sexta-feira, 11 de junho de 2021

NASA: Planeta recém-descoberto é muito semelhante à Terra


Um grupo de investigadores da NASA e da Universidade do Novo México descobriu recentemente um novo planeta, o TOI-1231 b, que tem vindo a entusiasmar os cientistas pelas características semelhantes às da Terra, segundo o ‘The Independent’.

Os cientistas foram capazes de medir o raio e a massa do TOI-1231 b, o que lhes permitiu calcular a densidade e supor de que atmosfera é feita.

O planeta, com uma órbita de 24 dias, está oito vezes mais perto da sua estrela do que a Terra está do sol, mas a sua temperatura é semelhante à do nosso planeta.

Segundo a NASA, a sua atmosfera é de cerca de 60 graus Celsius (140 graus Fahrenheit), tornando o TOI-1231b um dos pequenos exoplanetas mais acessíveis para estudos atmosféricos já descobertos. Os cientistas admitem que existam nuvens altas presentes no alto da atmosfera e, possivelmente, evidências de água.

“As observações futuras deste novo planeta irão ajudar-nos a determinar o quão comum (ou raro) é a formação de nuvens de água ao redor desses mundos temperados”, disse a cientista do JPL da NASA Jennifer Burt.

“Este novo planeta que descobrimos ainda é estranho, mas está mais perto dos planetas que da nossa vizinhança”, referiu Burt.

Os cientistas admitem que mais estudos serão necessários para conhecer precisamente a sua composição.

Fonte: MultiNews

sábado, 5 de junho de 2021

Existem 25 mil asteroides por aí. Esqueçam, a NASA provou que não podemos parar nenhum


A Terra é um planeta com sorte. Pelo menos vários cientistas assim entendem, tendo em conta a quantidade de asteroides que espreitam o caminho que fazemos à volta da estrela. Contudo, 100 toneladas de poeira e partículas do tamanho de areia atingem a atmosfera do nosso planeta todos os dias. Mas isso são os menores perigos à espreita.

No mês passado, a NASA apresentou um pequeno vídeo para nos atualizar com todas as rochas espaciais que podem mudar o nosso modo de vida. E nada poderemos fazer se elas vierem em direção a nós.

Asteroides vagueiam pela vizinhança

Até onde os cientistas da Terra sabem, em maio de 2021, havia 25.705 asteroides próximos à Terra a circular o nosso planeta como tubarões, em várias distâncias.

Para o registo, um objeto espacial é considerado próximo à Terra quando a sua abordagem mais próxima ao nosso planeta é menos do que uma unidade astronómica, ou 150 milhões de km.

Desses 25.000 asteroides, 9.632 encaixam-se ainda mais na definição de objetos próximos à Terra por serem maiores que 140 metros de diâmetro, e 890 deles excedem 1 km.

Além destas rochas que se conhecem, a NASA estima que existam 15.000 outro asteroides que se encaixam na descrição. Andam “lá por fora”, longe do olhar, mas perto o suficiente para chegar até nós. O preocupante é que não sabemos absolutamente nada sobre eles.

Vejam o vídeo:


Conclusão: A Terra não tem como se defender de um asteroide

Este vídeo foi lançado como parte de uma espécie de boletim de defesa planetária. A agência espacial, junto com várias outras partes interessadas, vem a conduzir há anos os chamados exercícios de impacto para nos preparar para o momento em que teremos que enfrentar o impacto de um asteroide.

O último aconteceu em Viena no mês passado e os resultados, como todos os outros antes deles, foram desastrosos. Todas as maiores mentes da Terra não conseguiram impedir que uma rocha imaginária chocasse contra a Europa, mesmo que essas mentes fingissem que descobriram o asteroide seis meses antes do impacto.

A conclusão preocupante do exercício foi saber que a infraestrutura atual para lançamento de naves espaciais torna impossível o reconhecimento ou missões de mitigação.

Fonte: Pplware

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Marinha americana está preocupada com OVNI avistado. Terá mil anos de avanço tecnológico


Tudo começou em 2017, quando uns vídeos captados pelos caças da marinha americana, em 2004, foram revelados ao público. As imagens mostraram vários objetos voadores não identificados, ou Fenómenos Aéreos Não Identificados (UAP). Nas gravações é possível ouvir os pilotos, que captaram as imagens, a expressar surpresa face à rapidez com que os objetos se movimentam. Posteriormente, em 2020, o Pentágono oficializava as imagens do OVNI.

Agora, um oficial da marinha americana diz que o OVNI avistado “é uma tecnologia que supera o arsenal dos EUA em pelo menos 100 a 1000 anos…”.

Tecnologia é mil anos mais avançada

A sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono, está atualmente a levar a sério “fenómenos aéreos não identificados” depois da recolha de uma série de relatos na primeira pessoa de pilotos da Marinha do país. Conforme referimos no introito, o ponto central da saga começou com as imagens impossíveis de explicar captadas desde 2004 pelos militares. Foram já vários avistamentos de objetos desconhecidos que têm um comportamento “contra-natura”.

Há grupos de ex-pilotos, especialistas em aeronáutica, engenheiros e militares que tentam explicar o que foi visto por vários pilotos. Serão drones? Aeronaves de outros países? Serão ilusões de ótica e há efetivamente material “extraterrestre” responsável por estes “objetos voadores”?

Apesar de não ser possível explicar o que são os avistamentos, nenhum teve um comportamento agressivo. No entanto, alguns militares, estão convencidos de que os avistamentos têm profundas implicações tecnológicas e de segurança.

Este é o vídeo que está a preocupar os responsáveis pela defesa da maior superpotência mundial:


OVNI com formato Tic Tac…

Numa recente entrevista à CNN, o capitão de armas reformado da Marinha dos EUA, Sean Cahill, falou sobre um estranho avistamento que fez em 2004, quando ele e outro piloto viram um misterioso objeto em forma de “Tic Tac” que parecia desafiar as leis da física.

Em 2004, eu era o capitão de armas a bordo [do navio] USS Prince. A tecnologia que testemunhamos com o Tic Tac era algo que não teríamos sido capazes de defender as nossas forças na época.

Disse Cahill a Chris Cuomo, da CNN.

O bizarro objeto não identificado parecia de outro mundo.

É uma tecnologia que supera o nosso arsenal em pelo menos 100 a 1.000 anos atualmente.

Disse Cahill. Os pilotos nunca tinham visto nada parecido.


Em primeiro lugar, a aeronave não tinha superfícies de controlo. Não tinha meios de propulsão que pudéssemos detetar. Movia em velocidades hipertónicas e precedeu os pilotos ao seu ponto de encontro da PAC [patrulha aérea de combate]. Parecia ter algum conhecimento de onde os pilotos iam antes deles mesmos. Nós não possuímos estas habilidades, atualmente com o nosso arsenal.

Detalhou Cahill.

Este assunto está a mexer com os serviços de segurança ao ponto de Christopher Mellon, ex-vice-secretário assistente de defesa da inteligência, que serviu sob Bill Clinton e George W. Bush, vir dizer na entrevista à CNN que os EUA deveriam preocupar-se com os avistamentos.

Aliás, há até informações reveladas que poderão aludir a uma realidade bem mais recente que os avistamentos testemunhados e captados naqueles vídeos.

Porque temos violações recorrentes do espaço aéreo dos EUA por veículos não identificados. Eles são muito capazes e, nalguns casos, mais capazes do que qualquer coisa [que temos] no nosso próprio “stock”.

Segundo Mellon, a verdade está apenas a emergir. Isto poderá ter sido uma falha massiva nos departamentos de inteligência dos EUA e isso poderá ser uma ameaça desconhecida.


Fonte: Pplware

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Maior iceberg do mundo soltou-se e está à deriva na Antártida


A área do iceberg é maior do que a ilha de Maiorca.

O maior iceberg do mundo soltou-se da plataforma de gelo Roone e está agora à deriva no noroeste da Antártida, noticiou a agência Efe, esta quarta-feira, através de imagens de satélite.

Este iceberg, denominado A-76, é uma massa de gelo com comprimento de 170 km e largura de 25, tendo uma área total de 4320 quilómetros quadrados, maior do que a superfície da ilha de Maiorca – 3640, segundo indica a Agência Espacial Europeia (ESA).

A grande massa de gelo que está agora a flutuar no mar de Weddell foi detetada pela Missão Copérnico Sentinel-1, constituída por dois satélites de órbita polar, que observam durante todo o ano a Antártida e as suas regiões mais remotas.

Os nomes dos icebergs são criados a partir do quadrante antártico em que são avistados pela primeira vez, seguindo-se uma letra sequencial.

Se a massa de gelo se partir posteriormente, como acontece por vezes, cada pedaço acrescenta uma letra sequencial ao nome.


Fonte: SOL

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Astrónomos identificam cinco planetas “Tatooine” que podem sustentar vida


Um novo estudo revelou que cinco sistemas conhecidos com planetas de estrelas duplas – como Tatooine, casa de Luke Skywalker no filme “Star Wars” – poderiam sustentar a vida.

“Usamos dados colhidos pela nave espacial Kepler, como a massa das estrelas, quão brilhantes são, a localização de um planeta gigante e outros parâmetros para criar uma metodologia para identificar sistemas com dois sóis que podem hospedar planetas habitáveis ​​semelhantes à Terra”, disse Siegfried Eggl, professor do Departamento de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Illinois Urbana-Champaign, em comunicado.

Nesta investigação, a habitabilidade é definida como planetas que possuem água líquida em algum lugar da sua superfície.

Os cientistas investigaram os efeitos das estrelas duplas e planetas gigantes nas zonas habitáveis ​​de nove sistemas observados pela missão Kepler e confirmaram estudos anteriores que afirmavam que o Kepler-16 e o ​​Kepler-1647 hospedam planetas gigantes que os tornam inadequados para hospedar um planeta terrestre dentro das suas zonas habitáveis.

No entanto, o Kepler-34, Kepler-35, Kepler-38, Kepler-64 e Kepler-413 parecem muito mais promissores. O Kepler-38 é o melhor candidato para hospedar mundos com oceanos, semelhantes à Terra.

Eggl disse que a metodologia desenvolvida é baseada em equações analíticas em vez de simulações de computador que precisam de ser executadas dia e noite durante meses.

“É um método analítico que quase não requer nenhum esforço computacional”, disse Eggl. “Existem algumas partes que usam modelos numéricos para alimentar informações, como a forma como a atmosfera interage com diferentes quantidades e espectros de luz solar. Isso é realmente difícil de descobrir analiticamente, por isso usamos modelos atmosféricos pré-calculados”.

“O benefício de nossa abordagem é que qualquer pessoa pode pegar nas nossas equações e aplicá-las a outros sistemas para determinar onde melhor procurar mundos semelhantes à Terra”, continuou.

A órbita da Terra em torno do Sol é quase circular, garantindo que o planeta recebe uma quantidade quase constante de radiação.

Porém, isso não acontece em planetas que orbitam dois sóis. A segunda estrela fornece uma fonte adicional de radiação e outra fonte de atração gravitacional. Mesmo que a órbita de um planeta seja inicialmente circular em torno dos dois sóis, tornar-se-á elíptica com o tempo.

Por causa disso, Eggl disse que a estabilidade dinâmica é uma condição necessária para a habitabilidade de um planeta de dois sóis – mas não é a única.

“Se um planeta se aproximar dos seus sóis, os oceanos podem ferver. Se o planeta estiver muito longe, ou for mesmo ejetado de um sistema, a água na sua superfície acabará por congelar, assim como a própria atmosfera”, explicou o investigador.

“Assim que confirmarmos que um planeta potencialmente habitável está numa órbita estável, podemos prosseguir para investigar quanta radiação recebe das duas estrelas ao longo do tempo. Ao modelar a evolução das estrelas e órbitas planetárias, podemos estimar a quantidade real de radiação que o planeta recebe.”

Eggl desenvolveu uma estrutura analítica para determinar zonas habitáveis ​​em sistemas de estrelas duplas e afirmou que as investigações subsequentes e este novo trabalho “completam o quadro. Sabemos que os planetas se podem formar nesses sistemas e agora sabemos que podem realmente reter água na superfície, e é incrível”.

Este estudo foi publicado em abril na revista científica Frontiers in Astronomy and Space Sciences.

 Maria Campos

Fonte: ZAP

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Sonda da NASA captou ruído em Espaço interestelar


A Voyager 1 está a mais de 22 mil milhões de quilómetros de distância da Terra.

Asonda Voyager 1 está agora a viajar em espaço interestelar a uma distância superior a 22 mil milhões de quilómetros da Terra, mas apesar disso, ainda consegue enviar informação para os investigadores da NASA.

Num estudo partilhado na Nature Astronomy, os investigadores da NASA revelam que a Voyager 1 captou um estranho ruído, o qual se acredita pertencer ao plasma emitido pelo Sol do nosso Sistema Solar.

“Independentemente do que o Sol está a fazer, a Voyager está a enviar detalhes. A sonda está a dizer ‘Aqui está a densidade por onde estou a navegar agora. E aqui está agora. E aqui está agora. E aqui está agora’. A Voyager está muito longe e continuará a fazer isto de forma continuada”, comentou um dos autores, Shami Chatterjee, ao Phys.org.

Fonte: NM

quarta-feira, 5 de maio de 2021

NASA não consegue evitar colisão de asteroide mortífero com a Terra


Num mero exercício académico, uma equipa de investigadores da NASA foi confrontada com a probabilidade de um asteroide aparecer em rota de colisão com o nosso planeta e revelou-se incapaz de evitar o impacto

“Teríamos de aguentar a colisão” assumiu Lindley Johnson, Planetary Defense Officer da NASA. A especialista explica que o painel de cientistas da NASA foi confrontado com um dos cenários mais desafiantes de sempre durante a conferência International Academy of Astronautic’s Planetary Defense na semana passada e que a equipa simplesmente não conseguiu encontrar a solução para evitar o impacto, mesmo considerando a utilização de armas nucleares. O objetivo do exercício passa também por envolver as comunidades de gestão de crises e de resposta de emergência a cooperar e a pensar juntas na reação que teríamos de ter, enquanto planeta, para desviar um asteroide no espaço.

A equipa do Center for Near-Earth Object Studies (CNEOS) do NASA JPL descreveu o objeto hipotético, com o nome 2021 PDC e foi partilhando informações ao longo dos quatro dias do evento. A 26 de abril, os participantes aprenderam que o objeto media entre 35 e 700 metros e que havia uma probabilidade de colisão de 1 para 20, algures para outubro deste ano. Ao segundo dia, houve um salto no tempo para 2 de maio e as observações permitiam concluir que havia uma probabilidade de 100% de impacto. A equipa de projeto, com várias centenas de participantes, acabou por assumir que seria impossível preparar uma missão espacial que pudesse desviar o asteroide ou realizar qualquer outra forma de mitigar o perigo e evitar a colisão atempadamente. A porta-voz assumiu que, dado o estado atual da tecnologia e a forma como as missões são executadas, são precisos pelo menos dois anos para a preparação e desenvolvimento, explica o Vice.

Ao terceiro dia do exercício, passamos para 30 de junho e aprendemos que a colisão vai acontecer numa região relativamente povoada da Europa Central. No último dia, os participantes tiveram de focar a discussão, a uma semana da colisão, em torno de planos de evacuação e de resposta a crises algures na região a sul de Praga.

Os especialistas referiram que não seria possível preparar e enviar uma nave para desviar a trajetória do asteroide em tão pouco tempo e que nem a hipótese de mitigação com recurso a uma arma nuclear seria viável. A recomendação foi o desenvolvimento de aeronaves de resposta rápida que possam ser colocadas em órbita com poucos dias ou semanas de antecedência.

Recorde-se que a NASA está a ultimar a missão DART (Double Asteroid Redirection System), uma missão que pretende estabelecer as bases para futuras tentativas de desvio de trajetórias de asteroides que ameacem a Terra. Noutro sentido, há ainda a NEOSM (Near-Earth Object Surveillance Mission) que pretende monitorizar o Sistema Solar em busca de asteroides potencialmente perigosos e que será lançada ainda este ano.

Fonte: EI

sábado, 1 de maio de 2021

"Terra entrará em três dias de escuridão": Homem que diz ter viajado no tempo faz previsão aterradora


Vidente assegura que algo vai acontecer no dia 6 de junho de 2026 e alerta: "não usem luzes nem ecrãs".

Um utilizador de TikTok que diz ser um viajante no tempo, vindo de 2582, assegura que o Apocalipse acontecerá no dia 6 de junho de 2026, com a Terra a cobrir-se de trevas durante três dias. A previsão feita num vídeo depressa se tornou viral, tendo sido vista já quase um milhão de vezes.

"Acreditem ou não algo mau aconteceu a 6 de junho de 2026. Às 00h00 horas do dia 6 de junho de3 2026 a Terra entrará em três dias de escuridão", afirma o utilizador identificado como @timetraveler2582, sem no entanto dar explicação para o fenómeno.

A previsão vai mais longe e faz referência a seres não identificados vindos do espaço. "Não olhem para eles. Não olhem para o céu nem para as luzes que são emitidas por pirâmides. E não usem quaisquer luzes feitas pelo homem, assim como ecrãs, apenas velas. Estejam preparados e não saia de casa", avisa o alegado viajante do tempo.

Apesar da ‘previsão’ se ter tornado viral, muitos questionam a veracidade das afirmações, sem qualquer base científica e fazem perguntas ao utilizador. "Explicarei tudo em pormenor depois. Deverão ficar sem dúvidas", assegura o suposto viajante do tempo.

Fonte: CM

quarta-feira, 21 de abril de 2021

2021 – O ano do Grande Reset Mundial


Um Verdadeiro Salto Quântico para a Humanidade!

Aproximamo-nos a passos largos de uma das mais importantes reuniões Mundiais organizada pelo Fórum Económico Mundial (World Economic Forum - WEF). Este ano (2021) decorrerá em Singapura nos próximos dias 13 a 16 de Maio em parceria com os mais importantes Clusters da Economia Mundial e com os mais variados Stakeholders revestindo-se este encontro de uma particular importância uma vez que irão ser abordadas as linhas orientadoras que fazem jus ao seu slogan – The Great Reset e à agenda da Nova Era para as próximas décadas.

Em Junho do ano passado (2020), o Fórum Económico Mundial anunciou num encontro virtual a proposta em questão, como um trabalho conjunto que tem por objectivo criar os alicerces estruturais para um futuro mais justo, sustentável e resiliente. A apresentação foi feita pelo Príncipe Charles de Gales e por Klaus Schwab. O evento contou ainda com a presença e participação do Secretário-Geral da ONU, António Guterres e da Directora Geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Kristalina Georgieva.

“Todos os Países, dos Estados Unidos à China devem participar e todos os Sectores, bem como Tecnologias de Petróleo e Gás devem ser transformados.” - Klaus Schwab (Fundador e Presidente Executivo do Fórum Económico Mundial).

Nesta mudança de Paradigma onde nada será como dantes e onde todos já perceberam que não vão voltar ao “novo normal”, o ano de 2021 ficará conhecido para a História como ano do Grande Reinício Mundial. Entre avanços e recuos de confinamento em confinamento, de vaga em vaga e desde logo, porque os recursos naturais são finitos (não temos dois Planetas para mantermos o actual modo de vida), a actual Pandemia veio por a descoberto todas as fragilidades em que o nosso modelo de desenvolvimento assentava (modelo não Eurítmico), como o fim da perspectiva Filosófica Cartesiana assente numa concepção do mundo, onde o todo é assumido como sendo igual à soma das partes, da lógica linear, sempre redutora e da razão curta, que não tem mais razão de ser.

A actual Pandemia é neste contexto e simultaneamente, uma janela de oportunidade para abrir o caminho para uma Nova Era mais Justa e Perfeita e para uma Sociedade mais Humanista.

“O mundo deve agir conjuntamente e rapidamente para renovar todos os aspectos das nossas sociedades e economias, desde a educação até ao contrato social e às condições de trabalho”. - Klaus Schwab (Fundador e Presidente Executivo do Fórum Económico Mundial).

O Grande Reset representa simbolicamente e na justa medida a verdadeira mudança de Paradigma de dimensão e escala Global. Reset - uma analogia em relação à verdadeira essência e espírito desta Nova Era a 4ª Revolução Industrial (Indústria 4.0 / Digital), como se dentro da actual Matrix onde vivemos, o hardware e o software globais estivessem a dar sinais de incompatibilidade, fadiga e mal funcionamento, sendo os sintomas de tal “falha”, a actual exaustão ambiental, o aumento das desigualdades sociais e económicas, o aumento das doenças mentais, as manifestações sistemáticas nas ruas, um modelo económico predatório assente na competição esgotado em si mesmo, que só cria mais desigualdades entre os Países, empresas e as pessoas e a juntar a tudo isto, uma verdadeira crise de confiança nas instituições e nos seus líderes. A maioria das pessoas sente-se hoje ameaçada pelo conhecimento consciente ou inconsciente de uma alteração iminente nas suas vidas. A perspectiva de que as “verdades” que conheceram durante toda a sua existência possam vir a ser substituídas por outras referências axiomáticas, torna tudo especialmente assustador e difícil. Urge portanto um desligar e religar urgente do Sistema, um verdadeiro Upgrade para a nova realidade desta Matrix!

O que nos propõe o Fórum Económico Mundial com o Grande Reset?

Segundo Klaus Schwab - “Uma coisa ficou clara! Não podemos voltar ao velho normal! Temos de aproveitar esta oportunidade como os nossos Pais e Avós fizeram depois da II Guerra Mundial para reflectir o que correu mal e o que poderemos fazer melhor.”

Resumidamente o que se pretende com o Grande Reset é um plano pós-Covid-19, onde se vão debater as linhas orientadoras fundamentais do que deve servir de base para uma recuperação económica global sustentável, durante as próximas décadas, tendo como base uma abordagem sistémica, onde tudo está interligado como na física quântica e não como no passado, com abordagens simples e lineares. Definiu-se três eixos fundamentais: primeiro - tornar o Mundo mais resiliente, tendo em conta o que podemos vir a enfrentar no futuro, mais Cisnes Negros (eventos raros, imprevisíveis e de grandes proporções, cujas consequências são desconhecidas); segundo - tornar o Mundo mais inclusivo, mais Justo e Perfeito, tendo em conta o aumento insustentável das desigualdades e de pessoas que se sentem excluídas; terceiro e último – a urgência de tornar o Mundo mais verde por causa das rápidas alterações climáticas (aquecimento global) e da finitude dos recursos naturais, visando deste modo evitar uma catástrofe de proporções nunca antes vista num futuro próximo.

A juntar a estes três eixos fundamentais temos a 4ª Revolução Industrial (Indústria 4.0 / Digital), como motor de um conjunto de transformações tecnológicas como a Inteligência Artificial (IA) a Biotecnologia, a Robótica, a Engenharia Genética, a Neurotecnologia, a Nanotecnologia, a Realidade Virtual, a Realidade Virtual Aumentada, que vão trazer as alterações necessárias para esta verdadeira mudança de Paradigma a nível dos mais variados conceitos dados como adquiridos até agora e, da própria percepção da “realidade” que vão ser totalmente alterados.

A automatização industrial vai estar cada vez mais presente nesta nova realidade, como os Sistemas Ciberfísicos, o 5G (Internet das Coisas), o 6G (Smart Cities), os Drones, as Impressoras 3D, a Computação em Nuvem, a Blockchain, a Cibersegurança, CiberIntelligence e Superintelligence.

A recuperação do Ecossistema de Confiança através da Economia do Conhecimento, Circular, do Bem-estar e da Felicidade, o Capitalismo com “Rosto”, Partilhado (Filantrópico), o fim do dinheiro Físico substituído pelo Digital, o novo Conceito de Saúde, o RBI/U – Rendimento Básico Incondicional / Universal, a Educação à distância, o modelo de trabalho sustentável e híbrido (Videoconferências, as Webinars e o Teletrabalho), são alguns dos exemplos de mudança que vieram para ficar.

As empresas que conseguirem passar este difícil teste de resiliência precisam a partir de agora, olhar e analisar atentamente com base numa abordagem sistémica, todos estes pormenores, pois a concepção e objectivo subjacentes não será mais o do lucro pelo lucro, mas sim, como principal objectivo, o impacto que as organizações têm na Sociedade em que estão inseridas. Assim podemos esperar para os próximos anos neste novo Paradigma, através deste The Great Reset uma agenda para esta Nova Era virada para uma Sociedade da Inteligência, da Excelência na diferença e de Cooperação, mais funcional e eficiente, mais sustentável e mais justa ao serviço de todos, onde ninguém deve ficar para trás.

“Não existem ideias prematuras, existem momentos oportunos pelos quais é preciso saber esperar.” Jean Monnet

Vítor Navalho

Psicólogo, membro da OPP - Ordem dos Psicólogos Portugueses e da APA - American Psychological Association

Fonte: Jornal i



terça-feira, 20 de abril de 2021

China: Drones exibem códigos QR gigantes no céu para as pessoas descarregarem jogos


A China é um país onde muitas situações insólitas e caricatas ligadas ao mundo da tecnologia acontecem. E a situação de que falamos hoje é um exemplo claro disso mesmo.

Na região de Xangai, uma criadora de videojogos conseguiu criar algo verdadeiramente inovador. Colocou drones a emitir enormes códigos QR no céu, para que as pessoas pudessem apontar os seus dispositivos e fazerem download de um videojogo.

Drones exibem códigos QR enormes para descarregar videojogos

Os drones vierem revolucionar diversos segmentos, desde a mobilidade, fotografia e vídeo, entregas, entre muitos outros. Mas estes gadgets também permitem dar, quase literalmente, asas à imaginação para levar a cabo diversos projetos e ideias interessantes.

Nesse sentido, a empresa responsável pela criação do jogo ‘Princess Connect Re: Dive‘, decidiu celebrar o aniversário do título de uma forma bem especial. Recentemente a criadora apresentou em Xangai um mega espetáculo massivo de drones. Para o efeito foram então utilizados um total de 1.500 drones que voaram até aos céus da cidade chinesa em plena noite.

Nos céus, os drones realizaram diversas coreografias com referências ao videojogo. Foram criadas e exibidas personagens do jogo, mensagens, o logotipo do título, entre outras coisas.

Mas o mais engraçado foi deixado para o final do espetáculo. Os drones formatam um código QR gigante no céu para que as pessoas pudessem capturá-lo com os seus smartphones. Desta forma, o código transformava-se num link personalizado que permitia aos espetadores fazer download do jogo para os seus telefones, bem como aceder a mais informações sobre o mesmo.

Esta ideia foi então muito bem pensada, uma vez que a China é um dos países onde os códigos QR são mais utilizados.

Também no ano passado a empresa criou algo do género na altura do lançamento do jogo. Mas dessa vez, o código QR foi pintado num prédio, sem mais detalhes, para levar as pessoas a capturá-lo e acederem diretamente à loja de apps.


Fonte: Pplware
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...