sexta-feira, 26 de maio de 2017

Jornal britânico diz que invasão alienígena deve ocorrer em setembro de 2017

Você acredita em vida extraterrestre? Segundo tablóide britânico, invasão ocorre em setembro de 2017

Segundo o Daily Star, os principais lideres mundiais já teriam tomado conhecimento do evento.

Você gosta de ovnilogia? A ufologia - ou ovnilogia - é um conjunto de interesses, estudos e actividades ligados aos OVNIs ou Objectos Voadores Não-Identificados. Ainda não existe qualquer evidência da existência de vida inteligente em outros planetas, mas como já diria o astrónomo Carl Sagan, "se não existe vida fora do nosso planeta, então o universo é um grande desperdício de espaço."

Tanto para aqueles que acreditam que lá fora existem seres inteligentes capazes de fazer contacto connosco, como para os outros, que não tem certeza de que isso possa ser possível fora dos filmes de ficção científica, existe ainda uma questão, capaz de tirar o sono de muitos: seriam estes ''seres'' amigos ou inimigos da Terra?

Segundo o jornal, os principais lideres do mundo já tem conhecimento de uma invasão alienígena marcada para setembro deste ano. E atenção à palavra ''invasão'': segundo o Daily Star, este seria um ataque alienígena massivo.

Com a iminência do ataque, em setembro de 2017, o presidente russo Vladimir Putin teria pedido o apoio de Barack Obama - à época presidente dos EUA - para a construção de um sistema antimísseis. Essas informações teriam saído de um importante documento confidencial divulgado do Kremlin, a respeito de uma reunião secreta entre Putin e o então vice-presidente dos EUA, Joe Biden.

Na última quinta-feira (18), um vídeo no Youtube - chamado US Warns Russia “Aliens On Their Way, Will Be Here In 2017 diz que o vice-presidente dos EUA teria recebido uma mensagem confidencial de Putin.

A mensagem, que foi entregue a Obama, declarava que Estados Unidos e Rússia poderiam cooperar na defesa do planeta em 2017.

O mesmo vídeo diz que a agência espacial norte-americana NASA já teria percebido a entrada dos OVNIs no espaço aéreo dos Estados Unidos e que o presidente da Rússia está em alerta, pois acredita que o ataque extraterrestre será devastador.

Mas calma!

Como a internet não brinca em serviço quando o assunto são teorias de conspiração, já tem gente apontando o lado positivo desse desastroso evento; a invasão alienígena evitaria a Terceira Guerra Mundial. Esta crença diz que, na verdade, esta seria apenas uma ''artimanha'' dos alienígenas para evitar que a Rússia e os Estados Unidos iniciassem ou entrassem numa guerra. Espertinhos esses extraterrestres, não?

Batalha de OVNIs na Alemanha

O documento divulgado citaria ainda que a Terra poderia enfrentar um cenário semelhante ao da batalha de OVNIs de Nuremberg, na Alemanha, que segundo os estudiosos de ovnilogia, teria ocorrido a 04 de abril de 1561.

Nessa ocasião, conta-se que os céus da Alemanha se encheram de uma grande quantidade de naves de diferentes formatos - cruzes, discos, cilindros e esferas - e o combate durou cerca de uma hora. Este evento foi registado por artista da época por meio de pinturas em madeira.

Representação em madeira da batalha de OVNIs de Nuremberg, em 1561.


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Mina de carvão dá lugar a oceano de painéis solares


As autoridades chinesas estão a apostar fortemente nas energias alternativas para poderem acabar com o uso do carvão como fonte energética e reduzir os tóxicos níveis de poluição encontrados nas grandes metrópoles. Pelo caminho, há tempo para ironias poéticas. Neste caso, painéis solares foram construídos sobre uma mina de carvão.

Huainan cresceu como cidade industrial como produtora de carvão, ajudando a revolução industrial chinesa nas últimas décadas do Século XX. Mas, à medida que a extração mineira perdeu importância, as alterações topográficas causadas pela mineração deram origem a um largo que tem entre quatro e dez metros de profundidade. E o governo local aproveitou a oportunidade para criar uma quinta solar, com produção total de 40 MW, a maior do mundo.

Os painéis e os sistemas de conversão são fornecidos pela Sungrow, que encontrou aqui uma boa alternativa para tornar o sistema mais eficiente e mais fiável. Como os painéis estão a flutual num lago, a água arrefece o ar circundante, reduzindo o risco de sobreaquecimento, que costuma afetar os painéis solares.

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Inundação no Banco mundial de sementes: "Casa mais importante do mundo" não é segura?


Também conhecido como a Arca de Noé do século XXI, este depósito de sementes, situado nas ilhas de Svalbard, assegura a conservação de milhões de espécies de culturas

O banco mundial de sementes é um depósito nas ilhas de Svalbard, no Ártico - território norueguês - onde estão protegidas milhões de sementes numa espécie de cofre, a 150 metros de profunidade, no interior de uma montanha. O objetivo do projeto é garantir que os seres humanos nunca percam fontes de alimento em caso de uma catástrofe de proporções mundiais.

Mas as temperaturas extremamente altas do ano passado provocaram um degelo no permafrost (solos permanentemente gelados) e o grande depósito sofreu uma entrada de água no túnel. Hega Njaa Aschim, porta-voz do governo da Noruega, explica à BBC que o problema foi que, em outubro do ano passado, quando as temperaturas deviam rondar os 10 graus negativos atingiram os 0.

Apesar de não ter danificado nenhum dos milhões de sementes – de mais de 5 mil espécies, o incidente trouxe algumas preocupações e já estão a ser tomadas medidas para garantir a segurança do “cofre”, nomeadamente a construção de valas de drenagem nas encostas da montanha, para evitar a acumulação de água na entrada do túnel. Como medida de precaução, as paredes impermeáveis no interior do túnel serão elevadas 100 metros. Também serão retirados os equipamentos elétricos que emitam calor e instaladas bombas de ar.

O depósito, inaugurado em 2008, mantém as sementes congeladas a uma temperatura de 18 graus negativos e estima-se que pode conservá-las durante centenas de anos. O governo norueguês batizou-o como "arca de noé" do século XXI, porque assegura preservação de milhares de espécies de sementes todo o mundo.

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ano dos asteróides destruidores: 2017 pode tornar-se o último da humanidade

Um asteroide aproxima-se da Tierra

Ron Baalke, o principal astrónomo da NASA, revelou que cinco asteróides passarão em extrema proximidade da Terra nos próximos meses. Ao mesmo tempo, cientistas acreditam que haja mais asteróides, que não estamos prontos para lidarmos com eles, pois demoramos muito para identificá-los.

Essa informação foi publicada pelo principal astrónomo da NASA no Twitter.


​A primeira ameaça trata-se do asteróide 2017 BS5, que se aproximará da Terra no dia 23 de julho. Seu diâmetro atinge 40 a 90 metros e passará a 1.211.734 quilómetros de distância do nosso planeta.

Mas existe outro e ainda mais preocupante — o 2012 TC4. Este asteróide tem um menor diâmetro (de 12 a 27 metros), não obstante irá se aproximar de nós a 57.659 quilómetros em 12 de outubro. Claro que para nós é muito longe, mas em dimensões espaciais são alguns passos. Lembre-se que a distância entre a Terra e a Lua é de apenas 384.400 quilómetros.

Os três outros asteróides passarão pelo nosso planeta em 3 de dezembro de 2017, 24 de fevereiro e 2 de abril de 2018, respectivamente.

Será que estamos prontos para enfrentar um asteróide?

Não. No documento oficial, publicado pelo Conselho nacional de Ciência e Tecnologia dos EUA, não estamos preparados para encontrá-los. Há muitos anos, cientistas vêm tentando encontrar meios para nos proteger da ameaça representada pelos asteróides.

Asteróides podem chegar a qualquer momento, sem avisar. Assim, em 2013, o asteróide de 17 metros de diâmetro golpeou inesperadamente a cidade de Chelyabinsk a afectou mais de 1.000 habitantes.

Levando isso em consideração, a NASA decidiu melhorar os métodos utilizados para garantir nossa protecção, caso venhamos a ser ameaçados no futuro. Mas para cumprir tais metas, EUA devem buscar ajuda internacional para enfrentar essas ameaças vindas de longe e estrondosas.

O que aconteceria se um asteróide colidisse com a Terra?

Segundo um simulador de colizões de asteróides da Universidade de Purdue (EUA), se o asteróide em questão tivesse 34 metros, no momento em que ele penetrasse nossa atmosfera, ele explodiria em mil pedaços. Liberaria sua energia equivalente a 700 quilo toneladas (doze vezes mais potente do que a energia libertada durante ataque contra Hiroshima). A única coisa que sentiríamos seria um estrondo semelhante ao de uma grande cidade.

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A teoria da conspiração que aponta nova data para ataque terrorista


Pouco depois do ataque de segunda-feira, em Manchester, que vitimou 22 pessoas, nas redes sociais surgiu uma teoria que aponta o dia 22 de julho como sendo a data de um novo atentado terrorista.

A razão para esta data assenta no facto de que alguns atentados aconteceram no dia 22 dos meses de março, maio e julho.

No dia 22 de março passado, seis pessoas morreram, incluindo o atacante, depois de Khalid Masood ter avançado de carro, na ponte de Westminster, em Londres, contra transeuntes.

Também no dia 22, mas de julho do ano passado, um jovem de 18 anos matou nove pessoas num centro comercial de Munique na Alemanha.

Já um dos mais sangrentos ataques aconteceu em Bruxelas, precisamente no dia 22 de março do ano passado. Uma dupla explosão fez 34 mortos e deixou mais de 300 pessoas com graves ferimentos.

A contribuir para esta teoria está ainda Anders Breivik. A 22 de julho de 2011, na Noruega, matou 68 pessoas.

Mesmo tratando-se de uma mera lista de datas na redes sociais, a verdade é que há várias publicações que deixam clara a preocupação dos utilizadores do Twitter. "Se estão a pensar ir a um evento público no dia 22 de julho, estejam atentos", diz, por exemplo, uma jovem.


"Tenham cuidado com o que pode acontecer a 22 de julho", pode ler-se numa outra conta, lembrando que um evento público que vai acontecer nesse dia, na cidade inglesa de Newcastle.

Por outro lado, há outros utilizadores que, recordando atentados como o de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque, ou o 11 de de março de 2004, em Madrid, retiram validade a esta teoria.

Um comentário interessante, que foi feito a esta noticia:
O Alcorão tem 114 capítulos, 92 revelados em Meca e 22 em Medina. Ora o 22 existe no calendário, já 92 como não existe 9+2=11. Não sei se será coincidência ou não mas contudo se assim tem sido e assim continuar quem sabe se não terá algo relacionado!!! Um caso a pensar..

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Cmoo é que o crberéo cnosgeue ler etsa farse?


O cérebro tem capacidades extraordinárias e consegue mesmo fazer sentido do que parece caótico. Teresa Firmino e Filomena Naves, autoras do livro Por Que As bailarinas Não Ficam com a cabeça a Andar à Roda, aqui em pré-publicação, explicam tudo

Mesmo com as letras trocadas, conseguimos perceber o que está escrito nesta frase. Uma das razões é esta: a primeira e a última letra de cada palavra mantêm‑se no lugar certo, apesar de as outras estarem baralhadas. Esse não é o único segredo para se compreenderem palavras com gralhas ortográficas – há algumas regras simples.


Em Setembro de 2003, um texto que começou a circular pela Internet tornou‑se viral. Estava escrito em inglês, com letras trocadas, e contava que um investigador tinha dito que a ordem das letras numa palavra não importava desde que a primeira e a última estivessem no sítio correcto. O resto, dizia ainda o texto, podia ser uma confusão total que, mesmo assim, conseguiríamos lê‑lo sem problema e que isto acontecia porque a mente humana não lia todas as letras individualmente mas as palavras como um todo.

Logo nessa altura, um investigador da Unidade de Ciências Cognitivas e do Cérebro do Medical Research Council britânico, Matt Davis, deu‑se ao trabalho de ir ver se a história era mesmo como a contavam, à luz do que já tinha sido publicado sobre o cérebro e o processamento da linguagem. Nalgumas partes da mensagem há um fundo de verdade, noutras não é bem como lá se dizia, concluiu Matt Davis, que estuda o que ocorre no cérebro quando processamos a linguagem verbal e escrita, e divulgou os resultados da sua pesquisa na página pessoal na Unidade de Ciências Cognitivas e do Cérebro, em Cambridge.

Manter a primeira letra e a última tem importância, mas a ordem pela qual as letras do meio da palavra aparecem não é irrelevante. Pode ser difícil perceber frases com palavras que tenham letras misturadas se, por exemplo, com as mesmas letras se puderem formar palavras diferentes (como preto e perto).

Quais são então as regras para que o crberéo sjea cpaaz de ler etsa farse? Além de palavras cujas letras não formem outras palavras, as palavras pequenas são mais fáceis de ler, uma vez que assim há duas ou três letras que não mudam e as do meio não fazem tanta mossa na compreensão da leitura.

Geralmente, as palavras funcionais ou gramaticais – artigos (o, um…), pronomes (eu, tu…), preposições (em, com, por…) ou conjunções (mas, e…) –, que servem de elementos de ligação na frase, mantêm‑se quase na mesma, até porque também são pequenas. «Isto ajuda realmente o leitor a preservar a estrutura gramatical do original, ajudando a perceber a palavra que se segue», explica Matt Davis. «Isto é particularmente crucial na leitura de textos baralhados – as palavras previsíveis são mais fáceis de ler nesta situação.»

A troca de letras adjacentes é mais fácil de ler do que a troca de letras mais distantes, exemplifica Matt Davis (porbelma em vez de pbrolema). Tentar manter o som da palavra original e ter um texto que seja relativamente previsível são outros segredos de uma leitura facilitada nestas condições.

Num aspecto, o investigador diz que a mensagem que circulou na Internet estava correcta: geralmente, não lemos individualmente cada letra de uma palavra, excepto numa forma de dislexia rara, a leitura letra‑a‑letra ou alexia pura.

Seguindo estas regras, é fácil ao cérebro interpretar o que devia estar escrito numa frase com as letras baralhadas. Agora que já sabemos as regras básicas, por que não deitar mãos à obra e inventar um texto? Boa srote!



O nosso cérebro é a sede de tudo o que somos, percebemos, inventamos ou criamos. É sobre isso este livro Porque as Bailarinas Não Ficam com a Cabeça a Andar à Roda: sobre essa complexidade que faz de nós o que somos, e que nos é desvendada pela ciência através dos muitos estudos feitos por neurocientistas de todo o mundo, incluindo de Portugal.

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Vida extraterrestre – fantasia ou realidade? Cientistas afinal sabem a resposta

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A água afectada pela radiação é o ambiente certo para a formação de microrganismos extraterrestres, concluíram os cientistas do Texas, comunica o Physorg.

Os cientistas do Texas modelaram o processo de decomposição do óxido de hidrogénio durante o processo de radiólise. 

Se trata da desintegração dos elementos químicos influenciados pela radiação nuclear, comunica o Physorg

Os cientistas chegaram à conclusão que, durante a radiólise da água, se liberta hidrogénio molecular, que pode ser a fonte de energia para as células vivas, incluindo microrganismos e bactérias. 

Estudo mostra como o decaimento radioativo poderia suportar vida extraterrestre

​A radiação surge durante o processo da desintegração dos isótopos de urânio, potássio e tório que existem no espaço. 

No final da semana passada se soube que o satélite de Saturno Encélado pode ser habitado. Os dados de uma sonda da NASA mostraram que, por baixo do gelo, ocorrem reacções químicas típicas da formação da vida extraterrestre. Há dois anos, foi encontrado um vulcão subterrâneo. Existe a hipótese de que, por baixo do gelo, haja um oceano.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Afinal, o berço da humanidade não foi África, mas a Europa

Ilustração do Graecopithecus freybergi que, com 7,2 milhões de anos, pode ser o hominídeo mais antigo.

Uma nova descoberta pode reescrever as origens da história da humanidade, situando o evento de separação dos homens dos macacos na Europa e não em África.

Até agora, acreditava-se que o Sahelanthropus tchadensis, encontrado no Chade, seria o pré-humano mais antigo.

A teoria prevalecente é que os homens divergiram dos macacos há cerca de 7 milhões de anos, na África central, e que terão permanecido por lá durante mais cinco milhões de anos, antes de rumarem a outras paragens.

Mas uma equipa de cientistas internacionais descobriu fósseis de uma nova espécie, familiar de macacos e de humanos, que datam de há 7,2 milhões de anos.

Os fósseis em causa são um maxilar inferir descoberto na Grécia e dentes pré-molares superiores encontrados na Bulgária, que sugerem que a raça humana começou a evoluir não em África, mas na Europa, 200 mil anos antes do que se pensava, explicam os cientistas no artigo publicado no jornal PLOS One.

(dr) Wolfgang Gerber / University of Tübingen
Maxilar inferior do Graecopithecus freybergi, encontrado na Grécia, que terá vivido há 7,2 milhões de anos.

Reescrever a origem da humanidade

A descoberta desta nova espécie, baptizada Graecopithecus freybergi, ou simplesmente El Graeco no cognome abreviado, pode reescrever o início da história da raça humana, situando o mais antigo antepassado dos humanos na região do Mediterrâneo.

“O Graecopithecus não é um macaco. É um membro da tribo dos hominídeos e o antepassado directo do Homo”, explica ao jornal britânico The Telegraph um dos autores do estudo, o professor Nikolai Spassov, da Academia Búlgara de Ciências.

A professora Madelaine Böhme, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, também envolvida na investigação, reforça a ideia de que a descoberta pode, “eventualmente, mudar as ideias sobre a origem da humanidade”, conforme declarações ao The Telegraph.

“Pessoalmente, não penso que os descendentes do Graecopithecus se tenham extinguido, podem ter-se espalhado para África, mais tarde“, nota a investigadora.

O estudo reforça a ideia de que, no tempo do Graecopithecus, o Mar Mediterrâneo secava por completo, durante períodos frequentes, pelo que pode ter sido usado como uma espécie de ponte entre a Europa e África.

“A separação entre chimpanzés e humanos foi um evento único. Os nossos dados apoiam a perspectiva de que esta separação aconteceu no Mediterrâneo oriental – não em África”, acrescenta Böhme.

Alterações climáticas drásticas

Na pesquisa, os investigadores reforçam a ideia de que a evolução dos pré-humanos poderá ter sido despoletada por alterações climáticas drásticas, e demonstram, com base em análises geológicas dos sedimentos em que os dois fósseis foram encontrados, que o deserto do Saara, no Norte de África, se formou há mais de 7 milhões de anos.

Nessa altura, a Europa era uma ampla savana com girafas, gazelas, antílopes e rinocerontes a conviverem lado a lado com o Graecopithecus, destacam os investigadores.

“A formação incipiente de um deserto no Norte de África há mais de 7 milhões de anos e a disseminação de savanas no sudoeste europeu podem ter tido um papel central na separação das linhagens de humanos e de chimpanzés”, conclui Böhme.

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Cientistas descobrem por acaso outro buraco negro gigante

Ilustração conceptual do recém-descoberto segundo buraco negro supermassivo

O rádio-observatório VLA (Very Large Array, sigla em inglês) descobriu por acaso na galáxia Cisne A, a primeira rádio galáxia na história da astronomia, o segundo buraco negro super maciço, que estava escondido dos cientistas por mais de 20 anos, informa o Astrophysical Journal.

"As primeiras fotos desta galáxia, recebidas pelo VLA em 1980, se tornaram o "cartão-de-visita" da radioastronomia e de suas capacidades. Quando o telescópio foi renovado em 2012, quisemos obter novas imagens desta galáxia. Ficamos surpreendidos ao descobrir no centro da galáxia um objecto que não existia em todas as fotos anteriores", conta Rick Perley do Observatório Nacional de Radioastronomia, na ilha de Socorro, México.

A galáxia Cisne A ou 3C 405 é a primeira radio galáxia conhecida da humanidade, sendo uma família gigante de estrelas, que pode ser observada graças à sua radiação electromagnética. Por exemplo, a Cisne A produz a cada segundo uma energia equivalente à gerada por cerca de 260 biliões de Sóis.

A fonte desta energia, segundo os cientistas, poderão ser os quasares — buracos negros activos nos centros das radio galáxias, que jogam fora para o espaço intergaláctico parte da matéria "mastigada" por eles. Os feixes desta matéria podem ser detectados por suas "caudas" compridas e brilhantes.

Imagem da região central da galáxia Cisne captada pelo telescópio VLA

Ao observar a Cisne A após a modernização do VLA em novembro de 2010, Perley e seus colegas notaram que na foto do núcleo da galáxia há dois pares de tais "caudas" em vez de um par. Um deles correspondia ao buraco negro que os astrónomos viram ainda em 1970 e 1980, enquanto o segundo significa a existência de um objecto novo e desconhecido.

Os cientistas ficaram interessados e seguiram a matéria obscura na Cisne A com uso de outros dois telescópios. Estas observações confirmaram que o "objecto não identificado" era real. Então os astrónomos apresentaram duas possíveis origens: explosões e restos de uma super nova ou um outro buraco negro, que havia "acordado" recentemente e começava a comer o gás e poeira em seu redor.

Como sublinham os cientistas, ainda não se pode afirmar com certeza qual destas hipóteses é verdadeira.

No entanto, a equipe de Perley acha mais provável a variante do buraco negro, pois um tal tipo de super novas produzindo ondas de rádio tão potentes são um fenómeno bastante raro. Os cientistas esperam que as próximas observações da Cisne A ajudem a compreender se a sua hipótese está correcta.

Se existir na verdade um segundo buraco negro na Cisne A, então os astrónomos terão uma oportunidade excepcional de acompanhar um quasar "acordando" e entender como seus processos influenciam a evolução das galáxias e como esse buraco negro pode afectar o comportamento de tais objectos espaciais massivos.

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Actividade extraterrestre: Astrónomos captam sinal misterioso da constelação de Leão

Espaço

Os astrónomos da Austrália registaram um sinal muito estranho proveniente da constelação do Leão.

Uma equipa de investigadores australianos encabeçada por Keith Bannister identificou um impulso de rádio FRB proveniente da constelação de Leão e que levou seis biliões de anos até chegar ao nosso planeta, anunciou a Organização Federal de Pesquisa Científica e Industrial (CSIRO). 

Australian ASKAP telescope spies its first burst from beyond the galaxy. The result took less than four days http://bit.ly/2rKCERY

​De acordo com Bannister, o telescópio ASKAP recebeu este sinal de rádio no momento em que todas as suas 36 antenas estavam ligadas. 

Os impulsos FRB são raios de ondas de rádio que duram milissegundos. A sua origem ainda não foi identificada. 

Congratulations to researchers Keith Bannister and J-P Macquart on their detection of a Fast Radio Burst with ASKAP http://theconversation.com/askap-telescope-speeds-up-the-hunt-for-new-fast-radio-bursts-77481 …

Os investigadores registaram pela primeira vez este tipo de sinais em 2007. Após isso, foram captados cerca de 20 sinais semelhantes. Mas o último, baptizado de FRB170107, é o mais brilhante e mais potente. 

Segundo Bannister, os investigadores utilizam cerca de 12 antenas para ampliar o espaço dos investigadores.

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Assim será a Terra quando se derreter todo o gelo

As consequências do degelo na África

National Geographic publicou uma série de mapas onde poderá ver como iria mudar a Terra se todo o gelo dos pólos e glaciares derretem. 

Deslocamento em massa para altitudes mais elevadas e regiões centrais, o colapso dos sistemas económicos e políticos como nós os conhecemos, consequências directas, algo que agora parece uma fantasia, mas certamente já deve estar na agenda de questões globais urgentes.


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Astrónomos descobrem 'rosquinha enorme' no espaço

Foto feita por Hubble de uma estrela morrendo em nebulosa do Ovo Podre

Os investigadores descobriram um novo tipo de objecto planetário chamado "sinéstia". É uma massa de rocha vaporizada quente formada por objectos de tamanho planetário que colidem entre si. Tem a forma de uma rosquinha gigantesca e gira.

Investigadores das universidades Davis e Harvard mostraram o que sucederia se planetas rochosos de tamanho da Terra chocassem com outros objectos grandes que se estão movendo e girando de forma relativamente rápida. Descobriram que este tipo de colisão poderia formar uma estrutura muito maior – um disco parecido a um glóbulo vermelho ou a uma rosquinha.

"Observamos as estatísticas de impactos gigantes e descobrimos que podem formar uma estrutura completamente nova", revelou a co-autora do estudo Sarah Stewart, cientista planetária da Universidade de Califórnia em Davis.

Neste momento, a Terra também poderia se tornar uma sinéstia, segundo os autores do estudo. Provavelmente terá sofrido tal impacto pouco depois do nascimento do planeta, colidindo contra um objecto do tamanho de Marte conhecido como Theia.

As sinéstias, caso existam, são objectos de vida curta. O nosso planeta aparentemente permaneceu na fase de sinéstia durante apenas um século depois da colisão com Theia. Logo perdeu calor suficiente para se condensar de novo em um objecto sólido, crêem os investigadores.

Actualmente, as sinéstias são objectos hipotéticos porque ninguém nunca as viu. Mas os astrónomos podem as detectar em sistemas solares extraterrestres.

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terça-feira, 23 de maio de 2017

Investigadores do Porto descobrem como levar as células cancerígenas ao "suicídio"

Heather Von St. James sobreviveu a um cancro do pulmão e mostra o R-X com a metade que resistiu.
Investigadores do Porto descobriram uma forma de aumentar a resposta ao tratamento do cancro do pulmão através da inibição de uma proteína necessária para a divisão das células normais, o que leva à autodestruição das células cancerígenas.

"Quando as células de linhas celulares de cancro do pulmão são impedidas de produzir a proteína 'spindly', estas passam a responder de forma mais eficiente ao paclitaxel", um medicamento usado em quimioterapia, disse à Lusa o professor da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico Universitário (CESPU) Hassan Bousbaa, um dos responsáveis pelo projeto.

A função do paclitaxel é impedir o crescimento das células cancerígenas, uma vez que inibe a divisão celular, sendo aplicado em casos de cancro do pulmão, dos ovários e da mama, por exemplo.

Este estudo mostrou que a supressão da 'spindly' atrasa a saída mitótica (que se dá quando uma célula se divide mesmo na presença do fármaco que, em princípio, deveria inibir a sua divisão) e leva à autodestruição das células cancerígenas, quando tratadas com esse medicamento, explicou.

Sendo uma proteína necessária para a divisão das células normais, a sua supressão pode ter efeitos negativos, referiu o professor, acrescentando que o paclitaxel também tem, visto que interfere com a divisão celular normal. Espera-se", no entanto, que estes efeitos "sejam revertíveis no fim do tratamento".

Com este projeto os investigadores pretendem "dar uma nova vida aos medicamentos mais usados e com uma longa história de sucesso no combate ao cancro, mas aos quais algumas células do cancro conseguem adaptar-se e sobreviver", referiu Hassan Bousbaa.

O objetivo, continuou o professor, "é impedir esta adaptação, ajudando estes medicamentos convencionais a combater melhor as células do cancro".

De acordo com o responsável, esta a estratégia mostrou-se eficaz em células de cancro produzidas em laboratório, sendo o próximo passo o teste com animais, projeto que prevê iniciar em janeiro de 2018.

Este trabalho, cuja primeira autora é a investigadora da CESPU Patrícia Silva, foi cofinanciado pela Fundação para a Ciência e para a Tecnologia (FCT) e contou com a participação de Helena Vasconcelos, do IPATIMUP/i3S, do Porto, e de Álvaro Tavares, da Universidade do Algarve.

O estudo teve a duração de dois anos e foi publicado recentemente na revista científica Cancer Letters.

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Começou a corrida ao “petróleo branco” (e Portugal é uma potência mundial)

Empresa australiana Dakota Minerals faz prospecção de lítio em Portugal.

Portugal está entre os dez maiores produtores mundiais do chamado “petróleo branco”, o lítio, cujo valor económico vem sendo incrementado pela emergência dos carros eléctricos, e já há vários pedidos para exploração deste mineral no nosso país.

O jornal Público dá conta de 30 requerimentos endereçados ao Governo para exploração do lítio, mas esse número aumenta para 46 pedidos, contando com a prospecção e pesquisa do mineral que pode ser usado para a produção de baterias para carros eléctricos e para telemóveis.

Estamos a falar de um investimento global previsível da ordem dos 3,8 milhões de euros, conforme dados do Expresso, que ilustra bem o interesse que as empresas estrangeiras têm neste metal que é visto como o “petróleo branco”, pelo seu potencial económico e como alternativa amiga do ambiente.

Portugal é rico em lítio desde o Alto Minho à Beira Baixa, passando por Trás-os-Montes, onde a empresa australiana Dakota Minerals já procede a trabalhos de extracção.

Há também um movimento que procura convencer a Tesla a instalar-se em Portugal, um cenário que se vier a consumar-se pode dar um empurrão decisivo ao negócio do lítio no país, uma vez que estamos a falar de um dos principais fabricantes de veículos eléctricos do mundo.

Técnicos aconselham Governo a apostar no lítio

O Grupo de Trabalho “Lítio” (GT), constituído em Dezembro para avaliar a possibilidade de produção em Portugal, propõe ao Governo um programa de fomento mineiro que teste tecnologia e demonstre o potencial industrial deste metal, financiado por programas financeiros como o COMPETE ou outros.

De acordo com o relatório a que a Lusa teve acesso, o GT defende além da avaliação dos recursos minerais litiníferos do país, a implementação de uma unidade experimental minero-metalúrgica com o objectivo de desenvolver conhecimento e testar tecnologias para toda a cadeia de valorização destes recursos, que deverão ter um aumento “exponencial” com o crescimento da mobilidade eléctrica.

O grupo também refere a importância da constituição de uma unidade piloto de demonstração industrial para perceber a viabilidade económica da cadeia de valor e não se limitar à prospecção e exploração de lítio, mas à sua utilização, o que, se os resultados económicos forem promissores, “evoluirá para uma fase de investimento industrial”.

O relatório técnico foi solicitado em 2016 pelo secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, contando com a avaliação dos organismos públicos que intervêm no sector mineiro, designadamente a Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM), a Assimagra – Recursos Minerais e a Associação Nacional das Indústrias Extractivas e Transformadoras (ANIET).

As conclusões retiradas deixam antever que “Portugal pode assumir, nas próximas décadas, um papel de destaque no panorama mundial de produção de lítio“, conforme aponta o Público.

Este diário atesta que Portugal é considerado “uma potência” neste domínio, integrando “o top dez dos maiores produtores mundiais de lítio“, lista que é dominada por Chile, Austrália, Argentina e China.

O grande desafio do país, considerando ainda que a extracção de lítio como a que se faz em Portugal é mais cara, é definir um processo que rentabilize a transformação do lítio, permitindo a pureza de 99,5% que é necessária para a construção de baterias de veículos eléctricos, conforme sustenta o Público.

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No dia em que um avião de guerra se perdeu na costa portuguesa e aterrou num cargueiro

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Em 1983, um par de jovens oficiais da Marinha Real Britânica, estava a simular uma operação em que teria que manter silêncio de comunicações. Levantando voo do porta-aviões HMS Illustrious, em movimento ao largo da costa portuguesa, ambos viraram para direções diferentes e o piloto menos experiente acabou por perder-se e teve que fazer uma inusitada aterragem de emergência… em cima de um navio cargueiro espanhol.

Ian Watson, conhecido pelos colegas como “Soapy”, tinha apenas 25 anos e poucas horas de voo, mas foi colocado aos comandos de um Sea Harrier FRS.1. O objetivo da missão era encontrar e observar um navio francês e retornar ao Illustrious, sempre com o rádio e o radar desligados. Mas Watson não encontrou o seu colega e, à medida que ia ficando sem combustível, ligou o radar para tentar encontrar o caminho de volta.

Watson encontrou um cargueiro espanhol, o Alraigo. O seu plano era sacrificar o avião e ser salvo pelo cargueiro, mas ao aproximar-se verificou que podia tentar aterrar em cima dos contentores, como se fossem uma pista. Watson conseguiu, embora tenha danificado uma carrinha que estava destinada a uma florista em Tenerife. Os armadores do Alraigo reclamaram que o avião era um salvado e receberam 570 mil libras (o equivalente a 1,85 milhões de libras, ou 2,15 milhões de euros, nos dias de hoje).

O episódio acabou por ser embaraçoso para a Marinha britânica, já que um grupo de jornalistas estava à espera do navio quando este atracou em Tenerife. Mesmo assim, o preço pago pelo salvado foi inferior ao custo de um Sea Harrier novo. Watson também se safou, já que foi atribuída alguma culpa aos seus oficiais superiores, mas o oficial da Marinha acabou por reconquistar a confiança dos seus superiores e acumulou quase 3000 horas de voo.


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Bombardeiro americano que caíu no Golfo da Finlândia

O bombardeiro Intact Douglas DB-7 Boston/A-20

O portal on-line russo Fontanka publicou um vídeo subaquático do Golfo da Finlândia, onde foi descoberto um bombardeiro dos EUA dos tempos da Segunda Guerra Mundial.

Este bombardeiro quase intacto foi descoberto durante a construção do gasoduto Nord Stream 2 na parte ocidental do Golfo da Finlândia.

A empresa Nord Stream 2 AG contou ao Fontanka que se trata de um bombardeiro Intact Douglas DB-7 Boston/A-20. Foi descoberto a uma profundidade de 100 metros. O comprimento da aeronave é de 11 metros e sua envergadura – de 18 metros.


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Estudantes da FCTUC produzem combinado de fruta e algas 100% natural

Nádia Correia, Isabel Cardoso e Daniela Pedrosa

O Gratô é um novo produto alimentar que, de acordo com as estudantes, pode ser ingerido por todos - crianças e adultos, intolerantes à lactose e ao glúten, vegetarianos ou diabéticos.

Medronhos, amoras silvestres e algas são os ingredientes que constituem o Gratô, um produto alimentar eco-inovador semelhante a uma gelatina com polpa, produzido por uma equipa de estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), com a colaboração da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC).

A ideia de criar um novo produto alimentar que pudesse ser ingerido por todos – crianças e adultos, intolerantes à lactose e ao glúten, vegetarianos, diabéticos, etc. -, surgiu num Roadshow realizado no âmbito de uma parceria entre a Universidade de Coimbra (UC) e a PortugalFoods promovida pelo gabinete do Vice-Reitor para a Investigação e Inovação, Amílcar Falcão.

O Gratô «consiste num combinado de fruta e algas 100% natural e de origem vegetal. O medronho é o ingrediente principal porque queremos promover o consumo deste fruto, com muito potencial mas pouco explorado além dos licores. Contém também amora silvestre e algas marinhas, nomeadamente Grateloupia turuturu e Undaria pinnatifida (vulgarmente conhecida como Wakame)», descrevem Daniela Pedrosa, Isabel Cardoso e Nádia Correia.

As alunas do mestrado em Biodiversidade e Biotecnologia Vegetal da FCTUC sublinham que «a introdução das algas no combinado é uma mais-valia relevante do ponto de vista nutricional porque são muito ricas em iodo (essencial para o desenvolvimento cognitivo em crianças) e em fibras alimentares».

As autoras do Gratô salientam ainda que pretendem promover uma alimentação saudável e, por isso, o combinado «não tem na sua composição açúcares refinados, tem apenas o açúcar natural das frutas e uma pequena porção de stevia (adoçante natural)».

Para a produção deste novo combinado alimentar, as estudantes contaram com a orientação dos professores Leonel Pereira, especialista da FCTUC em macroalgas marinhas, que conduziu a escolha, identificação e recolha das algas; e Goreti Botelho (ESAC), que guiou todas as etapas da confeção.

O Gratô, em fase de protótipo, já foi apresentado numa feira agroalimentar e a reação dos consumidores que experimentaram «foi extremamente positiva, incentivando-nos a colocar o produto no mercado», contam as jovens, adiantando que «já estamos em contacto com algumas empresas do setor que estão interessadas em comercializar o produto. No entanto, ainda temos de realizar mais testes mas, se tudo correr como o previsto, o Gratô poderá estar na mesa dos portugueses dentro de um ano».

Para já, na próxima sexta-feira, dia 26 de maio, as jovens vão disputar a final nacional do concurso Ecotrophelia, um concurso de âmbito internacional promovido pela PortugalFoods e Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares (FIPA) para premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar. Se vencerem, vão apresentar o Gratô a toda a Europa (na Ecotrophelia Europa 2017).


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A descoberta que pode obrigar a mudar todos os livros de história


Uma equipa de 22 arqueólogos descobriu ferramentas de pedra fabricadas há 3,3 milhões de anos, mais velhas do que a espécie humana. O homem é mais velho 700 mil anos?

Uma equipa de 22 arqueólogos descobriu artefactos de pedra no Quénia fabricados há 3,3 milhões de anos, questionando, assim, a história da evolução humana. As ferramentas em questão precedem a altura em que a espécie terá começado a evoluir para Homo sapiens – que terá surgido há cerca de 200 mil anos -, sendo que as mais antigas até agora identificadas são 700 mil anos mais novas e foram descobertas na Etiópia. O anúncio consta num artigo publicado na conceituada revista científica Nature.

O achado foi feito por acidente no campo arqueológico de Lomekwi, no Quénia, quando os arqueólogos liderados por dois membros da Stony Brook University se enganaram no caminho previsto. Ao todo, foram descobertos 150 artefactos num local sem a presença de quaisquer fósseis.

Desconhece-se, então, qual a espécie humana responsável por esta criação, até porque o antepassado comum mais próximo do Homem (Homo) como o conhecemos hoje, terá surgido há 2,5 milhões de anos na costa oriental de África. Ainda assim, o Globo escreve que o antepassado humano Kenyanthropus platyops estaria presente na região e que restos do Australopithicus afarensis foram encontrados no leste de África no mesmo período.

Os investigadores acreditam que os artefactos foram fabricados por uma ainda por determinar espécie de hominídeo com um bom controlo motor, diz o Daily Mail. O certo é que os achados fazem crescer a crença de que formas pré-humanas exibiram comportamento “humano”, além de desafiarem a ideia de que os nossos antepassados mais diretos foram os primeiros a fazerem de duas pedras um utensílio.

Se a descoberta confirmar que o homem é afinal quase 700 mil anos mais velho do que o que se pensava, isso obrigará a mudar todos os manuais de história. Ou os de ciência, porque pode também pôr em causa o último elo da teoria da evolução das espécies e mostrar que os pré-hominídeos já usavam ferramentas.

Seja como for, pode ser obrigatório dar novas datas à era da pedra lascada.

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Câmara de entusiasta regista nave extraterrestre nos céus de Melbourne

Um OVNI no céu

Câmara instalada por um cidadão de Melbourne para observar o céu nocturno registou um relâmpago brilhante após o que surgiu um OVNI.

O objecto extraordinário de forma alongada foi registado na noite de 20 de maio.

O vídeo publicado no canal do proprietário da câmara, Brad Morris, mostra um relâmpago brilhante, após o que surgiu um objecto de forma alongada com a parte frontal aguçada.

O OVNI afastou-se da vista a enorme velocidade.

O proprietário da câmara pensou que tinha filmado a queda de um meteorito. Mas, após a análise da gravação, ele conseguiu ver uma luminescência vermelha extraordinária perto do objecto, o que segundo ele podem ser as duas asas duma nave extraterrestre.


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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Astrónomos tiram foto do 'olho de Sauron'

A estrela de Fomalhaut, rodeada por seu anel de gás e de poeira

O rádio-observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array, sigla em inglês) recebeu as imagens mais claras até hoje do "olho de Sauron" – a estrela Fomalhaut, rodeada por seu anel "ardente" de poeira e gás que se formou após a colisão de cometas e asteróides, informa o Observatório Europeu do Sul (ESO).

Fomalhaut é uma das estrelas mais jovens e brilhantes no céu do Hemisfério Sul, localizadas relativamente perto da Terra. Esta estrela fica do nosso planeta a uma distância de 25 anos-luz, sendo significativamente maior do que o Sol. Ou seja, sua massa é 2,3 vezes superior à do Sol, seu diâmetro — 1,9 vezes. É 18 vezes mais brilhante do que o Sol e tem uma temperatura 3 mil graus Celsius superior à do Sol.

Em 2008, um grupo de astrónomos, liderado por Paul Kalas da universidade a Califórnia em Berkeley (EUA), declarou ter descoberto um planeta-gigante no disco de gás e pó que rodeia Fomalhaut. As conclusões de Kalas e seus colegas foram criticadas, e até 2011 em revistas científicas foram publicados os resultados de algumas novas pesquisas, os autores das quais não conseguiram encontrar provas da existência do Fomalhaut b.

As fotos do Hubble e de outros telescópios, recebidas em 2012, desmentiram esta noção e "ressuscitaram" o planeta, que há pouco tempo recebeu seu nome oficial. Foi chamado de Dagom em homenagem ao deus de Acádia ligado à navegação marítima e agricultura.

As novas fotos recebidas pelo telescópio ALMA, o mais potente rádio-observatório da Terra, confirmam a existência deste planeta. Um tal "olho de Sauron", de acordo com os cientistas, pode aparecer em um sistema de estrelas apenas quando nela há um grande planeta, que atrai os destroços de cometas e asteróides para uma área estreita das órbitas e faz com que colidam entre si.

O anel de gás e pó, acumulado ao redor de Dagom, fica a uma distância de cerca de 20 biliões de quilómetros da Fomalhaut, sendo duas vezes superior à distância entre o Sol e Plutão, enquanto a largura dele é de aproximadamente dois biliões de quilómetros.

Os cientistas esperam que os estudos deste "olho" cósmico esclareça a história da formação do Dagom e ajude a entender com que frequência aparecem os "gémeos" da Terra e de outros planetas.

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