segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Terra entrou numa nova era, o Antropoceno


O impacto humano sobre a química e o clima da Terra abreviou a época geológica de 11.700 anos conhecida como Holoceno e apressou a entrada numa nova era, o Antropoceno, anunciou esta segunda-feira um grupo de cientistas.

O início do Antropoceno, ou "nova idade do Homem", será fixado em meados do século XX se a recomendação que os investigadores hoje apresentaram no Congresso Geológico Internacional, na Cidade do Cabo, África do Sul, for adotada.

É provável que o processo de aprovação leve pelo menos dois anos e requeira ratificação de mais três equipas de académicos.

O próprio grupo de trabalho que apresentou a recomendação, composto por 35 elementos, levou sete anos de deliberação até reconhecer por unanimidade o Antropoceno como uma realidade e aprovou com 30 votos a favor, três contra e duas abstenções a decisão de que a transição deverá ser oficialmente registada.

"Segundo o nosso modelo de trabalho, o limite ideal é em meados do século XX", disse Jan Zalasiewicz, um geólogo da Universidade de Leicester.

"Se for adotado - e estamos muito longe disso -, o Holoceno termina e considerar-se-á formalmente que o Antropoceno já começou", acrescentou.

Os cientistas referem-se ao período a partir de 1950 como a "Grande Aceleração", e uma olhadela a gráficos que acompanham as numerosas alterações químicas e socioeconómicas torna óbvio porquê.

Concentrações no ar de dióxido de carbono, metano e ozono estratosférico; temperaturas à superfície, acidificação dos oceanos, esgotamento dos recursos da pesca marítima e perda de florestas tropicais; crescimento da população, construção de grandes barragens, turismo internacional -- todos disparam a partir de meados do século XX.

Um dos principais culpados é o aquecimento global provocado pela queima de combustíveis fósseis.

Uma sintomática onda de disseminação de espécies animais e vegetais invasivas é também um legado da nossa espécie.

Mas o grupo de trabalho não está autorizado a ter qualquer destes fatores em consideração a menos que eles apareçam em algum registo geológico.

Se não pode ser medido em rochas, sedimentos lacustres, calotas de gelo ou outras formações que tais -- os critérios usados para identificar dezenas de eras, períodos e épocas que remontam a quatro mil milhões de anos -, então, não conta.

Isto, contudo, não é um problema quando se trata do Antropoceno, indicou Zalasiewicz.

"Temos muito por onde escolher: há todo um manancial de potenciais sinais por aí", disse à agência de notícias francesa AFP.

Os micro plásticos, por exemplo - uma substância sintética, feita pelo homem - "são agora componentes do sedimento existente em todo o mundo, tanto na terra como no mar", apontou.

E o aumento do dióxido de carbono atmosférico está patente em calotas de gelo com dezenas de milhares de anos.

Mudanças passadas na biosfera - o reino dos seres vivos - ficam registadas em sedimentos e rochas, especialmente indícios de extinções em massa, quando até 95% de todas as formas de vida desapareceram num piscar de olhos geológico.

O desaparecimento dos dinossauros sem asas, no final do período Cretáceo é um desses marcos, embora longe de ser o mais dramático.

O termo "Antropoceno" - pela primeira vez proposto em 2002 pelo prémio Nobel da Química Paul Crutzen - tem sido adotado por ambientalistas como palavra de ordem nos protestos contra a expansão do setor petrolífero e é visto por alguns conservadores como um pretexto para o que consideram serem políticas agressivas de asfixia económica para combater as alterações climáticas.

Em relação à forma que tomarão as provas da existência desta nova idade geológica do planeta Terra, Zalasiewicz disse que ainda é muito cedo para saber, embora acrescentando que "o coral de crescimento rápido forma um arquivo em camadas que captura bem a química".

Para definir o início do Holoceno, os cientistas escolheram uma amostra retirada de uma calota de gelo, em 2003, do lençol de gelo do centro da Gronelândia, com as coordenadas 75,1 graus Norte/42,32 graus Oeste.

O pedaço de gelo está arquivado num armário frigorífico na Universidade de Copenhaga.

Lusa

Fonte: SIC Noticias

Chamada extraterrestre: O sinal de uma estrela semelhante ao Sol confunde os cientistas


"Ninguém está dizendo que é trabalho de uma civilização extraterrestre", mas a questão é "digna de um estudo mais aprofundado."

Um forte sinal forte precedente da zona onde se encontra a estrela HD 164595, uma estrela semelhante ao nosso Sol localizada na constelação de Hércules, tem intrigado os astrónomos informa  Observer .

HD 164595 está a 95 anos-luz da Terra e tem uma idade estimada de 6300 milhões de anos.

Um contacto com alienígenas?

A maioria dos cientistas sugerem que é provável que a origem deste problema é o resultado de um fenómeno natural conhecido como "microlente", no qual a gravidade de uma estrela aumenta e envia sinais de outras fontes.

No entanto, alguns especialistas pediram ao Centro de Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI, igla em Inglês) para realizar um acompanhamento mais próximo para confirmar a origem do problema mediante a matriz do Telescópio Allen (Califórnia, EUA) e Observatório óptico de Boquete, no Panamá.

No site Centauri Dreams, Paul Gilster explica que o radiotelescópio russo RATAN-600, localizado em Zelenchukskaya (Karachay-Cherkessia, Cáucaso do Norte russo), detectou o primeiro sinal em 15 de Maio, 2015, e insiste em que, embora "ninguém esteja dizendo que seja trabalho de uma civilização extraterrestre, "o assunto" é digno de um estudo mais aprofundado ".

Enquanto isso, o astrónomo Seth Shostak do SETI, observa que o sinal poderia ser causada por fontes naturais ou até mesmo por qualquer interferência terrestre.

Fonte: RT

sábado, 27 de agosto de 2016

Pé Grande pegadas falam de humanos gigantes na China

Imagen ilustrativa

Uma das pegadas encontradas fossilizadas na rocha é quase duas vezes maior que um pé humano.

Um grupo de fotógrafos encontrou quarta-feira uma série de pegadas gigantes de pé humano fossilizadas numa rocha na vila chinesa de Pingyan, na província de Guizhou, informa o portal chinês Sina

Uma das pegadas, que pode levar-nos a tempos antigos, tem a forma de um pé esquerdo e é quase duas vezes tão grande como a de um pé humano real.


Os investigadores estão a realizar um estudo dos traços para determinar a origem das marcas gigantes numa pedra antiga e explicar a origem e datação de essas pegadas.


Esta não é a primeira descoberta deste tipo de pegadas gigantes. Em 1912 o agricultor Stoffel Coetzee Sul-Africano encontrou uma com 128 cm de comprimento e 60 de largura.

Fonte: RT

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

SOLAR WARDEN - O programa espacial secreto dos EUA


A primeira referência ao programa "Solar Warden" aconteceu em Março de 2006, uma fonte confiável de acordo com os administradores do fórum "Open Minds", revelou a sua existência e verdadeiras capacidades...

Fonte: Youtube

#desafioaceite. Cuidado com a nova campanha do Facebook


Colocar uma fotografia a preto e branco no mural em nome da luta contra o cancro pode ser uma porta de entrada para o seu e-mail

É mais uma via de acesso aos seus dados pessoais que deve rejeitar porque não está associada a nenhuma organização credível. O logro começa com uma mensagem que anda a circular na rede social Facebook: "A função deste desafio é colocares uma foto tua a preto e branco...A corrente humana embora virtual pela luta contra o cancro. Cola a tua e identifica os teus amigos. Desafia-os, tal como fiz contigo".

Basta alguém colocar um "gosto" na foto que um amigo publica para depois ser também "contactado" virtualmente a fazer o desafio.

O jornal espanhol ABC explica que estas correntes, "aparentemente inofensivas" e que se tornam virais, "não contribuem para nada", pelo menos de bom, tratando-se normalmente de embustes que têm nas redes sociais locais perfeitos para se desenvolverem.

Em Portugal, tal como em Espanha, o Facebook já se encheu de fotografias contra o cancro seguidas da frase 'desafio aceite'. O melhor nestas situações é que não adira, não partilhe e não abra sites ou links que não conhece e que lhe podem chegar através destas pseudo-campanhas. Só assim evita que o seu e-mail seja invadido por spam ou malware (programas com vírus).

Fonte: DN

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Astrónomos descobrem colossal ‘galáxia fantasma’ com 99,99% de matéria negra

Astrónomos descobrem colossal ‘galáxia fantasma’ com 99,99% de matéria negra

Foi descoberta uma enorme ‘galáxia fantasma’, quase totalmente composta por matéria negra.

Situa-se relativamente perto da nossa (em termos cósmicos), mas por passar tão despercebida, os peritos não identificaram a galáxia durante décadas.

Depois de ter sido identificada no ano passado no ‘Coma galaxy cluster’, a 330 milhões de anos-luz, os estudos apuraram que se tratava de um grupo de estrelas fora do vulgar.

Chamada de «Dragonfly 44», esta galáxia contém cerca de a mesma quantidade de massa que a nossa Via Láctea, mas apenas 0,01% do seu total é composto por estrelas, poeiras, gás e outros exemplos de matéria. Os restantes 99,99% são de matéria negra, cuja natureza é desconhecida.

A galáxia Dragonfly 44 tem também estrelas ‘normais’, mas em pequeno número. Em comparação, o número de estrelas na Via Láctea é mais de cem vezes superior.


A descoberta é atribuída aos astrónomos no observatório Keck (Havai), que anunciaram o achado após estudarem o movimento das estrelas dessa galáxia.

Segundo afirmou o professor Pieter van Dokkum, da equipa da universidade de Yale (EUA), «Os movimentos das estrelas dizem-nos quanta matéria contêm: Não importa de que forma a matéria é, dizem-nos apenas que está ali».

«Na galáxia Dragonfly [44], as estrelas movem-se muito depressa. Portanto havia uma grande discrepância...», explicou. «Descobrimos muito mais massa indicada pelos movimentos das estrelas, do que massa nas próprias estrelas».

Sem a gravidade extra da matéria negra para manter tudo aglomerado, a Dragonfly 44 acabaria por se ‘desfazer’.

Os autores do estudo, publicado no The Astrophysical Journal Letters, suspeitam agora que existam outras ‘galáxias fantasma’ como esta à espera de serem descobertas.

O professor Roberto Abraham, da Universidade de Toronto (Canadá), e co-autor do estudo, afirmou:

«Não fazemos ideia de que modo as galáxias como a Dragonfly 44 se formaram. Os dados mostram que uma fracção relativamente alta das estrelas está em aglomerações muito compactas, e isso é provavelmente uma pista importante. Mas de momento estamos apenas a supor».

A matéria negra permanece um dos grande mistérios sobre do Universo para a Ciência moderna.


Os cientistas acreditam que apenas 5% da massa-energia do universo é composto por matéria ‘normal’, que podemos ver e tocar.

A matéria negra, que exerce uma força gravitacional, corresponde a 27%. Não reflecte luz e não é detectável directamente por nenhum meio tecnológico actual.

Os restantes 68% são compostos por algo mais intrigante ainda, a energia negra, espécie de força anti-gravitacional que parece estar a afastar as galáxias umas das outras, a um ritmo cada vez mais acelerado.

Sobre a descoberta, Van Dokkum acrescentou que «Isto tem grandes implicações para o estudo da matéria negra. Em última análise, o que queremos realmente aprender é: ‘O que é a matéria negra?’».

«Começou a corrida para encontrar galáxias colossais que estão ainda mais perto de nós do que a Dragonfly 44, de modo que poderemos procurar por pequenos sinais que possam revelar uma partícula de matéria negra», frisou, citado no BT.com.

Fonte: DD

Pesquisador da NASA: Ovnis gigantes 'proliferam' nos anéis de Saturno

Saturno e Encélado

Norman Bergun, engenheiro mecânico do Centro Ames Research da NASA, faz de novo as manchetes com seu argumento, de acordo com qual a vida extraterrestre existe no sistema solar. 

Esta não é a primeira vez que este cientista está declarando tais coisas, mas desta vez ele classifica a situação como "crítica" porque os corpos extraterrestres que vivem no nosso sistema solar estão "proliferando" mais rapidamente que nunca.

ufo

Ele também afirmou que objectos voadores não identificados (ovnis) que tinham sido registados pela primeira vez nos anéis de Saturno estão se transferindo para outros planetas que também têm anéis, como Úrano ou Júpiter. "O que já é claro é que estes objectos habitam Saturno, onde foi o primeiro lugar em que eu os encontrei, e eles estão proliferando. Podem descobri-los ao redor de Júpiter e Úrano. Nos lugares onde existem anéis", explicou Bergrun. 

O cientista acrescentou que a observação dos anéis mostrou o escapamento emitido por uma nave extraterrestre e que a situação é "critica" porque aeronaves espaciais estão se multiplicado no nosso sistema solar. 

Segundo o pesquisador, os alienígenas estão se alimentando dos anéis, utilizando energia para proliferar e propulsar suas aeronaves. Bergun é um dos cientistas mais respeitados da NASA. Além disso, ele tinha participado dos projetos secretos enquanto trabalhava para a empresa Lockheed Martin. 

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Caravelas e Naus Portuguesas um Choque Tecnológico no século XVI


Realizámos um documentário que desvenda um mistério com 500 anos, dando a conhecer a razão pela qual as caravelas criadas pelos Portugueses são hoje comparadas a modernos space shuttle.

O impacto desta inovação transformou Portugal na principal potência marítima e económica do século XVI.

Mas quando se lê um livro de História espanhol, inglês, francês ou holandês, as referências ao papel desempenhado pelos portugueses na época dos descobrimentos são insignificantes. Por essa razão quisemos saber a opinião dos melhores historiadores mundiais e os resultados foram surpreendentes. 

“Caravelas e Naus – Um Choque Tecnológico nos séculos XV e XVI” ficou em 1º lugar entre 62 documentários num concurso do Discovery Channel, tendo sido emitido em vários continentes.

Fonte: Youtube

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Planeta misterioso está em rota de colisão com a Terra?

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Um vídeo de YouTube dá conta de uma nova teoria da conspiração que tem sido encoberta pela comunidade científica e pelos governos de todo o mundo.

Há uma nova teoria da conspiração a circular no YouTube e que avisa para a iminente destruição da Terra. Este evento cataclísmico será causado pela colisão do planeta Nibiru (também conhecido como Planeta X) com o nosso planeta, com os autores do vídeo a apontarem que os sinais têm estado à vista de todos nos últimos anos.

Conta o Mirror que estes sinais têm surgido sob forma de várias luas de sangue, fenómenos raros que se tornaram mais frequentes a partir do ano 2000. O vídeo mostra vários avistamentos destas luas de aspeto avermelhado, mostrando até uma situação em que a lua surge juntamente como uma ‘gémea’, a sombra do planeta Nibiru.

De acordo com os autores do vídeo, nada disto é desconhecido por parte da comunidade científica ou dos governos, que têm encoberto a situação por não terem forma de evitar a colisão entre os dois planetas.

“Agora temos de nos preparar. Em cerca de 30 dias estaremos no meio de setembro, se virmos mais alguma lua de sangue diria que Nibiru está quase a chegar e é a altura para nos começarmos a preparar. Não sei quanto tempo temos”, pode ouvir-se no vídeo.


Fonte: NM

Base na Lua deixa de ser ficção durante este século


Há meio século a humanidade contemplou pela primeira vez uma imagem da Terra vista da órbita da Lua e o espaço tornou-se parte do imaginário comum. Agora há planos para uma instalação permanente ali.

Há 50 anos a NASA mostrou ao mundo a primeira fotografia da Terra tirada a partir da órbita da Lua. Foi um marco, e um dos patamares indispensáveis para o que se seguiu: a chegada à Lua dos primeiros seres humanos, em junho de 1969 - aventura incomparável na curta história espacial humana. O regresso à Lua deverá ser, aliás, uma das escalas obrigatórias para o que vai seguir-se no espaço nas próximas décadas.

Meio século depois da fotografia pioneira, a Lua continua um mundo longínquo, que apenas um exclusivo grupo de 12 homens da missões Apollo da NASA pisaram até hoje. No entanto, o futuro das viagens espaciais, ainda que repartido por múltiplos objetivos - sondas não tripuladas para outros mundos no sistema solar, e para lá dele, estações espaciais permanentes tripuladas, viagens low-cost para órbita, ou a tão ansiada e mil vezes imaginada viagem tripulada a Marte -, terá forçosamente de contemplar um retorno à Lua - como quem toma balanço para poder ir mais longe.

A Lua é, aliás, uma meta já estabelecida, e anunciada no ano passado, pela agência espacial europeia ESA, em colaboração com a sua congénere russa, a Roscosmos. A ideia é instalar uma base permanente na Lua e europeus e russos tencionam enviar para o satélite natural da Terra, em 2020, uma missão robotizada, a Luna 27, para preparar a futura base lunar.

A missão ainda terá de receber o OK em dezembro, na reunião deste ano do Conselho de Ministros dos Estados membros da ESA, de que Portugal faz parte, mas no terreno as equipas técnicas já estão a trabalhar para poderem tornar realidade a missão Luna 27 no horizonte de quatro anos.

A cooperação global

O objetivo da missão é fazer aterrar a sonda no polo sul lunar para aí procurar, medir e quantificar os recursos disponíveis, que um dia vão ser necessários para que os primeiros habitantes da Lua - astronautas, cosmonautas e, quem sabe, também os taikonautas chineses - possam ali viver e trabalhar.

Quando anunciou este objetivo, em novembro do ano passado, o alemão Johann-Dietrich Wörner tinha assumido a direção-geral da agência espacial europeia há apenas cinco meses. Mas foi muito claro quando afirmou, preto no branco, que é preciso" olhar para o futuro, para lá da ISS", a estação espacial internacional. "Devíamos procurar ter uma nave mais pequena para a investigação em microgravidade, na órbita baixa terrestre", disse Wörner, para depois propor "um núcleo habitado no lado mais distante da Lua". E explicou: "Não se trata apenas de umas quantas habitações, de uma igreja e de uma câmara municipal, mas de parceiros de todo o mundo contribuindo para esta comunidade com tecnologias de robótica, missões de astronautas e satélites de comunicações."

O patrão da ESA não adiantou prazos nem datas. Mas sublinhou a importância e os benefícios de um projeto desta dimensão que, em seu entender, deve incluir todos os parceiros disponíveis para participar. Não excluiu sequer a China, que há duas décadas lançou o seu próprio programa espacial e hoje tem foguetões, taikonautas e uma estação espacial próprios, incluindo planos para a Lua que contemplam uma missão robótica para preparar a eventual instalação de uma base lunar chinesa dentro de década e meia.

Como essa caminhada a solo da China poderá um dia ter pontos de contacto com os planos já existentes da ESA e da Roscosmos é uma incógnita, mas na visão do diretor--geral da ESA, a instalação de uma base na Lua deveria ser uma aventura global, feita de um esforço comum, "uma cooperação internacional sem limitações e com qualquer país do mundo", uma vez que, como sublinhou, "já existem suficientes problemas na Terra entre os países". O espaço, acredita Johann- -Dietrich Wörner, "pode fazer a ponte entre as diferenças", e a Lua é "uma boa proposta".

Na prática, e independentemente de outras parcerias futuras, ESA e Roscosmos já trabalham para esse objetivo e muitos não têm dúvidas de que o século XXI será o da instalação humana permanente na Lua. Um dos que assim pensam é Igor Mitrofanov, um dos cientistas principais do Instituto de Investigação para o Espaço, em Moscovo, que trabalha nesta área, e que considera que o seu país "tem de participar nesse projeto".

O primeiro passo para que ele se concretize, o estudo detalhado da geologia, dos gelos e dos elementos químicos presentes no polo sul da Lua, que permitam avaliar com rigor a possibilidade de produzir oxigénio, água e combustível, que são essenciais à instalação segura de uma comunidade de humanos, está agora dependente de uma aprovação em dezembro. Mas, mesmo que haja um adiamento, a Lua será um destino inevitável.

Fonte: DN

Descoberto planeta com condições para ter água. Está muito perto de nós


Foi anunciada a descoberta de um planeta com características favoráveis à existência de vida. Chama-se "Próxima B" e orbita a estrela mais próxima da terra.

O planeta agora descoberto tem uma temperatura à superfície que torna viável a existência de água em estado líquido. Uma característica essencial para a vida.

O "Próxima b", que não faz parte do nosso sistema solar, orbita a estrela Próxima de Centauro que está localizada a apenas 4 anos-luz da Terra. Em termos astronómicos é uma espécie de vizinha do lado. Apesar disso, esta estrela não é visível a olho nu por ser pequena e pouco brilhante.

O comunicado do Observatório Europeu do Sul -Portugal é um dos membros desta organização - adianta que o "Próxima B" tem uma massa semelhante à da Terra e está muito perto da sua estrela, a distância é inferior à que separa a terra do Sol.

O planeta foi detetado a partir de vários telescópios, um desses telescópios está instalado no Chile e pertence ao Observatório Europeu do Sul.

Em declarações à agência Lusa, um dos cientistas envolvidos nesta descoberta adiantou que a partir de agora os astrónomos vão "procurar evidências da atmosfera e procurar traços de água ou outras moléculas, e finalmente vida".

Os resultados desta descoberta serão publicados quinta-feira na revista Nature.

Fonte: TSF

A lenta e suave queda da maior aeronave do mundo


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Airlander 10 bateu com a parte da frente na pista, em Cardington, Inglaterra. Tripulação escapou ilesa.

A maior aeronave do mundo despenhou-se esta quarta-feira quando durante o segundo voo de teste no aeródromo de Cardington, em Inglaterra.

O Airlander 10, uma mistura de dirigível e avião, tocou com a parte da frente na pista, de acordo com um vídeo divulgado pelo jornal “Guardian”.

A empresa Hybrid Air Vehicles (HAV), responsável pelo desenvolvimento da aeronave, já veio desmentir relatos de que o Airlander 10 embateu em linhas telefónicas situadas nas imediações da pista.

“O Airlander sofreu danos durante o voo de hoje, no momento da aterragem. Não foram registados estragos no ar ou em resultado do choque com um poste como foi avançado”, esclareceu a HAV através da rede social Twitter.

A tripulação não sofreu ferimentos e estão todos bem, avança a empresa.

A maior aeronave do mundo tem 92 metros de comprimento, 44 de largura e 26 de altura. O projecto está orçado em 29 milhões de euros.

O Airlander 10 foi inicialmente desenvolvido para operações de vigilância do exército dos Estados Unidos.

O programa foi cancelado em 2013 e retomado agora pela HAV no aeródromo da força aérea britânica, em Cardington, com fins civis.


Fonte: Renascença

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Cientistas já conseguem 'gravar' memórias diretamente no ADN humano


Anteriormente este processo só era possível recorrendo a bactérias e a outro tipo organismos.

O MIT conseguiu dar um passo em frente no processo de ‘gravação’ de memórias em genes humanos, ganhando a capacidade de o fazer diretamente no ADN.

Anteriormente o processo apenas era possível para cientistas e investigadores caso fossem utilizados bactérias e outro tipo de organismos mais simples. Os investigadores do MIT responsáveis pela descoberta foram capazes de criar um circuito de genes com uma enzima capaz de reagir a uma determina célula imune.

Os investigadores foram mais longe e estão agora capazes de criar múltiplos destes circuitos, o que possibilita a um médico, em teoria, saber histórico de saúde de um determinado indivíduo. Apesar do entusiasmo que a descoberta está a gerar, conta o Engadget que esta capacidade ainda deverá estar longe de chegar, pelo que de momento apenas é de esperar que sirva como uma ferramenta parta vigiar infeções ou avanços de casos de cancro.

Fonte: NM

"Devoltem à vida" uma jovem egípcia mumificada há 2000 anos


Quando morreu, esta jovem, chamada de Meritamún (a amada do Deus Amon), teria entre 18 e 25 anos de idade, ela sofria de anemia e teve abcessos e cárie dentária.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Melbourne (Victoria, Austrália) usou tomografia computorizada e impressões em 3D de um crânio e a reconstrução do rosto de uma jovem mulher que pertencia à nobreza e que viveu há cerca de 2000 anos, no antigo Egipto, informa o jornal 'Daily mail' .

Os investigadores determinaram que esta mulher, provisoriamente chamada de Meritamún (a amada do Deus Amon), teria entre 18 e 25 anos de idade, e sofria de anemia e teve abcessos dentários e cavidades morreu.

Seus problemas de boca sugerem que esta pessoa pode ter vivido a 331 aC, quando Alexandre, o Grande, conquistou o Egipto o açúcar introduzido.Outra alternativa é que seus ferimentos foram resultado do consumo de mel, uma circunstância que iria colocar a jovem a 1500 aC especialistas ainda estão tentando esclarecer detalhes sobre sua vida, comida e sua origem exacta.

Varsha Pilbrow, biólogo, antropólogo e professor do Departamento de Anatomia e Neurociências da Universidade de Melbourne, disse que "a ideia do projecto é levar esta relíquia, em certo sentido, de volta à vida através do uso de novas tecnologias", com pontos de vista que os alunos aprendem a "diagnosticar as condições que marcam nossa anatomia e detectar como as populações afectadas pelo ambiente em que viveram."

Janet Davey, egiptólogo forense da Universidade de Melbourne, afirma que "com esta reconstrução estão a renascer a sua identidade" e "em troca, dão-nos uma excelente oportunidade para investigar e aumentar o conhecimento e tecnologia."




Fonte: RT

Avião russo Geofísica vai desvendar questões sobre o clima da Terra

Avião M-55 Geofísica

O impacto das monções asiáticas sobre o clima do planeta será estudado com ajuda de avião russo chamado M55 Geofísica, informou a assessoria de imprensa da Corporação Unida de Construção Aeronáutica (OAK, sigla em russo) na terça-feira (23).

Hoje mesmo o avião vai pousar no sul da Grécia com objetivo de realizar estudos meteorológicos das camadas mais altas da atmosfera. A pesquisa será realizada por iniciativa da UE e no âmbito do projeto internacional StratoClim.

"Teremos que examinar o impacto exercido pela monção asiática que se estende das Filipinas, passa pela Índia e região árabe e sai dos limites da Espanha, sobre o clima global", informa a assessoria de imprensa citando o construtor-chefe do avião Gennady Belyaev. 

O projeto do avião Geofísica foi minuciosamente preparado. A aeronave já realizou cinco voos, entre eles dois noturnos.

Em Calamata, na Grécia, 29 aparelhos de 26 centros de pesquisa científica da Europa e EUA, com peso total de 2,4 toneladas, serão instalados no avião.

A expedição internacional StratoClim inclui duas etapas. Na primeira etapa, o avião Geofísica realizará voos a uma altitude de cerca de 20 mil metros a partir de Calamata, enquanto que no próximo ano, as pesquisas continuarão na Índia.

Vale frisar que o avião já realizou voos sobre o território do Ártico, Antártida, parte continental do Brasil, Austrália e África. Graças ao projeto, foram feitas várias descobertas, inclusive o registo da temperatura recorde da atmosfera do planeta – 91,8 graus negativos.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

É possível cortar madeira com papel?


Os autores deste vídeo já obtiveram mais de meio milhão de acessos no seu canal do YouTube, assim como a sua experiência com os internautas estão convencidos de algo que parecia impossível.

Fonte: RT

Cientistas descobrem 'farol' da Via Láctea

Imagem da galáxia na Via Láctea feita pelo telescópio da NASA em 2004

Até agora não se tinha conseguido calcular a distância até esta estrela.

Astrónomos russos e estrangeiros mediram pela primeira vez a distância até ao pulsar 2S 1553-542 na "parte de trás" da nossa galáxia e que se descobriu ser uma das estrelas de neutrões da Via Láctea mais distantes de nós, diz o artigo da revista Monthly Notices of the Royal Academy of Sciences.

O pulsar foi descoberto em 1975. Os estudos indicaram que é uma estrela dupla constituída por um pulsar e uma gigante azul espalmada parecida com um ovo deformado por causa de sua grande velocidade de rotação.

Segundo Aleksandr Lutovinov, especialista do Instituto de Estudos Espaciais da Academia de Ciências da Rússia, este pulsar atrai a atenção dos astrónomos há muito tempo porque o seu companheiro esteva invisível até ao último momento. Isso indicava que o 2S 1553-542 estava longe e isso não permitia avaliar a distância entre a Terra e esta estrela de neutrões.

O mistério deste pulsar foi resolvido somente agora graças ao relâmpago que aconteceu no fim de 2015. Estes objectos celestes são cefeídas, uma espécie de "farol espacial" que permite avaliar distâncias espaciais devido ao carácter das suas pulsações.

Usando as coordenadas precisas do pulsar, astrónomos russos e estrangeiros conseguiram encontrar não uma, mas cinco estrelas no local onde se prevê que esteja o pulsar. Isso colocou o problema de determinar qual delas é o satélite do 2S 1553-42.

A equipe de Lutovinov conseguiu "decifrar" as características espectrais de todas as cinco estrelas e encontrar uma entre elas com as características correspondentes.

Descobrindo a estrela, os cientistas conseguiram calcular a distância até ao pulsar. Ela é inesperadamente muito grande – a estrela fica a 65-78 mil anos-luz da Terra no lado oposto da galáxia, num dos extremos da constelação de Sagitário. É o pulsar e estrela dupla de raio X mais distante que se conhece até este momento.

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sábado, 20 de agosto de 2016

Relâmpago atinge a Estátua da Liberdade na cabeça


Ontem, um forte relâmpago acertou na cabeça da Estátua da Liberdade – o símbolo dos EUA.

O vídeo foi publicado no Twitter pelo portal americano Breaking911. O vídeo mostra como um relâmpago fortíssimo passa por toda a estátua: da tocha em sua mão estendida até a fundação. Outro relâmpago golpeou mesmo a cabeça da estátua.

​Mais tarde foi relatado que ninguém sofreu no incidente. A própria estátua, que simboliza a liberdade e a democracia, parece não ter ficado danificada.


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O AIRLANDER 10 (OU O MAIOR AVIÃO DO MUNDO) JÁ FEZ O SEU PRIMEIRO VOO

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O Airlander 10, o maior avião do mundo e também conhecido por Rabo Voador, fez o seu voo de estreia na passada quarta-feira.

O voo inaugural do Airlander 10 deveria ter acontecido no último domingo mas, devido a alguns problemas técnicos, teve de ser adiado para esta quarta-feira.

Os adeptos de aviões puderam então assistir à descolagem do maior avião do mundo, também apelidado de Rabo Voador, no aeroporto de Cardington, próximo da cidade de Londres.

A estreia aconteceu exatamente no mesmo local em que, durante e depois da I Guerra Mundial, este tipo de aeronave era construída. O voo durou cerca de uma hora.

Este veículo voador, de 93 metros de comprimento e 44 metros de largura, é uma espécie de cruzamento entre um dirigível e um avião.

A aeronave começou por ser um projeto do exército norte-americano, que gastou 300 milhões de dólares, mas que depois acabou por desistir desta ideia.

Felizmente, a empresa britânica envolvida, a Hybrid Air Vehicles, decidiu continuar com ele, assumindo as despesas de desenvolvimento mas também apoiada pelo Governo inglês.

Segundo o fabricante, este Rabo Voador, que se enche com gás hélio, pode voar até 4.900 metros de altitude e desenvolver 148 km/h.

Para já, é capaz de levantar dez toneladas de carga ou pessoas, gastando menos combustível do que as aeronaves convencionais.

Orçado em mais de 100 milhões de euros, pode descolar verticalmente como um helicóptero, o que significa que consegue levantar voo e aterrar em quase qualquer tipo de superfície, nomeadamente gelo, água e deserto.

Até 2020, a Hybrid Air Vehicles tem planos para construir um Airlander ainda maior, capaz de carregar 50 toneladas.


Fonte: Hypescience

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Bolas pré-históricas alienígenas ou fetos: Descoberta misteriosa ao largo da costa do Reino Unido


As bolas incomuns encontradas nas praias no sul da Inglaterra surpreendeu os turistas.

Muitos turistas ficaram intrigados com a descoberta nas praias dos condados de Devon e Cornwall (Reino Unido) de centenas de bolas 'Aliens', relata Daily Mail .

As testemunhas acreditam que a descoberta são 'bolas' pré-históricas ou até mesmo objectos de origem alienígena. Alguns pais proibiram os seus filhos de tocar por medo de ser venenoso. "Eu levei uma para casa, mas fiquei com medo que poderia atacar e joguei fora, " diz um turista.

No entanto, os cientistas acreditam que têem a resposta para o enigma. Os biólogos marinhos estimam que é uma espécie de ouriços do mar que habitam as zonas costeiras da Grã-Bretanha e Irlanda. 

Ao morrer soltam suas conchas de cor castanha. O período excepcional de calma do mar pode ter permitido um aumento na reprodução deste plâncton, o que fez com que, em última análise, a morte dos ouriços.

Segundo estes especialistas em Maio de 1995, um caso semelhante de morte em massa de ouriços do mar nas costas do sul do Reino Unido foi gravado.

Fonte: RT
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