sábado, 23 de junho de 2018

Uma colher de sopa de azeite por dia reduz o risco de cancro

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Também reduz os efeitos nocivos do colesterol e regula a pressão sanguínea.

O azeite é o produto chave na dieta para a longevidade e prevenir acidentes vasculares cerebrais e o cancro, de acordo com Dr. Sarah Brewer nutricionista Juliette Kellow. No jornal britânico Daily Express faz eco num livro publicado recentemente por ambos e resumiu a chave é tomar uma colher de sopa por dia .

Os benefícios do consumo de azeitonas e seus derivados são conhecidos, porém nem todos os autores oferecem estimativas numéricas dos mesmos. Brewer e Kellow dizem que o azeite acrescenta anos à expectativa de vida daqueles que o consomem.

Primeiro de tudo, isso é conseguido reduzindo a incidência de cancro. Estudos anteriores a esta publicação "descobriram que pessoas com um consumo maior de azeite comparado com menor consumo tinham 34% menos chances de ter qualquer tipo de cancro e especificamente cancro da mama ", dizem os autores.

Eles admitem que não sabem exactamente como isso acontece, mas argumentam que "estudos de laboratório mostram que os polifenóis no azeite de oliva podem ajudar a prevenir o aparecimento e crescimento do cancro através de sua acção antioxidante."

Além disso, como outros óleos vegetais, é rico em gorduras mono saturadas saudáveis ​​e contém muita vitamina E. Esses ingredientes reduzem os efeitos nocivos do colesterol e regulam a pressão arterial, retardando as doenças associadas ao envelhecimento e melhorando a função cognitiva. A incidência de acidentes cerebrais também é menor em pessoas que consomem azeite regularmente, argumentam os autores.

Fonte: RT


Fonte: Youtube

Há mais uma estação espacial chinesa em risco de cair na Terra

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Depois do famoso “Palácio Celeste 1”, que reentrou na atmosfera terrestre em abril deste ano, parece que é a vez da colega Tiangong-2 começar a dar problemas.

Em abril deste ano – e depois de muitas notícias sobre o caso – a estação espacial chinesa Tiangong-1 regressou finalmente à Terra, tendo reentrado na atmosfera sobre o sudoeste da América do Sul e caído no sul do Oceano Pacífico.

No entanto, de acordo com o site IFLScience, parece que existe outra ‘colega’ em risco. A China tem uma segunda estação espacial, chamada Tiangong-2, que terá descido a sua órbita em cerca de 90 quilómetros (de 380 para 290 quilómetros)

De acordo com as informações do Comando Estratégico dos EUA, citadas pelo SpaceNews, esta poderá ser a prova de que a superpotência asiática está mesmo a preparar-se para trazê-la de volta à Terra.

Em declarações ao IFLScience, o astrofísico Jonathan McDowell, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, afirma que a China provavelmente está a tentar evitar o mesmo destino da Tiangong-1. O país terá baixado a órbita desta estação espacial no passado dia 13 de junho.

A Tiangong-1, ou “Palácio Celeste 1”, foi colocada em órbita em setembro de 2011 e estava programada para fazer uma entrada controlada na atmosfera. Porém, a estação espacial chinesa deixou de funcionar em março do mesmo ano, tendo gerado grande preocupação por uma eventual queda descontrolada.

Por sua vez, a Tiangong-2 foi lançada em setembro de 2016 com o objetivo de preparar o lançamento de uma estação maior, cujo primeiro módulo deverá ser lançado em 2020.

A China ainda não fez nenhum anúncio sobre a órbita desta estação espacial, por isso, ainda não é certo para quando podem estar a planear fazê-lo, ou porquê exatamente, embora pareça ser uma tentativa de evitar a situação deste ano.

“Em parte, a China não quer uma repetição da Tiangong-1”, explicou Phil Clark, do Journal of the British Interplanetary Society, à SpaceNews.

Segundo o IFLScience, a Tiangong-2 tem dimensões semelhantes, logo, se alguma vez reentrar na atmosfera terrestre, provavelmente não vai causar grandes danos. Além disso, a sua órbita também é praticamente idêntica, por isso, mesmo que venha a estar descontrolada, também será improvável que atinja uma área povoada.

Fonte: ZAP

sexta-feira, 22 de junho de 2018

NASA revela o seu novo plano de protecção de asteróides

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Um novo documento de 18 páginas descreve como a NASA e o FEMA abordarão a ameaça de um ataque apocalíptico de asteróides.

O relatório que é conhecido como National Near-Earth Object Preparedness Strategy and Action Plan a (Estratégia e Plano de Acção Nacional de Preparação de Objectos Próximos da Terra), detalha os objectivos específicos para os quais as agências trabalharão nos próximos dez anos.

Este plano é um esboço não apenas para melhorar a busca por asteróides perigosos, mas também para prever melhor as chances de serem uma ameaça de impacto no futuro e os potenciais efeitos que poderiam causar sobre a Terra.

Os cinco principais objectivos do plano são:
  1. Melhorar nossa capacidade de detectar, rastrear e caracterizar asteróides próximos da Terra.
  2. Melhorar nossa capacidade de prever se qualquer rocha espacial irá atingir a Terra.
  3. Desenvolver maneiras novas e mais eficazes de desviar os asteróides vindos na nossa direcção.
  4. Melhorar a cooperação internacional e a consciencialização.
  5. Desenvolver procedimentos de emergência apropriados para serem usados ​​no caso de um impacto iminente.
A implementação da Estratégia e Plano de Acção Nacional de Preparação de Objectos Próximos da Terra aumentará substancialmente a prontidão da nossa nação… para efectivamente reagir, caso um novo e potencial impacto de asteróide seja detectado.

Todo o plano pode ser visto no site da Casa Branca – aqui

O mistério resolvido????


Uma curiosidade insólita, tinha de compartilhar...

Clique na imagem, para ampliar.

Fonte: Facebook

Cientistas desvendam mistério da bola de fogo observada na Rússia

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Recentemente, um estranho objecto ardeu na atmosfera terrestre sobre a Rússia. Os cientistas já têm uma explicação para a sua origem.

Na tarde de 20 de junho os moradores de regiões centrais da Rússia observaram como um meteorito ou lixo espacial que se desintegrou e queimou nas camadas da atmosfera ao cair na Terra.

Várias mensagens relatando sobre a queda de um objecto brilhante do espaço apareceram nas redes sociais na manhã de 21 de junho  e imediatamente provocaram grande polémica.

O fenómeno foi observado e gravado por residentes das regiões de Voronezh, Lipetsk, Oryol e Tula (zona central da Rússia). De acordo com os vídeos, o objecto "apagou-se" ainda no ar — na altitude de várias dezenas de metros do solo.

Segundo destaca a especialista da Universidade de Voronezh, Liana Leonova, poderia ter sido tanto lixo espacial, como qualquer corpo celeste.

"Poderia ter sido qualquer coisa — por exemplo, lixo espacial. É pouco provável que fosse um meteorito de origem natural, pois neste caso é preciso analisar as imagens das consequências da queda. Mas se tudo se queimou na atmosfera, isso significa que não se podem observar as consequências. Foi um bólide de origem natural ou artificial", afirmou a interlocutora da Sputnik.

Entretanto, Leonova confirmou que a queda de lixo espacial tem se tornado um evento frequente desde que a humanidade começou a exploração activa da órbita e do espaço em geral.

"Diariamente, centenas de toneladas [de lixo espacial] penetram na atmosfera terrestre", destaca.

Sendo que metade desses eventos acontece durante o dia, a luz do Sol não nos permite observá-los. Ao mesmo tempo, também não os vemos à noite, pois estamos dormindo, explica a especialista.


Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Cientistas afirmam ter encontrado uma parte perdida do Universo

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Um grupo internacional de cientistas afirma ter encontrado uma parte perdida da matéria comum do Universo. Trata-se dos bárions, partículas subatómicas que formam todos os corpos físicos existentes. No entanto, até agora, os cientistas só conseguiram localizar cerca de dois terços dessa matéria, que teria sido criada pelo Big Bang.

De acordo com o novo estudo, publicado na revista Nature, cientistas afirmam ter identificado a terceira parte que faltava, no espaço entre as galáxias. A matéria perdida existe como filamentos de oxigénio em temperaturas de aproximadamente 1 bilião ºC, segundo explicou um dos co-autores, Michael Shull, da Universidade do Colorado em Boulder.

Para encontrar os bárions perdidos, os cientistas observaram a luz proveniente de uma fonte localizada a biliões de anos-luz: um quasar chamado 1ES 1553, um buraco negro no centro de uma galáxia que consome e emite enormes quantidades de gás.

Como resultado, os investigadores descobriram vestígios de oxigénio altamente ionizado, que se encontra entre o quasar e o nosso Sistema Solar, tendo uma densidade suficiente para representar 30% da matéria comum, se for extrapolado para todo o universo. "Concluímos que os bárions perdidos foram encontrados", se lê no estudo, liderado por Fabrizio Nicastro do Instituto Nacional de Astrofísica da Itália. 

Ao mesmo tempo, outros cientistas advertem que tirar conclusões definitivas pode ser prematuro. De acordo com Jessica Rosenberg, professora adjunta da Universidade George Mason, embora se trate de um "resultado promissor", extrapolar uma única fonte de luz para explicar toda a matéria desaparecida não é muito adequado.

Por sua vez, Nicastro contou a Gizmodo que missões existentes e futuras vão continuar efectuando observações e que já outras fontes de luz foram seleccionadas para buscar o gás.

Fonte: Sputnik News

Impercetíveis “terramotos lentos” na falha de Santo André podem causar uma catástrofe

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O risco sísmico na Califórnia pode ser maior do que pensávamos. Há 75% de probabilidade de ocorrer um terramoto de magnitude 7 (ou mais) nas próximas três décadas.

Foram descobertos movimentos totalmente inesperados na área central da falha de Santo André, na Califórnia, Estados Unidos.

Cientistas da Universidade do Arizona revelaram que nesta área da falha, que tem cerca de 145 quilómetros de comprimento, há “terramotos lentos” que não são notados pelas pessoas, mas que podem ser um autêntico perigo, podendo desencadear terramotos poderosos no futuro.

Até agora, pensava-se que os movimentos lentos e estáveis nessa área da falha de Santo André permitiam libertar a energia que se acumula nessa área. No entanto, o novo estudo, publicado esta segunda-feira na Nature Geoscience, sugere que esses movimentos tectónicos são mais intensos e esporádicos.

“Descobrimos que essa parte da falha tem um movimento médio de cerca de três centímetros por ano”, afirma Mostafa Khoshmanesh, um dos autores do recente estudo. “Às vezes, esse movimento estagna completamente, mas há outras em que essa área se desloca até 10 centímetros por ano.”

Estes episódios lentos e esporádicos levam a uma aumento da pressão nos segmentos fechados da falha a norte e sul da secção central, explica Manoochehr Shirzaei, outro investigador. Essas secções, lembra o cientista, já experimentaram dois terramotos de magnitude 7,9 em 1857 em Fort Tejon e em 1906, em San Francisco.

M. Khoshmanesh / ASU
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“Com base nas nossas observações, acreditamos que o risco sísmico na Califórnia varia com o tempo e é provavelmente maior do que pensávamos até agora“, diz Shirzaei. O cientista adverte para a importância de incluir estimativas precisas desse risco variável nos sistemas de previsão de terramotos, de modo a diminuir as consequências.

De acordo com os modelos atuais, sublinha Khoshmanesh, há uma probabilidade de um terramoto de magnitude 7, ou mais, ocorrer tanto a sul como no norte da Califórnia nas próximas três décadas. Os cientistas manter-se-ão atentos.

Fonte: ZAP

Satélite da NASA captou fenómeno raro de dunas azuis em Marte

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A NASA publicou no seu site uma foto de dunas azuis descobertas em Marte. De acordo com a agência, a foto foi tirada por meio do satélite de reconhecimento de Marte MRO (na sigla em inglês).

O satélite captou uma parte da superfície azul do planeta na área da cratera Liot. De acordo com a NASA, este fenómeno ocorre frequentemente na superfície de crateras, contudo, as dunas geralmente são de cor cinzenta.

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Dunas azuis em Marte, captadas por um satélite da NASA

Segundo os investigadores, a cor das dunas descobertas é tão brilhante devido a uma estrutura mais complexa e a sua composição química especial.

Fonte: Sputnik News
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