segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Astrónomos detetam um novo tipo de ondas gravitacionais: “O princípio de uma nova era”

Colisão de duas estrelas de neutrões
Segundo os cientistas, as novas emissões de radiação agora detetadas são consequência da fusão de duas estrelas de neutrões numa galáxia distante.

Uma equipa internacional anunciou esta segunda-feira ter conseguido ver através da luz e das ondas gravitacionais, simultaneamente, a fusão de duas estrelas de neutrões, dando “início a uma nova era” da observação do Universo.

Estas análises, realizadas a 17 de agosto, “sugerem” que os sinais localizados são o resultado da fusão de duas estrelas de neutrões, um evento chamado “Kilonovas”, cuja existência foi descrita há 30 anos, mas que teve a primeira observação confirmada agora.

O Observatório Astral Europeu foi quem anunciou a descoberta. Em primeiro lugar, a descoberta supõe a deteção de uma quinta onda gravitacional, denominada GW170817 pelos especialistas, observada a 17 de agosto graças à colaboração entre o Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferómetro Laser (LIGO), nos EUA, e o Interferómetro Virgo, em Itália.

Esta é a primeira onda gravitacional detetada cuja origem não é a colisão de buracos negros. Apenas dois segundos depois de observar a onda gravitacional, os satélites espaciais Fermi e Integral detetaram uma pequena explosão de raios gama.

Segundo a nota desta segunda-feira, tanto o sinal ótico como as ondas gravitacionais provinham da fusão de duas estrelas de neutrões, que se produziu a 130 milhões de anos-luz da Terra.

A comunidade científica encheu-se de especulações nas últimas semanas de que o LIGO tinha descoberto algo intrigante.

Os rumores começaram a tornar-se mais sérios depois de um astrónomo da Universidade do Texas ter tweetado “Novo LIGO” e ter feito referência a um componente ótico, o que poderia significar que se tinha encontrado algo além da fusão de dois buracos negros.


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Os cientistas revelam ao vivo "uma descoberta astronómica nunca antes observada"

Científicos desvelan en directo "un descubrimiento astronómico nunca antes visto"

A comunidade científica apresentará "observações revolucionárias" de um fenómeno astronómico sem precedentes.

Os astrónomos que estudam ondas gravitacionais realizarão uma conferência de imprensa na qual se espera que eles façam um misterioso anúncio sobre o que é considerado uma "descoberta sem precedentes" nunca antes vista, informa o Observatório Europeu do Sul (ESO). O fluxo de anúncios será ao vivo a partir das 14:00 (TMG).

A declaração será apresentada por cientistas que fazem parte do Observatório de Interferometria de Gravitacional Wave Laser (LIGO) nos Estados Unidos e do projecto Virgo na Europa, com um total de três detectores que escutam ondas gravitacionais.

A comunidade científica foi informada nas últimas semanas com especulações de que LIGO descobriu algo intrigante. Os boatos começaram a se tornar mais graves depois que um astrónomo da Universidade do Texas tuiteara "Nuevo LIGO" e fez uma referência a um componente óptico, o que poderia significar que algo foi encontrado além do colapso do buraco negro que o detector descobriu até agora.

Alguns especialistas sugerem que a agitação foi desencadeada pela detecção de duas estrelas de neutrões colidindo, enquanto outras especulam que LIGO poderia lançar luz sobre a matéria escura, que em teoria poderia ser composta por buracos negros primordiais criados logo após o Big Bang.


Fonte: RT

Fenómeno do sol vermelho causado pelo furacão Ophelia

sol vermelho
Colin Cradock tirou uma foto do fenómeno em Oldland Common em South Gloucestershire
Um céu avermelhado "incomum" de um sol de aparência vermelha foi relatado em várias partes da Inglaterra.

O fenómeno foi visto no Sudoeste, Midlands, Noroeste e Nordeste.

O apresentador do clima da BBC, Simon King, disse que era devido aos restos do furacão Ophelia que arrastava o ar e o pó tropicais do Sahara.

Ele acrescentou que os restos de incêndios florestais em Portugal e Espanha também faziam parte.

A poeira causou que a luz azul de comprimento de onda mais curta fosse espalhada, tornando-a vermelha.

O Sol de aparência vermelha foi visto no centro da cidade de Bristol

O céu vermelho foi visto em Coventry (esquerda) e Jersey (direita)

Ele disse: "Ophelia originou-se nos Açores, onde foi um furacão e, à medida que seguiu o caminho para o norte, arrastou o ar tropical do Saara".

Isso significou que o pó do Sahara foi trazido com ele, disse.

"A poeira é levada para o ar e vai para a atmosfera, e essa poeira foi arrastada paraa atmosfera sobre o Reino Unido", explicou o Sr. King.

As partículas no ar provocam a dispersão da luz azul, deixando a luz vermelha de maior comprimento de onda a brilhar.

O Met Office disse que a "grande maioria" do pó era como resultado de incêndios florestais na Península Ibérica, que enviou escombros para o ar e que foi arrastado para o norte pelo Ophelia.

BEVERLEY DAVIS - O "sol colorido estranho" foi fotografado sobre Elkesley em Nottinghamshire

TERESA MORRIS - Esta foi a cena no meio-dia em Cliburn, perto de Penrith, Cumbria

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Inteligência artificial da Google aprende a criar inteligência artificial


Num projeto chamado AutoML, os investigadores de inteligência artificial da Google ensinaram um software de “machine learning” a construir outro software semelhante. Em alguns casos, foi mais poderoso e eficiente do que os melhores sistemas que os próprios investigadores podiam projetar.

De acordo com a Google, o sistema recentemente atingiu um recorde de 82% na categorização de imagens pelo seu conteúdo. Numa tarefa mais difícil, de marcar a localização de múltiplos objetos numa imagem – algo importante para a realidade aumentada e robôs autónomos – o sistema gerado automaticamente obteve um sucesso de 43%, em comparação com os 39% do melhor sistema criado por humanos.

Tais resultados são significativos porque os conhecimentos necessários para construir sistemas avançados de inteligência artificial (IA) são raros, mesmo na Google.

“Hoje, estes sistemas são feitos manualmente por cientistas da área e, literalmente, apenas alguns milhares em todo o mundo conseguem fazer isso”, disse o CEO da Google, Sundar Pichai, na semana passada, num evento de lançamento para novos smartphones e outros dispositivos. “Queremos habilitar centenas de milhares de desenvolvedores para conseguirem fazer o mesmo”, acrescentou.

Por enquanto, o AutoML é apenas um projeto de pesquisa. Ironicamente, os cientistas que estão a trabalhar nele são exatamente o tipo de especialistas que esta tecnologia pretende automatizar.

Mas um número crescente de investigadores fora da Google também está a trabalhar em projetos semelhantes. Se a IA se revelar prática, a “machine learning” pode espalhar-se para fora da indústria da tecnologia como, por exemplo, nas áreas da saúde e finanças.

Redes neurais artificiais

Investigadores de dois grupos da empresa, o Google Brain e o DeepMind, já ajudaram a reduzir as contas de energia em centros de dados da Google e aceleraram, por exemplo, a capacidade da empresa de mapear novas cidades.

O AutoML poderia tornar esses especialistas ainda mais produtivos ou ajudar engenheiros menos qualificados a construir sistemas poderosos de IA sozinhos.

Um dos objetivos da Google, ao investir neste tipo de tecnologia, é acelerar o processo de implantação de redes neurais artificiais. Esta técnica envolve a alimentação de dados através de redes de operações matemáticas inspiradas pelo funcionamento dos neurónios.

Pode parecer altamente sofisticado mas boa parte do trabalho dos especialistas é usar o seu instinto, bem como a tentativa e erro, para descobrir a arquitetura certa para uma determinada rede neural.

“Uma grande parte do trabalho é essencialmente uma tarefa muito aborrecida, de tentar múltiplas configurações para ver quais funcionam melhor”, explica Roberto Calandra, da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

Um sistema de inteligência artificial chamado AdaNet, criado numa colaboração que inclui funcionários da Google, já conseguiu construir sozinho uma rede neural camada por camada, testando cada adição ao design para garantir que melhora o seu desempenho.

Se o AutoML funcionar bem o suficiente para se tornar uma ferramenta prática para programadores, os seus efeitos podem ser sentidos além da própria empresa. “Queremos democratizar este avanço“, afirmou Pichai na semana passada, insinuando que está disposto a disponibilizar a ferramenta a outras empresas.

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O Serviço Silencioso


Para os inimigos dos Estados Unidos, a Marinha é um adversário assustador; talvez a coisa mais assustadora sobre isso seja o facto de que, em qualquer momento, a força submarina da Marinha está patrulhando o fundo, carregando armas mortíferas e equipes qualificadas em qualquer lugar onde eles são necessários. 

A força submarina pode operar em qualquer ambiente, desde os oceanos gelados do Árctico até os oceanos mais profundos do mundo. 

Também pode realizar uma variedade de missões, incluindo ataques de mísseis de longo alcance, entrega de forças especiais, guerra anti-navio e submarina e muitas missões secretas. 

(US Navy video editado por Austin Rooney)

Fonte: Youtube

Como ser jovem para sempre?

Envelhecimento

O mecanismo molecular responsável pela expectativa de vida de vermes e mamíferos está intimamente ligado a um grupo específico de proteínas.

Eis a ideia principal do relatório de cientistas da Universidade Case Western Reserve, publicado na revista Nature Communications.

No decorrer da pesquisa, cientistas revelaram que o aumento ou diminuição da concentração de proteínas KLF, que regulam a actividade de genes, permite prolongar ou reduzir a vida de nematódeos cilíndricos Caenorhabditis elegans.

Vale ressaltar que não só vermes possuem este tipo específico de proteínas – KLF, mas também mamíferos, incluindo os seres humanos. Estes compostos inibem a expressão genica, onde a sequência de DNA é utilizada para síntese de biopolímeros.

Além disso, esse grupo de proteínas controla autofagia, favorecendo a eliminação de células defeituosas, suas organelas e produtos da actividade vital. Quando há uma diminuição de proteínas KLF, substâncias tóxicas são acumuladas nas células, causando, assim, o envelhecimento do organismo.

As KLF ajudam também no funcionamento dos vasos sanguíneos, e sua perda provoca o desenvolvimento de hipertonia, doenças cardíacas e demência. De acordo com a pesquisa, o aumento da concentração de KLF propicia o prolongamento da vida humana.

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domingo, 15 de outubro de 2017

DBeaver: Uma excelente ferramenta para gerir bases de dados

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Atualmente existem disponíveis no mercado muitos sistemas de gestão de bases da dados. Alguns são gratuitos, outros pagos, alguns direcionados para plataformas que necessitam de armazenar grandes quantidades de dados e outros para plataformas móveis.

Se até agora gerir bases de dados era uma coisa chata e complexa, conheça a ferramenta gratuita DBeaver.

Tal como existem muitos sistemas de gestão de bases da dados (ex. MYSQL, MariaDB, PostgreSQL, Oracle, etc), também existem vários clientes SQL que permitem facilmente gerir as bases de dados e respetiva informação. Uma das ferramentas mais populares neste campo é sem dúvida o PhPMyAdmin, mas também existe o Adminer, DbNinja, SQL Buddy, entre outros.

Hoje vamos conhecer o DBeaver.

O DBeaver é uma ferramenta multiplataforma direcionada para developers, programadores, administradores, etc. Esta ferramenta suporta um conjunto vasto de sistemas de gestão de bases de dados nos quais se incluem:
  • MySQL
  • PostgreSQL
  • MariaDB
  • SQLite
  • Oracle
  • DB2
  • SQL Server
  • Sybase
  • MS Access
  • Teradata
  • Firebird
  • Derby

As funcionalidades desta ferramenta são também muitas. Com um interface bastante agradável, o DBeaver é open-source e multiplataforma. Tem suporte para vários tipos de extensões e suporta qualquer base de dados que tenha driver JDBC. Para conhecer a longa lista de funcionalidades aceda aqui.


Se procura um bom cliente para gerir bases de dados, então experimente o DBeaver pois além de ser gratuito é também bastante completo.


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ÚLTIMAS NIBIRU: O Planeta X foi REVELADO nesta nova filmagem chocante?

planeta nibiru x

Novas imagens chocantes, que afirmam mostrar o melhor filme de Nibiru.

O vídeo, publicado no Youtube, vem com a seguinte explicação: "O cataclismo de Nibiru é um suposto encontro desastroso entre a Terra e um grande objecto planetário (uma colisão ou uma passagem próxima) que certos grupos acreditam que terá lugar no início século XXI. 

"Os crentes neste evento do dia do juízo geralmente se referem a esse objecto como Planeta X ou Nibiru. 

"A ideia de que um objecto do tamanho do planeta entrará em colisão ou passará perto pela Terra no futuro próximo não é suportada por nenhuma evidência científica e foi rejeitada pelos astrónomos e pelos cientistas planetários como pseudociência e um engano na Internet".

David Meade, o homem por trás da teoria do Planeta X, transformou-se numa sensação de internet depois de escrever o livro Planeta X - a chegada 2017 - que afirmou que um planeta mítico passaria pela Terra este ano, desencadeando o Arrebatamento na Terra com terramotos, tsunamis e erupções vulcânicas, causadas pela força de gravitação dos corpos celestes.

Alguns teóricos da conspiração afirmam que Nibiru deveria esmagar-se contra a Terra a 23 de setembro, alegando que a Bíblia dava provas disso.

O desastre estava ligado a uma série de profecias e passagens bíblicas, incluindo Apocalipse 12: 1. 

Esta passagem diz: "Um grande sinal apareceu no céu; uma mulher vestida com o sol com a lua debaixo de seus pés e uma coroa de 12 estrelas em sua cabeça.

VIDEO: 



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Big Bang! Foram descobertas 6 novas galáxias que nasceram nos primeiros dias do universo

Galáxia NGC 4536 na constelação de Virgo

Uma equipe de astrónomos da China, EUA e Chile, liderada por Wang Junxian, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, encontrou seis galáxias formadas 800 milhões de anos após o Big Bang, ou Grande Expansão, informou a agência chinesa.

A descoberta foi feita no âmbito do projecto LAGER, destinado à observação de galáxias no final do chamado período de reionização, quando as primeiras estrelas começaram a se formar. De acordo com os pesquisadores, a nova descoberta é um avanço significativo e lançará os alicerces para o estudo dos processos de formação estelar.

Para suas observações, a equipe usou o telescópio de quatro metros de diâmetro do Observatório Interamericano de Cerro Tololo (CTIO) no Chile. Os cientistas detectaram formações de 23 estrelas que consideram como possíveis galáxias formadas no momento da reionização, adianta a Xinhua.

Os pesquisadores continuaram sua observação com a ajuda do Telescópio Gigante de Magalhães, localizado no Observatório Carnegie de Las Campanas, dado que esse ajudou a identificar seis galáxias que correspondiam ao que os cientistas procuravam.

O director do observatório, Leopoldo Infante, também participou da pesquisa. O Instituto Carnegie de Ciência informou na sua página que a descoberta "pode dar aos cientistas mais uma visão sobre um período-chave da história do universo".

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Novos “earphones” da Google traduzem diálogos em tempo real


O Google anunciou recentemente os “Pixel Buds”, os novos auscultadores de ouvido sem fio capazes de traduzir línguas em tempo real.

Os novos “earphones” da Google são especificamente projetados para ser a primeira e a melhor opção para pessoas que já usam telefones desta empresa, ou seja, com sistema Android, assim como acontece com os AirPods projetados para iPhones.

Podemos mesmo dizer que os novos Pixel Buds foram buscar inspiração aos auscultadores da marca concorrente mas com outras melhorias: têm uma maneira nova e mais fácil de emparelhar com o telefone, vêm numa pequena caixa de bateria, usam controles de toque e têm uma integração boa com um assistente “inteligente”.

Além disso, têm também preços exatamente iguais: 159 dólares, cerca de 135 euros, com lançamento previsto para novembro nos Estados Unidos.

A grande diferença

O que torna os Pixel Buds tão especiais é que estão um passo mais perto do Santo Graal dos dispositivos de ficção científica: o tradutor universal em tempo real.

A Google demonstrou a nova tecnologia através de uma conversação, realizada ao vivo, entre uma pessoa que fala sueco e outra que fala inglês. Este recurso é oferecido em 40 idiomas.

Como é que funciona? O utilizador segura o dedo no auscultador e diz, por exemplo, “ajuda-me a falar inglês”, seguido da frase que pretende. Quando retira o dedo, a aplicação processa o pedido e mostra a tradução. Por sua vez, a outra pessoa segura um botão no seu próprio telefone e responde, resposta essa que é traduzida à outra pessoa.

A demonstração funcionou muito bem: a tradução de inglês para sueco ajudou os dois ‘cobaias’ a conversar, desde a introdução “Olá, tudo bem?” até à questão: “Que cor de ‘earphones’ eu deveria comprar?”, com a resposta “Acho que azul combina com você”.

Outras características

Além disso, os Pixel Buds são “earphones de pescoço”, ou seja, têm um cabo de tecido que liga os lados esquerdo e direito, e não verdadeiros auscultadores de ouvido sem fios.

O cabo que os conecta é mais curto e mais flexível do que outros cabos de pescoço, e o facto de ser feito de tecido torna-os um pouco mais confortáveis. Este cabo também é a chave para a forma relativamente única como os Pixel Buds são usados.

Estes “earphones” não são intra-auriculares e não se encaixam no canal auditivo. Em vez disso, aninham-se na orelha externa e permanecem ancorados no lugar pelo cordão. O som é bastante claro e melhor do que auscultares de ouvido tradicionais intra-auriculares.

Tal como outros “earphones”, os Pixel Buds podem ser usados para fazer e receber chamadas. A bateria dura até cinco horas.

Os novos auscultadores vão ser vendidos em três cores – branco, cinza e preto.


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sábado, 14 de outubro de 2017

"Nono Planeta": cientistas falam de um imenso corpo celeste no sistema solar

'Planeta nueve': científicos hablan de un inmenso cuerpo celeste en el sistema solar

Várias pistas indicam que, no nosso sistema, existe um planeta gigante que inclina as órbitas de outros corpos celestes.

O sistema solar pode ter um planeta: seria um grande corpo celeste com uma massa 10 vezes maior que a Terra, como se depreende de um comunicado de imprensa da NASA .

Várias pistas indicam que este gigante hipotético - implantado 'Nono Planeta' - está tão longe que há pouca luz solar na sua superfície. Os cientistas acreditam, 20 vezes mais longe do Sol do que Neptuno .

Embora os pesquisadores da NASA não conseguiram captar o planeta com seus poderosos telescópios, sua presença é notada, pois inclina as órbitas dos corpos celestes no sistema solar .

Especificamente, os cientistas observaram que as órbitas de seis objectos no distante cinturão de Kuiper têm a mesma inclinação, cerca de 30 graus, em comparação com a forma como os planetas orbitam o Sol. Esse comportamento aponta para um corpo grande força celeste que exerce força gravitacional sobre eles.

Konstantin Batyguin, um astrofísico planetário no California Institute of Technology em Pasadena, Califórnia. Disse: "Existem agora cinco linhas diferentes de evidências observacionais que apontam para a existência do " Nono Planeta ". "Se remover essa explicação e imaginar que o 'Nono Planeta' não existe, então gera mais problemas do que resolve", observou.

Fonte: RT

"Fazemos o que gostamos, mas afastados de quem gostamos"


O DN acompanhou a partida do segundo dos submarinos Tridente da Marinha para o Mar Mediterrâneo, onde participa na Operação Sophia, a qual começou com um contratempo causado pelas demonstrações feitas com o Presidente da República a bordo. Esta missão militar da UE destina-se a combater diversos tipo de tráfico e identificar e eliminar embarcações e contrabandistas

Algures a meio da noite dentro do submarino Arpão, a 15 metros de profundidade e ao largo de Sesimbra, começa a ouvir-se cantar o hino do Sporting Clube da Horta. A surpresa de quem é estranho à guarnição é acolhida com sorrisos e uma resposta também em voz baixa, para não acordar quem já dorme: "É o imediato."

O imediato é a segunda figura a bordo dos navios militares, o conselheiro do comandante na condução das operações militares e, na prática, é o responsável operacional. No caso dos submarinos, é por ele que passa também toda a comunicação para e de terra - o que implica ter a responsabilidade de decidir o que pode ser transmitido ao destinatário das mensagens a bordo, incluindo o comandante, e guardar segredo do que não revela, por mais pesado que seja.

Fica por saber se a escolha musical do primeiro-tenente Paulo Macedo da Silva naquela madrugada corresponde a uma dessas situações de autogestão do stress. Certo é que esse parece ser um hábito do oficial em certos momentos...

Com uma guarnição completa de 33 militares - todos homens, embora já haja pelo menos uma voluntária para fazer o curso de dez meses - em que os mais velhos têm cerca de 43/44 anos e "quase tudo é gente casada", o Arpão é o segundo dos dois submarinos da classe Tridente construídos na Alemanha durante os anos 2000.



Com 57 metros de área habitável, cada um dos 33 militares consegue ter uma cama própria. Em rigor, o espaço de que um marinheiro beneficia a bordo do Arpão é de quase dois metros. Por comparação, nos anteriores submarinos da classe Albacora (44 metros habitáveis), cada um dos 54 efetivo tinha direito a menos de um metro, assinala o comandante, capitão-tenente Henriques Frade, evocando a sua carreira a bordo daqueles navios antiquados em que "cada um só podia levar uma mala pequena" para bordo, qualquer que fosse a duração das missões.

Nestes novos submarinos da classe Tridente há ainda espaço no corredor para receber mais 10 pessoas a bordo: baixam-se as mesas existentes junto à proa e montam-se (e desmontam-se diariamente) outras tantas macas em três filas verticais - estando uma delas, no nível mais alto, reservada para o oficial espanhol que participa nesta missão militar no Mar Mediterrâneo ao serviço da UE (ver texto secundário).


A partida para a Operação Sophia, a 2 de outubro, ficou marcada pela visita do Presidente da República ao largo de Cascais e do plano consta uma paragem ao fim da tarde, na baía de Sesimbra, para receber a equipa do DN. O ligeiro atraso com que lá chega sugere a existência de algum tipo de contratempo, confirmada após a chegada a bordo num bote da lancha da Marinha que apoia a Autoridade Marítima Local.

O comandante do Arpão, capitão-tenente Henriques Frade, confirma-o pouco depois de receber os visitantes no convés exterior: uma das manobras de demonstração feitas com Marcelo Rebelo de Sousa a bordo fez soltar uma espécie de tampa à ré.

O caso em si não impedia a viagem mas, caso fosse necessário acelerar o navio para além da velocidade habitual de cinco nós (menos de 10 quilómetros/hora), já poderia danificar a peça ou provocar ruídos que anulariam a sua grande vantagem: navegar em silêncio, indetetável (não é por acaso que na casa de banho há cartazes a alertar para "não bater" a porta. Ou, ainda, que todos os equipamentos a bordo estão fixados ao casco resistente, exterior, do submarino através de borrachas que amortecem as vibrações e absorvem o som produzido por geradores, esgotos ou, por exemplo, bombas hidráulicas).


Dada a proximidade à base naval de Lisboa, donde partem os mergulhadores que irão colocar a peça no lugar, decide-se que o Arpão fica a navegar na zona de Sesimbra em vez de seguir logo para Portimão, onde estava previsto deixar o DN a meio da manhã do dia seguinte, e aguardar aí pela chegada dos "mecânicos" enviados do Alfeite

O que também não se faz durante toda a noite - incluindo as pouco mais de duas horas passadas na maca e tapados com um cobertor para evitar "congelar e parecer um pinguim" por causa do ar condicionado - é mergulhar até aos 50 metros de profundidade, restando a experiência da suave descida inicial até à cota periscópica dos 15 metros e, poucas vezes, uma leve oscilação do submarino enquanto navega na habitual velocidade de cinco nós (cerca de nove quilómetros/hora).


Respeitar o relógio biológico

Na sala de comando, após subir e descer escadas a pique no interior da torre do navio, o segundo-tenente Carvalho Correia (chefe do serviço de operações do Arpão) dá as primeiras explicações.

O ambiente é de quase ficção científica - "tipo Nova Iorque, a cidade que não dorme", brinca Henriques Frade -, acentuado pelas ordens associadas aos procedimentos de imersão e estanquicidade do submarino: a iluminação é a que sai das consolas, das silhuetas térmicas ou imagens de infravermelhos dos alvos nos monitores, dos interruptores e botões de várias cores instalados nas duas paredes daquele espaço. A meio estão a mesa do oficial de quarto e o periscópio cheio de botões junto aos punhos.


A razão para o navio operar de noite sem as luzes do teto ligadas é fisiológica, refere o comandante: trata-se de respeitar o relógio biológico dos marinheiros, ficando só com luzes de presença desde o princípio da noite e acendendo as lâmpadas led com o raiar do dia. O oficial esclarece que as questões fisiológicas estendem-se aos efeitos do "ritmo das bordadas", turnos sucessivos de seis horas a trabalhar e seis a descansar (que inclui dormir, comer, tomar banho...): começando à 01:00 da manhã, o primeiro vai até às 07:00 e assim sucessivamente.

Contudo, as exigências físicas e psicológicas que isso coloca têm levado a adotar um novo modelo de quatro horas a trabalhar seguidas por oito horas a descansar quando, diz o capitão-tenente, o tipo de missão e grau de ameaça permitem. Nesse regime "é possível ter vida pessoal", traduzindo-se isso em jogos de tabuleiro, ver filmes nos portáteis ou praticar desporto.

É por isso, acrescenta o seu imediato enquanto o submarino oscila para fazer desaparecer as bolhas de ar existentes entre o chamado casco resistente e o exterior, que "quando não se está a fazer nada dorme-se. É o bom senso", enfatiza Paulo Macedo à mesa do centro nevrálgico do Arpão. Esta área está dividida em dois: a estibordo (lado direito) encontra-se a área de funcionamento da plataforma, enquanto a bombordo fica a da recolha e tratamento da informação (acústica, visual, eletromagnética, de comunicações) obtida pelos sensores e radares, periscópio e mastro optrónico, assim como trata do combate naquela que é "a arma mais estratégica do país", enfatiza Henriques Frade.


Questionado sobre se as conversas e ordens dadas a bordo são gravadas, a exemplo do que sucede nos aviões e tendo em conta os recentes acidentes com navios da Sétima Esquadra norte-americana que levaram à demissão de vários responsáveis, o comandante do Arpão responde com o habitual sorriso: "Aqui não há caixa negra, só há um culpado."

"Mais do que ser brilhante", a bordo do submarino "vive-se muito da experiência, muito bom senso e calma", argumenta Henriques Frade, que levou 12 anos quase ininterruptos a bordo até ser um dos poucos "escolhidos a dedo" para comandar submarinos, observa o porta-voz do ramo, comandante Coelho Dias. Hugo Almeida de Melo, primeiro-tenente que está embarcado como oficial de reserva, vai mais longe: aquele cargo "é o mais desafiante" da Marinha e ao que aspira chegar.


Esse percurso começa como oficial de comunicações, a que se segue a passagem a oficial de navegação, de operações e, por fim, a imediato - onde a capacidade de interpretar a complexidade dos múltiplos dados recebidos representa uma condição básica, que vai servindo de triagem ao longo desse percurso. E no curso de comandantes, na Alemanha, a regra é chumbarem "40% a 50%" dos candidatos, independentemente das várias nacionalidades. Aí, sob stress e cansaço induzidos pelos instrutores, um candidato tem, por exemplo, de ser "capaz de construir uma panorâmica a três dimensões da superfície do mar" com uma única e rápida volta do periscópio, ficando a saber quantos e onde estão os navios observados.

Exigido é também "muito cálculo mental no periscópio", no essencial "senos e cosenos", para estimar os minutos em que é possível arriar o aparelho antes de o voltar a içar com a garantia de que, nesse intervalo, nenhum dos navios identificados à superfície pode chocar com o submarino. "Trabalha-se com movimento relativo, pois no mar não se para nos cruzamentos" e, dada a inércia dos navios, uma distância de dois quilómetros "é já ali", informa um dos oficiais.

Outra figura essencial a bordo é a do responsável pelo leme, um manípulo semelhante aos joysticks dos jogos de consola e que está a cargo de um cabo. "Encontrar o equilíbrio zero" exige "sensibilidade, concentração e capacidade de resposta" por parte do marinheiro que conduz o Arpão, realça o comandante daquele submarino com 2020 toneladas que pode ser desequilibrado com a deslocação de uns meros 100 quilos ao longo do corredor que se estende da proa à ré.

É por isso que a mudança de turno "pode demorar uma hora", pois "rende-se um homem de cada vez", destaca o capitão-tenente Henriques Frade. Isso é particularmente aconselhável durante a noite, pois o desequilíbrio do navio teria de ser compensado com a deslocação de água nos tanques de compensação de peso "da vante para ré, fazendo ruído" e perturbando quem está a descansar.


"Há um respeito grande pelo silêncio, pela privacidade dos outros, pois todos sabem o que custa" ser interrompido nos momentos de descanso, em especial quando o regime de bordadas é de seis horas. É que o tempo nessa fase inclui pelo menos o ir comer e lavar-se, descontando já qualquer tempo de insónia... Acresce "todos nós percebermos que um gesto pode afetar todos", reforça Paulo Macedo.

"Somos equipas de alta performance, onde qualquer elemento é uma peça chave... como numa sala de operações" dos hospitais, clarifica o comandante do Arpão, a cargo de quem está um navio de centenas de milhões de euros e que pode estar até 36 horas sem comunicar com terra. "Somos especiais", acrescenta Henriques Frade com um largo sorriso e orgulho, mas sem arrogância. "Conhecemo-nos melhor uns aos outros" do que a família, assume o oficial, dado que "o espaço é muito pequeno" e, ao contrário dos navios de superfície, ali "não existe a rigidez tipicamente militar".

Mais, os membros da guarnição nesse ambiente familiar conhecem-se ao ponto de "não ser preciso falar" para alguém saber o que o outro quer. "Aqui o encargo é de todos, há um trabalho de equipa" em que os militares "não são nem faladores nem calados", indica por sua vez Paulo Macedo. Adaptar-se à vida submarinista, aliás, significa que se entra num habitat onde "não dá para se chatear" - ao ponto, indica de novo o comandante, de se dizer que "havia muito casamento que se resolvia aqui dentro" (motivando alguém a dizer um palavrão que faz alargar os sorrisos dos presentes no centro de operações).

Henrique Frades reconhece depois que "a gestão [da distância e da ausência de contacto durante o período no mar] é mais difícil" para os familiares. O oficial assume ainda "o dilema" dos submarinistas, porque "pode ser visto como egoísmo" face à família. Como? "Fazemos aquilo que gostamos, ficando afastados de quem gostamos".

Caminhar mil passos

Na cozinha minúscula, entre a câmara de oficiais e o espaço com caixotes para lixo reciclado, o imediato Paulo Macedo da Silva prepara uma refeição ligeira composta por uma sandes, um iogurte e um sumo.

Em cima da bancada, à esquerda, está uma panela grande cheia de costeletas cozinhadas (e que tinham sido o prato do jantar, comido na sala dos oficiais logo ao lado) e sacos de batatas fritas. Por baixo, do mesmo lado esquerdo, está uma grande gaveta com pão. À direita está um pequeno frigorífico encastrado - como o micro-ondas - de onde o oficial retira um pacote de sumo e um iogurte. Noutra gaveta está o fiambre e o queijo ou a manteiga, de que os 33 marinheiros - oficiais, sargentos e praças - se podem ir servindo durante os turnos da noite. À frente, em cima, estão copos encaixados uns nos outros, enquanto na bancada está uma torradeira e um pacote de café.


Às vezes, conta o primeiro-tenente Paulo da Silva enquanto oferece algo, "o stress, a atenção" no centro de operações "é tão grande que é preciso vir beber algo... ser rápido" para voltar ao lugar, seja frente a uma das consolas e monitores ou, no seu caso, voltar ao periscópio e a rodar 360 graus (começando sempre para a direita). Essa tarefa, aliás, é a que permite aos oficiais juntarem mais uns 300 passos aos cerca de 700 dados diariamente por cada membro da guarnição, observa o comandante com uma nota de humor, no corredor junto à entrada da cozinha.

Em termos de comparação, o comandante Henriques Frade adianta já ter usado uma aplicação de telemóvel para saber que, num dia de folga, caminha cerca de 10 mil passos. Isso oferece um exemplo dos eventuais efeitos físicos e psicológicos negativos associados à vida a bordo de um navio (que pode ir até 50 dias consecutivos) onde um militar tem de se desviar para outro passar.

Daí a importância de ter sido instalada uma bicicleta estática (amarrada com correias) e por baixo do pavimento onde se situam o centro de operações, os alojamentos dos oficiais e da restante guarnição, os compartimentos de propulsão e dos quadros elétricos ou o acesso aos tubos donde são lançados torpedos, minas e mísseis - os quais exigem prévia autorização do poder político antes de serem disparados.

"É o único local" onde foi possível fixar a bicicleta sem estorvar, explica por sua vez Hugo de Melo: no fim do corredor de acesso à área dos equipamentos eletrónicos, adjacente à das máquinas de lavar e secar roupa e das arcas frigoríficas. É também nesse pavimento que estão alguns halteres e umas tiras elásticas para os chamados exercícios de resistência total do corpo (TRX, sigla em inglês) - um programa criado pelas forças especiais da Marinha norte-americana (os muito famosos Navy Seals).

Henriques Frade mostra depois as arcas frigoríficas e explica o que comem e como funciona a logística alimentar a bordo. Lá dentro encontram-se batatas e legumes congelados, peixe, carne, fruta... com dois cozinheiros na guarnição, uma regra é armazenar os produtos pela ordem com que vão ser consumidos.


Outra é ter produtos que não deixem resíduos (como ossos, por exemplo): "A carne e o peixe vêm cortados à fatia" do centro de preparação de alimentos da esquadrilha de submarinos. E há comida própria para militares muçulmanos ou judeus? "Sim e já tivemos um a bordo", situação em que a esquadrilha adquire e embarca as quantidades estimadas para a duração da viagem.

Na câmara dos oficiais, onde cabem cinco pessoas à volta da mesa - o comandante (ou o imediato) obrigatoriamente na ponta esquerda, junto ao televisor mas para sair rapidamente em caso de necessidade - e um sexto sentado numa cadeira que quase bloqueia a entrada da sala, está o compartimento onde se colocam as garrafas de água e de vinho para acompanhar as refeições.

Momento de festa é quando um dos membros da guarnição se oferece para cozinhar, seja fazendo uma açorda de alho, pizas, bolos ou outro prato com o que está à mão - como a perna de presunto pendurada junto aos lança-torpedos "Ajuda a passar o tempo", comenta um marinheiro.

Fonte: DN

Como remover ou recuperar a password de qualquer conta do Windows

Resultado de imagem para Windows

Queres aceder ao teu computador e esqueceste-te da password? Este método vai ajudar-te a fazer isso. Não envolve “crackar” passwords nem usar dicionários. Simplesmente remove a password de qualquer contar.

Para usares este método vais precisar de:
  • Um computador Windows além daquele onde queres entrar
  • Uma pen drive com pelo menos 4GB
  • Um ficheiro ISO do Ubuntu, que podes obter aqui
  • A aplicação Rufus, para graves o ficheiro ISO na pen, que podes obter aqui
  • Acesso à BIOS, para alterares a ordem do “boot”
Vamos lá? Bora!

Com o ISO do Ubuntu e o Rufus no teu PC (um segundo PC, não aquele onde queres obter a password, porque esse, obviamente, não consegues aceder a ele), coloca a pen no computador.

Seleciona a tua PEN (no label, na imagem) e clica no ícone ao lado do ISO, para selecionares o ISO do Ubuntu.


Isto vai criar um Live CD do Ubuntu. Agora precisas de ir à BIOS do computador onde queres recuperar a password (normalmente usa f2, f10 ou f12 para aceder) e alterar a ordem do “boot”. Procura mais informações na net sobre a marca e modelo do teu PC se não souberes onde isso está. Já está? Agora coloca a pen no computador onde queres “recuperar” a password.

Agora que o “boot” é a tua pen, o Ubuntu vai iniciar. Clica em “Try Ubuntu” para usares o Ubuntu sem formatar o PC. Depois de iniciar tudo, carrega em cima à direita no ícone da roda dentada, e depois em Settings. Vai até à opção Software and Updates e seleciona a segunda opção, como mostra a imagem:


Em seguida, carrega na tecla Iniciar e escreve “Terminal”. Abre a única aplicação que vai aparecer, usando o Enter.

Agora, escreve o seguinte comando:

sudo apt-get install chntpw

Em seguida, abre o ícone do lado esquerdo do ecrã com uma pasta, para acederes aos ficheiros. Aí, seleciona do lado esquerdo o nome do teu disto e depois vai até à pasta Windows, depois System32 e depois Config. Num espaço em branco, clica com o botão direito e seleciona a opção “Open in Terminal”. Executa depois o seguinte comando:

chntpw -u nomedoutilizador SAM


Altera “nomedoutilizador” pelo utilizador do qual queres remover a password.

Vai-te aparecer um ecrã como este:


Basta selecionares as opções “1” (escreve e dá enter), e ele remove a password, e depois a opção “q” para saíres. Ele vai-te perguntar se queres guardar as alterações, escreve “y” para sim.

Agora, reinicia o computador, na opção em cima à direita (roda dentada) e clicando em Restart.

Já está. O utilizador que selecionaste já não tem qualquer password.

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Estação espacial chinesa vai colidir com a Terra... e não se sabe onde


A nave deverá desintegrar-se à entrada na atmosfera, mas destroços, alguns com mais de 100 kg, vão atingir a superfície

Uma estação espacial chinesa de 8,5 toneladas está em queda descontrolada em direção à Terra e espera-se que se despenhe nos próximos meses. Embora se espere que parte do laboratório se incendeie e desintegre, algumas das peças que vão atingir a superfície do planeta poderão pesar mais de 100 kg. A notícia é avançada esta sexta-feira pelo The Guardian, que cita especialistas afirmando que é impossível prever onde vão cair os destroços - nem mesmo nos dias imediatamente anteriores à colisão.

A estação Tiangong-1, também batizada "Palácio Celestial", foi lançada em 2011 porque a China queria ter um laboratório espacial que fosse também um "potente símbolo político. A medida fazia parte de um ambicioso programa científico que tinha por meta tornar a China uma superpotência espacial.

Em cinco anos, passaram pelo "Palácio Celestial" chinês tanto missões tripuladas, como não tripuladas. Numa das quais, realizada em 2012, participou Liu Yang, a primeira mulher astronauta da China.

Mas algo pouco celestial estava a acontecer com a Tiangong-1. Após meses de especulação sobre os eventuais problemas a bordo, em 2016 responsáveis chineses admitiram ter perdido o controlo da estação espacial e que esta iria colidir com a Terra. E, de acordo com a notificação enviada pela agência espacial chinesa às Nações Unidas, os destroços do "Palácio Celestial" deverão colidir com a Terra entre o presente mês de outubro e abril de 2018.

Desde 2016 que a órbita da estação espacial entrou em queda, sendo que nas últimas semana atingiu as camadas mais compactas da atmosfera da Terra, o que aumentou ainda mais a aceleração da descida.

"Agora que o perigeu [o ponto mais alto do trajeto da estação] já está a menos de 300km de altura e atingiu as camadas mais densas da atmosfera, o ritmo da queda está a aumentar", disse ao Guardian o astrofísico de Harvard, Jonathan McDowell. "É de esperar que se despenhe dentro de alguns meses, em finais de 2017 ou início de 2018", acrescentou.

A probabilidade de os destroços ferirem alguém é considerada remota, mas é também impossível prever onde vai cair. "Não se pode, de todo, dirigir o trajeto de uma coisa destas", disse McDowel. "Mesmo quando só faltar um ou dois dias para a reentrada da estação na atmosfera, é provável que não se consiga fazer melhor do que calcular o momento do impacto com uma margem de seis ou sete horas de distância, para mais ou para menos. E não saber quando vai cair traduz-se em não saber onde vai cair", concluiu o astrofísico. Segundo McDowell um ligeira alteração nas condições atmosféricas pode empurrar os destroços da estação "de um continente para outro".

Em maio deste ano, a China informou as Nações Unidas de que vai manter uma cuidadosa monitorização da descida da nave e que informará a ONU quando esta iniciar o seu mergulho final.

Fonte: DN

Nos Himalaias foram encontradas 200 estátuas únicas, feitas por povo desconhecido

Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

Uma expedição russo-indiana descobriu nos Himalaias (estado indiano de Jammu e Caxemira) dois complexos rituais com figuras de pedra desconhecidas da época da Alta Idade Média, informou o vice-diretor do Instituto de Arqueologia e Etnografia da Academia de Ciências da Rússia, Vyacheslav Molodin.

Segundo Molodin, a expedição, liderada pela correspondente da Academia de Ciências da Rússia Nataliya Polosmak, trabalha na Índia há três anos e o último ano trouxe resultados "incríveis". Neste ano, os cientistas trabalharam em uma região de difícil acesso dos Himalaias, na fronteira entre a Índia e o Paquistão.

"A grande altitude nas montanhas, foram descobertos dois complexos rituais […]. Encontramos cerca de 200 cavaleiros de pedra. O interessante é que às vezes no cavalo há dois, três ou quatro cavaleiros e não um. Isto é, representam alguns mistérios ou mitos que ainda estão por ser decifrados", disse Vyacheslav Molodin.

Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

Ele sublinhou que, apesar de serem feitos no mesmo estilo, todas as esculturas são diferentes. No mesmo lugar se encontram fontes de água e construções de pedra, ligadas a estas figuras.

"Parecia que na Índia tudo já era conhecido, mas estas coisas foram encontradas pela primeira vez. Não há publicações sobre isso nem a comunidade científica sabia algo sobre o achado. Ainda há lugares completamente extraordinários que nunca foram estudados", ressaltou o cientista.

Segundo a estimativa da chefe da expedição, as esculturas datam da época da Alta Idade Média, isto é do início da Era Comum, levando em consideração os adornos dos cavalos e outros detalhes.

Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

No entanto, o que se desconhece é a origem do povo que criou as figuras, pois antes nada deste tipo foi encontrado na iconografia da Índia.

"É uma população que de repente apareceu nos Himalaias, estabeleceu-se em áreas de difícil acesso, deixando estes vestígios", sublinhou o especialista.

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sexta-feira 13: Hoje começa, o arrebatamento dos cristãos???

sexta-feira jesus

Sexta-feira 13 marcará o Arrebatamento, onde Jesus retornará à Terra e os não-crentes serão lançados no inferno, de acordo com os cristãos fundamentalistas.

A sexta-feira 13 marca o fim de um feriado judaico de sete dias - A Festa dos Tabernáculos - e depois disso, o apocalipse começará na Terra.

De acordo com o Daily Star, os cristãos passaram pela Bíblia e seguiram a Festa dos Tabernáculos, que vai de 5 de outubro a 12 de outubro - Jesus retornará à Terra e punirá aqueles que não têm fé.

Ele aponta para um verso de Zacarias da Bíblia hebraica, que diz: "O Senhor ferirá os pagãos que não se encaixam para manter a festa dos tabernáculos.

"Este será o castigo do Egipto e o castigo de todas as nações que não farão a festa dos tabernáculos".

Depois disso, aqueles que não crêem em Cristo serão condenados ao inferno, de acordo com um verso de Apocalipse.

O verso diz: "Sua cauda desenhou a terceira parte das estrelas do céu, e as sentou na Terra, e o dragão estava diante da mulher que estava pronta para ser entregue, para que ela devorasse seu filho assim que nascer-se.

"E ela trouxe um homem filho, que deveria governar todas as nações com um rolo de ferro, e seu filho foi apanhado em Deus e no seu trono".

Dito filho é supostamente Jesus, que os cristãos acreditam que poderia chegar hoje.

Outros cristãos apontaram para a passagem do asteróide 2012 TC4, que eles acreditavam que marcaria o apocalipse a13 de outubro.

TC4 passou entre a Lua e a Terra a uma distância deslumbrantemente próxima de apenas 31,000 milhas do nosso planeta.

E os teóricos da conspiração cristã acreditam que a chegada do asteróide marcará o início do fim do mundo.

Um blog divulgou pelo poeta Mel Brake diz que a passagem do asteróide foi um sinal no céu, a mãe Maria deve retornar e o apocalipse começará.

O site diz que outubro marcará o aniversário dos 100 anos de 'Nossa Senhora de Fátima'.

Em 1917, entre maio e outubro, três jovens pastores portugueses teriam sido visitados pela mãe Maria, que lhes forneceu visões do apocalipse.

O blog do Sr. Brake aponta para Apocalipse 12: 1, que diz que um "sinal" aparecerá no céu antes que uma mulher venha e ofereça grande angústia aos que estão na Terra - a mulher sendo a Virgem Maria neste caso.

A passagem da Bíblia 12: 1-2 lê: "E um grande sinal apareceu no céu: uma mulher vestida como o sol, com a Lua debaixo de seus pés, e na cabeça uma coroa de 12 estrelas. Ela estava grávida e estava chorando de dores de parto e na agonia de parto ".

A publicação do blog lê: "A mensagem é clara, temos uma escolha entre luz ou a escuridão e, desde os 100 anos de aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhod filhos de Fátima.

"Quando a Mulher Vestida de Sol retorna em 13 de outubro de 2017, o que ela retornará como uma Mãe triste e dolorida ou uma mãe amorosa e feliz porque nós, nossos filhos, abraçamos seu presente de amor: o presente de Fátima".

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