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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Israelitas indignados com cartoon publicado em jornal português


Desenho publicado no DN mostra israelita a «evoluir» desde o Holocausto até hoje

Um cartoon publicado no dia 1 de Agosto no «Diário de Notícias», intitulado «evolução das espécies», está a provocar uma onda de indignação junto da comunidade israelita.

O desenho assinado por André Carrilho mostra um nazi a calcar um esqueleto israelita, que vai «evoluindo» para um soldado israelita que, por sua vez, termina a calcar o esqueleto de um palestiniano, que lhe aponta uma arma ao mesmo tempo. 
«É horrível. Penso que terá indignado toda a gente, não só os israelitas. Faz troça das almas e da memória dos seis milhões de judeus executados nos campos de concentração da Alemanha», criticou o presidente da Comunidade Israelita de Lisboa (CIL), José Carp, ao tvi24.pt.

Tanto a CIL como a embaixada israelita em Portugal asseguram ter enviado cartas de protesto ao director do DN, João Marcelino, já na semana passada, mas garantem não ter recebido resposta. Ao que o tvi24.ptapurou, acabou de chegar uma carta à redacção do DN sobre o assunto, que está a ser analisada pela direcção do jornal.

«Eu até gosto de cartoons, mas há outras maneiras de se fazer as coisas. E há mesmo coisas em que não se tocam, e uma delas é o Holocausto», acrescentou o responsável da CIL.

José Carp garante que foi contactado por outras comunidades israelitas na Europa e nos EUA. «Estão chocadíssimas. Há pessoas que perderam famílias inteiras no Holocausto e troça-se disso? É de um profundo mau gosto», reforçou.

Confrontado com a possibilidade de comparação entre esta reacção e a polémica em 2005, quando o jornal dinamarquês Jyllands-Posten publicou um cartoon sobre Maomé, o presidente da CIL lembrou que os cartoonistas dinamarqueses chegaram mesmo a ser ameaçados de morte, rejeitando semelhanças. «Cada um reage à sua maneira e nós optámos pela indignação», disse.

Já o cartoonista André Carrilho negou qualquer posição anti-semita. «Eu tento pôr-me do lado das pessoas vitimizadas. Quis fazer notar que uma pessoa que já foi vítima também se pode tornar agressor», afirmou aotvi24.pt.

Rejeitando «qualquer julgamento ao povo judeu» (o soldado desenhado simboliza o governo de Israel e não os israelitas) ou «desculpabilização das facções terroristas», André Carrilho lembrou que também já fez cartoons contra os extremistas islâmicos, contra a Igreja Católica, e que nunca recebeu estes «ataques baixos» como resposta. «Parece que de Israel não se pode falar», desabafou.


O embaixador de Israel em Portugal, Ehud Gol, recusou-se a prestar declarações sobre o assunto.


Fonte: TVI

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sátira sobre Kim Jong-un com 55 milhões de visualizações

Um vídeo em que Kim Jong-un, o líder norte-coreano, aparece a dançar e a lutar com líderes mundiais tornou-se viral e já conta com mais de 50 milhões de visualizações no maior site chinês de partilha de vídeo.

Um vídeo satírico em que aparecem imagens do rosto do líder norte-coreano, Kim Jong-un, foi colocado no Youtube e no Tencent, um site chinês de partilha de vídeos, onde se tornou viral. Prova disso é que até ao momento, neste último site, contam-se já 55 milhões de visualizações. No vídeo de três minutos, o líder norte-coreano aparece a dançar com as calças para baixo, a cavalgar num porco, a caminhar de mãos dadas com Osama Bin Laden e a lutar com outros líderes mundiais, como Barack Obama e Vladimir Putin. Alegadamente o vídeo é da autoria de um estudante da Universidade de Kyonggi, na Coreia do Sul.

De acordo com o jornal sul-coreano Chosun Ibo, a Coreia do Norte pediu à China para impedir a propagação do vídeo porque, segundo uma fonte chinesa, este "compromete seriamente a dignidade e autoridade de Kim Jong-un". Até ao momento nada foi feito. Steve Tsang, diretor da Escola de Estudos Contemporâneos Chineses da Universidade de Nottingham, concorda que o vídeo é de facto "muito engraçado". Acrescenta, em declarações à BBC, que em geral, para os chineses, Kim Jong-un é um "homem fofinho e ridículo", o que contrasta com a política oficial do governo chinês.

O apoio chinês ao regime norte-coreano remonta à Guerra da Coreia, entre 1950 e 1953, quando as tropas chinesas deram apoio às tropas norte-coreanas. Desde essa altura, a China continuou a apoiar politica e economicamente os líderes Kim Il-sung, Kim Jong-il, e agora Kim Jong-un. Atualmente a China é o aliado mais importante da Coreia do Norte e o seu maior parceiro comercial e principal fonte de alimento, armas e combustível. Mas após o teste nuclear de Pyongyang, no início de 2013, alguns especialistas dizem que a proximidade destas relações pode estar perto de chegar ao fim.


segunda-feira, 21 de julho de 2014

O Banco do meu avô - BES



Para quem quiser perceber os enredos do BES e do capital, aqui em forma de história para meninos. 

Muito bem contada.

Vamos IMAGINAR coisas…

Vamos imaginar que o meu avô tinha criado um Banco num País retrógrado, a viver debaixo de um regime ditatorial.
Depois, ocorreu uma revolução.
Foi nomeado um Primeiro-Ministro que, apesar de ser comunista, era filho do dono de uma casa de câmbios. Por esta razão, o dito Primeiro-Ministro demorou muito tempo a decidir a nacionalização da Banca (e, como tal, do Banco do meu avô).

Durante esse período, que mediou entre a revolução e a nacionalização, a minha família, tal como outras semelhantes, conseguiu retirar uma grande fortuna para a América do Sul (e saímos todos livremente do País, apesar do envolvimento direto no regime ditatorial).

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Após um período de normal conturbação revolucionária, o País entrou num regime democrático estável. Para acalmar os instintos revolucionários do povo, os políticos, em vez de tentarem explicar a realidade às pessoas, preferiram ser eleitoralistas e “torrar dinheiro”. Assim, endividaram o País até entrar em banca-rota, por duas vezes (na década de 80).

Nessa altura, perante uma enorme dívida pública, os políticos resolveram privatizar uma parte significativa do património que tinha sido nacionalizado. Entre este, estava o Banco do meu avô.

E, continuando a IMAGINAR coisas…

A minha família tinha investido o dinheiro que tinha tirado de Portugal em propriedades na América do Sul. Como não acreditávamos nada em Portugal, nenhum de nós quis vender qualquer das propriedades ou empatar qualquer das poupanças da família. Mas, queríamos recomprar o Banco do meu avô.

Então, viemos a Portugal e prometemos aos políticos que estavam no poder e na oposição, que os iríamos recompensar (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) por muitos anos, se eles nos vendessem o Banco do meu avô muito barato. Assim, conseguimos que eles fizessem um preço de (vamos imaginar uma quantia fácil para fazer contas) 100 milhões, para um Banco que valia 150.

Como não queríamos empatar o “nosso” dinheiro, pedimos (vamos imaginar uma quantia) 100 milhões emprestados aos nossos amigos franceses que já tinham ganho muito dinheiro com o meu avô. Com os 100 milhões emprestados comprámos o Banco (o nosso dinheiro, que tínhamos retirado de Portugal, esse ficou sempre guardado).

E assim ficámos donos do Banco do meu avô. Mas tínhamos uma dívida enorme: os tais 100 milhões. Como os franceses sabiam que o Banco valia 150, compraram 25% do Banco por 30 milhões (que valiam 37,5 milhões) e nós ficámos só a dever 70 milhões (100-30=70). Mesmo assim era uma enorme dívida.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Tal como combinado, viemos para Portugal e começámos a cumprir o que tínhamos prometido aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os familiares e para os próprios nos momentos em que estavam na oposição, etc…).

Como ainda tínhamos uma grande dívida, resolvemos fazer crescer mais o Banco do meu avô.

Assim, fomos falar com uma nova geração de políticos e prometemos todo o tipo de apoios (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se nos dessem os grandes negócios do Estado.

E eles assim fizeram. E o Banco do meu avô, que tinha sido vendido por 100, quando valia 150, valia agora 200 (por passarem por ele os grandes negócios do Estado).

Mas, mesmo assim, nós ainda devíamos 70 milhões (e tínhamos de pagar, pelo menos uma parte dessa dívida, caso contrário, os franceses ficavam com o Banco do meu avô).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

O meu tio, que era presidente do Banco do meu avô, reformou-se. Nessa altura a família estava preparada para nomear um dos meus primos para presidente. Eu queria ser presidente e prometi à família toda um futuro perpétuo de prosperidade se me nomeassem a mim como presidente.

E assim foi. Fui, finalmente, nomeado presidente do Banco do meu avô.

Mas era preciso pagar uma parte da dívida aos franceses. Podíamos vender uma parte do Banco em Bolsa, mas deixávamos de mandar (logo agora que eu era presidente – não podia ser assim).

Então desenhei um plano:

Criei uma empresa, chamada “Grupo do meu avô” (em que a minha família tinha 100% do capital) e passei os nossos 75% do Banco (25% eram dos franceses) para essa nova empresa.

Assim, a família era dona de 100% do “Grupo” que era dono de 75% do Banco.

Falei com os franceses e combinei mudarmos os estatutos do Banco: quem tivesse 25% mandava no Banco (e os franceses não se metiam, a não ser para decidir os dividendos que queriam receber).

Assim, como o Banco agora valia 200, vendemos 50% na Bolsa por 100 (metade dos 200). Com 50 capitalizámos o Banco. Os restantes 50 tirámos para nós (37,5 para a família e 12,5 para os franceses).

Demos também os nossos 37,5 aos franceses e assim ficámos só a dever 32,5 milhões (70-37,5). Ainda era uma grande dívida, mas continuávamos a mandar no Banco do meu avô (apesar da nossa empresa “Grupo do meu avô” só ser dona de 25% – os franceses tinham outros 25% e os restantes 50% estavam dispersos por muitos acionistas).

Ainda tínhamos uma enorme dívida de 32,5 milhões. Mas, a verdade é que continuávamos a mandar no Banco do meu avô e tínhamos transformado uma dívida inicial de 100 em outra de 32,5 (sem termos gasto um tostão da família – o nosso dinheiro continua, ainda hoje, guardado na América do Sul). Convenci-me, nessa altura, que era um génio da finança!

Continuemos a IMAGINAR coisas…

A certa altura, o crédito tornou-se uma coisa muito barata. Eu sabia que tínhamos um limite original de 100 milhões e já só devíamos 32,5 milhões. Assim, a empresa “Grupo do meu avô” voltou a endividar-se: pediu mais 67,5 milhões (voltámos a dever 100 milhões) e desatei a comprar tudo o que fosse possível comprar.
Tornei-me assim, o dono disto tudo (o Banco do meu avô, a Seguradora do meu avô, a Meu avô saúde, a Meu avô hotéis, a Meu avô viagens, a Construtora do meu avô, a Herdade do meu avô onde se brinca aos pobrezinhos, etc…).
Entretanto fui pagando as minhas promessas aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os momentos em que estavam na oposição, etc…).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

Mas havia agora uma nova geração de políticos. Fui falar com eles e garanti que os apoiaria para o resto da vida (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se eles continuassem a fazer passar os grandes negócios do Estado pelo Banco do meu avô.

Mas, tive azar: houve uma crise financeira internacional.

Deixou de haver crédito. Os juros subiram. Os credores queriam que o Grupo do meu avô pagasse a dívida.

E, além disso tudo, deixou de haver os grandes negócios do Estado.

Mas eu, que me achava um génio da finança e que já estava habituado a ser o dono disto tudo, não queria perder a minha posição de presidente do Banco do meu avô.

Tinha de arranjar uma solução. Fui à procura, e encontrei em África, quem tinha dinheiro sujo e não se importava de investir e deixar-me continuar a mandar e a ser dono disto tudo.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Resolvi então criar uma nova empresa: a “Rio do meu Avô” que passou a ser dona de 100% do capital da “Grupo do meu avô”, que era dona de 25% do “Banco do meu avô”. E eu que era dono disto tudo passei a ser o presidente disto tudo.

Fiz uns estatutos para o “Grupo do meu avô” que diziam que quem tivesse 25% mandava na empresa. Vendi 20% aos Angolanos e 55% na Bolsa. A “Rio do meu avô” ficou assim dona de 25% do “Grupo do meu avô” (mas mandava como se tivesse 100%). A “Grupo do meu avô”, dona de 25% do “Banco do meu avô” (mandava como se tivesse 100%).

Assim, a minha família já só tinha 5% (25% de 25%) do “Banco do meu avô” (mas eu continuava a mandar como se tivéssemos 100%). Já não havia dúvidas: eu era mesmo um génio da finança.

Com os 75 milhões da venda do “Grupo do meu avô” (aos Angolanos e na Bolsa), paguei uma parte da dívida. Mas, na verdade, ainda tínhamos uma dívida de 25 milhões (e continuávamos a não querer mexer no nosso dinheiro – esse continua bem guardado na América do Sul).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

Mas as coisas continuaram a correr mal. Se calhar eu não sou assim tão grande génio da finança. Todos os nossos negócios dão prejuízo (até mesmo o Banco do meu avô). Raio de azar. Ainda por cima, a crise não acaba.

Fiz então o meu último golpe de génio. Convenci todos os bons clientes a comprarem ações do Banco do meu avô, para aumentar o capital sem ter de endividar mais a “Rio do meu avô” (e sem ter de tocar no dinheirinho da família, que continua bem guardado na América do Sul).

Mas os franceses queriam o dinheiro deles. Então, como presidente do Banco do meu avô, emprestei dinheiro deste ao Grupo do meu avô e à Rio do meu avô. Assim pagámos aos franceses. Mas ficámos com um problema: o Banco do meu avô está completamente arruinado.

Tinha de arranjar uma solução!

Fui falar com os novos políticos com uma proposta: reformo-me, dou lugares de Administração a uma série de políticos do partido do Governo e eles que resolvam o problema do Banco do meu avô.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Os políticos aceitaram a minha proposta (aceitam sempre que se fala de lugares de Administração).

Finalmente reformei-me. Ainda somos donos de 5% do Banco do meu avô e de uma série de outros negócios (sustentados pelas dívidas ao Banco do meu avô).

Tudo isto sem termos gasto um tostão (o dinheiro da família continua todo guardado na América do Sul).

E, tomei a última medida antes de me reformar: atribuí a mim próprio uma reforma de um milhão de euros por ano (para as despesas correntes).

E, assim, acabou a história IMAGINADA do Banco do meu avô.

Se alguém teve a paciência de ler este texto até ao fim, deixo uma pergunta: Se esta história em vez de ser IMAGINADA, fosse verdadeira, que fariam ao neto?

Fonte: Recebida por Correio Eletrónico

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Árbitro agride jogador e mostra-lhe cartão vermelho


O árbitro Saad Al Fadhi envolveu-se numa cena de pancadaria com os jogadores no jogo de futebol entre o Al-Nasr e o Al-Arabi, do campeonato do Kuwait.



A decisão do árbitro de marcar um penalti desencadeou a revolta dos jogadores do Al-Nasr, que na altura venciam por 1-0, que foram pedir explicações, de maneira pouco amistosa, empurrando o árbitro.

Saad não conseguiu manter a calma e respondeu com violência. O árbitro deu um soco a um dos futebolistas, pontapeou-o e mostrou-lhe o cartão vermelho, bem como a mais dois outros jogadores, no meio da confusão.


Depois da grande discussão e após a cobrança da penalidade, o jogador Zabn Al Enazi, na reposição da bola, também deu um pontapé no árbitro, e foi expulso da partida.

O jogo terminou com a vitória do Al Arabi, com o resultado de 4-1 e com quatro expulsões na equipa do Al-Nasr.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O 5º funcionário

Aplica-se a todo o país. Está fenomenal...

ERA UMA VEZ... 4 funcionários chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.

Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
 

Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.

Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário para evitar todos estes problemas.

Fonte: Correio Electrónico

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O "diário secreto" ministro das Finanças "mais alemão" de Portugal



Vitor Gaspar, ministro das Finanças de Portugal em uma recente aparição. | Reuters

Retratado com humor negro no trabalho de A Esfera dos Livros

Ele é "o homem que transformou 10 milhões de Portugueses em pobres" 


O ministro das Finanças português Vitor Gaspar, agora é, provavelmente, um dos homens mais odiados em Portugal. Desde que assumiu o cargo no ano passado e a outra metade continuou a anunciar novos aumentos de impostos, cortes e medidas de austeridade. Ele também é responsável por anunciar a notícia aos portugueses, que nunca são agradáveis ​​ao bolso após cada avaliação periódica da Troika. E vão sete anos. Agora, acaba de publicar o seu "diário secreto", que são transcritas de pensamentos "mais temido ministro das Finanças alemão, embora ele seja Português, desde António de Oliveira Salazar", o ditador Português também começou a carreira nas Finanças antes de tomar e o controle do país.
Capa do livro.

Na parte de trás do livro o "Diário Secreto de Vítor Gaspar", editado pela A Esfera dos Livros (Sphere Books), o ministro é retratado como" o homem que transformou 10 milhões de Portugueses contribuintes pobres mas honestos , taxas e multas. " A identidade do autor do polémico livro, que se esconde atrás do pseudónimo de António Ribeiro, o mesmo que escreveu os 'best-sellers' 'O cão de Sócrates ", que narra a atualidade portuguesa desde a perspectiva da mascote do ex-primeiro-ministro socialista, e "A Empregada do Cavaco, a mulher que trabalhava no serviço do presidente e que revelou alguns dos segredos do Palácio de Belém.

Com o mesmo humor e ironia habitual Ribeiro regressa agora ao mercado português com 'O Diário Secreto de Vítor Gaspar ", um livro que tem" o que a troika quer, o Ministro sonha e os portugueses pagam. " "Estamos sendo governados por um ministro das Finanças cego, temos um primeiro-ministro e um presidente surdo, o que podemos fazer? Rir, afinal é o melhor remédio para as tristezas não pagam dívidas", diz o autor ao ELMUNDO.es.

Neste terceiro livro, mantendo o estilo anterior, a crítica é muito mais ácida, resultado das crescentes dificuldades que a sociedade portuguesa atravessa por causa da crise. Essa realidade se reflete no humor, que também é cada vez mais negro. "Um homem que coloca Portugal na linha da pobreza social que pensa 18% de desemprego é normal, que falha as previsões dos orçamentos e ele não está preocupado que os jovens emigrem em massa, que os reformados desesperam com os  aumentos dos impostos muito mais do que aquilo que é viável, ainda sorrindo com aquele ar de boneco de madeira só pode ter um enorme talento para o humor negro ", diz o autor.

Conselhos do 'Ministro'

O livro apresenta o Ministro das Finanças como o homem que comanda a direção do país, acima do seu próprio primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, embora, na verdade, para Ribeiro quem manda em Portugal é Angela Merkel. "A chanceler alemã, manda em Gaspar, Gaspar manda em Passos Coelho Passos Coelho e comanda os outros ministros que lhe obedecem." E de acordo com ele, Merkel é "a Bruxa Malvada voando sobre a Europa na sua  poderosa vassoura alemã".

O diário secreto começa quando Vítor Gaspar, que não era um político, ele trabalhou no Banco de Portugal, foi convidado a integrar o Executivo Português. E ele diz que desde que ele chegou ao Governo, o Conselho de Ministros foi rebatizado de "conselho do ministro", embora Gaspar teria preferido a palavra "ordens" para estar mais perto da realidade.

A crítica ao ministro está em todas as páginas do jornal. Em um deles, Gaspar explica como faz os orçamentos para Portugal. "Eu tomo um mapa do mundo corta Portugal e cola-o o mais próximo do Paquistão, projetando assim Portugal no futuro como um país capaz de competir com outros gigantes globais do trabalho escravo ... barato, em seguida, pegua noutro mapa e corta o território Português e coloca-o acima dos países do norte da Europa. Assim nossa classe média está ao lado de países como a Dinamarca e a Finlândia, pode e deve pagar mais impostos ". Com esses argumentos, o ministro é muito claro e ele confessa no seu diário: "Portugal é um país onde você pode ganhar, miseravelmente como no Paquistão, mas onde têm que pagar impostos altos, como na Dinamarca."

Por enquanto, Antonio Ribeiro não conta quem será a sua próxima "vítima",embora reconhecendo que dificilmente será o líder da oposição, o socialista António José Seguro, porque "é mais cinza do que Caspar e não daria mais do que cinco páginas." Sobre si revelar a sua identidade, o autor diz que o fará ", quando Vítor Gaspar acertar numa conta, numa previsão ou no orçamento." Por enquanto, os portugueses podem "vergar-ser" o ministro aumenta os impostos deles lendo os pensamentos expressos em seu "Livro dos Segredos".

Fonte: El Mundo

terça-feira, 26 de março de 2013

Sabedoria versus Erudição!!!

Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.
Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.
O que fazer?
Eram dezassete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser ortado ao meio?
Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.
É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.
Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução – matemática é matemática.
Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos não de matemática".
Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber e  experiência feito.
Contaram-lhe o problema.
O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".
Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte - seis camelos e ao terceiro filho, foram dados dois camelos - a nona parte. Sobrou um camelo: o que foi emprestado.
O velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".
Esta história foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição. Ele conclui dizendo: "A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstrata, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência”.
Fonte: Recebido por Email

sexta-feira, 1 de março de 2013

Politico é como uma tartaruga num poste!

Os governantes são como as tartarugas em cima de um poste...

Você não entende como é possível ter chegado tão alto;
Você nem acredita que ela esteja lá;

Você sabe também que ela não subiu para cima do poste sozinha;

Você não entende porque alguém a ajudaria a subir.

Você sabe que ela não deveria, nem poderia lá estar;

Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada, enquanto lá estiver;

Você não entende porque a colocaram lá.

Então tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o seu lugar!

Fonte: Apodrece Tuga

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Um pouco de HUMOR...

Somente três homens andaram sobre as águas em toda a história da Humanidade:

1.º Jesus Cristo;
2.º São Pedro;
3.º Tó Maria.

Mas quem é o Tó Maria?

É AÇORIANO da Ilha Terceira!

AÇORES


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

ANEDOTA

Multa e Imposto
Qual é a diferença entre uma multa e um imposto?
Uma multa é um imposto que se paga por fazer algo errado.
Um imposto é uma multa que se paga por fazer algo direito.

Ainda bem
Pedro e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar seu 40º aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias.
Os nossos motores estão a deixar de funcionar e vamos aterrar de emergência. Por sorte, vejo uma ilha não catalogada nos mapas logo abaixo de nós, e, por isso, vamos tentar aterrar na praia.
Ele aterrou com êxito, mas avisou os passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que nós não sejamos resgatados e tenhamos que viver nessa ilha para o resto das nossas vidas!
Nesse instante, Pedro pergunta à mulher:
- Maria, entregaste o nosso IRS antes de viajarmos?
- Aí, perdoa-me Pedro. Eu esqueci-me completamente!
Pedro, eufórico, agarra a mulher e afinfa-lhe o maior beijão de todos os 40 anos de casamento. A Maria não entende a pergunta:
- Pedro! Porque me beijaste desta maneira?
E ele responde:
- Os gajos das Finanças vão encontrar-nos!

Fonte: Revista da ACRA
Associação dos Consumidores da Região Açores

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Alentejano e o SUPOSITÓRIO DE PIMENTA...

SUPOSITÓRIO DE PIMENTA... 
Um alentejano montado num burro por uma estrada fora. A determinada altura
o burro parou.
Diz o homem:
- Este burro filho da p... parou e ê é que vou ter de levar a carga toda.
Vou falar c/ o mecânico.   Se ele põe 1 carro a andar deve tb. fazer andar 1 burro.
E dirigiu-se a uma oficina próxima.
- Sr. mecânico, o mê burro parou, não quer andar e preciso de sua ajuda.
- Sr. Chico, eu vou dar-lhe 2 supositórios, 1 de pimenta e outro de malagueta.  Você mete o 1º no rabo do burro. Se ele ainda assim não andar,   mete-lhe o de malagueta. Mas, cuidado, que ele pode acelerar demais...
- Tá bem, amigo, vô seguir os sês conselhos...
No outro dia...
- Então, sr. Chico, o burro andou?
- Se andou? Pu.. que o pariu...  pus-lhe o 1º supositório no cú e ele saiu
desimbestado.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Curso rápido de economia... (ESTA É 5 ESTRELAS)


Um viajante chega a um hotel para dormir, mas pede para ver o quarto.
Entretanto, entrega ao recepcionista duas notas de 100 euros.
Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai a correr com as duas notas de 100€, e vai à mercearia ao lado pagar uma dívida antiga,... exactamente de 200 euros.
Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida que tinha há muito... também de 200 euros.
O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à farmácia, para liquidar uma dívida que aí tinha de... 200,00 euros.
O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma casa de alterne ali ao lado, liquidar uma dívida com uma prostituta.... coincidentemente, a dívida era de 200 euros.
A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações.
Valor total da dívida: 200 euros.
Ela avisa o gerente que está a pagar a conta e coloca as notas em cima do balcão.
Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel.
Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

MORAL DA HISTÓRIA:
NINGUÉM ENTENDE A ECONOMIA!
(nem o gajo que escreveu isto!)
Eu entendo. É assim: a economia fica mal quando alguém no circuito retém o dinheiro para si e não paga as suas dívidas. É isso que acontece com os ricos e poderosos. Por isso é deles a culpa da crise económica. E, por incrível que pareça, são eles que não são afetados pela crise e ainda estão a beneficiar dela!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

ANEDOTA
Uma lição de biologia com muito humor...
O professor coloca quatro lombrigas em quatro tubos de ensaio separados:
1. A primeira lombriga em álcool;
2. A segunda lombriga em fumo de cigarro;
3. A terceira em esperma;
4. A quarta em água mineral.

No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:
1. A primeira lombriga, em álcool, está morta;
2. A segunda, no fumo do cigarro, está morta;
3. A terceira, em esperma, está morta;
4. A quarta, em água mineral, é a única viva e saudável.

O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial, e
pergunta à classe:

" - O que podemos aprender desta experiência?"

Logo responde o Joãozinho:
- Quem bebe, fuma e faz sexo não tem lombrigas!
Continuo a achar o Joãozinho um génio. 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O BARBEIRO
O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
 - Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na   porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar o cabelo
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.
"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)
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