terça-feira, 19 de novembro de 2019

Asteroides em fila? Terra terá passagem de trio de rochas espaciais esta quarta-feira


A NASA está seguindo três asteroides que se aproximam da Terra. Dois dos três foram avistados há apenas dois dias.

A NASA está rastreando três objectos próximos à Terra (NEO, em inglês) que devem passar por nós esta quarta-feira (20).

O maior asteroide será o 2019 UK6, do tipo Amor, cujos congéneres giram em torno do Sol e da Terra, e ocasionalmente, mas muito raramente, cruzando o caminho da Terra

O asteroide foi observado já no final de outubro, e fará a primeira das três aproximações cósmicas na quarta-feira (20). O 2019 UK6 mede 48 metros de largura e 110 metros de comprimento, e passará a acelerar, na madrugada de amanhã, pelas 3h 20.

A segunda das aproximações, na quarta-feira (20), será do 2019 WF, avistado pela primeira vez pelos caçadores de asteroides da NASA apenas no domingo (17). Se estima que tenha cerca de 24 metros de diâmetro. O asteroide fará sua aproximação mais próxima da Terra a cerca do dobro da distância da Lua.

O último será 2019 WE, também visto só no domingo (17). Este asteroide passará a uma distância de cerca de 1,3 milhões de quilómetros de distância do nosso planeta, ou a mais de três vezes a distância entre a Terra e a Lua.

De acordo com o Centro de Estudos de Objectos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês) da agência NASA, todos os asteroides farão "grandes aproximações", mas felizmente nenhum dos três representa qualquer ameaça.

Fonte: Sputnik News

Prodígio. Laurent tem nove anos e em breve será licenciado em engenharia


O menino belga completou o secundário aos oito anos e este ano deve licenciar-se em engenharia eletrónica. Já pensa no doutoramento e os pais, médicos, não têm explicação para a sua capacidade de aprendizagem.

Laurent Simons é um menino prodígio da Bélgica que já foi notícia por ter concluído o ensino secundário com oito anos. Agora volta a destacar-se já que, um ano depois, está a caminho de se licenciar com apenas nove anos. 

Estuda Engenharia Eletrónica, desde março, na Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, um curso considerado difícil, mas que Laurent irá resolver em pouco tempo. Descrito pelos professores como "simplesmente extraordinário", está a caminho de terminar o curso em dezembro. E já tem planos. O rapaz diz que irá iniciar um programa de doutoramento em engenharia eletrónica enquanto tenciona também estudar medicina, contou o seu pai Alexander Simons à CNN.

Os pais, Lydia e Alexander Simons, recordam agora que achavam que os avós de Laurent exageravam quando disseram que ele tinha um dom, mas os anos passaram e os professores concordaram. "Eles notaram algo muito especial sobre Laurent", revela Lydia. Teste após teste, o jovem Laurent foi exibindo a sua inteligência, enquanto os professores procuravam descobrir a extensão dos seus talentos e a forma como apreende tudo. "Disseram-nos que ele é como uma esponja", afirmou Alexander Simmons.

Originários da cidade de Oostende, os pais são médicos mas até agora não perceberam nem obtiveram nenhum explicação para esta capacidade de aprender tão rapidamente. A mãe Lydia tem a sua própria teoria. "Comi muito peixe durante a gravidez", graceja.

A Universidade de Tecnologia de Eindhoven permitiu que Laurent concluísse o curso mais rapidamente do que outros alunos.

"Não é caso isolado", explicou Sjoerd Hulshof, diretor de educação da escola holandesa. Aos alunos que revelam capacidades especiais é permitido estabelecer um calendário mais rápido. Mas Hulshof admite que Laurent é "simplesmente extraordinário" e elogiou o jovem. "É o aluno mais rápido que já tivemos. Não é apenas hiperinteligente, mas é também um miúdo muito compreensivo."

Laurent disse à CNN que a sua disciplina favorita é engenharia eletrónica e também quer "estudar um pouco de medicina". O seu percurso não passa despercebido e já está a ser procurado por universidades de prestígio em todo o mundo. Mas a família não se preocupa em nomear qual é a que o jovem prodígio está a considerar para o seu doutoramento. "Acho que o foco será a investigação e a aplicação do conhecimento para descobrir coisas novas", aponta o pai.

Umas férias no Japão são o próximo passo. Os pais dizem ter cuidado para que também se divirta. "Não queremos que fique demasiado adulto. Ele faz o que quiser", disse o pai. "Precisamos encontrar um equilíbrio entre ser criança e os talentos." Laurent diz que gosta de brincar com o seu cão Sammy e jogar no seu telemóvel, como muitos jovens da sua idade.

Fonte: DN

Cientistas descobriram como é que os dinossauros suportavam o frio extremo


A vida dos dinossauros nas zonas polares do antigo continente Gondwana não era nada fácil, porque tinham de suportar um frio intenso durante as noites de inverno.

Agora, uma equipa internacional de investigadores da Eslováquia, Suécia, Austrália e Estado Unidos analisou um fósseis de uma série de penas de dinossauros e pássaros que viveram dentro do círculo polar sul.

Embora indícios de dinossauros com penas exuberantes tenham aparecido no registo fóssil, a maioria dos exemplos vem do Hemisfério Norte, representando uma variedade de coberturas que poderiam ter ajudado a fauna mesozóica a regular a sua temperatura, esconder-se e ocasionalmente viver em climas relativamente quentes.

“No entanto, até ao momento, não foram descobertos restos tegumentares diretamente atribuíveis para mostrar que os dinossauros usavam penas para sobreviver em habitats polares extremos”, disse Benjamin Kear, paleontologista da Universidade de Uppsala, na Suécia, em comunicado.

Porém, um local de escavação no estado australiano de Victoria deu alguns exemplos notáveis ​​ao longo das décadas. Até agora, nunca tinha sido visto de perto. “Penas fósseis são conhecidas em Koonwarra desde o início dos anos 60 e foram reconhecidas como evidência de pássaros antigos, mas receberam pouca atenção científica“, afirmou Thomas Rich, do Museu de Melbourne, na Austrália.

Este estudo, publicado este mês na revista especializada Gondwana Research, é o primeiro a documentar de forma abrangente estes restos. Um total de dez espécimes fósseis foram incluídos no estudo, todos com cerca de 118 milhões de anos, fornecendo evidências sólidas de penas de asas de pássaros antigos e penas corporais parcialmente decompostas.

De acordo com o ScienceAlert, algumas das penas eram relativamente avançadas e semelhantes às penas modernas, que as ajudam a interligar-se durante o voo e protegem os animais dos elementos.

“As penas dos dinossauros eram usadas para isolamento“, explicou Martin Kundrát, da Universidade Pavol Jozef Safarik, na Eslováquia. “A descoberta de penas em Koonwarra sugere, portanto, que coberturas de penas macias podem ter ajudado os pequenos dinossauros a aquecer-se nos antigos habitats polares”.

Na época, as massas de terra do sul de hoje – Antártica, Austrália, América do Sul, África, Índia e Arábia – estavam todas misturadas num só supercontinente gigante chamado Gondwana, centralizado no Pólo Sul da Terra. O clima do mundo era muito mais quente, muito mais temperado, com ecossistemas luxuriantes cheios de plantas e animais.

Embora não estivesse congelado, os pólos experimentavam longos períodos de luz solar no verão e escuridão no inverno. Portanto, os seres que viviam nessas condições extremas precisava de lidar com um crepúsculo prolongado e frio.

Estas evidências concretas de penas potencialmente isolantes ajuda os investigadores a preencher as peças que faltam no mistério de como os dinossauros suportavam o frio.

Fonte: ZAP

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Estamos sozinhos no Universo? Cientistas detalham que planetas podem vir a ter vida


Através da modelagem climática, uma equipa de cientistas da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, apontou que tipo de planetas têm maior probabilidade de serem habitáveis. A descoberta pode ajudar os astrónomos a selecionar áreas específica no Universo para procurar vida.

Existem milhares de planetas para lá do Sistema Solar (exoplanetas), mas é extremamente difícil saber quais são as condições destes mundos.

“Existem muitas estrelas e planetas, o que significa que existem muitos objetivos (…) O nosso estudo pode ajudar a limitar o número de locais para os quais os telescópios apontam”, explicou o autor principal da investigação, Daniel Horton, em comunicado.

Para reduzir o número de alvos, os autores começara por combinar modelagem climática em 3D com fotoquímica e química atmosférica, para explorar a habitabilidades dos planetas em torno de estrelas anãs vermelhas do tipo M.

Estas estrelas são fracas e frias quando comparadas com o Sol, mas são as mais comuns, representando cerca de 70% de todas as estrelas da Via Láctea.

As simulações revelaram que os planetas que orbitam em torno de estrelas ativas – ou seja, em torno daquelas que emitem muita radiação ultravioleta – são vulneráveis a perderem quantidades significativas de água devido à vaporização.

Por outro lado, exoplanetas que orbitam estrelas inativas ou “silenciosas” têm maior probabilidade de manter água no estado líquido, um dos pressupostos que se acredita ser necessário para sustentar vida noutros mundos.

A equipa também observou que os planetas com camadas finas de ozono não podem sustentar vida, mesmo que a temperatura superficial seja ideia, uma vez que grandes quantidades de radiação ultravioleta acabam por penetrar o planeta.

Os autores do estudo acreditam que estes dados podem ajudar os astrónomos a limitar os locais onde poderá existir vida no Universo. O Telescópio Hubble, da NASA, é capaz de detetar vapor de água e ozono em exoplanetas, mas precisa de saber onde vasculhar.

“Estamos sozinhos? Esta é uma das maiores perguntas sem resposta (…) Se pudermos prever quais os planetas que têm maior probabilidade de abrigar vida, estaremos muito mais próximos de responder a esta pergunta durante as nossas vidas”, disse o co-autor do estudo Howard Chen, citado na mesma nota de imprensa.

Os resultados da investigação foram esta semana publicados na revista científica especializada Astrophysical Journal.

Fonte: ZAP

Submarino japonês alimentado por baterias de iões de lítio


As baterias de iões de lítio, estão de facto presentes em praticamente tudo o que necessita de armazenamento de energia. Assim, não é de estranhar que esta tecnologia esteja agora a ser usada na frota de submarinos do Japão. Estas embarcações estão a receber uma profunda atualização.

O novo submarino Toryu, ou “Fighting Dragon”, está equipado com baterias de iões de lítio, que alimentam a maior parte da tecnologia de consumo disponível em todo o mundo. Como resultado, estes submarinos serão capazes de navegar silenciosamente debaixo de água por mais tempo do que nunca.

Baterias nos submarinos não são novidade, mas há novidades nestas baterias

Todos os submarinos movidos a diesel usam baterias para viajar silenciosamente debaixo de água. As baterias são carregadas pelo motor diesel, que necessita de oxigénio para funcionar. Isto, por sua vez, exige que o submarino venha à superfície (ou perto dela), o que expõe o periscópio, uma entrada de ar e uma porta de escape acima da linha de água.

Apesar de serem apenas pequenos materiais fora de água, esses pedaços de equipamento podem ser detetados por radares, chamando a atenção indesejada de barcos e aviões antissubmarinos inimigos.

Alguns submarinos modernos usam um sistema independente de propulsão de ar em vez de motores diesel regulares para viajar debaixo de água e recarregar as suas baterias. Isso aumenta a quantidade de tempo que um submarino pode viajar debaixo de água. Contudo, o sistema é mais ruidoso do que a propulsão por bateria. Quanto melhores as baterias, mais tempo um submarino pode viajar e lutar debaixo de água.


Baterias de chumbo-ácido vão ser substituída por iões de lítio

Desde a Segunda Guerra Mundial, os submarinos têm usado baterias de chumbo-ácido. As baterias de chumbo-ácido são pesadas, mas também são uma tecnologia comprovada. Contudo, estão já obsoletas no mundo do consumo, substituídas na década de 1990 por baterias de hidreto metálico de níquel. Os dispositivos atuais são alimentados por uma tecnologia ainda melhor, as baterias de iões de lítio.

Segundo o que foi dado a conhecer, o submarino Toryu de 2950 toneladas foi construído pela Kawasaki Heavy Industries e lançado no passado dia 6 de novembro. Assim, está já no mar o segundo vaso de guerra equipado com baterias de iões de lítio.

Qual a vantagem destas baterias num submarino?

Conforme é sabido, as baterias de iões de lítio são mais leves e têm uma maior densidade de energia. Assim, na prática, isso significa que um quilo de baterias de iões de lítio irá armazenar mais eletricidade do que um quilo de ácido de chumbo.

Além disso, as baterias de iões de lítio também mantêm a sua carga por mais tempo e são mais rápidas a recarregar. Como resultado, o submarino Toryu será capaz de se sentar silenciosamente, no fundo do oceano, para “atacar” uma frota inimiga. Posteriormente, este poderá de forma rápida bater em retirada com a energia da bateria, após disparar uma salva de torpedos.

Quais os perigos destas baterias para um submarino?

As baterias de iões de lítio não são uma tecnologia livre de riscos. O lítio incendeia-se quando exposto à água, uma situação complicada para um submarino. Em caso de fuga, as baterias devem ser protegidas da água a todo custo. Os incêndios de lítio são quentes, queimam até quase 2000 °C e liberam gás hidrogénio.

O acumular de gás hidrogénio nos submarinos é perigoso, dado que o gás fica preso num espaço confinado, porque um submarino é um pequeno espaço fechado e o hidrogénio é altamente inflamável. Segundo reza a história, o acumular de gás hidrogénio levou ao naufrágio do submarino Scorpion da Marinha dos EUA.

Apesar dos riscos do uso de iões de lítio, o Japão obviamente acha que a recompensa em termos de aumento do desempenho do submarino vale a pena. Assim, não é de estranhar que estejam previstas 15 embarcações com este sistema. Como resultado, em poucos anos, o Japão poderá ter uma nova geração de submarinos que são mais letais do que nunca.


Fonte: Pplware

E se os astronautas hibernassem? A ESA está a avaliar se é possível


Em muitos filmes de ficção científica as longas viagens no espaço são feitas com os astronautas em estado de hibernação e a Agência Espacial Europeia quer agora avaliar se isso é possível.

Naves espaciais mais pequenas e mais tempo de viagem sem efeitos secundários são dois dos benefícios possíveis da utilização da colocação dos astronautas em estado de hibernação em viagens mais longas, pelo menos nos filmes de ficção científica, mas a realidade de passar a um estado de "animação suspenda" ainda não foi comprovada.

Já foram feitas avaliações iniciais no âmbito do programa Discovery, que apontou a hibernação como uma das ferramentas chave no âmbito do painel de Future Technology da ESA, e foi criado um grupo de suporte dedicado à hibernação. Uma instalação multimédia permite avaliar a sua aplicação em missões futuras, como a que está planeada a Marte.

A equipa começou por avaliar a possibilidade de usar a hibernação numa missão com seis astronautas, repensando a arquitetura do foguetão e a logística, mas também outras questões como a proteção da radiação e o consumo de energia, como explica Robin Biesbroek da Concurrent Design Facility.

"Avaliámos como poderia a equipa ser colocada em hibernação, o que fazer em caso de emergência e como gerir a segurança", adianta, acrescentando que também foi analisado o impacto psicológico da hibernação. Na sequência desta análise foi feito um esquema do habitat e criado um roadmap para o projeto, que seria aplicado no espaço de 20 anos.

O estudo refere que a massa total da nave poderia ser reduzida em um terço ao retirar o alojamento dos astronautas, e a mesma redução seria feita em consumiveis, o equivalente a várias toneladas de poupança de peso no geral. As capsulas de hibernação poderiam depois servir de cama quando os astronutas estivessem acordados.

Há ainda desafios em relação à forma como o metabolismo seria gerido, e também a recuperação da massa muscular. O sono poderia ser induzido para que a viagem de 180 dias a Marte fosse mais fácil, mas tal como os animais em hibernação os astronautas teriam de ganhar massa gorda adicional para sobreviver a este período

Todos os estudos indicam que a concretização do método pode ultrapassar rapidamente os limites da ficção cientifica e tornar-se, dentro de alguns anos, uma realidade, com benefícios que a ESA quer continuar a explorar.

Fonte: SapoTek

Sonda Hayabusa2 está a caminho da Terra com amostra de asteroide


A agência espacial japonesa conseguiu o que muitos consideravam impossível.

A agência espacial japonesa – a JAXA – anunciou que a sua sonda Hayabusa2 está a caminho da Terra, tendo a bordo amostras recolhida da superfície do asteroide Ryugu.

A chegada da Hayabusa2 foi um feito aplaudido por si só mas a equipa responsável pelo projeto percebeu que a tarefa de recolher amostras da superfície não seria fácil. A superfície do Ryugu acabou por se mostrar mais rochosa do que se havia previsto, com a recolha a ter demorado um pouco mais do que se antecipava devido à necessidade de encontrar uma superfície mais plana.

Ainda assim a Hayabusa2 não pousou na superfície do asteroide, tendo atirado um projétil contra a superfície para fazer uma pequena aproximação de forma a recolher material suficiente para analisar. Agora, com a sonda a caminho da Terra, o projeto está a ser considerado um sucesso sobretudo quando muitos consideraram a missão uma tarefa impossível, recorda o BGR.
Fonte: NM 

Nunca viu um telemóvel a carregar a esta velocidade


A Realme é uma das maiores marcas de telemóveis na China e na Índia, mas só agora começa a chegar à Europa. No Realme X2 Pro, acabado de lançar, um dos primeiros destaques tem de ir para a forma como ele carrega a bateria.

Em termos de especificações há boas razões para considerar a compra do Realme X2 Pro , um smartphone lowcost criado por uma submarca da Oppo. Apesar do preço, tem por exemplo, o processador mais rápido da atualidade, vem com 12Gb de RAM, tecnologia UFS 3.0 (que torna tudo ainda mais rápido), um ecrã SuperAMOLED de boa qualidade (e com uma taxa de atualização de 90Hz) e a lista continua.

Há, no entanto, que sublinhar um outro dado, relacionado com a bateria de 4000mAh.

Ela é de proporções generosas, sim, mas é também compatível com a tecnologia SuperVOOC 2.0, desenvolvida pela OPPO para que o carregamento das células seja mais rápido do que estamos habituados. Assim, na caixa com o Realme Pro X2, vem um carregador SuperVOOC de 50W. Excepto neste equipamento, em Portugal, não se encontra nada do género à venda. E o que ele faz, é carregar a bateria do telemóvel, dos 0 aos 100% em poucos minutos.

A velocidade é de tal ordem que vale a pena ficar a olhar para o ecrã do equipamento enquanto ele enche a bateria do X2 Pro da Realme. Em breve estará pronta uma análise a este equipamento, mas este pormenor da bateria "supersónica", merece mesmo um destaque isolado.


Fonte: TSF

domingo, 17 de novembro de 2019

"É um momento mágico": a Microsoft salva projectos de código aberto numa mina no Árctico, caso o apocalipse chegue


A empresa americana armazenou projectos para Android, Linux e outros aplicativos.

A gigante tecnológica Microsoft salvou - com a ajuda de sua empresa GitHub - os projectos de código aberto do Android, Linux, além de outros 6.000 aplicativos no Arctic World Archive, localizados numa mina localizada na ilha de Spitsbergen, com o objectivo de que sobrevivem a um eventual apocalipse, informou a Bloomberg na quarta-feira .

Um tratado internacional estabelece como território neutro esta área, que também abriga o famoso Cofre Global de Sementes de Svalbard, um enorme armazém subterrâneo que contém sementes congeladas de milhares de plantas cultivadas em todo o mundo, com o objectivo de proteger todo esse material genético diante de possíveis desastres naturais, guerras ou outros cataclismos, lembra a mídia americana.

"Momento Mágico"

O director geral do GitHub, Nat Friedman, viajou para este local no final de outubro para armazenar neste arquivo uma grande parte do código de software aberto do mundo, que é armazenado num dispositivo de poucos quilos no qual os dados são codificados. Como servidores e pen drives não são duráveis ​​o suficiente para esse fim, os dados são codificados no que parecem ser "bobinas de filme" dentro de um contentor. "É basicamente microfilme", ​​acrescenta Bloomberg.

Acredita-se que esse sistema possa durar 750 anos em condições normais e até dois milénios se preservado num ambiente frio, seco e com baixo oxigénio.

O dispositivo contém os sistemas operacionais Android e Linux, além de outros 6.000 aplicativos importantes de código aberto. "É um tipo de momento mágico. Acho que ter um registo histórico disso será valioso para as gerações futuras", disse Friedman.

O objectivo do GitHub, que a Microsoft adquiriu no ano passado por US $ 7,5 biliões, é economizar até 200 desses dispositivos no Arctic World Archive, com uma capacidade de 120 gigawatts de código de software aberto cada. No futuro, eles também planeiam ter muitos "depósitos em código" espalhados por todo o mundo.

"É uma loucura"

Friedman acredita que o software de código aberto é uma das grandes realizações da humanidade, pois, na sua opinião, tornou-se "a base do mundo moderno", uma vez que a Internet, smartphones e satélites dependem dele. e dispositivos médicos e científicos, além de robots. O modelo de código aberto permite que outra pessoa veja o 'software' criado por outras pessoas, use-o e crie seu próprio ou desenvolva-o.

Actualmente, o GitHub tem cerca de 40 milhões de pessoas, a maioria voluntárias, encarregadas de supervisionar o bom funcionamento de seus projectos, detectar erros, procurar falhas de segurança e rastrear alterações.

Fonte: RT

Cientistas encontram 'monstros' em desenhos do deserto de Nazca no Peru


Pesquisadores da Universidade de Yamagata, Japão, encontraram 143 novos geoglifos no deserto de Nazca, no sul do Peru, com misteriosos "monstros" de cabeças quadradas.

Cientistas da Universidade de Yamagata, Japão, encontraram novos geoglifos (figuras construídas em encostas ou planícies) com desenhos de animais e outras criaturas, e também de misteriosos "monstros" com cabeças quadradas.

Os novos geoglifos, situados principalmente no oeste do deserto, foram encontrados durante os trabalhos de campo e a análise de dados em 3D. Um dos geoglifos foi encontrado pela primeira vez com recurso a inteligência artificial.


Alguns dos desenhos mostram "monstros" estranhos que parecem humanos, mas com cabeças quadradas, e também serpentes de duas cabeças.

Os geoglifos datam possivelmente do período entre o ano 100 a.C. e o ano 300 d.C.

As linhas e figuras estranhas de Nazca foram encontradas em meados do século XVI por conquistadores espanhóis, que os consideraram como "marcações de viagem".

Sua redescoberta ocorreu só no ano de 1939, quando a sua existência foi anunciada pelo arqueólogo peruano Toribio Xesspe. Neste mesmo ano, o historiador norte-americano Paul Kosok tirou as primeiras fotos desde um avião.

Actualmente não há uma opinião unânime entre os cientistas sobre como os representantes da cultura de Nazca, que habitaram o território no meio do primeiro milénio d.C., conseguiram fazer esses desenhos enormes. Os cientistas disputam sobre o papel dos geoglifos na vida de índios. Em diferentes períodos os pesquisadores acreditaram que eles eram uma espécie de "observatórios" ou imagens de constelações de estrelas.

Fonte: Sputnik News
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