quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Estes peixes podem criar espécies totalmente novas quando acasalam


Ao escolher os parceiros errados, as fêmeas dos ciclídeos alimentam o desenvolvimento de novas espécies. Esta é uma das razões pela qual estes peixes são tão diversos.

De acordo com o Science Alert, o novo estudo, realizado durante dez anos no lago Mweru, no Congo, descobriu que as fêmeas dos ciclídeos podem acidentalmente introduzir novos genes na sua população.

“Isto pode ter acontecido porque, quando o lago se formou, a água estava muito turva e as fêmeas não conseguiam ver bem as cores, não sendo tão exigentes na escolha de um parceiro no seu novo ambiente”, afirma a bióloga evolucionária Joana Meier, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

Num período relativamente curto, esses equívocos provocaram uma explosão de novos peixes. De facto, como escreve este site, os ciclídeos são um dos grupos de peixes mais diversos do planeta, havendo atualmente cerca de duas mil espécies.

No lago Mweru, por exemplo, a nova investigação descobriu 40 novas espécies. Mas quando o lago foi formado, há cerca de um milhão de anos, continha apenas linhagens de ciclídeos do Congo e do Zambeze. Análises adicionais de ADN revelaram que estes novos peixes vieram de uma mistura de ambos.

Este rápido caso de evolução produziu muitas espécies distintas geneticamente compatíveis, o que significa que podem produzir descendentes híbridos viáveis e férteis.

Em declarações à revista Newsweek, Meier declara que, como os híbridos contêm genes de duas espécies, as forças de seleção podem atuar numa diversidade maior e escolher os indivíduos que são mais adequados para determinados habitats, mantendo a concorrência relativamente estável.

“A nossa pesquisa mostra que a hibridação pode alimentar a evolução de novas espécies, o que é uma descoberta nova”, diz ainda a investigadora, cujo estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.



Fonte: ZAP

Viva a segurança! Google Chrome vai alertar se as passwords forem roubadas


A Google tem apostado muito no que toca à segurança no seu browser. O Chrome tem cada vez mais funções de segurança, para proteger os seus utilizadores e os seus dados. Isso agrada aos utilizadores e dá-lhes uma proteção adicional.

A gigante das pesquisas vai agora dar mais um passo e o Chrome vai ter mais um alerta. Finalmente vai ser possível saber se as passwords dos utilizadores foram roubadas ou comprometidas.

Alertas do Chrome para passwords comprometidas

Têm sido muitas as novidades de segurança do Chrome. A Google tem ativamente criado estas novidades para proteger os utilizadores, tendo já dado passos muito importante. Tudo começou em fevereiro com uma extensão para o browser e evoluiu até chegar ao Google Accounts.

Agora tem mais uma novidade nesta área e quer já dar a segurança adicional que todos esperam. Assim, sempre que tentarem autenticar em qualquer site, o Chrome irá alertar se o username e a password estiverem comprometidos. Irá também aconselhar a mudança da password se esta tiver sido já usada.


A Google quer proteger os utilizadores deste browser

Para além disso, o Chrome irá também adicionar proteção em tempo real contra sites de phishing no Desktop. Esta já existia quando tentavam aceder a um site potencialmente perigoso, mas há mudanças. Construída com base no Safe Browsing, consegue ser 30% mais eficiente.

A Google trouxe também o alerta quando colocarem os dados da conta num site suspeito de phishing. Esta já existia antes, mas apenas quando o utilizador tinha a autenticação feita no Chrome. Agora todos podem usar esta funcionalidade, mesmo quando não têm a sua conta autenticada no browser.

A segurança é nativa para todos os utilizadores

Para finalizar as novidades, será mais simples entender se vai guardar dados de acesso num PC partilhado ou noutra conta Google. Será mostrada uma imagem da conta associada e assim será mais simples entender qual está a ser usada.

Todas estas novidades de segurança são importantes e vão chegar nas próximas semanas. A Google está apostada em garantir a segurança necessária para manter os utilizadores protegidos e longe dos problemas que a Internet traz.

Fonte: Pplware

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Transformer da vida real. Aquanaut é o robô que se transforma em submarino debaixo de água


Um transformer da vida real: o novo robô autónomo Aquanaut consegue mudar de fisionomia num abrir e fechar de olhos. Num momento assume uma forma humanóide, semelhante a uma sereia, e no outro uma forma submarina.

Evan Ackerman, da revista EEE Spectrum, editada pelo Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrónicos, observou o robô Aquanaut durante um teste e ficou deslumbrado com as suas qualidades de transformer.

De acordo com o Futurity, o robô foi testado numa gigantesca piscina, em Houston, que a NASA utiliza para simular microgravidade para astronautas em fase de treinos. Ackerman ficou estupefacto quando viu o submarino autónomo a abrir o chassi externo para revelar dois braços muito parecidos com garras.

O Aquanaut, da empresa Houston Mechatronics, é um submarino capaz de ganhar braços e executar funções com os membros articulados. Além de ser totalmente autónomo, o veículo é muito veloz e capaz de executar certas funções debaixo de água.

Para já, o Aquanaut está limitado a testes de piscina, mas no futuro vão acontecer expedições no oceano. O objetivo é que o robô consiga fazer sozinho a manutenção de equipamentos em regiões muito profundas, como plataformas de mineração de petróleo e de gás, uma vez que os mergulhadores já sentem dificuldades em chegar abaixo dos 300 metros com segurança.

O veículo entra na categoria chamada de UUVs, sigla em inglês para veículo subaquático não-tripulado. Normalmente, os UUVs conseguem fazer ou uma função ou outra: ou seja, são suficientemente rápidos e aerodinâmicos para quebrar a resistência da água, mas só conseguem realizar ações com braços mecânicos – ou vice versa.

O Aquanaut é o melhor dos dois mundos. O sistema permite guardar os braços articulados dentro do chassi do veículo quando este se encontra em movimento, e expor os braços quando necessário. A transformação é feita em apenas 30 segundos.

O aparelho é também fácil de transportar, dado que não precisa de outro equipamento para ser levado de um lado para outro. Além disso, o Aquanaut é desmontável em quatro partes, uma característica que foi incorporada pensando na logística.

A empresa precisou de 14 anos, 75 funcionários e 24 colaboradores emprestados da NASA para concluir este projeto. Para isso, a companhia contou com investimento de 23 milhões de dólares em capital.


Fonte: ZAP

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Satélite que vai estudar planetas fora do Sistema Solar lançado no dia 17


O satélite europeu CHEOPS, que vai estudar planetas fora do Sistema Solar já conhecidos e que tem portugueses envolvidos na missão, será lançado em 17 de dezembro, segundo a nova data apontada pela Agência Espacial Europeia (ESA).

O lançamento do engenho tem sido sucessivamente adiado, desde 2017, tendo a ESA mencionado recentemente 17 de dezembro como nova data.

Trata-se da primeira missão da ESA dedicada ao estudo de planetas extrassolares, em colaboração com 11 países, incluindo Portugal, que integra a coordenação através do astrofísico Nuno Santos, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

Outros investigadores do IA, como Susana Barros e Sérgio Sousa, participam na equipa científica.

Os cientistas do IA vão estar envolvidos na caracterização do tamanho dos planetas e da sua atmosfera, adiantou à Lusa Susana Barros, acrescentando que outros investigadores vão processar os dados enviados pelo satélite.

A participação portuguesa na missão é assegurada também pela empresa de engenharia Deimos, responsável pelos sistemas de processamento de dados.

O satélite ficará posicionado na órbita terrestre, a uma altitude de 700 quilómetros, e irá observar estrelas brilhantes hospedeiras de exoplanetas com um tamanho variável entre a Terra e Neptuno.

O CHEOPS (CHaracterising ExOPlanet Satellite, Satélite Caracterizador de Exoplanetas) permitirá aos cientistas medirem a massa e o raio destes planetas e o tempo que demoram a orbitar a sua estrela.

O satélite irá estar decorado com duas placas metálicas onde estão gravados desenhos feitos por crianças, inclusive portuguesas.

Esta missão antecede uma outra da ESA, a PLATO, destinada a "caçar" novos planetas fora do Sistema Solar e que tem lançamento previsto para 2026.

Fonte: NM

Rota de impacto? Asteroide enorme passará por nós pouco antes do Natal


Dona de um diâmetro entre 240 e 540 metros, a rocha espacial mede o equivalente a 1,4 vez a altura do icónico Empire State Building de Nova York, nos EUA.

Chamado de 216258 (2006 WH1), o asteroide passará pelo nosso planeta por volta das 15h 17, do dia 20 de dezembro, de acordo com a NASA.

Segundo o jornal britânico Mirror, o objecto celeste passará a cerca de 5,8 milhões de quilómetros de distância da Terra, e, felizmente, é extremamente improvável que ele nos atinja durante sua passagem.

Apesar de isso parecer longe, na verdade é classificado como uma "abordagem aproximada" pela agência espacial norte-americana.

Além disso, a agência advertiu que seu catálogo de Objectos Próximos à Terra (NEO) não está completo, o que significa que um impacto imprevisto pode ocorrer a qualquer momento.

A NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) formam uma equipe para impedir que os asteroides assassinos atinjam o Planeta Azul.

Fonte: Sputnik News

Mergulhador convence polvo bebé a trocar copo plástico por concha


Um vídeo publicado por uma equipe de mergulhadores de Lembeh, na Indonésia, mostra um filhote de polvo utilizando um copo plástico como casa móvel. 

Nas imagens um dos mergulhadores tenta convencer o bichinho a trocar o copo por uma concha, apresentando vários tamanhos ao filhote, até que ele decide abandonar o plástico.

De acordo com o o mergulhador Pall Sigurdsson, com a quantidade de lixo no mar, é comum encontrar polvos fazendo casas com o lixo

— Eles são animais inteligentes e usam seu ambiente em proveito próprio, e o lixo é uma parte permanente de seu ambiente agora. 

No entanto, o polvo com seus tentáculos macios não sabia que este copo praticamente não oferece protecção e, num ambiente competitivo como o oceano, esse copo era uma sentença de morte garantida, explicou o mergulhador ao site Bored Panda.

Pall explicou que persuadiu o polvo por um bom tempo, até convencê-lo de que a casinha de concha era melhor. 

O trabalho foi tão difícil Sigurdsson e seus colegas quase ficaram sem oxigénio, já que utlizaram o tempo de mergulho exclusivamente para o resgate do filhote.


Fonte: Extra

domingo, 8 de dezembro de 2019

Abrigos antigos e abrigos de guerra nuclear de 2400 anos encontrados na Índia


A Índia é uma das culturas mais antigas do mundo. Recentemente, a Índia fortaleceu sua reputação com algumas descobertas inacreditáveis que foram feitas em várias cavernas na área de Bihar. 

A Índia é o país onde você descobre todos os dias muitos templos e artefactos tão avançados para a época em que foram construídos que os cientistas não conseguem explicar. 

Lembre-se do templo Padmanabhaswami ou Weerahhadra, onde uma imagem de um ciclista de 2000 anos esculpida numa das paredes? 


Dois bunkers artificiais foram descobertos recentemente em Barabar e Nagarjuna, ambos localizados na área de Bihar. 


Segundo os pesquisadores, esses bunkers foram fabricados há 2600 anos. 

De acordo com as inscrições encontradas dentro desses bunkers, parece que algum tipo de budista ou hindu ascético teria sido lá abrigado. 

Os detalhes sobre a construção desses bunkers são extremamente interessantes. Os acabamentos são perfeitos. Cortes e ângulos perfeitos em pedra. 

Considerando a enorme idade desses bunkers, eles eram quase impossíveis de construir com a tecnologia da época. 


Esses detalhes, estou pensando em tecnologia desconhecida para as pessoas da época. 

Talvez até supondo que esses bunkers possam ter sido construídos com tecnologia extraterrestre. 


Os pesquisadores argumentam sobre o objectivo desses bunkers, mas minha pergunta é quem os construiu? 


Assista ao vídeo, para saber mais sobre os abrigos: 

Fonte: True Blog.

Criam um "plástico" incrível que aprende a mover-se sozinho

O polímero de cristal líquido foi programado por pesquisadores para responder a estímulos específicos - Universidade Aalto, Universidade Tampere, Cell Press
Um polímero se dobra e se move quando a luz é aplicada, graças a uma tinta especial. Além disso, ele pega objectos que têm uma determinada cor

Na saga de «De volta ao futuro», lançada há quase 35 anos, o ano de 2015 se imaginava cheio de carros voadores, gravatas duplas e skates. É verdade que nosso mundo foi completamente transformado, mas devemos isso à internet, smartphones e informações.
Como será o nosso mundo daqui a 30 anos? Ninguém pode saber, mas talvez o destino nos traga o que é conhecido como a internet das coisas, na qual objectos do quotidiano serão ligados e operados a partir da rede.

Também é possível que esse futuro inter ligado traga materiais e tecidos capazes de aprender e se mover, e os conhecidos como robots macios, máquinas mais versáteis e delicadas do que seus "parentes" mais sólidos. 

Enquanto isso acontece ou não, um grupo de pesquisadores das universidades de Aalto e Tampere (Finlândia) já está trabalhando no que poderia ser um dos germes dessas tecnologias. As equipes de Olli Ikkala e Arri Priimägi vêm trabalhando em materiais capazes de se mover e aprender há anos, através de sinais químicos ou de luz . 

Nesta quarta-feira, eles publicaram um estudo na revista «Matter» Nos quais eles mostram que é possível ensinar um polímero de cristal líquido a mover-se e também fazê-lo aderir a um objecto de uma determinada cor.

No nível mais básico, o conceito de aprendiz é equivalente ao de memória. Portanto, fazer um material aprender é fazer com que certos sinais mudem de comportamento e que "se lembre" dessas mudanças: dessa maneira, um material poderia mudar de cor ao emitir um sinal eléctrico? 
Você poderia criar um robot programável feito apenas de cristal líquido? No momento, os pesquisadores comparam esse aprendiz dos materiais ás experiências do condicionamento clássico de Pavlov , pelo qual um cão associa o tilintar de um sino à comida e só saliva ao ouvir esse estímulo.

O polímero capaz de aprender

Nesse caso, eles conseguiram um polímero de cristal líquido que não reagiu à luz e aprendeu a fazê-lo . Além disso, eles fizeram isso de uma maneira que a luz serve como um guia para dobrar e "agarrar" um objecto de uma determinada cor. Este último ponto não havia sido alcançado até o momento.

Olli Ikkala explicou que o material adquire sua memória graças a uma tinta espalhada por sua superfície. Quando aquecida, a tinta penetra no polímero, alterando seu comportamento. Como diferentes tintas podem ser usadas, o material pode reagir a luzes de diferentes comprimentos de onda. A estrutura do polímero também pode ser modificada para variar a maneira como reage ao calor.

Aplicações futuras

Na opinião de Arri Priimägi, obter materiais com a capacidade de aprender pode ser muito útil para o desenvolvimento de robots flexíveis, capazes de realizar trabalhos delicados e que não precisam de cabos ou transmissores para receber pedidos. 

Por enquanto, esse polímero de luz demonstra que é possível dar ordens a um robot que não possui componentes, por meio de um estímulo externo, leve e, em cima dele, para pegar um objecto.

Além disso, Priimägi disse que esses materiais podem levar à criação de revestimentos que mudam de função em resposta a diferentes sinais. De facto, em ocasiões anteriores, eles conseguiram activar materiais com estímulos químicos.

Eles disseram que no futuro tentarão expandir a gama de sinais com os quais ensinar os materiais. Eles acreditam que também se pode recorrer a campos magnéticos e eléctricos ou a mudanças de humidade.

Como disse Hang Zhang, pesquisador da equipe da Universidade de Aalto, "ainda há um longo caminho a percorrer" antes de aplicar essa tecnologia aos problemas do dia a dia. O primeiro passo, o ensino e a realização do condicionamento, já foi alcançado.


Fonte: ABC

sábado, 7 de dezembro de 2019

Cataratas de Vitória quase sem água devido à pior seca do século


Há décadas que milhões de turistas se deslocam ao Zimbabué e à Zâmbia, para ver as águas do rio Zambeze caírem de uma altura de mais de 100 metros. As Cataratas de Vitória são uma das maiores atrações turísticas do sul do continente africano.

No entanto, avança a Reuters, a pior seca dos últimos cem anos reduziu as Cataratas a um fio de água, alimentando os temores de que as mudanças climáticas possam acabar com o turismo na região.

E embora os caudais diminuam durante esta altura do ano, por ser uma estação seca, as autoridades alegam que os níveis da água nunca estiveram tão baixos como agora. “É um declínio sem precedentes”.


“Em anos anteriores, quando secam, não chegam a este extremo”, explicou à Reuters Dominic Nyambe, vendedor de recordações do lado zambiano das cataratas.

E lamenta: “Isto afeta-nos porque os clientes vêem na Internet que as cataratas estão secas. Já não temos tantos turistas”.

Enquanto os líderes mundiais debatem as alterações climáticas na Cimeira do Clima, África é um dos continentes onde os seus efeitos já se fazem mais notar, com os rios a secar e cerca de 45 milhões de pessoas a precisar de ajuda alimentar devido aos problemas nas colheitas.

Objeto de Hoag é uma galáxia dentro de uma galáxia (que está dentro de outra galáxia)


Se observar atentamente a Constelação da Serpente poderá ver uma galáxia dentro de uma galáxia que, por sua vez, está dentro de outra galáxia.

Este grande mistério do Universo é conhecido como Objeto de Hoag. Descoberto em 1950 pelo astrónomo Arthur Hoag, este evento cósmico confundiu os cientistas durante várias décadas.

O Objeto de Hoag é uma galáxia extremamente rara, de aproximadamente 100.000 anos-luz de diâmetro, sendo ligeiramente maior do que a nossa Via Láctea. Tem forma de anel e localiza-se a cerca de 600 milhões de anos-luz do planeta Terra.

Uma imagem recente, registada pelo Telescópio Hubble da NASA e analisada pelo geofísico Benoit Blanco, mostra um anel brilhante de milhares de milhões de estrelas azuis que formam um círculo perfeito em torno de uma esfera mais pequena e mais densa de estrelas vermelhas. No espaço entre estes dois círculos estelares está outra galáxia, também em forma de anel, à espreita.

Os astrónomos ainda não sabem o que terá causado este fenómeno cósmico, uma vez que as galáxias anelares representam menos de 0,1% de todas as galáxias existentes – o que dificulta o estudo.

O próprio Hoag sugeriu que a formação destes anéis era apenas uma ilusão de ótica causada por lentes gravitacionais, um efeito que ocorre quando objetos de massa extremamente alta dobram e ampliam a luz. No entanto, estudos posteriores refutaram esta ideia.

Outra hipótese sugere que o Objeto de Hoag já foi uma galáxia em forma de disco, mas uma colisão com uma galáxia vizinha abriu um buraco na “barriga” do disco, distorcendo permanentemente a sua força gravitacional. Contudo, se essa colisão aconteceu nos últimos três mil milhões de anos, os astrónomos deveriam ter conseguido observar as consequência deste acidente – e nenhuma evidência foi encontrada.

Se houve uma queda cósmica no centro desta galáxia, provavelmente terá sido há muito tempo, fazendo com que qualquer prova desaparecesse e tornasse o Objeto de Hoag um dos grandes mistérios do Universo.

Fonte: ZAP
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