sábado, 7 de dezembro de 2019

Objeto de Hoag é uma galáxia dentro de uma galáxia (que está dentro de outra galáxia)


Se observar atentamente a Constelação da Serpente poderá ver uma galáxia dentro de uma galáxia que, por sua vez, está dentro de outra galáxia.

Este grande mistério do Universo é conhecido como Objeto de Hoag. Descoberto em 1950 pelo astrónomo Arthur Hoag, este evento cósmico confundiu os cientistas durante várias décadas.

O Objeto de Hoag é uma galáxia extremamente rara, de aproximadamente 100.000 anos-luz de diâmetro, sendo ligeiramente maior do que a nossa Via Láctea. Tem forma de anel e localiza-se a cerca de 600 milhões de anos-luz do planeta Terra.

Uma imagem recente, registada pelo Telescópio Hubble da NASA e analisada pelo geofísico Benoit Blanco, mostra um anel brilhante de milhares de milhões de estrelas azuis que formam um círculo perfeito em torno de uma esfera mais pequena e mais densa de estrelas vermelhas. No espaço entre estes dois círculos estelares está outra galáxia, também em forma de anel, à espreita.

Os astrónomos ainda não sabem o que terá causado este fenómeno cósmico, uma vez que as galáxias anelares representam menos de 0,1% de todas as galáxias existentes – o que dificulta o estudo.

O próprio Hoag sugeriu que a formação destes anéis era apenas uma ilusão de ótica causada por lentes gravitacionais, um efeito que ocorre quando objetos de massa extremamente alta dobram e ampliam a luz. No entanto, estudos posteriores refutaram esta ideia.

Outra hipótese sugere que o Objeto de Hoag já foi uma galáxia em forma de disco, mas uma colisão com uma galáxia vizinha abriu um buraco na “barriga” do disco, distorcendo permanentemente a sua força gravitacional. Contudo, se essa colisão aconteceu nos últimos três mil milhões de anos, os astrónomos deveriam ter conseguido observar as consequência deste acidente – e nenhuma evidência foi encontrada.

Se houve uma queda cósmica no centro desta galáxia, provavelmente terá sido há muito tempo, fazendo com que qualquer prova desaparecesse e tornasse o Objeto de Hoag um dos grandes mistérios do Universo.

Fonte: ZAP

VÍDEO mostra momento em que Sol devora Terra em 'fim do mundo' agonizante


Como todos sabemos, a vida do nosso Sol não é eterna e seu fim chegará um dia, e é exactamente isso que o vídeo do Observatório Europeu do Sul (ESO) mostra.

Estrelas como o Sol queimam hidrogénio em seus núcleos durante a maior parte de suas vidas, contudo, quando o combustível chega ao fim, elas se transformam em gigantes vermelhas e ficam dez vezes maiores, engolindo os planetas próximos, e isso incluiria a Terra, afirma o observatório.

No nosso sistema, o Sol seria um gigante vermelho que devoraria Mercúrio, Vénus e a Terra dentro de aproximadamente cinco biliões de anos.

As estrelas semelhantes ao Sol perdem suas camadas externas, deixando apenas um núcleo queimado, uma anã branca.

Os cientistas nunca haviam encontrado uma evidência de que um planeta gigante sobreviveria em torno de uma anã branca. Entretanto, a detecção de um exoplaneta semelhante a Neptuno, na WDJ0914+1914, pode ser a primeira de muitos outros orbitando tais estrelas.


Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Sonda espacial revela dados da atmosfera do Sol. Nunca se tinha chegado lá


NASA divulgou os primeiros resultados da viagem da sonda Parker, a primeira a entrar na atmosfera solar por onde irá passar mais vezes nos próximos seis anos.

Nunca uma sonda espacial tinha chegado tão perto da atmosfera solar como fez a Parker, uma sonda da NASA que procura recolher dados sobre o Sol. Lançada em agosto de 2018, a sonda tem uma viagem prevista de sete anos e os investigadores que tratam os dados recolhidos revelaram esta quarta-feira os primeiros resultados obtidos pela Parker.

A primeira amostra de dados oferece pistas sobre mistérios de longa data, incluindo o motivo que leva a atmosfera do sol, conhecida como coroa, a ser centenas de vezes mais quente do que a sua superfície, bem como as origens exatas do vento solar.

"O obtivemos até agora é espetacular", disse o professor Stuart Bale, físico da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que liderou a análise. "Podemos ver a estrutura magnética da coroa, que nos diz que o vento solar emerge de pequenos orifícios. Vemos também atividade impulsiva, jatos que acreditamos estarem relacionados com a origem do vento solar."

Nos próximos seis anos, a sonda do tamanho de um carro seguirá uma órbita cada vez mais próxima do Sol e chegará a estar tão perto que tecnicamente "tocará" o sol. A Parker consegue resistir, através de um escudo térmico, a temperaturas até 1400 graus e, na sua missão de sete anos, conta atravessar a atmosfera solar 24 vezes, a uma distância de 6,2 milhões de quilómetros da superfície do Sol.

Até agora, os cientistas observavam que o vento do sol parecia ter dois elementos principais: um "rápido" que percorre cerca de 700 km por segundo (e provém de buracos gigantes na região polar do sol) e um vento "lento", que percorre menos de 500 km por segundo, cuja origem era desconhecida. A sonda Parker analisou o vento "lento" em volta de pequenos orifícios coronais espalhados pelo equador solar - estruturas solares que não tinham sido observadas anteriormente.

As observações também apontam para uma explicação sobre a razão de a coroa ser incrivelmente quente. "A coroa atinge um milhão de graus, mas a superfície do sol é de apenas milhares", disse o professor Tim Horbury , co-investigador do Parker Solar Probe Fields no Imperial College de Londres. "É como se a temperatura da superfície da Terra fosse a mesma, mas a atmosfera atingisse muitos milhares de graus", disse, citado pelo The Guardian. As recolhas da sonda Parker revelaram que as partículas do vento solar parecem ser libertadas em jatos explosivos, em vez de serem irradiadas em fluxo constante. "É bang, bang, bang", resumiu Tim Horbury.

A sonda deve o nome a Eugene Parker que em 1958 foi o primeiro a descobrir a existência do vento solar. Na altura, os colegas cientistas desprezaram a sua teoria de que o vento solar podia forçar o plasma e outras partículas do Sol, lançando-as para a atmosfera e afetando a Terra. Mas as missões espaciais vieram dar-lhe razão. E passados 60 anos, a NASA enviou até ao Sol a sonda com o seu nome.

Fonte: DN

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Em Coimbra, cirurgia inédita no mundo pôs um doente a ver


Às mãos de António Travassos chegam doentes de todo o mundo, à procura de um tratamento para os seus casos considerados sem solução. Cego dos dois olhos, Martinho Santos Martins foi um deles. Hoje sorri de felicidade.

Cinco horas e 18 minutos foi o tempo que três médicos do Centro Cirúrgico de Coimbra levaram a fazer uma cirurgia inédita, a primeira em todo o mundo, que ao doente valeu a luz do dia. A troca de uma parte do olho foi feita como uma simples mudança peças de uma engrenagem que já não funciona… mas de um olho para o outro. Dois dias após a intervenção, o doente a quem tinha sido diagnosticada uma cegueira irreversível já conseguia contar os cinco dedos de uma mão à distância de um metro.

“Se a cegueira é curável, só há uma solução: é fazer tudo aquilo que podemos para curar o doente. Essa é a nossa missão”, diz António Travassos, cirurgião oftalmologista fundador do Centro Cirúrgico de Coimbra, que não pousou o bisturi quando, em Dezembro de 2014, Martinho Santos Martins ali entrou com uma cegueira bilateral. “Estava completamente deprimido quando chegou, e hoje só consegue sorrir. Mesmo com os olhos ainda tapados, o senhor só sorria.”

O doente de Bragança, com 69 anos, foi submetido, no final de Julho deste ano, a uma translocação (ou deslocação) do segmento anterior do olho, uma cirurgia nunca realizada com sucesso até hoje. António Travassos, o cirurgião principal, conseguiu o “enxerto perfeito”. Ou seja, recortou um círculo perfeito para poder transplantar toda a córnea (a parte da frente do olho que cobre a íris e a pupila) e ainda uma coroa circular de esclera (a região branca do olho) do olho esquerdo para o olho direito.

O resultado surpreendeu até o médico, que nunca deu certezas de cura ao doente. Depois da cirurgia, Martinho Santos Martins, que ao entrar no bloco operatório não controlava as lágrimas, percorria então os corredores do Centro Cirúrgico de Coimbra de forma autónoma, e com a visão recuperada no olho direito de 1/10 (do ponto de vista legal, a cegueira existe quando o melhor olho tem uma acuidade inferior a esse valor).

Apesar de todas as dificuldades ao longo do tempo, a esperança nunca abandonou o doente que desde cedo conviveu com a cegueira. O olho direito, se não o atraiçoam as memórias da infância, nunca tinha tido visão. A zona da córnea encontrava-se esbranquiçada (leucocórnea), o que impedia Martinho Santos Martins de ver desse olho. Mais tarde na vida, uma trombose no olho esquerdo roubou-lhe a única janela para o mundo.

Foi operado em França, onde esteve emigrado, e tentou ainda tratamentos em Espanha, mas nada trouxe a visão a Martinho Santos Martins. A cegueira era irreversível para os médicos que o observavam – com a excepção de António Travassos, a quem recorreu, já quase sem esperança, no final de 2014.

“Com o exame de visometria, concluímos que o olho direito do doente, embora estando cego, tinha uma acuidade de visão de 2/10, porque as estruturas da parte posterior estavam funcionais”, diz António Travassos. Este foi o motivo que levou o médico a avançar confiante para a cirurgia, mas sempre com a ameaça de ter de extrair o olho.

Houve uma primeira cirurgia em Coimbra, que consistiu em trocar a córnea do olho esquerdo – o olho que estava também cego pela trombose mas que tinha a córnea saudável – para o olho direito, com a córnea esbranquiçada desde a infância. E para o olho esquerdo transplantou-se a córnea de um dador. “Conseguimos resultados, do ponto de vista anatómico, para o olho esquerdo, e do ponto de vista funcional para o olho direito [que conseguiu agora recuperar a visão]”, diz António Travassos. “Nada fazia prever o que aconteceu depois”, diz ainda o médico.

Após esta primeira cirurgia, o inesperado por todos surgiu: o doente teve uma rejeição da sua própria córnea no olho direito. “Ninguém esperava que o melting da córnea acontecesse após a cirurgia. O doente tinha recuperado a visão e voltou a perdê-la.” O melting da córnea é uma reacção auto-imune rara, que consiste na inflamação da córnea, como se derretesse até à sua perfuração.

“Em vez de retirarmos o olho, resolvemos esperar que tudo estabilizasse, para encontrar uma solução.” E foi isto que a equipa de médicos fez. Após algum tempo, surgiu então a hipótese de uma nova cirurgia devolver a visão a Martinho Santos Martins.

A técnica nunca tinha sido realizada em parte nenhuma do mundo, mas António Travassos, famoso por resolver situações aparentemente sem solução, avançou para a sala de operações. “Nunca pude dar esperanças ao doente. Mesmo antes de entrar em cirurgia tive de lhe dizer que havia a hipótese de ter de se eviscerar o olho. Entrou no bloco sem controlar as lágrimas.”

A segunda cirurgia, na qual participaram ainda os oftalmologistas José Galveia e Sofia Travassos, filha de António Travassos, teve os seguintes passos: transportou-se toda a córnea (que o doente já tinha recebido de um dador) e a coroa circular de esclera do olho esquerdo para o olho direito, aquele que tinha tido a reacção auto-imune. Por isso se designa translocação. Quanto à córnea que foi rejeitada, voltou para o olho esquerdo, aquele que se mantém cego.

A coroa de esclera funcionou como uma espécie de aba para se deslocar toda a córnea, sem se alterar o ângulo da câmara anterior. A manutenção do ângulo da câmara anterior evitou complicações, como o desenvolvimento de hipertensão ocular, que levariam ao insucesso da intervenção. O caso clínico bem sucedido terá os seus resultados publicados no Atlas de Oftalmologia RL- Eye, uma edição do Centro Cirúrgico de Coimbra.

“Esta cirurgia prova que nunca devemos desistir de fazer o melhor por cada doente e, neste caso específico, tínhamos de tentar proporcionar melhor qualidade de vida, porque este era um caso em que a alternativa era deixar manter o doente na cegueira”, diz António Travassos. “É uma verdadeira lição. A lição de que não devemos retirar um olho que tenha ainda percepção luminosa. É sempre possível pensar de maneira diferente.”

Geralmente, os doentes com a córnea esbranquiçada ficam sem tratamento, ou são submetidos a uma cirurgia para substituir parte da córnea por matéria orgânica inerte e transparente (queratoprótese). Mas esta nunca foi uma hipótese ponderada por António Travassos: “Em toda a minha vida, vi quatro doentes com queratoprótese. Todos eles sofreram inúmeras complicações e voltaram a cegar.”

Com a cirurgia da translocação de uma parte dos olhos feita há mais de um mês, o doente não teve até agora qualquer tipo de complicações. “Em oftalmologia também se fazem milagres”, diz Martinho Santos Martins, citado num comunicado do centro. E o prognóstico é que possa ir recuperando gradualmente alguma visão. “Conseguimos ainda manter o olho esquerdo que, apesar de não ter visão, de um ponto de vista anatómico e estético era importante”, diz o médico. “Se nesta fase não tivermos complicações, a probabilidade de as termos no futuro é mínima.”


“Continuar a sonhar”
António Travassos fundou o Centro Cirúrgico de Coimbra há 16 anos, e hoje recebe lá doentes de pelo menos 44 países. “As pessoas andam por todo o lado e quando começam a ficar desesperadas chegam aqui ao centro.”

Dos países árabes chega uma grande parte destes doentes, geralmente pessoas com um estatuto económico e social muito elevado. “Uma vez operei uma irmã de um rei sem saber quem era. Mas, para mim, o que interessava era que tinha ali uma doente como todos os outros”, conta António Travassos. “Há pouco tempo tive também o caso de um doente árabe que não recebeu um visto de Portugal para vir ao centro tratar-se. Isto é muito estranho, sobretudo quando se quer desenvolver o turismo de saúde.”

A tecnologia de ponta que usa, como bisturis de diamante, permite-lhe aperfeiçoar cada vez mais a sua arte. A gravação em 3D das cirurgias é outro aspecto inédito do seu trabalho. “Em Dezembro de 2009 só se falava no filme 3D ‘Avatar’, e eu pensei: por que não aplicar isto na cirurgia?” Com a ajuda da empresa Sony, que cedeu o equipamento, começou a filmar todas as intervenções cirúrgicas, o que resulta hoje em mais de três milhões e meio de imagens. “Hoje temos memória futura. Não podemos chegar a conclusões científicas [só] com o que os outros escreveram. Temos de documentar, é assim que se faz ciência.”

Com mais de 60.000 cirurgias realizadas, o médico de 65 anos fez parte da sua formação nos Estados Unidos, onde praticou cirurgia em macacos. “Foi na altura um privilégio, porque os macacos eram muito caros.” Quando, em 1981, regressou a Portugal para integrar os Hospitais da Universidade de Coimbra, encontrou casos complicadíssimos para começar a sua carreira. “São hoje os meus grandes amigos, os doentes daquela época, pelos quais lutei para lhes devolver a visão.”

Hoje, no Centro Cirúrgico de Coimbra, António Travassos salva da escuridão os milhares de doentes que todos os anos lhe chegam ao consultório. “Há sempre uma aprendizagem contínua. Esta é a luta contra a cegueira. E a possibilidade de pormos os doentes a ver é que nos faz andar nesta loucura constante de continuar a sonhar.” 

Catarina Rocha

Fonte: Publico

Passper for Excel: desbloquear passwords do Excel em vários cenários


Esqueceu-se da palavra passe para abrir ficheiros no Excel? Não é possível copiar a folha ou o documento completo de Excel? Não consegue editar o conteúdo em ficheiros Excel protegidos por palavra passe? Calma, poderá haver solução. O Passper for Excel é um software, bastante poderoso, com a função de recuperar a palavra passe de abertura do Excel e remover a proteção de qualquer folha.

Venha conhecer este software que lhe poderá ser muito útil.

Recuperar a password do Excel

Embora seja uma tarefa difícil, o Passper for Excel promete, e cumpre, recuperar a password de abertura do Excel. A marca por trás desta ferramenta afirma mesmo que possui a maior taxa de recuperação do mercado. Assim, esta poderá ser a ferramenta para guardar, nunca se sabe quando vai ser útil.


4 Métodos de recuperação do Passper

O Passper for Excel da iMyFone apresenta 4 inteligentes métodos de operacionalizar o «ataque» à palavra passe de forma a permitir a sua recuperação sem perda de dados.

Senão, vejamos:

1. Ataque de Dicionário: combina todos os caracteres que escolhermos. Isso limitará o alcance aos caracteres escolhidos, não a todos os caracteres. Por exemplo, se não souber a palavra passe, mas sabe os caracteres que usa, como certos números ou letras. Depois de os selecionar, o software começará a combinar apenas estes caracteres. Comprimento da palavra passe Prefixo e Sufixo Letras minúsculas e maiúsculas SímbolosSe os seus palpites estiverem próximos da palavra passe real, a recuperação será muito mais rápida. Além disso, se o seu computador tiver um CPU multi-core e tecnologia GPU, aumenta a velocidade de recuperação. Por exemplo, quando dizer um trabalho de carga pesada num PC lento, leva dias em comparação a horas num computador potente.

2. Ataque Combinado: O software tem um dicionário padrão com milhões de senhas que as pessoas usam, incluindo palavras, números, caracteres especiais, letras maiúsculas, minúsculas e combinações destas.

3. Ataque de Máscara: Excluir alguns caracteres que não usa habitualmente. Por exemplo, penso que nunca usei letras maiúsculas, então excluem-se todas as letras maiúsculas e, de seguida, digite os caracteres que acredita que irão aparecer na senha. Então, este modo de ataque é baseado nos caracteres digitados e combinado com todos os outros caracteres possíveis (exceto os caracteres excluídos).

4. Ataque de Força Bruta: Enquanto no ataque de máscara, alguns caracteres podem ser ignorados para se chegar até lá, ataques de força bruta vão com tudo. Essa é a razão pela qual pode demorar bastante tempo, pois existem muitas suposições de palavras passe que estão erradas.

Principais características do Passper

Primeiro, o Passper para Excel tomou como compromisso para os seus utilizadores o uso de alta tecnologia. São vários os métodos de recuperação para tentar recuperar as palavras passe, bem como é elevada a velocidade e taxa de recuperação.

Assim, podemos apontar as principais características:
  • 10X – velocidade de recuperação mais rápida;
  • 4 Técnicas de recuperação;
  • As tecnologias de CPU e GPU multicore são usadas para acelerar a velocidade de recuperação do Excel;
  • 95% é a taxa de desencriptação graças a um algoritmo exclusivo;
  • Remoção de restrições do documento completo ou da folha Excel com um clique, isto é, podemos recuperar a palavra de apenas uma folha de Excel ou de um Livro completo;
  • Por último, possibilidade de terminar o progresso a qualquer momento.
Como funciona?

Em síntese, existem 2 métodos de recuperação e cada um deles se divide em 3 passos muito simples.


Por um lado, temos a recuperação de passwords que, com apenas selecionar este método, indicar qual o ficheiro em questão e escolher o método de recuperação vamos poder ver a password no ecrã.


Por outro lado, remos a recuperação de Restrições que, basicamente, funciona do mesmo modo descrito no parágrafo anterior.

Formatos de ficheiros suportados

Para que não hajam dúvidas, ao dia de hoje são suportados os seguintes formatos:
  • *.xls, *.xlsx, *.et, *.ett, *.xlt, *.xla, *.xlsb, *.xlam, *.xlsm, *.xltm, *.xltx – ficheiros criados pelo Microsoft Excel 2019, 2016, 2013, 2010, 2007, 2003, 2000 e 97.
Passper para Excel é simples e poderoso

Por fim, a expressão do título não podia fazer melhor apresentação: é simples e poderoso. O Passper para Excel foi pensado para facilitar ao máximo as suas funções. De facto, é uma aplicação muito intuitiva, rápida e que pode ajudar em situações aflitivas.

Grande vantagem para o facto de estar em vigor uma oferta, que descobrimos por acaso, que ao usar o código DM-PP-5UO temos 5 dólares de desconto. Não é muito, é certo, mas é algo. Caso seja do interesse, quanto mais não seja para testar, vale a pena descarregar, para Windows, e verificar pelos próprios olhos.

Fonte: Pplware

Encontrado primeiro planeta gigante em torno de uma anã branca. E está a “desaparecer”


Descoberto “por acaso”, o exoplaneta é do género de Neptuno e está a evaporar-se. A sua existência pode ajudar a perceber o que acontecerá ao nosso Sistema Solar num futuro distante.

Analisando dados do Very Large Telescope, do European Southern Observatory (ESO), uma equipa de investigadores encontrou, pela primeira vez, evidências da existência de um planeta gigante associado a uma estrela anã branca.

O planeta descreve uma órbita próxima da anã branca quente WDJ0914+1914, o resto de uma estrela do tipo do Sol, situada na constelação do Caranguejo, a 1.500 anos-luz de distância da Terra, o que faz com que a sua atmosfera lhe seja “arrancada”, formando um disco de gás que circunda a estrela.

“Foi uma daquelas descobertas que se fazem por acaso,” comenta o investigador Boris Gänsicke, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, que liderou o estudo publicado hoje na Nature.

A equipa estudou cerca de 7.000 anãs brancas observadas pelo Sloan Digital Sky Survey e descobriu uma muito diferente das restantes. Com mais observações das propriedades desta estrela invulgar, chamada WDJ0914+1914, confirmou-se a presença de hidrogénio, oxigénio e enxofre.

Ao analisar em mais detalhe os espectros obtidos pelo instrumento X-shooter, integrado no Very Large Telescope do ESO, no deserto chileno de Atacama, a equipa descobriu que estes elementos se encontravam num disco de gás em torno da anã branca e não na estrela propriamente dita.

As quantidades detetadas de hidrogénio, oxigénio e enxofre são semelhantes às encontradas nas camadas atmosféricas profundas de planetas gigantes gelados, como Neptuno e Urano. Se um tal planeta orbitasse perto da anã branca quente, a intensa radiação ultravioleta emitida pela estrela arrancaria as suas camadas mais exteriores e algum deste gás acabaria num disco a rodar em torno da anã branca, explica o ESO. É este fenómeno que os cientistas pensam estar a ver em torno da WDJ0914+1914: o primeiro planeta a evaporar-se em órbita de uma anã branca.

Combinando dados observacionais com modelos teóricos, a equipa de astrónomos conseguiu obter uma ideia mais clara deste sistema único. A anã branca é pequena e extremamente quente, apresentando uma temperatura de 28.000 graus Celsius (o que corresponde a cinco vezes a temperatura do Sol). O planeta, por sua vez, é gelado e grande — pelo menos duas vezes o tamanho da estrela. Uma vez que descreve uma órbita muito próxima da estrela, completando uma translação em apenas 10 dias, os fotões de alta energia emitidos pela estrela estão a “soprar” gradualmente a atmosfera planetária. A maior parte do gás escapa, mas algum é puxado — a uma taxa de 3.000 toneladas por segundo — para um disco que gira em torno da estrela. É este disco que faz com que o planeta do tipo de Neptuno seja visível, o que não aconteceria doutro modo.

“Esta é a primeira vez que conseguimos medir a quantidade de gases tais como oxigénio e enxofre no disco, o que nos fornece informação sobre a composição de atmosferas de exoplanetas,” diz Odette Toloza da Universidade de Warwick, que desenvolveu um modelo para o disco de gás que circunda a anã branca. “Esta descoberta abre também uma nova janela no destino final de sistemas planetários,” acrescenta Gänsicke.


As estrelas como o nosso Sol queimam hidrogénio nos seus núcleos durante a maior parte das suas vidas. Quando gastam este combustível, crescem transformando-se em gigantes vermelhas, tornando-se centenas de vezes maiores e “engolindo” os planetas mais próximos. No caso do Sistema Solar, estes planetas incluirão Mercúrio, Vénus e a Terra, os quais serão consumidos pelo Sol em fase de gigante vermelha dentro de cerca de 5 mil milhões de anos.

Eventualmente, o Sol perderá as suas camadas mais exteriores, sobrando apenas um núcleo gasto e consumido, uma anã branca. Tais restos estelares podem ainda acolher planetas e pensa-se que existam muitos destes sistemas estelares na nossa Galáxia. No entanto, até agora os cientistas nunca tinham descoberto evidências de um planeta gigante sobrevivente em torno de uma anã branca. A deteção de um exoplaneta em órbita da WDJ0914+1914, situada a cerca de 1.500 anos-luz de distância da Terra na constelação do Caranguejo, pode bem ser a primeira de muitas deteções deste tipo de sistemas.

De acordo com os investigadores, o exoplaneta agora descoberto, graças ao X-shooter do ESO, orbita a anã branca a uma distância de apenas 10 milhões de km, ou 15 vezes o raio do Sol, o que teria correspondido ainda ao interior da gigante vermelha.

A localização invulgar do planeta sugere que a determinada altura após a estrela se ter transformado em anã branca, o planeta se deslocou para mais perto desta. Os astrónomos pensam que esta nova órbita poderá ter sido o resultado de interações gravitacionais com outros planetas no sistema, o que significa que mais do que um planeta pode ter sobrevivido à violenta transição da sua estrela hospedeira.

“Até há pouco tempo, muito poucos astrónomos paravam para ponderar o destino dos planetas em órbita de estrelas moribundas. A descoberta de um planeta em órbita muito próxima de um núcleo estelar consumido demonstra que o Universo desafia constantemente as nossas mentes a progredir para além de ideias estabelecidas,” conclui Gänsicke.


Fonte: TekSapo

Cometa gigante aproxima-se do planeta Terra


Objeto vai passar perto do nosso planeta ainda este mês, o que está a atrair grande atenção da comunidade científica.

Um cometa entrou no Sistema Solar e vai passar perto da Terra ainda este mês, o que está a atrair grande atenção da comunidade científica. A definição de perto são, neste caso, 190 milhões de quilómetros, um pouco mais do que a distância da Terra ao Sol, que é da ordem dos 149 milhões de quilómetros.

Uma foto captada por astrónomos da Universidade de Yale (EUA) revela que o cometa em si tem apenas 1,6 quilómetros, mas os gases que formam a cauda atingem impressionantes 160 mil quilómetros. Corresponde a 14 vezes a dimensão da Terra. "É humilhante perceber quão pequena é a Terra ao lado deste visitante", diz Pieter van Dokkum, professor de Astronomia de Yale.

Foi descoberto no final de agosto pelo astrónomo amador russo Gennadiy Borisov, cujo nome foi atribuído ao cometa. "O objeto atingirá o pico de brilho em meados de dezembro e continuará a ser observável com telescópios de tamanho moderado até abril de 2020.

Posteriormente, só será observável com telescópios profissionais e maiores até outubro de 2020", revelou Dave Farnocchia, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

Será no domingo, dia 8 de dezembro, que o 2l/Borisov, originalmente designado por C/2019 Q4 (Borisov), passará mais próximo da Terra.

Os astrónomos estão a aproveitar a visita do cometa para "obter informações sobre os blocos de construção de planetas em sistemas diferentes dos nossos", explicou Greg Laughlin, professor de astronomia de Yale.

Este é apenas o segundo objeto interestelar a ser captado pelos astrónomos. O primeiro objeto vindo de outro sistema estelar observado na Terra foi o Oumuamua, em outubro de 2017.

Os cientistas acreditam que existem outros visitantes interestelares a passar pelo Sistema Solar sem serem detetados. No futuro, a instalação de observatórios como o Large Synoptic Survey Telescope, no Chile, que está previsto entrar em funcionamento em 2022, deverá permitir a observação de muitos outros cometas, mesmo os de pequena dimensão. Agências espaciais em todo o Mundo esperam também conseguir nos próximos anos realizar missões que permitam intercetar e estudar objetos interestelares. A Agência Espacial Europeia está a preparar uma missão para intercetar cometas, que está prevista ser lançada em 2028.

O Halley é o mais famoso dos cometas e o único que passa regularmente no horizonte terrestre, sendo visível a olho nu. Pelo menos desde o ano 240 a.C. que é observado desde a Terra, havendo relatos na China, Babilónia e na Europa. Só em 1705 o astrónomo inglês Edmond Halley conseguiu determinar que se tratava do mesmo cometa que passava e era visível da Terra com uma periodicidade de entre 74 e 79 anos. A superfície do Halley é composta por materiais não voláteis e poeirentos. Apenas uma pequena porção do Halley é composta por gelo. A última aparição ocorreu em 1986 e a próxima visita está marcada para 2061.

Estrela sai de buraco negro
Um grupo de astrónomos de vários países detetou a estrela mais rápida alguma vez observada, recorrendo ao telescópio do observatório australiano de Siding Spring. Trata-se de uma estrela que foi expulsa do buraco negro no centro da Via Láctea a uma velocidade recorde de seis milhões de quilómetros por hora. É dez vezes mais rápida do que todas as outras.

A esta velocidade, deverá demorar 100 mil anos a sair da Via Láctea "Está a viajar a uma velocidade recorde, dez vezes mais rápida que a maioria das estrelas da Via Láctea, incluindo o nosso Sol. Em termos astronómicos, a estrela deixará a nossa galáxia em breve e deverá viajar eternamente pelo vazio do espaço intergaláctico", disse Gary Da Costa, um dos autores do estudo.

Explosão recorde de raios gama
Uma explosão recorde de raios gama a 4500 milhões de anos-luz da Terra foi detetada no início do ano e permitiu perceber que estes fenómenos libertam o dobro da energia que se pensava. Os cientistas acreditam que estas explosões resultem do colapso de estrela em fim de vida.

Exoplaneta com três sóis
Foi uma das descobertas mais extraordinárias e surpreendentes do ano: um exoplaneta com três sóis. O LTT 1445Ab foi encontrado num sistema solar a 23 anos-luz da Terra, em observações do Satélite de Pesquisa de Exoplaneta em Trânsito, da NASA.

SAIBA MAIS
418
milhões de quilómetros era a distância a que o cometa 2I/Borisov se encontrava da Terra quando, no passado dia 12 de outubro, cientistas da Universidade da Califórnia captaram uma imagem daquele corpo celeste.

Acidente com planeta
Acredita-se que o cometa teve origem num outro sistema estelar, tendo sido expulso após quase ter tido um acidente com um planeta.

A primeira fotografia
O primeiro objeto interestelar captado foi designado 1, por ser o primeiro, e I, relativo a interestelar. Oumuamua é uma palavra havaiana, que significa "um mensageiro de longe que chega primeiro".

Fonte: CM

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Dinossauro conseguia mudar de dentes tão depressa como os tubarões


O majungassauro, um dinossauro carnívoro que viveu em Madagáscar há 70 milhões de anos, tinha a capacidade de substituir os seus dentes a cada 56 dias.

Os tubarões são famosos por conseguirem substituir os seus dentes ao longo da vida com bastante facilidade, mas, de acordo com um novo estudo, não estão sozinhos. Segundo o IFLScience, o majungassauro, um dinossauro carnívoro que viveu em Madagáscar há 70 milhões de anos, também conseguia esta proeza.

Uma equipa de cientistas da Universidade Adelphi e da Universidade de Ohio, ambas nos Estados Unidos, examinou as minúsculas linhas de crescimento dos dentes — o equivalente aos anéis de árvores — de um fóssil deste dinossauro. Também analisou as mandíbulas fossilizadas para ter um vislumbre de dentes que não irromperam e que pudessem estar escondidas no osso.

Além disso, os investigadores examinaram as taxas de substituição dentária de dois outros terópodes — o alossauro e o ceratossauro —, tendo descoberto que estes dinossauros substituíam os seus dentes a cada cem dias ou mais.

Então, porque é que o Majungasaurus precisava de novos dentes com tanta frequência? A equipa acredita que provavelmente se devia a uma alta taxa de desgaste pelo facto de roer os ossos das suas presas.

“Estavam a desgastar os dentes rapidamente, possivelmente porque roíam ossos. Há evidências independentes disto na forma de arranhões e espaçamentos que correspondem ao espaçamento e tamanho dos seus dentes numa variedade de ossos — ossos de animais que teriam sido suas presas”, explica em comunicado Michael D. D’Emic, investigador da Universidade Adelphi e autor principal do estudo agora publicado na PLOS ONE.

Mastigar ossos requer dentes muito fortes, algo que o majungassauro não possuía. Por isso, o dinossauro desenvolveu a capacidade de substituir os dentes a cada 56 dias. Desta forma, o animal conseguia fazê-lo 13 vezes mais depressa do que outros dinossauros carnívoros, afirma D’Emic.

Fonte: ZAP

Asteróide do tamanho de uma pirâmide passará pela Terra sexta-feira, cientistas alertam um dia, uma rocha espacial pode atingir-nos


Um asteróide do tamanho de uma pirâmide egípcia está a caminho e fará uma "aproximação" da Terra na noite de sexta-feira, tendo sido observado apenas no final da semana passada.

O asteróide, chamado de 2019 WR3, foi observado directamente 74 vezes pela NASA desde que foi visto nos céus a 27 de novembro, para que a agência espacial pudesse calcular seu tamanho, velocidade e trajectória e determinar o nível de ameaça.

A NASA agora acredita que a rocha espacial mede entre 76 e 170 metros (249 e 557 pés) e está viajando a velocidades de 27.036 km / h (16.799 km / h).

O WR3 de 2019, portanto, ultrapassa o limiar bruto de 82 pés (25 m) de diâmetro, após o qual os asteróides sobreviveriam atingindo a atmosfera da Terra e atingiriam até a superfície. 

Ele fará sua aproximação mais próxima da Terra na sexta-feira, 6 de dezembro. Felizmente, em termos astronómicos não significa necessariamente nenhuma ameaça directa; O 2019 WR3 chegará a 5,44 milhões de km da Terra ou aproximadamente 14 vezes a distância da Lua no ponto mais próximo. 

O suspiro colectivo de alívio segue as notícias de que a ESA aprovou a missão Hera, de US $ 471 milhões, para testar a coragem da Terra e tentar desviar um asteróide em 2024.

"A probabilidade é baixa, mas as consequências são altas", afirmou Patrick Michel, principal cientista da ESA para Hera.

“É por isso que é relevante cuidar disso. Além disso, temos as ferramentas ... Não podemos perder mais tempo. ”

Enquanto isso, o professor Alan Fitzsimmons, da Queen's University Belfast, convocou armas ... ou telescópios, conforme o caso, pedindo aos astrónomos amadores que nomeiem asteróides potencialmente perigosos que vale a pena assistir. 

"Teremos um sério impacto de asteróide em algum momento" , disse ele recentemente. "Pode não ser em nossa vida, mas a mãe natureza controla quando isso vai acontecer."

"A pesquisa de asteróides é uma área da astronomia em que os observadores amadores continuam a dar uma contribuição essencial."

Fonte: RT

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Espécie de insecto rara é encontrada em Cuba


Um insecto raro surgiu no município de Media Luna, em Cuba, que se assemelha a uma lagarta-serpente, por possuir características como as de um réptil.

O insecto foi encontrado num jardim de uma residência. Apesar de ser raro, o animal possui sua identificação a nível mundial. Mesmo tendo características semelhantes às das serpentes, o insecto não possui relação alguma com os répteis.


Esses insectos utilizam essa semelhança para se defender de possíveis predadores que habitam em torno de seu habitat, segundo o jornal Granma.


De acordo com biólogos, a espécie costuma habitar zonas tropicais da América Central, ou seja, em todos os países que estejam às margens do rio Amazonas, além disso, eles possuem hábitos nocturnos.

Fonte: Sputnik News
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