quinta-feira, 27 de abril de 2017

Gravuras antigas mostram que cometa atingiu a Terra e despoletou Idade do Gelo

A "Pedra do Abutre" em Gobekli Tepe, Turquia.
A “Pedra do Abutre” em Gobekli Tepe, Turquia.

Símbolos antigos esculpidos em pedra, num local arqueológico na Turquia, contam a história de como um cometa, com um impacto devastador, desencadeou uma mini-Era do Gelo na Terra, há mais de 13 mil anos.

Conhecido como “Pedra do Abutre”, este pilar preenchido com gravuras esculpidas sugere que vários fragmentos de um cometa atingiram a Terra por volta de 11.000 a.C..

As gravuras foram descobertas em Gobekli Tepe, um local arqueológico no sul da Turquia, que os especialistas acreditam agora que pode ter sido um antigo observatório.

Os investigadores recorreram a software de computador que foi usado para combinar inscrições de animais – interpretadas como símbolos astronómicos – a padrões de estrelas.

No artigo científico, publicado no jornal Mediterranean Archaeology and Archaeometry, os cientistas sugerem que o desastre ocorreu em 10.950 a.C., já que outras evidências encontradas num núcleo de gelo, na Gronelândia, indicam um impacto aproximadamente no mesmo período. O cataclismo deu início a um clima frio que durou mil anos.

Astrónomos antigos

“Parece que Gobekli Tepe foi, entre outras coisas, um observatório para monitorizar o céu nocturno”, refere o investigador que liderou a pesquisa, Martin Sweatman, da Escola de Engenharia da Universidade de Edimburgo, na Escócia, em declarações à New Scientist.

“Um dos seus pilares parece ter servido como um memorial para este evento devastador – provavelmente, o pior dia da história desde o final da Idade do Gelo”, acrescenta.

As gravuras parecem ter permanecido como algo importante para Gobekli Tepe durante milénios, indicando um evento que teve um impacto muito sério e duradouro.

Uma série de símbolos na pedra sugerem que as mudanças de longo prazo no eixo de rotação da Terra foram registadas pelos primeiros astrónomos, usando uma forma inicial de escrita.

A descoberta também apoia a teoria de que a Terra experimenta períodos em que impactos de cometas são mais prováveis, devido à órbita do planeta. 


Ler mais AQUI

NASA acredita que "está perto de descobrir vida extraterrestre"


A humanidade pode estar muito perto de uma descoberta verdadeiramente única. A mensagem foi revelada por Thomas Zurbuchen, da Diretoria de Missão Científica da NASA, no âmbito de uma audiência do Comité para a Ciência, Espaço e Tecnologias, dos EUA, na quarta-feira.

"Tendo em conta as atividades de busca de vida em diferentes campos científicos, acreditamos que estamos à beira de uma das descobertas mais profundas e nunca antes vista", referiu durante o evento que decorreu em Washington D.C.

Na audiência, o cientista fez uma breve resenha das importantes descobertas feitas pela NASA nos últimos meses. "Há duas semanas, a missão Cassini demonstrou que existe hidrogénio na lua Encélado, de Saturno, ao mesmo tempo que a equipa da Hubble anunciava os resultados da segunda campanha de observação aos oceanos de Europa, uma das luas de Júpiter. Em ambas as descobertas, ficou provado que há um claro potencial de vida", referiu.

"Mesmo sem ter descoberto sinais de vida que sejam definitivos, a nossa pesquisa está a fazer progressos notáveis", concluiu.

This morning I participated in the @HouseScience hearing on ‘Advances in the Search for Life’. Exciting to see this support for astrobiology

Esta mesma ideia foi defendida por Seth Shostak, astrónomo do Instituto SETI: "Ainda não se sabe quando é que vamos encontrar vida fora da Terra. Mas, muitos investigadores acreditam que essa descoberta está iminente", explicou.

@SethShostak: No one knows when – or even if – we will find life beyond Earth. Most researchers think that such a discovery is imminent

Marte vai continuar no foco dos investigadores da NASA. Em 2020, está previsto um trabalho numa região daquele planeta onde o ambiente mais antigo terá favorecido a vida. Vão procurar amostras de vida passada que serão, depois, analisadas na Terra.

Fonte: JN

Besouro de aspeto alienígena encontrado no Japão

Resultado de imagem para Besouro de aspecto alienígena encontrado no Japão

Esta é provavelmente a fase de evolução mais estranha do Besouro-hércules. Conheça a fase pupilar deste inseto!

O besouro-hércules é um inseto que possui um habitat natural na América Central e do Sul. O animal passa por três fases até atingir a idade adulta, a mais bizarra é a "fase pupilar" que dura duas a três semanas. Um exosqueleto é formado sobre o seu corpo, ficando com um aspeto muito bizarro.

Veja imagens filmadas em Nobeoka, Japão.


Fonte: NM

Novo planeta descoberto tem condições semelhantes às da Terra

Sistema Solar

Um grupo internacional de pesquisadores anunciou ter descoberto um novo planeta com tamanho semelhante ao da Terra, informou na quarta-feira (26) a NASA.

Segundo dados da agência, o planeta em questão tem quase o mesmo tamanho que a Terra e está afastado da sua estrela à mesma distância que existe entre o nosso planeta e o Sol.

"Esse planeta, coberto por gelo, é o menor dos que foram descobertos com lente gravitacional", conta o cientista do Laboratório de Propulsão a Jacto de Pasadena, estado da Califórnia, Yossi Shvartzvald, falando sobre os detalhes da descoberta.

Microlensing, a technique that looks for a drop in the brightness of a star, was used to find this ‘iceball’ world: http://go.nasa.gov/2p4Syav

​Os cientistas da NASA indicam: "Provavelmente, o planeta é demasiado frio para existir vida semelhante à nossa, pois sua estrela é muito fraca."

O planeta em questão, baptizado de OGLE-2016-BLG-1195Lb, foi encontrado no âmbito da pesquisa com lente gravitacional (Optical Gravitational Lensing Experiment, OGLE), realizada na Universidade de Varsóvia, Polónia. Além disso, os cientistas usaram a rede de telescópios sul-coreana KMTNet e o telescópio espacial norte-americano Spitzer.

Os planetólogos da agência espacial sublinham que a descoberta permite entender melhor o deslocamento dos planetas na nossa galáxia.

Ler mais AQUI

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Humanos podem ter chegado ao continente americano há 130.000 anos

Humanos podem ter chegado  ao continente americano há 130.000 anos

Um novo estudo - controverso - publicado na revista Nature esta quarta-feira, conclui que o Homem chegou às Américas mais de 100.000 anos antes do estimado até agora.

De acordo com um grupo de investigadores da Califórnia, pedras partidas e ossos de mastodonte provam que houve atividade humana na região muito tempo antes dos 20 mil anos habitualmente considerados para o Homo Sapiens. 

A nova hipótese coloca ainda duas outras dúvidas imediatas: quem seriam esses Homens e como chegaram ali?

O estudo levanta a possibilidade de hominídeos, como os Neandertais ou um grupo conhecido como Denisovanos ou hominídeo de Denisova, tenham de alguma forma chegado à América do Norte vindos da Ásia e prosperado. Outras hipóteses admitem que possam ter vindo do Alasca.

O estudo foca fragmentos de osso antigos encontrados em 1992 durante reparações de uma estrada na área suburbana de San Diego. 

A descoberta parou a construção. E o paleontologista Tom Demeré, do Museu de História Natural de San Diego, liderou uma escavação do local ao longo de cinco meses.

A sua equipa descobriu dentes, chifres e ossos de um antigo parente dos elefantes, chamado mastodonte (mammut americanum), junto a grandes pedras partidas e desgastadas.

Tinha sido tudo coberto por um pó fino deixado por água corrente. Mas Deméré achou que as rochas eram demasiado grandes para terem chegado ali trazidas pelo antigo riacho.

"Pensávamos em explicações possíveis para este padrão e voltávamos sempre à hipótese de que poderiam estar envolvidos humanos ", refere Deméré. 

Chegada anterior a 20.000 anos

Nos anos 1990, tentativas de datar o marfim sugeriram que este tinha 300 mil anos mas Deméré manteve-se cético. Considerava que os seus colegas tinham usado um método de datação problemático e a idade indicada parecia também muito improvável para seres humanos viverem na Califórnia - mesmo se atualmente alguns estudos indicam datas anteriores à normalmente indicada.

Ao longo da última década, pesquisas arqueológicas e estudos de ADN moderno e antigo chegaram ao consenso de que os seres humanos povoaram as Américas há 20 mil anos, vindos da Ásia, tendo chegado ao Alasca através de uma ligação terrestre existente no estreito de Bering. Há 15 mil ou 14 mil anos alcançaram o extremo oposto na América do Sul.

Alguns estudos referem que os seres humanos chegaram antes dos 20 mil anos apontados. Mencionam locais onde foram encontradas pedras que parecem instrumentos assim como grandes ossos animais com desgastes aparentemente provocados por humanos. Muitos cientistas permanecem céticos sobre estas hipóteses.

Entre os pesquisadores que defendem uma data anterior para a chegada de Homens à América estão os dois co-autores de Deméré no estudo agora publicado: Kathleen Holen e o marido, Steven Holen, são arqueólogos no Centro para a Pesquisa do Paleolítico Americano, em Hot Springs, no Dakota do Sul. 

Ambos publicaram já estudos sobre diversos locais no Midwest onde alegam existirem provas da presença humana com até 40.000 anos. Quando ouviram falar do mastodonte de San Diego, o casal Holen visitou Deméré em 2008, para ver os vestígios encaixotados. 

"Estávamos a olhar para algo muito, muito antigo, mas tinha os mesmos padrões de fratura que tínhamos visto antes", afirma Kathleen. Os ossos pareciam ter sido colocados numa grande pedra que servia de bigorna e batidos com uma rocha usada como martelo, referem.


A datação

A equipa sustenta que as pedras recuperadas no local foram usadas ou para extrair a medula óssea dos ossos do mastodonte ou para fazer ferramentas de osso mais delicadas.

Não há também marcas óbvias de cortes no osso, o que sugere que o animal não foi morto nem desmembrado pela sua carne.

O artigo da Nature refere que, usando novos métodos, mais recentes, os investigadores tentaram de novo determinar a idade do local. Não foi fácil. 

Por um lado não podiam usar radiocarbono nos restos do osso do mastodonte, pois este não possuía proteína de colagénio com carbono. Um segundo método era demasiado impreciso. 

Uma terceira técnica, que mede níveis relativos de urânio radioativo e thorium presente no osso, sugeria que os restos tinham 130 mil anos.

"Tenho a certeza que muitos dos nossos colegas vão mostrar-se muito céticos. Estou à espera disso. Isto é muito, muito mais antigo do que a maioria dos arqueólogos esperam ver hominídeos na América do Norte", reconhece Steven Holen. "Até eu digo isso". 

John McNabb, um arqueólogo especializado no Paleolítico, da Universidade de Southampton, no Reino Unido, mostrou-se entusiasmado à revista Nature. "É uma descoberta espantosa e - se for genuína - muda tudo. Realmente muda os pressupostos completamente" afirma. 

"Suspeito que o estudo vai provocar muitas reações e a maior parte delas não vai ser de aceitação", vaticina o especialista.

Erella Hovers, uma arqueóloga que reviu o estudo para a revista, teve a mesma reação. Conta que começou por erguer as sobrancelhas quando o trabalho lhe chegou à caixa de e-mail. "Foi como: a sério?".

Após revisões comparativas dos dados, que demonstraram que bater em ossos de elefantes modernos com pedras produz padrões de estragos semelhantes aos marcados nos ossos do mastodonte, Hovers convenceu-se que estes foram criados por hominídeos na atual Califórnia.

"Isto é alucinante", afirma. "Levanta uma tonelada de perguntas porque não sabemos mais nada, exceto que aqui existiu uma qualquer espécie de povo nesta altura".

Afastar hipótese de ação da natureza

Também o método de datação, baseado em modelos simples de como o urânio se entranha no osso vindo da água, não tem falhas óbvias mesmo sendo simplista. 

"De forma geral, os resultados parecem ser tão bons como quaisquer outros", afirma Alistair Pike, um arqueólogo da Universidade de Southampton, especializado neste método de datação.

Já um especialista em ADN antigo, Pontus Skoglung, um geneticista de população da Universidade Médica de Harvard em Boston, Massachussets, refere que o estudo da relação da história evolutiva do mastodonte em causa com a de outros mastodontes poderá ajudar a estabelecer a idade do local.


"Se a descoberta se confirmar", acrescenta, "será uma das mais absolutas revisões da nossa visão do povoamento da Terra". 

Antes de invocar a ação humana, os investigadores terão contudo de afastar definitivamente a possibilidade do efeito de forças naturais nas pedras e nos ossos, avança David Meltzer, um arqueóloga da Universidade Metodista de Dallas, no Texas. 

"Se vamos atrasar a antiguidade humana no Novo Mundo em mais de 100 mil anos de uma penada, vamos precisar de o fazer com base num caso arqueológico bem melhor do que este", refere.

Quem seriam?

Entretanto, já há vários candidatos aos primeiros povoadores.

Os antepassados dos modernos humanos não-africanos deixaram aquele continente há menos de 100 mil anos mas migrações anteriores poderiam ter chegado à América do Norte referem Deméré e os seus colegas. 

Lembram a descoberta de dentes semelhantes aos do Homo-sapiens e com 100 mil anos na China e vestígios genéticos que ligam grupos de indígenas da Amazónia a habitantes de ilhas asiáticas e apontam uma possível migração anterior para as Américas.

Chris Stringer, um paleoantropólogo do Museu de História Natural de Londres, é mais favorável à hipótese de Denisovanos ou de Neandertais, já que ambos viveram na Sibéria do Sul há pelo menos 100 mil anos. Mas não há provas de que qualquer um dos dois pudesse sobreviver à viagem através do Ártico, da Sibéria para o Alasca.

"Muitos de nós querem ver provas que sustentem esta antiga ocupação, noutros locais, antes de abandonarmos o modelo convencional de uma primeira chegada de hominídeos dentro dos últimos 15 mil anos", afirma.

"Vamos começar a procurar", promete Deméré, já com intenção de escavar noutro local da Califórnia que a sua equipa estudou há alguns anos.

Já Steven Holen espera que outros cientistas se juntem à busca. "Mantenham os olhos abertos para estes tipos de materiais quando estiverem em campo", apela. 

"Não digam apenas 'não pode ser!'"

Fonte: RTP Noticias

Aliens podem ter existido no nosso sistema solar muito antes de nós

Aliens podem ter existido em nosso sistema solar muito antes de nós
170425-ancient-aliens-solar-system-feature
Resultado de imagem para Aliens may have existed in our solar system long before us

O sistema solar que a humanidade chama de lar pode ter sido habitado por uma espécie extinta de alienígenas espaciais, sugeriu um cientista de topo.

Um cientista espacial sugeriu antigos extraterrestres poderiam ter vivido em Marte, Vénus ou até mesmo na Terra antes de desaparecerem sem deixar vestígios.

Num fascinante trabalho académico sobre "espécies tecnológicas indígenas anteriores", James T. Wright, da Universidade Estadual da Pensilvânia, levantou a fascinante possibilidade de que evidências desses alienígenas extintos pudessem existir em algum lugar do sistema solar.

Wright é um astrónomo que recebeu atenção global depois de sugerir que uma "mega estrutura alienígena" havia sido vista em órbita ao redor de uma estrela distante.

Agora o astrónomo disse que extraterrestres avançados podem ter deixado atrás de "assinaturas tecnológicas" para que nós encontramos - somente nós não sabemos onde as procurar.

"Uma espécie tecnológica indígena anterior poderia ter surgido na Terra ou em outro corpo, como uma Vénus pré-estufa ou um Marte húmido", escreveu.

Entretanto, a maioria da evidência arquelógica de uma civilização antiga estaria provavelmente perdida.

As placas tectónicas da Terra efectivamente "apagariam" os vestígios de uma civilização que viveu à biliões de anos.

Vénus está sob o efeito de um severo efeito estufa e também sofre semelhante "erosão", que iria varrer e limpar todos os artefactos.

Isto deixa apenas um punhado de lugares onde os arqueólogos podem encontrar vestígios de uma civilização extraterrestre perdida.

"Poder-se-ia esperar que as tecno-legendas indígenas permanecessem extremamente antigas, limitando os lugares que ainda poderiam ser encontrados sob as superfícies de Marte e da Lua, ou no Sistema Solar externo", acrescentou Wright.

Disse que a evidência alienígena provavelmente estaria enterrada sob o solo, permitindo que ela tenha sobrevivido aos impactos de asteróides.

"Estruturas enterradas sob as superfícies podem sobreviver e ser descobertas, desde que não sofram uma colisão tão grave que sua natureza artificial seja destruída", acrescentou Wright.

"Simplesmente destruí-los os tornaria não funcionais, mas eles ainda poderiam ser tecnológicamente reconhecidos.

"Podemos conjecturar que assentamentos ou bases sobre esses objectos teriam sido construídos sob a superfície por uma variedade de razões, e assim ainda hoje ser em descobertos".

O astrónomo sugeriu que velhas naves espaciais ainda poderiam permanecer no Cinturão de Asteróides ou no Cinturão de Kuiper, um disco na própria borda do sistema solar que é composto de objectos gelados.

Esses artefactos são provavelmente os restos de sondas antigas, bases espaciais ou instalações industriais.

"No caso de uma espécie tecnológica indígena anterior, os artefactos poderiam ter tido propósitos totalmente diferentes, como operações de mineração de asteróides ou assentamentos em outros planetas e luas", escreveu Wright.

"Tais estruturas teriam ficado em mal estado, especialmente se seus criadores estiverem ausentes."

Então, de onde vêm esses alienígenas?

Wright sugeriu que eles pudessem surgir de algum lugar muito próximo de casa.

A presença da vida inteligente na Terra torna mais provável que os velhinhos extraterrestres vindos deste sistema solar, em vez de ser descendente de uma "espécie extraterrestre que atravessou espaço interestelar", concluiu.

Em caso de 'Homem ao Mar', esta pulseira portuguesa vai salvar-lhe a vida


Trata-se do primeiro sistema de alarme em Portugal que funciona através de ligação ao smartphone.

Chamam-se Sea Tags e são pulseiras que foram desenhadas para salvar a vida de quem ficar à deriva no mar ou estiver em risco de se afogar.

Vencedoras do prémio Dame Design Awards 2016, estas pulseiras permitem “transmitir continuamente um sinal que é monitorizado por um ou vários smartphones através de uma aplicação gratuita, utilizando as tecnologias Bluetooth e GPS”.

Assim, quando a pulseira estiver imersa ou muito longe de uma embarcação, o sinal é interrompido e o smartphone ou os smartphones aos quais a pulseira estiver conectada acionam um alarme e registam a posição GPS no momento do incidente.

“Esta tecnologia é ideal para vigiar crianças, para a navegação noturna, para pequenas tripulações e para a navegação a solo na zona costeira”, refere, em comunicado, Mário Afonso, diretor da Orey Técnica Naval, a empresa responsável pela criação das pulseiras.

Fonte: NM

Cientistas russos criam robô universal que pode ver como os humanos

Robô

Uma equipe de cientistas da Universidade de Novossibirsk tenciona apresentar em breve uma plataforma robotizada dotada de “visão”, semelhante à nossa.

Os cientistas da Universidade Estatal de Novossibirsk se comprometeram a criar um robô capaz de se orientar no espaço graças a uma "visão" fora do comum, semelhante à nossa, comunica o portal oficial do estabelecimento de ensino superior russo.

Foi apontado que todos os modelos de robôs se movem actualmente graças à ajuda de sistemas de determinação de posição em seu interior que implicam a instalação de vários dispositivos de referência ligados a uma rede ou a um sistema de carregamento não sustentável.

Como resultado, o novo robô, cujo primeiro protótipo vai ser apresentado no próximo outono, vai ser dotado de visão semelhante à das pessoas e vai conseguir distinguir objectos pequenos e ao mesmo tempo encontrar uma solução para se carregar em caso de necessidade.

Segundo os cientistas, o robô pode ter três aplicações potenciais: levar café, esvaziar o lixo, acompanhar uma pessoa na cidade, guardar edifícios, etc.

Ler mais AQUI

Invasão extraterrestre: ex-director da NASA prevê ataque do espaço

Maquina de guerra alienígena

Charles Bolden, ex-director da NASA, comunicou no dia 22 de abril que a Terra será atacada por extraterrestres em breve.

A declaração em questão foi pronunciada durante uma conferência da NASA.




​"O espaço possui muitas coisas terríveis e há grande possibilidade dessas coisas já terem notado nossa existência. Propusemos que no Universo há pelo menos 30 mil civilizações extraterrestres. Trabalhamos activamente no espaço nos últimos dez anos, por isso muito provavelmente chamamos a atenção de pelo menos algumas dessas civilizações", declarou Charles Bolden durante uma conferência da NASA.

Segundo ele, civilizações extraterrestres vão invadir o nosso planeta até 2025. O motivo da intervenção alienígena, segundo ele, corresponde à actividade do ser humano no espaço.

@ChloeGMoretz Charles Bolden administrator for NASA,,is forced to resign,after he announces,extraterrestrials are real! pic.twitter.com/WLb3NnHiPb

​Entretanto, ele acrescentou que sua declaração não é uma hipótese e alertou para importância de tomada de decisões agora.

Muitos funcionários da NASA repudiaram a declaração de Bolden, afirmando que a NASA não possui informações sobre o assunto e as palavras pronunciadas pelo astronauta são apenas sua opinião individual.

Ler mais AQUI

Este avião russo vai revolucionar o combate aéreo

Sukhoi_T-50_Pichugin_2

A Força Aérea Russa está a testar aquele que promete ser o avião-caça mais inovador do mundo. Conhecido oficialmente como Sukhoi PAK FA mas já conhecido pelos fãs de aviões militares pelo seu nome de código T-50, o avião está em fase de testes desde 2010 e vai entrar ao serviço em 2018. Vai ser a primeira aeronave militar russa a utilizar tecnologia anti-radar e promete ser mais rápido e ágil que qualquer avião de combate em atividade.

Sukhoi_T-50_Beltyukov

Sukhoi_T-50_Pichugin

O PAK FA foi desenvolvido pela Sukhoi mas vai ser construído nas fábricas da KnAAPO (Komsomolosk) e da NAPO (Novosibirsk), especializadas em produtos para uso militar. O T-50 é o nome dado a oito protótipos atualmente a ser testados pela Força Aérea Russa e também vai servir de base para um modelo idêntico das Forças Armadas Indianas. O custo de cada unidade é de 46 milhões de euros, um terço do custo unitário do rival americano F-22 Raptor.

Sukhoi_T-50_MAKS’11_Zherdin

PAK_FA_T_50_compressor_stall_on_MAKS_2011

Sukhoi_T-50_in_2011_(4)

Na Rússia, o PAK FA vai substituir o MiG-29 e Su-27. A carroçaria usa materiais compósitos em quase toda a sua estrutura, e foi idealizada para absorver ondas de radar de alta frequência. Em termos de armamento, este vai ser guardado internamente para não afetar o desempenho anti-radar. Mesmo assim, espera-se que seja capaz de transportar até uma grande variedade de mísseis e tem ainda um canhão de 30 mm. Vai poder ser usado para combates ar-ar e para atingir alvos em terra. No cockpit, estão disponíveis dois ecrã LCD multi-funções com 38 cm. Os dois motores Saturn AL-31 vão permitir-lhe atingir velocidades de Mach 2.0 (2140 km/h) e uma autonomia de 3500 km.

Ler mais AQUI

terça-feira, 25 de abril de 2017

O fim está a chegar: Monge Macedónio prevê futuro catastrófico para a nossa civilização

Apocalipse

Videntes em vários países falam sobre uma iminente Terceira Guerra Mundial, afirmando que o nosso tempo está chegando ao fim.

Efrem Filofejskij, monge do monte Athos, prevê tempos terríveis para o mundo. 

"Nosso tempo está a chegar ao fim. Esperam-nos tempos duros e perigosos para a nossa existência. O diabo está com raiva e abriu a sua boca, como um inferno, que está pronto para nos devorar. Feliz o que conseguir escapar", prevê Efrem. 

Não é só ele a fazer uma previsão tão dramática. O vidente Horacio Villegas, que previu a vitória de Trump, afirma que em 13 maio de 2017 começará a Terceira Guerra Mundial, fatal para a humanidade. 

Entre as fontes mais sérias está o marido da antiga vice-secretária de Estado dos EUA Viktoria Nuland, Robert Kagan, que augura um futuro catastrófico num artigo para o Foreign Policy

Segundo um arquimandrita ortodoxo de Odessa, a Terceira Guerra Mundial vai começar em um país pequeno, mas as suas consequências vão atingir a Rússia, os EUA e todo o mundo.

Ler mais AQUI

Visão científica: O que aconteceria se extraterrestres contactarem com a Terra?

Satélite no espaço

Cientistas avisam que a resposta às civilizações extraterrestres pode levar à destruição completa da Terra.

Andrew Siemion, director científico do projecto Breakthrough Listen, acrescentou que está pensando muito sobre a possibilidade de contacto com os extraterrestres. 

"Durante cinco ou dez minutos por dia antes de ir para a cama penso o que podemos fazer se detectarmos um sinal. É muito difícil prever como o mundo vai reagir. Mas acho que vai mostrar a reacção muito positiva. Acho que vai ser o momento da unificação", acrescentou Siemion, comunica o The Independent

Entretanto, Stephen Hawking, que também participou do Projecto Breakthrough Listen, acha que, se os humanos responderem a contactos de extraterrestres, isso levar à aniquilação da vida na Terra. 

"Pessoalmente acho que é uma questão que deve envolver todo o planeta", acrescentou ele. 

A Academia da Astronáutica Internacional (IAA) tem uma série de protocolos para as pessoas que estão envolvidas na busca de vida extraterrestre que estipula que quem encontrar algum sinal extraterrestre deve informar todo o mundo sem responder a ele. 


​O mundo potencialmente habitável fora do nosso Sistema Solar é o Proxima b, que fica a 4,2 anos-luz da Terra mas provavelmente não tem nenhuma forma de vida extraterrestre. 

Vários cientistas afirmam ter interceptado sinais que podem ter origem extraterrestre. O Breakthrough Listen classificou estes resultados como "promissores". O projecto publicou os resultados iniciais na semana passada em que apontou ter recebido 11 sinais que podem ser originários de mundos extraterrestre.

Ler mais AQUI

Dê uma olhada nesta erupção solar poderosa!

Uma erupção solar

A agência espacial NASA publicou um vídeo de como partículas carregadas são expulsas de um buraco da coroa solar.

As regiões activas do Sol são áreas com campos magnéticos muito intensos, e os laços da coroa solar, que podem ser vistos na gravação, são fluxos de partículas carregadas que frequentemente se conectam à maior estrela do Sistema Solar.

A tormenta poderia criar auroras impressionantes em todo o mundo, assim como danificar redes eléctricas, que poderia causar apagões em algumas regiões do mundo.

Uma tempestade geomagnética semelhante a essa, classificada como G2, é também capaz de afectar os sistemas de radiocomunicação, bem como funcionamento de naves espaciais.

Não é a primeira vez que os especialistas da NASA observam esse fenómeno, mas, segundo eles, a última observada foi a mais longa e intensa nos últimos anos.


Ler mais AQUI

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Ratos-toupeira imitam plantas quando falta O2


Evolução. Pequeno roedor consegue recorrer à frutose como fonte alternativa de energia

Pequeno, quase cego, desprovido de pelo e com uma existência passada quase integralmente debaixo do solo, nos desertos da África oriental o rato-toupeira-nu não é exatamente o mais popular dos animais. Mas este roedor continua a surpreender os cientistas com o seu repertório de recursos evolutivos que, por comparação com outros mamíferos, quase parecem sobrenaturais.

Nos últimos anos têm surgido estudos revelando que, por exemplo, estes animais são extremamente resistentes ao cancro, para além de serem praticamente insensíveis a uma variedade de formas de dor. Agora, um estudo, coordenado por cientistas da Universidade de Illinois, em Chicago, acrescenta ao "arsenal" biológico do rato-toupeira-nu uma nova arma habitual...no reino vegetal.

À semelhança das plantas, explicou Thomas Park, um dos autores do estudo, o pequeno roedor "reconfigurou alguns pilares básicos do seu metabolismo para se tornar super-tolerante a condições de baixo oxigénio".

Como atestam inúmeras notícias trágicas de acidentes ocorridos em minas, a permanência no subsolo implica riscos de intoxicação por gases tóxicos, elevadas concentrações de monóxido de carbono ou a quebra acentuada nos níveis de oxigénio. Mas, ao longo do seu processo evolutivo, o rato-toupeira-nu desenvolveu a solução para este problema. Quando o oxigénio no ar baixa para níveis críticos, o metabolismo deste animal reage, bloqueando a respiração aeróbica (pulmonar) e libertando elevadas quantidades de frutose na corrente sanguínea. Esta frutose é então utilizada para substituir a energia que seria obtida do ar. Para garantir a sobrevivência máxima, estes animais entram então num estado de animação suspensa, até que as condições melhorem.

De acordo com os investigadores, através deste mecanismo, o rato-toupeira sobrevive até 18 minutos em ambientes totalmente desprovidos de oxigénio. Por comparação, um rato comum não sobrevive mais do que 20 segundos nestas condições. E com níveis baixos de oxigénio, que matariam um humano numa questão de minutos, estes animais aguentam até cinco horas.

Este recurso é particularmente importante porque o rato-toupeira-nu vive em grandes grupos, que facilmente consumiriam o oxigénio disponível numa crise. De resto, esta concentração de indivíduos afeta outros aspetos da organização social desta espécie: o grupo é dominado pelas fêmeas (maiores), sendo que apenas uma se reproduz. Há até quem os compare às formigas.

Fonte: DN

O planeta mais próximo do Sol está morrendo

A superfície do Mercúrio

Os geólogos Kelsey Crane e Christian Klimczak da Universidade da Geórgia (EUA) avaliaram o ritmo de arrefecimento de Mercúrio e o tempo que levou o planeta menor e mais próximo do Sol a adquirir o tamanho que tem hoje.

O estudo, publicado na revista Geophysical Research Letters, informa que anteriormente a sonda MESSENGER (MErcury Surface, Space ENvironment, GEochemistry) encontrou na superfície de Mercúrio numerosas dobras, sinuosidades e fracturas, o que permite concluir sobre a actividade tectónica do planeta, pelo menos no passado.

Os primeiros dados sobre as alterações do tamanho de Mercúrio foram registados pela estação espacial Mariner 10. As saliências e reentrâncias tectónicas na superfície do planeta, segundo os cientistas, podem ter surgido devido ao arrefecimento de Mercúrio. No entanto, apenas agora os geólogos conseguiram estimar o período e a velocidade desses processos.

Os geólogos acreditam que a contração global do planeta começou há mais de 3,85 biliões de anos. A redução do tamanho do planeta é agora pouco perceptível. Mesmo assim, o raio de Mercúrio diminuiu em mais de cinco quilómetros.

Os pesquisadores acreditam que Mercúrio começou a “encolher” após um bombardeio de meteoritos, que terminou há 3,8 biliões de anos e durou aproximadamente 400 milhões de anos. O corpo celeste ainda está se modificando, mas a actividade tectónica praticamente parou e o campo magnético do planeta está cada vez mais fraco.

Mercúrio foi detalhadamente estudado apenas por duas sondas – a Mariner 10 e a MESSENGER. Em 2018 o Japão e a UE planeiam enviar uma terceira missão para Mercúrio, a BepiColombo, composta por duas sondas. Os primeiros resultados da missão ainda demorarão muitos anos a chegar à Terra — mesmo que o lançamento seja realizado em 2018, a estação alcançará o planeta apenas em 2025.

Ler mais AQUI

Cientistas descobrem lagarta capaz de decompor sacos de plástico


Cientistas europeus descobriram uma lagarta que come sacos de plástico, o que poderá significar uma maneira de combater a poluição com plástico, um dos materiais mais difíceis de decompor que se conhece.

Cientistas europeus descobriram uma lagarta que come sacos de plástico, o que poderá significar uma maneira de combater a poluição com plástico, um dos materiais mais difíceis de decompor que se conhece.

A chamada traça da cera, cujas larvas são criadas para usar como isco para a pesca, é um flagelo para as colmeias de abelhas na Europa, e foi por coincidência que uma cientista que também é apicultora descobriu como podem acelerar a degradação do polietileno.

Quando Frederica Bertocchini, do Instituto de Biomedicina e Biotecnologia de Cantábria, em Espanha, limpava as larvas que vivem como parasitas da cera de abelha de uma das suas colmeias, pô-las num saco de plástico e reparou que, pouco tempo depois, apareceram buracos no saco.

A cientista experimentou então juntar cerca de cem lagartas com um saco de plástico comum de um supermercado britânico e verificou que os primeiros buracos apareceram ao fim de 40 minutos.

Após 12 horas, tinham desaparecido 92 miligramas de plástico, um ritmo muito superior ao que os cientistas já experimentaram com bactérias que conseguem consumir apenas 0,13 miligramas por dia.

“Se uma única enzima for responsável por este processo químico, a sua reprodução em grande escala com métodos biotecnológicos deverá ser possível”, afirmou Paolo Bombelli, da Universidade britânica de Cambridge, e o principal autor do estudo divulgado hoje na publicação especializada Current Biology.

O polietileno é usado principalmente em embalagens e representa 40 por cento dos produtos plásticos usados na Europa, onde 38% do plástico acaba em aterros sanitários.

Cerca de um trilião de sacos de plástico é usado todos os anos, representando um fardo enorme para o ambiente, uma vez que o plástico é altamente resistente e mesmo quando começa a decompor-se continua fragmentado e espalhado pelos ecossistemas.

Como as larvas conseguem comer plástico ainda não está completamente estudado, mas os investigadores sugerem que a decomposição da cera das abelhas e dos plásticos pelas larvas envolve um processo químico semelhante.

Frederica Bertocchini salientou que a cera é “um polímero, uma espécie de ‘plástico natural’ com uma estrutura semelhante ao polietileno”.

Ler mais AQUI

Este avião vai ser a cavalaria do ar… com armas laser

160405-F-ZT531-025

A Força Aérea Americana gosta sempre de ter brinquedos novos, mas às vezes demora muito a colocá-los em operação. Isto porque, durante a fase de testes, algum oficial está sempre a querer melhorar alguma coisa. Neste caso, tem desculpa. Afinal, quem pode resistir à ideia de montar armas laser num avião de guerra? Sim, armas laser.

ghostrider_turning

gunsgunsguns

ACC-AF

O que parece tecnologia de futuro poderá muito em breve ser a tecnologia do presente, especialmente no que diz respeito ao AC-130J. Conhecido internamente como Ghostrider (Cavaleiro Fantasma), vai ser o bombardeiro mais artilhado da história da Força Aérea. Já foram testados os canhões de 105 mm, capazes de destruir um tanque. Para ataques mais de perto, vão ser montados também canhões de 30 mm, e está prevista a montagem de mísseis AGM-176A Griffin e Hellfire, bem como explosivos GBU-39 de 113 kg.

7630157104_42e7921f45_k

AKW-AF

O avião vai servir como apoio de infantaria, atingindo alvos no chão antes que possam disparar contra tropas em missão. Mas e os lasers? A Força Aérea tem planos para montá-los no AC-130J Ghostrider até ao final da década. Mas não vão ser nada parecidos com os lasers dos filmes de ficção científica. Aliás, vão ser silenciosos e invisíveis, e vão servir essencialmente para desativar maquinaria inimiga. Só isso? Mas pelo menos há os drones. Esqueci-me dos drones? Pois é, caso o Ghostrider vá sozinho em missões, vai ter o apoio de drones no ar, para atacar qualquer resistência.

Ler mais AQUI


Fonte: Youtube

Há uma extensão que permite ler artigos científicos sem pagar


Para quem trabalha ou estuda na área ou para quem é apenas um curioso, esta extensão promete facilitar a leitura de artigos importantes.

Aceder a um conteúdo científico na internet é fácil, desde, claro, que se pague. Porém, quando se tenta ler um artigo em revistas conceituadas, a missão fica impossível se o objetivo for o de não pagar um cêntimo pelo texto.

Mas temos boas notícias para si. Foi criada uma extensão que permite ao utilizador aceder a conteúdos considerados premium sem que, para isso, seja necessário pagar.

A extensão, conta o Gizmodo, dá pelo nome Unpaywall e está disponível apenas para os browsers Chrome e Firefox, pelo menos para já.

De acordo com a mesma fonte, a extensão é financiada pela Fundação Alfred P. Sloan e pela Fundação National Science via Impactstory, a organização sem fins lucrativos que desenvolveu a extensão.

Quanto ao seu uso, é simples, indica o Gizmodo. Basta proceder à instalação e depois pesquisar um artigo. Se aparecer um cadeado cinzento é porque as notícias não são boas, pois é sinal de que o artigo não está disponível. Porém, se o cadeado for verde é porque poderá ter acesso ao texto sem qualquer entrave.

Mas mesmo que o cadeado seja cinzento, ainda é possível ler parte do artigo de forma gratuita.

Fonte: NM

Universidade cria robô que corre como uma chita

Resultado de imagem para Universidade cria robô que corre como uma chita

A busca por robôs mais eficientes dá frutos todos os dias, com muitos cientistas a basearem-se na natureza para melhorar estas novas máquinas e fazer com que possam trabalhar de modo a servir a sociedade. É o caso desta nova criação de um investigador holandês, que criou uma chita-robô, capaz de duplicar o movimento do felino mais rápido do mundo. Esta não é a primeira do género, já que o MIT também fez uma há dois anos.

Desenvolvido por Geert Folkertsma, um investigador da Universidade de Twente, o robô foi apresentado como parte da sua tese de doutoramento. Folkertsma escolheu a chita porque “os robôs vão tornar-se muito importantes naas nossas vidas e temos que assegurar que se podem movimentar no nosso meio ambiente. O meu aspirador automático não consegue subir escadas e até tem nem passa por ombreiras de porta. Por isso é preciso criar robôs que se movam de forma eficiente e há muito que podemos aprender com a chita”.

O movimento elegante da chita é a inspiração do cientista holandês, que conseguiu criar um esqueleto que anda e corre como este felino, recorrendo a uma peça central semelhante a uma coluna vertebral. O truque, explica, é “não complicar. Em vez de vértebras, montámos uma mola que tem o mesmo efeito. Fizemos o mesmo com as pernas, pois as chitas têm pernas muito musculadas”. Onde o robô não imita a chita é no seu tamanho. Tem apenas 30 cm de comprimento e pesa 2,5 kg, pelo que só corre a 1 km/h, mas Folkertsma acredita que consegue fazer o robô atingir 20 km/h.


Ler mais AQUI

Diga adeus ao pneu furado. Bridgestone tem a solução... amiga do ambiente


Bridgestone desenvolveu uma nova tecnologia que promete revolucionar toda a indústria dos pneus para este tipo de veículos.

Se é utilizador assíduo de bicicletas, certamente, quando sai para a rua vem sempre apetrechado com a sua bomba de enchimento. Mas, saiba que, bem em breve, todo este processo pode ser alterado.

Segundo é noticiado pelo site da Gizmodo, a Bridgestone desenvolveu um conjunto de pneus, em resina rígida, recicláveis, que funciona de forma semelhante ao pneu convencional.
A tecnologia foi primeiramente desenvolvida para ser utilizada em veículos de guerra, mas agora chegará ao consumidor geral.

No fundo, este tipo de pneu não é novidade, mas antes era utilizado um composto de borracha que, no fundo, evitava pneus furados em terrenos mais arriscados.

Agora, a Bridgestone substitui o interior dos pneus por resina termoplástica, uma tecnologia que ajuda a absorver o impacto que chega ao volante em terrenos mais irregulares, por exemplo.


Fonte: NM
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...