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quarta-feira, 17 de junho de 2020

"Fizeram história". Portugal despede-se dos helicópteros Alouette ao fim de 57 anos

O Alouette "salvaram vidas em conta" ao longo dos 57 anos da sua operação, 
frisou o ministro da Defesa

Equipamento estreou-se na Guerra Colonial, em junho de 1963. Ministro da Defesa anunciou que Portugal poderá avançar para a compra de mais dois helicópteros Koala para reforçar dispositivo de combate a incêndios

O ministro da Defesa Nacional deslocou-se hoje à Base Aérea 11 (BA11), em Beja, onde efetuou um voo a bordo do helicóptero Alouette III (ALIII), para assinalar o final de serviço desta aeronave, após 57 anos de operação na Força Aérea Portuguesa (FAP). João Gomes Cravinho considerou que os ALIII, cujo primeiro helicóptero fez voo de estreia na guerra colonial, a 18 de junho de 1963, em Luanda, "fizeram história".

"Foram comprados para fazer a guerra colonial, foi o que aconteceu ao longo daqueles anos, entre 1963 e 1974" e, desde então e até hoje, "cumpriram inúmeras missões civis e militares, mas sobretudo civis. Foram vidas sem conta que foram salvas por estes ALIII", destacou.

Os helicópteros, da Esquadra 552, "serviram também, ao longo de quatro décadas, para coordenação aérea de combate a incêndios", indicou igualmente, como exemplo, o ministro.

Os ALIII "marcaram a FAP, marcaram a vida dos portugueses", até mesmo de muitos que, sem terem consciência das aeronaves, "beneficiaram do trabalho feito por gerações e gerações de militares que operaram estas máquinas extraordinárias".

"Este último dos ALIII ainda com capacidade de voo esgota amanhã [quarta-feira] o seu prazo de utilidade e é um momento histórico. Ao fim de 57 anos ao serviço da FAP, retiram-se agora" estes helicópteros "para dar lugar a uma nova geração, o 'Koala'", os quais "já começaram a operar", frisou.

Questionado sobre se a cerimónia desta terça-feira, que marcou simbolicamente o fim do serviço dos ALIII - visto que só na quarta-feira é o último voo -, não merecia a presença dos militares que, ao longo de décadas, pilotaram ou trabalharam nestes helicópteros, o governante aludiu à pandemia de covid-19. "Estão fisicamente ausentes, mas estão no nosso pensamento", afirmou João Gomes Cravinho, justificando que a pandemia obriga a "alterações" daquilo que "são as cerimónias habituais".

A foto oficial da despedida dos Alouette, em Beja
© Nuno Veiga / Lusa

A despedida de foi feita "com um sentimento misto de saudade, mas também de agradecimento e de grande satisfação" pelo "investimento significativo de Portugal" nestes helicópteros, mas que deu frutos: "Quando os investimentos são bem feitos, o retorno é muito grande e esse retorno foi infinitamente superior àquilo que foi o investimento".

Dispositivo de Koalas pode ser reforçado com mais dois aparelhos

O ministro da Defesa revelou também que a Força Aérea já recebeu quatro dos cinco novos helicópteros AW119MK II - "Koala" e que Portugal está "a pensar" comprar "mais dois" para integrar no dispositivo de combate a incêndios.

"Já recebemos quatro dos cinco 'Koala' que foram adquiridos" para a Força Aérea Portuguesa (FAP), disse o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, adiantando que "o quinto chegará durante este verão, dentro de um mês" ou "mês e meio".
Os novos helicópteros Koala

Segundo o governante, com a chegada deste último AW119MK II -- "Koala", ficará completa a aquisição feita pelo Estado português, mas Portugal ainda tem a "opção de compra de mais dois" destes helicópteros. E é esta opção de compra que o Governo está "a pensar exercer" para integrar no Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios, revelou.

"Há uma mudança de paradigma e, a partir de 2023, o Estado português operará, essencialmente, com meios próprios e, portanto, estamos a pensar que os dois 'Koala' que fazem parte da opção poderão ser adquiridos também, para integrar essa capacidade nova do Estado", frisou.

Fonte: DN

segunda-feira, 18 de maio de 2020

É altura de levar o tema dos OVNIs a sério? Este conceituado professor pensa que sim


Os três vídeos que mostram objetos voadores não identificados, cuja autenticidade o Pentágono confirmou no final do mês passado, são inquietantes. Alexander Wendt, um reputado professor de ciência política norte-americano, acredita que é altura de acabar com o tabu e estudar a fundo o assunto

São três videos datados de 2013 e 2014 que já circulavam há anos, mas que só foram libertados oficialmente pelo Pentágono a 27 de Abril passado, num relatório que confirmou a sua autenticidade. Com o mundo embrenhado numa pandemia, o tema passou relativamente despercebido. Mas neste documento são detalhados três encontros de aviões militares norte-americanos com o que é designado de “fenómenos aéreos não identificados”. O relatório descreve as aeronaves não identificadas avistadas, identificando-as como pequenos “sistemas aéreos não tripulados”. Durante um dos incidentes, o avião americano passou a 300 metros de distância do objeto, mas foi incapaz de determinar a identidade da aeronave. Noutro encontro, o piloto da Marinha disse que esse objeto tinha cerca de 2,5 metros de largura e estava pintado de branco. Um dos vídeos mostra uma aeronave que tem um voo rápido e irregular, em ziguezague.


Segundo o New York Times já tinha escrito, o Pentágono gastou 22 milhões de dólares constituindo uma equipa para um programa secreto que visava estudar estes avistamentos e que se prolongou entre 2007 e 2012. “Há evidências que talvez nós não estamos sozinhos”, disse depois Luiz Elizondo, que liderou a investigação, disse à CNN em 2017. “Essas aeronaves mostram características que nem os Estados Unidos nem outros países possuem em seus inventários”, afirmou.

Neste relatório agora libertado pelo pentágono, nunca se menciona que os objetos possam ser de origem extraterrestre. E coloca-se como hipótese mais consistente que sejam apenas artefactos secretos criados para a espionagem pela Rússia ou pela China.

Alexander Wendt (DR)

Porém, nem todos pensam assim.

Alexander Wendt é uma das vozes que dizem que é preciso estudar o tema a fundo sem excluir quaisquer hipóteses. Wendt é alma mater da Universidade do Minesota e professor universitário em Ohio, depois de ter passado por Yale e Universidade de Chicago, e é um dos principais académicos no campo das relações internacionais, área onde é um precursor da escola do construtivismo e da teoria social da política internacional.

Há anos que Wendt se dedica, paralelamente à sua carreira académica, ao estudo dos OVNIs, que diz condenado a ser um tema tabu profundamente enraizado nas áreas científicas e académicas, em relação ao qual há um embargo de pesquisa. Em 2008 publicou um artigo que até hoje se mantém atual, chamado “Soberania e OVNIs ”, onde explana esta teoria, que reafirmou novamente numa palestra da Ted-X Columbus no final do ano passado que correu mundo. Nesta palestra, Wendt arranca precisamente com os três vídeos cuja autenticidade foi agora confirmada pelo pentágono.


“A primeira responsabilidade dos académicos é dizer a verdade. E a verdade é que não temos ideia do que são os Ovnis, e ninguém em posição de poder ou autoridade está a tentar descobrir. Isso deveria surpreender e perturbar todos nós ”, afirma. Como o estado moderno é antropocêntrico, há quem entenda que a soberania do estado pode estar em causa se forem encontradas outras formas de vida que não sejam terrestres, defende.

Numa entrevista que deu agora à Vox, Wendt sublinha que a conspiração de silêncio persiste, mesmod epois da confirmação oficial dos vídeos. “Embora a Marinha agora diga: “Ei, temos OVNIs em filme, aqui estão eles”, os cientistas ainda não vão estudá-los. Parece haver algo que impede a comunidade científica de se centrar neste fenómeno, mesmo que qualquer outra coisa tão remotamente interessante possa gerar dinheiro ilimitado para pesquisa”, acusa.

Diz que recebeu “muitos emails de cientistas individuais em resposta à palestra no TEDx. “Todos disseram a mesma coisa, ou seja, “Obrigado, gostaríamos de poder estudar isso, mas não podemos, porque nossas vidas dependem de receber doações do governo e de outros institutos de investigação. Se se alguém começa a assustar-se porque estão interessados ​​em OVNIs, boom, não recebem um centavo e suas carreiras estarão no charco”, conta.

Sobre a questão de fundo, ou seja, se existe vida-extraterrestre, diz: “ Certamente acredito que é muito provável que exista vida extraterrestre em algum lugar do universo, e suspeito que até a maioria dos cientistas possa concordar com isso agora”. E acrescenta: “Acho que as chances são altas o suficiente para que devamos investigá-lo. É simples.”

X37-B: o misterioso avião que vai ficar a orbitar dois anos à volta da Terra


As más condições meteorológicas levaram a que o lançamento do X37-B à boleia de um foguetão Atlas V só pudesse ser realizado no domingo. O misterioso avião partiu para o espaço e deve ficar dois anos em órbita

Esta é a primeira vez que a recém-criada Força Espacial dos EUA organiza e mantém a missão espacial que leva o X-37B à órbita da Terra. O lançamento esteve previsto para sábado, foi adiado algumas vezes para o próprio dia, mas acabou por acontecer apenas no domingo de manhã, a partir do Cabo Canaveral, na Flórida, EUA. Originalmente marcada para as 12h24 (GMT) de sábado, a missão de lançamento acabou por acontecer apenas às 13h14 (GMT) de domingo, devido ao mau tempo que se fazia sentir naquela região.

O avião X-37B partiu para a sua sexta missão a bordo de um Atlas V, depois de já o ter feito por outras quatro vezes no passado e uma quinta vez a bordo de um Falcon 9 da SpaceX, lembra o ArsTechnica. Esta é a primeira vez que o avião construído pela Boeing leva um módulo a bordo que lhe permite maiores capacidades de investigação e de experimentação. Uma das experiências que os cientistas pretendem realizar a bordo envolve a transformação da radiação solar em energia microondas na frequência de rádio. O objetivo é perceber o potencial de se transmitir energia solar para a Terra.

Este veículo, que se assemelha a um pequeno vaivém, esteve mais de 700 dias no espaço na sua última missão. Ao todo, o avião já passou mais de sete anos e dez meses em órbita.

A United Launch Alliance, responsável pelo foguetão que colocou o avião no espaço filmou e transmitiu em direto no YouTube toda a operação.


sábado, 16 de maio de 2020

Marinha dos EUA divulga novos relatórios de incidentes com OVNIs


A Marinha dos EUA divulgou oito relatórios de avistamentos de OVNIs por pilotos entre 2013 e 2014. Há um relatório que o Pentágono parece oferecer alguma resistência em divulgar.

A Marinha norte-americana divulgou novos relatórios de incidentes com objetos voadores não identificados (OVNIs). Ainda no fim de abril, o Pentágono divulgou vídeos que retratam pilotos da Marinha a avistar aquilo que descrevem como descrevem “fenómenos aéreos inexplicáveis”.

Os relatório agora divulgados a pedido do portal The Drive dão conta de oito incidentes no oceano Atlântico, na costa leste dos Estados Unidos. Sete dos relatórios de perigo são de pilotos de F/A-18F Super Hornets, relativos a acontecimentos entre 2013 e 2014. O outro foi avistado por um EA-18G Growler.

Num dos relatórios, o piloto descreve que as “aeronaves desconhecidas pareciam ser prateadas e pequenas, aproximadamente do tamanho de uma mala“. Curiosamente, nenhuma aeronave tinha permissão para estar naquele espaço aéreo naquele momento.

“O objeto era tão pequeno que era quase impossível detetá-lo a olho nu à distância… Isto representa uma preocupação significativa de segurança”, alerta o piloto da Marinha norte-americana.

Apenas um mês mais tarde deste estranho avistamento, surge um novo relatório. “Esta foi a segunda ocorrência do esquadrão nos últimos meses. A operação de [veículos aéreos não tripulados] e outros dispositivos aéreos deve ser adequadamente coordenada e comunicada para manter a tripulação informada e segura”, diz um outro piloto.

Segundo a VICE, todos os relatórios retratam situações semelhantes: o piloto avista algo no céu, consegue rastreá-lo durante alguns instantes e acaba por perdê-lo de vista.

O avistamento de OVNIs parece quase tornar-se algo mundano com estas duas divulgações recentes por parte do Pentágono e da Marinha. Contudo, o The Drive realça que há alguns relatórios cujo acesso parece não ser tão fácil.

O site refere-se particularmente ao avistamento de um OVNI por pilotos do USS Nimitz, em 2014. Um comandante da Inteligência enviou um relatório do incidente por email para uma base da Marinha em San Diego. No entanto, o comandante que o recebeu eliminou-o e não encaminho o relatório para os seus superiores.

Fonte: ZAP

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Segredos e vigilâncias. Uma viagem ao mundo da ciberdefesa militar


Há um ciber exército a crescer nas Forças Armadas Portuguesas. O que faz, onde está e como vai para a guerra todos os dias? Os inimigos são, muitas vezes, hackers a soldo de estados estrangeiros

Percorre-se um longo corredor com portas codificadas e segurança até chegar à "frente de batalha". Não há trincheiras, não cheira a morte, nem há feridos caídos. Há militares fardados sentados em frente a computadores, com as retinas fixadas nos números 0 e 1 que preenchem os monitores.

Há uma parede totalmente coberta por um ecrã gigante onde se vêm mapas do mundo, com diversos pontos assinalados por luzinhas de várias cores, gráficos, tabelas, muitos números e nomes de alguns países. Não há armas, mas dali pode partir uma guerra. Ali há batalhas diárias contra muitos inimigos estrangeiros, por vezes a soldo de governos.

Desde que foi criado em 2015 a equipa do Centro de Ciberdefesa triplicou e em 2023 terá 10 vezes mais soldados  © Ricardo Pinho / EMGFA

Os estragos que podem provocar são tremendos. Podem parar um país, roubar segredos, enfraquecer Estados e comprometer alianças. A defesa é, por isso, muito robusta e permanente.

Estamos no Centro de Ciberdefesa (CCD), situado no coração do quartel-general do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), um dos pontos nevrálgicos melhor guardados dos militares, onde cresce um autêntico exército de "ciberoperacionais" - desde que foi criado em 2015 a equipa triplicou e em 2023 terá 10 vezes mais soldados.

Protegem toda a rede de informações e comunicações da Defesa Nacional, que é a "espinha dorsal" do comando e controlo das Forças Armadas, por onde passam muitos documentos estratégicos e operacionais de organizações internacionais que Portugal integra, como a NATO.

Cyberpunks e mercenários

"A guerra existe e está a acontecer. Os ataques são diários e cada vez mais sofisticados. Há todos os dias centenas de tentativas de penetração nos nossos sistemas de defesa, como que a tentar arrombar as portas de um quartel. Grande parte é praticada pelos chamados cyberpunks, ou hacktivistas, que andam permanentemente a tentar encontrar nos nossos serviços alguma "frincha" para entrar. Depois há os mais graves, de hackers mercenários, contratados por governos de outros países, que têm vindo a aumentar nos últimos tempos, para uma média diária de cerca de uma dúzia", admite o Vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, adjunto de Planeamento e Coordenação EMGFA, responsável pela estratégia deste que é o mais recente domínio operacional militar, a par do ar, mar e terra - o ciberespaço.

O comandante do Centro de Ciberdefesa, Helder Fialho (de pé) dá instruções ao ciberoperacional  © Ricardo Pinho / EMGFA

Revela que para esta "guerra" conta também com civis, "alguns jovens universitários" que fazem parte duma rede informal de "voluntários" que "trabalham em conjunto com os militares de forma cooperativa para a preservação de alguma soberania digital".

"Os ciberataques, com sucesso, podem afetar a nossa economia, a propriedade intelectual, as decisões políticas, a atividade militar, as forças de segurança, em resumo o Estado em geral"

Usam software "open source", numa estratégia para evitar portas de intrusão escondidas, colocadas por empresas, ou agências especializadas, na procura de soluções para tornar os sistemas mais seguros. "Chamamos-lhes os "hackers do bem"", sorri este oficial da Marinha. "Os ciberataques, com sucesso, podem afetar a nossa economia, a propriedade intelectual, as decisões políticas, a atividade militar, as forças de segurança, em resumo o Estado em geral", alerta.

Para tirar a fotografia da grande sala de operações, o ecrã gigante é provisoriamente desligado - fica só um fundo azul e o símbolo do Centro de Ciberdefesa - pois quem analisasse à lupa a imagem poderia ver identificados países, que se encontram entre os principais suspeitos das tentativas de entrada nos sistemas de defesa portugueses e dos aliados da NATO. Ou endereços de internet que estão na lista negra dos que já foram usados por hackers profissionais noutros países.

Ameaça de Moscovo?

Faz parte das regras não revelar se houve ataques com sucesso pois isso seria assumir fraquezas. Mas é de conhecimento público que no ano passado houve um um grave ciberataque que atingiu o sistema de correio eletrónico de militares e civis no ministério da Defesa Nacional. Foi o próprio Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante Silva Ribeiro, a confessá-lo num programa de debate televisivo.

Foram os serviços de informações de países aliados europeus da NATO que alertaram as autoridades portuguesas para ações de espionagem russa

Segundo o jornal Público, foram os serviços de informações de países aliados europeus da NATO que alertaram as autoridades portuguesas para ações de espionagem russa. Questionado se confirmava o ataque, Gouveia e Melo fechou o seu rosto compenetrado de submarinista (esteve embarcado 18 anos nos submarinos da Marinha) habituado ao silencioso serviço do mar profundo. Não disfarçou o incómodo da pergunta mas recusou-se a comentar.

O vice-Almirante Gouveia e Melo, adjunto para o planeamento do EMGFA, com o comandante do CCD e com o responsável da área tecnológica  © Ricardo Pinho / EMGFA

Diversos países estavam, no outono passado, a braços com hackers que os diferentes serviços de informações relacionavam com Moscovo. Silva Ribeiro não concretizou a origem dos ataques - nem Gouveia e Melo o quis agora fazer. "Não é uma pessoa normal, sozinha, que faz isto. Requer capacidades tecnológicas, um Estado por detrás a sustentar isto", frisou, na altura, o CEMGFA.

Aprenderam-se lições e corrigiram-se os pontos fracos, parte deles erros humanos de procedimentos de segurança. "A defesa dos sistemas e a nossa capacidade de deteção e eliminação dos ataques saíram muitíssimo reforçadas", afiança Gouveia e Melo

Aprenderam-se lições e corrigiram-se os pontos fracos, parte deles erros humanos de procedimentos de segurança. "A defesa dos sistemas e a nossa capacidade de deteção e eliminação dos ataques saíram muitíssimo reforçadas", afiança Gouveia e Melo.

"Ganhámos uma batalha, mas a guerra continua. Apesar de todos sabermos qual é a proveniência dos ciberataques mais sofisticados, através de toda a partilha de informação que existe entre os aliados da NATO e serviços de informações, é sempre muito difícil, quase impossível, prová-lo", prossegue.

Multiplicar por 10 os ciberoperacionais

Este Oficial General prefere não revelar quantos militares estão agora aqui destacados - todos com formação superior em tecnologias de informação, informática e outras especialidades - porque entende que isso revelará as nossas capacidades e poderá ser usado pelos "inimigos". No entanto, estima-se que o objetivo é que este ciber exército integre, pelo menos, cerca de uma centena de peritos. Até 2030 está previsto um investimento neste "ramo" da ordem dos 45,4 milhões de euros, no âmbito da Lei de Programação Militar.

Devido às medidas de prevenção contra a covid-19 o número de operacionais presentes é reduzido. Tal como em todas as unidades das Forças Armadas foram criadas equipas "espelho" que se vão revezando todos os 14 dias.

Gouveia e Melo sublinha que "desde o início da pandemia os ataques triplicaram; primeiro porque as infraestruturas do Estado tiveram de rapidamente começar a operar em teletrabalho, sem tempo para aplicar soluções seguras, o que as torna mais vulneráveis; segundo, porque houve uma visão oportunista do outro lado para aproveitar a preocupação das pessoas com a doença, enviando, por correio eletrónico, mensagens de phishing com suposta informação útil e científica, para infetar os computadores".

Neste momento, afiança este oficial, está a ser criado um novo sistema de comunicações interno, que pode substituir um Whatsapp, Zoom ou Microsoft Teams, só para o EMGFA. "É fulcral garantir a segurança das informações", sublinha.

Identificar atores do ciberespaço

O comandante do Centro de Ciberdefesa é Helder Fialho, um oficial da Marinha, com especialização em Comunicações e Guerra Eletrónica e Pós-graduado em Sistemas de Informação pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC). É notório o seu entusiasmo e a sua dedicação quando nos descreve o trabalho que coordena.

Helder Fialho comanda o Centro de Ciberdefesa. É oficial da Marinha especialista em comuniações e guerra eletrónica  © Ricardo Pinho / EMGFA

Na sala de operações, explica, "há uma frontline de sargentos, que fazem a primeira triagem das tentativas de intrusão, monitorizando alterações de padrão. Numa segunda linha estão oficiais peritos que analisam a informação do incidente e verificam o nível do ataque. Numa terceira linha é feita uma análise mais aprofundada, o cruzamento de dados com outros países e a caracterização detalhada do incidente".

Nesta área de operações do CCD existe uma "célula de informações" do ciberespaço, que procura e analisa informações de eventuais ameaças, através de operações exploratórias, e lança alertas às várias entidades nacionais.

Uma das funções é identificar os chamados TTP (Tactics, Techniques and Procedures) de grupos/atores do ciberespaço que possam comprometer a segurança das redes da Defesa. São uma espécie de profilers. Sabendo o seu modus operandi, são criados sistemas de defesa preventiva para potenciais ataques.

"A grande força da ciberdefesa é a partilha de informação. Temos uma rede gigantesca", completa Gouveia e Melo. O CCD integra em Portugal o designado G4, juntamente com o Centro de Cibersegurança, o Serviço de Informações de Segurança e a Polícia Judiciária, que prestam "um excelente serviço".

Internacionalmente, a mais valia da partilha de informação para as Forças Armadas vai para a NATO, em cujas plataformas de segurança do ciberespaço os aliados partilham todas as informações dos incidentes que os atingem.

Fonte: DN

quinta-feira, 7 de maio de 2020

"Talvez seu objectivo não esteja neste planeta": a Força Espacial dos EUA. lança seu primeiro vídeo de recrutamento


Foi publicado nas mídias sociais e inclui um link para as posições disponíveis no site da Força Aérea.

A recém-criada Força Espacial dos Estados Unidos Nesta quarta-feira lançou seu primeiro vídeo de recrutamento nas redes sociais. "Algumas pessoas olham para as estrelas e perguntam: 'e se?'", Diz o narrador, enquanto o clip mostra um homem olhando para o céu. "Nosso trabalho é ter uma resposta."

"Talvez eles não tenham te colocado aqui apenas para fazer as perguntas", diz a locução no vídeo de 30 segundos, dirigida a potenciais cadetes. "Talvez eles tenham colocado você aqui para ser a resposta. Talvez seu objectivo neste planeta não esteja neste planeta ."
Para os interessados, o tweet inclui um link para as posições disponíveis no site da Força Aérea, incluindo: oficial de operações espaciais, analista de fusão e oficial de inteligência.

Além disso, é relatado que 86 dos oficiais que ingressam no corpo serão enviados para treino espacial na Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, enquanto outros ocuparão posições relacionadas às operações e inteligência do ciberespaço.

A Força Espacial dos EUA Foi criado pelo presidente Donald Trump em dezembro de 2019 e concentra-se no espaço sideral como um possível campo de batalha. Foi anunciado como um ramo separado, o sexto das Forças Armadas do país.

Reacção nas redes

O vídeo não passou despercebido pelos internautas e muitos comentaram com memes engraçados, referindo-se à saga de 'Star Wars' ('Star Wars') e 'The Last Star Fighter' (conhecido como 'O Último Guerreiro' estelar 'na América Latina e' Starfighter: a aventura começa ', na Espanha).
Fonte: RT 

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Meteorito avistado no céu ibérico afinal era um foguetão russo a desintegrar-se


Foi notícia em vários meios de comunicação e partilharam-se as imagens pela Internet, em Portugal e também na vizinha Espanha. Uma bola de fogo que cruzava os céus e que parecia um meteorito a entrar pela atmosfera, na madrugada da passada terça-feira. Seria um astro, um avião, não, era mesmo um foguetão russo a explodir, após ter transportado material para a International Space Station (ISS).

Esta visão rara, foi vista pelas 5h45 da madrugada, à passagem pelo concelho de Ourém, no sentido Lisboa-Porto e, posteriormente foi notícia a desintegrar-se nos céus da Galiza.

Falamos-lhe aqui há dias da oficialização de filmagens de OVNIs, pelo Pentágono, um asteroide que passou pela vizinhança da Terra e, desta vez, foi um objeto de fabrico humano. As imagens raras, fantásticas numa madrugada pelos céus ibéricos, eram um foguetão russo a explodir, após ter transportado material para a ISS.

Foguetão russo é avistado a explodir no céu ibérico

O professor de Astronomia da Universidade de Santiago de Compostela e diretor do Observatório Ramón Aller referiu tratar-se da reentrada na atmosfera de um foguetão Soyuz. Este havia sido enviado a semana passada, do Cazaquistão, para a ISS, com mantimentos.

O professor referiu que o fenómeno pôde ser visto às 6h45 desta terça-feira, nas cidades galegas, nas quais o céu estava limpo.

Na Corunha viu-se a passar de nordeste para sudoeste, em direção ao oceano.

Contou o professor.

Em Portugal, o fenómeno foi visível às 5h45 de terça-feira, no concelho de Ourém:

Um engenho comum com um final não tão comum

Este tipo de foguetes, enviados para pequenas missões, são colocados à deriva, quando completam o seu afazer. Depois, vão descendo gradualmente até serem destruídos no momento em que se aproximam das camadas inferiores da atmosfera. Segundo o que foi explicado, não é comum serem vistos este tipo de fenómenos pelos céus ibéricos. Ademais, o último caso semelhante aconteceu em 2001, aquando a reentrada de foguetões na atmosfera.

Acrescenta ainda que estava prevista a possível reentrada do foguetão Soyuz, mas este tipo de fenómeno caracteriza-se por ser um pouco incerto, na hora da queda. Além disso, os foguetões estão normalmente programados para cair em direção aos oceanos.

Apesar de ter havido alturas em que as peças dos foguetões eram de tal forma pesadas que chegavam ao chão, o professor garante que este género de fenómeno não costuma implicar perigos, uma vez que os foguetões são feitos de um material que, à partida, se destrói no contacto com a atmosfera.




Fonte: Pplware

terça-feira, 21 de abril de 2020

Covid-19: Marinha cria protótipo de ventilador de baixo custo


A Marinha deu hoje a conhecer o protótipo de um ventilador mecânico de baixo custo que foi criado pelos militares e pode vir a ser “produzido em massa” em Portugal, caso surjam empresas interessadas.

“Este ventilador compreende os quatro modos de ventilação mais usados do ponto de vista de cuidados intensivos e já o fizemos a pensar na comunidade médica e também na parte da sustentação do Serviço Nacional de Saúde”, avançou o tenente Tiago Lança, que faz parte da equipa que criou o projeto.

Em declarações aos jornalistas, na Base Naval de Lisboa, em Almada, no distrito de Setúbal, o responsável indicou que a Marinha “não irá produzir o ventilador”, mas está a fazer a parte conceptual para “abrir o leque às indústrias parceiras da Marinha ou empresas que estejam interessadas em desenvolvê-lo”.

Foram quatro militares da Célula de Experimentação Operacional de Veículos Não-Tripulados que tiveram a ideia de desenvolver este protótipo de um ventilador mecânico de baixo custo que ajude no combate à pandemia da covid-19.

O projeto foi desenvolvido em três semanas e, segundo Tiago lança, a próxima “batalha” será “atingir níveis de fiabilidade e fazer a certificação” para que possa vir a ser "produzido em massa".

“Neste momento estamos a finalizar a parte eletromecânica e do desenho do interface que ainda está a ser programada. A nossa ideia é colocarmos o protótipo numa versão final nas próximas duas ou três semanas para iniciar o processo de certificação”, adiantou.

Segundo o responsável, o equipamento produzido teve um custo de cerca de 1.500 euros, mas “para poder escalar há mais alguns custos”.

Para os militares, este projeto foi um “desafio” porque costumam desenvolver outro tipo de engenharias, mas já estão a conseguir frutos porque tem havido “muito interesse por parte dos parceiros da Marinha”.

O ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, visitou hoje a Base Naval de Lisboa para ver o centro de acolhimento para doentes de covid-19, mas ficou também a conhecer o novo projeto, que considerou “um trabalho notável de inovação”.

“Temos aqui um exemplo excelente de inovação das Forças Armadas, que têm de se adaptar em qualquer situação de conflito e perante o inesperado. Tivemos uma situação muito inesperada e verificámos que as Forças Armadas souberam adaptar-se e estão a criar as circunstâncias para responder da melhor maneira”, apontou.

No entanto, o ministro não conseguiu precisar se o equipamento poderá ser produzido em Portugal porque ainda “está no processo de certificação” e não se sabe “qual é a possibilidade de fabrico” destes ventiladores em larga escala.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 172.500 mortos e infetou mais de 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 558 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 762 pessoas das 21.379 registadas como infetadas, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

Fonte: SAPO24

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Drones assassinos autónomos


O video é parte da campanha contra armas com autonomia

O professor da universidade da Califórnia em Berkeley, Stuart Russell, criou 1 vídeo viral de apresentação dos “Slaughterbots“. Conforme Russell, são drones que funcionam de forma autónoma para destruir alvos humanos pré-seleccionados.

A tecnologia foi apresentada durante a Convenção das Nações Unidas sobre Armas Convencionais em Genebra, na Suíça, na última 6a (17.nov). O vídeo é parte de uma campanha para banir armas que funcionam sem o controle de um ser humano.

“Suas crianças provavelmente possuem um desses em casa, certo?“, diz o narrador no começo da apresentação.

O protótipo teria estimulos reflexivos 100 vezes mais rápidos em relação ao humano, com câmaras de reconhecimento facial e explosivos agregados.

“Essa pequena carga é suficiente para penetrar o crânio e destruir seu conteúdo“. Além do teste, imagens que simulam uso da arma na realidade também foram apresentadas.

O embaixador indiano para o desarmamento, Amandeep Gill, disse que os humanos “ainda estão no comando das máquinas“. Gill foi o responsável por presidir o encontro e reafirmou que deve haver cautela ao romantizar ou dramatizar a produção mundial de armamentos.

Assista ao vídeo viral:


Fonte; PODER360

terça-feira, 14 de abril de 2020

Edward Snowden: O Covid-19 é um Pretexto Para Aumentar os Poderes Invasivos do Estado


Edward Snowden, o homem que expôs a imensa máquina de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), alertou que um aumento na vigilância em relação à crise do coronavírus pode levar a restrições severas das liberdades civis no futuro.

Durante uma entrevista em vídeo-conferência para o Festival de Documentários de Copenhaga, Snowden disse que, novos poderes introduzidos pelos Estados para combater o surto de covid-19 podem permanecer em vigor depois da crise passar.

“Eu acho crucial ter em mente a perspectiva de que numa sociedade livre um vírus é perigoso mas a destruição de direitos é fatal. É algo permanente que não voltamos a ter. Se temos um direito pelo qual fizemos uma revolução ou se fez um movimento, que demorou 100 anos de esforço para conquista e depois o perdemos num momento de pânico – essa é uma ligação com o 11 de Setembro, onde nasceu o Patriot Act e a vigilância em massa.”

Questionado pelo entrevistador directamente sobre a suspensão temporária de direitos, Snowden foi peremptório respondendo com outra pergunta: “Quando foi a última vez que viste uma suspensão breve das liberdades civis?”, reforçando em seguida a ideia de que o estado de emergência tende a perdurar, por uma certa afeição das autoridades aos novos poderes adquiridos.

Numerosos países europeus, incluindo Itália, Reino Unido e Alemanha, fizeram acordos com empresas de telecomunicações para utilizar dados anónimos para criar mapas de calor virtuais dos movimentos das pessoas.

Israel concedeu aos seus serviços de espionagem poderes de emergência para invadir os telefones dos cidadãos sem um mandado. A Coreia do Sul tem enviado alertas de texto para avisar as pessoas que possam ter estado em contacto com um paciente com coronavírus, incluindo detalhes pessoais como idade e sexo. Singapura está a usar uma aplicação para monitorizar a propagação do covid-19 através do controlo de pessoas que possam ter sido expostas.

Na Polónia, os cidadãos em quarentena têm de descarregar uma aplicação governamental que os obriga a responder a pedidos periódicos. Taiwan introduziu um sistema de “cerca electrónica” que alerta a polícia se os pacientes em quarentena se deslocarem para fora das suas casas.



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Estação Espacial Internacional registou a passagem de dezenas de OVNIs


Uma câmara da IEE que orbita a Terra detectou uma formação incrível de naves espaciais não reconhecidas.

Uma câmara da Estação Espacial Internacional (IEE) que orbita a Terra captou uma incrível formação de naves espaciais não reconhecidas. O vídeo que foi gravado. Foi transmitido pela NASA através do seu canal no YouTube.

Tudo aconteceu durante uma recente transmissão ao vivo da ISS. O mesmo ocorreu enquanto a estação se movia num local indeterminado em nosso planeta, quando a câmara fixa registou o avanço, centenas de luzes em formação podem ser vistas, numa direcção aparente em direcção à Terra.

Gorden McKenna foi quem viu essas anomalias no espaço e postou num vídeo em 2 de abril passado, mostrando exactamente o facto estranho.

O que foi visto?

Nesse contexto, e dada a fragilidade que nossa raça humana, atingida pelo coronavírus, está demonstrando, a presença cada vez mais activa de diferentes objectos voadores não identificados em várias partes do planeta surpreende. A essas "visitas", a atcividade do fenómeno foi adicionada nos últimos dias com avistamentos na Bélgica, Holanda, Noruega, México e Estados Unidos.

Embora muitos acreditem que possa ser uma "frota de naves espaciais de tecnologia extraterrestre", outros conspiradores indicam que poderia ser uma frota de naves ultra-secretos dos Estados Unidos, mais especificamente a Força Espacial, citada em mais de uma ocasião pelo actual presidente Donald Trump. O polémico presidente explicou no final de 2019 que o espaço tinha que ser considerado como um novo domínio de seu país.

O escopo dessa nova "força militar" seria proteger as instalações do país no espaço, como satélites usados ​​para comunicação e vigilância.

A Força Espacial se baseará no trabalho do Comando Espacial dos EUA. (SpaceCom), criado em agosto para gerenciar suas operações militares no espaço "em busca de combater a guerra", embora sem esclarecer contra quem. Nas palavras de Trump, a Força Espacial deve ajudar a impedir a agressão e controlar a posição de maior vantagem ".

Mais opiniões

Outros cépticos ofereceram mais explicações. Eles disseram que parece corresponder à Terra, como tempestades ou efeitos de luz na cidade. Outros sugeriram que eles poderiam ser meteoritos, e até satélites Starlink, enviados pelo SpaceX de Elon Musk, pois desde o seu lançamento em 2018 eles fizeram com que muitas pessoas os confundissem com avistamentos de OVNIs.


Fonte: Jornada

Aeroporto ILLUMINATI de DENVER - o lugar mais BIZARRO do mundo!


O Aeroporto Internacional de Denver, Colorado, Estados Unidos, é famoso e alvo de muitas teorias da conspiração e a administração do local resolveu brincar com isso. 


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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Misteriosa formação de 'OVNIs' é observada no céu da Califórnia


Luzes incomuns foram avistadas pairando sobre os EUA e o México na quarta-feira (1). Diversas testemunhas publicaram vídeos nas redes sociais, mostrando uma "formação incomum de luzes".

Em alguns dos vídeos é possível ver quatro esferas surgindo sobre Laguna Beach, na Califórnia. Pouco depois, aparece mais uma luz, com os objectos pairando em uma linha perfeita.

A misteriosa formação também foi visível em San Diego, onde testemunhas afirmaram ter visto luzes "flutuando" em linha recta, até desaparecer uma a uma, conforme o jornal Daily Star.

Já no México, mais precisamente na cidade de Playas de Tijuana, outro vídeo surgiu mostrando uma formação composta de, ao menos, sete objectos misteriosos.

"Essas luzes parecem surgir do nada e ficaram visíveis por aproximadamente 15 minutos antes de desaparecerem, deixando todos intrigados [...]", afirmou o canal do Youtube The Hidden.

Não demorou muito para surgir uma onda de comentários, que deram origem a um novo debate sobre a existência de OVNIs e sobre teorias da conspiração.


Fonte: Sputnik News

quarta-feira, 1 de abril de 2020

OVNI aparece pela 3ª vez no Texas


OVNI triangular com sete pontos de luz intriga americanos ao aparecer pela terceira vez neste ano no Texas.

O terceiro avistamento se deu nos céus da cidade de Seguin.

No vídeo abaixo é possível ver o objeto não identificado executando uma manobra a partir de zooms diferentes da câmara. Logo depois ele desaparece misteriosamente.

Conforme publicou o Jornal Daily Star, o OVNI triangular foi visto pela primeira vez no Ano Novo em Houston.

Já sua segunda aparição se deu no mês passado numa estrada em Bogata. Todas estas localidades são no estado americano do Texas.

Reacções

O estranho objetco levantou as mais diferentes suspeitas sobre sua origem.

Um internauta escreveu: "Eu acho que é um ou dois desses novos brinquedos com os quais o Exército e a polícia ficam brincando."

Ainda outro internauta associou o OVNI com a quarentena em combate ao coronavírus nos EUA.

"Eu imagino que não sou o único a questionar a razão de eles manterem as pessoas dentro de casa", afirmou o internauta.

Existem também aqueles que acreditam na origem "alienígena do objecto".


Fonte: Sptunik News
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