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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Piloto de avião avista “luzes não identificadas” durante voo em Porto Alegre


Os pilotos de avião relatam frequentemente avistamentos para que possam ser identificados e ser determinada a sua origem. Este caso aconteceu na noite do passado sábado, dia 5 de novembro, onde um piloto da companhia aérea LATAM Airlines Brasil reportou um evento com luzes bem por cima da cidade de Porto Alegre. O relato foi acompanhado também por outros testemunhos de outros pilotos e de imagens captadas em vídeo.

As câmaras captaram luzes com movimentos aleatórios sobrevoando a capital do estado de Rio Grande do Sul. Estes avistamentos podem ter origem na flexão de luz entre as nuvens que deu origem a luzes fortes, intermitentes que os pilotos viram.

Imagens estranhas, mas que podem ser "terráqueas"

Segundo o portal de informação G1, as luzes não identificadas vistas no céu de Porto Alegre na noite de sexta-feira para sábado despertaram curiosidade e levantaram algumas dúvidas. Conforme pode ser visto e ouvido no vídeo registado pela torre de controlo do Aeroporto Salgado Filho, o piloto do voo 3406, da LATAM, que descolou de Guarulhos (SP) com destino a Porto Alegre, pergunta, por volta das 23h de sábado, à controladora de tráfego:

Por gentileza, só por curiosidade, tem algum reporte de algum objeto na posição de 10 para 11 horas, praticamente sobre Porto Alegre, um pouquinho ao sul?

A controladora diz que não recebeu nenhum "reporte", termo usado na avaliação para relatos de eventos de segurança operacional. Contudo, o piloto prossegue:

Tem umas luzes. Por vezes, elas apagam, acendem, às vezes são uma, às vezes são duas ou três.

No momento, após a controladora ter registado mais informações, o diálogo termina. No entanto, apesar de a controladora não ter qualquer notificação de outros pilotos, a verdade é que este "reporte" foi uma oportunidade e para outros relatarem que afinal também tinham visto tais luzes.

Pilotos estavam com receio de notificar... para não serem chamados de loucos

Depois da informação começar a circular, outros pilotos contaram o que viram. Assim, no total, entre 22h50 e 23h10, quatro voos comunicaram à Torre de Tráfego terem percebido luzes estranhas no céu: o 4248, o 3140 e o 4407, além do 3406, das companhias Azul e LATAM. Em todos os casos, as luzes acendiam, moviam-se e apagavam, mas não prejudicavam o tráfego.

Mas serão OVNIs ou há uma explicação lógica para as luzes?

Segundo as informações recolhidas pelo G1 junto do Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara, cidade distante cerca de 80 quilómetros da Capital, foi revelado que de facto, na noite de sábado, houve algo estranho.

Encontrei algo na direção da Lagoa dos Patos, às 23h22min, não identificado mesmo. Atribuo à reflexão difusa de luz entre nuvens em direção a Porto Alegre, que pode ser gerada por holofote de luz ou até algum objeto. Não é incomum.

Disse o responsável pelo espaço, Carlos Jung, que também é diretor da Região Sul da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon).

As luzes de sexta foram vistas pela equipa do voo 4248, da Azul, que partiu do Rio de Janeiro com destino a Porto Alegre, por volta das 23h. Piloto e comissário teriam visto as luzes a movimentarem-se na direção à Lagoa dos Patos, mesmo local onde foram vistas as luzes de sábado.

Questionada sobre o assunto, a Fraport Brasil, administradora do Aeroporto Salgado Filho, respondeu que não registou nada a respeito. As companhias aéreas também não notificaram a Fraport sobre as luzes.

O caso continua a ser acompanhado, mas poderá ser de facto um evento de luzes que ultrapassa as nuvens e promove algo diferente, que visto da perspetiva dos pilotos pode ter relevância e não ser nada "tão normal assim".


Fonte: Pplware

terça-feira, 25 de outubro de 2022

NASA completa equipa de 16 especialistas para estudar fenómenos OVNI


A agência espacial vai realizar um estudo para mostrar como os dados podem ser utilizados para investigar ocorrências de objetos voadores não identificados.

Pode não significar a visita de extraterrestres à Terra, mas os fenómenos de avistamento de objetos voadores não identificados (OVNI) são registados há muitas décadas. A NASA anunciou a composição de uma equipa, composta por 16 especialistas, para estudar estes fenómenos, sempre que haja avistamentos. Trata-se de uma equipa independentemente que se vai focar a estudar os OVNIs e que começa hoje oficialmente as suas operações.

“Observações de eventos no céu que não possam ser identificados como aparelhos voadores ou fenómenos naturais conhecidos passam a ser categorizados como UAP (Unidentified Aerial Phenomena). A equipa vai realizar um estudo durante os próximos nove meses, para construir os alicerces para futuras investigações assente em dados para a NASA e outras organizações. A função da equipa é identificar como os dados recolhidos pelas entidades governamentais civis, dados comerciais e de outras fontes podem ser potencialmente utilizados em análises de UAP. Vai ser estabelecido a recomendação de um roadmap para potenciais analises de dados a ser utilizado pela agência a partir de agora.

A NASA salienta que o estudo vai ser focado apenas em dados desclassificados e prevê apresentar o resultado das descobertas da equipa aberto ao público em meados de 2023. “Explorar o desconhecido no espaço e na atmosfera está no coração daquilo que somos na NASA”, disse Thomas Zurbuchen, da agência espacial dos Estados Unidos. Acrescenta que compreender os dados que existem à nossa volta sobre fenómenos aéreos não identificados é crítico para desenhar conclusões científicas sobre o que se passa no céu. “Os dados são a linguagem dos cientistas que fazem do inexplicável, explicável”, salienta.

Seja por questões de segurança nacional ou tornar os céus mais seguros, o estudo alinha-se com os objetivos da NASA que é garantir a segurança dos aparelhos voadores.

A equipa independente para conduzir o estudo é liderada por David Spergel, presidente da Simons Foundation e terá à sua responsabilidade cientistas de liderança mundial, especialistas em dados e inteligência artificial, de segurança de aeronáutica, professor de dados científicos e computacionais, especialistas em física e astrofísica, oceanógrafos, entre outras áreas científicas. A lista completa pode ser consultada no blog da NASA.

Embora o estudo possa parecer assunto de filme de ficção científica, a NASA tem outros programas de investigação ativa de origem de vida, evolução e distribuição fora da Terra, tal como o estudo da água de Marte às sondas que procuram pesquisar mundos oceânicos em Titã e Europa. Os caçadores de planetas TESS e Hubble procuram mundos habitáveis, ao passo que o supertelescópio espacial James Webb tenta registar bioassinaturas em atmosferas em torno de outros planetas, tais como oxigénio e dióxido de carbono.

Fonte: SapoTek

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Inteligência artificial pode prever o futuro com 99% de certeza


A Inteligência Artificial previu o futuro e acertou mais de 99% das vezes, segundo um novo estudo. Felizmente, não previu um apocalipse ou uma revolução de robôs.

Em vez disso, os investigadores do Instituto Max Planck pediram ao software artificialmente inteligente para prever o progresso da inteligência artificial (IA).

Os investigadores utilizaram a informação sobre a IA a partir de trabalhos académicos desde 1994 — foram analisados 143.000 trabalhos na experiência.

Foi então pedido à IA que fizesse previsões sobre como a inteligência artificial se desenvolveu ao longo dos anos, com base nos estudos científicos sobre a mesma.

O software estava quase 100% correto em relação às suas previsões, levando os cientistas a quererem fazer-lhe mais perguntas sobre o futuro, segundo The U.S Sun.

De acordo com Mario Krenn, que liderou a investigação juntamente com especialistas de todo o mundo, a IA “mostra um grande potencial que pode ser libertado“.

Em vez de pedir à IA para prever o fim do mundo, os investigadores esperam fazer-lhe perguntas sobre a ciência que poderiam contribuir para estudos futuros.

A inteligência artificial é “uma ferramenta que pode sugerir novas direções e ideias de investigação personalizadas, tirando conclusões da literatura científica. Pode acelerar significativamente o progresso da ciência”, lê-se no estudo.

“Um campo que pode beneficiar de uma abordagem deste género é a própria investigação de inteligência artificial (IA)”, acrescenta ainda o artigo.

A esperança é que a IA seja capaz de ajudar os cientistas na investigação no futuro. “Em última análise, melhores previsões e novas direções de investigação serão uma componente crucial de ferramentas mais avançadas de sugestão de investigação”.

Alice Carqueja, 

Fonte: ZAP

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

OVNI gigante em forma de disco filmado perto da Lua


Esta é uma evidência da existência de um OVNI na Lua, obtido na China usando uma câmara profissional de longo alcance. O vídeo mostra a passagem de uma nave extraterrestre na frente da Lua.

Na sua conta no Twitter, Jaime Maussan partilhou um vídeo que supostamente se refere à presença de um OVNI perto da Lua e que confirma teorias sobre vida extraterrestre.

José Jaime Maussan Flota (nascido em 31 de maio de 1953) é um jornalista mexicano, personalidade de televisão e ovniólogo. Desde 1970 é repórter de vários jornais e emissoras, entre eles El Sol do México, XEX Radio e com a Televisa, trabalhou no noticiário 24 Horas.
“Aconteceu em 29 de setembro de 2022. A enorme nave em forma de disco media cerca de 54 quilómetros de diâmetro”, disse Jaime Maussan.

O vídeo mostra claramente um OVNI em forma de disco. O pesquisador está confiante que esta é uma das imagens mais impressionantes já registadas durante o estudo desse fenómeno, demonstrando a presença de naves de origem extraterrestre movendo-se perto da superfície da Lua.

Pesquisadores de OVNIs estão confiantes que a nossa enigmática Lua pode ter uma origem alienígena sinistra para a qual a humanidade não está preparada. Desde encontros de astronautas com OVNIs, até luzes piscantes e anomalias geométricas na superfície que parecem ser estruturas, é possível que a Lua possa realmente ser o lar de alienígenas antigos ou servir como base de operações.

Fonte: AnomAlien

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Marinha dos EUA admite ter mais vídeos de OVNIs, mas não espere vê-los em breve


A Marinha dos EUA detém vídeos não vistos de objetos voadores não identificados (OVNIs) - ou fenómenos aéreos não identificados (UAP), como o Departamento de Defesa (DOD) prefere chamar-lhes - mas não divulgará as imagens publicamente porque "prejudicaria a segurança nacional", escreveu um porta-voz da Marinha na quarta-feira (7 de setembro).

O que será que os americanos sabem, sobre "hipotéticos avistamentos" que o mundo desconhece?

Marinha tem guardadas mais imagens e OVNIs...

Esta polémica arrasta-se há vários anos e tem no centro do problema avistamentos que ninguém consegue explicar. São testemunhos de pilotos experientes da marina dos EUA que "viram algo" e não sabem do que se trata. Estas imagens partilhada na altura correram mundo e ninguém consegue taxativamente explicar o que se passou.

Agora, segundo informações, Marinha dos EUA admite ter mais vídeos de OVNIs. Esta conformação veio em resposta a um pedido da Lei de Liberdade de Informação (FOIA) apresentado pelo site de transparência governamental The Black Vault, que já partilhou milhares de páginas de documentos relacionados com OVNIs recebidos através de pedidos da FOIA à CIA e a outras agências governamentais.

O Black Vault apresentou o pedido FOIA à Marinha dos EUA em abril de 2020 - apenas um dia após a Marinha ter desclassificado três vídeos agora famosos filmados por pilotos da Marinha, mostrando aviões de alta tecnologia em movimento de formas aparentemente impossíveis.

O Black Vault solicitou que a Marinha entregasse agora todo e qualquer outro vídeo relacionado com a UAP.

Naves extraterrestres ou tecnologia do "inimigo" impossível de deter?

Passados mais de dois anos, o governo respondeu com uma carta que ambos confirmaram que existem mais vídeos UAP e negaram o pedido de entrega devido a preocupações de segurança nacional.

A divulgação desta informação prejudicará a segurança nacional, uma vez que pode fornecer aos adversários informações valiosas sobre operações, vulnerabilidades e/ou capacidades do Departamento de Defesa.

Nenhuma parte dos vídeos pode ser segregada para divulgação

Escreveu Gregory Cason, vice-diretor do gabinete FOIA da Marinha, numa carta de resposta.

Segundo o vice-diretos, a Marinha só conseguiu desclassificar os três vídeos UAP lançados em abril de 2020 porque os vídeos tinham sido previamente divulgados aos meios de comunicação social e já tinham sido "amplamente discutidos no domínio público".

Conforme refere Cason, a Marinha considerou possível divulgar oficialmente as filmagens "sem mais danos para a segurança nacional".

Curiosamente, na sua resposta ao pedido do The Black Vault, a Marinha não fez quaisquer tentativas para ocultar a existência de vídeos UAP adicionais. Há claramente mais vídeos de encontros inexplicáveis de OVNIs nos ficheiros da Marinha, mas quantos e o que eles retratam terão de permanecer um mistério por agora.

É evidente, contudo, que os militares dos EUA levam muito a sério a potencial ameaça de OVNIs. Em maio de 2022, o DOD realizou a sua primeira audiência pública sobre OVNIs desde os anos 60. A audiência discutiu principalmente um relatório do Pentágono de junho de 2021 que revelou que os pilotos da Marinha dos EUA tinham relatado 144 avistamentos de OVNIs desde 2004.

Mais recentemente, o DOD anunciou que iria receber financiamento federal para abrir um novo gabinete centrado exclusivamente na gestão de relatórios de avistamentos de OVNIs pelo Exército, Marinha e Força Aérea dos EUA.


Fonte: Pplware

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Misteriosa esfera metálica com código secreto caiu em Veracruz, México


Luna, um conhecido meteorologista, diz que um orbe metálico desconhecido com um código secreto e talvez contendo “informações valiosas dentro” caiu do céu numa árvore em Veracruz, México, pouco antes da meia-noite de domingo (31 de julho de 2022.- 23:50). PM.).

As pessoas que o viram cair do céu disseram que o orbe emitiu um som, mas não houve fogo. (Uma filmagem de CCTV mostra o orbe smovendo-se pelo céu antes de cair - Veja o vídeo abaixo.)

Luna, que postou em várias páginas sobre este evento na sua conta do Facebook, sugere que parece ser feito de um plástico muito duro ou uma liga de vários metais e aparentemente tem uma antena.

Observam-se pequenos orifícios que são uma espécie de códigos indecifráveis, mas nenhum orifício ou fenda por onde se possa abrir. Este orbe tem um mecanismo de tempo que, num determinado momento, será aberto por conta própria, mostrando as informações valiosas dentro, disse Luna.

É relatado que no início da manhã (03h15) desta segunda-feira 1 de agosto de 2022 (apenas 3 horas e meia após o impacto) uma equipa altamente treinada do secretário da Marinha do México e/ou do secretário de Defesa Nacional chegou ao local com equipamento especializado, recolhendo o orbe com todas as medidas e protocolos de precaução e transportando para um destino desconhecido além das fronteiras do México.

Algumas pessoas sugerem que o orbe é parte do foguete chinês que caiu na terra em 30 de julho de 2022, mas isso parece impossível, pois a reentrada do foguete foi um dia antes do evento no México, bem como a maioria dos detritos do foguete caiu no oceano perto da Malásia, até mesmo destroços de foguetes foram encontrados em Kalimantan, na Indonésia, e em Sarawak, na Malásia.

É claro que algo caiu do céu no México e as autoridades querem manter em segredo.

O público nunca mais ouvirá falar desse misterioso orbe.
Questão de Segurança Nacional: Fechado!


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quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Cientistas descobrem série de buracos “perfeitamente alinhados” a norte dos Açores… e ninguém sabe o que os causou


Uma série de buracos misteriosos “perfeitamente alinhados”, descobertos a cerca de 2.700 metros abaixo da superfície, ao norte dos Açores, tem deixado perplexo os cientistas, que não têm justificação para a respetiva causa.

Os buracos foram encontrados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) enquanto conduziam uma exploração do fundo do mar ao redor da Dorsal Meso-Atlântica com um veículo submarino operado remotamente. Os buracos (ou respiradouros, ou trilhos?) foram encontrados no sedimento perto do cume de um vulcão submarino ao norte do arquipélago dos Açores.

A NOAA, através de um post na rede social ‘Twitter’, reconheceu que os buracos já tinham sido relatados na região mas “a sua origem permanece um mistério”. “Embora pareçam quase feitos pelo homem, as pequenas pilhas de sedimentos ao redor dos buracos fazem com que pareçam ter sido escavados por… alguma coisa”, escreveu a agência, que pediu aos internautas sugestões sobre a possível causa.

Fonte: MultiNews

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Milionário comprou um radar gigante da guerra fria e quer encontrar OVNIs


Nem todos concordam com a teoria de que estamos sós no universo. Como tal, algumas pessoas, e até mesmo entidades, insistem que existem alienígenas e que há indícios de tal vida extraterrestre. Nessa linha de ideias, um empresário do mundo da tecnologia britânico relatou na rede social Reddit que procura ajuda para reparar e dar nova vida a uma antena de radar de alerta nuclear da era da Guerra Fria.

O empresário William Sachiti viveu e trabalhou na estação de radar de defesa aérea abandonada da Royal Air Force (RAF) durante cerca de três meses.

"Ajuda! Quero trazer isto de volta à vida"

Estas foram as palavras que escreveu no seu post do Reddit e que juntou uma imagem para ilustrar o tal radar que pretende por de novo em funcionamento. Trata-se de uma gigantesca unidade de radar AMES Type 84. É um prato enorme, com 18 metros de largura e 7 metros de altura, que fica no topo de um pedestal. Ele bombeava microondas para um alcance de 400 km e sinais nas proximidades alertavam sobre a radiação ionizante.

Sachiti afixou anonimamente, mas os Redditors rapidamente descobriram que era ele. A Grã-Bretanha só construiu cinco dos Tipo 84 e os Redditors conseguiram descobrir onde este se encontrava, utilizando algumas ferramentas de inteligência de código aberto.

Além disso, a compra feita por Sachiti da antiga base da RAF e da torre foi uma história noticiada na Grã-Bretanha.

Sachiti disse ter recebido respostas de algumas pessoas que a querem usar para sondar a Lua. No próprio post, alguém lhe perguntou porque é que ele comprou este radar.

Porque me convenci de que pode ser divertido tentar encontrar OVNIs.

Respondeu o empresário britânico.

Claro que recebeu muitas resposta ridículas, mas não faltam também ideias para dar um uso útil e divertido a esta peça tecnológica. Nem que seja tentar captar OVNIs que estejam a passear pela Terra.

OVNIs e extraterrestres já podem estar "pelo nosso meio"

Quando foi questionado sobre o que pensava nas tais provas e indícios ricos da existência dos OVNIs e da possibilidade de alienígenas na vida em geral, o empresário disse que é possível que os extraterrestres já estejam entre nós, mas que são muito mais avançados do que os humanos a ponto de estarem para além da sua consideração.

Sachiti é um robótico e empresário de inteligência artificial cuja empresa Kar-go usa carros autónomos para entregar encomendas pela Grã-Bretanha. Segundo as suas palavras, ele comprou a base porque precisava de terreno para testes e desenvolvimento. Havia fábricas, estradas e abrigos subterrâneos.

Mas a compra veio com mais do que apenas o espaço que ele precisava. O Type 84 é o que é chamado de edifício listado como Grade II. Isso significa que é considerado um monumento histórico de valor cultural significativo para o país e a sua história e não pode ser demolido.

A unidade de radar AMES Type 84 é uma relíquia da era da Guerra Fria. As cinco unidades de radar faziam parte de um sistema de alerta precoce destinado a alertar os militares britânicos se armas nucleares estivessem a caminho. Eles operaram de 1962 a 1994 e usaram microondas que bombeavam uma quantidade impressionante de radiação ionizada.

Houve uma altura em que esta coisa estava operacional, costumava girar quatro vezes por minuto.

A ideia deste empreendedor é colocar de novo o radar a funcionar, mas sem usar a radiação ionizante. Ele pretende usar esta relíquia histórica para algo, seja para encontrar OVNIs, seja para qualquer outra utilidade. Deixar esta peça tecnológica apodrecer não é salvaguardar o património.

Fonte: Pplware

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Quatro civilizações alienígenas ‘maliciosas’ poderiam atacar a Terra, diz investigador


Por várias vezes foi dito que é muito egoísmos da parte dos humanos pensar que estão sozinhos neste vasto Universo. Até porque a própria Via Láctea está repleta de propriedades habitáveis, com cerca de metade de todas as estrelas semelhantes ao sol a hospedarem mundos do tamanho da Terra, mundos que podem suster vida. Há mais de 300 milhões de mundos com condições semelhantes às da Terra. Então, qual será a chance de haver outras civilizações e algumas serem mesmo perigosas ao ponto de existir a ameaça de atacarem e invadirem a Terra?

Alberto Caballero, estudante do doutoramento em resolução de conflitos na Universidade de Vigo, estima que existam quatro civilizações extraterrestres malignas na nossa galáxia.

Primeiro: acreditar que existem civilizações alienígenas

Um investigador afirmou que podem existir quatro civilizações extraterrestres na Via Láctea com possibilidade de atacarem ou invadirem o planeta Terra. Como noticiado pela Vice News, Alberto Caballero, que é estudante de doutoramento na Universidade de Vigo em Espanha, estimou a prevalência de civilizações "extraterrestres maliciosas".

No artigo intitulado "Estimando a Prevalência de Civilizações Extraterrestres Maliciosas", Caballero tentou fornecer uma estimativa da prevalência de civilizações extraterrestres hostis. Embora, admita que existem "algumas limitações".

Caballero observou que a estimativa se baseia na "história mundial de invasões no século passado, nas capacidades militares dos países envolvidos, e na taxa de crescimento global do consumo de energia".

Na sua investigação, ainda não revista pelos pares, publicada na revista Arxiv, Caballero afirmou que os limites superiores dos desvios padrão são utilizados para obter a "probabilidade estimada de invasão extraterrestre" por uma civilização cujo planeta enviámos uma mensagem.

O investigador afirmou ainda que os resultados mostram que tal probabilidade é de "duas ordens de magnitude inferior à probabilidade de impacto de um asteroide assassino de um planeta".

Segundo: acreditar que podemos comunicar com as civilizações alienígenas

Os cientistas estão a planear enviar uma mensagem (METI, ou "Messaging Extraterrestrial Intelligence") para a chamada civilização alienígena. Embora não haja provas definitivas, o governo dos EUA está a levar a sério os crescentes sinais de vida extraterrestre.

No entanto, como aviso aos cientistas, Caballero afirmou no seu artigo que as descobertas poderiam servir de ponto de partida para um debate internacional sobre o envio das primeiras mensagens de rádio interestelares sérias para planetas potencialmente habitáveis nas proximidades.

Fiz o papel baseado apenas na vida tal como a conhecemos. Não conhecemos a mente dos extraterrestres. Uma civilização extraterrestre pode ter um cérebro com uma composição química diferente e pode não ter empatia ou pode ter mais comportamentos psicopatológicos.

Encontrei esta maneira de fazer [o estudo], que tem limitações porque não conhecemos a mente de como seriam os alienígenas.

Disse Caballero à Vice.

Terceiro: acreditar que a Terra é um alvo de ataque malicioso

No seu artigo, escreveu que tal evento tem lugar uma vez a cada 100 milhões de anos. Caballero pesquisou as "invasões" humanas de outros países ao longo dos últimos 50 anos, pois mencionou que fez o papel baseado "apenas na vida tal como a conhecemos".

O relatório observou que ele aplicou os dados por si recolhidos ao número de "exoplanetas" conhecidos na nossa galáxia. Claudio Maccone, um cientista italiano, estimou que existem cerca de 15.785 exoplanetas. Após análise dos dados, Caballero estimou que poderia haver quatro civilizações alienígenas "maliciosas".

Caballero também foi autor de um estudo no Jornal Internacional de Astrobiologia, no início deste mês. Afirmou ter assinalado o "WoW! Signal", detetado pela primeira vez por um radiotelescópio em 1977. Foi uma estranha explosão de energia de rádio de um minuto de duração. De acordo com Caballero, o sinal pode ter tido origem numa estrela semelhante ao Sol a 1.800 anos-luz da Terra.

Segundo a publicação, o sinal foi recebido pela primeira vez pelo telescópio Big Ear na Universidade Estatal de Ohio.

Fonte: Pplware

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Porta misteriosa em Marte não é entrada para casa de extraterrestres


Uma fotografia capturada em Marte e partilhada pela NASA parece mostrar uma porta de entrada no meio do Planeta Vermelho, mas na verdade tem uma explicação mais plausível.

A imagem, captada pelo Curiosity na semana passada, mostra claramente uma fenda retangular na face da rocha e, talvez inevitavelmente, gerou teorias de conspiração que apontam para ela como evidência de vida extraterrestre no Planeta Vermelho.

Quando olhamos para o céu, vemos coisas que não estão realmente lá — quer sejam imagens em constelações, um rosto na lua ou uma “cabana misteriosa” avistada por cientistas chineses, que afinal é apenas uma rocha.

A explicação para a “porta” em Marte é, na verdade, bastante simples, e está na própria fotografia, se olharmos mais de perto, realçam os investigadores.

O formato surgiu através de “processos geológicos normais“, segundo explicou Sanjeev Gupta, professor no Imperial College London, ao The Daily Telegraph.

Uma fenda ou fissura profunda é visível dentro da “porta”, indicando uma fratura na rocha — algo que acontece tanto em Marte como na Terra, e que pode ter ocorrido em qualquer altura, nos últimos cem milhões de anos.

“A fenda é uma fratura e são abundantes em Marte e na Terra — não há necessidade de extraterrestres para elas aparecerem”, acrescenta o também geólogo, que trabalha na missão do Curiosity com a NASA, segundo a Sky News.

“Não há absolutamente nada de estranho na imagem — estes são apenas processos geológicos normais”, sublinha Gupta.

A perspetiva também entra em jogo, com a NASA a explicar que a fissura só parece ser uma porta de tamanho normal por a imagem estar bastante ampliada. A fenda é na realidade uma pequena fenda numa rocha, explicou um porta-voz da NASA.

“Os investigadores da equipa sublinharam quão pequena é” — cerca de 30 centímetros por 45 centímetros — adianta o mesmo porta-voz.

Segundo os especialistas, “há fraturas lineares ao longo deste afloramento, e este é um local onde várias fraturas lineares se intersetam”, acrescenta.

A boa notícia é que o Curiosity continua à procura de vida em Marte, ou pelo menos de sinais de que já existiu vida no Planeta Vermelho.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Avistamentos de OVNIs são "frequentes". Pentágono quer saber origem


Grupo que investiga avistamentos admite que possam representar uma ameaça à segurança.

Funcionários do serviço de inteligência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos garantiram, esta terça-feira, que o Pentágono está comprometido em determinar a origem dos Fenómenos Aéreos Não Identificados (UAPs, na sigla em inglês) – conhecidos por OVNIs – e alertam que os avistamentos são “frequentes e contínuos”.

As declarações surgiram numa primeira audiência pública no Congresso dos Estados Unidos sobre OVNIS, onze meses depois de um relatório do governo documentar mais de 140 casos de UAPs observados desde 2004 por militares.

Scott Bray, vice-diretor de Inteligência Naval dos EUA, recordou o relatório, publicado em junho, referindo que o número aumentou de 140 para 400 casos.

“Está claro que muitos dos avistamentos são objetos físicos, com base nos dados que temos”, afirmou.

Já Ronald Moultrie, subsecretário de Defesa para Inteligência e Segurança dos EUA, alertou para os riscos que estes UAPs podem representar para a “segurança”.

“Sabemos que os nossos membros do serviço encontraram fenómenos aéreos não identificados e, como os UAPs representam potenciais riscos de segurança de voo e segurança geral, estamos comprometidos com um esforço concentrado para determinar as suas origens”, disse Moultri, que supervisiona o Grupo de Sincronização de Gestão e Identificação de Objetos Aerotransportados do Pentágono (AOIMSG), dedicado a esta investigação.

Apesar de admitirem que alguns deste fenómenos possam ser enquadrados em categorias como interferências de radar, eventos climáticos naturais ou sistemas adversários estrangeiros, os responsáveis admitem que muitos dos avistamentos continuam por explicar.

Fonte: NM

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Humanidade terá de esperar entre dois mil e 400 mil anos para comunicar com extraterrestres, segundo investigadores chineses

Os cientistas basearam-se na quantidade de planetas terrestres que possam ser habitáveis 
e a sua probabilidade em ter uma forma de vida que evolua para uma civilização
Wikimedia Commons

Os dois milénios são o melhor cenário previsto, e os 400 mil anos são a pior hipótese, o que, na prática, poderá significar que o encontro pode nunca acontecer, segundo a Teoria do Juízo Final.

O contacto com uma espécie alienígena avançada, caso esta exista, deverá demorar a ocorrer entre dois mil e 400 mil anos, segundo cálculos apresentados num estudo efetuado por cientistas da Universidade de Pequim. Para desgosto dos fãs de “Star Trek” ou de “Battlestar Galactica”, ainda que os extraterrestres existam, o ser humano poderá nunca conhecer nenhum alien. Isto porque, segundo a Teoria do Juízo Final, as civilizações inteligentes podem estar à partida condenadas por guerras, aniquilações, alterações climáticas e impactos de asteroides no seu planeta.

Enquanto a única civilização inteligente avançada, um dos maiores mistérios para os humanos é se a nossa existência é única”, escreveram os autores do estudo publicado no The Astrophysical Journal, no dia 4 de abril, Wenjie Song e He Gao, que apresentaram uma explicação para a falta de resposta extraterrestre: “A razão para não termos recebido um sinal [de vida] é que o período de vida da comunicação humana não é, atualmente, grande o suficiente.”

Para chegarem às conclusões apresentadas, os cientistas basearam-se em dois parâmetros. O primeiro é a quantidade de planetas terrestres que podem ser habitáveis e a probabilidade que os mesmos tenham uma forma de vida que evolua para uma civilização. O segundo é o período de vida de uma estrela que é exigido para a formação de vida.

Através destas variáveis, os cientistas chegaram então ao intervalo temporal que, na melhor das hipóteses, separa a atual geração tanto de extraterrestres como de Jesus Cristo. Com a Teoria do Juízo Final, a civilização humana pode, como já foi referido, nunca entrar em contacto com vida alienígena. Os autores do estudo vão mais longe e não descartam a hipótese de que nenhuma das 111 possíveis civilizações na Via Láctea — a quantidade estimada no pior cenário, sendo que no melhor serão 42 mil civilizações — se cruzem algum dia, cada uma destinada a desaparecer antes de conhecer a outra.

Diogo Paredes

Fonte: Observador

domingo, 13 de março de 2022

Cientistas defendem que limpar o plástico do oceano não vale a pena


As iniciativas que visam eliminar o lixo plástico dos oceanos podem ser mais prejudiciais para o planeta do que benéficas: em primeiro lugar, porque não adianta limpar oceanos se continua a haver um grande fluxo de lixo a ser atirado ao mar; e depois porque os navios envolvidos na recolha usam toneladas de combustível fóssil.

Em fevereiro, Clark Richards notou algo estranho num vídeo da organização sem fins lucrativos The Ocean Cleanup, que registava a iniciativa de limpeza oceânica na Grande Mancha de Lixo do Pacífico, um gigantesco deserto de plástico numa espiral rotativa de correntes oceânicas entre a Califórnia e o Havai.

“Este é provavelmente um vídeo encenado“, escreveu o oceanógrafo do Bedford Institute of Oceanography, no Twitter, sugerindo que o material não passou mais de uma hora a flutuar no oceano por parecer muito limpo.
Segundo o Futurism, a The Ocean Cleanup respondeu, alegando que essa região do oceano não tem nutrientes ou oxigénio suficientes para que a vida marinha cresça no lixo plástico.

O mais interessante é que este debate levantou outra questão ainda maior: a eliminação desse lixo dos oceanos é realmente eficiente?

Há especialistas que defendem que limpar grandes extensões de água é um esforço inútil e até mesmo prejudicial, isto porque os navios usados por iniciativas como a The Ocean Cleanup poluem muito ao consumir toneladas de combustível fóssil.

Além disso, as redes de limpeza acabam por apanhar e causar a morte a vários animais, nomeadamente tartarugas marinhas, que outras iniciativas tentam proteger.

Os especialistas também consideram que não vale a pena limpar todo o plástico do oceano enquanto continuamos a despejar várias toneladas. A medida mais eficiente, pelo menos até ao momento, é a reciclagem.

A The Ocean Cleanup foi fundada em 2013 por Boyan Slat, então com 19 anos, com uma missão ambiciosa – livrar os oceanos do planeta dos plásticos flutuantes. Em 2018, a organização admitiu que o resultado do seu sistema para retirar lixo do Oceano Pacífico estava muito aquém das expetativas.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Crânio alongado de Paracas com implante metálico



É um crânio alongado da Cultura de Paracas (700 aC - 200 dC) com um implante metálico feito cirurgicamente, provavelmente após o retorno da batalha, estimado em cerca de 2.000 anos.

O mais impressionante é que a ferida sarou e possivelmente ele viveu muitos anos com aquele implante na cabeça. Não há muitos precedentes para esta peça, já que provavelmente foi o resultado de um "Huaqueo".

O paciente é conhecido por sobreviver ao procedimento com base no osso quebrado ao redor do reparo, pois pode ser visto como estando firmemente fundido ao metal. Foi uma cirurgia bem-sucedida. O metal usado nesta operação é desconhecido. Tradicionalmente, prata e ouro eram usados ​​nesse tipo de procedimento.

Faz parte do acervo do Museum of Osteology - Oklahoma (EUA)

Fonte: Facebook

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

OVNIS: Aviso à Navegação dos Açores


Chegou ao meu conhecimento, uma ocorrência anómala tipo (OVNI) na costa norte da ilha de São Miguel.

No dia 26 de dezembro de 2021 pelas 16 horas e 35 minutos foi observado na costa norte da ilha de São Miguel na zona entre (Capelas, São Vicente, Fenais da Luz, Calhetas…) algo mais conhecido pelo termo de OVNI – Objecto Voador Não Identificado.

O referido objecto foi observado a uma altura considerável e tinha a forma de um aspirador robot, tinha várias luzes.

A testemunha afirma que não era um drone, pois conhece bem esse tipo de aparelho, porque é proprietário de um drone.

Certamente seria idêntico à imagem abaixo publicada:


Caso alguém tenha observado a referida ocorrência agradecia que enviasse mensagem para o seguinte correio electrónico: oliveriogomes@gmail.com

A testemunha desta situação deseja muito contactar com outras testemunhas da possível observação.

Desde já os meus agradecimentos pela vossa colaboração.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

'Os Simpsons' previram o filme 'Don't Look Up'?


Um episódio da popular série animada, para o ar em 1995, conta uma história muito semelhante à da estreia do Netflix.

Atenção, 'spoiler'!

Não é incomum que os fãs de 'Os Simpsons', conhecidos por suas incríveis profecias, recorram à série animada para tentar decifrar o que o futuro reserva. E a comédia de ficção científica da Netflix 'Don't look up' não é exceção. As previsões da família fictícia vão além da realidade, e desta vez avançaram quase 30 anos a trama do filme de sucesso da plataforma de streaming.

No entanto, o caso de 'Não olhe para cima' parece ser um pouco mais complicado do que uma das previsões usuais.

A comédia americana centra-se em dois astrónomos, interpretados por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence, que descobrem um cometa que, segundo as suas estimativas, atingirá a Terra em cerca de seis meses com uma probabilidade muito elevada de acabar com a humanidade. Apesar das advertências dos cientistas, tanto o governo dos Estados Unidos quanto a maior parte da sociedade atual reagem com indiferença às evidências.

O episódio 14 da 6ª temporada de 'Os Simpsons', que estreou em fevereiro de 1995 com o nome de 'Bart's Comet', conta uma história muito semelhante ao filme da Netflix.

Nesta edição, o filho de Homer Simpson encontra um cometa até então desconhecido que ele batiza na sua homenagem. Apesar da fama que recebe graças à descoberta inusitada, o menino, com outras crianças, percebe que o cometa, que se dirige rapidamente em direção à Terra, atingirá a sua cidade, Springfield, e causará danos inimagináveis ao planeta.

Um cometa 'otimista'?

Embora até agora tudo pareça se encaixar com a estreia da Netflix, aqui começam as diferenças entre os mundos fictícios. 'Os Simpsons', uma série satírica que frequentemente exagera os vícios da sociedade, apresenta uma imagem mais otimista da humanidade do que 'Don't Look Up', mostrando como a autopercepção dos humanos mudou nos 26 anos que separam as histórias.

Na série animada, os residentes levam muito a sério a abordagem do cometa e conseguem coordenar as suas ações para destruí-lo - embora sem sucesso - disparando um míssil contra o corpo celestial (uma missão semelhante também foi realizada no filme, mas foi repentinamente cancelado devido à recusa em destruir os triliões de dólares de que consiste o cometa, composto de terras raras).

Claro, o desfecho das histórias é profundamente diferente, já que o cometa de 'Os Simpsons' se auto destrói ao entrar na atmosfera. Enquanto isso, 'Don't Look Up' deixa os telespectadores com um final muito mais ameaçador, onde os humanos são responsabilizados por suas ações.

Fonte: RT


Fonte: Youtube

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

NASA contrata padre para preparar religiões para encontro com alienígenas

O Rev. Dr. Andrew Davison foi um dos 24 especialistas religiosos que participaram de um programa patrocinado pela NASA para avaliar como as religiões reagiriam às notícias de 
que existe vida em mundos além do nosso

Padre britânico aconselhará a NASA sobre o que fazer se vida alienígena for descoberta em outro planeta.

Num movimento um tanto bizarro, a NASA recrutou um padre britânico para preparar os religiosos para a descoberta de vida alienígena enquanto as agências espaciais afirmam estar se aproximando de descobrir evidências de que existe vida fora do planeta Terra, relata The Times.

O reverendo Dr. Andrew Davison, padre e professor de teologia da Universidade de Cambridge, está entre os 24 teólogos que participaram de um programa patrocinado pela NASA no Centro de Investigação Teológica (CTI) da agência espacial da Universidade de Princeton. Os teólogos tentaram avaliar como as principais religiões reagiriam à notícia da descoberta de vida alienígena.

A nomeação ocorre porque o Telescópio Espacial James Webb, de 10 bilhões de dólares da NASA, está programado para ser lançado no dia de Natal.

A nave implementará tecnologia de ponta para examinar cada fase da história cósmica no sistema solar até as galáxias observáveis? mais distantes no início do universo.

O dispositivo, que possui recursos de infravermelho, estudará uma ampla gama de questões científicas para ajudar a humanidade a entender melhor as “origens do universo e o lugar dos humanos nele”.

Um especialista da NASA disse ao The Times: “Podemos levar 100 anos para descobrir a vida. Ou podemos descobrir na próxima semana.”

Davidson busca responder a questões teológicas, como se Deus criou ou não a vida em outras partes do universo, ou se ele enviou um salvador para morrer pelos pecados dos alienígenas.

Outra questão que o padre britânico procura abordar é se descobrir vida extraterrestre exige que as religiões reescrevam toda a história da criação no Génesis.

Davison se candidatou ao papel após debater essas questões com os seus alunos de teologia.

Davison passou um ano académico na Universidade de Princeton em 2016 num programa de 1,1 milhões de dólares, patrocinado pela NASA, chamado: The Societal Implications of Astrobiology (As implicações sociais da astrobiologia).

O chefe do CTI, Will Storrar, disse que a NASA queria ver “estudos sérios sendo publicados em livros e periódicos” abordando a “profunda maravilha, mistério e implicação de encontrar vida microbiana em outro planeta”.

Conforme o livro de Davison, a principal religião do mundo receberia a notícia de uma descoberta alienígena “no seu ritmo”.


Fonte, ler mais AQUI

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Está a ser construída uma caixa negra da Terra na Austrália


É na Tasmânia que vai ficar aquele que pode ser o testemunho para a posteridade da humanidade, se não for possível evitar uma catástrofe, consequência das alterações climáticas. Se não sobrevivermos, quem vier a seguir pode perceber em detalhe o que aconteceu.

A Austrália vai acolher uma caixa negra para registar a forma como lidamos com as alterações climáticas. Inspirada nas caixas negras dos aviões e pensada para, tal como estas, ser indestrutível em caso de acidente, esta “caixa negra da Terra” vai ser colocada na costa ocidental da remota Tasmânia. A construção deve estar concluída durante o próximo ano e envolve vários parceiros, como a Universidade da Tasmânia e a empresa de publicidade BBDO.

Na prática, em questão está uma caixa em aço com 10 metros de comprimento e ligação à internet, que permitirá acompanhar à distância todos os dados que a caixa vai guardando. A internet da caixa poderá também ser partilhada, por Wi-fi, com quem visita o local, mesmo num cenário menos otimista, onde outras ligações de internet já não estiverem disponíveis, prevê a equipa

Outra característica chave da caixa negra da Terra é a capacidade de armazenamento. Para já, com aquilo que a tecnologia permite e que se traduz numa capacidade para armazenar dados por cerca de meio século, a reforçar no futuro. Vão ser registados dados sobre 500 métricas distintas. Incluem-se neste leque informação sobre temperaturas médias, consumo energético global e outros, que serão trabalhados por algoritmos e guardados no dispositivo para a posteridade. A caixa vai ser desenhada para ser indestrutível e aguentar catástrofes naturais. A energia necessária para manter a funcionar os mecanismos internos será solar e térmica.

Segundo a ABC, os promotores do projeto têm planos para adicionar mais algumas funcionalidades à caixa, como a possibilidade de transmitir informação para o espaço, ou integrar um leitor de dados, ativado quando é exposto à luz do sol. Entretanto, enfrentam-se outros desafios, como assegurar pontos de ligação entre a tecnologia usada na caixa e quem possa descobri-la num cenário pós-apocalipse, onde o software usado já não terá suporte.

A caixa negra da Terra vai ser criada para registar dados que podem ajudar no combate às alterações climáticas, mas que serão também um testemunho do impacto das decisões políticas em matéria de ambiente, garantem os promotores.

“A caixa negra da Terra é uma estrutura e um dispositivo que vai gravar cada passo dado pela humanidade em direção, ou para evitar, de uma catástrofe climática”, explica em declarações à Reuters Jim Curtis, diretor criativo da Clemenger BBDO, mentor da ideia.

Segundo o mesmo responsável, a caixa negra será também uma forma de deixar um testemunho para a posterioridade, se a falta de empenho no combate às alterações climáticas nos conduzir à extinção. “Se o pior acontecer e como civilização nos despenharmos em consequência das alterações climáticas, esta caixa indestrutível vai lá estar e vai gravar cada detalhe do que acontecer”, acrescenta o responsável, que vê aqui também uma oportunidade de deixar a outros informação útil para não cometerem os mesmos erros.

Recorde-se que a mais recente cimeira do clima, a COP26 produziu resultados tímidos no compromisso dos países com o combate às alterações climáticas, mesmo com os insistentes alertas dos especialistas em relação à necessidade de ações urgentes.

Fonte: SapoTek
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