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terça-feira, 8 de novembro de 2022

Por onde andam os asteroides e cometas e como acompanhar a sua rota?


Há milhares de objetos no sistema solar que se podem cruzar com a rota da Terra e que os cientistas mantêm sob observação. O NEO Coordination Centre tem uma nova ferramenta em 3D que destaca os mais perigosos.

É cada vez mais comum ouvir falar de asteroides que se aproximam da Terra, em rotas mais ou menos perigosas, e o NEO Coordination Centre mantém debaixo de olho milhares de objetos que vagueiam pelo sistema solar. Agora tem uma nova ferramenta de visualização, o OVT - Orbit Visualisation Tool, a primeira de uma série de novos instrumentos criados para a comunidade NEO e que vão integrar o NEO Toolkit.

A ideia da ESA é oferecer aos astrónomos uma forma de melhorar a defesa planetária e o novo OVT atualiza e melhora o anterior portal, com uma experiência onde a nova capacidade gráfica permite aprofundar a observação, com novas formas de visualização de vários objetos próximos da Terra em simultâneo.

O instrumento mais poderoso é a possibilidade de visualização em 3D de órbitas de Kepler ou perturbadas de um ou mais asteroides ou cometas na base de dados do NEOCC. São fornecidas diversas informações e é possível andar para trás no tempo e ver a evolução da sua órbita, mas também calcular para onde se dirigem.

Pode ainda ver a lista completa de objetos considerados próximos da Terra (NEOs) e grupos de objetos de acordo com a lista de prioridades definidas, como Urgente, Necessário, Útil ou de Baixa Prioridade.

Pode ver toda a informação no site do Orbit Visualisation Tool.

Fonte: SapoTek

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Hackers usam imagens captadas pelo telescópio James Webb para esconder malware


A campanha de malware descoberta pelos investigadores da Securonix, que toma o nome GO#WEBBFUSCATOR, envolve emails de phishing com documentos Microsoft Office maliciosos anexados.

As imagens captadas pelo telescópio espacial James Webb, que começou a fotografar o universo mais profundo este ano, são impressionantes e estão a ajudar os investigadores a fazer novas descobertas espaciais. No entanto, uma nova investigação revela que há cibercriminosos a usar as imagens captadas pelo telescópio numa campanha maliciosa.

De acordo com os investigadores da Securonix, a campanha, que toma o nome GO#WEBBFUSCATOR, envolve emails de phishing com documentos Microsoft Office maliciosos anexados.

Os especialistas explicam que os documentos em questão incluem referências externas escondidas entre os seus metadados e, ao serem abertos, descarregam para o computador da vítima um outro tipo de ficheiro malicioso.

Caso a vítima tenha as macros ativadas no Office, o ficheiro executa automaticamente um script que dá início à primeira fase do ataque. A partir daqui é descarregada remotamente uma imagem, em formato JPG, que é subsequentemente transformada num ficheiro executável.

O ficheiro, aberto com a aplicação de visualização de imagens, apresenta uma das primeiras fotografias captadas pelo telescópio James Webb, que retrata um cluster da galáxia SMACS 0723.

Porém, ao ser aberto com um editor de texto, o mesmo demonstra que há uma carga maliciosa escondida, que é desencriptada e guardada no computador da vítima como um ficheiro executável chamado msdllupdate.ex.

Uma vez executado, o malware estabelece uma ligação ao servidor de comando e controlo, com os hackers a executarem os comandos pretendidos. Segundo a Securonix, os existem domínios utilizados na campanha que foram registados este ano e, à data da descoberta, a carga maliciosa executada ainda não conseguia ser detetada pela maioria dos softwares de segurança.

Fonte: SapoTek

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

OVNIS: Aviso à Navegação dos Açores


Chegou ao meu conhecimento, uma ocorrência anómala tipo (OVNI) na costa norte da ilha de São Miguel.

No dia 26 de dezembro de 2021 pelas 16 horas e 35 minutos foi observado na costa norte da ilha de São Miguel na zona entre (Capelas, São Vicente, Fenais da Luz, Calhetas…) algo mais conhecido pelo termo de OVNI – Objecto Voador Não Identificado.

O referido objecto foi observado a uma altura considerável e tinha a forma de um aspirador robot, tinha várias luzes.

A testemunha afirma que não era um drone, pois conhece bem esse tipo de aparelho, porque é proprietário de um drone.

Certamente seria idêntico à imagem abaixo publicada:


Caso alguém tenha observado a referida ocorrência agradecia que enviasse mensagem para o seguinte correio electrónico: oliveriogomes@gmail.com

A testemunha desta situação deseja muito contactar com outras testemunhas da possível observação.

Desde já os meus agradecimentos pela vossa colaboração.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

'Os Simpsons' previram o filme 'Don't Look Up'?


Um episódio da popular série animada, para o ar em 1995, conta uma história muito semelhante à da estreia do Netflix.

Atenção, 'spoiler'!

Não é incomum que os fãs de 'Os Simpsons', conhecidos por suas incríveis profecias, recorram à série animada para tentar decifrar o que o futuro reserva. E a comédia de ficção científica da Netflix 'Don't look up' não é exceção. As previsões da família fictícia vão além da realidade, e desta vez avançaram quase 30 anos a trama do filme de sucesso da plataforma de streaming.

No entanto, o caso de 'Não olhe para cima' parece ser um pouco mais complicado do que uma das previsões usuais.

A comédia americana centra-se em dois astrónomos, interpretados por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence, que descobrem um cometa que, segundo as suas estimativas, atingirá a Terra em cerca de seis meses com uma probabilidade muito elevada de acabar com a humanidade. Apesar das advertências dos cientistas, tanto o governo dos Estados Unidos quanto a maior parte da sociedade atual reagem com indiferença às evidências.

O episódio 14 da 6ª temporada de 'Os Simpsons', que estreou em fevereiro de 1995 com o nome de 'Bart's Comet', conta uma história muito semelhante ao filme da Netflix.

Nesta edição, o filho de Homer Simpson encontra um cometa até então desconhecido que ele batiza na sua homenagem. Apesar da fama que recebe graças à descoberta inusitada, o menino, com outras crianças, percebe que o cometa, que se dirige rapidamente em direção à Terra, atingirá a sua cidade, Springfield, e causará danos inimagináveis ao planeta.

Um cometa 'otimista'?

Embora até agora tudo pareça se encaixar com a estreia da Netflix, aqui começam as diferenças entre os mundos fictícios. 'Os Simpsons', uma série satírica que frequentemente exagera os vícios da sociedade, apresenta uma imagem mais otimista da humanidade do que 'Don't Look Up', mostrando como a autopercepção dos humanos mudou nos 26 anos que separam as histórias.

Na série animada, os residentes levam muito a sério a abordagem do cometa e conseguem coordenar as suas ações para destruí-lo - embora sem sucesso - disparando um míssil contra o corpo celestial (uma missão semelhante também foi realizada no filme, mas foi repentinamente cancelado devido à recusa em destruir os triliões de dólares de que consiste o cometa, composto de terras raras).

Claro, o desfecho das histórias é profundamente diferente, já que o cometa de 'Os Simpsons' se auto destrói ao entrar na atmosfera. Enquanto isso, 'Don't Look Up' deixa os telespectadores com um final muito mais ameaçador, onde os humanos são responsabilizados por suas ações.

Fonte: RT


Fonte: Youtube

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Meta dá vida aos desenhos das crianças com recurso à Inteligência Artificial


Os desenhos das crianças são verdadeiras obras de muita imaginação, de cabeças que vão a mundos que nós adultos não somos capazes já de alcançar. Para elevar ainda mais esta criatividade inata a Meta criou um software que dá vida aos desenhos das crianças através de recursos baseados em Inteligência Artificial.

Animated Drawings ainda está em desenvolvimento, mas já pode ser testado.

Quantas vezes já viu uma criança a desenhar algo que não faz ideia do que seja, mas ao perguntar-lhe o que está no papel, ela cria uma história incrível? Estas histórias podem ganhar vida, com recurso à nova ferramenta da empresa do Facebook, a Meta.

Foi anunciado o Animated Drawings, um software baseado em Inteligência Artificial (AI), que promete isso mesmo.


As crianças criam figuras únicas e imaginativas que exigem que pensemos de forma diferente para reconhecermos pessoas ou coisas nos seus desenhos. E se é verdade que pode ser relativamente fácil para um pai ou professor ver o que a criança quis desenhar ou representar em determinado desenho, com base na sua própria explicação, a AI debate-se com esta tarefa porque muitas vezes os desenhos são construídos de forma abstrata.

Inteligência Artificial da Meta dá vida a desenhos... com características humanas

Segundo a empresa, os investigadores da Meta foram capazes de desenvolver um método único que utiliza a inteligência artificial para, automaticamente, animar figuras desenhadas pelas crianças. Em concreto, figuras que representam pessoas ou personagens com características humanas (exemplo: um personagem com dois braços, duas pernas, cabeça, etc).


Ao fazer upload dos desenhos no sistema protótipo, os pais e crianças podem ver os desenhos “ganhar vida”, pondo estes personagens a dançar, pular e saltar. E podem, até, descarregar um vídeo dos seus desenhos animados para partilhar com amigos e família. Os pais podem, ainda, optar por autorizar que os desenhos dos seus filhos sejam utilizados para continuar a ensinar o sistema de inteligência artificial.

A maior parte das ferramentas de inteligência artificial consegue lidar bem com imagens realistas de humanos – mas os desenhos de crianças acrescentam um nível de variedade e de imprevisibilidade que torna a tarefa de identificar o que está a ser retratado muito mais complexa.
O objetivo da Meta foi construir um sistema de inteligência artificial que consegue identificar e automaticamente animar figuras que se assemelham a pessoas representadas nos desenhos de crianças com uma alta taxa de sucesso e sem qualquer apoio humano.

A Meta atingiu este objetivo ao desenvolver um sistema que ensina a inteligência artificial a identificar figuras que se assemelham ao ser humano, o que pode ser difícil quando outros objetos ou figuras presentes na mesma página têm características, cores ou dimensões similares.
Depois deste processo, a figura que se assemelha a uma pessoa é isolada, sem incluir mais nada na página, para que a figura que é animada se torne o mais parecido aquilo que a criança pretendia retratar. Os pontos de referência das articulações da figura são identificados para que a animação se mova de uma forma apelativa. Uma vez que todos os passos estão concluídos, a figura está pronta a ser animada.


Ao ensinar a inteligência artificial a funcionar de forma eficaz nos desenhos das crianças, a Meta espera que este projeto aproxime os investigadores do objetivo de criar uma inteligência artificial capaz de compreender o mundo de uma perspetiva humana.

Fonte: Pplware

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

NASA apresenta mapa que mostra centenas de asteroides e cometas em tempo real


A aplicação oferece informação detalhada de cada corpo celeste, opções para conhecer a sua proximidade com a Terra e a projeção dos seus movimentos.

A NASA apresentou o seu novo mapa interativo 3D, onde é possível observar o comportamento em tempo real de centenas de asteroides e cometas.

Entre outros dados, oferece a possibilidade de conhecer as suas aproximações à Terra e explorar as missões passadas, atuais e futuras enviadas até estes objetos.

Esta ferramenta, chamada "Eyes on Asteroids", foi desenvolvida com informações do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da NASA.

A visualização é atualizada duas vezes ao dia, e cada novo objeto descoberto é adicionado assim que a sua órbita é calculada.

"Queríamos que o Eyes on Asteroids fosse o mais fácil de usar possível, enquanto conta as histórias da exploração humana destes objetos fascinantes", comentou Jason Craig, produtor técnico da equipa de Aplicativos e Desenvolvimento de Tecnologia de Visualização no JPL, que elaborou o aplicativo.

Além disso, assegurou que "cada objeto próximo à Terra (NEO, na sigla em inglês) pode ser encontrado no aplicativo, bem como a maioria das naves espaciais que visitaram estes objetos.

O mapa interativo apresenta múltiplas abas, como "Learn" para saber mais sobre temas como as aproximações de asteroides à Terra.
"Os operadores frequentemente descrevem estas aproximações como 'perigosamente próximas’, porém os usuários verão o quão distante realmente estão", concluiu Craig.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

EEI de novo! Um enorme OVNI avistado bem na frente dela...


A Estação Espacial Internacional está novamente sob os olhos de todos, registo de um enorme OVNI em forma de disco. 

Desta vez, a EEI foi muito rápida a cortar a transmissão, mas não o suficiente para  podermos monitorizar a situação. 

É incrível o que está realmente acontecendo lá fora...

Fonte: Youtube

Poderá consultar neste Blog fotos de uma situação ocorrida alguns anos em Portugal de um objecto idêntico nas próximidades de um radar da Força Aérea Portuguesa...

Abaixo o link para a respectiva noticia...

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Mais uma: em 2014, os Simpsons previram a viagem de Richard Branson ao espaço


“Os Simpsons” acertaram uma vez mais: há 7 anos já colocavam o patrão da Virgin a bordo de um voo espacial

"Os Simpsons" previram uma vez mais o futuro. Desta feita, fizeram-no em relação à viagem de Richard Branson ao espaço.

Em 2014, no episódio "The Art of War", da 25.ª temporada da série animada, "Os Simpsons" colocaram o patrão da Virgin a bordo de uma nave espacial, a apreciar uma obra de arte. Sem a obra, mas dentro da nave, Richard Branson foi até ao espaço no passado dia 11 de julho.


Fonte: BLITZ 

terça-feira, 20 de abril de 2021

China: Drones exibem códigos QR gigantes no céu para as pessoas descarregarem jogos


A China é um país onde muitas situações insólitas e caricatas ligadas ao mundo da tecnologia acontecem. E a situação de que falamos hoje é um exemplo claro disso mesmo.

Na região de Xangai, uma criadora de videojogos conseguiu criar algo verdadeiramente inovador. Colocou drones a emitir enormes códigos QR no céu, para que as pessoas pudessem apontar os seus dispositivos e fazerem download de um videojogo.

Drones exibem códigos QR enormes para descarregar videojogos

Os drones vierem revolucionar diversos segmentos, desde a mobilidade, fotografia e vídeo, entregas, entre muitos outros. Mas estes gadgets também permitem dar, quase literalmente, asas à imaginação para levar a cabo diversos projetos e ideias interessantes.

Nesse sentido, a empresa responsável pela criação do jogo ‘Princess Connect Re: Dive‘, decidiu celebrar o aniversário do título de uma forma bem especial. Recentemente a criadora apresentou em Xangai um mega espetáculo massivo de drones. Para o efeito foram então utilizados um total de 1.500 drones que voaram até aos céus da cidade chinesa em plena noite.

Nos céus, os drones realizaram diversas coreografias com referências ao videojogo. Foram criadas e exibidas personagens do jogo, mensagens, o logotipo do título, entre outras coisas.

Mas o mais engraçado foi deixado para o final do espetáculo. Os drones formatam um código QR gigante no céu para que as pessoas pudessem capturá-lo com os seus smartphones. Desta forma, o código transformava-se num link personalizado que permitia aos espetadores fazer download do jogo para os seus telefones, bem como aceder a mais informações sobre o mesmo.

Esta ideia foi então muito bem pensada, uma vez que a China é um dos países onde os códigos QR são mais utilizados.

Também no ano passado a empresa criou algo do género na altura do lançamento do jogo. Mas dessa vez, o código QR foi pintado num prédio, sem mais detalhes, para levar as pessoas a capturá-lo e acederem diretamente à loja de apps.


Fonte: Pplware

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Computador quântico realiza em segundos um cálculo que levaria 600 milhões de anos


Um novo tipo de computação quântica chamada amostragem de bóson é capaz de cálculos que nenhum computador clássico poderia realizar numa quantidade razoável de tempo. Esta é a segunda vez que este feito, conhecido como supremacia quântica, foi alcançado por um algoritmo quântico depois que o Google disse em 2019 que seu dispositivo Sycamore havia conseguido isso.

A amostragem de Boson é baseada numa estranha propriedade quântica dos fótons — partículas de luz — que é exibida quando viajam através de um divisor de feixes, que divide um único feixe de luz em dois feixes que se propagam em direcções diferentes. Se dois fótons idênticos atingirem o divisor de raios exactamente ao mesmo tempo, eles não se separam um do outro. Em vez disso, eles ficam juntos e ambos viajam na mesma direcção, de acordo com a New Scientist.

Se fotografar muitos fótons através de uma sequência de divisores de feixe muitas vezes e sequência, padrões que são extraordinariamente difíceis de simular ou prever com computadores clássicos começam a surgir nos caminhos dos fótons. Encontrar possíveis conjuntos de caminhos de fótons nesta configuração é chamado de amostragem de bóson, e um dispositivo de amostragem de bóson é um tipo de computador quântico, embora um com um propósito muito específico.

Uma equipe liderada por Jian-Wei Pan na Universidade de Ciência e Tecnologia da China construiu um dispositivo de amostragem de bóson chamado Jiuzhang usando pulsos lasers enviados para um labirinto de 300 divisores de feixes e 75 espelhos. Um mostrador de bóson perfeito teria uma fidelidade de 1 em muitos ensaios, o que significa que tem uma combinação completa com as previsões teóricas. Jiuzhang tinha uma fidelidade de 0,99.

Os pesquisadores calcularam que seria impossível simular amostragem de bósons com uma fidelidade tão alta num computador clássico: o supercomputador japonês Fugaku, o computador clássico mais poderoso do mundo, levaria 600 milhões de anos para realizar o que Jiuzhang pode fazer em apenas 200 segundos. O quarto supercomputador mais poderoso, o Sunway TaihuLight, levaria 2,5 biliões de anos.

“Isso mostra que é viável chegar à supremacia quântica usando amostragem fotónica de bóson, que muitas pessoas duvidavam, e que representa um caminho de hardware completamente diferente dos qubits supercondutores que o Google usou”, diz Scott Aaronson, da Universidade do Texas em Austin.

Embora esta seja uma conquista impressionante, a supremacia quântica significa apenas que este dispositivo é melhor do que computadores clássicos numa tarefa extremamente específica. “Isso não significa [ser possível] construir um computador quântico escalável, ou um computador quântico universal, ou um computador quântico útil”, diz Aaronson.

Mudar o mecanismo de amostragem de bóson para permitir que os pesquisadores pausassem a experiência, fizessem medições e redireccionem alguns dos fótons poderia permitir que ele fizesse diferentes tipos de cálculos, mas esse próximo passo será extraordinariamente difícil de alcançar. Até lá, pode haver pouco uso prático para amostragem de bóson.

“Não é óbvio se a amostragem de bóson tem alguma aplicação em si mesma, além de demonstrar a supremacia quântica”, diz Aaronson. No entanto, diz ele, pode ser útil em química quântica ou para gerar números aleatórios para criptografia. [New Scientist]

Referência da revista: Science, DOI: 10.1126/science.abe8770

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Como recuperar a informação de um disco rígido com elevada taxa de sucesso


Recuperar a informação é um tópico muito procurado pelos nossos leitores. Muitos indivíduos ou empresas enfrentam diariamente o receio da perda de dados, que ainda acontece nos nossos dias por várias razões e ações, umas mais inadvertidas e outras mais maliciosas.

Antecipadamente, a perda de dados, para além do transtorno, implica perder informações e dados vitais de toda a atividade da empresa ou pessoais e envolve outros fatores como tempo e dinheiro de recuperação, sendo no geral um processo muito desestabilizador. Apresentamos o TogetherShare Data Recovery e as inerentes capacidades na recuperação de dados.

O drama da perda e a alegria de poder recuperar a informação

De antemão, qualquer utilizador de computador, seja desktop ou portátil, sabe que à partida existe a possibilidade de, a determinada altura, poder ficar exposto perda de informação.

Então, a perda de dados pode estar associada a várias razões e naturezas tais como:
  • Erro humano;
  • Por intervenção através de vírus e malware;
  • Por atividades decorrentes de formatação do disco rígido;
  • Discos rígidos danificados;
  • Software corrompidos:
  • Danos provocados por quebras de energia;
  • Entre outro motivos.
Nesse sentido, muitos utilizadores já tiveram de passar pela experiência de perda de dados e pela irritante e desconcertante tarefa de tentar recuperar os mesmos, com a renitência em despender qualquer valor para os recuperar.

Ainda assim, o que muitos provavelmente não sabiam, é que já existem softwares que são tão-somente soluções desenvolvidas para controlar o problema de perda e de recuperação de dados, e que se apresentam como soluções gratuitas, fiáveis e completas.

O que é e para que serve o TogetherShare Data Recovery Software

Em primeiro, podemos definir o TogetherShare Data Recovery Software como um software, na sua génese, gratuito, seguro e intuitivo, que permite que se recuperem efetivamente todos os dados e ficheiros eliminados, abarcando todos os formatos, sejam eles
  • Documentos,
  • Vídeos,
  • Ficheiros de imagem e de áudio,
  • Entre muitos outros que um dispositivo pode guardar.
Por outras palavras, este software de elevada autonomia, disponível tanto para Windows como para Mac, é capaz de recuperar dados eliminados, formatados, corrompidos ou perdidos, sendo ainda capaz de recuperar uma partição perdida de um disco rígido.

Além disso, o elevado nível da tecnologia, que define assim o mesmo o TogetherShare Data Recovery Software, permite recuperar todos os tipos de ficheiros perdidos em HDD, SDD, computadores e outros dispositivos de armazenamento digital.

Recuperar a informação em apenas 3 passos simples

Logo, de forma muito intuitiva e simples, bastarão 3 passos para a recuperação dos ficheiros eliminados, contudo, atentemos mais de perto os melhores recursos que este software apresenta:

Recuperar ficheiros eliminados
Ao passo que de forma acidental foram eliminados ficheiros de um computador, o TogetherShare Data Recovery Software, com as ferramentas que disponibiliza, permite recuperar facilmente esses mesmos ficheiros, sem comprometer a integridade dos mesmos.

Não obstante, esta situação poderá acontecer mesmo quando a pasta da “Reciclagem” já está vazia ou quando por ação de outro software foram eliminados ficheiros, até do simples e usual Shift+Delete.

Recuperar dados formatados
Atualmente, na situação em que o computador foi formatado sem que as devidas cópias de segurança tenham sido efetuadas, e a formatação poderá ter sido feita depois de o sistema o ter pedido ou por ação de um outro software, o utilizador poderá sem qualquer problemas e de forma gratuita intentar a recuperação de dados.

Recuperação total e precisa de dados
É provável que como consequência de um ataque de vírus ou uma reinstalação do Sistema Operativo, qualquer partição ou dispositivo de armazenamento de dados poderá ver os seus conteúdos perdidos, eliminados ou inacessíveis.

Mas, sem desesperos, é possível recuperar os dados de forma muito precisa tal e qual a sua forma inicial/original, usando o modo de Análise Profunda (Deep Scanning) deste programa.

Eventualmente, mesmo depois da recuperação dos dados, alguns ficheiros tidos como corrompidos poderão ser sanados através da função de Análise Profunda.

Visualizar antes de recuperar
Um outro recurso muito atrativo é o facto de ser possível visualizar os ficheiros antes de iniciar a operação de recuperação, por forma a se poder verificar e atestar a qualidade dos ficheiros.

É, com certeza, uma ferramenta diferenciadora em comparação com programas semelhantes.

Interface intuitivo na ótica do utilizador
Seja qual for o nível de conhecimentos e o à vontade que se tenha em trabalhar com programas de recuperação de dados, a nossa experiência revelou que provavelmente não encontrará quaisquer problemas na utilização do TogetherShare Data Recovery.

Todavia, neste programa tudo está muito visível, muito organizado e intuitivo o que facilita encontrar as funções e explorar os recursos à disposição.

Recuperação segura de dados
Recorrendo a um algoritmo tecnologicamente avançado na recuperação de dados, o TogetherShare Data Recovery permite ao utilizador recuperar ficheiros que foram excluídos do disco rígido e/ou de outros meios de armazenamento em máxima segurança.

Ficheiros recuperados fáceis de gerir
Finalizado o processo de análise, os ficheiros encontrados serão alocados para onde escolhermos.

Do mesmo modo, como pode não interessar recuperar todos os ficheiros, é possível selecionar quais os que se pretendem manter para recuperação. O tempo despendido na análise é proporcional ao volume da unidade de disco, podendo ser mais lenta se o volume de análise for grande.

Fiabilidade dos recursos de recuperação
Ora, esta ferramenta de recuperação de dados não restringe a nossa ação aos ficheiros do computador, uma vez que permite atuar em dispositivos de armazenamento que estejam conectados ao computador. E estes dispositivos podem ser, por exemplo:
  • iPhones,
  • smartphones Android,
  • discos rígidos externos,
  • pen drives,
  • etc.
Simultaneamente, a utilidade desta ferramenta comprova-se ainda quando se perde uma partição de uma unidade do disco ou de uma unidade formatada externa ou interna.

Seguidamente, apresentamos os três simples passos de como funcionar com este programa.

Passo 1
Finalmente, terminado o download do programa, basta instalar no computador e arrancar com o programa.

Então, seleciona-se o disco de onde se pretende recuperar os dados.

Passo 2
Assim também, o Passo 2 passa por proceder ao início da análise, clicando no botão “Scan”. E, então, os ficheiros encontrados serão visíveis na interface.

Passo 3
Por fim, basta escolher os ficheiros que se pretendem recuperar e pressionar o botão “Recover”.

Em síntese, fica uma dica útil: para manter os ficheiros intactos (não danificados) aconselha-se que não use a mesma drive após ter eliminado os ficheiros e usar logo que possível o procedimento anteriormente descrito para que seja possível uma recuperação de dados sem que a qualidade dos mesmos não fique comprometida.

Mas tanta qualidade tem preço?

Na verdade, não há bela sem senão e este é o caso. Vendo o copo meio cheio, existe a versão Básica que é totalmente gratuita, mas que apresenta as seguintes limitações:
  • Permite a recuperação de 1GB de dados e pré-visualização dos ficheiros recuperáveis;
  • Suporte técnico vitalício;
  • Pode ser ativado em todos os computadores de uma empresa/organização;
  • Pode oferecer o serviço de recuperação de dados aos seus clientes com este software.
De maneira idêntica, existem outros planos, mais dedicados como:

Profissional : $69,95
  • Recuperação ilimitada de ficheiros perdidos;
  • Pré-visualização de todos os ficheiros passíveis de serem recuperados;
  • Suporte técnico vitalício;
  • Atualizações vitalícias;
  • Pode ser ativado em todos os computadores de uma empresa/organização;
  • Pode oferecer o serviço de recuperação de dados aos seus clientes com este software.
Empresarial : $299,00
  • Recuperação ilimitada de ficheiros perdidos;
  • Pré-visualização de todos os ficheiros passíveis de serem recuperados;
  • Suporte técnico vitalício;
  • Atualizações vitalícias;
  • Pode ser ativado em todos os computadores de uma empresa/organização;
  • Pode ser usada como oferta de serviço de recuperação de dados para os seus clientes
Conclusão

Em síntese, estabilidade, fiabilidade e rapidez para recuperar a informação foram as principais características que podemos encontrar neste excelente ferramenta.

Na verdade, existem muitas opções mercado, outras tantas gratuitas e mais umas pagas, mas nem todas poderão estar ao nível da programação de recuperação do TogetherShare Data Recovery.

Em conclusão, quanto acontece uma desgraça como a perda de informação, este software deve claramente ser tido em conta ou, pelo menos, constar no top 3 das aplicações a usar para o efeito.


Fonte: Pplware

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Descubra toda a informação que a Google tem recolhido sobre si


Não é segredo nenhum que a Google recolhe e processa muitos dados dos utilizadores dos seus serviços. Esta é uma informação essencial para a gigante das pesquisas apresentar publicidade dirigida e personalizada.

Claro que mesmo com esta certeza, os utilizadores não têm a noção do volume de dados que estão guardados e que perfil criam. No entanto, a Google tem uma página onde estes dados podem ser vistos e até controlados de forma simples.

Toda a informação que a Google recolhe

Existem muitas teorias de que a Google recolhe dados de formas absurdas e que ouve os utilizadores nos smartphones e nos assistentes virtuais que temos em casa. Estas ideias, absurdas ou não, estão ainda por provar.

Isto não significa que a Google não recolha dados dos utilizadores e que os use para o seu proveito. Estes são obtidos nos seus diferentes serviços e da utilização que deles é feita. A Google tem uma página onde todos podem ver os dados que lhe foram recolhidos.


Dados do utilizador visíveis

Ao aceder ao endereço dedicado à Personalização de anúncios os utilizadores podem ativar ou desativar esta opção. Mais que isso, os utilizadores têm acesso às categorias em que o seu perfil se encaixa e que foram sendo recolhidas pela Google.

Cada categoria poderá ser aberta e o utilizador pode confirmar de onde os seus dados foram recolhidos. Podem ainda dar um passo importante e remover essa categoria da sua lista, ajustando as preferências e removendo temas que não fazem nenhuma falta.


Google usa tudo para a publicidade

Ao removerem uma destas categorias, esta fica presente, mas inativa no perfil do utilizador. Podem ainda consultar todas as que estão neste estado numa lista final apresentada, vendo o histórico que a Google também vem manter sobre os utilizadores.

É curioso ver que uma simples pesquisa na Google e nos seus serviços pode revelar sobre um utilizador. Com uma panóplia alargada de serviços oferecidos, existem muitos dados que podem ser recolhidos e depois usados para criar um perfil do utilizador.

Fonte: Pplware

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Vida extraterreste? CIA revela milhares de documentos confidenciais sobre OVNIs


Entre a documentação divulgada, há relatos como explosões misteriosas na Rússia e avistamentos de objetos voadores suspeitos no Azerbaijão.

CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos da América) revelou, esta semana, milhares de documentos secretos. A agência garante que muitos deles dizem respeito aos registos guardados sobre objetos voadores não-identificados (OVNIs).

Os documentos foram disponibilizados no "The Black Vault", um arquivo digital de antigos documentos governamentais confidenciais. De acordo com o jornal The Guardian, o fundador do site, John Greenewald Jr, comprou à CIA um CD-Rom com 2700 páginas sobre OVNIs. Segundo a CIA, estes são todos os documentos que mantinha em sua posse sobre objetos voadores não identificados, mas o fundador do "The Black Vault" alerta que não há como verificar se a garantia dada pela CIA é real.

As críticas à CIA não se ficam por aí. John Greenwald Jr acusa a agência de disponibilizar a informação num formato desatualizado, tornando "incrivelmente difícil usar estes registos".

"Este formato desatualizado dificulta muito que as pessoas vejam os documentos e os usem para qualquer tipo de investigação", apontou o fundador do "The Black Vault".

Entre a documentação divulgada, há relatos como explosões misteriosas na Rússia e avistamentos de objetos voadores suspeitos no Azerbaijão.

A divulgação destes documentos da CIA surge depois de o Congresso norte-americano ter, no último mês, ordenado ao diretor nacional de Inteligência e à secretaria da Defesa que lançassem um relatório sobre OVNIs num prazo de seis meses. O Senado acredita que estes OVNIs poderão estar relacionados com governos de países adversários e que podem representar uma ameaça militar aos Estados Unidos.

Fonte: TSF

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Precisa de traduzir um documento? Descubra como fazê-lo diretamente no Google Docs


O Google Docs conta com uma útil funcionalidade que o pode ajudar a poupar tempo e a ser mais produtivo quando está a traduzir documentos, evitando andar de um lado para o outro a fazer “copy paste” entre ficheiros.

O Google Tradutor já disponibiliza a possibilidade de traduzir documentos inteiros, oferecendo suporte a uma variedade de ficheiros, desde o Word, Power Point, Excel ou até PDF. No entanto, a funcionalidade acaba por ser limitada, uma vez que não permite a realização de edições ao texto.

Andar a fazer “copy paste” de um lado para o outro não está nos seus planos? No How to TEK já lhe demos a conhecer algumas funcionalidades úteis do Google Docs e agora demonstramos mais uma que o pode ajudar a poupar tempo e a ser mais produtivo quando está a traduzir documentos.

O processo é simples e, se utilizou a suite de produtividade para criar o documento que pretende traduzir, precisa apenas de clicar num botão. Pode também fazer o upload de um ficheiro Word, Power Point ou Excel. Além disso, poderá fazer todas as alterações que quiser, aproveitando, por exemplo, para adequar certas expressões ou passagens do texto.

Clique na galeria para saber como traduzir um documento diretamente no Google Docs


Siga estes passos:

1 – Se quer traduzir um documento que criou através do Google Docs, vá ao seu Google Drive e abra o ficheiro em questão.

2 – Na secção “Ferramentas”, clique em “Traduzir documento”.

3 – Escolha o idioma para o qual pretende traduzir o documento. Se preferir, pode também dar um novo nome ao ficheiro traduzido.

4 – Agora, pode aceder a uma cópia traduzida do documento e dedicar-se a fazer todas as alterações que desejar.

5 – Para traduzir um documento Word, Power Point ou Excel, abra o Google Drive e clique no botão “Novo”.

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6 – Selecione a opção “Carregar Ficheiro”.

7 - Depois de abrir o documento, clique em “Ficheiro” e escolha “Guardar no formato Google Docs”.

8 – Agora, já pode aceder à opção “Traduzir documento”.

9 – Quer guardar o documento no seu computador com a extensão de ficheiro original? Vá a “Ficheiro” e em “Transferir” escolha o formato.

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Fonte: TekSapo

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Desapareceu a misteriosa placa metálica do deserto do Utah


Monólito de 3,6 metros de altura tinha sido encontrado no dia 18. Ninguém conhece a sua autoria e há teorias de que teria sido ali colocado por seres de outro planeta

A placa metálica e brilhante encontrada há poucos dias no deserto do Utah (Estados Unidos) desapareceu tão misteriosamente como tinha aparecido. O monólito prateado, que tinha gerado as mais desvairadas teorias - como a de que fora ali colocada por seres de outros planetas - foi removida para uma "parte desconhecida", declarou a agência de gestão de terras daquele estado, citada pelos media norte-americanos, num post do Facebook. .

“Foi uma das coisas mais estranhas com as quais me deparei em todos os anos que já levo como piloto”, assegura Bret Hutchings, que conduzia um helicóptero quando o misterioso monólito foi avistado pela primeira vez, a 18 de novembro. A bordo ia um biólogo que avistou do ar a estranha placa retangular metálica e espelhada no meio do nada. “Há algo ali, temos de ir ver o que é”, alertou o biólogo ao piloto do helicóptero, pouco antes de aterrarem junto do monólito.

A estrutura tinha 3,6 metros de altura e assemelhava-se ao monólito tornado célebre no filme “2001: Odisseia no Espaço”.

A CNN revela que a localização do monólito não foi divulgada porque as autoridades não queriam que os curiosos ficassem presos na paisagem remota correndo o risco de vierem a ser resgatados. Uma cautela que não impediu a expedição de algumas pessoas até ao escondido desfiladeiro situado no sul do Utah. Uma delas, quase se ia perdendo pelo caminho. Outras três viajaram pela escuridão do deserto para lá chegarem.

Já várias pessoas partilharam selfies nas redes sociais ao lado do estranho monólito agora desaparecido e cuja a autoria continua a ser desconhecida. As autoridades locais declararam que é proibida por lei a construção de obras de arte particulares, sem qualquer tipo de autorização, em terrenos que pertencem ao Estado "independentemente do planeta de que os seus autores sejam originários".

Fonte: Expresso

sábado, 17 de outubro de 2020

'Estamos numa cultura verdadeiramente orwelliana': Amazon retira o livro do céptico Covid-19 por 'violações de conteúdo' sinistramente vagas


Helen Buyniski é jornalista americana e comentarista política da RT. Siga-a noTwitter @ velocirapture23

A Amazon juntou-se aos seus companheiros da Big Tech para aumentar a censura e qualquer crítica à narrativa “oficial” da Covid-19, usando desculpas ofuscantes para justificar a retirada do último livro do jornalista James Perloff, disse ele à RT.

Depois de vender respeitáveis ​​3500 exemplares nos últimos dois meses, o livro de Perloff sobre a pandemia do coronavírus e sua transformação em arma pelos governos mundiais, ' Covid-19 e Agendas por vir: Red-Pilled', foi "banido" pela Amazon.com, revelou o escritor no Twitter na quinta-feira.


Perloff falou com a RT na sexta-feira sobre o acto nefasto de censura da plataforma e como isso parece confirmar as conclusões de seu livro, expressando preocupação de que “a censura do Covid está ficando cada vez mais forte, mesmo que a taxa de mortalidade de Covid esteja cada vez mais baixa. ”

Estamos numa cultura verdadeiramente orwelliana.

O primeiro sinal do problema surgiu na quinta-feira, quando a Amazon solicitou que ele “esclarecesse [seus] direitos sobre o livro” - algo que ele já havia feito ao colocá-lo à venda em agosto. Mas antes que pudesse terminar de reunir o material necessário para provar mais uma vez que possuía os direitos globais do seu próprio trabalho, ele recebeu outro e-mail da Amazon, desta vez alegando que eles haviam retirado seu livro “durante uma revisão de garantia de qualidade de [seu] catálogo ” Porque “ violava as directrizes de conteúdo ”.


Embora Perloff tenha dito que "pediu que especificassem quais directrizes [ele] havia violado", a resposta deles apenas reafirmou que o "assunto" de seu livro foi considerado "uma violação de nossas directrizes de conteúdo", declarando o gigante do comércio electrónico "não colocar à venda este título na Amazon".

Nós nos reservamos o direito de determinar se o conteúdo é bom ou não para o cliente e retirar o conteúdo à venda.

Com cinco outros livros já listados na plataforma, Perloff comunicava-se frequentemente com a Amazon ao longo dos anos, mas algo estava errado nessas últimas mensagens. Em comunicações anteriores, “eles geralmente informavam pelo menos o primeiro nome” , disse ele. “Desta vez, eu estava lidando com pessoas - ou uma pessoa - que estava se escondendo atrás do anonimato total.”

O livro traça como a pandemia Covid-19 foi usada pelos governos ao redor do mundo para forçar medidas draconianas de controle social sobre uma população aterrorizada, avalia várias teorias sobre a origem do vírus e oferece algumas projecções sobre o que pode estar por vir para a humanidade - incluindo como as populações podem trabalhar juntas para evitar alguns dos resultados mais totalitários.

Perloff insiste que a informação contida foi meticulosamente obtida de profissionais, publicações académicas e médicos de primeira linha, com centenas de notas no fim fazendo referência a periódicos académicos e outras fontes incontestáveis. “Não há nada que eu diga no livro que não esteja documentado”, disse ele, apontando que vários outros dissidentes do coronavírus estão vendendo seus livros na plataforma sem incidentes.

O analista político está longe de ser o primeiro a entrar em conflito com a censura cada vez mais severa da Amazon. Mas, embora esteja familiarizado com os julgamentos e tribulações do ex-repórter do New York Times Alex Berenson, que encontrou seu próprio livro céptico temporariamente retirado até que o bilionário Elon Musk chamou a atenção para a censura nas redes sociais, Perloff cinicamente lamentou que ele próprio carece de “ amigos entre os ricos e famosos ” para resgatar seu livro da crescente fogueira digital da Amazon.

No final de contas, entretanto, ele acredita no efeito Streisand, no qual esforços pesados ​​de censura saem pela culatra e chamam a atenção para o conteúdo que procuram suprimir. “Se você disser às pessoas: 'Não leia este livro', o instinto delas é ler.”

Fonte: RT
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