segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Verme gigantesco ataca vítima no mar

Verme Eunice aphroditois

O incrível e enigmático mundo submarino tem muitos habitantes misteriosos. Um deles é o verme Eunice aphroditois.

Nas primeiras etapas da sua vida o comprimento deste verme não excede 10 centímetros, mas após a "infância" ele pode atingir de 2 a 3 metros. ​


O verme vive no fundo de oceano e ataca os peixes que passam perto dele. Ele pode também envenenar a sua vítima com toxinas que a paralisam. Este verme habita nas águas quentes do Atlântico e Pacífico.

Já houve precedentes em que este verme foi encontrado em aquários. Assim em 2009 num aquário do condado inglês de Cornualha, uma espécie desconhecida começou a matar os pequenos peixes, após que ele foi retirado para um aquário separado.


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Aprenda a tirar o melhor partido da sua câmara com a ajuda deste simulador

tek câmara

O Photography Mapped é um contributo precioso para quem só agora está dar os primeiros passos de câmara na mão.

A fotografia é uma arte e, como tal, o seu domínio requer tempo e paciência. Este site não vai subtrair esses elementos da equação, mas vai dar-lhe uma ideia de como funcionam os vários níveis de exposição, abertura focal, ISO e de velocidade do obturador e de como a sua combinação influencia o produto final.


Através de um simulador interativo, onde terá de criar as condições perfeitas para fotografar um helicóptero em movimento, o photography-mapped.com mostra-lhe, de forma rápida, como adequar as várias variáveis da sua máquina à fotografia que pretende registar.

O site está disponível através deste link e pode ser uma ajuda preciosa para os fotógrafos que só agora se estão a iniciar na atividade. Para os que já percebem disto, vale pelo design.

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Como fazer mapas estatísticos interactivos de forma simples

Como fazer mapas estatísticos interactivos de forma simples

Existem várias formas de apresentar informação estatística para fácil interpretação. Com as tecnologias actuais, os dados acompanhados de grafismo permitem uma leitura simples e muito rica em pormenor.

O que hoje trazemos é uma dica muito interessante para criar mapas estatísticos em poucos minutos e com um elemento gráfico muito persuasivo.

Quando estamos a interpretar dados, queremos que, num rápido olhar, seja possível interpretar a informação que nos estão a transmitir. Hoje vamos conhecer uma ferramenta que nos permite construir um mapa estatístico de forma simples e rápida. Vamos recorrer a uma plataforma já pronta, denominada Map in Seconds.

Map in Seconds

Basta copiar os dados da sua folha de cálculo, independentemente da plataforma que use, Excel, Google Docs, etc; Colar na interface que o site oferece, escolher o template de cores e, a cada alteração, o site actualiza o mapa instantaneamente.

Os dados podem ser carregados directamente na folha de cálculo que o site dispõe, uma vez que esta aparenta ser intuitiva e fácil de usar. Tenha só em atenção que está a trabalhar num browser e o seu trabalho não pode ser assegurado. O mapa apresentado no site também é interactivo, ou seja, uma vez que passe o rato por cima de um país ou região, este mostrará o nome e os dados associados ao mesmo.

O mapinseconds.com é uma aplicação muito específica mas muito interessante. É preciso ter em atenção dois pontos. Em primeiro lugar que, por vezes, a nível de desempenho a plataforma pode deixar um pouco a desejar quando trabalha com muitos dados. Também deve ter em atenção que este serviço ainda não suporta totalmente o Firefox.

Acreditamos que, brevemente, este serviço deverá resolver cada um destes problemas, numa evolução natural, mas para já ficam estas duas advertências.

E podem os mapas ser descarregados?

É uma das boas vantagens. Cada mapa, fabricado nesta plataforma, pode depois ser descarregado em dois formatos, PPTX ou PNG. Mas também pode ser partilhado através de um link, se quiser manter a interactividade do mesmo.

Uma ideia óptima para ter nos seus trabalhos um mapa interactivo e explicativo.

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O meu amor é uma máquina: Quando a inteligência artificial é companhia íntima


A Inteligência Artificial está a seduzir cada vez mais gente. Literalmente - ao ponto de ser vista como companheira íntima, alternativa ao contacto humano

Apaixonei-me e vamos casar". Até aqui, nada de novo. A surpresa vem da noiva, uma jovem francesa que nunca gostou de contacto físico e descobriu, aos 19 anos, a sua atração por máquinas com aparência humana. Lilly desenhou o seu parceiro de sonho, imprimiu-o em 3D e deu-lhe nome. Ao jornal britânico Daily Mail afirmou que só espera que o seu país legalize o casamento entre humanos e máquinas para formalizar o "relacionamento" de um ano com o seu Inmmovator. Insólito? Perturbação mental? Ou mais um sinal da diluição da fronteira entre realidade e ficção, a par desse estranho fenómeno que é a fuga da proximidade? Assim acontece entre os japoneses: um em cada quatro homens nos seus trintas ainda é virgem, e praticamente metade (49,3%) dos adultos em idade fértil (entre os 16 e os 49 anos) não mostra interesse em sexo.

Curiosamente, não lhes faltam números e estudos sobre o assunto, que até já tem nome: "síndroma do celibato." Por cansaço, tédio e, até, medo da rejeição, há millennials nipónicos dispostos a pagar mais de três mil euros pela companhia de uma assistente virtual holográfica.

A pequena Azuma Hikari (Gatebox), não difere muito das assistentes pessoais disponíveis no mercado pelas principais gigantes tecnológicas (Apple, Google, Microsoft, Amazon). O apelo do gadget inteligente assenta na imagem antropomórfica e capacidade de simular presença e romantismo, por via das mensagens ("vem cedo para casa", "sinto a tua falta") que geram conforto e aliviam a solidão dos celibatários urbanos.

FALAR PARA O BONECO (COM VOZ)

Programados para responder às necessidades, os utilitários digitais criam a ilusão de uma intimidade fácil, ao sabor das conveniências e gostos de cada um, sem as complicações frustrantes das relações ("ralações"?) analógicas, ou face a face. Em síntese, é como se cada humano tivesse direito à sua companhia genial, contida numa lâmpada mágica de Aladino: "Às suas ordens, senhor(a)." Ou a revolução sonhada, tanto quanto temida, que encontramos em clássicos como Blade Runner (filme inspirado no livro de Philip K. Dick e que regressa aos cinemas em outubro, com desenvolvimentos ocorridos em 2049) ou Her (filme de Spike Jonze, de 2013, sobre a relação as ligações íntimas que as pessoas desenvolvem com os seus sistemas operativos inteligentes, numa sociedade futurista).

E, agora, a pergunta que fazem tantos investigadores, da neurociência à física: se um sistema eletrónico é capaz de processar informação, simular (mesmo que de forma grosseira) emoções e aprender com o utilizador, é de admitir que tem consciência? Se sim, terá personalidade jurídica e direitos legais? O mito de Pinóquio, que ganha vida e personalidade própria (com a ajuda do Grilo Falante) parece estar mais vivo que nunca, embora estejamos só no começo.

Depois dos metro, uber e lumbersexuais, preparem-se os criadores e divulgadores de tendências: vem aí o robossexual.

A proximidade entre as duas 'espécies' foi ventilada nos anos oitenta pelo jogador de xadrez e perito em inteligência artificial David Levy. O título do seu livro, lançado há uma década, serviu de mote para o congresso internacional Love and sex with robots. Na segunda edição, em finais de dezembro, em Londres, o especialista não teve dúvidas: o casamento entre humanos e androides vai ser legal até 2050.

Até lá, os interessados em bots, com fins comerciais, de entretenimento ou amorosos (chatbots, lovebots, lovedroids), dispõem de uma panóplia de tutoriais na web. Na vida de todos os dias, arriscam-se perguntas atrevidas na interação com "a voz" de Siri, Alexa, Google Assistant ou Cortana (um teste indireto às capacidades criativas dos programadores): "Qual é o teu género?" E fica-se na mesma, ou seja, é como o sexo dos anjos. A voz é configurável e a linguagem tem dias. Os utilizadores portugueses contentam-se com o português do Brasil, quando essa opção está disponível. Mesmo assim, a maior parte das respostas é "ao lado". Manuel Dias, responsável de gestão e análise de informação da Microsoft, explica porquê: "Em Portugal ainda não há um ecossistema que integre vários serviços dentro de um assistente virtual, mas no dia em que tal acontecer, metade das interações (com bancos, restaurantes, viagens, concertos) serão automatizadas." À explosão dos bots e assistentes alimentados pela inteligência artificial (IA) nos serviços e no mundo laboral, alia-se a febre da experimentação. Por exemplo, dias antes do Natal, Mark Zuckerberg lançou um vídeo com a demonstração do seu novo "brinquedo" de IA, fruto de um ano de trabalho e ainda em testes. Jarvis (nome do fiel mordomo de Iron Man, da Marvel, e é também um acrónimo para IA) é exímio na técnica (entreter a filha Max, ativar a torradeira, atirar uma camisola lavada, acionar o sistema de home video), mas o que deixou os seguidores rendidos foi mesmo a voz. O CEO do Facebook já tinha experimentado a de Arnold Schwarzenegger "um pouco agressiva", revela a mulher, Priscilla Chan, no vídeo que publicou também sobre a app inteligente.

Morgan Freeman foi "a voz" eleita, e a que todos os fãs de Zuckerberg gostariam de ter ao lado, desde o acordar até ao adormecer (por ser uma voz que humaniza qualquer interação). Mas, e há sempre um mas, parece que Jarvis só responde à voz do dono. Para alguns, pode parecer apenas uma brincadeira. Talvez seja bem mais que isso. Voltando a Manuel Dias, da Microsoft: "a interação natural por voz será o novo normal como é hoje o touch; em dois ou três anos, deixaremos de teclar para falar com máquinas".

NARCISAR POR AÍ

No seu novo livro Reclaiming the Art of Conversation in the Digital Age, a psicóloga e investigadora americana Sherry Turckle, do MIT, refere que, em duas décadas, a empatia entre estudantes universitários caiu 40%, algo que ela atribui à perda de capacidade para interpretar a diversidade de expressões faciais e seus significados. Turkle acrescenta que a visão algorítmica da vida se reflete num maior isolamento. Caso para dizer que nunca estivemos tão ligados aos nossos dispositivos e, por inerência, aos nossos umbigos.

Consequentemente, mais permeáveis a novas "necessidades", atraídos pelo consumo de dispositivos programáveis à medida dos nossos desejos infantis.

O guru da IA David Levy vê nos androides (com inteligência incorporada em corpos sintéticos "amigáveis") eventuais esposos, desenhados para serem "pacientes, confiáveis, generosos e que não se queixam".

Contudo, a amplitude de apetites humanos é grande, bem como a necessidade de estar em controlo, e essa sim, mais difícil de assegurar, como se ilustra, no segundo episódio da série Westworld (da HBO e inspirada no filme de 1973, a partir de romance de Michael Crichton). "Queres perguntar, pergunta", diz ela. "És real?", indaga ele. "Bem, se não consegues dizer, isso importa?" Outra coisa que assombra os contraditórios humanos é a previsibilidade dos seus "companheiros geniais", ao ponto de quererem livrar-se deles, como se pode ver na série Black Mirror (Netflix), uma sátira à nossa relação (quase cega) com a tecnologia.

No episódio Be Right Back, que mereceu já uma análise académica e esteve na base de novos serviços pos mortem no mundo real, uma jovem viúva recorre a um programa de AI que tem um avatar do falecido. Martha interage com ele (também sexualmente) após descarregar dados das suas pegadas nos media sociais. Ash vem a ser uma fonte de dissabores, já que apenas lhe oferece "a melhor versão de si", polida, artificial, e Martha só deseja acabar com ele. Será ético? E que dizer da campanha levada a cabo em Inglaterra e na Suécia contra os robots sexuais, por ameaçarem os trabalhadores do sexo e por receio do impacto dos sistemas artificialmente conscientes nos relacionamentos entre humanos? Ainda não é tarde para pensar nos dilemas da tecnologia, mas é seguramente cedo para presumir que os contactos interpessoais serão substituídos por ela. Sónia Pedro Sebastião, doutorada em ciências da comunicação, apresenta uma hipótese plausível: "O ser humano não 'aprecia' coisas difíceis, por isso é que foge de relacionamentos, e tenho dúvidas que os portugueses, pessoas de afetos, adiram a estas 'febres' para além de um teste de curiosidade."

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domingo, 15 de janeiro de 2017

Se vai sair à noite não se esqueça desta pulseira. Vai-lhe ser útil


A bracelete monitoriza os níveis de álcool no sangue e partilha a informação com amigos e família por via de uma aplicação própria.

Ao voltar para casa depois de uma saída à noite com amigos pode questionar-se se bebeu ou não demais, sendo muitas vezes difícil de perceber se acusaria excesso de álcool no sangue caso tivesse de ser sujeito a um teste por parte da polícia. A bracelete Proof poderá ser a única coisa que precisa para o saber.





Conta o Daily Mail que esta bracelete analisa as moléculas da pele para perceber qual o nível de álcool no sangue do seu utilizador, enviado essa informação para uma aplicação própria onde é possível verificar se está ou não apto para conduzir.

E porque a sua família e amigos se preocupam consigo, poderá partilhar a informação diretamente através da aplicação, assegurando que está nas condições adequadas para chegar são e salvo a casa.

Fonte: NM

Esta extensão para Chrome mostra o que o Facebook sabe sobre as tuas fotos (e as fotos teus amigos também)

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O Facebook está cada vez mais empenhado em automatizar a tua vida e saber tudo o que tu fazes.

É por isso que o “Facebook Computer Vision” é uma espécie de “programa” do Facebook que tenta, através de um robot, “ver” as tuas fotos.

Já alguma vez te aconteceu teres uma foto com um amigo e o Facebook “oferecer-se” para lhe fazeres uma tag? Isso é o “Computer Vision” do Facebook.

Mas agora há uma extensão para Chrome que mostra exactamente o que o Facebook acha que as tuas fotos contém.

A extensão deixa no topo da parte direita da imagem a informação daquilo que o Facebook consegue “ver”.

Eis um exemplo:


Se tens curiosidade em saber o que o Facebook sabe sobre todas as tuas fotos, faz já o download da extensão. Para usares, basta reabrires uma “tab” com o facebook.com aberto, e as imagens passam a ter esta descrição do lado direito (quando o Facebook conseguir “ver” a imagem, claro).

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sábado, 14 de janeiro de 2017

Uma pequena versão do inferno existe em Ohio, nos Estados Unidos


Cientistas criaram o que pode ser chamado de uma versão em pequena escala do inferno dentro de uma sala de concreto, em Ohio, Cleveland-EUA. O ambiente, totalmente sem janelas, é chamado de “Glenn Extreme Environments Rig” (GEER), e trata-se de uma câmara de aço de 14 toneladas que tem como objectivo recriar fielmente as condições tóxicas, sufocantes e escaldantes da superfície de Vénus – um planeta que há muito tempo pode ter sido habitável para os nosso padrões.

Cientistas do Centro de Pesquisa Glenn, na NASA, onde está localizado o GEER, desenvolveram o projeto durante os últimos cinco anos, e ele foi colocado em prática pela primeira vez em 2014. Desde então, os pesquisadores expandiram seus testes e expuseram todos os tipos de metais, cerâmica, fios, malha, revestimentos e aparelhos electrónicos às condições, para ver aquilo que resiste e o que é dissolvido.

O objetivo? Aprender a construir espaço naves que consigam durar meses ou até mesmo anos em Vénus, em vez de serem destruídas quase instantaneamente. “Uma das últimas sondas que visitaram Vénus foi a Venera 13, em 1982, e ela sobreviveu apenas por 2 horas e 7 minutos”, disse Gustavo Costa, químico e cientista de materiais envolvido com o trabalho do GEER.

Até que uma espaço nave moderna penetre a atmosfera do planeta e explore sua superfície, o GEER é a melhor maneira de entender como as coisas devem funcionar por lá. “É como o inferno na Terra“, disse Costa.

Vénus tem suas semelhanças com a Terra, e já teve muito mais. Trata-se de um planeta rochoso e possui 82% da massa e 90% da gravidade da Terra. O planeta também tem uma atmosfera persistente e orbita na zona habitável do sol – onde a água pode existir em forma líquida. Alguns pesquisadores acreditam que antigamente o planeta foi possuía oceanos quentes e rasos, que podiam ser abrigar vida por cerca de 2 biliões de anos. Mas quando a água desapareceu, o dióxido de carbono começou a obstruir a atmosfera, e – devido ao aquecimento global descontrolado -, O planeta acabou “cozinhando”.

NASA

Em suma, Vénus hoje em dia pode ser considerado o lugar mais inóspito do sistema solar, e simultaneamente um modelo interessante para ser analisado no sentido de entender nosso próprio planeta. E sabemos disso graças às missões de sucesso que já foram feitas no planeta, a maioria lideradas pela União Soviética. Os dados transmitidos por essas naves mostram que o ar da superfície venusiana é quase 97% de dióxido de carbono, cerca de 100 vezes mais espesso do que a atmosfera terrestre, e possui temperatura de cerca de 864ºC. Isso é o dobro da temperatura necessária para queimar a madeira e quente o suficiente para derreter chumbo.

Arame de metal antes e depois de entrar na câmara. / GEER/NASA Glenn Research Center; Business Insider

Mas como é, de fato, estar na superfície, e o que acontece aos materiais e às naves espaciais que ousam descer lá, ainda não é bem claro.

O GEER reúne tudo o que os pesquisadores sabem sobre as condições da superfície de Vênus em uma câmara capaz de suportar 800 litros. Uma máquina combina os gases conhecidos de Vênus e um poderoso aquecedor aumenta a temperatura. “Demora dois dias e meio para aquecer e cinco dias para esfriar”, disse Leah Nakley, engenheira líder da GEER, em entrevista ao Business Insider.

A câmara GEER aberta / GEER/NASA Glenn Research Center

Costa diz que uma das coisas que ele percebeu trabalhando com a GEER é que a atmosfera de Vénus realmente é muito estranha. “É uma mistura de fluídos super críticos, não apenas gás”, disse. Fluídos super críticos comportam-se como um gás e um líquido ao mesmo tempo. Se você bebe café descafeinado, por exemplo, você se beneficia desses fluídos. O dióxido de carbono em estado super crítico normalmente penetra nos grãos de café e retira a maior parte da cafeína presente por lá.

Costa diz que se alguém tentasse caminhar na superfície de Vénus, teria que atravessar um ar extremamente grosso, como uma piscina de água, a uma pressão equivalente à que sentimentos a 100 metros abaixo d’água. Uma pequena brisa de alguns quilómetros por hora seria sentida como uma onda. Mas a atmosfera de Vénus também possui vestígios de fluoreto de hidrogénio, cloreto de hidrogénio, sulfato de hidrogénio e ácido sulfúrico, que são produtos químicos extremamente perigosos.

O Japão é actualmente a única nação com uma espaço nave rondando Vénus, a Akatsuki, que orbita o planeta, sem condições de descer.

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Está provado: os humanos são realmente feitos de pó de estrelas

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Uma análise realizada a 150 mil estrelas mostra que os seres humanos e a nossa galáxia têm cerca de 97% do mesmo tipo de átomos.

Além disso, foi observado que os elementos da vida parecem existir em maior quantidade no centro da galáxia. Esses elementos são abreviados como CHONPS: carbono, hidrogénio, oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre.

Pela primeira vez, os astrónomos conseguiram catalogar a abundância desses elementos numa enorme amostra estelar, utilizando um método chamado espectroscopia.

Cada um desses elementos emite ondas de luz com comprimentos diferentes, e os cientistas mediram as amostras de escuridão e brilho em cada espectro de luz para determinar a composição de cada estrela.

Os especialistas usaram medidores estelares do Sloan Digital Sky Survey, do observatório APOGEE, no Novo México. Como a técnica usa infravermelhos, a poeira da Via Láctea não atrapalhou a medição.

Apesar de os humanos apresentarem os mesmo elementos que as estrelas, as proporções são bastante diferentes. Por exemplo, um ser humano é formado por 65% de oxigénio, que representa apenas 1% de todos os elementos medidos no espaço.

A localização das estrelas também influencia essa composição – as estrelas na nossa região do espaço têm menos elementos necessários para a vida, como oxigénio, quando comparadas com estrelas da região central da galáxia.

Os seis elementos mais comuns da vida na Terra (carbono, hidrogénio, nitrogénio, oxigénio, enxofre e fósforo) são também os mais abundantes no centro de nossa galáxia

“É um assunto de interesse humano, porque agora podemos mapear a abundância de todos os principais elementos encontrados no corpo humano através de centenas de milhares de estrelas na Via Láctea”, afirma Jennifer Johnson, cientista da SDSS-III APOGEE e professora na Universidade Estadual de Ohio.

“Isso permite-nos ver onde e quando é que a vida passou a ter os elementos necessários para evoluir na galáxia”, destacou.

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E que tal reservar tempo para olhar para o céu esta noite?

tek noite céu estrelas

A Sky Events é um inventário de todos os acontecimentos astronómicos que vai poder avistar até 2067. Quem sabe se, esta noite, não há uma chuva de meteoros mesmo a acontecer por cima da sua cabeça?

Quase como se de um almanaque astronómico se tratasse, a Sky Events surge como uma aplicação que lhe permite conhecer os acontecimentos espaciais que aconteceram, que acontecem e que vão acontecer mesmo por cima da sua cabeça.





Com uma linha cronológica compreendida entre 1968 e o distante ano de 2067, a app, que ainda só está disponível para Android, contém informações relativas a eclipses, fases lunares, solstícios, chuvas de meteoritos, avistamentos planetários, equinócios e outros eventos espaciais que podem ser avistados da sua posição geográfica.

A integração desta app com o Google Calendar permite ainda o registo de cada um destes eventos nos seus afazeres diários para que não perca a oportunidade de avistar um fenómeno astronómico que pode nunca mais acontecer durante a sua vida.

A Sky Events é gratuita e pode ser descarregada através deste link.

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

EUA emitem moeda com mulher negra a simbolizar a liberdade


A Casa da Moeda dos EUA vai assinalar o seu 225.º aniversário com a emissão de uma moeda de ouro de 100 dólares onde a Liberdade vai ser simbolizada por uma mulher negra.

A moeda de ouro mostra a cabeça da mulher de perfil, com uma coroa de estrelas em uma das faces e uma águia a voar na outra e vai ser lançada a 06 de abril.

A Casa da Moeda adiantou que esta é a primeira de uma série de moedas, de ouro com 24 quilates, em que a Liberdade vai ser representada em desenhos com norte-americanos de ascendência asiática, hispânica e dos originais índios.


Aquela entidade adiantou que o objetivo das moedas é "refletir a diversidade étnica e cultural dos Estados Unidos".

Fonte: TSF

Sabe como “desmascarar” páginas falsas na internet? Então siga estas 10 dicas

Reuters

Cerca de um terço dos utilizadores em Portugal assume que fornece dados de contas ou cartões de pagamento e outro tipo de informação pessoal na Internet.

A Internet é um mundo cheio de potencialidades, uma fonte inesgotável de recursos e funcionalidades, mas pode representar uma série de riscos que ameaçam a nossa segurança e bem-estar. É por isso também sinónimo de atenções redobradas e prevenção.

Em Portugal, os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram que 74% das famílias portuguesas acedem regularmente à Internet. O valor aumentou 20% desde o início da década e a tendência aponta para que a percentagem venha a aumentar ainda mais nos próximos tempos.

Os dados do INE mostram que 29% dos utilizadores partilham informações pessoais, como o nome, data de nascimento ou o número do cartão de identificação, na rede. Cerca de um terço destes utilizadores refere ainda ter fornecido pela internet dados de contas ou cartões de pagamento ou ter disponibilizado outro tipo de informação pessoal, como fotografias identificativas ou a localização atual. Mas será que o fazem em segurança?

Em todo o mundo multiplicam-se os casos de pessoas que viram os seus dados pessoais e passwords roubadas ou que “compraram” produtos que nunca chegaram a ver e serviços que nunca chegaram a usufruir. Vários sites de bancos e empresas são colonizados pelos chamados piratas informáticos. Por isso, todo o cuidado é pouco e o difícil é certamente não se deixar enganar.

O programa da União Europeia “Internet mais segura” deixa algumas dicas para assegurar que navega de forma protegida e que retira o melhor proveito possível das funcionalidades do mundo online. Ora espreite dez conselhos que selecionamos para si:

1- Confirme o endereço de email para ver se escreveu tudo corretamente e para se assegurar que vai parar ao sítio que deseja;

2- Verifique se há um pequeno cadeado verde no canto esquerdo da barra de pesquisa (especialmente em websites que exigem números de cartões de crédito ou registo e passwords). Esse sinal comprovará que está numa página segura;

3- Observe atentamente o endereço de email constante na barra de pesquisa. Quando se trata de informação mais pessoal, os sites começam por norma com “https” ao invés do tradicional “http”;

4- Assegure-se de que em algum lugar da página aparece a indicação de que se trata de um site oficial. Embora não seja suficiente (como é óbvio), pode ser um bom indício;

5- Saiba que apesar de tentarem reproduzir os sites originais ao mais ínfimo pormenor, os endereços adulterados, têm por vezes lapsos no design das páginas ou na navegação entre elas;

6- Evite fornecer dados pessoais quando usa computadores ou redes de Wi-Fi públicos. Isso pode ajudá-lo a ter uma navegação online mais segura e eficiente;

7- Confira os comentários de outros utilizadores em relação à página que procura. O conselho vale sobretudo para aquelas páginas que nunca visitou antes;

8- No caso de se encontrar num site de compras, vale sempre a pena fazer uma comparação entre os preços descritos na página e o preço médio do mercado, não vá ser enganado!;

9- Se quer fazer compras online tenha atenção às “letras miúdas” e evite dar consentimento a temos e condições que não leu na íntegra;

10- Em caso de dúvida em distinguir os websites confiáveis dos que não o são, pode sempre utilizar o site espanhol desenmascara.me, que fará essa distinção por si. A plataforma já identificou mais de 77 mil páginas suspeitas.

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GOLO DE ÉDER NARRADO EM TODAS AS LÍNGUAS


Oiça como se gritou o golo de Éder, que deu o título de campeão europeu a Portugal, por todo o Mundo, num vídeo publicado no Youtube pela LilWizProductions. E é garantido que em qualquer língua... o relato deste momento é música para os nossos ouvidos.

Fonte: Youtube

A NASA detecta um grande "buraco" na superfície do Sol que poderia afectar a Terra

La NASA detecta un enorme 'agujero' en la superficie del Sol que podría afectar a la Tierra (VIDEO)

Não é a primeira vez que a NASA regista este fenómeno espectacular que faz parecer que o sol começa a quebrar.

Os investigadores da NASA observaram uma enorme mancha escura no Sol que apareceu durante os passados dias 4 e 5 de Janeiro.

No seu site, a agência espacial publicou uma imagem animada do fenómeno, que mostra claramente uma grande mancha escura que parece rasgar a superfície do sol.

Este fenómeno peculiar, chamado "buraco coronal 'ocorre em áreas da coroa solar onde a densidade e da temperatura do plasma são cerca de cem vezes menor do que no resto da superfície.

Os buracos coronais aparecem em períodos de actividade solar mínima e após a sua formação a Terra sofre as chamadas de "tempestades magnéticas", que se fazem sentir em alguns dispositivos electrónicos, veículos espaciais, radiofrequências e observação de fenómenos atmosféricos, tais como as auroras boreais.

Na verdade, os especialistas acreditam que as fotografias próprias que mostram o buraco coronal pode ser afectada pela tempestade geomagnética, conforme relatado pelo jornal " Daily Mail ". Por tudo isto, prevendo tempestades geomagnéticas possíveis, não é muito fiável, embora se considere que a probabilidade de aparecer na Terra é muito alta.

Os cientistas classificaram o buraco como do grau "G2", o que corresponde a um nível moderado na escala de intensidade das tempestades geomagnéticas.

Tenha em mente que este tipo de buracos aparecem com frequência no sol. Em dezembro do ano passado, nós reflectimos sobre este mesmo assunto, a NASA também informou sobre outro fenómeno deste tipo.

Fonte: RT

Ligam-lhe de um número desconhecido? Saiba como descobrir quem é


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Quem nunca quis evitar uma chamada de publicidade que atire a primeira pedra.

Já toda a gente recebeu chamadas de números que não sabe quem são. Tanto pode ser aquele amigo que mudou de número e não nos avisou, como pode ser aquela empresa que insiste em ligar por muito que tenhamos dito 33 vezes que não estamos interessados. Se não quer atender ou ligar de volta sem antes saber quem está a ligar, saiba que há formas de descobrir.

No caso de se tratar de chamadas comerciais, a probabilidade de muitas outras pessoas terem tido a mesma questão é alta. E a probabilidade de querer ignorar também é grande. Para descobrir, existem uma série de plataformas nacionais e internacionais que funcionam com o contributo dos utilizadores que vão acrescentando números à base de dados.

Em Portugal, existe o site Ligam-me, cuja base de dados inclui mais de quatro milhões de contactos. O Quem me liga? e o Tellows funcionam de forma semelhante. Tem ainda a opção de utilizar bases internacionais. Neste caso, tem o site WhoCallsMe ou o SyncMe, no qual pode selecionar o país. Fazer uma pesquisa rápida diretamente no Google também uma ideia, mas pode não ser tão eficaz.

Em relação ao tema, o jornal espanhol Cinco Días alerta ainda para o risco dos serviços Trap. Serviços cujo objetivo não é que a pessoa atenda, mas sim que fique com uma chamada não atendida. O retorno da chamada acaba por resultar em custos elevados ou subscrição de serviços pagos.

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Este teste vai revelar as suas características ocultas da sua personalidade num segundo


Este teste visual pode revelar muito sobre a sua personalidade e sua percepção da vida em geral.Tudo que precisa fazer é responder sem pensar, a esta simples pergunta: "O que vê nesta foto"


Uma explosão

É um sinal evidente de que tem uma grande imaginação, que muitas vezes te salvou em diferentes situações. É provável que seja criativo e trabalha na área de arte. Se não, definitivamente tem talentos escondidos que precisa encontrar uma maneira de se expressar. Lembre-se: o que faz e mais gosta de fazer quando era criança? Talvez gostava de desenhar ou cantar? Um hobbie seguro, que poderia usá-lo. Precisa aprender a usar a energia criativa que a natureza lhe deu e viver a vida ao máximo.

Duas mãos

Tem uma imaginação bem desenvolvida, mas nas suas acções, confia mais na sua lógica. Primeiro, observa tudo o que pode ver com seus olhos e ao toque. É uma pessoa com o pensamento racional e, muito provavelmente, outros vão procurá-lo para um conselho.Sua mente sensata afiada permitir-lhe encontrar soluções para os problemas mais complicados. Nunca entra em pânico, sempre mantém a calma; está muito interessado também de ser capaz de tranquilizar os outros. As pessoas pensam que és uma forte pessoa a quem sempre pode ir pedir ajuda.

Uma árvore

És muito observador e notas os mínimos detalhes por toda a parte. Nem uma pequena coisa se pode esconder da sua visão. Ao mesmo tempo, é particularmente sensível aos humores dos outros. Sabe quando pode obter as informações necessárias das pessoas, e se sentir bem quando é o momento certo para fazer uma ou outra questão. Sua verdadeira vocação está no mundo dos grandes negócios. Sucesso garantido nos domínios em que é necessário a consciência, honestidade e precisão.

Apenas uma mancha

Se ao ver a imagem não viu nada, precisa urgentemente de um descanso. Está definitivamente esgotado e será difícil de resolver qualquer tarefa. Parece extremamente difícil encontrar significados ocultos em coisas e vê-los a partir de outro ângulo, por isso tomas muitas coisas e fenómenos muito literais. Faça uma pausa. Alguns dias em completa solidão lhe dará a força e energia que tanto precisa para alcançar novas metas.

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Vídeo de construção de estrada tornou-se um sucesso na Internet


O vídeo que mostra a construção, aparentemente rápida e fácil, de uma estrada em Moora, uma pequena aldeia no interior da Austrália, tornou-se um sucesso na Internet.

Em apenas 2 dias, construíram 4,9 km de estrada. A obra, filmada por um drone, custou cerca de 300 mil euros. Isto sim é eficiência!

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Existem estrelas 'alheias' nos arredores da Via Láctea

Galáxia starburst M82

Astrónomos revelaram que muitas estrelas nos arredores da nossa galáxia, que surgiram fora dela, foram “roubadas” de galáxias anãs ao se aproximarem da Via Láctea, segundo artigo publicado no Astrophysical Journal.

"Estes astros encontram-se nos ‘córregos estrelares' únicos, que se estendem por milhões de anos-luz e saem para longe da nossa galáxia. Hoje, são presenciados apenas pequenos córregos dessas estrelas, no entanto, no futuro, como prevemos, encontraremos rios cheios de astros ‘alheios'", declarou Marion Dierickx, cientista da Universidade Harvard (EUA) no artigo publicado no Astrophysical Journal

Rios estrelares

A Via Láctea está localizada no vazio intergaláctico, mas não está sozinha. Junto com ela, há várias galáxias anãs, muitas delas invisíveis para nós por sua luz pálida. Segundo cientistas, muitos desses anões, de vez em quando, aproximam-se da nossa galáxia, deixando "traços" chamados de correntes estrelares.

As correntes, parecidas com "fitas" peculiares de estrelas, independentes gravitacionalmente uma das outras, rodeiam a Via Láctea sob e debaixo do seu disco, onde estão a Terra, o Sol e quase todas as outras estrelas. As correntes estelares, segundo especialistas, representam restos de aglomerações esferoidais ou galáxias anãs que foram rompidas ou absorvidas pela Via Láctea num passado longínquo.

Durante esses eventos apocalípticos, descobertos por astrónomos há cinco anos da observação do "anel de unicórnio", uma das correntes de estrelas mais formosas, a Via Láctea rouba quase toda a matéria escura das galáxias, que são rompidas por ela. Como resultado, as partes se transformam em fitas, vistas por nós no céu nocturno sob o disco da galáxia.

Marion Dierickx e o seu colega do Observatório Astrofísico Harvard-Smithsonian de Cambridge (EUA), Abraham Loeb, descobriram uma das maiores e mais distantes fitas deste tipo durante a observação da galáxia anã DEG, na constelação do Sagittarius, cuja colisão com a Via Láctea causou sua ruptura em quatro "caudas" brilhantes. 

A imagem do Hubble mostra a galáxia SDP.81
A imagem do Hubble mostra a galáxia SDP.81 

Luz das estrelas "alheias" 

A descoberta foi feita por acaso. Inicialmente, Loeb e Dierickx não estavam tentando encontrar estrelas "alheias" nos arredores da Via Láctea, mas ao analisar o movimento realizado pela galáxia DEG durante os últimos 8 milhões de anos. 

O estudo revelou que a aproximação e interacção gravitacional com a Via Láctea resultou na perda de quase um terço de todas as estrelas e cerca de 90% da matéria escura da galáxia anã, levando a sua ruptura.

Devido à desagregação da galáxia anã, muitas de suas estrelas "perderam-se" no espaço e algumas foram roubadas pela Via Láctea. Graças a esse fenómeno, 5 das 11 estrelas mais longínquas da nossa galáxia, afastadas da Terra a 300 milhões de anos-luz, na verdade, nasceram na galáxia DEG. Revelou-se que a velocidade de translação realizada por elas ao redor do centro da Via láctea e a localização das mesmas são incomuns. Outras sete estrelas foram "roubadas" de outra galáxia pela nossa.

Loeb opina que de facto há mais estrelas parecidas, mas a sua busca exige telescópios mais potentes, como, por exemplo, o telescópio LSST, capaz de localizar astros com luz mais fraca.

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Hyolitha, a criatura que testemunhou a explosão da vida na Terra

Esta descoberta foi feita depois de se ter conseguido determinar que a hyolitha afinal não pertencia à família dos moluscos, mas sim, ao grupo dos lofoforados
Hyolitha, um estranho animal revestido por uma concha, foi testemunha do período cambriano, a chamada explosão da vida, que deu origem a várias espécies de animais.

Hyolitha, um estranho animal revestido por uma concha, viveu no fundo do mar há cerca de 500 milhões de anos. E é testemunha do período cambriano, a chamada explosão da vida, que originou, de forma repentina, várias espécies de animais. Esta descoberta foi feita depois de se ter conseguido determinar que o hyolitha afinal não pertencia à família dos moluscos, mas sim, ao grupo dos lofoforados, animais invertebrados que utilizam tentáculos para se alimentar, dá conta a BBC.

A criatura marinha adquiriu o seu lugar na árvore da vida graças a um estudo publicado pela revista Nature, que contou com a participação de paleontólogos da Universidade de Toronto. “Eles [hyolitha] apareceram no registo fóssil há cerca de 530 milhões de anos e sobreviveram até há 250 milhões de anos. No entanto, a sua origem tem sido uma incógnita desde há 175 anos, altura em que foram descobertos”, conta Joseph Moysiuk, um dos cientistas responsáveis pela descoberta.

“Descobrir que podemos posicioná-los na árvore da vida, resolve o longo mistério acerca do que estes animais são realmente e qual a sua origem”, afirma Moysiuk à BBC.

De acordo com o cientista, a anatomia invulgar e o historial incompleto das criaturas foram a grande barreira para a descoberta do verdadeiro grupo animal a que pertencem.

Segundo o El Mundo, a investigação, realizada a partir da análise dos tecidos moles da espécie, revelou ainda que eles utilizavam um par de estruturas largas e curvas para conseguir levantar-se até à superfície do mar. Especialistas consideram também que este trabalho veio criar um debate paleontológico e enfatizar a importância da preservação dos tecidos moles para resolver a história da evolução de outras espécies.

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Neva dois dias seguidos em praia, conforme previu profecia apocalíptica de Nostradramus italiano

Neve em Salento
Neve em Salento  Reprodução/Twitter(Carlo Toma)
Há quinhentos anos, Matteo Tafuri, mais conhecido como Nostradamus italiano, lançou uma profecia apocalíptica prevendo que o fim se aproximaria quando nevasse dois dias seguidos na cidade de Salento (Itália).

Pois aconteceu.


Matteo Tafuri | Reprodução da internet
O Nostradamus italiano, que viveu entre 1492 e 1582, disse que a neve na praia seria um sinal do fim dos tempos.

O balneário de Salento é conhecido pelo clima quente. E, pela primeira vez na História, a cidade mediterrânea foi tomada pela neve por dois dias, 8 e 9.

A profecia: "Salento, de palmeiras e vento sul moderado. Dois dias de neve, dois relâmpagos no céu. Eu sei que o mundo acaba, mas não sentirei saudade".

Registos da neve na cidade costeira foram postados nas redes sociais da web.

Nostradamus previu a precipitação 500 anos atrás: 'sinal do fim dos tempos' Reprodução/Twitter(Magnifica Lounge)
Salento é conhecida pelo clima quente  Reprodução/Twitter(Antonio Rotundo)
Salento, às margens do Mediterrâneo, fica bem no 'salto da bota'
 Reprodução da internet
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Cientistas avisam que “O dia depois de amanhã” pode tornar-se real


O filme “O dia depois de amanhã, de 2004, tem como história o colapso das correntes dos oceanos, devido ao aquecimento global, que gera tsunamis e tempestades cataclísmicas que varrem as grandes cidades mundiais, mudando a face do clima do nosso planeta.

A trama de Hollywood – “The Day After Tomorrow”, em inglês -, que tem Dennis Quaid e Jake Gyllenhaal nos papéis principais, parece pura ficção, mas um novo estudo científico vem relevar que pode mesmo, virar realidade.

Este alerta vem de cientistas norte-americanos do Departamento de Geologia e Geofísica da Universidade de Yale e do Instituto de Oceanografia Scripps da Universidade de San Diego, na Califórnia, nos EUA.

Na investigação publicada no Science Advances, sugere-se que os padrões de circulação dos oceanos podem entrar em colapso, num futuro próximo, o que levaria o hemisfério Norte da Terra a entrar numa Idade do Gelo.

DR Scripps Institution of Oceanography
Cenário de Idade do Gelo no Altântico Norte após colapso da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico Norte

Erro de cálculo nos modelos de projecção climática

A equipa liderada por Wei Liu, do Departamento de Geologia e Geofísica da Universidade de Yale, detectou um viés na maioria dos modelos de projecção climática que exagera a estabilidade do padrão da chamada Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico Norte (AMOC), que leva as águas quentes do Atlântico Sul para o Atlântico Norte.

“Um modelo corrigido em termos de viés coloca a AMOC num regime de estabilidade realística e prevê um futuro colapso da AMOC, com proeminente arrefecimento no norte do Atlântico Norte e áreas vizinhas”, destaca Liu num comunicado divulgado pelo Instituto de Oceanografia Scripps.

Este dado acarreta “enormes implicações para as mudanças climáticas regionais e globais” do planeta, acrescenta o investigador.

A AMOC é um sistema essencial para o equilíbrio do clima da Terra, verificando-se fruto da diferença de temperaturas e de salinidade entre as massas de água dos oceanos, e promove a circulação das correntes entre a superfície e as diferentes profundidades e entre o Pólo Norte e o Equador.

Pode espreitar, no vídeo que se segue, como ocorre a AMOC ou Circulação Termoalina ou Termossalina, como é também conhecida.


Dióxido de carbono pode provocar colapso da Circulação Termoalina

As simulações deste novo estudo alarmante, efectuadas em laboratório, mostraram que as alterações climáticas, como “aumentos dramáticos no dióxido de carbono na atmosfera“, podem provocar o colapso da AMOC, num período de 300 anos.

O elevado nível de dióxido de carbono levaria o Árctico a derreter, o que aumentaria a quantidade de água gelada nos oceanos. Isto levaria à ruptura da AMOC, o que, por seu turno, motivaria o arrefecimento de larga escala no Atlântico Norte, promovendo uma descida de 7 graus centígrados nas temperaturas do ar na superfície no noroeste da Europa, onde se inclui Portugal.

E, mesmo que este cenário possa nunca ocorrer ou venha só a afectar a Terra daqui a umas centenas de anos, é uma possibilidade real e um exemplo de como a ficção pode saltar da tela para as nossas vidas.


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