quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Observe como o asteróide EXPLODE no Reino Unido e Norte da Europa


Uma enorme bola de fogo iluminou o céu nocturno sobre o Reino Unido e o norte da Europa no início desta semana, quando uma rajada de luz azul caiu na Terra.

A Organização Internacional de Meteoros (IMO) recebeu quase 100 relatos de uma bola de fogo brilhante iluminando os céus em 3 de fevereiro. No noroeste do Reino Unido e cidadãos da Bélgica e Holanda viram o fenómeno, que ocorreu no Mar do Norte.

Vídeos da IMO mostram uma labareda de fogo caindo do céu, com alguns descrevendo-a como a maior bola de fogo que já viram.

Linda, do Reino Unido, disse à IMO : "Não vi antes algo tão bom assim e tão perto".

Christopher disse: "Movendo-se a uma velocidade incrível na vertical, durando apenas um segundo, uma enorme bola de fogo verde desapareceu no horizonte e, em seguida, uma enorme flash de luz branca de cada lado iluminou o céu nocturno ao nível do solo, durando cerca de outro segundo".

Kane, também da Inglaterra, acrescentou: ”Eu vi essa enorme bola brilhante viajando directamente para o solo, cor azul branca.

“A longa cauda verde brilhante era incrível. Provavelmente a melhor coisa que eu já vi, foi enorme. ”

Asteróides e meteoros produzem uma brilhante explosão de fogo quando atingem a atmosfera, pois é a primeira vez que a rocha espacial encontra resistência.

O ar penetra nos poros e fendas da rocha, afastando-a e fazendo com que ela exploda.

A IMO disse: “Bolas de fogo são meteoros que parecem mais brilhantes que o normal.

“Devido à velocidade com que atingem a atmosfera da Terra, fragmentos maiores que um milímetro têm a capacidade de produzir um flash brilhante à medida que percorrem o céu.

"Esses meteoros brilhantes são o que chamamos de bolas de fogo e geralmente causam medo e reverência por aqueles que os testemunham."



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Luz misteriosa aparece no céu sobre casa de Jesus Cristo em Nazaré


Uma misteriosa luz brilhante no céu sobre Nazaré, em Israel, foi captada numa imagem que foi compartilhada na mídia social.

A imagem fascinante foi captada pela cantora sérvia de Jovana Tipsin, de 44 anos, durante sua visita a Nazaré, que é descrita no Novo Testamento como o local de infância de Jesus Cristo.

Na foto é possível ver nuvens escuras e chuvosas pairando sobre um edifício e repentinamente se abrindo para revelar um magnífico brilho dourado.

A cantora referiu-se à sua viagem como uma "experiência altamente espiritual".




Uma publicação partilhada por Jovana Tipsin (@jovanatipsin) a


Enquanto alguns internautas reagiram ao fenómeno o descrevendo como um "sinal", outros acreditam que o ocorrido é simplesmente o brilho do Sol através das nuvens. 

Nazaré é a maior cidade do norte de Israel e, por ser considerada o lugar onde Jesus viveu quando criança, é um centro de peregrinação cristã, com muitos santuários comemorando eventos bíblicos.

Fonte: Sputnik News

Afinal, a história da “civilização perdida” de Cahokia pode estar errada


Uma análise a fezes humanas concluiu que a cidade de Cahokia, que agora se localiza entre os estados norte-americanos Illinois e Saint Louis, foi abandonada apenas durante um curto período de tempo.

Situada nas margens do rio Mississippi, a cidade de Cahokia, agora esquecida, já foi uma metrópole movimentada, lar da cultura indígena desta região. Atualmente, ninguém sabe o que lhe aconteceu. Diz-se que as dezenas de milhares de habitantes simplesmente “desapareceram”.

Mas, agora, segundo o Science Alert, uma análise às fezes humanas concluiu que se trata de uma história totalmente diferente: a área foi abandonada apenas durante um curto período de tempo.

O abandono generalizado de Cahokia, entre 1450 e 1550 d.C., é uma época conhecida como “vacant quarter”. Ao longo dos anos, as investigações arqueológicas indicaram vários fatores que contribuíram para essa queda, incluindo conflitos, movimento populacional, inundações, secas, mudanças climáticas e exploração excessiva de recursos.

“Embora possam pensar que a região de Cahokia fosse uma cidade fantasma na época do contacto Europeu, a verdade é que conseguimos reunir uma presença Nativa Americana na área que durou séculos”, declara o antropólogo A.J. White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e um dos autores do estudo publicado, em janeiro, na revista científica American Antiquity.

Certas assinaturas moleculares nas fezes humanas, chamadas estanóis, podem ser lavadas em lagos e outras bacias pela chuva, o que significa que, quanto mais destes encontrarmos em sedimentos antigos, é provável que mais pessoas morassem nas proximidades.

Não muito longe dos famosos montes de Cahokia, no estado de Illinois, os arqueólogos desenterraram dois núcleos de sedimentos de lados opostos do lago Horseshoe. Os resultados sugerem que, após atingir um ponto baixo, a população começou a ressurgir novamente em 1500 d.C. Só em 1700, bem depois da chegada dos colonos Europeus, os estanóis fecais começaram a mostrar um declínio.

De acordo com o mesmo site, este timing também é digno de nota. Durante o aumento da população, outras populações nativas nos EUA, Canadá e Caraíbas estavam a passar por um sério declínio devido à violência e doenças estrangeiras disseminadas pelos Europeus.

Longe da costa, os habitantes de Cahokia provavelmente estiveram “protegidos” dessas vicissitudes durante algum tempo, embora não tenha sido para sempre. Hoje, muitos afirmam que a tribo de Illinois já não existe, mas a equipa de investigadores argumenta que “o despovoamento e a realocação não equivalem à extinção cultural”.

Num estudo anterior que também analisou amostras antigas de fezes, publicado em 2019, White encontrou evidências de secas e inundações que poderiam ter contribuído para a população flutuante de Cahokia em 1300.

Fonte: ZAP

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

O primeiro medicamento criado por IA para tratar humanos já está pronto para ser testado


O medicamento para tratar pacientes que sofrem de perturbação obsessiva compulsiva vai entrar na fase de ensaios clínicos em março deste ano no Japão e, caso seja bem-sucedida, serão feitos testes a nível global.

A startup britânica Exscientia e a farmacêutica japonesa Sumitomo Dainippon Pharma afirmam ter desenvolvido o primeiro medicamento criado através de uma Inteligência Artificial. O DSP-1181 será utilizado para tratar pacientes que sofrem de perturbação obsessiva compulsiva. Os ensaios clínicos do medicamento vão ter início em março deste ano no Japão.

Ao desenvolver o DSP-1181, a Centaur Chemist, a plataforma de IA da Exscientia, utilizou algoritmos para conseguir identificar os componentes químicos que mais se adequariam ao tratamento dos pacientes, tendo em conta uma vasta base de dados de parâmetros a cumprir. A fase de pesquisa de um medicamento convencional ronda os 4,5 anos, no entanto, as empresas indicam em comunicado à imprensa, que conseguiram concluí-la em menos de 12 meses.
Créditos: Exscientia

Caso a primeira fase de ensaios clínicos seja bem-sucedida, a Exscientia planeia realizar testes a nível global. Além do DSP-1181, a empresa está a desenvolver medicamentos para o tratamento de pacientes com cancro e com doenças cardiovasculares e espera ter um novo fármaco pronto para testar já no final de 2020.

Nos últimos anos, a IA tem vindo a revolucionar a área da saúde, esclareceram Paulo Novais, Professor Catedrático da Escola de Engenharia da Universidade do Minho e Presidente cessante da Associação Portuguesa Para a Inteligência Artificial (APPIA), e Luís Paulo Reis, Professor Associado da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Diretor do LIACC/UP e Presidente eleito da Associação, ao SAPO TEK. Os especialistas indicam que, em 2019, a IA tornou-se decisiva neste âmbito, com aumento de sistemas inteligentes que ajudaram a aperfeiçoar análises, diagnósticos e recomendações de tratamentos.

A Google, por exemplo, é uma das empresas tecnológicas que tem apostado fortemente na IA para a deteção de doenças como o cancro da mama. Logo no início de 2020, a gigante de Mountain View deu a conhecer que o seu sistema de deep learning desenvolveu um modelo que conseguiu reduzir o número de casos positivos falsos em 5,7% e os casos negativos falsos em 9,4%, durante uma fase de teste em algumas unidades hospitalares norte-americanas.

Fonte: SapoTek

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Novo avanço científico abre a porta ao desenvolvimento de pele eletrónica

Pele eletrónica flexível com sensores e um circuito eletrónico

A pele humana é um órgão multifuncional e com propriedades únicas graças à sua natureza flexível. Com aplicações robóticas em vista, os cientistas tentam agora transferir estes valiosos recursos para uma pele artificial.

Os sistemas robóticos dependem de funcionalidades de deteção e de campos eletrónicos e magnéticos para o posicionamento e orientação no espaço. Os cientistas tentam há muito tempo desenvolver e implementar estas funcionalidades de forma flexível e compatível. Os mais recentes avanços nos sensores flexíveis e na eletrónica orgânica são animadores.

Interessados em replicar a pele humana, uma equipa de cientistas interligou um grande número de sensores individuais, uma tarefa que se tornou um grande obstáculo na criação da pele eletrónica.

As primeiras demonstrações basearam-se num conjunto de sensores individuais interligados de modo separado, o que resultou, inevitavelmente, num número tremendo de conexões eletrónicas, escreve o TechXplore.

Os investigadores decidiram então reduzir o número de conexões. Uma equipa de cientistas alemães e japoneses superou o desafio com um sistema pioneiro de sensores magnéticos de matriz ativa, apresentado num artigo científico recentemente publicado na Science Advances.

Neste sistema, todos os componentes eletrónicos necessários são baseados em transístores orgânicos de película fina e integrados numa única plataforma.

Além de exibir uma extraordinária sensibilidade magnética, o sistema tem a capacidade de obter a distribuição bidimensional do campo magnético em tempo real. Além disso, apresenta também uma alta resistência contra deformações mecânicas (torções, vincos ou dobras).

Oliver G. Schmidt e Daniil Karnaushenko, do Leibniz Institute for Solid State and Materials Research Dresden, na Alemanha, explicam que estas primeiras funcionalidades magnéticas integradas “provam que sensores magnéticos flexíveis de filme fino podem ser integrados em circuitos orgânicos complexos“.

Agora, o próximo passo é aumentar o número de sensores por área de superfície e expandir a pele eletrónica, de modo a caber em superfícies maiores.

Fonte: ZAP

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Brilhante e rápido: impressionante queda de meteoro na Rússia


A impressionante queda de uma rocha espacial brilhante cruzando o céu foi captada desde várias regiões russas localizadas nos montes Urais.

Nas imagens é possível ver como segue seu curso uma figura redonda no céu, com um brilho resplandecente, que cai a grande velocidade em direcção à terra.

O objecto foi visto nas regiões de Sverdlovsk, Tyumen, Omsk, Chelyabinsk e Kurgan.

Não é a primeira vez que cai um meteorito nesta região da Rússia. No entanto, o fenómeno não deixa de surpreender as testemunhas e usuários da web devido a que no vídeo publicado pelo canal de YouTube Starvisor pode se ver que a rocha espacial não se desintegra, como habitualmente acontece com os meteoritos que caem a grande velocidade.

Não está claro se o meteoro caiu na terra, visto que rochas tão brilhantes como essa habitualmente explodem na atmosfera.


Fonte: Sputnik News

OVNI em forma de cubo visto voando em alta altitude registado pelo piloto do Viva Air


A filmagem bizarra foi compartilhada pela primeira vez no aplicativo TikTok pelo usuário CesarinMP antes de ser postada no YouTube, com muitas sugestões diferentes online sobre o que poderia ser.

Um piloto de uma companhia aérea compartilhou imagens bizarras de um OVNI em forma de cubo voando no céu.

A visão do cockpit parece mostrar um objecto metálico voando a uma velocidade hipersónica sobre Columbia, sem nenhum meio óbvio de propulsão.

Um clipe extraordinário de 4 minutos, supostamente filmado por um piloto comercial da Viva Air, mostra uma estrutura cúbica passando a certa distância da aeronave.

Ao aproximar-se do objecto em alta altitude, ele se parece claramente com um cubo e parece deslizar pelas nuvens de maneira controlada, em ângulo.

Foi postado pela primeira vez via TikTok por um usuário chamado CesarinMP, antes de ser carregado no YouTube em 31 de janeiro.

Uma explicação para o OVNI não foi dada, mas alguns internautas especulam que pode ser um balão meteorológico ou um reservatório descontrolado.

Outros sugeriram que o item se assemelhava a uma nave espacial Borg da série de ficção científica Star Trek.

Formas geométricas são uma característica comum dos OVNIs.

Outros 'cubos' já foram vistos antes, inclusive pela NASA.

Em janeiro, observadores de OVNIs foram levados a um frenesi depois de assistir a um clipe de objecto em forma de bloco pairando sobre a Geórgia, EUA.

No clipe, o objecto parece flutuar sem rumo no céu azul cristalino e parece mover-se lentamente e firme pela tela.

Em seguida, um enorme objecto em forma de cubo foi captado pelo observatório solar e heliosférico da NASA (SOHO) voando perto do sol no final de 2018.

O OVNI aparece de forma quadrada e com uma trilha de fumaça ou gás, enquanto desce.


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Invasão de gafanhotos em África. ONU alerta para "ameaça sem precedentes"


Cada gafanhoto do deserto consome o seu peso em comida todos os dias e a nuvem, que pode ter 200 mil milhões de insetos, pode deslocar-se 140 quilómetros em apenas 24 horas. Surto obrigou também o Paquistão, no sudoeste asiático, a declarar emergência nacional.

Há um surto de milhões e milhões de gafanhotos a atingir o Corno de África, resultado das mudanças climáticas extremas, que ameaça tornar ainda mais catastrófica a situação numa região a recuperar da seca e de inundações mortais. Outro surto destes insetos já obrigou também o governo do Paquistão, no continente asiático, a declarar emergência nacional

Densas nuvens destes insetos vorazes espalharam-se desde a Etiópia e a Somália para o Quénia em dezembro, depois de terem começado no Iémen, naquela que é a pior infestação em décadas. Não se via nada assim há 25 anos nos primeiros dois países e há 70 anos no Quénia. No Paquistão, onde a região noroeste do país foi afetada, o primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, diz que é a pior infestação em mais de duas décadas.


A organização da ONU para a Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) fala numa "ameaça sem precedentes" e calcula que um dos enxames de gafanhotos tenha 2400 quilómetros quadrados (quase duas vezes o tamanho da Grande Lisboa). Isso significa que pode ter até 200 mil milhões de gafanhotos, sendo que cada um deles consome o seu peso em comida todos os dias. Além disso, podem mover-se 140 quilómetros em apenas 24 horas.
Segundo a FAO, que lançou um apelo aos donativos para poder realizar pulverizações aéreas,um pequeno enxame de apenas um quilómetro quadrado pode ingerir, num só dia, a mesma quantidade de comida do que 35 mil pessoas. No Corno de África há quase 12 milhões de pessoas afetadas por grave insegurança alimentar, sendo que muitas dependem da agricultura para sobreviver.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, deixou o alerta na quinta-feira, no Twitter. "Os gafanhotos do deserto são extremamente perigosos. Desencadeado pela crise climática, o surto está a piorar ainda mais a terrível situação de segurança alimentar na África Oriental", escreveu.
O ano de 2019 começou com seca no Corno de África, mas seguiram-se várias inundações. Houve oito ciclones ao largo de África Oriental, o maior número num ano desde 1976, por causa do aumento das temperaturas no oceano Índico.

Caso a situação não seja controlada, o número de gafanhotos pode multiplicar-se 500 vezes até junho, atingindo o Uganda e o Sudão do Sul e tornar-se numa praga que devastará as culturas e as áreas de pastagem numa das regiões mais pobres e vulneráveis no mundo.


Tecnicamente, segundo a FAO, a atual invasão é conhecida como um surto, afetando uma região completa, mas se piorar e não puder ser controlada, então passará à categoria de praga. Desde 1900 registaram-se seis grandes pragas de gafanhotos do deserto, a última das quais entre 1987 e 1989. O último grande surto remonta a 2003 e 2005.

No Paquistão o problema começou em junho, quando os insetos chegaram vindos do Irão, tendo já destruído culturas de algodão, milho e trigo.

Fonte: DN

Se tem Windows 7, não use banco online ou e-mail, avisa Centro Nacional de Cibersegurança


As atualizações do Windows 7 terminaram a 14 de janeiro. Microsoft Portugal não revela números, mas estimativas de entidades externas revelam que, entre um quinto e um quarto dos computadores ainda usam o sistema operativo descontinuado

Se tem um computador ou um tablet com Windows, evite usá-lo no acesso às contas bancárias ou de correio eletrónico. O aviso é dado pelo Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e tem como destinatários as entidades da Administração Pública, mas também pode ser encarado como uma boa prática para todos os utilizadores domésticos ou empresas privadas. Apesar de eventualmente ter números reveladores do potencial de ameaça, a Microsoft Portugal recusa indicar quantos computadores com Windows 7 estão atualmente em funcionamento no País.

Aos utilizadores que ainda têm terminais que correm Windows 7, o CNCS recomenda que procedam a uma atualização de sistema operativo ou, «caso ainda não tenha sido possível atualizar, recomenda-se a mudança de eventuais dados sensíveis que o posto de trabalho em causa possa conter. O objetivo é que essa informação seja passada para outro dispositivo que se encontre devidamente atualizado e suportado».

A esta primeira recomendação, o Centro que coordena a prevenção e a reação a ciberameaças em Portugal acrescenta mais duas boas práticas para quem não tem forma de migrar do Windows 7 para outro sistema operativo: «Recomenda-se também evitar o acesso a sistemas de homebanking ou a outro tipo de contas/sistemas online que possam conter informação sensível. No mesmo sentido, o acesso ao correio eletrónico deve passar a ser efetuado através de outros dispositivos».

O CNCS reitera que não é possível estabelecer uma relação direta entre o fim das atualizações de segurança que a Microsoft providenciava regularmente para o Windows 7 com um potencial crescendo de ameaças, códigos maliciosos ou ciberataques, mas também lembra cenários ocorridos no passado que recomendam algum espírito de prevenção.

«Situações semelhantes ocorridas anteriormente (por exemplo, com o fim do suporte aos sistemas Windows XP) permitem prever que possa ocorrer um acréscimo de potenciais sistemas operativos vulneráveis, caso estes não sejam atualizados», refere o CNCS em e-mail enviado para a Exame Informática.

Sobre o número de máquinas, o CNCS confirma que não dispõe de números sobre o total de computadores com Windows 7 a operar atualmente na Administração Pública ou em Portugal em geral – e mantém como única referência as estimativas obtidas através da navegação das diferentes máquinas na Internet. De acordo com o NetMarketShare há 26,64% de computadores no mundo que ainda correm com Windows 7. O que corresponde a mais de um quarto dos computadores usados no mundo. Os dados da Gemius Ranking já permitem uma previsão que leva a crer que 20,5% dos computadores usados em Portugal ainda usam o Windows 7.

A Microsoft acabou oficialmente com as atualizações segurança para o Windows 7 a 14 de janeiro. Ontem, surgiram as primeiras notícias de que a Microsoft foi obrigada a lançar uma atualização que não constava do plano original, devido a um bug relacionado com o ecrã de reiniciar, que foi detetada naquele que deveria ter sido o último update de segurança, lançado a 14 de janeiro.

HUGO SÉNECA

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