segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Fox News mostra 'nave extraterrestre' sobrevoando Congresso Norte Americano

Resultado de imagem para Capitólio norte-americano.

Um vídeo recente do canal Fox News fascinou os ovniólogos que detectaram um objecto desconhecido que passou por cima do Capitólio Norte Americano.

Não, seus olhos não o traíram. Um objecto que lembra uma nave extraterrestre sobrevoou realmente o Capitólio Norte Americano onde se reúnem os congressistas.

Os ovniólogos não conseguiram passar ao lado desta ocasião e iniciaram uma investigação para determinar a origem do objecto misterioso que passou perante as câmaras a grande velocidade.

O vídeo engrossou a base de dados da Rede Mútua de OVNI (Mutual UFO Network, MUFON) acompanhado do comentário de um telespectador de Rolling Meadows, de um município no estado de Illinois que não dizia praticamente nada: "Este objecto sobrevoou o prédio do Capitólio quando eu assistia a Fox News".

O objecto mostra ser cilíndrico e brilhante quando se examina o vídeo em movimento lento. Portanto, a forma vista no vídeo pode não corresponder à forma real porque o objecto passou perante a câmara a alta velocidade, sublinha o portal Openminds.


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NASA pretende prevenir uma catástrofe mais perigosa do que choque com asteroides

Parque Nacional de Yellowstone, Wyoming, EUA

Os cientistas da NASA estão elaborando estratégias para evitar a erupção de um super vulcão que poderia ter efeitos devastadores para o clima, escreve o The Independent.

Os investigadores acreditam que uma perfuração na base de um dos super vulcões mais perigosos do mundo, localizado no Parque Nacional de Yellowstone, poderia ser a solução para o problema. Jactos de alta pressão bombeariam água para dentro para arrefecer o vulcão, liberando calor da câmara de magma e evitando que ela expluda.

Não obstante, de acordo com Brian Wilcox, do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA, perfurar um super vulcão implica numerosos perigos potenciais.

"Perfurar a parte superior da câmara de magma e arrefecer a partir daí seria muito arriscado", disse o especialista à BBC.

Essas acções tornariam a cobertura sobre a câmara de magma mais frágil e propensa a fracturas. Desta forma, a libertação de vários gases voláteis nocivos da parte superior da câmara pode ser activada.

Segundo Wilcox, "a ameaça do super vulcão é substancialmente maior do que a ameaça de asteroides ou cometas".

Uma erupção de um super vulcão poderia ter tais consequências como a fome mundial e a libertação de grandes quantidades de dióxido de enxofre na atmosfera. De acordo com as estimativas da ONU, as reservas mundiais de alimentos, neste caso, durariam apenas 74 dias.

O maior temor dos cientistas que estudam vulcões é a cinza espalhada pelo vento. De acordo com o pesquisador Larry Mastin, isso deve ser uma preocupação, em primeiro lugar, das pessoas que vivem na área de possíveis erupções.

Grandes erupções ocorrem em média uma vez a cada 100.000 anos. A erupção super vulcânica mais recente teve lugar há mais de 27.000 anos em Taupo, na Nova Zelândia.

De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, não haverá erupções no território de Yellowstone durante séculos. No entanto, Wilcox disse que o super vulcão do Parque explode aproximadamente uma vez a cada 600.000 anos e, segundo o especialista, "já passaram cerca de 600.000 desde que explodiu pela última vez".

O plano da NASA é perfurar cerca de dez quilómetros em Yellowstone e bombear água, que será retirada lentamente.

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'Criamos um jipe voador': novo hidroavião russo entra em produção

O avião anfíbio Borey

Na região russa de Samara, historicamente conhecida pelas suas aeronaves anfíbias, foi iniciada a produção em série do novo avião anfíbio Borey.

A nova aeronave pertence à classe ultra leve e já tem certificados internacionais que permitem a sua venda nos maiores mercados de aviação privada, como os EUA ou Canadá.

O Borey, de dois lugares, produzido pela empresa Aerovolga, se destaca por seu peso reduzido e pela curta distância que necessita para descolar e aterrar.

Mais do que isso, a aeronave tem diferentes opções que permitem ao proprietário variar a velocidade, o alcance e as capacidades de carga do aparelho.

"Conseguirmos criar uma 'Niva' voadora", disse ao portal FlightTV o construtor-geral da empresa, Dmitry Suslakov, que comparou o veículo com o famoso jipe de produção soviética e russa Lada Niva 4×4.

Tal como o seu "homólogo" terrestre, o Borey "pode desempenhar várias tarefas" e "tem boas características técnicas. Sua capacidade de descolar e aterrar é impecável", explicou o engenheiro.

O avião pode ter dois sistemas de controle, o que o torna a máquina ideal para os pilotos novatos aprenderem a aterrar. Os designers esperam que sua aeronave ganhe popularidade especialmente na Sibéria e no Extremo Oriente russo, onde "as possibilidades para o turismo, a caça e a pesca são enormes", mas a falta de estradas nos vastos territórios trava o desenvolvimento desses sectores.

Em março deste ano, outra empresa de Samara, a Seregin Aircraft, apresentou seu hidroavião ASK-62, reforçando a reputação da região como "berço" dos aviões anfíbios russos.


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Na Índia os CÃES estão a nascer AZUIS!

Foto de Contacto Estabelecido.

Na Índia os cães estão azuis, como resultado dos altos níveis de poluição, especialmente em Mumbai. Está acontecer em torno da área industrial por causa dos resíduos tóxicos despejado nas águas do rio Kasad. Os Cães bebem desta água e banham-se para vencer o calor. 

O Rio Kasad é um dos mais poluídos do mundo. Em Taloja na área industrial, nos arredores de Bombaim, 76.000 pessoas trabalham em 977 fábricas de Produtos Químicos, Farmacêuticos e alimentares.

A Índia é um dos países mais poluídos no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde e este não é o único rio altamente poluído na Índia, assim é o famoso Ganges.

Na Índia a cada ano 1,1 milhões de seres humanos morre prematuramente vitima da poluição da Industria Química e Farmacêutica.

Fonte: Facebook

domingo, 20 de agosto de 2017

Profeta judeu que predisse 3 guerras fez prognóstico alarmante sobre Pyongyang

Explosão nuclear

A profecia foi feita em 1994, muito antes de a Coreia do Norte ter começado a desenvolver seu potencial nuclear.

Um rabino que predisse o início de três guerras assegurou há duas décadas que um conflito com a Coreia do Norte levaria ao fim do mundo, informa a edição Daily Star.

A previsão de Levi Saadia Nahmani apanhou muitos de surpresa, dado que o país comunista não tinha armas nucleares na época e não era visto como uma ameaça pelos outros países, excepto pela Coreia do Sul.

'Coreia virá até aqui'

Naquela época, muitos judeus tinham medo dos mulás radicais do Irão, de Saddam Hussein no Iraque, do coronel Muammar Kadhafi na Líbia e de Hafez Assad na Síria. 
Porém, em dezembro de 1994, o rabino Nahmani emitiu uma advertência diferente. O cabalista assegurou que "não será a Pérsia [o Irá], nem a Babilónia [o Iraque], e claro que não Kadhafi. A Coreia virá até aqui!".

"Saibam que isto é pior que o Holocausto", exclamou.

O rabino, que morreu um mês depois da sua profecia, predisse a Guerra dos Seis Dias de 1967 entre Israel e um grupo de países árabes e a Guerra Árabe-Israel de 1973, bem como a primeira guerra do Iraque, por isso sua nova previsão chocou todo o mundo, mas não foi levada muito a sério. Porém, hoje em dia ela parece cada vez mais próxima da realidade.

'Sheol' para Seul

A fonte da sua última visão profética tinha o nome da capital sul-coreana, Seul, que é muito parecido com a palavra hebraica "sheol" que significa "inferno" ou "lugar dos mortos".

"Já que se incendiou o fogo da minha ira, ele arderá contra vós até o mais profundo do Inferno", citou ele um versículo da Torá.

Em outras palavras, o rabino predizia um ataque nuclear contra Seul, citando os textos sagrados.

Na semana passada, o presidente americano Donald Trump assegurou que, caso a Coreia do Norte mantivesse sua ameaça nuclear, a resposta dos EUA seria "fogo e fúria nunca antes visto pelo mundo". Pyongyang, por zua vez, ameaçou atacar a ilha dos EUA de Guam.


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Mensageiros do Armagedom' ou asteroides que podem ameaçar a Terra

Asteroides

Na sexta-feira (18) a NASA comunicou que o maior asteroide de toda a história de observações, o Florence, passará próximo da Terra.

No início do setembro ele vai passar diante do nosso planeta e depois nos deixará por mais de 500 anos. A agência disse que o corpo celeste não representa qualquer perigo para a Terra.

A Sputnik apresenta uma lista de asteroides que, ao contrário de Florence, são capazes de nos causar danos.

Eros

O 433 Eros é um dos maiores asteroides próximos da Terra. A história da sua observação tem mais de 100 anos. Em janeiro de 2012 o corpo celeste de quase 7 triliões de toneladas voou à distância de 27 milhões de km do nosso planeta, o que equivale à uma sexta parte da distância entre a Terra e o Sol.

Asteroide Eros

Apophis

De acordo com os especialistas, o asteroide 99942 Apophis poderá colidir com a Terra em 2036. Os cientistas têm certeza que isso acontecerá apenas caso o corpo celeste mude sua órbita depois da aproximação com a Terra em 2029. Os EUA já elaboraram um plano de uma missão que deve diminuir o risco de uma colisão com o asteroide, cujo diâmetro é de 0,370 km.

Asteroide Apophis

Duende

O objecto 2012 DA, ou seja 367943 Duende, assustou os astrónomos fortemente em 2012. O corpo celeste, que tem o peso de 130 mil toneladas, passou diante da Terra à distância de 28 mil quilómetros. No céu da Indonésia, o Duende foi observado a olho nu. Os cientistas julgam que ele voltará a "visitar" a Terra dentro de 30 anos.

Um diagrama que mostra o asteroide 2012 DA14 passando diante da Terra em 15 de fevereiro de 2013

Asteroide "da Crimeia"

O objecto espacial 2013 TV135, descoberto por cientistas do observatório da Crimeia, segundo os cálculos da NASA, poderá colidir com a Terra em 2032. Mas outros especialistas contestam esta possibilidade. No momento da descoberta, a chance de o asteroide colidir com a Terra era 1 para 6 mil, hoje é de 1 para 345 mil. Há vários anos que o objecto foi excluído da lista dos corpos celestes potencialmente perigosos.

Um diagrama que mostra a órbita do asteroide 2013 TV135 (linha azul)

YU55

Em 2011 o asteroide YU55 voou à distância de 325 mil km da Terra. O diâmetro dele é de 400 metros. O corpo celeste vai passar regularmente perto do nosso planeta, mas, segundo os cientistas, não vai causar danos.

Uma imagem do radar do asteroide 2005 YU55

Bennu

De acordo com especialistas da NASA, o asteroide Bennu é o que tem maior probabilidade de colidir com a Terra. Segundo aos cálculos da agência espacial, isso poderá acontecer no fim do século XXII. Em direcção ao asteroide foi lançado o aparelho OSIRIS-Rex, que vai estudá-lo. De acordo com os resultados do estudo, os cientistas vão elaborar um plano de defesa.

Asteroide Bennu

Florence

O asteroide Florence, com 4,4 km de diâmetro, passará perto da Terra à distância de 7 milhões de quilómetros. Isso deverá ocorrer em 1 de setembro deste ano. Os cientistas afirmam que esta aproximação não representa qualquer perigo. A próxima vez que o Florence se irá aproximar da Terra será pelo menos dentro de 500 anos.

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sábado, 19 de agosto de 2017

Novo cimento ósseo é esperança para tratar fraturas


Paula Torres criou um cimento à base de fosfato de cálcio que pode ser alternativa ao acrílico: não é tóxico e acelera o processo de recuperação

Essencialmente água, cálcio, fósforo, manganês, estrôncio e uns pozinhos de açúcar. São estes os ingredientes-chave do cimento ósseo desenvolvido por Paula Torres, investigadora da Universidade de Aveiro, no âmbito do seu projeto de doutoramento. Um novo material biomédico, que poderá vir a ajudar na regeneração óssea, nomeadamente em casos de fraturas provocadas por doenças como a osteoporose ou acidentes.

A trabalhar na área da reciclagem, Paula Torres teve o primeiro contacto com os cimentos ósseos durante o mestrado. O entusiasmo foi tal que, quando surgiu a oportunidade de se candidatar a uma bolsa de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), não hesitou na escolha do tema: um cimento ósseo injetável para ser usado na vertebroplastia, um procedimento que consiste em injetar um cimento para tratar fraturas da coluna. "Uma ideia ambiciosa, porque os fosfatos de cálcio não são ainda usados para vertebroplastia, uma vez que este tipo de cimento não tem propriedades mecânicas muito boas [resistência à compressão] e, por outro lado, tem uma injetabilidade muito reduzida", explicou ao DN a investigadora.

Sob supervisão de José Maria Ferreira e de Susana Olhero, Paula tinha então dois problemas principais para resolver: melhorar as propriedades mecânicas e a injetabilidade do cimento. A ideia era conseguir um material "mais atrativo" do que aquele que existe atualmente no mercado - cimento acrílico de PMMA (polimetilmetacrilato). "Estes são cimentos que são injetados e que têm excelentes propriedades mecânicas, mas são inertes - endurecem e ficam lá para sempre. Além disso, têm uma reação bastante exotérmica, ou seja, aquecem bastante durante a presa e podem provocar necroses locais. Outro problema é o facto de o monómero ser tóxico e poder ir para a circulação sanguínea, o que traz um certo perigo. Durante a presa e endurecimento, tem uma ligeira retração, o que pode provocar uma falha no preenchimento do defeito".

Apesar dos dois grandes problemas identificados, os fosfatos de cálcio têm algumas vantagens: a composição química é bastante semelhante à do osso, a reação é muito pouco exotérmica, a retração é praticamente nula e é bioativo. "Isto quer dizer que os iões são aproveitados e, ao fim de um certo tempo, o osso - que é um tecido em constante remodelação - começa a crescer e o nosso fosfato de cálcio desaparece, ou seja, vai-se dissolvendo, é reabsorvido, e o novo osso surge", esclarece Paula Torres.

Sandra Vieira, colaboradora do Instituto de Biomedicina da UA, reforça: "Este serve de scaffold, que em inglês quer dizer "andaime". No fundo, serve quase de molde, mas é reabsorvido, vai desaparecer e as substâncias que o constituem vão ser aproveitadas pelas células para formar o novo osso."

Recuperação mais rápida

Este cimento ósseo pode ser usado para corrigir fraturas na coluna vertebral por compressão devido a doenças como a osteoporose com inúmeras vantagens para os doentes, já que é um procedimento minimamente invasivo: o cimento é injetado através de um pequeno orifício na coluna vertebral. "Se a vértebra for rapidamente reposta na posição certa, há um alívio rápido da dor; o doente não precisa de ficar muito tempo hospitalizado ou parado", avança Paula Torres.

Quando comparado com o PMMA, o fosfato de cálcio acelera a taxa de regeneração, tanto nos jovens como nos idosos, nos quais geralmente é mais baixa. Uma conclusão à qual Paula Torres chegou com a ajuda da biomedicina, que permitiu aferir que as células "gostavam muito" deste novo cimento, o que permitia a formação de novo osso.

Para resolver os dois grandes problemas que tinha pela frente, a investigadora da UA precisava de descobrir o que adicionar ao cimento ósseo base, que é constituído essencialmente por água, fósforo e cálcio. O estrôncio, que já era usado no contexto de biomateriais, foi um dos escolhidos, uma vez que favorece a proliferação e divisão das células do osso. "O manganês é que foi a novidade aqui", atira Susana Olhero.

Paula apaixonou-se pelo manganês - que ainda lhe faz brilhar os olhos -, mas, na verdade, "ninguém gosta dele". Trata-se de um ião potencialmente tóxico e que necessita de ser muito controlado. "É necessário no nosso corpo, mas está presente em quantidades muito baixinhas (é um oligoelemento). A partir de um certo teor, pode provocar doenças como o manganismo, que é parecido com a doença de Parkinson." Na origem do fascínio da investigadora está um estudo feito por espanhóis, que tentaram solucionar um problema nos chifres dos veados. Estes tinham propriedades mecânicas baixas e partiam-se facilmente. "Os investigadores atuaram na alimentação. Adicionaram vários iões, entre os quais o manganês. E o que é que verificaram com a adição desse elemento? Que as propriedades mecânicas dos chifres melhoraram. Além de resolverem os problemas dos veados, ficaram a pensar que, se um bocadinho de manganês faz isto nos veados, como atuaria na osteoporose."

Através de um estudo envolvendo vários hospitais, os investigadores espanhóis viram uma possível relação entre doenças como a de Parkinson e osteoporose. E descobriram que "as pessoas que tinham essas doenças apresentavam baixo teor de manganês no cérebro e sofriam de osteoporose". Daí que talvez na origem da osteoporose não esteja um problema de falta de cálcio (que seria uma consequência), mas de manganês e outros iões.

Diferentes misturas

Numa primeira fase, uma parte do cálcio foi substituída pelo manganês. "Depois de decidirmos o teor de manganês apropriado, juntámos o estrôncio, que sabíamos que à partida é muito bom", recorda Paula Torres. Ambos foram testados em separado e juntos. Mas foi a combinação dos dois que conquistou as células. E chegou a temer-se o pior, já que, na análise microscópica, as amostras foram trocadas e dessa combinação pareciam ter surgido os piores resultados. "Tive uma vontade de chorar tremenda", assume a investigadora. Quando logo a seguir percebeu que estavam trocadas, "foram lágrimas de alegria". Aquela era uma "composição ganhadora".

Para ser perfeita, faltava-lhe a sacarose, que já é usada na construção civil para atrasar a presa, ou seja, para travar a solidificação do cimento. Foi precisamente aí que surgiu a ideia. "O açúcar e os iões adicionados atrasavam a presa. O tempo que tinha para trabalhar o cimento era maior." O tipo de cimento que usa - brushítico - tem tendência a ficar muito líquido no início, mas solidifica rapidamente. " Não temos muito tempo para trabalhá-lo", pelo que se torna importante atrasar o processo, dando aos médicos mais tempo para manusear o biomaterial.

Desta forma, foi conseguida a mistura que dá esperança no tratamento das lesões das vértebras. "Com a adição do açúcar, as propriedades mecânicas e biológicas melhoraram. Consegui injetar 100% e a nível biológico as células não se queixaram." Mas levantou-se uma questão. "Se o facto de se usar açúcar não viria a ser prejudicial para diabéticos", recorda Susana Olhero. No entanto, ressalvam as investigadoras, por serem usadas quantidades tão pequenas, não haverá impacto na saúde dos pacientes.

Faltam testes in vivo

Até ao momento, as investigadoras da Universidade de Aveiro só tiveram oportunidade de fazer ensaios in vitro. "Fica muito caro trabalhar in vivo", lamenta Paula Torres. São necessárias quantidades significativas de animais, o que representa custos avultados. É por isso, justifica Susana Olhero, que estão à procura de financiamento e parcerias. "Num ratinho, a fratura óssea seria demasiado pequena para ser representativa do que acontece nos humanos", sublinha Sandra Vieira, acrescentando que são necessários animais de porte maior.

Apesar dos bons resultados conseguidos, Paula Torres, que finalizou o doutoramento em 2016, acredita que ainda existe "margem para melhorar" o cimento ósseo. "Eu acredito nos oligoelementos. Há elementos que se calhar são necessários e não estão presentes." É com uma mistura já aperfeiçoada que espera avançar para testes em animais.

Fonte: DN

NASA mostra como o maior asteroide da história se aproximará da Terra

Fragmento de asteroide, imagem da NASA

Agência espacial americana mostrou como será a aproximação do asteroide com o nosso planeta.

O asteroide Florence, com 4,4 km de tamanho, passará perto da Terra à distância de 7 milhões de quilómetros. Espera-se que isto ocorra a 1 de setembro deste ano.

Cientistas afirmam que esta aproximação não representa nenhum perigo.

Há casos na história em que asteroides passaram ainda mais perto da Terra, mas se tratava de corpos celestes de tamanho menor. Os especialistas da NASA têm grandes esperanças quanto a este asteroide: eles querem esclarecer seu tamanho exacto e registar objectos na superfície do asteroide.

A vez seguinte que o Florence se aproximará da Terra será pelo menos dentro de 500 anos.


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Jesus era um astronauta?

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A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO – A origem alienígena de Cristo

OBJETIVO – Negar a verdade para evitar o descrédito das igrejas tradicionais

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto. Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?: as divindades vieram do espaço.

Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um óvni. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET – apenas discos voadores –, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.

Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro Extraterrestrials Took me to Their Planet (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.

Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings(A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos. Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era “o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica”. Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido “levado para o céu no interior de um objeto voador”.

ETs DIVINOS

Os conspiradores esconderiam muito mais segredos. Toda a linhagem de personagens bíblicos, do Gênesis ao Apocalipse, seriam astronautas de outras galáxias, como defende Däniken. A lista é variada: os anjos que revelaram a Ló a destruição de Sodoma e Gomorra ou conduziram os judeus na fuga do Egito, o carro de fogo que levou o profeta Elias para o céu, as visões de Deus do profeta Ezequiel, a arca utilizada por Noé durante o dilúvio. Segundo seguidores da teoria extraterrestre, todas essas descrições correspondem perfeitamente a espaçonaves alienígenas. Para colocar mais lenha na fogueira, em 1995, o padre italiano Piero Coda propôs uma questão aos seus colegas de Vaticano. Ele queria saber se a morte de Cristo na cruz também salvou as criaturas de outros planetas. Embora não tenha citado um salvador ET, Coda acabou admitindo a hipótese de que Deus poderia ter criado a vida em outros lugares do universo.

Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, “200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes”. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna.

As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos. Uma coisa é certa. Se Jesus era mesmo extraterrestre, o papa Francisco e a Nasa terão em mãos a maior agência de turismo do mundo.

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O GENE LUSITANO EXISTE REALMENTE


Os descendentes dos lusitanos possuem dois genes próprios: o A25-BIS-DR2 e o A26-B38-DR13.

O Estudo dos Genes de Histocompactibilidade (HLA), revelou que os Lusitanos (habitantes do Centro e Norte do actual território português) possuem aqueles dois genes. Mais incrível é que o A26-B38-DR13 é o mais antigo da humanidade, e o A25-BIS-DR2 apenas existe nos Lusitanos.

Encontrei um artigo que explica este assunto, contudo, está também ele cheio de opiniões... enfim! Trancrevo o que importa:

"O trabalho aqui reproduzida de forma livre, essencialmente tem uma alteração, o termo artificial "português" (ou portuguesa) foi substituído pelo termo étnico-racial ou nativo Lusitano. Não no sentido político mas sim no científico. E porquê? 

Porque é a única forma de o texto fazer realmente sentido. Como todos sabemos (ou deveríamos saber) os portugueses não são assim tão antigos, nem sequer se trata de uma raça, os portugueses étnicos são apenas um povo mestiço racialmente (ou maioritariamente) branco de diversas origens, que só começou a aparecer no século X da nossa Era, e que teve aparecimento oficial um pouco mais tarde, no século XII com a independência e o reconhecimento do Reino de Portucale ou Portugal. 

Muito embora os antepassados dos mestiços portugueses tenham aparecido antes, no século I da nossa Era com o estabelecimento dos primeiros colonos romanos e de outros povos e mercenários da península Itálica, e mais tarde no século V com as primeiras invasões barbaras de povos germânicos, principalmente Visigodos. 

Estes dois povos (essencialmente eram militares, governantes ou cobradores de impostos), romanos e godos, que na verdade eram uma minoria ou uma gota de água no oceano da população nativa Lusitana, quando apareceram por cá e se misturaram com a elite colaboracionista Cónia e Calaica (repita-se, a elite Calaica e não o povo Calaico, é na verdade o antecedor directo do étnico português), enquanto a elite Lusitana foi toda exterminada em combate, já nós Lusitanos étnicos cá estávamos. 

Nós Lusitanos (aqui empregue de forma genérica ou abrangente, pois incluímos também os Calaicos, os Cónios, os Turdulos, os Célticos e outros povos nativos) já cá estávamos milhares de anos antes do aparecimento dos portugueses e ainda cá estamos! Estes portugueses repita-se, são um povo mestiço não nativo de origem estrangeira, com algum sangue (muito reduzido) das elites nativas colaboracionistas, daí este povo minoritário os "portugueses" serem ainda hoje um povo elitista, eles são uma gota de água, são uma minoria de quase meio milhão de pessoas dentro do oceano dos dez milhões de Lusitanos (incluindo outros povos nativos) que vivem em Portugal e mais quatro milhões no estrangeiro. Na verdade esta alteração do termo trata-se de uma correção ao texto original.

O Lusitano actual é dolicocéfalo, ortocéfalo (quase camecéfalo), metriocéfalo (quase acrocéfalo), levemente eurimetópico, de buraco ocipital mesossema (quase megassema), leptoprósopo, cameconco ou mesoconco, leptorrínico, fenozígico (quase criptozígico), mesostafilino (quase leptostafilino), ortognata e megalocéfalo.Para aqueles que tanto apregoam a extinção dos Lusitanos, para aqueles que persistem em dizer que o povo português é um povo latino, ou que o termo português é o mesmo que o Lusitano, ou que os povos nativos de Portugal são étnicos portugueses, entre outras barbaridades que ao longo dos últimos séculos foram impostas por uma classe governante corrupta a todo um país e aos seus povos, aqui estão algumas respostas...

A ORIGEM DO POVO LUSITANO QUE AINDA HABITA ACTUALMENTE PORTUGAL É INCRIVELMENTE ANTIGA. SOMOS MARCADOS COM UM GENE QUE NÃO EXISTE EM MAIS NENHUM LUGAR DO MUNDO. SOMOS OS ÚLTIMOS SOBREVIVENTES DE UMA ANTIQUÍSSIMA RAÇA IBÉRICA PRÉ-MEDITERRÂNICA. VIVA A DIFERENÇA!

Os cientistas estão certos das particularidades genéticas dos cidadãos portugueses descendentes dos Lusitanos, particularmente os Lusitanos que ainda habitam as montanhas isoladas, as aldeias e vilas do interior Beirão. O porquê das nossas diferenças é simples: não nos deixámos misturar com os Norte-Africanos do Paleolítico, da chamada raça Mediterrânica, portanto, não temos o gene do Mediterrâneo, como o têm os Cónios do barrocal Algarvio; nem nos deixámos absorver completamente pelos Indo-Europeus, especialmente os Celtas, apesar da forte influência cultural e linguística destes últimos sobre nós, especialmente sobre os Calaicos a norte do Douro. O que prova isolamento, e temos dois genes específicos, sendo que um deles não foi encontrado em mais nenhum lugar no Mundo. Somos únicos.

[...]

O povo Lusitano de Portugal, queremos dizer, a grande maioria da sua população, e dizemos isto com orgulho desenvergonhado, é o mais antigo povo da Europa. Os Lusitanos já cá estavam (e ainda cá estão!) antes dos romanos ou portugueses aparecerem! Não são só as fronteiras políticas, essas já passaram de moda e ninguém se interessa. Somos nós. E não somos nós quem o diz, são uma série de peritos portugueses e (espante-se) espanhóis, que ganham a vida a estudar genes e ligações genéticas.

Estes cientistas juntaram-se na Universidade de Coimbra, no Centro de Histocompatibilidade do Centro, e viraram ao contrário o nosso passado genético, supostamente latino, como quem faz uma genealogia da família. Compararam os nossos genes com os dos espanhóis, incluindo os bascos, com os dos italianos, incluindo os sardos, e com o dos argelinos, especialmente os berberes, e concluíram, entre muitas outras coisas, que o povo que habita Portugal, os Lusitanos, tem genes únicos no Mundo, que não tem vestígios fortes dos povos norte-africanos do Paleolítico que há milhares de anos habitaram a Península Ibérica e que não partilha dos mesmos genes que abundam nos povos do mediterrâneo. Ou seja, somos uma excepção. 

Este estudo exaustivo, centrou-se principalmente, em desvendar as relações genéticas entre bascos, espanhóis, argelinos (de origem berbere e não árabe) e "portugueses" (os Lusitanos, queremos dizer). Sem descurar as evidências culturais, linguísticas e geológicas dos últimos séculos. E prova-se aqui que, por mais que tentemos ser europeus, ou latinos, nunca o seremos. O passado não deixa.
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As invasões Indo-Europeias, especialmente as Celtas, trataram de estragar o arranjo que estava feito, e estes povos do centro da Europa aqui ficaram até à chegada dos romanos e dos seus aliados e mercenários germânicos, que acabaram corridos pelos árabes e berberes agora islamizados, que por sua vez, vieram a ser expulsos totalmente da Ibéria em 1492. 

Parecendo a História assim tão simples, é de estranhar que a nossa composição genética não seja mais do que um somatório de genes destes povos todos, aqui descritos, e de mais alguns outros cuja influência foi menor e que não fazem a diferença, nesta pequena descrição. Com os espanhóis, por exemplo, essa adição é quase uma realidade, mas, quanto aos Lusitanos (ou, portugueses, como alguns preferem), estes, são feitos de outra massa. E aqui entramos na história genética e no estudo efectuado pela Universidade de Coimbra que relaciona todos os povos da actual Ibéria com os argelinos de origem berbere (e não com os argelinos arabizados, embora a religião e a cultura hoje seja a mesma), tentando para isso descobrir o berço de cada um deles ou, em termos técnicos, o fundo genético. Pode-se começar por dizer que o estudo concluiu que os portugueses, bascos, espanhóis e argelinos berberes estão mais próximos uns dos outros que os restantes europeus, geneticamente falando, claro. 

Mas as grandes diferenças estão no princípio dos tempos. E a nossa particularidade também. É que o único povo que não tem uma frequência genética herdada dos norte-africanos do Paleolítico é o Lusitano (ou português, como muitos gostam de ateimar). Em todos os outros, em especial nos bascos, ela abunda. Os cientistas arriscam explicar que esta diferença se deve à possibilidade de as tribos Ibéricas que aqui habitaram durante o Paleolítico serem diferentes umas das outras e tenderem para o isolamento, o que também é possível. Outro gene que nos falta para sermos parecidos com os nossos vizinhos da Península Ibérica e com os argelinos (de origem berbere, não se esqueça) é a frequência existente em todos os povos mediterrâneos. Não a temos, nem nós nem os bascos, e daí a comparação que se tem feito entre portugueses (etnicamente Lusitanos) e bascos. Em relação a este povo, ao qual também falta o gene mediterrâneo, os peritos encontraram outro gene que só eles têm. Esta particularidade é explicada através da sugestão de este gene ser uma marca da antiga população basca que ainda não foi diluída devido a um certo isolamento ou um baixo grau de mistura com outros povos. O que faz algum sentido, tendo em conta os bascos dos dias de hoje. O mesmo poderá ser válido em relação aos Lusitanos de hoje, mas só àqueles que se mantém racialmente puros,como são os que habitam no interior montanhoso da Beira. 

Apesar das particularidades deste povo, as suas semelhanças com argelinos (berberes) e espanhóis foram também provadas e são bastante fortes. Assim, dizem os demais peritos, espanhóis e bascos partilham uma frequência elevada do mesmo tipo de genes: da antiga Europa Ocidental, dos norte-africanos do Paleolítico e dos Celtas da Europa Central. Mas há mais: os bascos e os argelinos têm em comum um específico gene que nem nós Lusitanos nem os espanhóis conhecemos. 

A língua basca foi outro factor a ter em conta na procura do fundo genético deste povo. Descobriu-se então que a sua língua é bastante parecida com a dos berberes do Norte de África, o que suporta ainda mais a teoria de que os bascos descendem parcialmente dos norte-africanos do Paleolítico. Quanto aos espanhóis, esses, originam de quase todos os povos aqui referidos (embora o grau de parentesco varie de região para região espanhola), e têm ligações fortes tanto com os outros povos ibéricos (Lusitanos e bascos) como com os argelinos (berberes). A relação genética entre berberes e espanhóis é uma certeza. A origem deste povo é coincidente com a dos bascos e argelinos no que se refere à herança genética dos norte-africanos do Paleolítico. Além disso, os espanhóis partilham com os argelinos um gene que só eles têm: o característico dos povos mediterrâneos. As ligações entre argelinos e espanhóis são também consideradas fortes. Sendo que aos primeiros só lhes falta o gene trazido pelos Celtas para a Península Ibérica para terem a mesma origem dos nossos vizinhos. Não fosse ainda um gene particular que também só este povo da África do Norte tem e que mais uma vez prova a falta de misturas. 

As particularidades dos Lusitanos, hoje, são portanto, várias e vastas. 

Diz o estudo: "Apesar de os portugueses (diga-se, portugueses de origem étnica, descendentes ou de sangue Lusitano) terem também sofrido as invasões dos povos da Europa Central e Oriental durante o 1º milénio antes de Cristo, o grau de similitude genética entre o povo português (Lusitano) e os outros grupos étnicos (espanhóis e bascos) da Península Ibérica não é certa". O porquê das nossas diferenças é simples: não nos tendo misturado com o norte-africano do Paleolítico, não temos o gene do mediterrâneo, nem nos deixámos absorver pelos Indo-Europeus (Celtas), o que prova isolamento, e temos dois genes específicos, sendo que um deles não foi encontrado em mais nenhum lugar no Mundo. Em relação aos Italianos (ou latino-romanos), a nossa semelhança ou parentesco com eles é geneticamente nula, ou seja, nenhuma. Hoje, no nosso país, apenas se fala uma língua, o Português, não originada, mas influenciada pelo latim dos Italo-romanos. 

Os nossos dois genes que marcam a diferença - também marcada pela ausência de genes comuns aos outros povos, ibéricos e argelinos - fazem com que os Lusitanos que hoje habitam em Portugal, sejam uma população relativamente distinta entre os ibéricos. Mas quem são estes "heróis"? Um chama-se A25-BIS-DR2, só foi encontrado nos portugueses de origem étnica Lusitana entre os europeus, apesar de também existir no Brasil e na América do Norte, sendo que esta propagação se deve, obviamente, à nossa tendência de emigrar e de só nos misturarmos além-mar. O outro gene, e o mais particular que prova sermos a população mais antiga que por esta Europa anda, tem o nome de A26-B38-DR13. Sobre este só se sabe que terá existido nos primeiros ibéricos ocidentais. 

A estes genes portugueses foi adicionado o gene Europeu, que para aqui veio através dos Celtas. E foi esta mistura que deu origem aos Lusitanos (e aos outros povos nativos), que ainda hoje habitam maioritariamente em Portugal. Definidos neste estudo "como os mais corajosos e temidos guerreiros ibéricos contra os invasores romanos". Qual latinos, qual quê!
Por outro lado, foi sem surpresa que os cientistas confirmaram em estudos de genética populacional que os Lusitanos (ou, cidadãos portugueses de origem étnica Lusitana) têm uma influência africana reduzida no seu património genético. A História e a geografia já o contavam noutra linguagem. Um dado intrigante emergiu, porém, das observações, o de uma concentração da influência africana no Norte de Portugal, sem aparente explicação. Um estudo da Universidade da Madeira, porém, veio agora esclarecer o mistério, ao estabelecer duas migrações africanas distintas para a Península Ibérica, com milhares [não apoiamos este tipo de datação] de anos de intervalo. 

Que a influência genética de África (berbere da Argélia e de Marrocos) exista no Sul do País, como defacto acontece, não surpreende ninguém. Pois estiveram ali estabelecidas durante alguns séculos, já numa época tardia, ou seja, no sétimo século da nossa Era, populações semitas árabes e berberes muçulmanas oriundas do Norte de África. Mas uma evidência tão marcada em terras nortenhas sempre pareceu estranha. O estudo internacional "HLA genes in Portugal inferred from sequence-based Typing in the crossroad between Europe and Africa", liderado pelo investigador Hélder Spínola, do Laboratório de Genética Humana da Universidade da Madeira, caracteriza pela primeira vez a população portuguesa de origem Lusitana para três genes que estão associados ao sistema imunitário: o chamado sistema HLA. Ao fazê-lo, lança uma nova luz sobre esta realidade. E também sobre a própria História. 

De acordo com os resultados da pesquisa, que foram publicados na revista científica "Tissue Antigens", as influências africanas identificadas a Norte e a Sul não são as mesmas, e correspondem afinal, "a movimentos populacionais diferentes, com cerca de 4 ou 5 mil anos de diferença entre si, e com origem em zonas distintas daquele continente", explica Hélder Spínola. E sublinha "Esta diferença entre as características de origem africana encontradas a Norte e a Sul do país era completamente desconhecida até agora".

[...] esta marca norte-africana, que em termos genéticos, caracteriza a maioria da população portuguesa no Sul do País. 

Além da clarificação histórica, e deste novo "retrato bipolar", a pesquisa dos "detectives" genéticos trouxe outra novidade. A de que na região centro (nas Beiras portanto, o coração da Lusitânia) aquelas características norte-africanas não existem, sobressaindo, por outro lado, marcas genéticas trazidas pelas migrações Célticas e (em muito menor escala) pelas invasões bárbaras (germânicas portanto) e que ocorreram entre a primeira e a segunda grande vagas africanas do Magrebe. 

Isto não significa que a população actual que vive em Portugal seja toda a mesma. A base genética pode ser a mesma, só que as diferenças regionais agora encontradas permitem traçar as suas origens até muito longe no passado. De resto, era este estudo antropológico, que não estava ainda feito, o primeiro objectivo do trabalho. 

A interpretação para esta espécie de "enclave Indo-europeu" ao centro (na região central da Lusitânia, onde hoje habitam os Lusitanos etnicamente puros) é clara para nós, foi aqui, que a pressão dos povos Celtas mais se fez sentir, o que impediu a diluição das populações vindas do Norte de África. 

Não acabam aqui as novidades. Recorrendo ao estudo dos três genes ligados ao sistema imunitário, a pesquisa é mais um passo em frente também para a medicina (principalmente, para os transplantes) já que, ao caracterizar a actual população Lusitana (ou portuguesa, como se queira) para estes genes, ajudará a calcular com uma aproximação maior a probabilidade de dadores compatíveis. 

Para a variedade. Ao contrário de muitos outros genes, que são razoavelmente idênticos para a generalidade da espécie humana, os do sistema HLA, que se situam no cromossoma seis, possuem uma particularidade, têm muitas variações possíveis (a que os geneticistas chamam poli formos), consoante as populações e as suas geografias regionais. Bom, mas esta questão já não faz parte do nosso trabalho. 

Resumindo; Nós não concordamos com o todo deste texto mas concordamos com o essencial, que desmistifica a falácia ou a mentira portuguesa de os Lusitanos e os portugueses serem o mesmo povo. 

É verdade que existe em Portugal um povo que fala uma língua neo-latina, ou por outro lado podemos dizer que em Portugal existem vários povos unificados sob uma mesma língua, os nativos e a elite mestiça portuguesa, apesar de desde sempre (desde a formação de Portugal, queremos dizer) terem governado este país, eles portugueses são uma pequena minoria comparados com o resto da população nativa. 

Estes portugueses de origem estrangeira, étnicos neo-latinos ou godo-romanos, não devem ser confundidos com os cidadãos "portugueses" nativos étnicos Lusitanos (Calaicos, Conios e outros), porque os nativos Lusitanos apenas são "latinos" pela língua e cultura que foram obrigados a adoptar (progressivamente) desde à quase dois mil anos, mas não o são etnicamente, porque etnicamente (e racialmente falando...) estes "portugueses" nativos ou Lusitanos são isso mesmo nativos Lusitanos! 

E já cá estávamos (e estamos!) milhares de anos antes do aparecimento dos portugueses, agora, os étnicos portugueses mestiços neo-latinos, estes sim descendem de povos latino-godos (ou italo-germânicos) e mais um ou outro, alguns da velha Aristocracia nativa que não foi aniquilada pelos romanos e germânicos (...). 

Os romanos ou Italo-latinos que vieram e se instalaram por cá foram muito poucos, depois de servirem as legiões ou chefiarem a administração do Estado, eles sempre regressavam quase sempre às suas terras de origem na península Italiana ou noutra província do Império Romano (...). 

Só após a total pacificação das Terras Lusas no século I da nossa Era, é que apareceram os primeiros colonos estrangeiros e as suas "villas", são estes que deram origem à actual elite portuguesa [nem tanto...]. Quanto aos mercenários bárbaros de origem germânica (principalmente godos) que adoptaram a língua e a religião romano-cristã e substituíram a administração do império romano na Lusitânia (e noutras colónias do império romano decadente), estes embora ficassem por cá, como elite governativa não se misturavam (eram nobres, guerreiros e sacerdotes) com os nativos e eram menos de dois por cento em relação ao total da população nativa da Lusitânia. (...) 

E os portugueses neo-latinos (...) vivem no Porto e em Lisboa, mais os seus enclaves em Cascais, Coimbra, costa litoral Algarvia e pouco mais, porque no resto do país vive ainda a sua população maioritariamente nativa ou Lusitana. 

Quanto à minoria Lusitana deste país, na verdade eles são a grande maioria da actual população de "Portugal", melhor sentido teria o país se fosse adotado oficialmente outra vez o nome Lusitânia e Lusitanos, ou no mínimo criar-se oficialmente, como fazem outros países, a sua região Lusitana no solar da nação Lusitana, nas Beiras. 

Não é por os Lusitanos não terem consciência da sua verdadeira identidade étnico-cultural Lusitana ou por a sua língua nativa original ter desaparecido que eles deixam de ser etnicamente Lusitanos. Porque o são! Embora a população racialmente pura Lusitana esteja confinada às vilas e aldeias montanhosas da Beira interior, e eles sejam em número de cerca de um milhão de pessoas, não é por o resto da população de "Portugal" ser descendente de Lusitanos (maioritariamente) ou terem sangue de outros povos pré-romanos, como os Calaicos, Turdúlos e Cónios, entre outros, que deixam também de ser Lusitanos. 

A população actual deste país é racialmente quase a mesma de à dois mil anos. São Lusitanos mais uma pequena minoria de origem estrangeira. E o país deveria portanto alterar o seu nome oficial para o de sempre, ou seja, para Lusitânia, porque o povo é maioritariamente Lusitano! Além disso, os Lusitanos já aqui existiam centenas ou mesmo milhares [não seguimos este tipo de datação] de anos antes de aparecerem na península Itálica os próprios romanos, que refira-se de passagem, não eram um povo racialmente puro, eram um bando de ladrões de várias procedências étnicas que estabeleceram no seu acampamento na região do Lazio uma base para atacarem os povos vizinhos e adoptaram o nome da tribo latina dos Sabinos, só após a submissão dos povos itálicos vizinhos é que este povo mestiço (à semelhança dos actuais EUA) fundaram a sua Roma e roubaram o mito dos irmãos gémeos alimentados pela loba (já alguém viu coisa semelhante?) aos vizinhos Etruscos, e a sua língua crioula (o latim) se impôs no mundo através de legiões de mercenários e escravos [falso - a mentalidade geneticista do autor do texto está demasiadamente fixada na questão da pureza racial, ao ponto de transferi-la ao sistema da linguagem; neste caso, o latim, por ter tido contacto com várias outras línguas, foi preservando e integrando todas as distinções linguísticas possíveis, e impôs-se, e permaneceu, em grande parte pelas suas qualidades de clareza e precisão; por outro lado, não é apenas a genética que conta, e são os Lusitanos um povo católico-Romano]! (...)".

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É para travar melhor. Continental reinventa a roda


A Continental dá a conhecer um novo protótipo, a que deu o nome de New Wheel Concept, especialmente interessante para os veículos eléctricos. Promete maior eficácia na travagem e custos mais baixos.

Tal como o próprio automóvel, também os seus diferentes componentes estão em constante evolução. Como demonstração mais recente desse facto, surge agora a última criação do fabricante alemão de pneus Continental, que decidiu reinventar a própria roda – não o pneumático, mas a jante. Concebendo um protótipo a que deu o nome de New Wheel Concept e que, garante o fabricante, apresenta várias vantagens face às soluções ditas tradicionais, nomeadamente no que aos veículos eléctricos diz respeito.

Traduzida numa espécie de jante dupla, a criação da Continental é composta por duas secções: uma exterior, que o fabricante designa de “aro da roda”, e uma outra, interior, denominada “vector da estrela”, que incorpora o disco de travão, em alumínio.


Relativamente ao design vanguardista, a companhia alemã defende que optimiza a travagem, desde logo, graças à redução de peso do conjunto e a uma melhor dissipação do calor gerado, ambas fruto do recurso ao alumínio. Isto, ao mesmo tempo que elimina as deficiências de travagem por vezes presentes nas soluções tradicionais, frequentemente sujeitas à corrosão, reduzindo igualmente os custos de manutenção, uma vez que o disco em alumínio está concebido para durar o tempo de vida do carro.

Nos veículos eléctricos, é crucial que o condutor desperdice o mínimo de energia possível na fricção da travagem”, afirma o responsável pelo pré-desenvolvimento de sistemas de travagem no departamento de chassi e sistemas de segurança, Paul Linhoff. Recordando que, “durante a desaceleração, o momento é aproveitado pelo veículo para recuperar energia, de forma a aumentar a autonomia. Essa é, aliás, uma das razões por que o condutor continua a actuar sobre o pedal do travão – o que, no entanto, não significa que os discos de travão estejam a ser utilizados”.

No caso do sistema agora apresentado, a parte interior do “vector da estrela” surge presa ao cubo da roda, ao passo que o disco de travão está acoplado ao suporte da roda. Com a travagem a ser feita a partir de dentro, utilizando um raio de fricção mais amplo.



Por outro lado, e fruto da redução no peso, devido à utilização de materiais leves na concepção tanto da roda, como dos elementos de travagem, o carro necessita de menos energia para acelerar e manter a velocidade, aumentando assim a autonomia. Ao mesmo tempo que, no caso específico dos veículos eléctricos que utilizam sistemas de travagem regenerativa, recorrendo ao motor para desacelerar, os próprios componentes físicos do sistema de travagem acabam por ser menos utilizados, sofrendo menos desgaste. Permitindo, por exemplo, que um disco de travão em alumínio dure a vida do carro, com as pastilhas a manterem-se como o elemento sujeito a maior degradação.

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Novo helicóptero brasileiro sem piloto dá para uso militar, industrial e particular

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É do Brasil que vem um novo aparelho aéreo que fica na fronteira entre helicóptero e drone. Criado pela FT Sistemas, este novo helicóptero sem piloto é grande o suficiente para poder ser utilizado numa grande variedade de situações, com a empresa brasileira a anunciar o seu uso em plataformas de defesa, segurança, infra-estruturas, agricultura, ambiente, seguros e logística.

O helicóptero FT-200 FH tem capacidade para transportar até 50 kg de carga útil. O seu motor de 16,5 kg pode funcionar com gasolina ou querosene, e ao contrário da maioria dos drones com motor elétrico, consegue funcionar durante muito mais tempo, até uma altitude de 12.000 pés (4000 metros) e durante 12 horas. O sinal de controlo funciona até 100 km, mas a FT pode ampliá-lo até 200 km.

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O novo FT-200 FH pode ser equipado com sistemas de vídeo remotos, para emissão e receção de informação. Também pode ser equipado em simultâneo com sensores infra-vermelhos, a laser ou radar. O movimento é feito através de dois rotores paralelos, eliminando a necessidade de um rotor traseiro.

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Bola extintora apaga incêndios em segundos

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Os pequenos incêndios urbanos podem ter consequências desastrosas atendendo a que, muitas vezes, os mesmos deflagram sem que ninguém registe o momento do seu início. Contudo, uma das soluções mais simples pode passar pela adoção de um novo dispositivo em forma de bola que permite extinguir pequenos fogos de forma automática e praticamente imediata. Além disso, este produto tem a virtude de ser manuseável por qualquer pessoa, com ou sem treino.

Com um peso em redor dos 1,3 kg, a Elide Fire Extinguishing Ball (assim é a sua denominação completa) assume-se como um grande passo em frente no combate aos incêndios urbanos e até naqueles causados pelos automóveis, ativando-se em contacto com o fogo e atuando num intervalo entre os três e os dez segundos.

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Foi esta mesma conjunção de fatores – a portabilidade, simplicidade e eficácia – que chamou a atenção de Luís Vieira, representante da Elide Fire Portugal, quando tomou conhecimento deste produto através de um vídeo na Internet, reconhecendo desde logo o potencial desta ‘bola’ que, não sendo mágica, nem de cristal, pode ser de grande utilidade em situações de emergência.

Drama tailandês deu origem à ideia

A ideia original, como em tantos outros casos em que novos dispositivos são criados, surgiu de um momento dramático. Mais concretamente, por aquele vivido pelo tailandês Phanawatnan Kaimart, depois de, em 1997, ter sobrevivido a um grande incêndio num hotel em Pattaya, no qual morreram quase cem pessoas. Perante esta situação, o titular da patente começou a estudar formas mais eficientes e seguras de combate a fogos localizados.

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Do estudo à prática, Kaimart elaborou então este dispositivo que pode ser instalado num ponto fixo ou utilizado manualmente, conforme explica ao Motor24Luís Vieira, sócio-gerente da Record Reference, que é, representante da marca em Portugal.

“A bola pode ser colocada num ponto estratégico, como por exemplo, junto ao motor de um veículo, motor de um barco, servidores, geradores, quadros elétricos, armazenamentos de óleos e produtos inflamáveis de uma oficina, garagens, etc.”, começa por apontar, enaltecendo ainda que a mesma só funciona com a chama e não com o calor, pelo que a sua utilização em tempo muito quente em pontos mais tórridos está salvaguardada.

“Após o contacto com a chama, [a bola] autoativa-se entre três a dez segundos, cobrindo uma área 8 a 10 m2, emitindo um sinal sonoro que também funciona como alarme de 120 a 140 decibéis no momento do rebentamento. Pode também ser utilizada de um modo manual. Basta para isso atirá-la para o foco de incêndio”, acrescenta ainda, estabelecendo para a Elide Fire Extinguishing Ball uma mais-valia de simplicidade de manuseio que o extintor não terá. No entanto, note-se, esta bola é sempre apresentada como um dispositivo com relação de complementaridade em relação ao extintor.

“A Elide Fire ativa-se sozinha após contacto com o fogo, o extintor não se ativa sozinho. A bola também se pode mandar para um foco de incêndio e é de fácil manuseamento, pesando aproximadamente 1,3 Kg, acessível a pessoas de mobilidade reduzida, crianças e idosos. O tradicional extintor, além de ser pesado, muita gente não o sabe manusear e a pessoa tem de estar perto do fogo para o apagar. Com a Elide Fire basta atirá-la para o fogo, sem haver necessidade de se aproximar do foco de incêndio”, argumenta, sendo ainda apontado que estas bolas não carecem de inspeção técnica do seu composto.

Para quem teme, ainda assim, a aproximação ao fogo ou os efeitos do rebentamento da bola no ato da libertação do seu composto químico, Luís Vieira garante que “não existe qualquer perigo ou dano ao ser humano, daí não existir qualquer perímetro de segurança”.

Além do seu funcionamento interior para extinção de incêndios, a Elide Fire também foi desenvolvida para utilização em automóveis, podendo “até ser fixa junto ao motor do carro para que, quando este começar a arder, se acione sozinha, não deixando propagar o fogo. A bola serve para extinção de incêndios de classe A/B/C, elétricos ou eletrónicos, sem danificar os equipamentos, porque não é corrosivo”.

“Nas empresas, a bola pode ser colocada junto aos servidores, evitando a danificação dos mesmos em caso de fogo. Nos automóveis, a bola pode estar colocada junto ao motor ou mesmo na bagageira, sendo usada em caso de emergência. Nas escolas, nas IPSS, nos lares, a bola é útil, eficaz e segura”, afirma.

Técnica da bola

Com formato esférico e menos de 1,5 kg de peso, esta Elide Fire Extinguishing Ball tem um largo espectro de atuação, podendo ser usada na extinção de fogos de materiais sólidos e líquidos inflamáveis, em incêndios com gases combustíveis e em equipamentos elétricos até 5.000 volts.

Na explosão emite sempre um sinal sonoro entre 120 e 140 dba (decibéis), sendo o seu agente ativo um pó químico composto por monofosfato de amónio, que apaga fogos numa área de oito a dez metros quadrados e de volume entre 30 a 35 metros cúbicos, sem danificar os materiais e sem prejudicar o meio ambiente.

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Além do monofosfato de amónio de que está repleta, esta bola está “revestida com esferovite sem clorofluorcarbonetos (CFC) e contém uma carga espalhadora com rastilho. O pó é biodegradável, pelo que a bola é amiga do ambiente e não é prejudicial à saúde humana. Tem uma garantia de cinco anos sem manutenção, findos os quais pode enterrar a bola, porque o pó que esta contém serve de fertilizante”, aponta Luís Vieira.

Encontrando-se já em 21 países, a invenção de Phanawatnan Kaimart já recebeu várias distinções, dentre as quais o prémio europeu Eureka, medalhas de ouro nos prémio WIPO e KIPA, além de idênticas atribuições de medalhas por parte da Agência Federal de Ciência e Inovação da Rússia e do Conselho Nacional de Pesquisa da Tailândia, entre outros. Em Portugal, foi distinguida na feira Securex 2017 como produto inovador, tendo sido apresentada na Liga de Bombeiros, à ANPC e outras entidades ligadas à segurança. Esta bola extintora de incêndios tem um custo recomendado de 120 euros.


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