domingo, 3 de junho de 2018

OVNI misterioso descrito como "uma bola de pura luz branca" filmado sobre Leeds

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A testemunha afirma que o estranho objecto voava a uma altitude de 300 metros e que não podia ser um avião ou satélite.

James Goldman, de 30 anos, gravou com a câmara de seu celular um misterioso objecto que, supostamente, sobrevoou a cidade britânica de Leeds, informa o jornal Mirror.

De acordo com a testemunha, o OVNI parecia uma "bola branca metálica brilhante" e, portanto, era muito semelhante à terrível "Estrela da Morte" — a estação espacial da famosa saga "Guerra nas Estrelas" do cineasta norte-americano George Lucas.

O homem assegura que o objecto voava a uma altitude de aproximadamente 300 metros e que "não era um avião, nem um satélite". Acredita que não poderia ser um drone.

Segundo explica o ovnilogo Gary Heseltine, que verificou as imagens, "poderia tratar-se de uma anomalia".

​Exclusivo: OVNI misterioso, descrito como uma "bola branca brilhante ", foi detectado voando sobre Leeds


Fonte: Mirror

Equipa portuguesa desenvolve técnica que reduz riscos na remoção de tumores cranianos

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Um professor de Neurorradiologia da Universidade do Algarve (UAlg) está a implementar em Portugal uma técnica criada por uma equipa multidisciplinar que permite reduzir os riscos cirúrgicos na remoção de tumores na base do crânio.

Segundo Pedro Gonçalves Pereira, trata-se de um desenvolvimento avançado da técnica de Tractografia por Ressonância Magnética que é aplicada no planeamento cirúrgico destes tumores, que representam 10% a 15% de todos os tumores intracranianos, para identificar e preservar os nervos cranianos durante a cirurgia.

“Os tumores ao crescerem acabam por interferir com a função dos nervos e o cirurgião, quando os aborda, só tem a perceção da localização dos nervos que estão desviados quando está a remover o tumor”, explicou o médico à Lusa, acrescentando que a nova técnica permite conhecer a localização do desvio dos nervos antes da cirurgia.

De acordo com o docente do Departamento de Ciências Biomédicas e Medicina da UAlg, na técnica de ressonância que existia até há poucos anos “essa diferenciação antes da cirurgia não era conseguida”, causando, em alguns casos, o corte inadvertido de um nervo, com “implicações definitivas” para o doente.

“Acontece em alguns episódios infelizes, não são muitos, mas acontecem. O doente tira um tumor e fica sem a função de um nervo que estava nas proximidades, como o nervo facial, o que fica para sempre”, referiu o investigador, sublinhando que esta técnica permite reduzir esse risco.

Por outro lado, sublinha, o tipo de tecido nervoso do tumor em relação ao nervo “é muito parecido”, não sendo fácil distinguir pelo cirurgião apenas pela observação visual, o que faz com que esta diferenciação, através de imagens, torne as cirurgias mais seguras e mais rápidas.

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Pedro Gonçalves Pereira

“Conseguem obter-se imagens de estruturas nervosas que têm menos de um milímetro de diâmetro, que são, em norma, difíceis de visualizar, ainda mais quando há um tumor a comprimi-las ou a desviá-las”, indicou.

O método permite obter as imagens em aproximadamente seis minutos, quando existem centros que demoram 40 minutos a obter a mesma informação.

Pedro Gonçalves Pereira é o único neurorradiologista em Portugal a usar esta técnica, que podia estar disponível “em qualquer serviço de Neurocirurgia que tenha ressonância moderna”, pelo menos dos últimos dez anos.

“Não há motivo para eu continuar a ser a única pessoa do país que faz isto, idealmente devia ser feito em todo o país”, concluiu.

Além de estar disponível num hospital de Lisboa, a técnica apenas é usada em poucos centros de neurociências da Europa e dos Estados Unidos da América.

O trabalho foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar, que envolveu neurorradiologistas de Lisboa, neurocirurgiões de Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal e uma equipa de investigação da UAlg que trabalhou na validação científica da técnica.

Fonte: ZAP

sábado, 2 de junho de 2018

Chineses captam em VÍDEO queda de suposto meteorito em chamas


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Um suposto meteorito caiu perto da cidade chinesa de Jinghong. Os residentes desta cidade chinesa conseguiram gravar em vídeo como a enorme bola de fogo entrou na atmosfera e caiu na Terra.

O vídeo foi publicado nas redes sociais. O pesquisador do Observatório de Yunnan, da Academia Chinesa de Ciências, Wang Xiaobin, declarou ao portal Jqknews que até agora não é possível dizer com certeza se o objecto caído em Jinghong teria sido um meteorito, porque ele não deixou um rasto no céu e o vídeo em que o objecto aparece é muito curto.

Outro meteorito sobrevoou a cidade russa de Ekaterinburgo em março de 2018. Naquele mês três corpos celestes caíram nessa cidade russa em apenas uma semana. Os cientistas determinaram que todos os objectos eram pequenos e, segundo seu conteúdo, se pareciam mais a pedras espaciais que a um verdadeiro meteorito.


Fonte: Sputnik News

A mãe de todas as descobertas. Identificado galeão naufragado e o seu tesouro de 17 mil milhões

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Em 1708, o galeão espanhol San José afundou-se, levando consigo para o fundo do mar das Caraíbas um tesouro valioso. Agora, 310 anos mais tarde, os seus destroços foram finalmente identificados, graças à análise dos seus singulares canhões de bronze.

As primeiras notícias de que o tesouro mais procurado do mundo teria sido encontrado surgiram em 2015, mas agora é oficial: o galeão naufragado ao largo da Colômbia émesmo o San José.

De acordo com imagens enviadas pelo REMUS 6000, veículo autónomo de profundidade da Woods Hole Oceanographic Institution, os canhões do navio naufragado ainda têm os seus golfinhos gravados na superfície. O submersível chegou a 9 metros de distância do navio naufragado e confirmou a sua identidade.

Apesar de a WHOI ter conhecimento deste detalhe desde novembro de 2015, só agora as suas agências afiliadas e o governo colombiano autorizaram que os investigadores o anunciassem ao público. “É o Santo Graal de todos os naufrágios”, diz o Livescience.

O San José estava equipado com 62 canhões, o que não foi suficiente para lhe permitir vencer a sua última batalha, contra quatro navios britânicos. O naufrágio aconteceu durante a Guerra da Sucessão Espanhola, entre 1701 e 1714, na qual a Inglaterra, Portugal e Alemanha se opuseram à união dinástica entre a França e a Espanha.

Durante o conflito, navios cheios de ouro da América Latina eram enviados por portugueses e espanhóis para financiar os conflitos na Europa.

Normalmente, estes navios eram acompanhados por frotas de escolta fortemente armadas. Mas no caso da última viagem do San José, houve um atraso na chegada da sua escolta, e o comandante José Fernandez de Santillan, conde de Casa Alegre, decidiu iniciar a viagem de qualquer maneira, com apenas um navio e a sua tripulação de 500 homens.

Como sabemos hoje, este foi um erro tremendo, que acabou numa luta sangrenta.


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Uma esquadra britânica ataca uma frota espanhola ao largo de Cartagena, 1708. O essencial do tesouro espanhol perde-se no naufrágio do San José, destruído pela explosão do seu paiol (óleo de Samuel Scott, 1770)

A carga do navio continha ouro, prata e esmeraldas, com um valor que actualmente rondará os 17 mil milhões de dolares – cerca de 15 mil milhões de euros. Este é provavelmente o maior tesouro da história.

Nos últimos três séculos, inúmeros caçadores de tesouros procuraram os restos do navio, mas só no fim de 2015 uma equipa internacional de cientistas encontrou local do naufrágio, com a ajuda do navio da marinha colombiana ARC Malpelo. O mítico San José foi encontrado a 600 metros de profundidade.

O REMUS 6000, famoso por ter ajudado a localizar os destroços do voo Air France 447 do Brasil para a França em 2009, entrou mais tarde em acção. “O REMUS 6000 foi a ferramenta ideal para o trabalho, já que é capaz de conduzir missões de longa duração, a grande profundidade, em grandes áreas”, diz Mike Purcell, líder de expedição.

O governo colombiano pretende agora construir um museu para acolher os restos do San José, incluindo os seus famosos canhões e valiosas cerâmicas cerâmicas.

Fonte: ZAP

sexta-feira, 1 de junho de 2018

'OVNI supersónico' teria perseguido porta-aviões americano, divulga relatório do Pentágono

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O objecto, que alegadamente era capaz de pairar no ar e tornar-se invisível, enganou os pilotos de caças da Marinha dos EUA durante manobras no Pacífico.

Um OVNI supersónico em forma de "pastilha Tic Tac" perseguiu um porta-aviões dos EUA ao longo de dias antes de desaparecer no ar, diz um relatório recente do Pentágono, citado pela edição The Sun.

O documento, divulgado pela estação de TV KLAS, revela como o USS Princeton, cruzador de mísseis guiados Estados Unidos, teve vários contactos por radar com aquilo que baptizou de Veículo Aéreo Anómalo (VAA).

Em novembro de 2004, o radar AN/SPY-1 do navio captou o objecto pairando a mais de 18 km antes de fazer uma descida abrupta até a superfície do mar em apenas alguns segundos. A velocidade com que se afastou foi tão grande que no momento os membros da tripulação pensaram que o objecto era um míssil balístico.

Dois dias depois, o veículo voltou a aparecer e foram enviados dois caças F-18 para interceptá-lo, mas os pilotos reportaram que o objecto se tinha tornado invisível. Entretanto, continuou sendo possível de detectá-lo por criar um distúrbio circular na água, entre "50 e 100 metros de diâmetro".

O objecto foi descrito como "branco sólido, liso, sem bordas… colorido homogeneamente sem naceles, pilones ou asas" e parecia "um ovo alongado ou uma [pastilha] Tic Tac", assegura um dos pilotos.

O relatório adianta que o submarino de ataque nuclear USS Louisville estava operando na mesma área, mas não detectou nenhum tipo de movimento.

Para mais, um avião de reconhecimento E-2C Hawkeye conseguiu detectar o objecto, mas não o fixar, sugerindo que ele teria capacidade de escapar a radares. Os tripulantes da mesma aeronave asseguraram que o veículo não corresponde "a nenhum avião conhecido em serviço dos EUA ou de outros países".


Fonte: Sputnik News

Cientistas a um passo de descobrir a misteriosa origem dos Incas

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Um grupo de pesquisadores do Peru acredita ter conseguido traçar as origens dos Incas através do DNA dos descendentes modernos dos seus imperadores.

Há centenas de anos que a civilização Inca fascina historiadores por todo o mundo, mas ainda muito pouco se sabe sobre a origem da maior civilização Pré-Hispânica das Américas. Um grupo de pesquisadores do Peru acredita agora ter conseguido traçar as origens dos Incas através do DNA dos descendentes modernos dos seus imperadores.

Todos os humanos carregam parte da codificação genética dos seus ancestrais e, frequentemente, os cientistas usam técnicas de genotipagem de DNA semelhantes às usadas neste estudo para determinar quais os genes herdados dos progenitores.

No caso da civilização Inca, esta análise foi estendida durante vários séculos. “É como um teste de paternidade, não entre pai e filho, mas entre os povos”, disse um dos pesquisadores, Ricardo Fujita, da Universidade de San Martin de Porres, no Peru, à AFP.

Existem duas lendas tradicionais comummente aceites sobre a origem desta civilização. A primeira acredita que os Incas são originários perto do Lago Titicaca, Puno, no sudeste do Peru; já a segunda, defende que a civilização descende de irmãos da região de Cusco, no centro do Peru.

Estes dois lugares, onde se acredita que possam ter surgido os primeiros Incas, foram fundamentais para a pesquisa. Os investigadores recolheram amostras de DNA dos habitantes de ambos os locais e, posteriormente, compararam a sua codificação genética com cerca de 3000 amostras de famílias atuais conhecidas como descentes de Incas.

De acordo com os investigadores, estes descendentes utilizados como amostra, também conhecidos como famílias “Panakas”, são a melhor ligação com o DNA da antiga nobreza Inca, pois a maioria dos cemitérios incas históricos e restos mumificados foram destruídos pelos conquistadores espanhóis que chegaram no século XVI.

Os resultados revelaram semelhanças genéticas entre as famílias Panakas e as que vivem em Puno e Cusco, mostrando que há alguma verdade nas lendas tradicionais. Mais do que isso: ambas as histórias podem até estar interligadas.

“Após três anos de rastreamento das impressões digitais genéticas dos descendentes, confirmamos que as duas lendas que explicam a origem da civilização Inca podem estar relacionadas”, explicou Fujita à AFP.

“Provavelmente a primeira migração veio da região de Puno e foi estabelecida em Pacaritambo por algumas décadas antes de ir para Cusco e fundar Tahuantinsuyo”, adiantou.

Tahuantinsuyo é o vasto império que os Incas governaram, estendendo-se desde o oeste da atual Argentina até ao norte da atual Colômbia – uma região com enormes dimensões para um povo que começou com pouco.

Algumas das conclusões foram publicadas em abril, na Molecular Genetics and Genomics, mas os investigadores anseiam em voltar atrás no tempo. Mesmo que as antigas múmias Incas tenham desaparecido para sempre, pode haver cemitérios onde restem ainda vestígios de DNA.

As novas técnicas de ponta hoje aplicadas no estudo do DNA – que pode ter até milhares de anos – estão a trazer uma nova visão do passado, permitindo melhor compreender a maneira como as civilizações se espalharam e migraram ao longos dos séculos.

Quanto mais dados os cientistas conseguirem recolher, quer em tamanho da amostra, quer em períodos de tempo cobertos, mais clara se tornará a janela do passado. Podemos ainda aprender muito mais sobre origem do grande império inca.

Fonte: ZAP

A assustadora Nebulosa de Tarântula foi captada em todo o seu esplendor

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A assustadora Nebulosa de Tarântula, ou NGC 2070, uma das galáxias mais próximas de nós
Um grupo de astrónomos europeus obteve a imagem mais nítida até agora da Nebulosa de Tarântula – uma paisagem cósmica repleta de aglomerados de estrelas, nuvens brilhantes de gás e vestígios de um supernova na Grande Nuvem de Magalhães, a 160 mil anos luz de distância do planeta Terra.

Segundo informou esta quarta-feira em comunicado o Observatório Europeu do Sul, ESO, o telescópio de rastreamento VST, instalado no Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile, conseguiu captar com grande detalhe a Nebulosa de Tarântula, que representa aregião estelar mais brilhante e energética das 50 galáxias mais próximas da Via Láctea, o chamado Grupo Local.

A imagem permite definir o formato da Tarântula, uma formação estelar que se estende por mais de 1000 anos de luz dentro da Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias mais próximas da Via Láctea, e que tem como centro o gigantesco e jovem aglomerado estelar NGC 2070.

O astrónomo francês Nicolas Louis de Lacaille foi o primeiro a registar o brilhante esplendor da Nebulosa de Tarântula, em 1751, da qual agora podem ser mapeados elementos como o NGC 2070, que dá nome a uma região que contém algumas das estrelas mais massivas e luminosas detectadas desde sempre.

Parte desta nebulosa é o chamado “Cavalo Marinho“, uma “gigantesca estrutura de poeira escura” com uma extensão de aproximadamente 20 anos luz, que os astrónomos prevêem que desaparecerá no próximo milhão de anos como consequência da luz e dos ventos emitidos por estrelas em formação.

O telescópio conseguiu mapear também o antigo aglomerado de estrelas Hodge 301, onde se calcula que pelo menos 40 estrelas tenham explodido como supernovas, libertando grande quantidade de gás na região.

Outros elementos captados na imagem são a superbolha SNR N157B, um remanescente de supernova, e a famosa SN 1987A, a primeira supernova captada com telescópios modernos, em 1987, uma das mais brilhantes desde a supernova observada por Johannes Kepler em 1604, que brilhou com a potência de 100 milhões de sóis durante meses.

A captação desta imagem tão nítida foi possível através do uso de uma câmara OmegaCAMde 256 megapixels, com a ajuda de diversos filtros, entre os quais um filtro concebido com o objectivo de isolar o brilho vermelho do hidrogénio ionizado.

Fonte: ZAP

Análise de sangue deteta cancro anos antes de começarem os sintomas

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Chamam-lhe o "Santo Graal" da investigação sobre as doenças oncológicas e percebe-se porquê: trata-se de um teste ao sangue capaz de detetar 10 tipos de cancro anos antes de a pessoa ficar efetivamente doente

A biópsia líquida deteta minúsculas frações de ADN libertadas pelas células cancerígenas para a corrente sanguínea, tornando-se assim eficaz a detetar a doença muito antes dos primeiros sintomas. O teste vai ser apresentado no maior encontro de oncologistas do mundo, que decorre este fim-de-semana em Chigaco, EUA.

No estudo, liderado pelo Instituto Taussig da Clínica de Cleveland, Ohio, esta análise mostrou-se capaz de detetar traços genéticos de vários tipos de cancro, incluindo o da mama, do pâncreas e do ovário.

Os investigadores acreditam que a descoberta pode modificar drastricamente a luta contra o doença.

"Este é, potencialmente, o 'Santo Graal' da investigação do cancro, encontrar cancros que são atualmente difíceis de curar no seu início, quando são mais fáceis de tratar", congratula-se Eric Klein, o investigador que liderou o estudo. "Esperamos que este teste salve muitas vidas."

A investigação analisou os casos de mais de 1600 pessoas, das quais 749 não estavam doentes na altura do estudo e 878 que tinham acabado de ser diagnosticadas.

Foi nos cancros do pâncreas, do ovário, do fígado e da vesícula que o teste se revelou mais eficaz, encontrando os sinais precoces da doença em, pelo menos, quatro em cada cinco doentes. A taxa de correção no caso dos linfomas e mielomas foi ligeiramente inferior, na casa dos 77% e 73% respetivamente. No caso do cancro do intestino, a análise permitiu diagnosticar precocemente dois em cada três pacientes. No cancro do pulmão a taxa de deteção foi de 59%, e nos da cabeça e pescoço de 56 por cento.

Fonte: Visão
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