forma normal, durante o período definido.


De seguida devem escrever a mensagem e indicar os destinatários , também como fazem numa mensagem normal.

Vão ter presente a informação relativa ao modo confidencial, nomeadamente o período de vida da mensagem. Para enviarem a mensagem devem carregar no botão Enviar.


Antes de a mensagem ser enviada para o destinatário é pedido o número de telefone deste para que seja remetido por SMS o código necessário para que esta possa ser lida.

Devem inserir aqui um número que o destinatário possa usar para receber essa mensagem.


Ao terminarem este passo a mensagem é remetida para o destinatário e a contagem do tempo de vida da mesma é iniciado.

Como ler uma mensagem em modo confidencial no Gmail

Quando o destinatário receber a mensagem enviada, esta será igual a qualquer outra que tenha recebido antes. A diferença estará no conteúdo da mesma, que não pode ser lido e que encaminha para uma zona de segurança acrescida.


Nesta zona o utilizador deverá requerer o envio do código de segurança por SMS. Não é possível alterar o número de telefone de destino desta mensagem, mas é indicado parte desse número para a sua identificação.
modo confidencial Google Gmail
Ao receber o código de segurança por SMS, este deverá ser colocado na zona disponibilizada para o efeito. Devem após isso carregar no botão Enviar para desbloquear o acesso à mensagem.


No final, e depois de validado com sucesso o código, a mensagem será disponibilizada. Esta não pode, no entanto, ser reencaminhada para qualquer outro destinatário.


É desta forma simples que podem usar o modo confidencial do Gmail para enviarem ou receberem mensagem em modo seguro, com tempo de vida definido e com acesso controlado à mesma.

Com estas pequenas melhorias o Gmail continua a manter-se no topo das escolhas dos utilizadores. Muitas mais novidades vão surgir, agora que a Google as tornou públicas e prontas para serem usadas.

Fonte: Pplware
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