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quarta-feira, 17 de junho de 2020

"Fizeram história". Portugal despede-se dos helicópteros Alouette ao fim de 57 anos

O Alouette "salvaram vidas em conta" ao longo dos 57 anos da sua operação, 
frisou o ministro da Defesa

Equipamento estreou-se na Guerra Colonial, em junho de 1963. Ministro da Defesa anunciou que Portugal poderá avançar para a compra de mais dois helicópteros Koala para reforçar dispositivo de combate a incêndios

O ministro da Defesa Nacional deslocou-se hoje à Base Aérea 11 (BA11), em Beja, onde efetuou um voo a bordo do helicóptero Alouette III (ALIII), para assinalar o final de serviço desta aeronave, após 57 anos de operação na Força Aérea Portuguesa (FAP). João Gomes Cravinho considerou que os ALIII, cujo primeiro helicóptero fez voo de estreia na guerra colonial, a 18 de junho de 1963, em Luanda, "fizeram história".

"Foram comprados para fazer a guerra colonial, foi o que aconteceu ao longo daqueles anos, entre 1963 e 1974" e, desde então e até hoje, "cumpriram inúmeras missões civis e militares, mas sobretudo civis. Foram vidas sem conta que foram salvas por estes ALIII", destacou.

Os helicópteros, da Esquadra 552, "serviram também, ao longo de quatro décadas, para coordenação aérea de combate a incêndios", indicou igualmente, como exemplo, o ministro.

Os ALIII "marcaram a FAP, marcaram a vida dos portugueses", até mesmo de muitos que, sem terem consciência das aeronaves, "beneficiaram do trabalho feito por gerações e gerações de militares que operaram estas máquinas extraordinárias".

"Este último dos ALIII ainda com capacidade de voo esgota amanhã [quarta-feira] o seu prazo de utilidade e é um momento histórico. Ao fim de 57 anos ao serviço da FAP, retiram-se agora" estes helicópteros "para dar lugar a uma nova geração, o 'Koala'", os quais "já começaram a operar", frisou.

Questionado sobre se a cerimónia desta terça-feira, que marcou simbolicamente o fim do serviço dos ALIII - visto que só na quarta-feira é o último voo -, não merecia a presença dos militares que, ao longo de décadas, pilotaram ou trabalharam nestes helicópteros, o governante aludiu à pandemia de covid-19. "Estão fisicamente ausentes, mas estão no nosso pensamento", afirmou João Gomes Cravinho, justificando que a pandemia obriga a "alterações" daquilo que "são as cerimónias habituais".

A foto oficial da despedida dos Alouette, em Beja
© Nuno Veiga / Lusa

A despedida de foi feita "com um sentimento misto de saudade, mas também de agradecimento e de grande satisfação" pelo "investimento significativo de Portugal" nestes helicópteros, mas que deu frutos: "Quando os investimentos são bem feitos, o retorno é muito grande e esse retorno foi infinitamente superior àquilo que foi o investimento".

Dispositivo de Koalas pode ser reforçado com mais dois aparelhos

O ministro da Defesa revelou também que a Força Aérea já recebeu quatro dos cinco novos helicópteros AW119MK II - "Koala" e que Portugal está "a pensar" comprar "mais dois" para integrar no dispositivo de combate a incêndios.

"Já recebemos quatro dos cinco 'Koala' que foram adquiridos" para a Força Aérea Portuguesa (FAP), disse o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, adiantando que "o quinto chegará durante este verão, dentro de um mês" ou "mês e meio".
Os novos helicópteros Koala

Segundo o governante, com a chegada deste último AW119MK II -- "Koala", ficará completa a aquisição feita pelo Estado português, mas Portugal ainda tem a "opção de compra de mais dois" destes helicópteros. E é esta opção de compra que o Governo está "a pensar exercer" para integrar no Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios, revelou.

"Há uma mudança de paradigma e, a partir de 2023, o Estado português operará, essencialmente, com meios próprios e, portanto, estamos a pensar que os dois 'Koala' que fazem parte da opção poderão ser adquiridos também, para integrar essa capacidade nova do Estado", frisou.

Fonte: DN

sexta-feira, 29 de maio de 2020

A maior aeronave totalmente eléctrica do mundo faz seu primeiro voo


O Cessna eCaravan, equipado com um motor Magnix, fez seu primeiro teste no estado de Washington, EUA.

A fabricante de motores eléctricos Magnix equipou uma aeronave Cessna 208B Grand Caravan para convertê-la em um Cessna eCaravan, que na quinta-feira, 28 de maio, fez seu voo inaugural sobre o lago Moses, no estado de Washington, no noroeste dos Estados Unidos.

"É um mercado de nicho", disse o CEO da Magnix, Roei Ganzarski, pois esse tipo de aeronave eléctrica busca se tornar uma opção para voos comerciais que também não agridem o meio ambiente. "Vamos ao mercado rapidamente, com o objectivo principal de poder iniciar essa revolução", acrescentou.

Com uma única hélice, o motor Magni500 fornece 750 cavalos de potência, de modo que o fabricante afirma que é suficiente para "aeronaves de meia milha" que podem transportar entre cinco e 19 passageiros. Segundo a empresa, com pouco mais de 11 metros de comprimento, é o maior avião eléctrico comercial do mundo a voar.

Na fase de testes, a Magnix deve demonstrar que as baterias de lítio que accionam seus motores podem oferecer tempos de voo viáveis, já que o alcance da Caravana seria reduzido para cerca de 160 quilómetros. "O desafio é que as baterias não sejam tão poderosas quanto o combustível", disse Ganzarski.

Durante esse processo de teste, os fabricantes também enfrentam o desafio do peso, pois a bateria pode ser mais pesada que a quantidade equivalente de combustível.

Vantagens ecológicas

Segundo Ganzarski explicou, os aviões com motores eléctricos terão zero emissões de gás e exigirão menos manutenção do que os tradicionais. "As emissões de carros e aviões não são apenas maus para a saúde, mas também para o meio ambiente", disse ele, destacando-se como um facto positivo "enorme" que os aviões eléctricos "produzem zero emissões".

Outra vantagem desse tipo de voo é que sua operação por hora seria entre 50 e 80% mais barata, de modo que os bilhetes também poderiam ter um custo menor. Segundo Ganzarski, isso poderia levar diferentes companhias aéreas a operar aviões menores em mais rotas.

Fonte: RT


Fonte: Youtube

sábado, 23 de maio de 2020

Nova fábrica de aeronáutica em Évora


É fruto do investimento e parceria do CEiiA que se prevê venha a nascer uma nova fábrica de aeronáutica no Alentejo.

Nesta unidade fabril vai ser fabricado o avião ATL-100. O investimento inicial é na ordem dos 20 milhões de euros, em 3 anos, e o ATL-100 já tem compradores interessados de várias partes do mundo, segundo o diretor do CEiiA para a Aeronáutica e Defesa, Miguel Braga, em entrevista ao Diário de Notícias.

A experiência acumulada pelo CEiiA, durante mais de uma década de cooperação com dos maiores fabricantes de helicópteros do mundo e com a construção do avião cargueiro militar brasileiro da Embraer, o KC390, e que vai substituir os Hercules C-130 da Força Aérea nacional, foram muito relevantes na hora de estabelecer esta nova parceria com a Desaer, uma empresa brasileira dedicada à aeronáutica.

O ATL-100 surge da parceria com a Desaer, sendo que o CEiiA irá ser corresponsável pelo desenvolvimento, fabrico, montagem e comercialização da ATL 100.

Para este projeto, o CEiiA – criado em 1999 – disponibilizará uma equipa de até 60 engenheiros, consoante o desenvolvimento do projeto, uma equipa que terá por sede o Parque de Ciência e Tecnologia de Évora. A Desaer participará com o dobro dos engenheiros.

Os responsáveis do CEiiA preveem boas perspetivas na criação de emprego e de novos postos de trabalho. É intenção criar duas unidades fabris quando chegue a fase do fabrico: uma no Brasil e outra em Évora. Ao montar a aeronave em Portugal, o impacto pode estender-se a Beja e a Ponte de Sor

A Atl – 100 é uma aeronave de transporte leve, para uso civil, de transporte de passageiros, de carga, de serviços postais ou até para usos agrícolas ou até militares.

Entre as características da ATL está o facto de levantar e aterra em pistas de dimensão muito curta, impróprias para a grande maioria das aeronaves.

Imagem de aereo.jor.br

Fonte: Tribuna

segunda-feira, 18 de maio de 2020

É altura de levar o tema dos OVNIs a sério? Este conceituado professor pensa que sim


Os três vídeos que mostram objetos voadores não identificados, cuja autenticidade o Pentágono confirmou no final do mês passado, são inquietantes. Alexander Wendt, um reputado professor de ciência política norte-americano, acredita que é altura de acabar com o tabu e estudar a fundo o assunto

São três videos datados de 2013 e 2014 que já circulavam há anos, mas que só foram libertados oficialmente pelo Pentágono a 27 de Abril passado, num relatório que confirmou a sua autenticidade. Com o mundo embrenhado numa pandemia, o tema passou relativamente despercebido. Mas neste documento são detalhados três encontros de aviões militares norte-americanos com o que é designado de “fenómenos aéreos não identificados”. O relatório descreve as aeronaves não identificadas avistadas, identificando-as como pequenos “sistemas aéreos não tripulados”. Durante um dos incidentes, o avião americano passou a 300 metros de distância do objeto, mas foi incapaz de determinar a identidade da aeronave. Noutro encontro, o piloto da Marinha disse que esse objeto tinha cerca de 2,5 metros de largura e estava pintado de branco. Um dos vídeos mostra uma aeronave que tem um voo rápido e irregular, em ziguezague.


Segundo o New York Times já tinha escrito, o Pentágono gastou 22 milhões de dólares constituindo uma equipa para um programa secreto que visava estudar estes avistamentos e que se prolongou entre 2007 e 2012. “Há evidências que talvez nós não estamos sozinhos”, disse depois Luiz Elizondo, que liderou a investigação, disse à CNN em 2017. “Essas aeronaves mostram características que nem os Estados Unidos nem outros países possuem em seus inventários”, afirmou.

Neste relatório agora libertado pelo pentágono, nunca se menciona que os objetos possam ser de origem extraterrestre. E coloca-se como hipótese mais consistente que sejam apenas artefactos secretos criados para a espionagem pela Rússia ou pela China.

Alexander Wendt (DR)

Porém, nem todos pensam assim.

Alexander Wendt é uma das vozes que dizem que é preciso estudar o tema a fundo sem excluir quaisquer hipóteses. Wendt é alma mater da Universidade do Minesota e professor universitário em Ohio, depois de ter passado por Yale e Universidade de Chicago, e é um dos principais académicos no campo das relações internacionais, área onde é um precursor da escola do construtivismo e da teoria social da política internacional.

Há anos que Wendt se dedica, paralelamente à sua carreira académica, ao estudo dos OVNIs, que diz condenado a ser um tema tabu profundamente enraizado nas áreas científicas e académicas, em relação ao qual há um embargo de pesquisa. Em 2008 publicou um artigo que até hoje se mantém atual, chamado “Soberania e OVNIs ”, onde explana esta teoria, que reafirmou novamente numa palestra da Ted-X Columbus no final do ano passado que correu mundo. Nesta palestra, Wendt arranca precisamente com os três vídeos cuja autenticidade foi agora confirmada pelo pentágono.


“A primeira responsabilidade dos académicos é dizer a verdade. E a verdade é que não temos ideia do que são os Ovnis, e ninguém em posição de poder ou autoridade está a tentar descobrir. Isso deveria surpreender e perturbar todos nós ”, afirma. Como o estado moderno é antropocêntrico, há quem entenda que a soberania do estado pode estar em causa se forem encontradas outras formas de vida que não sejam terrestres, defende.

Numa entrevista que deu agora à Vox, Wendt sublinha que a conspiração de silêncio persiste, mesmod epois da confirmação oficial dos vídeos. “Embora a Marinha agora diga: “Ei, temos OVNIs em filme, aqui estão eles”, os cientistas ainda não vão estudá-los. Parece haver algo que impede a comunidade científica de se centrar neste fenómeno, mesmo que qualquer outra coisa tão remotamente interessante possa gerar dinheiro ilimitado para pesquisa”, acusa.

Diz que recebeu “muitos emails de cientistas individuais em resposta à palestra no TEDx. “Todos disseram a mesma coisa, ou seja, “Obrigado, gostaríamos de poder estudar isso, mas não podemos, porque nossas vidas dependem de receber doações do governo e de outros institutos de investigação. Se se alguém começa a assustar-se porque estão interessados ​​em OVNIs, boom, não recebem um centavo e suas carreiras estarão no charco”, conta.

Sobre a questão de fundo, ou seja, se existe vida-extraterrestre, diz: “ Certamente acredito que é muito provável que exista vida extraterrestre em algum lugar do universo, e suspeito que até a maioria dos cientistas possa concordar com isso agora”. E acrescenta: “Acho que as chances são altas o suficiente para que devamos investigá-lo. É simples.”

X37-B: o misterioso avião que vai ficar a orbitar dois anos à volta da Terra


As más condições meteorológicas levaram a que o lançamento do X37-B à boleia de um foguetão Atlas V só pudesse ser realizado no domingo. O misterioso avião partiu para o espaço e deve ficar dois anos em órbita

Esta é a primeira vez que a recém-criada Força Espacial dos EUA organiza e mantém a missão espacial que leva o X-37B à órbita da Terra. O lançamento esteve previsto para sábado, foi adiado algumas vezes para o próprio dia, mas acabou por acontecer apenas no domingo de manhã, a partir do Cabo Canaveral, na Flórida, EUA. Originalmente marcada para as 12h24 (GMT) de sábado, a missão de lançamento acabou por acontecer apenas às 13h14 (GMT) de domingo, devido ao mau tempo que se fazia sentir naquela região.

O avião X-37B partiu para a sua sexta missão a bordo de um Atlas V, depois de já o ter feito por outras quatro vezes no passado e uma quinta vez a bordo de um Falcon 9 da SpaceX, lembra o ArsTechnica. Esta é a primeira vez que o avião construído pela Boeing leva um módulo a bordo que lhe permite maiores capacidades de investigação e de experimentação. Uma das experiências que os cientistas pretendem realizar a bordo envolve a transformação da radiação solar em energia microondas na frequência de rádio. O objetivo é perceber o potencial de se transmitir energia solar para a Terra.

Este veículo, que se assemelha a um pequeno vaivém, esteve mais de 700 dias no espaço na sua última missão. Ao todo, o avião já passou mais de sete anos e dez meses em órbita.

A United Launch Alliance, responsável pelo foguetão que colocou o avião no espaço filmou e transmitiu em direto no YouTube toda a operação.


sexta-feira, 17 de abril de 2020

Saiam da frente! Avioneta aterra em auto-estrada no Quebec


Qual seria a sua reacção se visse uma avioneta a aterrar à sua frente numa auto-estrada?

Foi que sucedeu esta quinta-feira de manhã na A40, nos arredores da cidade do Quebec.

O piloto viu-se obrigado a aterrar o seu Cessna Piper PA-28 naquela via canadiana, depois de aperceber-se de problemas mecânicos provocado por uma deficiência no carburador.

"O motor não parou por completo mas estava a trabalhar muito mal", explicou o piloto. "Tentei regressar ao aeroporto mas já não foi possível. Aterrei na auto-estrada; não tive escolha!".

As autoridades policiais, já alertadas pela torre de controlo do aeroporto, chegaram minutos depois ao local mas apenas tiveram de preocupar-se em remover a avioneta do local.

Fonte: Aquela Maquina


Fonte: Youtube

terça-feira, 14 de abril de 2020

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Helicóptero da Marinha Portuguesa realiza primeiro voo após processo de modernização


Um dos cinco helicópteros da Marinha Portuguesa que se encontram em processo de modernização realizou com sucesso, no passado dia 14 de fevereiro o primeiro voo de teste.

18 DE FEVEREIRO DE 2020, 19:38

​​​​​​​Os cinco helicópteros da Marinha Portuguesa Lynx Mk95 atingiram em 2015 a condição de meia-vida.

Após 23 anos de operação tornou-se necessário proceder à modernização de alguns sistemas aviónicos e equipamentos onde se incluíram os motores.

Assim, a Marinha Portuguesa assinou um contrato com a Leonardo Helicopters (fabricante exclusivo dos Lynx), com o objetivo da modernização dos helicópteros, no dia 21 de julho de 2016, tendo sido iniciado o projeto de modernização, em setembro do mesmo ano.

Os cinco helicópteros estão a ser sujeitos a trabalhos de modificação estrutural decorrentes da instalação de novos motores. Na área dos aviónicos encontram-se a ser efetuados upgrades aos sistemas de ajudas e navegação, sendo introduzidos sistemas atualizados de navegação inercial.

No âmbito destas intervenções, decorrem ainda trabalhos de substituição do atual painel de instrumentos e do atual guincho de salvamento hidráulico, por um guincho elétrico de maior fiabilidade, bem como a instalação de um sistema de amortecimento de vibrações do rotor principal.

Este helicóptero tem chegada prevista para o final do 1º semestre deste ano.

A Marinha Portuguesa opera Helicópteros Lynx Mk95 desde 1993.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Tempestade Dennis. A lutar contra o vento, Airbus A380 aterra de lado em Londres


Num fim de semana marcado por centenas de cancelamentos de voos no Reino Unido devido aos fortes ventos e chuvas torrenciais, um avião da Etihad Airways protagonizou uma aterragem cujas imagens elucidam sobre intensidade do temporal.

Um Airbus A380, atualmente o maior avião de passageiros do mundo, foi obrigado a aterrar de lado devido aos ventos fortes e às chuvas torrenciais que afetam o Reino Unido desde sábado devido à tempestade Denis.

O avião da Etihad Airways, dos Emirados Árabes Unidos, aterrou no aeroporto de Heathrow, em Londres, e a manobra - como se pode ver nas imagens que foram partilhadas foi tudo menos convencional.
A tempestade Dennis levou ao cancelamento de centenas de voos, obrigou a evacuar áreas devido ao alerta vermelho por "perigo de morte" e provocou inundações um pouco por todo o país. As autoridades prevêem que a água atinja o seu máximo esta segunda e terça-feira.

Fonte: Sapo24

sábado, 1 de fevereiro de 2020

OVNI em forma de cubo visto voando em alta altitude registado pelo piloto do Viva Air


A filmagem bizarra foi compartilhada pela primeira vez no aplicativo TikTok pelo usuário CesarinMP antes de ser postada no YouTube, com muitas sugestões diferentes online sobre o que poderia ser.

Um piloto de uma companhia aérea compartilhou imagens bizarras de um OVNI em forma de cubo voando no céu.

A visão do cockpit parece mostrar um objecto metálico voando a uma velocidade hipersónica sobre Columbia, sem nenhum meio óbvio de propulsão.

Um clipe extraordinário de 4 minutos, supostamente filmado por um piloto comercial da Viva Air, mostra uma estrutura cúbica passando a certa distância da aeronave.

Ao aproximar-se do objecto em alta altitude, ele se parece claramente com um cubo e parece deslizar pelas nuvens de maneira controlada, em ângulo.

Foi postado pela primeira vez via TikTok por um usuário chamado CesarinMP, antes de ser carregado no YouTube em 31 de janeiro.

Uma explicação para o OVNI não foi dada, mas alguns internautas especulam que pode ser um balão meteorológico ou um reservatório descontrolado.

Outros sugeriram que o item se assemelhava a uma nave espacial Borg da série de ficção científica Star Trek.

Formas geométricas são uma característica comum dos OVNIs.

Outros 'cubos' já foram vistos antes, inclusive pela NASA.

Em janeiro, observadores de OVNIs foram levados a um frenesi depois de assistir a um clipe de objecto em forma de bloco pairando sobre a Geórgia, EUA.

No clipe, o objecto parece flutuar sem rumo no céu azul cristalino e parece mover-se lentamente e firme pela tela.

Em seguida, um enorme objecto em forma de cubo foi captado pelo observatório solar e heliosférico da NASA (SOHO) voando perto do sol no final de 2018.

O OVNI aparece de forma quadrada e com uma trilha de fumaça ou gás, enquanto desce.


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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Revelações sobre OVNIs? Reino Unido decide desclassificar registos do 'Arquivo X'


Para a felicidade dos fãs de OVNIs, a Força Aérea Real do Reino Unido (RAF) decidiu tornar públicos seus registos de "Arquivo X" sobre avistamentos de extraterrestres.

Segundo o porta-voz da RAF, um processo de libertação de documentos sobre OVNIs está agora em andamento, podendo estar disponível no primeiro trimestre de 2020.

Comentando a decisão, o porta-voz informou que seria melhor publicar estes registos do que continuar a enviá-los para os arquivos nacionais.

Após concluir que há mais de 50 anos não receberam informações que indicassem uma potencial ameaça de vida extraterrestre, a Força Aérea britânica fechou sua unidade de investigação de OVNIs em 2009.

Divulgação ao público

Todos os documentos foram enviados para os arquivos nacionais, onde normalmente permanecem secretos até serem divulgados ao público.

Contudo, aparentemente, a RAF mudou de opinião e vai publicar seus relatórios mais recentes on-line numa página oficial do governo.

"Dado o enorme interesse do público neste assunto, estou satisfeito que estes arquivos serão divulgados e disponibilizados on-line [...] Estou satisfeito que o público tenha conhecimento do nosso trabalho neste arquivo X da vida real", declarou Nick Pope, antigo funcionário do Ministério da Defesa britânico, que investigou os fenómenos de OVNIs de 1991 a 1994.

Fonte: Sputnik News

Novo avião da Boeing cumpriu voo inaugural com sucesso


O modelo 777X é a aposta da Boeing para tentar contornar a crise provocada pelos problemas com o modelo 737 Max.

O novo avião de longo alcance da Boeing cumpriu este sábado com sucesso o seu voo inaugural, descolando da Paine Field e aterrando na base aérea da Boeing em Washington, nos Estados Unidos.

Isto depois do primeiro voo do 777X ter sido sucessivamente adiado, primeiro na quinta-feira e novamente na sexta-feira, devido ao vento forte.

Só no sábado foi possível descolar e durante mais de três horas de voo realizar a bateria de testes requeridos para garantir que os aviões do novo modelo cumprem as condições de segurança.
Com capacidade para transportar entre 384 a 426 passageiros, os aparelhos do modelo 777X são os maiores aviões bimotor do mundo, pensados para competir com o modelo A350 da fabricante europeia Airbus e tentar contornar a crise provocada pelos problemas com o modelo 737 Max.

Segundo a agência France Press (AFP) a fabricante norte-americana já recebeu 340 encomendas do novo modelo, principalmente de sete grandes companhias aéreas, como a Emirates, Lufthansa, Cathay Pacific, Singapore Airlines e a Qatar Airways.


As primeiras entregas só deverão estar concluídas em 2021.

Fonte: TSF

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Registo de 3 supostos OVNIs em base aérea dos EUA


Usuário do YouTube chamado de UFO Over Vegas compartilhou um vídeo onde mostra três supostos objectos não identificados descendo lentamente numa base da Força Aérea dos EUA próxima de Las Vegas.

As cenas mostram três objectos brilhantes de forma circular pairando sobre as montanhas, localizadas nas proximidades de Las Vegas, antes de iniciarem a descida na base norte-americana.

"O que parecia ser um avião acabou se tornando três belos OVNIs que se aproximaram lentamente da base aérea de Nellis, espalhando-se ao pousar", afirmou.

Como resultado, o vídeo gerou um grande debate nas redes, com diversos usuários afirmando que o episódio é "incrível", enquanto que outros mais cépticos acreditam que os objectos são apenas drones.

De acordo com o autor do vídeo, os objectos percorreram aproximadamente 80 quilómetros em apenas três minutos, o que indica que supostamente estariam voando a uma velocidade de 1.600 quilómetros por hora, além disso, eles não emitiam qualquer "som".


Fonte: Sputnik News

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Pentágono admite que tem informação sobre Ovnis avistados na Terra


A verdade está lá fora ... mas põe em causa a segurança nacional, dizem autoridade norte-americanas.

Arquivos ultra-secretos de óvnis podem "prejudicar seriamente" a segurança dos EUA, avisa o Pentágono.

Em novembro de 2004, vários oficiais da Marinha dos EUA a bordo do porta-aviões USS Nimitz dizem ter visto um óvni sobre o Oceano Pacífico que se movimentava desafiando as leis da física.

Na altura, as autoridades classificaram o objeto como "fenómeno aéreo não identificado", e nada mais disseram sobre o que poderia ser exatamente esse fenómeno.

Em 2017 e 2019, foram divulgados três vídeos de estranhos objetos voadores filmados por pilotos norte-americanos a bordo dos seus aviões.

Em dezembro de 2017, o The New York Times publicou um artigo sobre uns pilotos que tinham intercetado um estranho objeto voador ao largo de San Diego a 14 de novembro de 2004 e que o tinham conseguido filmar a partir das câmaras instaladas nos F-18.

Em setembro de 2019, o site Vice relatou que a Marinha norte-americana tinha confirmado que tais vídeos "contêm filmagens de um fenómeno aéreo não identificado".

Agora, a Marinha dos EUA confirma que sabe mais do que quer dizer.

Segundo o site Live Science, em resposta a uma solicitação enviada pelo investigador Christian Lambright que quer saber mais sobre o "incidente Nimitz", um porta-voz do Gabinete de Inteligência Naval da Marinha (ONI) confirmou que a agência possui vários documentos secretos e pelo menos um vídeo secreto referente ao encontro com óvnis em 2004, publicou o site Vice.

Segundo o porta-voz da ONI, tais documentos foram classificados como "SECRET" ou "TOP SECRET" e que partilhar tais informações com o público "causaria danos excecionalmente graves para a Segurança Nacional dos Estados Unidos".

Estes arquivos ultra-secretos incluem vários "slides de informações" sobre o incidente, fornecidos à ONI por uma agência não identificada (como não foram os funcionários da ONI a classificar os slides, não podem ser eles a desclassificá-los, acrescentou o porta-voz).

Captura de um vídeo filmado em novembro de 2004 a bordo do porta-aviões USS Nimitz
(IMAGE: © TO THE STARS ACADEMY OF ARTS & SCIENCE)

A ONI também admitiu possuir pelo menos um vídeo de duração desconhecida e classificado como "secreto" pelo Naval Air Systems Command (NAVAIR). A ONI não revelou se essa filmagem é o mesmo vídeo de 1 minuto que foi divulgado online em 2007 e noticiado pelo The New York Times em 2017.

No entanto, em novembro de 2019, vários oficiais da marinha que estavam a bordo do USS Nimitz disseram ao site Popular Mechanics que viram um vídeo com 8 a 10 minutos do incidente. Essas gravações originais foram logo recolhidas por "indivíduos desconhecidos" que chegaram ao navio de helicóptero logo após o incidente, disse um oficial.

Luis Elizondo, ex-funcionário do Pentágono, disse ao Vice que "não surpeende a revelação de que existem outros vídeos e com maior duração".

Fonte: SIC Noticias

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

The New York Times divulga vídeo em que mostra o momento em que um míssil atinge avião ucraniano


Depois do primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, ter afirmado que o seu Governo dispõe de informações de que o voo 752 de Ukranian International Airlines (UIA) foi derrubado por um míssil iraniano, o jornal norte-americano The New York Times divulgou um vídeo em que mostra o preciso momento em que a aeronave é atingida.

O vídeo de 19 segundos divulgado e verificado pelo jornal norte-americano The New York Times mostra o exato momento em que um míssil, que tanto o Canadá como os Estados Unidos dizem ser iraniano, embate no avião que fazia o voo 752 de Ukranian International Airlines que se despenhou na quarta-feira de madrugada.

As imagens captadas mostram o projétil a atingir o avião, ouvindo-se o barulho de uma explosão. No entanto, a aeronave não aparenta cair de imediato tendo continuado a voar.


Fonte: SAPO24

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Passageiro filma avião a perder pneu ao levantar voo


Passageiro estava a filmar a descolagem quando se apercebeu que um dos pneus incendiou e caiu.

A descolagem de um voo da Air Canada Express foi gravada por um dos passageiros. O que não se esperava era que um dos pneus do lado esquerdo caísse. O passageiro publicou o vídeo nas redes sociais, onde podemos ler a seguinte descrição: "Bem, agora estou num avião que acabou de perder uma roda… 2020 começa muito bem".

O voo realizou-se na passada sexta-feira, 3 de janeiro, entre as cidades de Quebec, Montreal e Bagotville.

Havia 49 passageiros no avião. Os serviços de emergência estavam à espera do avião mas o mesmo que teve de queimar combustível durante duas horas para tentar aterrar.

Os pilotos conseguiram aterrar em segurança e não houve feridos.
Fonte: CM

domingo, 29 de dezembro de 2019

Estranho 'OVNI' triangular aparece em VÍDEO no céu de Nova York


Vídeo publicado na Internet mostra estranho objecto de formato triangular pairando sobre o céu de Nova York, após supostamente ter soltado um orb vermelho.

O evento, por enquanto pouco explicado, teria se prolongado por diversos minutos.

Conforme publicou o jornal Daily Star, o objecto triangular não se assemelha a drones ou foguetes, comumente usados por governos no mundo.

No entanto, a autenticidade da filmagem ainda não foi de todo confirmada, embora a estranha figura se assemelhe a um OVNI, conforme é possível ver no vídeo publicado no YouTube.

De acordo com a mídia, o autor do vídeo teria dito que, antes de filmar o objecto, o mesmo teria soltado um orb vermelho.


Fonte: Sputnik News

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Há um megadrone israelita a vigiar o mar europeu e os pilotos são portugueses


A Agência Marítima Europeia juntou Israel e Portugal num projeto inédito de cooperação para vigiar o Mediterrâneo. Portugueses foram treinados pelos israelitas para pilotar o gigante Hermes 900

Oito pilotos portugueses estão já a trabalhar em Tympaki, na ilha grega de Creta, no Centro de Controlo Terrestre onde é feita a vigilância de uma zona do mar Mediterrâneo, que é uma das principais rotas de refugiados em direção à Europa. Contratados pela Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA), estão em missão a pedido da Frontex (Agência Europeia de Guarda de Fronteiras). Foram treinados para pilotar um dos maiores drones do mundo - o Hermes 900 (o maior é o norte-americano Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk) - fabricado pela Elbit, um gigante israelita da indústria de defesa.,


Como se fosse um jogo de PlayStation, é com um joy stick e teclados que os portugueses fazem o Hermes 900 levantar voo, aterrar e sobrevoar o mar grego, enquanto observam os ecrãs com as imagens de satélite. É a primeira vez que aquele mega drone é pilotado por portugueses, recrutados por um consórcio nacional de aeronáutica, o CEIIA (Centro de Engenharia e Desenvolvimento). Fazem parte de um projeto da EMSA, que disponibiliza drones aos estados membros que o pretendam para operações de vigilância marítima - controlo das pescas e da poluição do mar, tráfico de droga e imigração ilegal -, bem como para operações de busca e salvamento.

O primeiro teste a esta inédita aliança luso-israelita teve lugar na Islândia, durante os últimos seis meses, já depois de os portugueses, com idades entre os 25 e os 45 anos, terem recebido formação na sede da Elbit, em Telavive. As autoridades islandesas pediram à EMSA que este drone apoiasse a guarda costeira na vigilância do mar gelado da sua zona económica exclusiva, principalmente na monitorização de pesca ilegal.


Nesta missão, os portugueses ainda estiveram acompanhados por pilotos israelitas, mas agora na Grécia estão por sua conta. "É uma experiência única na vida e um grande privilégio fazer parte desta equipa excecional. É um projeto de grande potencial, com resultados surpreendentes", sublinha João, de 25 anos, residente em Lisboa (os nomes dos pilotos são fictícios, a pedido da CEIIA, por razões de segurança). Nunca antes tinha pilotado e interrompeu o curso de Engenharia Mecânica para viajar para Israel. Rafael, 37 anos, de Lagos, já tinha experiência de pilotagem de helicópteros e assinala que estar ao comando deste drone "é igualmente gratificante", tratando-se de uma missão que, "não tendo, naturalmente, o risco pessoal associado", necessita de todo "o rigor e exigência que são uma constante no mundo da aeronáutica".

O DN contactou a Elbit para comentar este projeto, mas não recebeu resposta. Da parte da empresa portuguesa, fonte oficial sublinha a "grande satisfação de poder participar nesta operação com a Elbit, a maior empresa de defesa de Israel, com grande prestígio e capacidade tecnológica". A CEIIA destaca que a cooperação estabelecida com Portugal, com a operação dos drones a ficar sob responsabilidade de um país estrangeiro, "é única no mundo". "Criou-se um ambiente de grande confiança", assinala a empresa.

Além dos pilotos, cujos perfis a CEIIA procurou que fossem "variados, com mais e menos experiência, mais novos e mais velhos", foram também recrutados em Portugal seis mecânicos - ou seja, no total, a operação do Hermes 900 envolve 14 portugueses.

Com estes drones, explica o porta-voz da EMSA, "os Estados membros dispõem de vigilância marítima que não poderia ser alcançada com os meios clássicos (terrestres, satélites e aeronaves tripuladas). Os RPAS (remotely piloted aircraft systems) oferecem a capacidade única de fornecer dados de alta resolução a uma grande distância e têm a capacidade de permanecer imobilizados no ar em situações no mar, "como num caso de busca e salvamento".


O Hermes 900, acrescenta a EMSA, "tem a grande vantagem de ter uma autonomia de 12 a 14 horas, muito maior do que alguns aparelhos tripulados, como helicópteros e aviões, que normalmente têm uma resistência menor (quatro a seis horas), devido à necessidade de mudança de tripulação e de abastecimento de combustível".

A CEIIA e a Elbit ganharam este concurso - no valor de 56 milhões de euros - em 2018 e a sua missão na Islândia teve início em abril deste ano. O contrato é por dois anos, mas prolongável por mais dois. Com esta aliança, a empresa portuguesa ganhou pilotos com formação de alto nível para poder concorrer a outros concursos internacionais. "Foi construída uma capacidade de base", salienta a CEIIA.

Fonte: DN

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Primeiro avião comercial totalmente elétrico fez o seu primeiro voo no Canadá


Um hidroavião totalmente elétrico, desenvolvido pela Harbour Air e magniX, levantou voo, esta terça-feira, em Vancouver, no Canadá.

Segundo a BBC, foi um pequeno teste, de apenas 15 minutos, mas que, para as empresas envolvidas no projeto, foi o primeiro passo para construir a “primeira frota comercial elétrica do mundo”.

“Este voo histórico significa o início da terceira era da aviação — a era da eletricidade”, pode ler-se num comunicado assinado pelas duas companhias.

O hidroavião — Havilland Canada DHC-2 Beaver — dá para seis passageiros e foi equipado com um motor elétrico de 750 cavalos. Lançado no Paris Air Show, no início deste ano, a australiana magniX afirma que o sistema de propulsão visa proporcionar uma “forma limpa e eficiente de alimentar aviões”.

Por sua vez, a operadora canadiana de hidroaviões Harbor Air espera eletrificar toda a sua frota até 2022, desde que garanta as aprovações regulatórias e de segurança.

De acordo com a AFP, uma aeronave como a que agora levantou voo só poderia voar cerca de 160 quilómetros com uma bateria de lítio. Porém, para o diretor executivo da magniX, Roei Ganzarski, apesar de não ser muito, “é o suficiente para começar a revolução”.


Fonte: ZAP
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