sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Descoberta curiosa: de que tamanho é o menor asteroide da órbita terrestre?

Fragmento de asteroide, imagem da NASA

Um grupo de astrónomos da Universidade do Arizona, EUA, mediu o tamanho do menor asteróide da órbita terrestre, revela a revista científica Astronomical Journal.

Os dados indicam que o corpo celeste, chamado 2015C25, possui um diâmetro entre 1,7 e 3,3 metros. O asteróide executa uma volta completa ao redor do seu eixo a cada dois minutos. O curioso objecto consiste de formações de silício. 

Os cientistas afirmam que o 2015C25 não representa perigo algum para a Terra por ter um tamanho insignificante para alcançar a superfície do nosso planeta. 

A curiosidade é que corpo descoberto é considerado "descendente" do asteróide gigante Nysa, de 113 quilómetros, que se encontra entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Vishnu Reddy, astrónomo-chefe do grupo de cientistas, acha que a pesquisa poderá ajudar a definir o movimento dos asteróides para evitar a sua eventual colisão com a Terra. Reddy afirma que os meteoritos que caíram na Terra se formaram da sequência da desintegração de pequenos asteróides com diâmetro de até 20 metros.

Como informou o jornal Sci News citando um dos astrónomos, Stephen Tegler, "o meteorito que caiu na cidade russa de Chelyabinsk e deixou dezenas de feridos, tinha um tamanho de apenas 20 metros". Há já muito tempo que cientistas têm tentado evitar uma eventual colisão de asteróides com a Terra. Embora existam dezenas de milhares asteróides de cerca de 100 metros, até o momento apenas 5 mil são conhecidos.

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Índia inaugura uma das maiores centrais solares do mundo

Panel

A Índia revelou recentemente uma das maiores centrais de energia solar do mundo, em Kamuthi, Tamil Nadu.

De acordo com a Al Jazeera, a instalação de quase quatro quilómetros quadrados foi construída no sul da Índia e tem uma capacidade de 648MW, superando a gigantesca Topaz Solar Farm, na Califórnia, por cerca de 100MW.

A instalação da central terá levado apenas oito meses e custado cerca de 679 milhões de dólares, sendo que esta possui 25 milhões de módulos solares e uma equipa de robôs de manutenção movidos a energia solar.

Prevê-se que a central indiana produza a eletricidade necessária para alimentar 150 mil casas.

Esta central de energia solar é apenas outro passo em frente na extensa campanha da Índia para expandir seu uso de energias renováveis.

No ano passado, o país abriu o primeiro aeroporto do mundo alimentado inteiramente a energia solar.

Em março, o governo anunciou planos para que todos os carros existentes no país (cerca de 25 milhões) passassem a ser elétricos até 2030.

No próximo ano espera-se que a Índia se venha a tornar no terceiro maior produtor mundial de energia solar depois da China e dos Estados Unidos.

No entanto, apesar das grande mudanças e da política pró-energias renováveis do atual governo, o país asiático ainda tem muito a fazer para atingir os seus ambiciosos objetivos.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Estudo da Universidade de Stanford conclui que a próxima geração de robôs não nos vai tentar matar


A partir de hoje vai poder dormir mais descansado e esquecer a possibilidade de um ataque de robôs, pelo menos durante os próximos tempos.

As guerras entre humanos e robôs que ganham vontade própria são um dos temas mais comuns do universo cinematográfico. No entanto, de acordo com a Fast Company, que cita o primeiro relatório do “One Hundred Year Study on Artificial Intelligence” (AI100), “não há motivo para preocupação. A Inteligência Artificial (IA) não representa uma ameaça iminente para a humanidade”.

O projeto AI100 da Universidade de Stanford é conduzido por um painel de especialistas em IA e encontra-se em andamento, sendo que o primeiro relatório, “Artificial Intelligence and Life in 2030”, já pode ser consultado.

O documento fala sobre os avanços da IA nos EUA, abordando as prováveis diferenças entre a época atual e 2030. As áreas exploradas pelo relatório incluem transportes, saúde, educação, local de trabalho e segurança pública.

O transporte autónomo será a primeira experiência que muitas pessoas irão ter com a IA. Essa primeira experiência poderá ser fundamental, de acordo com o relatório. “O transporte autónomo será em breve um lugar comum e fará parte da primeira experiência com sistemas de inteligência artificial de muitas pessoas, desta maneira, vai influenciar fortemente a opinião do público.”

No que toca aos cuidados de saúde, a IA vai ajudar gradualmente os médicos. A capacidade de obter informações relevantes de grandes quantidades de dados é uma aplicação natural.

Além disso, os robôs poderão ser utilizados para fornecer medicamentos em vários locais. Ainda assim, os seres humanos continuarão a ser necessário, pelo menos durante mais 15 anos, aponta o relatório.

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

UM DOS MAIORES OBJETOS DO UNIVERSO FOI DESCOBERTO ATRÁS DA VIA LÁCTEA

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Uma equipa de astrónomos descobriu algo incrível atrás da nossa galáxia: uma das maiores estruturas já encontradas no Universo. Chamado de Superaglomerado de Vela, o objeto é um grupo maciço de vários conjuntos de galáxias, cada um com centenas ou milhares de galáxias.

“Não conseguia acreditar que uma estrutura tão grande se estendesse tão proeminente depois de observar aquela região do espaço”, relata Renée Kraan-Korteweg, astrofísica da Universidade de Cape Town, na África do Sul.

A descoberta do Superaglomerado de Vela, que herdou o nome da constelação onde foi descoberto, foi publicada por Kraan-Korteweg na Monthly Notices Letters of the Royal Astronomical Society.

Pode ser difícil acreditar que um objeto tão grande possa ter passado despercebido, mas a Via Láctea hospeda milhares de milhões de estrelas, planetas e nuvens coloridas de gás e poeira.

Basicamente, a nossa galáxia é um parque de diversões brilhante para estudar objetos individuais, como buracos negros, a formação de sistemas solares alienígenas ou planetas extrasolares potencialmente habitáveis.

Mas, se um astrónomo quiser investigar o resto do Universo, para lá da Via Láctea, ainda tem muito mais pela frente.

(dr) STScI / NASA / ESA
O nosso Sistema Solar é uma pequena fração do Universo

Um gigante escondido atrás da Via Láctea

A astrofísica Kraan-Korteweg e os seus colegas combinaram as observações de vários telescópios: o recém-reformado Grande Telescópio da África do Sul (SALT), perto da Cidade do Cabo, o Telescópio Anglo-Australiano (AAT), perto de Sydney, e os exames de raios-X do Plano Galáctico.

Usando todos os dados, os cientistas calcularam a rapidez com que cada galáxia se estava a afastar da Terra. A análise revelou que todas as galáxias pareciam estar a mover-se ao mesmo tempo – indicando um conjunto de galáxias que não podiam ser vistas.

“Tornou-se óbvio que estávamos a descobrir uma enorme rede de galáxias, que se estendia muito mais do que esperávamos”, adiantou Michelle Cluver, astrofísica da Universidade do Cabo Ocidental, na África do Sul.

Segundo os investigadores, o Superaglomerado Vela tem aproximadamente a mesma massa do Superaglomerado Shapley, que contém cerca de 8.600 galáxias e está localizado a cerca de 650 milhões de anos-luz de distância.


Considerando que uma galáxia típica tem cerca de 100 mil milhões de estrelas, os cientistas estimam que a estrutura descoberta possa conter entre 1.000 e 10.000 milhões de biliões de estrelas.

Os cálculos também revelam que o Superaglomerado Vela está a cerca de 800 milhões de anos-luz de distância e está a afastar-se cada vez mais a uma velocidade de cerca de 18 mil quilómetros por segundo.

Apesar dessa distância crescente, no entanto, a influência de Vela não pode ser negada. Os investigadores dizem que a força gravitacional do objeto está a acelerar o Grupo Local de Galáxias, que inclui a Via Láctea, em cerca de 177 mil km/h, ou 50 km/s.

Esta nova descoberta pode ajudar os cientistas a descobrir mais sobre a história da Via Láctea.

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OVNI besouro deixa um raio azul - 2016


Publicado a 27-11-2016

Um estranho objecto voador em forma de besouro foi captado no estado do Arizona deixando uma espécie de luz azul. Será extraterreste, ou uma nova arma ou experiência militar?

Fonte: Youtube

De gelar as veias: aterragem de um helicóptero numa tempestade no mar


Aterrar um helicóptero num barco no meio de uma tempestade do Mar do Norte é um exercício que exige precisão absoluta e nervos de aço. Veja como um um piloto de testes tenta aterrar o seu Lynx Mark 90 B no navio patrulha Knus Rasmundssen no Mar do Norte.

De gelar as veias.

Fonte: MOTOR24

Baterias de diamante feitas de lixo nuclear duram 5 mil anos

Baterias de diamante feitas de lixo nuclear duram 5 mil anos

Um dos grandes e incontornáveis obstáculos à utilização de material nuclear na produção de energia, é a dificuldade de lidar com os resíduos. A carga poluente é danosa de forma “permanente” para o planeta.

Agora, físicos e químicos da Universidade de Bristol, no Reino Unido, encontraram uma forma de converter milhares de toneladas de resíduos nucleares em baterias de diamante. Estas baterias podem gerar uma pequena corrente eléctrica por mais tempo do que toda a história da civilização humana.

Tom Scott, geoquímico na Universidade de Bristol, e a sua equipa, criaram um protótipo de bateria de diamante que usa um isótopo instável de níquel (níquel-63) como fonte de radiação.

Não há partes móveis envolvidas, nenhuma emissão gerada e nenhuma manutenção necessária, apenas a geração directa de eletricidade. Ao encapsular materiais radioativos dentro de diamantes, transformamos um problema de longo prazo de resíduos nucleares numa bateria de energia nuclear e num fornecimento de energia limpa a longo prazo.

O níquel-63 tem uma vida-média de, aproximadamente, 100 anos, o que significa que o protótipo do dispositivo ainda manteria, aproximadamente, 50% de sua “carga” durante 100 anos. Contudo, os cientistas dizem que há uma fonte ainda melhor com a qual poderiam trabalhar – e isso acabaria por fornecer uma solução para a enorme qualidade de lixo nuclear do Reino Unido.


Como podemos ler na publicação ScienceAlert, os reactores Magnox estão a ser desmantelados após mais de meio século de serviço. Estes reactores usavam blocos de grafite como moderadores para retardar os neutrões e manter o processo de fissão nuclear em funcionamento mas, décadas de exposição, deixaram o Reino Unido com 104.720 toneladas de blocos de grafite, agora classificados como resíduos nucleares porque a radiação altera parte da substância em carbono-14 radioativo.

O que é o Carbono-14?

O carbono-14 é um isótopo de carbono instável. Assim, essas toneladas de grafite precisam ser armazenadas e vigiadas com segurança enquanto permanecem radioativas. Mas estaremos a falar num longo período, dado que o carbono-14 tem uma vida-média de cerca de 5.730 anos. Nessa perspectiva, a equipa decidiu tentar transformá-lo em baterias extremamente duradouras.

O Carbono-14 foi escolhido como material de origem porque emite uma radiação de curto alcance, que é rapidamente absorvida por qualquer material sólido. Isso significa que ele é perigoso se ingerido e não deve tocar na pele, mas é muito seguro em diamante, onde nenhuma radiação de curto alcance poderia escapar.
Afirmou Neil Fox, um dos investigadores.


Mas onde poderão ser usadas estas baterias?

Segundo os investigadores, estas baterias de carbono-14 apenas teriam grande utilidade para serem aplicadas em cenários onde somente fosse necessário baixa potência, mas a sua resistência seria avassaladora.

Vejamos o seguinte exemplo de comparação: uma tradicional pilha AA alcalina pesa cerca de 20 gramas, tem uma capacidade de armazenamento de 700 Joules por grama, e usa esta energia em funcionamento contínuo, cerca de 24 horas. Uma bateria de diamante, contendo 1 grama de carbono-14, produzirá 15 Joules por dia, mas continuará a produzir essa energia por 5.730 anos.

Este nível de produção poderia tornar as baterias de diamante úteis em situações onde não é possível carregar, ou substituir, baterias convencionais. Poderiam então ser uma solução “definitiva” para alimentar dispositivos eléctricos de baixa potência, onde a vida longa da fonte de energia é necessária, como os pacemakers, satélites, drones de alta altitude ou até mesmo naves espaciais.

Os investigadores, contudo, afirmam que ainda é cedo para falar sobre a aplicação prática destas baterias, pois o interessante no momento será mesmo o facto de se poder eliminar do planeta uma enorme quantidade de lixo nuclear e, claro, se com isso o mundo obtiver uma bateria que alimenta gadgets para “todo o sempre”… melhor.


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NASA cria estratégia para proteger Terra de micróbios alienígenas

Superfície do Planeta Vermelho, Marte

As agências de exploração espacial, tanto hoje em dia como no futuro, enfrentam um grande desafio: proteger a vida na Terra de potenciais micróbios alienígenas e também defender as potenciais criaturas alienígenas de se contaminarem com nossos micróbios.

O meio ambiente de Marte ainda não é conhecido em grande detalhe, o que pode representar uma ameaça às missões humanas a este planeta, segundo diz a investigadora da NASA Catharine Conley. Por exemplo, "o cloro que voa em meio da poeira marciana" poderá ser um perigo para a saúde humana, disse Conley em uma entrevista concedida ao portal Space.com

"A vantagem de ter humanos no espaço consiste em que eles são muito mais flexíveis do que os robôs, mas eles poderão contaminar Marte com substâncias terrestres", destacou a especialista. 

Entretanto, os astronautas terão que garantir que os micróbios extraterrestres não serão trazidos para a Terra de volta, já que eles podem se disseminar sem controlo. Porém, da mesma forma é importante assegurar que os micróbios presentes na Terra não contaminem outros planetas.

Preservar a integridade científica das amostras recolhidas em planetas como Marte será fundamental para conhecer melhor o processo de formação do Sistema Solar e, eventualmente, saber mais sobre as origens e a evolução da vida na Terra. Tudo isso levou a NASA a publicar um relatório que enumera 25 lacunas nos conhecimentos humanos sobre a protecção dos planetas.

O relatório especifica três áreas primárias onde estas lacunas existem: a influência de micróbios espaciais na saúde humana, a forma como os contaminantes se deslocam em Marte e também entre missões em Marte e na Terra e, por fim, as medidas que possam controlar eventuais contaminações. 

"Os recursos que estamos desenvolvendo para os participantes da missão Asteroid Redirect [Desviando um Asteróide] são uma boa plataforma de teste para aqueles recursos que eventualmente podemos criar em Marte", concluiu a cientista.

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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Brasil espera lançar a sua primeira missão à Lua até 2020


O Brasil planeia lançar até dezembro de 2020 a sua primeira missão à Lua, com um nanosatélite que irá orbitar o astro para investigar os efeitos do ambiente espacial interplanetário sobre diferentes formas de vida.

O objetivo do projeto é enviar uma sonda até à órbita da Lua, a 384,400 quilómetros da Terra, de onde recolherá dados sobre a superfície lunar e conduzirá experiências científicas pioneiras com micróbios, moléculas e células humanas.

O projeto Garatéa-L, coordenado por investigadores do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, tem um custo de 35 milhões de reais (9,69 milhões de euros), segundo uma nota publicada hoje no 'site' da USP.

"A ideia é beneficiarmos da recente revolução dos nanossatélites, mais conhecidos como cubesats, para colocar o país no mapa da exploração interplanetária", disse Lucas Fonseca, engenheiro espacial da empresa Airvantis e gerente do projeto Garatéa-L.

Segundo a nota da USP, "um instrumento embarcado também fará a medição dos níveis de radiação em órbita cislunar, um resultado que terá importância para planos internacionais futuros de missões tripuladas de longa duração à Lua".

A iniciativa conta com contribuições e participantes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, da USP, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, do Instituto Mauá de Tecnologia e da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

O lançamento será realizado numa parceria entre duas empresas britânicas com as agências espaciais europeia (ESA) e do Reino Unido (UK Space Agency), que no mesmo voo deverão enviar a primeira missão ao espaço profundo de caráter comercial.

O veículo lançador contratado é o indiano PSLV-C11, o mesmo foguete que enviou com sucesso a missão Chandrayaan-1 para a Lua, em 2008, segundo a USP.

Na nota lê-se ainda que "a espaçonave precisa de estar pronta para voar até setembro de 2019, mesmo ano em que se completa o cinquentenário do primeiro pouso do homem na Lua".

Fonte: SIC Noticias

Músculos feitos de nylon? A invenção é do MIT

Músculos feitos de nylon? A invenção é do MIT

Investigadores criaram fibras semelhantes às dos músculos humanos usando nylon.

Uma dupla de investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, conseguiu criar músculos artificiais a partir de nylon.

Através de nylon comum, Seyed Mirvakili e George N. Hatsopoulos conseguiram criar fibras semelhantes às que compõem os músculos humanos. O método é relativamente simples e barato e pode ser usado na robótica e nos setores do automobilismo e aviação.

O nylon, aponta o MIT News, é uma matéria flexível e com grande longevidade, capaz de comprimir e de estender com a força do calor, simulando os movimentos de flexão do tecido muscular. Pode inclusive armazenar mais energia do que o músculo humano.

As experiências feitas no MIT permitiram constatar que o nylon pode resistir a 100 mil ciclos de dobragem, que podem repetir-se a um velocidade de 17 por segundo.


Fonte: NM

150.000 antílopes saiga morreram à frente de equipa de filmagens

Ambiente: 150.000 antílopes saiga morreram à frente de equipa de filmagens

No próximo episódio de «Planet Earth II» da BBC1, a série vai destacar a misteriosa tragédia de Maio de 2015 que matou, em apenas três dias, uns 150.000 espécimes de antílopes saiga, no Cazaquistão.

Os fãs da série narrada pelo célebre David Attenborough poderão ficar a conhecer melhor a visão aterrorizante do resultado de uma infecção bacteriana viral.

O produtor do episódio «Grasslands», Chadden Hunter, conta como julgou, na ocasião, estar a presenciar «a extinção de uma espécie».

«Quando estávamos lá nos terrenos onde as crias nascem, com centenas de mães a parir ao mesmo tempo, uma doença muito viral varreu a população e matou cerca de 150.000 deles em três dias».

«Na altura, pensámos estar perante a maior catástrofe natural que já tínhamos visto. Vimos 150.000 deste animais magníficos a morrer à nossa frente», lamentou.

«Naquela ocasião não sabíamos se estávamos a assistir à extinção da espécie, o que foi devastador emocionalmente para a equipa de filmagens».

Em Maio de 2015, a comunidade científica estimou que quase metade da população mundial desta espécie foi morta por uma misteriosa infecção bacteriana.

Actualmente, o antílope saiga é encontrado em apenas um local na Rússia e noutras três áreas no Cazaquistão.

Recorde abaixo um vídeo sobre a misteriosa ocorrência:


Fonte: DD

Há funções do Facebook Messenger que provavelmente não conhece


Sabe que pode alterar o tamanho dos emojis e criar conversas secretas que se autodestroem?

Se é utilizador de Facebook é provável que tenha instalada no seu smartphone a aplicação Facebook Messenger e que troque mensagens com os seus amigos.

O que é provável que não saiba é que a app é mais completa do que parece à primeira vista. As sucessivas melhorias que têm sido implementadas podem mudar em muito a experiência do utilizador, como destaca o TecMundo.

Talvez não se tenha apercebido, mas é possível alterar o tamanho dos emojis. Basta premir continuamente o emoji até este ficar do tamanho desejado. E é possível ainda criar atalhos para as conversas mais consultadas. A opção ‘criar atalho’ permite que este seja criado no wallpaper dos smartphones com sistema operativo Android.

Conversas criptografadas ou secretas são também uma realidade no chat do Facebook e autodestroem-se depois de lidas pelo destinatário. Para ativar a função, deve aceder a ‘conversas secretas’ no seu perfil e determinar o tempo que quer que a conversa ‘viva’.

Aceder ao contacto de outra pessoa pode ser mais simples através dos códigos de leitura, acessíveis no perfil do utilizador. O seu código (que inclui a foto de perfil) pode ser digitalizado por outros e também você pode digitalizar os códigos que lhe são facultados.

Enviar vídeos curtos (até 15 segundos) é mais fácil do que parece e pode ser feito sem aceder à galeria. Tal como no Snapchat, também no Facebook Messenger pode enviar vídeos curtos instantaneamente, clicando no ícone da câmara e premindo a o obturador continuamente.

Fonte: NM

Químicos russos descobriram molécula que destrói o cancro invulnerável

Cientistas estão saudando um avanço no tratamento do câncer que vai inaugurar uma nova era para aqueles que lutam contra a doença usando o próprio sistema imunológico do corpo para atacar células cancerosas.

Químicos da Rússia e investigadores da empresa norte-americana Immune Pharmaceuticals descobriram um composto de enxofre, hidrocarbonetos e nitrogênio que pode destruir células cancerosas invulneráveis aos efeitos de outros tipos de quimioterapia, diz um artigo publicado na revista European Journal of Medicinal Chemistry.

"A escolha da classe de compostos não é acidental. O fato é que muitos aminoizotiazois mostram uma largo espectro de actividade farmacológica e biológica. Portanto, nós supusemos que os compostos desta classe com os grupos químicos adequados poderão exibir actividade anti câncer", diz Aleksander Kiselev do Instituto Físico Técnico de Moscovo (MFTI, sigla em Russo) em Dolgoprudny, cujas palavras cita o serviço de imprensa do MFTI. 

A quimioterapia, com a qual os médicos destroem os tumores de câncer, funciona de duas maneiras — ou danificando o ADN das células cancerosas, as obrigando a se auto destruírem, ou inibindo seu crescimento e divisão. O segundo método hoje em dia é mais popular, porque ele não resulta em formas mais agressivas de células cancerosas devido ao desenvolvimento de novas mutações no seu genoma.

Os preparados deste tipo, os chamados antimitóticos, destroem a tubulina — uma das proteínas básicas de células, criticamente importante para a divisão. Estas substâncias tanto foram obtidas sinteticamente, como foram encontradas em plantas tropicais. Além disso, os cientistas do MFTI descobriram recentemente "matéria-prima" para estas substâncias na salsa comum e no funcho.

No seu novo trabalho, Kiselev e seus colegas descreverem um novo método para a síntese de tais moléculas, que permite obter de forma suficientemente rápida e barata preparados anticancerosos semelhantes. Usando esta técnica, os químicos da Rússia e seus colegas estrangeiros recolheram três dezenas de variantes destes preparados, cuja eficácia foi verificada por tentativas de destruição de culturas de células cancerosas e embriões de ouriços do mar.

Como mostraram os experimentos, a adição a uma molécula dessas de dois novos "anéis" de hidrocarbonetos, que contêm átomos de oxigénio e de enxofre, aumentou significativamente a sua actividade e a "ensinou" a parar o processo de divisão, mesmo em células cancerosas que não são afectadas pela quimioterapia usual. Outras dez substâncias também demonstraram um alto nível de actividade, e elas também podem ser usadas para combater o cancro.

No futuro, os cientistas planeiam estudar como esta substância está organizada e como ela se liga aos microtúbulos dentro de células que estão se dividindo e os destrói. Tal conhecimento vai ajudar a melhorar as propriedades desse remédio e vai permitir criar análogos diferentes deste em estrutura e características de "combate".

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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Helicóptero Mi-26T russo evacua avião da superfície congelada de rio

Helicóptero russo Mil Mi-26

Nas imagens, um helicóptero russo Mi-26T, o maior e o mais potente dos produzidos em série, participa de uma operação de resgate de uma aeronave no norte da Rússia.

O avião An-2 teve que realizou um pouso forçado sobre o rio congelado Dvina Setentrional na região de Arkhangelsk e o Mi-26T teve que resgatar o avião.

Segundo um porta-voz do consórcio Vertolyoty Rossii (Helicópteros da Rússia), "a operação de transporte do avião de cinco toneladas demorou apenas 15 minutos".

Como informou o departamento local do Ministério de Emergências da Rússia, o avião realizava um voo de entrega postal quando, devido a uma falha de tracção, teve que pousar sobre a superfície congelada do rio. 

O helicóptero Mi-26 é capaz de transportar até 20 toneladas de carga e dezenas de pessoas. O modelo usado para extinção de incêndios e para reabastecimento em voo.


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SiSpis, o robô aranha para construir cidades na Lua


Robôs aranhas poderão ajudar a construir infraestruturas que tornarão a Lua mais confortável para humanos

Cientistas da Siemens criaram aranhas robóticas com capacidades para construir cidades e sobreviver em condições inóspitas. As aranhas têm impressoras 3D e estão conectadas entre si para conseguirem comunicar e trabalhar em conjunto, sem intervenção humana direta. Como tal, são ideais para trabalhar na Lua, segundo os criadores.

Os pequenos robôs foram inspirados em aranhas para conseguirem andar em qualquer superfície e em todas as direções - frente, trás ou de lado -, rastejar sobre o que vão construindo e usar os vários braços ao mesmo tempo, segundo o que o engenheiro Sinan Bank contou à Bloomberg.



As SiSpis, diminutivo de Siemens Spiders (aranhas da Siemens, em português) poderão vir a ser enviadas para a Lua, para ajudar a construir infraestruturas que tornarão o ambiente mais confortável para humanos, e também para locais inabitáveis, como os cenários destruídos por desastres nucleares.

Livio Dalloro, diretor do departamento de pesquisa de produto, modelagem e simulação da Siemens, prevê, no entanto, que as aranhas possam ter outras utilidades no futuro.

"Imaginem um robô como este, mas em vez de ser tão pequeno e trabalhar com plástico, imaginem que é cinco, dez vezes maior e consegue construir com cimento", disse Dalloro à Bloomberg.

Para já, as SiSpis são apenas um "conceito" que não deverá sair do papel por agora. Dalloro, de qualquer forma, deixa uma nota para acalmar os que temem o poder e alcance deste tipo de tecnologias. "Estes robôs não vêm substituir os humanos", afirma o responsável. "O seu último objetivo é sempre o mesmo: tornar a nossa vida melhor".



Fonte: DN

Investigadores criam primeira abelha robótica capaz de polinizar

Investigadores criam primeira abelha robótica capaz de polinizar

Investigadores da Universidade Politécnica de Varsóvia criaram a primeira abelha robótica, concebida para polinizar artificialmente, um 'drone' em miniatura que consegue encontrar uma flor, recolher o pólen e transferi-lo para outra flor e fertilizá-la.

Este inseto robótico já foi testado com sucesso no campo e a sua capacidade de polinizar surge como uma "alternativa esperançosa" para enfrentar a redução constante da população mundial de abelhas, disse o seu criador, o engenheiro Rafael Dalewski.

"No verão passado, fizemos o teste e já temos a primeira semente obtida através desta polinização artificial, pelo que fica provado que o nosso robô pode fazer quase o mesmo que as abelhas reais", explicou.

O robô "não pretende substituir os insetos, mas ajudar o seu trabalho e complementá-lo", garantiu o investigador, que se recusa a comentar se são as abelhas reais ou os drones quem poliniza melhor.

No entanto, o engenheiro admitiu que não foi capaz de conceber um 'drone' que consiga produzir mel, mas, admitiu, "a tecnologia avança muito depressa e cada vez surpreende mais".

O 'biodrone' pode ser programado para se concentrar numa determinada área ou para procurar flores de um determinado tipo para polinizar, tudo através de um programa informático.

A Politécnica de Varsóvia criou dois tipos de 'drones' polinizadores, um voador e outro terrestre, ambos equipados com uma espécie de espanador que espalha o pólen entre várias flores.

O terrestre tem mais autonomia de trabalho e sua bateria é mais duradoura, e, assim, "o agricultor pode retirar-se tranquilamente a casa e deixar o 'drone' a trabalhar, até que regresse de forma autónoma à sua fonte de energia".

Rafael Dalewski afirma que estes robôs podem ser também utilizados para uma "agricultura de precisão" como "doseadores inteligentes" de fertilizantes, adubos ou pesticidas, já que podem ser programados para depositarem determinadas quantidades, dependendo do tipo de planta ou de localização.

A universidade estima lançar os primeiros protótipos no próximo ano e iniciar o seu fabrico em sério dentro de dois anos.

A invenção é particularmente significativa tendo em conta que a mortalidade dos insetos polinizadores, de que dependem a maioria dos cultivos, aumenta todos os anos sem que se conheçam as causas.

Este fenómeno já é global, especialmente nos países com uma agricultura muito desenvolvida, e levou a que muitos cientistas alertem para os efeitos de um mundo sem abelhas.

Em 2014, a União Europeia fez um primeiro estudo sobre a mortalidade das abelhas, que apontou números entre 3,5% e 33,6%, dependendo dos países.

As abelhas são agentes fundamentais para a polinização, tanto para os cultivos como para a natureza. Se tal não ocorresse, o rendimento da agricultura baixaria, ameaçando espécies de plantas cujo único meio de polinização são as abelhas.

Diário Digital com Lusa

Fonte: DD

O vírus transmissível através de imagens nas redes sociais


Trata-se de um ficheiro encriptado e facilmente disfarçado que pode ser entregue através de redes sociais como o Facebook ou o LinkedIn.

Há um novo malware capaz de ‘sequestrar o seu computador através de algo tão simples como o download de uma imagem transferida através das redes sociais.

É conhecido como o ‘Locky’ e, explica o Engadget, trata-se de um vírus composto por um ficheiro encriptado, facilmente disfarçado por uma imagem aleatória, capaz de entrar pelo seu computador quando aberta.

Um teste feito através do blog Check Point, mostra o quão fácil é cair no erro. Este malware aproveita-se de falhas de segurança em redes sociais como o LinkedIn ou o Facebook para ser transmitido.

Basicamente, o criador do vírus encripta o ficheiro com o software malicioso, deixa-o disponível através de uma imagem no chat destas redes sociais e, quando aberto, o seu computador já estará afetado. O sistema do seu computador fica ‘sequestrado’ até pagar um montante exigido por quem lhe enviou o ficheiro. 

Apesar deste vírus ser facilmente evitável (basta não descarregar ou abrir o ficheiro), a verdade é que o ‘Locky’ expõe a vulnerabilidade destas redes sociais neste aspecto, em que um vírus pode ser facilmente transmitido através das funcionalidades mais banais destas aplicações.

Fonte: NM

Falam em Vénus enormes cidades extraterrestres?


Ovniólogos afirmam que a NASA sabe há muito tempo que existe sinais de vida extraterrestre em Vénus, mas a agência está escondendo.

Imagens da superfície de Vénus publicadas este ano têm causado grande entusiasmo entre os ovnifólogos e caçadores de OVNIs, afirmam, revelam evidências de uma civilização extraterrestre no ambiente inóspito do planeta, escreve " The Daily Star ".

Usuário do YouTube  'mundo desconhecido ", publicou em abril passado um vídeo com uma análise de fotografias e modelos em 3D de estruturas supostamente encontradas. Ele explica que nas fotos "aparecem grandes cidades, estruturas artificiais e todos os tipos de elementos que parecem obedecer a construções inteligentes feitas por algum tipo de raça alienígena que habitavam ou colonizaram o segundo planeta do nosso sistema solar."

As fotos em questão supostamente vêm da sonda Magalhães, lançado pela NASA em 1989, que esteve a mapear da superfície de Vénus até 1994. Os seguidores de teorias da conspiração afirmam que até mesmo a agência espacial dos EUA está ciente à anos de sinais de vida extraterrestre neste planeta, mas tem escondido.

No entanto, nem todos compartilham do mesmo entusiasmo com a "descoberta". Chernobrov, coordenador da organização russa Kosmopoisk - dedicado ao estudo de eventos anómalos que podem ser associados com a vida extraterrestre - diz que a informação sobre colónias extraterrestres em Vénus não está confirmada.

O especialista explicou, citado pela imprensa russa, que este planeta é extremamente difícil de explorar e a sonda fornece apenas uma imagem aproximada do lugar. "Tudo é muito desfocado, literal e figurativo, para poder afirmar nada de forma inequívoca", disse .

A mesma opinião tem Leonid Ksanfomaliti, cientista no Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia. "As primeiras imagens captadas pela sonda Magalhães são crateras de meteoritos que os ovniólogos estão tentando fazer passar omo uma colónia, " disse . "O próprio dispositivo já não existe desde há muito tempo, pelo que fazer caso de tais declarações é o menos estúpido." O especialista acrescentou que, se realmente existiu algo artificial, "não poderia confirmar ou refutar até que um novo dispositivo seja enviado para Vénus".


Fonte: RT

domingo, 27 de novembro de 2016

Investigadores descobrem que pele das azeitonas pode combater formação de tumores

Investigadores descobrem que pele das azeitonas pode combater formação de tumores
O grupo de investigação de Biologia Interativa de Sistemas, Metabólica e Cancro da Universidade de Barcelona (UB) descobriu que as propriedades contidas na pele das azeitonas reduzem notoriamente os tumores intestinais.

A investigadora principal, Marta Cascante, explicou, em declarações à agência Efe, que esta parte das azeitonas atualmente não tem aproveitamento e que sempre pensou que “devia fazer alguma coisa para ajudar as pessoas com tendência a desenvolver pólipos intestinais no cólon e no reto”.

O estudo de Cascante, que foi distinguido na semana passada com o prémio do Conselho Social e Fundação Bosch e Gimpera (FBG) na categoria de melhor projeto de transmissão de conhecimento, destina-se a desenvolver um suplemento alimentar para as pessoas afetadas.

Este suplemento, de caráter natural por ser elaborado com as sobras das azeitonas resultantes da produção de azeite, ajudará a reduzir os tumores intestinais, além de “gerar um valor ao aproveitar os resíduos da indústria alimentar”, assegurou a autora.

A investigadora defendeu a importância de fazer um produto deste tipo porque as pessoas que sofrem deste mal têm de submeter-se, durante toda a vida, a controlos muito exaustivos e a várias extrações de pólipos para evitar que se transformem em tumores.

“Em alguns casos, infelizmente, o problema não se resolve”, acrescentou Cascante, reivindicando a necessidade de investigar tratamentos “para esta enfermidade minoritária”.

Até ao momento, as investigações têm sido feitas em ratos, aos quais foi ministrado durante seis semanas o composto de peles de azeitona para comprovar se a redução dos pólipos intestinais era efetiva, com o que pôde demonstrar-se uma diminuição de 45%.

Diário Digital com Lusa

Fonte: DD

Misteriosa nuvem anel, Inglaterra


Este peculiar anel apareceu nas nuvens sobre Warwickshire, Inglaterra, a 11 de novembro de 2016., James Tromans, que fotografou a formação, perguntou o que poderia ter causado isso. E me pergunto também!

Fonte: Facebook
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