sábado, 25 de janeiro de 2020

2020 = CORONAVÍRUS? PADRÃO ou COINCIDÊNCIA? 'Que surge a cada 100 anos'


1720 - A Grande Praga de Marselha: este foi o último surto europeu significativo da peste bubónica. Ela matou um total de 100.000 pessoas na cidade de Marselha, França. Essa praga foi transmitida por pulgas infectadas transportadas por pequenos animais, principalmente.

1820 - A primeira pandemia de cólera - em 1820, a cólera havia se espalhado para a Tailândia, Indonésia e Filipinas. Somente na ilha de Java, o surto causou a morte de 100.000 pessoas e foi causado pelas bactérias Vibrio cholerae encontradas em águas um pouco salgadas e quentes. Os seres humanos são infectados após beber líquidos ou comer alimentos contaminados com as bactérias.

1920 - A gripe espanhola - entre 1918-1920, o mundo enfrentou a pandemia de gripe. Seria a primeira das duas pandemias a envolver o vírus da gripe H1N1. O vírus tinha um alcance enorme, infectando 500 milhões de pessoas em todo o mundo e deixando 50 Milhões de mortos tornando-se um dos mais mortais da história humana. 

Hoje, a notícia de um novo vírus mortal se espalha, o coronavírus e é uma questão de dias para saber se o padrão continua ou quebra ...

2020 - CORONAVÍRUS?


Fonte: UFOS ONLINE

Descobertos na Sibéria vestígios de um mítico povo que “vivia debaixo da terra”


Uma equipa de arqueólogos russos encontrou na península de Taimyr, na Sibéria, vestígios do mítico povo Sikhirtia, avança a Russia Today.

Os investigadores encontraram na pequena baía de Makárov uma caverna reforçada com uma estrutura de madeira à sua volta (uma espécie de moldura) e várias ferramentas de trabalho, algumas das quais feitas a partir de osso de mamute.

“São os monumentos mais orientais das culturas divulgadas na Península de Yamal [oeste de Taimyr] ao longo da costa do Ártico” e são atribuídos ao povo Sikhirtia, comentou o líder da expedição científica Danil Lysenko, citado pelo portal russo, acrescentando que a grande peculiaridade destes colonos é que “viviam debaixo da terra”.

“Fazem parte das lendas dos nenets”, precisou o especialista, referindo-se a um dos grupos étnicos que atualmente habita a região.

Segundo a análise de radio-carbono, as descobertas remontam ao século XIV, período que marca o fim de um clima relativamente quente a estas altitudes e uma queda das temperaturas com o início da Pequena Idade do Gelo.

Os habitantes desta região, que é banhada pelo mar Kara, viviam à procura de focas e urso, sendo o único assentamento da península que não estava associado à caça de renas.

Atualmente, a baía de Makárov conta com um antigo santuário onde os habitantes posteriores ofereceram como sacrifício patas e cabeças de ursos, bem como renas e asas de aves. “É um ritual antigo e arcaico que, ao que parece, os nenets herdaram da etnia anterior, os sikhirtias”, rematou o especialista.

De acordo com as lendas locais, os sikhirtias são pessoas de baixa estatura, com cabelos loiros e olhos claros. Praticavam o xamanismo e viviam sob as colinas de onde saíam apenas à noite. Este povo criava “renas terrestres” (mamutes), pescava, tinha trenós puxados por cães e adornavam as suas portas com presas.

Fonte: ZAP

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Explosão de fábrica nos EUA faz chuva de detritos e levanta rumores de queda de meteorito


Após explosão em fábrica ser registada na cidade americana de Houston, detritos voam pelos ares, enquanto casas são afectadas e surgem rumores de queda de meteorito.

De acordo com as testemunhas, na cidade americana de Houston foi registado um "estrondo sónico alto", assim como "janelas sacudindo".

Conforme publicou o jornal Daily Star, a Polícia comunicou sobre uma explosão em uma fábrica da empresa Watson Grinding & Manufacturing Co. na mesma ocasião em que previamente levantou-se a hipótese da queda de um meteorito.

"Explosão de prédio registada: estrada Gessner número 4.500. Unidades de patrulha estão bloqueando as ruas na área. Bombeiros de Houston estão atendendo a chamada", disse a Polícia de Houston.

Ainda de acordo com o canal de TV CNN, uma pessoa foi levada ao hospital, enquanto casas ao redor da fábrica ficaram danificadas após a explosão, que se deu às 7h15 (no horário de Brasília).

Um usuário do Twitter postou a explosão na Internet.
Contudo ainda não se sabe o que teria causado a explosão do prédio, que muitos associam à queda de um suposto meteorito.

"Houve uma explosão em Houston? Meu apartamento tremeu. O que foi isso?", escreveu uma moradora de Houston na web.

Ainda de acordo com o jornal, a explosão foi sentida a quilómetros de distância, tal como os detritos que voaram pelos céus de Houston.

Fonte: Sputnik News

Uma múmia que 'fala'. Cientistas dão voz a egípcio mumificado há três mil anos


Recorrendo a avançadas técnicas de tomografia, investigadores alemães e ingleses conseguiram reproduzir a voz de um sacerdote do Antigo Egito.

"Ouvir a voz" de uma múmia com três mil anos. Esta podia ser a descrição de uma das cenas de um qualquer filme repleto de efeitos especiais, mas a cena é bem real e representa o que uma equipa de investigadores conseguiu recorrendo a uma tecnologia de tomografia computadorizada.

O sacerdote Nesyamun teria 50 anos quando morreu. Viveu durante o reinado do faraó Ramses XI, foi mumificado há três mil anos e os seus restos mortais foram depositados na Necrópole de Tebas. Está no Museu de Leeds, em Inglaterra, desde 1823 e agora foi possível reproduzir a sua voz, graças ao trabalho de investigadores alemães e ingleses.

O professor David Howard, que lidera o departamento de engenharia eletrónica da Universidade de Londres, Royal Holloway, e os restantes elementos da equipa conseguiram mapear o trato vocal, recorrendo a técnicas avançadas de tomografia computorizada e recriar em 3D a garganta do sacerdote, o que lhes permitiu ouvir, através de computador, aquele que seria o registo vocal de Nesyamun se estivesse vivo no sarcófago.

"Ouvimos um som semelhante a uma vogal que sairia da boca de Nesyamun se a sua boca estivesse na posição atual e se estivesse vivo", explicou David Howard.

A tecnologia, mas também a boa conservação da múmia ajudaram os cientistas. O som que se ouve é eletrónico, afirma Howard, e foi conseguido tendo em conta a posição em que o sacerdote foi mumificado, de cabeça inclinada para trás e de boca aberta, o que é pouco habitual no processo de mumificação. O registo que se obteve assemelha-se aos sons da vogais nas palavras em inglês "bed" (cama) e "bad" (mau), produzindo uma espécie de gemido.

"Se este som fosse produzido por Nesyamun, o ar do pulmão era expelido para fora através da laringe, onde as suas cordas vocais vibrariam para criar o mesmo efeito", explica o professor e um dos responsáveis pelo estudo.

De acordo com o especialista, as dimensões da laringe e do trato vocal de Nesyamun indicam que a sua voz seria um pouco mais aguda do que a do homem dos dias de hoje.

Um feito que abre novas janelas de oportunidades para conhecer melhor o passado. O arqueólogo John Schofield e coautor do estudo fala mesmo em "entusiasmo" e da "dimensão extra" que pode representar aos visitantes de museus. "A ideia de ir a um museu e ouvir uma voz com três mil anos é o tipo de coisa que as pessoas podem lembrar-se por muito tempo", afirmou, citado pelo The Guardian.

Depois de obterem esta voz, a equipa de investigadores quer mais. "Queremos tentar desenvolver um modelo de computador que nos permita mover [o trato vocal] e formar diferentes sons de vogais e, com sorte, finalmente palavras", afirmou Schofield. A abordagem que os investigadores aplicaram pode, aliás, ser aplicada a outros restos mortais preservados, como os da Idade do Ferro, acrescentou o especialista.

Apesar deste registo que conseguiram produzir não corresponder "ao som que o sacerdote reproduziria em vida", o arqueólogo explica que é através dele que se consegue "criar outros sons que podem ter sido produzidos durante a sua vida".


Fonte: DN

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Asteróide explode na Terra depois de viajar de além de Marte


Os restos despedaçados de um asteróide agora jazem no chão de um dos Grandes Lagos da América do Norte, depois de viajar de além de Marte para cair na Terra sob uma chama de fogo.

Numerosas testemunhas oculares relataram ter visto a rajada de bolas de fogo cruzar o céu na noite de terça-feira e especialistas calculam que ele viajou quase meio bilião de quilómetros antes de descansar em sua cova aquosa no fundo do lago Huron.

O cientista de meteoros Peter Brown relatou que a trajectória do voo da rocha espacial revela que ela viajou do cinturão de asteróides além de Marte antes de atingir nosso planeta.

O astrónomo da Universidade do Oeste de Ontário compartilhou imagens do observatório no Twitter, que captaram o visitante espacial iluminando o céu nocturno.
Até fragmentos minúsculos de meteoros queimam intensamente quando entram na atmosfera da Terra. Brown estima que a bola de fogo de terça-feira foi inicialmente um pedaço muito maior de estilhaços espaciais, que ele estimou ser do tamanho de uma bola de softball.

A American Meteor Society registou pelo menos 20 avistamentos do asteróide de vários locais na costa leste da América do Norte.

Não houve relatos de pessoas ou propriedades tenham sofrido danos como resultado do ataque de asteróides. No entanto, as rochas espaciais podem causar estragos quando se chocam contra o nosso planeta. O meteoro de Chelyabinsk, que também caiu num lago, deixou mais de 100 pessoas hospitalizadas e danificou mais de 7000 edifícios quando atingiu a Rússia em 2013.

As Nações Unidas temem que a possibilidade de um asteróide atingir uma área densamente povoada da Terra não esteja sendo levada a sério o suficiente, então designou o dia 30 de junho como Dia Internacional do Asteróide para consciencializar sobre a ocorrência potencialmente catastrófica.

Fonte: RT 

FOTOS incríveis do outro lado da Lua são reveladas pela China


A China divulgou novos dados recolhidos pelo lander da missão Chang’e-4 e pelo rover Yutu-2, que continuam investigando o lado oculto da Lua.

Na última segunda-feira (20), a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) publicou uma nova série de imagens e dados, incluindo fotos da Lua em alta resolução, registadas pela Terrain Camera de 360° da sonda estacionária e pela câmara panorâmica do jipe espacial.

Recentemente, a CNSA havia disponibilizado uma grande quantidade de dados científicos recolhidos pela sonda, bem como imagens registadas pelas suas câmaras. Os dados foram recolhidos durante um período de 12 dias lunares, ou seja, quase o ano inteiro de 2019 segundo o portal Science Alert.

Doug Ellison, líder da equipe de engenharia da câmara do rover Curiosity, da NASA, baixou uma série desses dados, compartilhando algumas dessas imagens em seu perfil no Twitter.
Quatro fotos da cratera em diversas imagens divulgadas pela PCAM do Chang'e-4 e do rover Yutu-2. Agradeça a Doug Ellison pelas instruções e confira os incríveis dados em seu perfil (processamento, modelos 3D, panoramas...). 

Além disso, Ellison uniu algumas fotos para produzir imagens maiores e panoramas, incluindo vistas detalhadas de crateras e regolitos, bem como fotos do lander, rover, do horizonte distante e das trilhas deixadas pelo Yutu-2 na superfície lunar.

Além da galeria de Ellison, o Tchniques Spatiales também reuniu os dados obtidos pela câmara do lander em imagens e compartilhou em sua galeria publicada nas redes.

De acordo com Philip Stooke, cartógrafo do Centro de Ciência e Exploração Planetária da Western University de Ontário, nos primeiros 13 dias lunares, o rover dirigiu 351 metros.

Tanto o Chang’e-4 quanto o Yutu-2 são movidos a energia solar, por isso, hibernam durante a noite lunar, "despertando" entre 24 e 48 horas após o nascer do Sol no local de pouso da missão.

Actualmente, a China está se preparando para iniciar a missão da Chang’e-5, que deverá obter amostras da Lua e, até o final deste ano, deve ser lançada no foguete Long Mach

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

No dia chamado de Portugal, o que é ser português?


Retirado da cronologia do nosso camarada Varela de Matos:

« No dia chamado de Portugal, o que é ser português?
Ele é o anti herói.

Baixote, barriga proeminente, cabelo todo branco, mãos calejadas, rosto e braços queimados por dias de sol tórrido.
A roupa confirma a modéstia, a vida dura.
Disse-me depois que se tinha levantado pela madrugada, para apanhar a "caminéte" que a câmara empresta sempre no dez de Junho, para a malta de lá vir a Belém, lembrar os camaradas.
"Nunca falto. Penei muito naqueles anos, vi morrer camaradas, outros ficaram esfarrapados, aprendi ali naqueles matos africanos, o que é matar para não morrer...
É por isso que aqui estou.
Alguns que tem o nome escrito a preto naquela parede, morreram porque foram por aquele lado eu tinha ido pelo outro...
Foi sorte a minha e azar deles.
Puseram-lhes a bandeira em cima do caixão.
E quando olho para ela, lá no alto do mastro, vejo-os.
Nunca percebi a política...
Mas acreditava estar do lado dos bons...
Foi assim que aprendi a ser português, a gostar desta bandeira, a ter orgulho."
E quando a banda da GNR começou a tocar o hino, este homem que tinha o braço direito com o punho fechado sobre o coração, levava as costas das mãos ao olhos para limpar as lágrimas...
Que mundos via ele?
Quando nos despedimos disse-me:
Pois camarada, não vai sem resposta...
Quando acabarem os soldados acaba o orgulho de ser português...
Só se lembrarão quando houver "bola"...
Será? »

Fotografia propriedade do nosso camarada Varela de Matos.

Fonte: Facebook

As luzes que se movem pelo céu confundem os habitantes de Porto Rico


A Sociedade de Astronomia das Caraíbas explicou que o fenómeno misterioso foi causado pelos destroços espaciais de um foguete chinês que entrou novamente na atmosfera.

Muitos porto-riquenhos ficaram surpresos na manhã de terça-feira, quando olharam para o céu e testemunharam um fenómeno estranho formado por uma série de luzes que se moveram por vários segundos antes de desaparecer completamente.

O fenómeno, que durou entre 30 e 60 segundos, ocorreu aproximadamente às 6h30 da manhã de terça-feira. Algumas das testemunhas que testemunharam as estranhas formações luminosas conseguiram documentar o evento.
Em meio à incerteza sobre o fenómeno, alguns internautas sugeriram que poderia ser meteorito.
No entanto, a Sociedade de Astronomia das Caraíbas (SAC) descartou essa possibilidade e explicou em uma declaração que a causa dos flashes eram os restos de um foguete chinês se desintegrando ao retornar à atmosfera da Terra.

"Foi a reentrada na atmosfera da fuselagem do foguete chinês CZ-3B, que depois de levar o satélite TJS-2 ao espaço em 2017, continuou orbitando a Terra por três anos", disse Eddie Irizarry, vice-presidente da instituição.

Além disso, ele explicou que os detritos espaciais se distinguem dos meteoros porque se movem "mais devagar".

Fonte: RT

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

4 dicas para utilizar o Google Chrome de forma mais segura


O Google Chrome é um dos browsers mais populares no mundo. Rápido, seguro e recheado de funcionalidades, assim é caracterizado. Há, no entanto, algumas dicas que podem fazer com que a sua navegação seja mais segura e é delas que hoje vamos falar.

Conheça 4 dicas para utilizar o Google Chrome de forma mais segura.

Navegar em privado

Esta é uma das dicas mais básicas para quem quer navegar de forma segura e, acima de tudo, anónima. Se não pretende que o Google Chrome memorize a sua atividade, deverá então navegar em privado no modo de navegação anónima.


Para tal, deverá aceder às Definições (nas reticências verticais) e selecionar a opção Nova janela sem registo. Por outro lado, poderá simplesmente utilizar o atalho de teclado Ctrl + Shift + n (no Windows, Linux ou SO Chrome), ou ⌘ + Shift + n (no Mac).

Verificar se a ligação a um site é segura

Para verificar se é seguro aceder a um site, pode consultar as respetivas informações de segurança. O Chrome alerta-o se não for possível aceder ao site de forma segura ou privada.

Assim, no Chrome, abra uma página e consulte o estado de segurança no lado esquerdo do endereço Web:


  • Bloquear Seguro
As informações que enviar ou receber através do site são privadas.

Mesmo se vir este ícone, tenha sempre cuidado quando partilha informações privadas. Consulte a barra de endereço para se certificar de que está no site ao qual pretende aceder.
  • Veja as informações do site Informações ou Inseguro
Este site não está a utilizar uma ligação privada. Alguém pode conseguir ver ou alterar as informações que enviar ou receber através deste site. Em alguns sites, pode ainda aceder a uma versão mais segura da página:

Selecione a barra de endereço e elimine http:// e introduza antes https://.
  • Perigoso Inseguro ou Perigoso
Não introduza informações privadas ou pessoais nesta página, ou melhor ainda, não utilize o site.

Para ver os detalhes e as autorizações de um site, selecione o ícone. Assim, terá acesso a um resumo do nível de privacidade que o Chrome considera que a ligação tem.

Partilhar a localização?

Existem muitos sites que utilizam os dados de localização dos utilizadores para lhes dar resultados de pesquisas. Por exemplo, ao partilhar a sua localização, pode encontrar mais rapidamente um restaurante ou um alojamento perto de si.

No entanto, esta pode ser também uma informação delicada. O ideal é ter controlo sobre ela.


Por predefinição, o Chrome pergunta-lhe quando um site pretende ver a sua localização. Para permitir que o site saiba onde está, escolha Permitir. Antes de partilhar a sua localização, consulte a política de privacidade do site.

No entato, para ajustar as predefinições de localização aceda às Definições do Chrome. Em Privacidade e segurança deverá escolher Definições de sites, seguido de Localização (ou seguir este link).

Poderá então ativar ou desativar a opção Perguntar antes de aceder e eventualmente gerir os sites que já tenha lá bloqueados ou permitidos.

Localizar ou apagar computador ou smartphone perdidos

A perda ou roubo do telemóvel, tablet ou portátil, é, infelizmente uma realidade recorrente. Para esses casos há também questões de segurança a seguir para proteger a sua informação pessoal. Estes dever ser alguns passos a seguir, logo que dê por falta do seu dispositivo.

Caso tenha perdido um computador, não há como utilizar os recursos de localização, o que tem a fazer é efetuar imediatamente a alteração da palavra-passe da sua Conta Google.


Caso estejamos a falar de um smartphone, tablet ou Chromebook, na Conta Google terá acesso a mais opções. Na secção Segurança, em Os seus dispositivos deverá escolher a opção Gerir dispositivos. Selecione o equipamento perdido onde poderá ver a última vez que o dispositivo foi utilizado e a última cidade em que se encontrou.

Caso o tenha perdido e considere que está próximo dele pode dar-lhe ordem para tocar. Caso contrário, deverá, remotamente, terminar a sessão.

Fonte: Pplware

Registo de 3 supostos OVNIs em base aérea dos EUA


Usuário do YouTube chamado de UFO Over Vegas compartilhou um vídeo onde mostra três supostos objectos não identificados descendo lentamente numa base da Força Aérea dos EUA próxima de Las Vegas.

As cenas mostram três objectos brilhantes de forma circular pairando sobre as montanhas, localizadas nas proximidades de Las Vegas, antes de iniciarem a descida na base norte-americana.

"O que parecia ser um avião acabou se tornando três belos OVNIs que se aproximaram lentamente da base aérea de Nellis, espalhando-se ao pousar", afirmou.

Como resultado, o vídeo gerou um grande debate nas redes, com diversos usuários afirmando que o episódio é "incrível", enquanto que outros mais cépticos acreditam que os objectos são apenas drones.

De acordo com o autor do vídeo, os objectos percorreram aproximadamente 80 quilómetros em apenas três minutos, o que indica que supostamente estariam voando a uma velocidade de 1.600 quilómetros por hora, além disso, eles não emitiam qualquer "som".


Fonte: Sputnik News
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