segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A mais profunda erupção vulcânica criou um incrível jardim de vidro


No mais profundo local dos oceanos, sob a Fossa das Marianas, no Pacífico, uma equipa de cientistas descobriu um incrível e vasto “jardim” de vidro vulcânico. 

Esta vasta e extraordinária área é fruto da erupção vulcânica mais profunda até agora conhecida na Terra. O fenómeno geológico ocorreu em 2015, a cerca de 4 a 4,5 quilómetros abaixo do nível médio do mar, relata a revista Frontiers in Earth Science.

Localizada quase na extremidade da Fossa das Marianas, este lugar estende-se por mais de sete quilómetros sobre a região de Mariana Trough, uma bacia em arco no oeste do Pacífico. De acordo com os investigadores, o vidro formou-se como resultado da imediata solidificação do magma ao encontrar fluxos de água fria.

Após a erupção, o calor inicial da lava começa a desaparecer e as correntes trazem várias espécies marinhas para habitar a zona, potenciando a criação de novas espécies, explicou a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOOA)

“Os vulcões submarinos podem ajudar-nos a perceber como funcionam os vulcõesterrestres e como influem na composição química dos oceanos, o que pode afetar significativamente os ecossistemas locais”, revelou o geólogo Bill Chadwick, da NOAA.

Por tudo isto, esta é uma oportunidade rara de estudar erupções vulcânicas submarinas, uma vez que, por norma, estas só são descobertas muito depois da erupção ter ocorrido. Até ao momento, apenas 40 fluxos de lava foram detetados.

“É uma especial oportunidade de aprendizagem e nós fomos capazes de encontrá-la”, disse outro dos investigadores, o geólogo Bill Chadwick.

A primeira visita tripulada à Fossa das Marianas, localizada a 11.034 metros de profundidade na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas, foi realizada pelo norte-americano Don Walsh e pelo suíço Jacques Piccard, em 1960.

Em 2012, o diretor de cinema James Cameron repetiu a façanha, tornando-se a primeira pessoa a chegar até à zona sozinha.


Fonte: ZAP

domingo, 4 de novembro de 2018

"Mais brilhante que a lua cheia": Uma bola de fogo "transforma a noite em dia" na Espanha


O fenómeno de grande luminosidade foi causado por um fragmento do cometa Encke que atingiu a atmosfera da Terra a 110.000 quilómetros por hora.

Uma bola de fogo "mais brilhante que a lua cheia" sobrevoou o sul da Espanha na noite de sexta para sábado, com uma luminosidade "tão grande que a noite" se tornou em dia por um momento ", disse a Fundação Astrohita, quem observou o evento do complexo astronómico de La Hita, em Toledo.

Segundo Astrohita , o fenómeno foi causado por um fragmento do cometa Encke de quase um metro de diâmetro que atingiu a atmosfera a 110.000 quilómetros por hora. O impacto ocorreu às 23:46 (TMG) a 2 de novembro a cerca de 122 quilómetros acima do mar Mediterrâneo, na costa de Almeria. Então a bola de fogo se moveu para o noroeste, para desaparecer a uma altitude de cerca de 64 quilómetros sobre a província de Almeria.

O fenómeno, que foi gravado pelos detectores do projecto SMART (Universidade de Huelva) Observatórios em Hita, Sierra Nevada (Granada), La Sagra (Granada) e Sevilha foi analisado pelo professor José María Madiedo.


Fonte: RT

Bola de fogo alaranjada com cauda verde cruza céu sobre EUA


Um meteoro coberto por chamas atravessou o céu sobre os estados norte-americanos do Alabama e Arkansas na noite depois de Halloween. Esse espectáculo celestial foi gravado por várias testemunhas.

O meteoro captado faz parte da chuva de meteoros conhecida como Táuridas, que ilumina a maior parte do céu sobre o continente americano entre outubro e novembro. Esses corpos celestes originam-se do cometa Encke, que precisa de 3,3 anos para completar uma órbita.

Vimos vários relatos sobre um meteoro alaranjado com cauda verde. Conseguimos também gravá-lo com nossa câmara no aeroporto de Shelby, Alabama

Os meteoros em questão são também conhecidos como bolas de fogo por sua semelhança a objectos voadores redondos cobertos por chamas.

Crê-se que o cometa de que provem estas táuridas é composto por restos de outro cometa que se desintegrou há 20.000 anos.

Nos EUA, aqueles que conseguiram testemunhar a passagem desse corpo celeste pelo céu, e sua seguinte desintegração, asseguram que a luz produzida por ele era alaranjada.


Fonte: Sputnik News

sábado, 3 de novembro de 2018

Astrónoma garante existência de alienígenas, mas sua busca está apenas no início


A busca da humanidade para encontrar vida extraterrestre ainda está em sua fase inicial, acredita cientista pioneira no ramo, citada pelo Express.

A velha ideia de que não estamos sozinhos no Universo faz com que pessoas imaginem, nas mais diversas formas, a existência de alienígenas.

Todas essas questões alimentam o Paradoxo de Fermi, que é a aparente contradição entre a alta probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências sobre a existência dessas civilizações.

Segundo a teoria, a Terra ainda é comparativamente inexperiente em relação a viagens interestelares e, provavelmente, os aliens já devem ter entrado em contacto com nosso planeta.

A prestigiada astrónoma americana Jill Tarter acredita que a busca por evidências de vida extraterrestre, ainda está na etapa inicial.

"O universo é enorme […] Se você construir um modelo matemático, a quantidade de pesquisas que fizemos em 50 anos é equivalente a retirar um copo de água dos oceanos da Terra para procurar um peixe", disse a cientista.

Apesar de a humanidade ter ainda muito trabalho pela frente, a Drª Tarter salienta que o progresso tecnológico exponencial é a chave para a pesquisa.

"A inteligência artificial [IA] é uma oportunidade maravilhosa que não tivemos na última década", disse, adicionando que "a IA e as redes neurais podem ser treinadas para procurar dados" e transmitir informações relevantes.

Recentemente, a NASA anunciou que procurará civilizações alienígenas através das avançadas "technosignatures" (assinaturas tecnológicas, em tradução livre), ou seja, sinais de tecnologias provenientes de outras partes da galáxia.

Alguns cientistas, incluindo o famoso físico Stephen Hawking, advertiram contra a tentativa de contactar alienígenas, devido a preocupações de que eles possam ser muito "mais poderosos e podem não nos ver como mais valiosos que a forma como nós vemos as bactérias".

"Se eles puderem vir para cá, então a tecnologia deles é extraordinariamente mais avançada do que a nossa, e isso implica que tiveram mais tempo para desenvolverem essa tecnologia […] portanto, eu concluiria que eles seriam mais velhos do que nós como civilização", explica.

A cientista finaliza sugerindo que essa possível civilização tecnológica talvez tenha perdido suas tendências agressivas para se tornar sustentável e, por isso, pode já não ser uma ameaça para nós.

Fonte: Sputnik News

Objecto misterioso interestelar Oumuamua 'ENVIADO POR ALIENS' para pesquisar galáxia - Harvard


Pesquisadores da universidade de HARVARD disseram que o misterioso objecto interestelar que causou aos cientistas tanta confusão foi na verdade parte de uma "missão de reconhecimento" alienígena.

Astrónomos do Centro Smithsoniano para Astrofísica de Harvard, Shmuel Bialy e Abraham Loeb, disseram que 'Oumuamua, um misterioso objecto que passiou perto do Sol, pode ter sido enviado por alienígenas para inspeccionar outras galáxias.

Originalmente, os cientistas reviram os dados recolhidos pela pesquisa Pan-STARRS-1 sobre o voo mais próximo de Oumuamua do sol em setembro de 2017 e notaram que o objecto ganhou velocidade em vez de desacelerar.

Os cientistas disseram que isso foi causado pela libertação de rocha, libertando gás que estava preso dentro dela.

Funcionários depois classificaram como um cometa.

No entanto, o senhor deputado Bialy e o senhor deputado Loeb não concordam com esta explicação e argumentam que a libertação excessiva de gases teria feito dela uma espécie de desvio que não tinha sido observado.

Em vez disso, eles argumentam que 'Oumuamua poderia ter sido uma nave espacial que se baseia na radiação como fonte de energia enviada para encontrar outros sinais de vida em outras galáxias.

Falando com o Universe Today, o Sr. Loeb disse: "Nós explicamos o excesso de aceleração de 'Oumuamua longe do sol como resultado da força que a luz do sol exerce na sua superfície".

"Para que esta força explique a aceleração medida em excesso, o objecto precisa ser extremamente fino, com uma fracção de milímetro de espessura, mas com dezenas de metros de tamanho.

"Isso torna o objecto leve para sua área de superfície e permite que ele actue como uma vela leve.

"Sua origem pode ser natural (no meio interestelar ou em discos proto-planetários) ou artificial (como uma sonda enviada para uma missão de reconhecimento na região interna do sistema solar)".

Os dois cientistas admitiram que, mesmo que sua teoria se mostrasse verdadeira, ainda havia a possibilidade de que fosse apenas uma "vela desactivada flutuando sob a influência da gravidade e da radiação estelar".

Loeb escreveu: "A alternativa é imaginar que 'Oumuamua estava numa missão de reconhecimento.

"A razão pela qual eu contemplo a possibilidade de reconhecimento é que a suposição de que 'Oumuamua seguiu numa órbita aleatória requer a produção de ~ 10 ^ {15} tais objectos por estrela na nossa galáxia.

"Essa abundância é até cem milhões de vezes maior do que a esperada no sistema solar, com base num cálculo que fizemos em 2009.

"Uma superabundância surpreendentemente alta, a menos que 'Oumuamua seja uma sonda específica numa missão de reconhecimento e não um membro de uma população aleatória de objectos."

'Oumuamua já não está no sistema solar e agora está muito longe para os cientistas analisarem adequadamente.

Fonte: Express

Fogo no oceano? NASA encontra uma estranha "anomalia térmica" no meio do Atlântico


Um satélite da agência espacial dos EUA detectou um ponto incomum quente a centenas de quilómetros a leste da costa brasileira.

A NASA publicou recentemente uma imagem de satélite única, tirada a 14 de julho de 2017, no meio do Oceano Atlântico, pelo satélite NPN Suomi. Na foto, que mostra uma parte do oceano a várias centenas de quilómetros a leste da costa brasileira, é possível ver um ponto vermelho isolado que indica que a área marcada é excepcionalmente quente, também conhecida como "anomalia térmica".

Radiometero visíveis imagens infravermelhas (VIIRS) Suomi NPP satélite, operado conjuntamente pela NASA e da National Oceanic and Atmospheric Administration dos Estados Unidos, detecta milhares dessas anomalias todas as noites. A maioria delas é causada por incêndios.

"Mas, obviamente, não um fogo no oceano, " disse num comunicado Patricia Oliva, um a cientista da Universidad Mayor (Chile), que tinha participado no desenvolvimento de um algoritmo de detecção de incêndio para VIIRS.

Erupções de gás natural são às vezes marcadas por VIIRS, no entanto, elas ocorrem apenas em águas rasas perto da costa. Da mesma forma, a actividade vulcânica pode ser marcada como uma anomalia, mas não há vulcões perto do ponto vermelho no mapa .

Acontece que a explicação está ligada a um mistério muito maior. "Quase certamente é a SAMA", disse Oliva, referindo-se à Anomalia Magnética do Atlântico Sul.

A SAMA é uma área onde um dos chamados cinturões de radiação Van Allen da Terra está mais próximo da superfície, descendo a uma altitude de cerca de 200 quilómetros. Esses cinturões são áreas de partículas carregadas de energia, a maioria das quais se origina no Sol, que são captadas e mantidas ao redor do planeta pelo seu campo magnético.

A anomalia magnética significa que esta região do Atlântico e os satélites que passam por ela estão expostos a níveis de radiação acima do normal.

Fonte: RT

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Um pergaminho do século XIV está a venda no OLX (e a Torre do Tombo vai comprá-lo)


Foi no meio de brinquedos, discos e selos que se descobriu o anúncio da venda de um pergaminho do século XIV no OLX. O caso não passou despercebido à Torre do Tombo, que já avançou para a compra.

Entre anúncios de raridades literárias e bibliográficas, um documento chamou à atenção. A descrição dizia que o pergaminho era a “escritura de entrega do Castelo de Lisboa que fez o Alcaide do mesmo, Martim Afonso Valente, ao Conde de Barcelos, Dom João Afonso Telo”.

O vendedor acrescentava que o custo, segundo o Público, era de 750 euros, e que a entrega poderia ser feita “em mão, na zona de Gaia”, ou via CTT.

O anúncio não passou despercebido ao autor do blogue Repensando a Idade Média, que alertou a Câmara Municipal de Lisboa. Mas também não escapou à atenção do Arquivo Nacional Torre do Tombo (ANTT), que já decidiu avançar com a compra do documento.

“Vamos exercer o direito de opção na aquisição do pergaminho, e já comunicámos isso ao vendedor”, na quarta-feira, o diretor-geral do ANTT, Silvestre Lacerda.

Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 16/93, e depois de analisado o teor do documento, a instituição confirmou a sua autenticidade e achou que “faz todo o sentido integrá-lo no património arquivístico nacional”, acrescentou.

Silvestre Lacerda explicou entretanto que a decisão do ANTT foi tomada sem nenhum contacto prévio com a autarquia que gere o Castelo de São Jorge. “Considerámos que era mais ágil avançarmos nós próprios, para evitar a burocracia que certamente iria fazer arrastar o processo”, adiantou o diretor-geral, acrescentando que o pergaminho “irá ser incorporado nos arquivos nacionais”.

A Câmara Municipal de Lisboa disse ter tomado conhecimento da situação e, “apesar de o documento estar à venda na Internet e não nos canais habituais de comercialização deste tipo de fontes, está a fazer as démarches necessárias para aferir a sua autenticidade”.

O que dizem os especialistas

Ao Público, tanto os historiadores Luís Miguel Duarte e Bernardo Vasconcelos e Sousa, como José Luís Fernandes, autor do blogue Repensando a Idade Média, afirmaram a convicção de se estar perante um pergaminho autêntico.

Bernardo Vasconcelos e Sousa, que foi já também diretor da Torre do Tombo, diz que “tudo leva a crer que se trate de um documento autêntico, até pela assinatura do tabelião”, e nota que “Dom Afonso Telo era uma figura da alta nobreza da corte de D. Fernando”.

Não querendo pronunciar-se sobre o preço pedido, este historiador vê com agrado a decisão do ANTT de adquirir o documento, que “tem principalmente um valor documental”.

Vasconcelos e Sousa acha que o pergaminho “não trará informação que não exista já do ponto de vista da História”, considerando que o seu conteúdo “estará seguramente registado na chancelaria de D. Fernando”, mas, tratando-se de um documento original, irá permitir o cotejo com esse registo.

Raridades do OLX

A maior raridade deste caso parece ser o facto de “o pergaminho ter aparecido no OLX, quando o que é normal é estes documentos surgirem em alfarrabistas e em leilões de bibliotecas antigas”, disse José Luís Fernandes. Este historiador admitiu que o pergaminho possa provir do arquivo da Casa de Abrantes.

Silvestre Lacerda ainda não tem ainda informação sobre a sua origem, mas lembra que o espólio da Casa de Abrantes foi dispersado na sequência de uma herança e, desde o século XX, tem vindo a ser vendido em lotes em ocasiões diversas, estando já alguns incorporados na Torre do Tombo.

O diretor-geral nota que o ANTT tem “um gabinete de salvaguarda do património, que regularmente monitoriza vários sites e publicações de alfarrabistas para saber o que vai aparecendo no mercado”, e que foi assim que teve conhecimento do pergaminho do Castelo de Lisboa. O ANTT adquiriu recentemente um documento relacionado com a assinatura do Tratado de Alcáçovas.

Há cerca de dois anos, no Porto, apareceu num leilão um pergaminho de D. João I, cujo custo foi de tal modo alto que nenhuma instituição pública conseguiu igualar. Mas um acordo entre o comprador privado e a Faculdade de Letras da Universidade do Porto permitiu a esta a transcrição e publicação do documento, ficando assim salvaguardados o registo e divulgação.

“Mas, à exceção da Torre do Tombo, nem sempre as instituições públicas estão atentas a este mercado”, lamenta José Luís Fernandes. E mesmo quando estão, “muitas vezes não têm dinheiro, porque na Cultura nunca há dinheiro para nada”, acrescenta o historiador.

Além de que este é um mercado muito volúvel, e sempre sujeito a variáveis dificilmente identificáveis. “Há uma ideia, perversa, de que quem tem em casa um documento desses tem um tesouro. Pode sê-lo do ponto de vista patrimonial, mas não necessariamente monetário”, alerta Bernardo Vasconcelos e Sousa.

Silvestre Lacerda avançou também a intenção de o ANTT realizar um colóquio a chamar a atenção para a relação entre o documento recentemente adquirido e outros testemunhos já existentes nos arquivos nacionais sobre esta época.

Fonte: ZAP

NASA perde sonda espacial no Cinturão de Asteroides


A NASA comunicou que a sonda espacial Dawn deixou de entrar em contacto com a Terra, interrompendo a missão histórica destinada a estudar o asteroide Vesta e o planeta anão Ceres.

O site oficial da Agência anunciou que, depois de eliminar outras versões da perda de contacto, a equipe da missão concluiu que a sonda teria ficado sem hidrazina, usada como combustível para as antenas que controlam a direcção, tendo a sonda se perdido entre os asteroides.

Segundo a hipótese dos especialistas, a Dawn ficou presa na órbita do planeta anão Ceres, devendo se manter lá nas próximas décadas.

"Hoje celebramos o fim da nossa missão Dawn, das incríveis conquistas técnicas e conhecimentos vitais que nos deu e felicitamos toda a equipe que permitiu que a sonda espacial fizesse tais descobertas", disse o administrador da NASA Thomas Zurbuchen, acrescentando que as imagens e dados surpreendentes obtidos pela Dawn são cruciais para entender a história e evolução de nosso Sistema Solar.

A sonda espacial norte-americana Dawn foi lançada pela NASA à onze anos, em 2007, para estudar o planeta anão Ceres e o asteroide Vesta. Esses corpos celestes pertencem ao Cinturão de Asteroides situado entre Marte e Júpiter e são os maiores do nosso Sistema Solar. Foi a primeira missão destinada a estudar mais que um corpo celeste.

Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

OVNI observado a retirar energia do Sol


Um OVNI tão grande quanto a Terra e com a forma de um cubo foi visto perto do Sol, levando os teóricos da conspiração a acreditar que estava usando a estrela para reabastecer.

O estranho objeto em forma de cubo foi visto nas câmaras da NASA, deixando os entusiastas e frenéticos dos extraterrestres Ms Hill escreveu no Facebook ao lado das imagens: “Isso foi o que apareceu na minha câmara depois que tirei uma foto do sol no céu oriental esta manhã. iPhone 8 com um adaptador de lente da câmara.

“Um objecto circular verde, semelhante a uma porta, está no centro do buraco de verme / vórtice e uma cobra de serpente no topo logo acima, com um disco circular. Tenho certeza de que isso tem um significado simbólico com a cobra e o disco ”.

O OVNI foi localizado no satélite SOHO da câmara da NASA, Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), de Scott C Waring, autor do website UFO Sightings Daily.

O cubo-OVNI parece ter uma grande pluma saindo do topo, que pode estar sendo usada para retirar energia do Sol, de modo que ela possa ser impulsionada para o espaço profundo, de acordo com uma teoria de Waring.

Ele escreve em UFO Sightings Daily: “O OVNI tem uma pluma amarelada como se estivesse usando o material do Sol como uma propulsão de algum tipo.

“O OVNI é do tamanho da própria Terra.


"É estranho que a NASA não tenha feito algum tipo de anúncio sobre este OVNI, já que todas as câmaras solares no mundo da astronomia provavelmente o captaram."

Esta não é a primeira vez que uma nave alienígena foi encontrada perto do Sol.

No início de setembro, Maria Hill, de Salem, Indiana, enquanto tirava fotos do Sol, acredita ter visto um enorme OVNI seguido por uma enorme frota de naves menores passando por trás.

Fonte: Express

Ossos humanos em edifício do Vaticano poderão ser de Emanuela Orlandi


A descoberta de ossos humanos debaixo do solo de um porão da Nunciatura da Santa Sé em Roma fez aumentar a hipótese que se possa tratar dos restos mortais de Emanuela Orlandi, a jovem filha de um empregado do Vaticano cujo desaparecimento há 35 anos é um dos grandes mistérios de Itália.

A Procuradoria de Roma abriu uma investigação por delito de homicídio e ordenou uma análise dos restos encontrados por alguns operários na tarde de segunda-feira enquanto realizavam obras na Nunciatura, explicou o Vaticano em comunicado.

“O procurador chefe de Roma, Giuseppe Pignatone, pediu à Polícia Científica e à Polícia de Roma que averiguem a idade, o sexo e a data de morte“, lê-se no texto oficial. Não foi avançado mais nenhum detalhe, nome ou nota oficial por parte da Procuradoria.

Mas nos meios de comunicação italianos disparou imediatamente a possibilidade de que estes restos pertençam a Emanuela Orlandi, a rapariga de 15 anos que desapareceu a 22 de junho de 1983 quando a caminho da escola de música de San Apolinar, no centro de Roma, sem que desde então tenha havido notícias sobre o seu paradeiro.

“Será importante estabelecer o sexo, a idade e o período no qual foram enterrados antes de chegar a qualquer conclusão” explicou à EFE o porta-voz do Vaticano, Greg Burke.

As notícias na imprensa italiana levaram também a uma reacção da família da jovem, que através da sua advogada, Laura Sgro, fez saber que tinham sido pedidas informações à Procuradoria e à Santa Sé sobre como foram encontrados os ossos e, principalmente, a razão por que foram associados ao caso do desaparecimento de Emanuela.

Os meios de comunicação adiantaram esta quarta-feira a hipótese de que se trate na realidade de restos que pertencem a duas pessoas, já que foram encontrados em dois lugares diferentes – o que sugere que se possa tratar de Mirella Gregori, outra jovem desaparecida também nesse mesmo ano e da qual nunca mais houve notícias.

O caso Orlandi está revestido de várias facetas misteriosas, mas quais se cruzam todo o tipo de teorias que juntam mafiosos, a Igreja Católica e até mesmo o turco Ali Agca, que em 1981 atentou contra o papa João Paulo II.

Ali Agca assegurou então que o desaparecimento das adolescentes estava ligado a uma exigência de que ele fosse colocado em liberdade e assegurou que estavam vivas, mas a hipótese nunca foi tida como credível, já que o terrorista mudou de versão em diversas ocasiões.

Não é a primeira vez que a descoberta em Roma de alguns ossos faz pensar no desaparecimento de Orlandi. Em 2012, encontraram-se restos ósseos não identificados ao lado do túmulo, na basílica de San Apolinar, de Enrico De Pedis, chefe do “Bando de la Magliana”, a máfia de Roma durante os anos 70 e 80.

A pista de que alguém teria encarregado este grupo do sequestro de Orlandi foi uma das hipóteses avaliadas durante a investigação, sobretudo depois de a namorada de De Pedis, Sabrina Minardi, ter dito à procuradoria de Roma que tinha sido encarregada de meter a jovem no seu automóvel e levá-la ao local que o seu parceiro lhe tinha indicado.

Segundo a versão que Minardi apresentou na altura, a jovem teria sido sequestrada por indicação do arcebispo americano Paul Marcinkus, então director do Instituto para as Obras Religiosas, mais conhecido como Banco Vaticano, “para dar uma lição a alguém”.

Após estas revelações, foi aberta uma investigação a Piero Vergari, o ex-reitor da basílica de San Apolinar que autorizou que De Pedis fosse enterrado na basílica de San Apolinar, e que tinha trabalhado durante algum tempo na Nunciatura do Vaticano onde foram encontrados os restos.

São muitas a hipóteses avançadas durante todos estes anos sobre este caso, e a família nunca se cansou de procurar a verdade – um esforço que agora ganha ímpeto com a descoberta dos restos ósseos.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Maior estátua do mundo tem 182 metros de altura


A Índia inaugurou esta quarta-feira, sob fortes medidas de segurança por medo de manifestações de comunidades locais, a estátua mais alta do mundo, um monumento com conotação política construída no estado natal do primeiro-ministro, Narendra Modi.

O chefe de governo indiano inaugurou oficialmente a "Estátua da Unidade", que se eleva junto a um rio numa região remota de Gujarat, no oeste do país. O edifício de bronze, cimento e aço tem 182 metros de altura e representa Sardar Vallabhbhai Patel, uma das figuras da independência do país erigida por nacionalistas hindus.

"Hoje é um dia para ser lembrado na história da Índia, nenhum indiano vai esquecer este dia", disse Narendra Modi no seu discurso.


Com o dobro do tamanho da Estátua da Liberdade em Nova Iorque, o monumento representa o antigo primeiro-ministro do interior indiano (1875-1950).

A estrutura, que custou 29,9 mil milhões de rupias (358 milhões de euros), no entanto, é alvo de críticas por parte das comunidades tribais locais, que protestam contra os elevados custos do projeto e impacto no meio ambiente.

A estátua pesa quase 100 mil toneladas, foi fabricada em parte na China e exigiu quatro anos de trabalho e o esforço de três mil trabalhadores.

Fonte: JN

OVNI objecto misterioso desloca-se através da Lua em evidência de vídeo


Extraterrestres são reais e estão na Lua, de acordo com alegações selvagens online sobre a "evidência mais clara de todas".

Imagens de vídeo revelam o que é dito ser um OVNI descolando-se na Lua. 

O clipe, captado a 25 de outubro, mostra a superfície lunar a partir da visão de um astrónomo amador. 

Um pequeno objecto preto pode ser visto parecendo afastar-se da Lua. 

Mas, de repente, ele vira e sai em outro ângulo.

"Este é um close up com o contraste", revela o homem por trás da câmara. 

"Este é o vídeo mais claro de um OVNI.

"Nós temos um lento movimento ali mesmo.

"E acontece que temos um OVNI."

O vídeo foi enviado para o canal YouTube Moonshot23, mas rapidamente ganhou popularidade depois de ser compartilhado na página de conspiração secureteam10.

Agora tem mais de 25.000 acessos. 

E os espectadores foram rápidos em compartilhar suas opiniões. 

"Os satélites não agem assim", afirmou um espectador.

Outro acrescentou: "Isso é óptimo, sabemos que os OVNIs são reais - eles devem estar escondidos na Lua".

Mas outros não estavam tão convencidos, alegando que o objecto pode defacto ser um pássaro próximo da lente.

Um terceiro afirmou: "É um pássaro, pode ver as asas batendo".

E um quarto sugeriu: "Eu não sou um céptico, mas realista e realmente, para mim parece um pássaro."


Fonte: Daly Star

Mundo perdeu 60% dos animais selvagens em 40 anos, alerta estudo


Relatório da WWF apresenta uma imagem preocupante dos impactos humanos prejudiciais sobre os ecossistemas e a biodiversidade da Terra

A biodiversidade planetária está ameaçada. Populações globais de animais selvagens diminuíram em média 60% em pouco mais de 40 anos, de acordo com o relatório “Planeta Vivo 2018”, da organização não governamental WWF (World Wildlife Fund).

O relatório, divulgado hoje, apresenta uma imagem preocupante dos impactos humanos prejudiciais na vida selvagem, florestas, oceanos, rios e clima. Ao mesmo tempo, chama atenção para a curta janela de tempo para ação e a necessidade urgente de adoção em larga escala de novas abordagens para a valorização, proteção e restauração da natureza.

O estudo reitera a ameaça já sublinhada no recente relatório do Painel Internacional sobre Mudança Climática (IPCC): estamos no meio de uma crise planetária causada por atividades humanas e estamos fazendo pouco para mudar a rota.

O que está causando a perda global de espécies?

A degradação ambiental e perda de habitat devido à agropecuária e à super exploração de espécies continuam sendo as maiores ameaças à biodiversidade e ecossistemas terrestres e marinhos em todo o mundo. Segundo o estudo, apenas um quarto das terras do Planeta estão livres dos impactos das atividades humanas e esse número deverá cair para apenas um décimo até 2050.

Essas ameaças são particularmente evidentes nos trópicos, resultando em uma perda mais significativa da vida selvagem nessas áreas, principalmente nas Américas Central e do Sul, onde a redução chega a 89% desde 1970. No caso do Brasil, ainda somos a maior fronteira de desmatamento do mundo — perdemos 1,4 milhão de hectares de vegetação natural por ano.

Nos últimos 50 anos, 20% da vegetação da Amazónia já desapareceu. Especialistas indicam que se o desmatamento total alcançar 25%, esse bioma chegará ao “ponto de não retorno”, podendo entrar em colapso.

O relatório aponta também a região do Cerrado como uma das maiores frentes de desmatamento no mundo. Além das perdas para a biodiversidade, o desmatamento no bioma põe em risco a segurança hídrica do país, uma vez que as águas que nascem no Cerrado alimentam seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras e alguns dos maiores reservatórios de água subterrânea do mundo.

Outra ameaça crescente é a mudança climática, que afeta ecossistemas e espécies, e que pode dobrar a curva da perda de biodiversidade até o final do século. A mudança de uso do solo, principalmente o desmatamento, é o maior fator de emissão de gases de efeito estufa do Brasil, contribuindo assim para o aquecimento global. Entre 1990 e 2013, a mudança de uso do solo foi responsável por 62,1% do total de emissões do país, segundo o Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG).

O que pode ser feito?

Se até hoje, a perda de 60% da vida selvagem no mundo não conseguiu estimular governos, empresas e indivíduos a mudar o business as usual, significa que está tudo perdido? Calma. Embora o cenário apresentado no relatório mostre uma realidade aterradora, existe esperança, diz a WWF. 

A natureza possui capacidade de regeneração, mas para reverter a situação atual será preciso muito trabalho e mudanças significativas na forma como nos relacionamos com o meio ambiente. Governos em todos os níveis, empresas, indústrias e o público devem unir forças imediatamente para cumprir os compromissos básicos do Brasil em relação à biodiversidade, áreas protegidas e mudanças climáticas.

Não fazer isso resultará em contínuas perdas de vida selvagem, com muitasespécies caminhando para a extinção. O estudo lembra que em 2020, os líderes mundiais deverão medir o progresso alcançado na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e no Acordo de Paris, e que ainda há tempo para a comunidade global proteger e restaurar a natureza.

O Relatório sugere um roteiro (de metas, indicadores e métricas) que os 196 Estados membros da CDB poderiam considerar para entregar um acordo global urgente, ambicioso e eficaz para a natureza (como o mundo fez pelo clima em Paris), quando se reunir na 14ª Conferência das Partes da CDB no Egito, em novembro deste ano.

Publicado a cada dois anos, o estudo da WWF utiliza base de dados de 19 organizações internacionais e envolve mais de 50 pesquisadores, que avaliam indicadores como o Living Planet Index, fornecido pela Zoological Society of London, o Species Habitat Index, o Índice da Lista Vermelha da IUCN e Índice de Intensidade da Biodiversidade, bem como os limites planetários e a pegada ecológica.

Fonte: Exame

Instituto Superior Técnico ganha €13 milhões para ajudar a construir a futura Internet Quântica


Grupo de investigadores do Instituto de Telecomunicações do Técnico está envolvido no projeto europeu “Quantum Internet Alliance”, que pretende fabricar nos próximos três anos o primeiro protótipo da Internet Quântica

O Grupo de Física da Informação e Tecnologias Quânticas do Instituto de Telecomunicações, sediado no Instituto Superior Técnico (IST), ganhou dois projetos europeus no valor de 13 milhões de euros para participar na construção do primeiro protótipo da futura Internet Quântica nos próximos três anos. A futura Internet quântica vai ser uma rede que permitirá comunicações privadas a longa distância, assim como ligar em rede computadores quânticos e sistemas de sensores quânticos.

Os projetos vencedores estão integrados no primeiro concurso do programa Quantum Flagship, lançado pela Comissão Europeia em 2018, que tem um orçamento de mil milhões de euros para os próximos 10 anos e pretende tornar a UE um líder mundial no desenvolvimento destas novas tecnologias emergentes e disruptivas. Neste concurso foram selecionados 20 projetos entre 140 candidaturas.

As tecnologias quânticas exploram as propriedades da física quântica para tentar obter novas gerações de computadores muito mais poderosos do que os atuais, de sistemas de comunicação com níveis de privacidade nunca alcançados e de sensores com níveis de precisão nunca antes atingidos para imagiologia médica, navegação subterrânea e intra-muros onde os sinais de GPS não chegam, etc.

COMPUTAÇÃO MAIS RÁPIDA E COMUNICAÇÕES MAIS SEGURAS

As leis da física quântica descrevem o comportamento da matéria à escala atómica e subatómica. À escala quântica, os objetos podem ser descritos como estando em dois sítios diferentes ao mesmo tempo. Estas propriedades estranhas podem ser usadas para codificar informação. Há, assim, um novo tipo de informação, a informação quântica, codificada em bits quânticos (ou qubits, abreviatura de quantum bits) que, explorando as propriedades únicas da física quântica, abrem a perspetiva de formas de computação mais rápida, de comunicações mais seguras, e de formas de deteção mais sensíveis e precisas. Empresas como a Google, Microsoft, IBM ou Intel lideram a corrida ao computador quântico.

O primeiro projeto ganho pelo grupo do IST é o "Quantum Internet Alliance", no valor de 10 milhões de euros, que envolve também parceiros da Universidade Técnica de Delft (Holanda), do Max-Planck-Institut para Óptica Quântica de Munique (Alemanha), do Niels Bohr Institute de Copenhaga (Dinamarca) e da Academia das Ciências Austríaca, entre outros.

O segundo projecto chama-se "Quantum Microwave Communication and Sensing", e além do IST envolve o WaltherMeissner-Institut de Munique, a Ecole Normale Supérieure de Lyon (França) e a empresa britânica Oxford Instruments, entre outros. É um projeto de investigação fundamental, com um orçamento de três milhões de euros, que irá utilizar circuitos supercondutores a operar perto do zero absoluto de temperatura para gerar micro-ondas entrelaçadas. O entrelaçamento é um fenómeno puramente quântico, que permite obter informação de um sistema sem comunicar ou interagir com ele. Este fenómeno, previsto pelas leis da teoria quântica. O estudo do entrelaçamento de micro-ondas poderá levar a aplicações importantes como, por exemplo, radares quânticos, muito mais sensíveis que os radares atuais.

UM NOVO TIPO DE INFORMAÇÃO

Yasser Omar, professor do Instituto Superior Técnico, líder e fundador do Grupo de Física da Informação e Tecnologias Quânticas do Instituto de Telecomunicações, que trabalha nesta área há quase 20 anos, lidera a participação portuguesa nestes dois projetos. “As tecnologias quânticas são uma área fascinante. Dão-nos um novo tipo de informação, muito diferente daquele que conhecemos e em que se baseia a nossa sociedade da informação", afirma o investigador.

"Se estas tecnologias, ainda embrionárias mas extremamente promissoras vingarem, isso trará mudanças decisivas para a nossa sociedade, como ter comunicações completamente seguras ou sensores que detetam tumores em estados muito prematuros". Yasser Omar acrescenta: "ao tentarmos compreender a física quântica e as suas propriedades, como por exemplo o entrelaçamento, estamos ao mesmo tempo a abrir as portas a novos sistemas de computação, de comunicação e de metrologia".

Por outro lado, "as tecnologias quânticas são tecnologias de soberania", porque "a capacidade de processar informação mais rapidamente, comunicar com cifras mais seguras ou detetar objetos invisíveis para um radar clássico, terão consequências para a soberania dos Estados".

VIRGÍLIO AZEVEDO

Fonte: Expresso

Halloween COMETA DA MORTE: O asteróide em forma de caveira passará pela Terra HOJE?


O assustador Asteróide TB145 visitou a Terra pela última vez no Halloween de 2015 está de volta ao nosso canto do espaço - mas será que o cometa em forma de caveira passará hoje?

O asteróide de formato bizarro, que foi chamado de Cometa da Morte devido à sua forma, surpreendeu os astrónomos quando foi descoberto há três anos.

O asteroide TB145 foi rastreado pela NASA a 31 de outubro de 2015, enquanto fazia um sobrevoo pela Terra - passando a aproximadamente a 498.900 kms do planeta.

A aparência de caveira do asteróide e descoberta coincidente com o Halloween valeram-lhe uma série de apelidos assustadores, com a NASA optando pelo “The Great Pumpkin Comet”.

Os astrónomos agora estão preparando-se para a rocha espacial voltar a girar ao redor do nosso planeta.

O asteróide cometa da morte passará pela terra no Dia das Bruxas?

Desta vez, o cometa não passará pela Terra no Halloween.

O asteroide TB45 voará logo após o Halloween e de uma distância muito maior.

O Cometa da Morte passará pela Terra na noite de 11 de novembro a partir a cerca de 40 milhões de kms.

Quando o cometa passou pelo planeta há três anos, estava quase tão perto quanto a lua.

Na época da sua última passagem, o asteróide parecia bastante fraco no céu nocturno, mas era visível com pequenos telescópios.

Infelizmente para os entusiastas da astronomia, a rocha espacial é muito pequena e está muito distante no próximo mês para observação.

Para a próxima oportunidade de ter um vislumbre do asteróide assustador, terá que esperar outros 70 anos.

Thomas Müller, pesquisador do Instituto Max-Planck, na Alemanha, disse que o Asteroid TB145 vai se aproximar mais perto do dia de Halloween em 2022.

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As luzes estão a apagar-se: galáxia vizinha da Via Láctea está a morrer lentamente


A uma distância de 200.000 anos-luz da Terra, a Pequena Nuvem de Magalhães está a morrer lentamente. A galáxia está a perder a capacidade de formar novas estrelas, transformando-se num gás intergaláctico à medida que o tempo passa.

Os astrónomos conseguiram testemunhar a morte lenta da Pequena Nuvem de Magalhães através do poderoso radiotelescópio australiano Australian Square Kilometre Array Pathfinder (ASKAP). “Conseguimos acompanhar a saída de gás de hidrogénio da Pequena Nuvem de Magalhães”, contou Naomi McClure-Griffiths, da Universidade Nacional da Austrália.

Esta galáxia pode deixar de ser capaz de formar novas estrelas caso perca todo o seu gás. “Geralmente, as galáxias que param gradualmente de formar estrelas, caem no esquecimento. É uma espécie de morte lenta para uma galáxia”, referiu a cientista.

A Pequena Nuvem de Magalhães, a cerca de 200.000 anos-luz da Terra, é absolutamente minúscula, com apenas 7.000 anos-luz de diâmetro – menos de um décimo do tamanho da Via Láctea. Ainda assim, a galáxia é visível a olho nu no hemisfério sul.

Esta é uma das várias galáxias que orbitam a Via Láctea e surge emparelhada com a Grande Nuvem de Magalhães como uma espécie de sistema de galáxias binárias. Na prática, as duas galáxias anãs orbitam-se uma à outra enquanto, em conjunto, orbitam a Via Láctea.

Ao longo do tempo, tem sido teorizado que galáxias anãs como estas desempenham um papel crítico na evolução do Universo. Porquê? Graças ao feedback estelar, ou seja, quando as estrelas massivas conduzem potentes fluxos de gás, energia, massa e metais para o meio intergaláctico através de ventos estelares e explosões de supernovas.

Isto então enriquece o meio intergaláctico e regula a formação de estrelas. Além disso, este processo não é fácil de observar em ação.

Ainda assim, foi possível graças ao campo de visão do radiotelescópio Australian Square Kilometre Array Pathfinder (ASKAP). Os cientistas foram, assim, capazes de observar toda a galáxia e as suas saídas de hidrogénio atómico, um ingrediente crítico para a formação de estrelas. Através desta observações, foi possível obter a primeira medição clara da quantidade de massa perdida de uma galáxia anã.

No artigo científico, publicado esta segunda-feira na Nature Astronomy, a equipa demonstrou que as “descargas” de hidrogénio atómico se estenderam por, pelo menos, 6.523 anos-luz da barra de formação de estrelas da galáxia. No fundo, as saídas formaram-se de 25 a 60 milhões de anos atrás.

De acordo com a equipa, o fluxo de massa inferido do gás atómico é, pelo menos, uma ordem de magnitude maior do que a taxa de formação de estrelas. Em suma, a Pequena Nuvem de Magalhães está a explodir hidrogénio atómico mais rápido do que produznovas estrelas.

Esta é uma má notícia para a sobrevivência desta galáxia, mas pode ser uma boa notícia para o espaço ao seu redor, assim como para os astrónomos que procuram novas pistas sobre o feedback estelar das galáxias anãs.

“Em última análise, a Pequena Nuvem de Magalhães provavelmente será engolidapela nossa Via Láctea”, afirmam os cientistas.

Fonte: ZAP

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Fuzileiros em ação na fronteira russa


Militares portugueses capacitaram lituanos em operações anfíbias.

Uma missão de "sucesso" e com quatro meses de "grande atividade operacional" regressa este sábado a Portugal após vários exercícios no âmbito da NATO na Lituânia, com base a 20 quilómetros da fronteira com a Rússia, no enclave de Kaliningrado. 

A força de centena e meia de Fuzileiros cumpriu uma missão histórica: a primeira de forma autónoma da elite da Marinha desde o final da guerra do Ultramar, em 1975. 

"Foi um grande orgulho e responsabilidade honrar a Marinha, os Fuzileiros e Portugal", explicou ao CM Esquetim Marques, comandante da força. Os fuzileiros atuaram no âmbito das medidas de tranquilização da fronteira Leste da NATO, impostas após a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014. 

"Além da presença e dos exercícios próprios, também capacitámos a Marinha e o Exército lituanos, que fizeram connosco a primeira operação anfíbia da sua história", descreveu. Um dos grandes desafios foi a logística do material: quarenta viaturas, doze botes, armamento ligeiro e pesado e milhares de munições. 

"Usámos de tudo durante os exercícios", afirmou Esquetim Marques.

Fonte: CM

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Fonte: CM

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