segunda-feira, 27 de março de 2017

Anunnaki: O Filme "Proibido" que nunca chegou aos cinemas, porquê?

filme anunnaki 01

Anunnaki foi o primeiro filme de uma trilogia, que se destinava a ser lançado em 2006, com a primeira parcela da saga, mas, infelizmente, nunca lançado, é mais, o projecto foi abandonado de repente, e toda a publicidade sobre o filme e o mesmo site foram abandonados, embora ainda pode encontrar vestígios na Internet se pesquisar, Anunnaki nunca terminou e nunca chegou aparecer na grande tela.


Há uma conspiração que estava se espalhando em torno do filme é que o mesmo Anunnaki foi proibido ou censurado, embora a versão oficial é que acabou o orçamento.


O director e criador é Jon Gress, um director que tem apenas alguns filmes como director e pouco conhecido, Jon numa entrevista revelou que era um seguidor fiel das histórias de Zecharia Sitchin.


Zecharia Sitchin disse, enquanto ele vivia, ter decifrado os textos sumérios antigos e descreveu os antigos sumérios tiveram contacto com extraterrestres, o que fez de repente, os sumérios se tornar na civilização mais avançada na Terra, de repente apareceu uma forma de cuneiforme em diferentes partes do mundo, os sumérios adquiriram conhecimento impressionante de astronomia, agricultura e pecuária pensar também nas primeiras estruturas sociais da civilização.


Alguns cientistas estão completamente em desacordo com Zecharia Sitchin e garantem que as teorias são baseadas numa má interpretação dos textos sumérios antigos.


Anunnaki teria sido apenas mais um filme de ficção científica, se não fosse porque ele era supostamente baseada em factos reais da história da humanidade. 

Segundo muitos pesquisadores, este filme poderia ter um impacto sobre a população do planeta e a propagação do monoteísmo no Ocidente era uma nova crença, que iria derrubar a teoria da evolução de Darwin, também poderia ter impacto significativo sobre nossa compreensão de nós mesmos e o nosso lugar na imensidão do universo. 

Estas são algumas das razões pelas quais acredita-se que o projecto do filme Anunnaki foi subitamente fechado.


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A maior moeda de ouro do mundo foi roubada


Desconhecidos roubaram a maior moeda de ouro do mundo do Museu Bode, em Berlim, hoje de madrugada, pelas 03:30 locais (02:30 de Lisboa), anunciou a polícia alemã.

O alerta foi dado, noticia a Efe, ao ter sido encontrada uma escada de mão no exterior do edifício, junto a uma linha férrea próxima, o que levou a encerrar a circulação ferroviária em três linhas durante duas horas.

A peça foi produzida em 2007 pela Real Casa da Moeda do Canadá, numa série limitada, é de ouro puro (99,99%), pesa 100 quilogramas e tem o valor nominal de um milhão de dólares (926.000 euros).

Numa das faces da moeda está representado o perfil da rainha Isabel II, de Inglaterra, chefe de Estado do Canadá, e na outra, uma folha de plátano, símbolo nacional canadiano.

Esta peça foi incluída no livro do Guiness em 2008 como a maior moeda de ouro do mundo.

O museu tem uma das maiores coleções de numismática do mundo, sendo a mais antiga moeda datada do século VII antes de Cristo, proveniente da Anatólia, na Ásia Menor, região maioritariamente no atual território turco.

A polícia tenta perceber como os ladrões conseguiram entrar no Bode, na capital federal alemã, a menos de cem metros da residência particular da chancelar alemã, Angela Merkel.

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Pela primeira vez, astrónomos observam formação de estrelas em ventos galácticos perto de buraco negro


Astrónomos observaram, pela primeira vez, a formação de estrelas em 'ventos' de matéria perto de um buraco negro 'supermassivo' no centro de uma galáxia, descoberta que poderá alterar a compreensão da evolução das galáxias, foi anunciado esta segunda-feira.

As observações, cujos resultados são publicados na revista científica Nature, foram feitas com o telescópio VLT (Very Large Telescope, Telescópio Muito Grande), no Chile, operado pelo Observatório Europeu do Sul (OES), organização astronómica da qual Portugal faz parte.

Em comunicado, o OES assinala que a descoberta poderá ter “muitas consequências” para a compreensão da evolução e das propriedades das galáxias.

“Se a formação de estrelas está a ocorrer realmente, em grande parte, em ventos galácticos, como defendem algumas teorias, tal poderá representar um novo cenário para a compreensão da evolução das galáxias”, afirmou o líder da equipa de astrónomos europeus, Roberto Maiolino, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, citado no comunicado do OES.

A equipa, que não integra nenhum português, observou ventos colossais de matéria gerados perto de um buraco negro ‘supermassivo’ no centro de uma de duas galáxias em colisão, conhecidas como IRAS F23128-5919, a cerca de 600 milhões de anos-luz da Terra.

Os astrónomos dizem ter detetado o primeiro indício claro de que estrelas estão a nascer nesses ventos de matéria, a uma cadência muito rápida: estrelas com 30 massas solares estarão a ser geradas por ano, o equivalente a mais de um quarto da formação estelar total do sistema binário galáctico em colisão.

Os ventos galácticos são desencadeados pela enorme energia produzida nos centros ativos e turbulentos de galáxias.

Os buracos negros (zonas de onde nada consegue escapar, nem mesmo a luz) ‘supermassivos’ estão no centro da maior parte das galáxias e, quando ‘engolem’ a matéria, aquecem o gás circundante e ‘expulsam-no’ da galáxia ‘hospedeira’ através de ventos fortes e densos.

Análises preliminares revelaram que as estrelas recém-formadas nos ventos galácticos da IRAS F23128-5919 terão pouco menos de dezenas de milhões de anos e serão mais quentes e brilhantes do que as estrelas nascidas em ambientes menos extremos, como os de um disco galáctico.

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NASA localiza esfera misteriosa que lança sombra imensa na superfície de Marte

Esfera misteriosa que lança sombra imensa na superfície de Marte

Objecto esférico branco e brilhante pode ser visto através de zoom nas imagens tiradas pela sonda da NASA.

Esta foi uma descoberta intrigante, quando um fotografo registou a evidência de existência do objecto gigantesco na superfície de Marte, comunica o Mirror Online.

O canal de YouTube Mars Moon Space TV descobriu um objecto gigante que lança uma sombra na superfície de Marte em fotos tiradas pela sonda da NASA The Mars Reconnaissance Orbiter (MRO).

Scientists mystified by BIZARRE bright sphere found on surface of Mars #science http://wordlink.com/l/426cz

​O objecto esférico foi descoberto acima de uma falésia numa área que esteve durante longo período por baixo de água. O lago gigantesco já não existe há milhões de anos.


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“Excêntrica” e “megalómana”: Vem aí uma cidade como nunca viu


Uma cidade abandonada, já considerada uma das piores para viver, está a ser reconstruída praticamente do zero. A reportagem do The Guardian só tem adjetivos para Lanzhou New Area.

Um lago artificial construído num solo árido, mais de 640 quilómetros de estrada e dezenas de arranha-céus. Este é um pequeno vislumbre do que vai ser uma cidade que a China está a construir.

O The Guardian conta a história de uma terra que não tem nada, mas que está a ser construída para renascer como uma fénix renasce das cinzas. O governo chinês quer apostar seriamente na cidade que se chama Lanzhou New Area, que fica a oeste de Pequim, para atrair mais pessoas para o interior do país e “aliviar” as cidades mais lotadas.

Aquele pedaço de terra já foi considerado como um dos piores sítios para se viver, uma vez que a poluição do ar, água e solo é enorme.

Mas não vão haver apenas casas. O projeto inclui várias réplicas de monumentos, como a Grande Muralha da China, e ainda um parte de diversões chamado “Dinosaur Kingdom” (Reino dos Dinossauros), onde os turistas e habitantes poderão ter uma experiência à “Jurassic Park”.

Os planos apontam para que em 2020, a nova área de Lanzhou tenha cinco hospitais, 75 escolas e creches, e um PIB de 100 mil milhões de yuans (11,8 mil milhões de dólares). Em 2030, haverá um milhão de residentes e prevê-se que o PIB quase triplique, para 270 mil milhões de yuans.

'Avião espacial' está em órbita há quase dois anos. E ninguém sabe porquê


A aeronave robótica Boeing X-37B foi criada pelos EUA e o objetivo da sua missão continuam um mistério.

Os EUA mantêm o mistério relativamente ao ‘avião espacial’ Boeing X-37B, com a aeronave a estar em órbita à quase dois anos (mais precisamente há 677 dias) sem se saber o objetivo da missão a não ser que é ‘classificado’.

Como nota o Metro, domina o mistério relativamente à missão do Boeing X-37B, com muitos a especularem que pode ser um teste para criar um método para lançar bombas a partir do espaço ou, por outro lado, ser um veículo de transporte de satélites. Há ainda a hipótese desta aeronave estar a ser usada como forma de vigilância, com astrónomos a indicarem que sobrevoou a Coreia do Norte, o Iraque, o Irão, Paquistão e Afeganistão.

Mesmo que esteja em órbita há quase dois anos, o Boeing X-37B tem um comprimento de asa de apenas de 4,5 metros e uma altura de três metros, sendo significativamente mais pequeno que um Space Shuttle.

Fonte: NM

MENINO COM PARALISIA CEREBRAL RECUPERA TOTALMENTE ATRAVÉS DE TERAPIA COM SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL


Um transplante autólogo - um procedimento que se caracteriza pela utilização de células do próprio paciente - com recurso a sangue do cordão umbilical permitiu a uma criança dos Estados Unidos recuperar totalmente de uma anemia aplástica.

Durante o quinto mês de gravidez, a mãe de Tomas foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, o que a forçou a ficar em repouso absoluto durante o resto da gravidez. Na 31.ª semana o batimento cardíaco do bebé começou a decrescer devido a uma contorção dupla no cordão umbilical. Nesta altura, os médicos tiveram de desencadear um processo de maturação dos pulmões do bebé de modo a poderem realizar uma cesariana de emergência.

Após o nascimento, Tomas teve de ser colocado numa incubadora nos cuidados intensivos neonatais porque os médicos verificaram que os pulmões não estavam suficientemente desenvolvidos. Nos dias que se seguiram ao parto, a incubadora à qual Tomas estava ligado apresentou uma anomalia, cortando o fornecimento de oxigénio. A falta de oxigénio causou uma paralisia cerebral espástica à criança.

Após a realização dos testes necessários ao sangue de cordão criopreservado, armazenado num laboratório familiar, com o objetivo de garantir que as células reuniam todas as condições para ser utilizadas, as mesmas foram enviadas para o Hospital da Universidade de Duke nos Estados Unidos.

Tomas foi inscrito no ensaio clínico para paralisia cerebral espástica liderado pela Dra. Joanne Kurtzberg, pioneira na transplantação de células estaminais do sangue de cordão umbilical.

Tomas anda e joga à bola

Tomas participou neste estudo durante um período de 3 anos. Alguns pacientes do estudo receberam as suas próprias células estaminais do sangue de cordão no início do mesmo. O grupo de controlo recebeu o mesmo transplante um ano depois. Durante este período de tempo, todas as evoluções relevantes foram registadas. Hoje, Tomas tem uma qualidade de vida semelhante a outras crianças de 5 anos. Apesar do diagnóstico inicial, Tomas pode agora andar e jogar à bola. Fala duas línguas e frequenta a escola.

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Este é o material mais negro do mundo. Nem a luz lhe escapa

A equipa espera lançar o Vantablack no mercado em forma de spray.

A equipa responsável por criar o Vantablack, conhecido por ser o material mais negro do mundo, continua a trabalhar para melhorar a fórmula e conseguiu aumentar a densidade para 99,96%, o que lhe permite absorver luz.


Não satisfeitos, a equipa proveniente do laboratório Surrey NanoSystems quer comercializar este material sob forma de spra, o qual é ter uma densidade de 99,98%. Tal como pode pelas imagens acima, o material é negro suficiente para criar a ilusão que se criou um buraco negro ou até que a imagem foi apagada.


Como conta o Science Alert, o mais interessante sobre o Vantablack é o facto de não ser composto por tinta, pigmentos ou tecido mas sim por milhões de nanotubos de carbono, cada 3,500 vezes mais pequeno que cabelo humano.

Fonte: NM

Uma dança de corte parada no tempo (100 milhões de anos) num pedaço de âmbar

Reconstituição do comportamento de corte, com o macho à esquerda e a fêmea à direita

Um pedaço de resina fóssil pode trazer até à actualidade uma cena romântica do período Cretácico. E qual foi a estratégia usada numa dança de corte? Um jogo de pernas, descobriu-se agora.

É como se uma cena de um filme com 100 milhões de anos chegasse agora até nós. Dois insectos da ordem Odonata ficaram encurralados em âmbar do período Cretácico. E mais do que a distância do tempo em que viveram, há uma cena romântica nesse pedaço de resina fóssil: um macho tentava conquistar uma fêmea. E como o fazia? Com um jogo de pernas, em que a tíbia era a sua principal arma para atrair a fêmea. Pelo menos é o que nos sugere um artigo científico (o guião da cena) publicado na revista Scientific Reports.

Este pequeno pedaço de âmbar foi recolhido no Vale de Hukawng, no estado de Kachin, na Birmânia. Tem cerca de 100 milhões de anos, portanto vem do período Cretácico (compreendido entre há cerca de 140 milhões de anos e 65 milhões). Esse era um tempo em que na Terra viviam os dinossauros, os plesiossauros, as serpentes, e já plantas com flor, marsupiais, borboletas, mamíferos placentários, primatas, tartarugas, algas castanhas ou bivalves. E os Odonatas da espécie Yijenplatycnemis huangi, como se chamam as duas personagens desta película em resina.

Os insectos presos no pedaço de resina fossilizada descoberto na Birmânia 
YANG DINGHUA

Para se perceber a dimensão desta cena, é necessário saber que da ordem Odonata fazem parte as libélulas e libelinhas. Já agora, Odonata vem do grego e refere-se à estrutura bocal dotada de dentes, que tem quitina, tal como o exosqueleto dos insectos, e quando essa estrutura morde tem o aspecto de dentes afiados. Esta foi a imagem que fez com que estes insectos fossem, numa certa altura, temidos pelo ser humano e denominados de “tira-olhos”, “cavalinho-das-bruxas”, “dragões-voadores” ou “balanças-do-diabo”.

Mas voltemos à cena no âmbar (que não é de terror, mas sim romântica). O que suscitou o interesse da equipa de cientistas liderada por Daran Zheng, paleontólogo da Academia de Ciências da China, foi a tíbia estendida do macho dentro do âmbar. Não é frequente que os insectos machos estendam a perna (que é formada por fémur, tíbia e tarso) e muito menos para a dança de corte. Mas há algo que torna ainda esta corte com cerca de 100 milhões de anos tão exclusiva. Ora bem, a dança de corte é normal no comportamento dos insectos hoje em dia. Aliás, muitos Odonatas batem as asas com muita intensidade para despertar o interesse das fêmeas. Mas é rara nos fósseis mais antigos até hoje encontrados e analisados, entre eles está o caso de um insecto da ordem Hymenoptera, do Jurássico (período entre há cerca de 200 milhões de anos e 140 milhões) ou do Gyaclavator kohlsi no Eoceno (época que começou há cerca 55 milhões de anos e terminou há 36 milhões).

Neste caso, o Yijenplatycnemis huangi usou as tíbias, com dimensões entre 11 e 14 milímetros de comprimento, onde possuem o seu sistema auditivo. As suas tíbias são transparentes e revestidas por duas pequenas bandas castanhas e pigmentadas. Para chegar à cena que se vê dentro do pedaço de âmbar, os cientistas usaram como ponto de partida os machos dos actuais géneros Platycypha e Platycnemis, ambos da ordem Odonata. Mas há diferenças nas tíbias dos vários géneros. Por exemplo, o Platycypha tem as suas seis tíbias mais estendidas do que o Yijenplatycnemis huangi. E o Platycnemis tem a tíbia mais achatada e pequena.

Forma de olhos nas perna

Vamos à acção. Durante a corte, as espécies do género Platycypha movimentam-se em direcção às fêmeas, estendem as tíbias e depois é só mostrar a superfície posterior da tíbia para um dar o último e derradeiro sinal de conquista. Também as espécies do género Platycnemis esticam as tíbias para se exibirem perante as fêmeas. Também se pode perceber que os machos e as fêmeas têm características diferentes – dimorfismo sexual. “Os machos exibem as pernas no voo agitado em frente às fêmeas antes de acasalarem”, lê-se no artigo científico. Como tal, as tíbias estendidas no bocado de âmbar parecem ser sinais desta dança de corte. “Estas tíbias expandidas no fóssil sugerem uma adaptação extrema ao comportamento da dança de corte”, refere ainda o artigo.

Além disso, os machos da espécie Yijenplatycnemis huangi têm uma mancha em forma de olho no meio das duas patas traseiras, como as borboletas têm nas suas asas os ocelos (manchas que pela sua forma se assemelham a olhos). As borboletas usam os ocelos para distrair e afastar os predadores. Nos Yijenplatycnemis huangi também se suspeita que possam ser utilizados para afugentar os predadores, e não para atrair as fêmeas. Portanto, usaram estas pequenas manchas para afastar os predadores e conseguirem fazer aquilo que lhes interessava: conquistar a sua cara-metade. Outras das suspeitas suscitadas por este fóssil é que a tíbia alongada tenha feito com que os Odonatas voassem muito lentamente.

E hoje quantos insectos há desta ordem a que pertencem os exemplares no âmbar? Existem cerca de seis mil espécies a nível mundial, muitas das quais encontram-se em perigo de extinção ou pelo menos vulneráveis. Esta, sim, uma cena que se aproxima mais de um filme de terror.

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O sonho se torna realidade: Cientistas testam com sucesso elixir da imortalidade

Cientista no laboratório

Cientistas do centro médico da Universidade Erasmus de Roterdão, Holanda, testaram com sucesso um medicamento contra o envelhecimento em ratos, comunica o jornal Cell.

À medida que uma pessoa se torna mais idosa, os tecidos têm mais células envelhecidas, diz o artigo publicado no Cell

O elixir da imortalidade criado pelos cientistas elimina estas células, permitindo acabar com o processo de envelhecimento. A substância consiste de um peptídeo que faz as células envelhecidas se auto destruírem. 

Ratos velhos se tornaram fisicamente mais activos e resistentes após o medicamento lhes ser ministrado. Além disso, a distância que eles percorreram durante os testes quase duplicou após a tomada do elixir. 

Os cientistas notaram também um melhor funcionamento dos órgãos internos e até o pelo dos animais ganhou uma melhor aparência. Os autores da pesquisa acrescentam que o preparado pode ser eficaz na luta contra o cancro. Na etapa seguinte o medicamento vai ser testado em seres humanos.

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domingo, 26 de março de 2017

Conheça a turbina eólica que não precisa de hélices


Uma turbina eólica chamada Vortex veio para mudar o mundo da energia renovável. O equipamento foi criado pela empresa espanhola Vortex Bladeless. A proposta é mudar o modo de geração de energia eólica. O equipamento não possui hélices, e é parecido com um “canudo gigante.

Mesmo sem as hélices, o Vortex consegue transformar brisas de ar em energia, mas de maneira diferente. Em vez de usar o movimento circular que as pás fazem, a nova turbina utiliza a chamada vorticidade, um efeito aerodinâmico que produz o padrão de vórtices giratórios. O formato do Vortex foi desenvolvido para garantir que os ventos giratórios percorram, em sincronia, toda a expansão do mastro, de modo a obter uma boa performance.

A turbina é feita de fibra de vidro e fibra de carbono, que permite que vibre o máximo possível. Na base do cone, foram colocados dois imãs repelentes, que agem como um motor não elétrico. Quando o cone oscila para um lado, os imãs o puxam para outra direção, como um pequeno impulso no seu movimento sem precisar contar com a velocidade do vento. Essa energia cinética é então convertida em eletricidade por um alternador que multiplica a frequência da oscilação do mastro para melhorar a eficiência da obtenção de energia. O novo modelo, além de silencioso, é mais seguro para os pássaros.


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O DIA EM QUE O NIAGARA SECOU

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Em Junho de 1969, um grupo de engenheiros norte-americanos desviou o fluxo do lado americano do rio Niagara durante meses, acabando com as celebres cataratas. O objectivo era remover uma grande quantidade de pedra solta a partir da base das cataratas – uma ideia que acabou por ser abandonada, devido aos altos custos, em Novembro daquele ano.

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Durante estes cinco meses, eles aproveitaram para estudar o leito do rio e fecharam mecanicamente – e reforçaram – uma série de falhas, para retardar a erosão gradual das pedras.

Constituída por engenheiros do exército norte-americano, a equipa terminou o seu projecto em Novembro e, então, 1,8 milhões de metros cúbicos de água recomeçaram a cair por minuto em Niagara.

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Milhões de pessoas continuaram a visitar Niagara, e mais de 4 décadas depois algumas das fotos do local foram finalmente tornadas públicas. Em 2010, Russ Glasson revelou ao mundo o verdadeiro aspecto das Cataratas do Niagara sem água. As fotos foram tiradas pelos seus sogros e tinham sido deixadas numa velha caixa de sapatos, na sua garagem, durante quatro décadas.

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Duas grandes derrocadas aconteceram em Niagara em 1931 e 1954. Em 1965, o jornal local Niagara Falls Gazette revelou que a água deixaria de correr no local se as rochas não fossem removidas. Quatro anos depois, o exército norte-americano foi chamado para resolver o problema.

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Doença genética rara detetada através de reconhecimento facial


Este é mais um dos bons exemplos de como as novas tecnologias estão ao serviço de todos, incluindo da saúde.

Uma equipa de investigadores, com o objetivo de tornar a deteção da Síndrome de DiGeorge mais simples em pessoas não caucasiana, criou um sistema de reconhecimento facial capaz de o fazer.

Síndrome de DiGeorge

A Síndrome de DiGeorge (SDG) ou Monossomia 22q11 é uma doença congénita rara (prevalência ao nascimento: aproximadamente 1 em 4.000 a 1 em 6.000), descrita em 1968 pelo endocrinologista italiano DiGeorge, com base na observação de doentes diferentes que apresentavam uma associação invulgar de manifestações: hipoparatiroidismo; hipoplasia ou ausência do timo; cardiopatias congénitas; e fenda palatina.

A SDG é, em pelo menos 90% dos casos, devida a uma pequena delecção intersticial num dos cromossomas 22.

Embora se verifique uma grande variabilidade clínica entre doentes com SDG, as manifestações mais frequentes são: alterações faciais (nomeadamente, fendas palpebrais estreitas, telecanto e/ou hipertelorismo e orelhas de implantação baixa); cardiopatias congénitas (cerca de 40% dos casos), sobretudo do tipo conotruncal, como tetralogia; de Fallot, interrupção do arco aórtico, defeito do septo interventricular e truncus arteriosus persistente; anomalias do palato (cerca de 50% dos casos), incluindo incompetência velofaríngea e fenda palatina; hipocalcemia por hipoparatiroidismo (cerca de 50% dos casos); anomalias renais (cerca de 40% dos casos).

Para além das características referidas, os doentes com SDG apresentam frequentemente atraso de crescimento, atraso psicomotor de grau variável e, menos frequentemente, surdez de condução.

Saiba mais em Raríssimas.

As dificuldades de diagnóstico em populações não-europeias

Segundo se pode ler na publicação do National Human Genome Research Institute, Paul Kruszka, um médico geneticista refere que se encontram doentes com esta síndrome pelo mundo inteiro, no entanto, mesmo os médicos mais experientes têm dificuldade em fazer um diagnóstico correto nas populações não europeias.

Human malformation syndromes appear different in different parts of the world. Even experienced clinicians have difficulty diagnosing genetic syndromes in non-European populations.

O reconhecimento facial

O desenvolvimento de um sistema de reconhecimento facial foi a forma encontrada pelos investigadores para um auxílio mais preciso no diagnóstico da doença. Para tal, foi analisada a informação clínica de 106 pessoas e fotografias de 101 participantes com a doença de diferentes países da África, Ásia e América Latina.

O sistema criado foi então capaz de fazer um diagnóstico correcto em 96,6% dos casos analisados.


Além do sucesso na deteção da Síndrome de DiGeorge, os investigadores obtiveram também diagnósticos bastante precisos na Síndrome de Down.

No futuro próximo, diagnosticar esta síndrome poderá ser tão simples quanto tirar uma fotografia com um smartphone e analisá-la no software de reconhecimento facial.

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Cientistas dizem que há mais de 100 planetas no sistema solar


O estudo será apresentado, na próxima semana, na Conferência de Ciência Planetária e Lunar (LPSC, em inglês) que se realizará no Texas, Estados Unidos.

Primeiro ensinaram-nos na escola que o Sistema Solar era composto por nove planetas. Depois, em 2006, os cientistas despromoveram Plutão e ficámos com oito. E agora dizem-nos que podem ser mais de 100.

Isto porque um grupo de investigadores liderado por Kirby Runyon, da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, nos Estados Unidos, desenvolveu uma nova forma de classificar planetas.

Assim, os cientistas defendem que quando se pretende definir se um corpo estelar é um planeta ou não, não se deve fazê-lo com base na sua localização, mas apenas nas suas características.

Seguindo esta nova definição, as luas de Júpiter ou a Lua deveriam ser, também elas, consideradas planetas.

Caso a comunidade científica aceite esta nova forma de definição, então o número de planetas no nosso Sistema Solar pode ultrapassar os 100.

Fonte: NM

"Existe vida além da Terra" e sei porque é que "ainda não vieram cá"


A opinião de um astronauta que fez parte da missão Apollo 12 e que esteve mais de 10 horas na superfície lunar.

Alan Bean (na imagem, o primeiro a contar da direita), agora com 85 anos de idade, foi um dos astronautas da missão Apollo 12, lançada em novembro de 1969, e o quarto homem da história a pisar a superfície lunar. Um feito de enormes proporções.

A sua missão principal, e da sua equipa composta por mais dois astronautas (Charles ‘Pete’ Conrad e Richard Gordon - primeiro e segundo a contar da esquerda, na imagem), incluía uma série de tarefas de exploração ao satélite terrestre e colocação de um aparelho de recolha de dados.

Bean passou 1671 horas no espaço, das quais 10 horas e 26 minutos foram passadas na lua. O astronauta desenvolveu algumas teorias sobre a possibilidade da existência de vida extraterrestre.

“Não acredito que alguém do espaço sideral alguma vez tenha visitado a Terra. Uma das razões pelas quais não acredito que eles tenham estado cá é porque civilizações mais avançadas são mais altruístas e amigáveis – como a Terra, que já é melhor do que foi no passado –, portanto eles tinham aterrado e tinham dito: ‘Viemos em paz e sabemos que vocês têm cancro que mata pessoas, resolvemos esse problema há 50 anos, aqui está o aparelho que o cura, vamos mostrar como se faz’”, indicou o homem ao site news.com.au.

O astronauta, que mora em Houston, no Texas, não duvida por um segundo que haja mais vida no Universo.

“Existem tantos milhões de estrelas e estas estrelas têm planetas em seu redor, portanto, estatisticamente, tem que haver muitos planetas que formaram vida. Talvez alguns deles sejam como nós há 100 mil anos, e outros como somos agora, e provavelmente existem alguns que já estão 10 mil anos à nossa frente”, acrescentou.

Fonte: NM

Descoberta nos Açores planta única no mundo


A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves anunciou esta quinta-feira a descoberta de vários exemplares no Corvo de uma planta que, em todo o mundo, só existe em duas ilhas açorianas e de que não havia registos desde 2012.

Segundo um comunicado, a descoberta foi feita em trabalhos de campo realizados este mês por técnicos da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e um investigador da Universidade de Munique (na Alemanha).

Foram descobertos "vários exemplares de Não-me-esqueças (Myosotis azorica), uma das plantas mais raras dos Açores e que em todo o mundo apenas pode ser encontrada neste arquipélago, nas ilhas das Flores e Corvo", revela a SPEA, acrescentando que nas Flores não há registos desde 2001 e, no Corvo, tinham sido registados cinco exemplares em 2012.

Trata-se de uma "pequena planta, com uma flor de um intenso azul-marinho" e os cinco exemplares descobertos no Corvo em 2012 estavam numa falésia "que posteriormente ficou destruída por um movimento de terras, suspeitando-se que a espécie poderia estar perdida ou extinta", revela ainda a SPEA, no mesmo comunicado.

Segundo a SPEA, esta planta foi descrita pelo britânico H. C. Watson em 1842, "sendo a sua distribuição mais recente restrita às ilhas das Flores e do Corvo".

A população de "Não-me-esqueças" agora descoberta no Corvo deve rondar as 50 plantas com flor.

"A SPEA, em colaboração com o Parque Natural de Ilha do Corvo e a Universidade Técnica de Munique estão a unir esforços para definir o plano de ação para a espécie Myosotis azorica e esperam conseguir aumentar, por produção em viveiro, o número de indivíduos desta espécie extremamente ameaçada", lê-se no comunicado hoje divulgado pela SPEA.

Fonte: JN

sábado, 25 de março de 2017

Empresa Chinesa cria jeep wrangler 6x6 chamado Tomahawk

Empresa chinesa cria Jeep Wrangler 6x6 chamado Tomahawk
Quando se fala em verdadeiras máquinas "off-road" somos obrigados a incluir o Jeep Wrangler no lote dos melhores. Mas isso não impede que haja quem queira uma proposta ainda mais… radical.
Empresa chinesa cria Jeep Wrangler 6x6 chamado Tomahawk
E foi precisamente a pensar nisso que a empresa chinesa G. Patton resolveu criar uma variante 6x6 do Jeep Wrangler, uma criação inspirada no Mercedes-AMG G63 6x6.


Denominado Tomahawk, o ponto de partida para este modelo foi a base de um Wrangler convencional, sendo que os responsáveis da G. Patton acrescentaram um terceiro eixo na zona posterior para criar uma zona de carga (fechada), à imagem do que acontece com as "pick-up".
Empresa chinesa cria Jeep Wrangler 6x6 chamado Tomahawk
Mas além das alterações óbvias ao nível da carroçaria este Tomahawk conta com outros apontamentos que o distinguem do Jeep Wrangler convencional. Falamos da nova grelha dianteira e do pára-choques frontal, do suporte do tejadilho e das enormes jantes de 17 polegadas montadas num conjunto de pneus Mickey Thompson.



Dentro do habitáculo, e apesar da G. Patton não ter mostrado nenhuma imagens, sabe-se que o interior é em tudo semelhante ao que encontramos no Jeep Wrangler original, ainda que seja possível encontrar alguns apontamentos em laranja que ajudam a criar um contraste com o visual exterior.
Empresa chinesa cria Jeep Wrangler 6x6 chamado Tomahawk
No que a motorizações diz respeito, a G. Patton não revelou nenhuns detalhes acerca do bloco Pentastar V6 de 3.6 litros, ainda que seja seguro afirmar que esta empresa chinesa acrescentou um novo compressor ao sistema.
Empresa chinesa cria Jeep Wrangler 6x6 chamado Tomahawk
Tudo aponta para que este veículo apenas se venha a comercializar na China, mas a avaliar pelo sucesso comercial do Mercedes-AMG G63 6x6 em mercados como o do médio oriente, somos obrigados a admitir que podia facilmente "dar o salto" para outras paragens.

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Este “Google” da Deep Web indexa mais de 20 milhões de sites escondidos

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A Deep Web é uma forma fantástica de navegar por sites que não estão disponíveis na Web Normal.

Mas um dos principais problemas é que a maioria dos sites estão escondidos e só são passados por “palavra”. Mas nem sempre é assim.

Há motores de busca na Deep Web que indexam sites para que estes embora sejam “escondidos” possam ser “anunciados”. E há também, claro, a categoria do nosso site chamada Deep Web onde listamos alguns sites que vamos partilhando com vocês.

Imagina um Google dos tempos antigos, em que na altura tinhas que ser tu a dizer-lhes qual era o teu URL para eles o indexarem. Aqui é pior ainda, porque o trabalho é muito maios: encontrar sites propositadamente escondidos.

Mas não temas, temos a solução.

O “not Evil” é um motor de busca que diz ser um site sem fins lucrativos. Mas não diz apenas, é mesmo. Porque se quiseres fazer donativos para o site… não podes.

O site aloja mais de 20 milhões de indexações de endereços Tor. Alguns podem estar down, mas a maioria está up e funciona. Estão ordenados por ordem de click, ou seja, quanto mais clicas num site, mais ele vai aparecer no topo das pesquisas. Eles dizem que assim “a comunidade fala”, e não o Search Engime Optimization como se faz na “web normal”.

Reparado para entrares na Deep Web e fazeres pesquisas no “Google da Deep Web”? Então aqui fica o site:

http://hss3uro2hsxfogfq.onion/

Como abrir o link? O que é a Deep Web?

Este link só pode ser aberto por quem usar o Tor Browser ou quem usar um outro browser fazendo as modificações indicadas neste tutorial. A Deep Web é uma parte obscura da Internet onde se encontram vários sites que não aparecem na web normal. O Tor Browser é um programa que se instala tal como outra aplicação. Depois de instalar, abres e navegas neste browser com o link indicado em cima.

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'Nuvens do Juízo Final' são oficialmente reconhecidas pelos cientistas

Nuvens do Juízo Final são oficialmente reconhecidas pelos cientistas

A Organização Meteorológica Mundial reconheceu oficialmente um tipo raro de nuvens e o incluiu na nova edição do Atlas Internacional das Nuvens.

O portal The Verge frisa que este tipo peculiar de nuvens, que formam silhuetas assustadoras (por exemplo, de rostos de pessoas) é conhecido já há muito tempo, mas até agora nunca fora propriamente estudado e descrito.

As pessoas pouco familiarizadas com a meteorologia ficam frequentemente amedrontadas com este fenómeno, já que ele é associado com o Juízo Final ou com uma invasão de extraterrestres.

Há mais de 9 anos, as nuvens "apocalípticas" atraíram a atenção do fundador da Sociedade dos Amadores de Nuvens, o escritor britânico Gavin Pretor-Pinney. No ano de 2009 ele propôs baptiza-las como Undulatus asperatus (ondeado e colinoso, em latim) e inclui-las numa classificação geral das nuvens.

O autor conseguiu o desejado apenas passados 8 anos. Em uma nova edição do atlas, as nuvens se chamam asperitas (aspereza em latim), já que por regra o nome deve ser um substantivo. Além disso, o atlas foi enriquecido por mais 11 tipos de nuvens — volutus, flumen, fluctus e outros.

O Atlas Internacional das Nuvens foi pela primeira vez publicado em 1896, sendo que última vez em que um novo tipo de nuvens foi adicionado se deu em 1951.


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sexta-feira, 24 de março de 2017

OVNIS filmados pela EEI interagindo um com o outro

The two UFOs

OVNIs foram filmados pela Estação Espacial Internacional da NASA "interagindo um com o outro".

Dois objectos estranhos foram vistos pairando abaixo da estação espacial num vídeo misterioso.

No início, parece nada mais do que um alargamento da lente - onde a luz é espalhada numa câmara.

"Pensei que era apenas da lente - esqueça - mas então algumas coisas estavam acontecendo à medida que progredia", escreveu Streetcap1, um entusiasta de ovnis que postou o clip no YouTube na quarta-feira (22 de março).

Primeiro aponta um flash de luz que se estende pelo céu enquanto o segundo objecto menor aparece.

Ainda - embora - ambos não parecem nada mais do que problemas de câmara.

Two UFOs

Mas é quando o sol começa a desaparecer e se transforma em noite que o verdadeiro mistério é revelado.

"Os itens parecem virar ligeiramente e acender enquanto mantêm a mesma velocidade orbital como a estação espacial", acrescentou Streetcap1.

E fica ainda mais estranho.

À medida que ficam envoltos em luz, ambos os objectos parecem se transformar em formas tridimensionais.

Isto é o que cativou os milhares de espectadores que assistiram ao clip.



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