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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Piloto de avião avista “luzes não identificadas” durante voo em Porto Alegre


Os pilotos de avião relatam frequentemente avistamentos para que possam ser identificados e ser determinada a sua origem. Este caso aconteceu na noite do passado sábado, dia 5 de novembro, onde um piloto da companhia aérea LATAM Airlines Brasil reportou um evento com luzes bem por cima da cidade de Porto Alegre. O relato foi acompanhado também por outros testemunhos de outros pilotos e de imagens captadas em vídeo.

As câmaras captaram luzes com movimentos aleatórios sobrevoando a capital do estado de Rio Grande do Sul. Estes avistamentos podem ter origem na flexão de luz entre as nuvens que deu origem a luzes fortes, intermitentes que os pilotos viram.

Imagens estranhas, mas que podem ser "terráqueas"

Segundo o portal de informação G1, as luzes não identificadas vistas no céu de Porto Alegre na noite de sexta-feira para sábado despertaram curiosidade e levantaram algumas dúvidas. Conforme pode ser visto e ouvido no vídeo registado pela torre de controlo do Aeroporto Salgado Filho, o piloto do voo 3406, da LATAM, que descolou de Guarulhos (SP) com destino a Porto Alegre, pergunta, por volta das 23h de sábado, à controladora de tráfego:

Por gentileza, só por curiosidade, tem algum reporte de algum objeto na posição de 10 para 11 horas, praticamente sobre Porto Alegre, um pouquinho ao sul?

A controladora diz que não recebeu nenhum "reporte", termo usado na avaliação para relatos de eventos de segurança operacional. Contudo, o piloto prossegue:

Tem umas luzes. Por vezes, elas apagam, acendem, às vezes são uma, às vezes são duas ou três.

No momento, após a controladora ter registado mais informações, o diálogo termina. No entanto, apesar de a controladora não ter qualquer notificação de outros pilotos, a verdade é que este "reporte" foi uma oportunidade e para outros relatarem que afinal também tinham visto tais luzes.

Pilotos estavam com receio de notificar... para não serem chamados de loucos

Depois da informação começar a circular, outros pilotos contaram o que viram. Assim, no total, entre 22h50 e 23h10, quatro voos comunicaram à Torre de Tráfego terem percebido luzes estranhas no céu: o 4248, o 3140 e o 4407, além do 3406, das companhias Azul e LATAM. Em todos os casos, as luzes acendiam, moviam-se e apagavam, mas não prejudicavam o tráfego.

Mas serão OVNIs ou há uma explicação lógica para as luzes?

Segundo as informações recolhidas pelo G1 junto do Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara, cidade distante cerca de 80 quilómetros da Capital, foi revelado que de facto, na noite de sábado, houve algo estranho.

Encontrei algo na direção da Lagoa dos Patos, às 23h22min, não identificado mesmo. Atribuo à reflexão difusa de luz entre nuvens em direção a Porto Alegre, que pode ser gerada por holofote de luz ou até algum objeto. Não é incomum.

Disse o responsável pelo espaço, Carlos Jung, que também é diretor da Região Sul da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon).

As luzes de sexta foram vistas pela equipa do voo 4248, da Azul, que partiu do Rio de Janeiro com destino a Porto Alegre, por volta das 23h. Piloto e comissário teriam visto as luzes a movimentarem-se na direção à Lagoa dos Patos, mesmo local onde foram vistas as luzes de sábado.

Questionada sobre o assunto, a Fraport Brasil, administradora do Aeroporto Salgado Filho, respondeu que não registou nada a respeito. As companhias aéreas também não notificaram a Fraport sobre as luzes.

O caso continua a ser acompanhado, mas poderá ser de facto um evento de luzes que ultrapassa as nuvens e promove algo diferente, que visto da perspetiva dos pilotos pode ter relevância e não ser nada "tão normal assim".


Fonte: Pplware

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Inteligência artificial pode prever o futuro com 99% de certeza


A Inteligência Artificial previu o futuro e acertou mais de 99% das vezes, segundo um novo estudo. Felizmente, não previu um apocalipse ou uma revolução de robôs.

Em vez disso, os investigadores do Instituto Max Planck pediram ao software artificialmente inteligente para prever o progresso da inteligência artificial (IA).

Os investigadores utilizaram a informação sobre a IA a partir de trabalhos académicos desde 1994 — foram analisados 143.000 trabalhos na experiência.

Foi então pedido à IA que fizesse previsões sobre como a inteligência artificial se desenvolveu ao longo dos anos, com base nos estudos científicos sobre a mesma.

O software estava quase 100% correto em relação às suas previsões, levando os cientistas a quererem fazer-lhe mais perguntas sobre o futuro, segundo The U.S Sun.

De acordo com Mario Krenn, que liderou a investigação juntamente com especialistas de todo o mundo, a IA “mostra um grande potencial que pode ser libertado“.

Em vez de pedir à IA para prever o fim do mundo, os investigadores esperam fazer-lhe perguntas sobre a ciência que poderiam contribuir para estudos futuros.

A inteligência artificial é “uma ferramenta que pode sugerir novas direções e ideias de investigação personalizadas, tirando conclusões da literatura científica. Pode acelerar significativamente o progresso da ciência”, lê-se no estudo.

“Um campo que pode beneficiar de uma abordagem deste género é a própria investigação de inteligência artificial (IA)”, acrescenta ainda o artigo.

A esperança é que a IA seja capaz de ajudar os cientistas na investigação no futuro. “Em última análise, melhores previsões e novas direções de investigação serão uma componente crucial de ferramentas mais avançadas de sugestão de investigação”.

Alice Carqueja, 

Fonte: ZAP

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

OVNI gigante em forma de disco filmado perto da Lua


Esta é uma evidência da existência de um OVNI na Lua, obtido na China usando uma câmara profissional de longo alcance. O vídeo mostra a passagem de uma nave extraterrestre na frente da Lua.

Na sua conta no Twitter, Jaime Maussan partilhou um vídeo que supostamente se refere à presença de um OVNI perto da Lua e que confirma teorias sobre vida extraterrestre.

José Jaime Maussan Flota (nascido em 31 de maio de 1953) é um jornalista mexicano, personalidade de televisão e ovniólogo. Desde 1970 é repórter de vários jornais e emissoras, entre eles El Sol do México, XEX Radio e com a Televisa, trabalhou no noticiário 24 Horas.
“Aconteceu em 29 de setembro de 2022. A enorme nave em forma de disco media cerca de 54 quilómetros de diâmetro”, disse Jaime Maussan.

O vídeo mostra claramente um OVNI em forma de disco. O pesquisador está confiante que esta é uma das imagens mais impressionantes já registadas durante o estudo desse fenómeno, demonstrando a presença de naves de origem extraterrestre movendo-se perto da superfície da Lua.

Pesquisadores de OVNIs estão confiantes que a nossa enigmática Lua pode ter uma origem alienígena sinistra para a qual a humanidade não está preparada. Desde encontros de astronautas com OVNIs, até luzes piscantes e anomalias geométricas na superfície que parecem ser estruturas, é possível que a Lua possa realmente ser o lar de alienígenas antigos ou servir como base de operações.

Fonte: AnomAlien

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Fez-se história: NASA confirma sucesso da missão de defesa planetária DART


A NASA confirmou esta terça-feira que o satélite conseguiu alterar a trajetória do asteroide, pela primeira vez, empurrando-o para fora da sua órbita.

A missão DART da NASA conseguiu, pela primeira vez, alterar a trajetória do asteroide Dimorphos e empurrá-lo para fora da sua órbita natural.

A informação foi confirmada pela agência norte-americana esta terça feira que, em comunicado, salienta que este acontecimento “marca a primeira vez que a humanidade altera deliberadamente a rota de um objeto celeste e é a primeira demonstração em grande escala da tecnologia de desvio de asteroides”.

“Todos temos a responsabilidade de proteger o nosso planeta de origem. Afinal, é o único que temos”, notou Bill Nelson, administrador da NASA.

“Esta missão mostra que a NASA está a tentar preparar-se para qualquer coisa que o universo nos traga. Na NASA temos demonstrado que levamos a sério o nosso papel como defensores do planeta. Este é um momento decisivo para a defesa do planeta e para toda a humanidade, o que demonstra o compromisso da equipa excecional da NASA e dos seus membros de todo o mundo”, acrescentou Nelson.

O sucesso da missão da NASA vai permitir aos astrónomos “avaliar melhor se uma missão como a de DART poderia ser utilizada no futuro para proteger a Terra de uma colisão com um asteroide”, explicou Lori Glaze, diretora da Divisão de Ciências Planetárias da NASA, citada pelo Observador.

A colisão entre o satélite e o asteroide aconteceu a 26 de setembro deste ano e, desde então, “o astrónomos têm estado a utilizar telescópios terrestres para saber há quanto tempo mudou essa órbita”.

A confirmação de sucesso surgiu esta terça-feira, com uma margem de erro de, aproximadamente, dois minutos. É então possível dizer que a órbita do asteroide Dimorphos foi reduzida de 11 horas e 55 minutos para 11 horas e 23 minutos.

 Fonte: ZAP

terça-feira, 27 de setembro de 2022

“Kamikaze” da NASA colidiu com sucesso contra asteroide Dimorphos


A missão DART da NASA foi um aparente sucesso. A agência espacial conseguiu que a sua sonda colidisse com o asteroide Dimorphos.

Esta segunda-feira, a missão DART da NASA culminou com a colisão de uma sonda contra um asteroide. O impacto aconteceu com o asteroide Dimorphos, a 11 milhões de quilómetros da Terra, às 00h14 desta terça-feira.

A missão queria provar que uma nave espacial pode navegar autonomamente para um asteroide e colidir intencionalmente com ele.

Na transmissão em direto da agência espacial norte-americana é possível ver o feito a ser celebrado pela equipa a cargo da missão. A câmara da sonda foi mostrando um fundo preto com um ponto branco, que correspondia ao sistema de asteroides a aproximar-se.

Apesar do aparente sucesso da missão, só entre 2024 e 2026 é que se saberá efetivamente se o “impacto cinético” funciona e se a nave espacial conseguiu alterar a rota do asteroide.

Se a missão tiver sido bem-sucedida, uma órbita completa de Dimorphos em torno de Didymos vai demorar menos 10 minutos do que o habitual: 11 horas e 45 minutos.

Este foi o primeiro teste de defesa planetário levado a cabo pela NASA. O asteroide não representava um perigo para a Terra, mas o sucesso da missão mostrou que estamos preparados para redirecionar potenciais perigos.

O DART viajava a mais de 22.500 km por hora quando atingiu o asteroide, naquilo que tem foi uma das experiências cientificas mais complexas de todos os tempos.

Dimorphos e Didymos são um sistema binário de asteroides, sendo Dimorphos uma “lua” de Didymos. A pequena lua orbita o asteroide maior, e vai passar entre o asteroide maior e a Terra.

Fonte: ZAP

 

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Marinha dos EUA admite ter mais vídeos de OVNIs, mas não espere vê-los em breve


A Marinha dos EUA detém vídeos não vistos de objetos voadores não identificados (OVNIs) - ou fenómenos aéreos não identificados (UAP), como o Departamento de Defesa (DOD) prefere chamar-lhes - mas não divulgará as imagens publicamente porque "prejudicaria a segurança nacional", escreveu um porta-voz da Marinha na quarta-feira (7 de setembro).

O que será que os americanos sabem, sobre "hipotéticos avistamentos" que o mundo desconhece?

Marinha tem guardadas mais imagens e OVNIs...

Esta polémica arrasta-se há vários anos e tem no centro do problema avistamentos que ninguém consegue explicar. São testemunhos de pilotos experientes da marina dos EUA que "viram algo" e não sabem do que se trata. Estas imagens partilhada na altura correram mundo e ninguém consegue taxativamente explicar o que se passou.

Agora, segundo informações, Marinha dos EUA admite ter mais vídeos de OVNIs. Esta conformação veio em resposta a um pedido da Lei de Liberdade de Informação (FOIA) apresentado pelo site de transparência governamental The Black Vault, que já partilhou milhares de páginas de documentos relacionados com OVNIs recebidos através de pedidos da FOIA à CIA e a outras agências governamentais.

O Black Vault apresentou o pedido FOIA à Marinha dos EUA em abril de 2020 - apenas um dia após a Marinha ter desclassificado três vídeos agora famosos filmados por pilotos da Marinha, mostrando aviões de alta tecnologia em movimento de formas aparentemente impossíveis.

O Black Vault solicitou que a Marinha entregasse agora todo e qualquer outro vídeo relacionado com a UAP.

Naves extraterrestres ou tecnologia do "inimigo" impossível de deter?

Passados mais de dois anos, o governo respondeu com uma carta que ambos confirmaram que existem mais vídeos UAP e negaram o pedido de entrega devido a preocupações de segurança nacional.

A divulgação desta informação prejudicará a segurança nacional, uma vez que pode fornecer aos adversários informações valiosas sobre operações, vulnerabilidades e/ou capacidades do Departamento de Defesa.

Nenhuma parte dos vídeos pode ser segregada para divulgação

Escreveu Gregory Cason, vice-diretor do gabinete FOIA da Marinha, numa carta de resposta.

Segundo o vice-diretos, a Marinha só conseguiu desclassificar os três vídeos UAP lançados em abril de 2020 porque os vídeos tinham sido previamente divulgados aos meios de comunicação social e já tinham sido "amplamente discutidos no domínio público".

Conforme refere Cason, a Marinha considerou possível divulgar oficialmente as filmagens "sem mais danos para a segurança nacional".

Curiosamente, na sua resposta ao pedido do The Black Vault, a Marinha não fez quaisquer tentativas para ocultar a existência de vídeos UAP adicionais. Há claramente mais vídeos de encontros inexplicáveis de OVNIs nos ficheiros da Marinha, mas quantos e o que eles retratam terão de permanecer um mistério por agora.

É evidente, contudo, que os militares dos EUA levam muito a sério a potencial ameaça de OVNIs. Em maio de 2022, o DOD realizou a sua primeira audiência pública sobre OVNIs desde os anos 60. A audiência discutiu principalmente um relatório do Pentágono de junho de 2021 que revelou que os pilotos da Marinha dos EUA tinham relatado 144 avistamentos de OVNIs desde 2004.

Mais recentemente, o DOD anunciou que iria receber financiamento federal para abrir um novo gabinete centrado exclusivamente na gestão de relatórios de avistamentos de OVNIs pelo Exército, Marinha e Força Aérea dos EUA.


Fonte: Pplware

terça-feira, 16 de agosto de 2022

É possível construir estruturas com o “poder” das ondas ultrassónicas? Veja o vídeo


A LeviPrint gera um campo de ondas ultrassónicas, sendo capaz de fazer levitar um vasto conjunto de pequenos componentes, posicionando-os em estruturas sem qualquer contacto físico.

Poderá a levitação acústica ser o futuro da construção? Um grupo de investigadores da Universidade Pública de Navarra, em Espanha, e da Universidade de São Paulo, no Brasil, acredita que sim e desenvolveu uma nova máquina, chamada LeviPrint, que usa o “poder” das ondas ultrassónicas para construir estruturas.

Os investigadores, que apresentaram as conclusões do seu estudo na conferência SIGGRAPH 2022, detalham que a LeviPrint gera um campo de ondas ultrassónicas, sendo capaz de fazer levitar um vasto conjunto de pequenos componentes, posicionando-os em estruturas sem qualquer contacto físico.


Como é possível ver no vídeo partilhado pelos investigadores, além de objetos sólidos, a LeviPrint consegue interagir com materiais líquidos, como adesivos para unir componentes. Além disso, através da máquina, é possível reposicionar elementos que estejam já no interior de estruturas.

É certo que, na sua atual fase de desenvolvimento a LeviPrint só tem capacidade para fazer construções de pequenas dimensões, no entanto, os especialistas esperam que, no futuro, a tecnologia poderá ser utilizada para complementar processos de construção e fabrico em múltiplas indústrias.

Os investigadores acreditam que a tecnologia poderá ser particularmente útil para a criação de equipamentos eletrónicos com incluem uma variedade de componentes mais sensíveis, assim como no desenvolvimento de estruturas que requerem a utilização de materiais cuja manipulação pode representar um risco para a saúde humana.

Fonte: SapoTek

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Misteriosa esfera metálica com código secreto caiu em Veracruz, México


Luna, um conhecido meteorologista, diz que um orbe metálico desconhecido com um código secreto e talvez contendo “informações valiosas dentro” caiu do céu numa árvore em Veracruz, México, pouco antes da meia-noite de domingo (31 de julho de 2022.- 23:50). PM.).

As pessoas que o viram cair do céu disseram que o orbe emitiu um som, mas não houve fogo. (Uma filmagem de CCTV mostra o orbe smovendo-se pelo céu antes de cair - Veja o vídeo abaixo.)

Luna, que postou em várias páginas sobre este evento na sua conta do Facebook, sugere que parece ser feito de um plástico muito duro ou uma liga de vários metais e aparentemente tem uma antena.

Observam-se pequenos orifícios que são uma espécie de códigos indecifráveis, mas nenhum orifício ou fenda por onde se possa abrir. Este orbe tem um mecanismo de tempo que, num determinado momento, será aberto por conta própria, mostrando as informações valiosas dentro, disse Luna.

É relatado que no início da manhã (03h15) desta segunda-feira 1 de agosto de 2022 (apenas 3 horas e meia após o impacto) uma equipa altamente treinada do secretário da Marinha do México e/ou do secretário de Defesa Nacional chegou ao local com equipamento especializado, recolhendo o orbe com todas as medidas e protocolos de precaução e transportando para um destino desconhecido além das fronteiras do México.

Algumas pessoas sugerem que o orbe é parte do foguete chinês que caiu na terra em 30 de julho de 2022, mas isso parece impossível, pois a reentrada do foguete foi um dia antes do evento no México, bem como a maioria dos detritos do foguete caiu no oceano perto da Malásia, até mesmo destroços de foguetes foram encontrados em Kalimantan, na Indonésia, e em Sarawak, na Malásia.

É claro que algo caiu do céu no México e as autoridades querem manter em segredo.

O público nunca mais ouvirá falar desse misterioso orbe.
Questão de Segurança Nacional: Fechado!


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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Concept. Investigadores criam colónia espacial com gravidade artificial


A The Glass apresenta uma estrutura em forma de um cilindro.

Um grupo de investigadores da Universidade de Quioto e da empresa de construções Kajima desenvolveu o ‘concept’ de uma estrutura que permitirá viver em outros planetas além da Terra, como é o caso de Marte.

Este ‘concept’ recebeu o nome de The Glass e apresenta a forma de um cilindro com todo o tipo de áreas para tornar a vida dos colonos espaciais o mais confortável possível - com áreas verdes, zonas de água e até transporte público.

Como conta o DesignBoom, A equipa notou que os habitantes desta estrutura poderão desfrutar de gravidade artificial, o que eliminaria grande parte dos potenciais problemas de saúde que a comunidade científica tem identificado como obstáculos à vida fora da Terra.

“Temos a visão de um futuro em que a espécie humana fará da migração entre a Lua e Marte uma realidade na segunda metade do século XXI”, pode ler-se no comunicado da equipa de investigação. “Considerámos uma instalação com gravidade artificial que consiga gerar gravidade equivalente ao ambiente global, usando força centrífuga da rotação do Espaço e da superfície da Lua e de Marte, tornando-se tecnologia nuclear para os seres humanos avançarem para o Espaço”.

Abaixo pode ver um vídeo explicativo sobre o The Glass e, na galeria acima, algumas imagens do projeto.


Fonte: NM

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Milionário comprou um radar gigante da guerra fria e quer encontrar OVNIs


Nem todos concordam com a teoria de que estamos sós no universo. Como tal, algumas pessoas, e até mesmo entidades, insistem que existem alienígenas e que há indícios de tal vida extraterrestre. Nessa linha de ideias, um empresário do mundo da tecnologia britânico relatou na rede social Reddit que procura ajuda para reparar e dar nova vida a uma antena de radar de alerta nuclear da era da Guerra Fria.

O empresário William Sachiti viveu e trabalhou na estação de radar de defesa aérea abandonada da Royal Air Force (RAF) durante cerca de três meses.

"Ajuda! Quero trazer isto de volta à vida"

Estas foram as palavras que escreveu no seu post do Reddit e que juntou uma imagem para ilustrar o tal radar que pretende por de novo em funcionamento. Trata-se de uma gigantesca unidade de radar AMES Type 84. É um prato enorme, com 18 metros de largura e 7 metros de altura, que fica no topo de um pedestal. Ele bombeava microondas para um alcance de 400 km e sinais nas proximidades alertavam sobre a radiação ionizante.

Sachiti afixou anonimamente, mas os Redditors rapidamente descobriram que era ele. A Grã-Bretanha só construiu cinco dos Tipo 84 e os Redditors conseguiram descobrir onde este se encontrava, utilizando algumas ferramentas de inteligência de código aberto.

Além disso, a compra feita por Sachiti da antiga base da RAF e da torre foi uma história noticiada na Grã-Bretanha.

Sachiti disse ter recebido respostas de algumas pessoas que a querem usar para sondar a Lua. No próprio post, alguém lhe perguntou porque é que ele comprou este radar.

Porque me convenci de que pode ser divertido tentar encontrar OVNIs.

Respondeu o empresário britânico.

Claro que recebeu muitas resposta ridículas, mas não faltam também ideias para dar um uso útil e divertido a esta peça tecnológica. Nem que seja tentar captar OVNIs que estejam a passear pela Terra.

OVNIs e extraterrestres já podem estar "pelo nosso meio"

Quando foi questionado sobre o que pensava nas tais provas e indícios ricos da existência dos OVNIs e da possibilidade de alienígenas na vida em geral, o empresário disse que é possível que os extraterrestres já estejam entre nós, mas que são muito mais avançados do que os humanos a ponto de estarem para além da sua consideração.

Sachiti é um robótico e empresário de inteligência artificial cuja empresa Kar-go usa carros autónomos para entregar encomendas pela Grã-Bretanha. Segundo as suas palavras, ele comprou a base porque precisava de terreno para testes e desenvolvimento. Havia fábricas, estradas e abrigos subterrâneos.

Mas a compra veio com mais do que apenas o espaço que ele precisava. O Type 84 é o que é chamado de edifício listado como Grade II. Isso significa que é considerado um monumento histórico de valor cultural significativo para o país e a sua história e não pode ser demolido.

A unidade de radar AMES Type 84 é uma relíquia da era da Guerra Fria. As cinco unidades de radar faziam parte de um sistema de alerta precoce destinado a alertar os militares britânicos se armas nucleares estivessem a caminho. Eles operaram de 1962 a 1994 e usaram microondas que bombeavam uma quantidade impressionante de radiação ionizada.

Houve uma altura em que esta coisa estava operacional, costumava girar quatro vezes por minuto.

A ideia deste empreendedor é colocar de novo o radar a funcionar, mas sem usar a radiação ionizante. Ele pretende usar esta relíquia histórica para algo, seja para encontrar OVNIs, seja para qualquer outra utilidade. Deixar esta peça tecnológica apodrecer não é salvaguardar o património.

Fonte: Pplware

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Cientistas criam um dedo robô “ligeiramente suado” com pele humana viva


Tudo indica que a inovação japonesa pode ter potencial para “construir uma nova relação entre os humanos e os robôs”.

Cientistas japoneses desenvolveram um dedo robótico “ligeiramente suado” em pele viva, num avanço que dizem aproximar-se dos robôs verdadeiramente humanos.

O dedo, que demonstrou ser capaz de se curar a si próprio, é visto como um feito técnico impressionante que esbate a linha entre a carne viva e a máquina. Mas os cientistas estão com opiniões divididas sobre se as pessoas se gostariam da anatomia realista ou se achariam assustadora.

“Estamos surpreendidos com o quão bem o tecido da pele se adapta à superfície do robô”, revelou Shoji Takeuchi, professor na Universidade de Tóquio, que liderou o estudo, publicado a 9 de junho na revista Matter. “Mas este trabalho é apenas o primeiro passo para a criação de robôs cobertos de pele viva”.

A equipa argumenta que os robôs mais realistas seriam capazes de interagir com as pessoas de forma mais natural numa série de situações, incluindo nos cuidados de enfermagem e na indústria de serviços.

“Penso que a pele viva é a solução definitiva para dar aos robôs a aparência e o toque dos seres vivos, uma vez que é exatamente o mesmo material que cobre o corpo dos animais”, referiu Takeuchi, acrescentando ainda que estes avanços tinham o potencial de “construir uma nova relação entre os seres humanos e os robôs”.

Os cientistas já tinham criado enxertos de pele — folhas de pele que podem ser usadas numa cirurgia de reconstrução, por exemplo — mas têm lutado para criar pele viva em objetos tridimensionais e dinâmicos, segundo o The Guardian.

Neste último estudo, a equipa mergulhou pela primeira vez o dedo robótico num recipiente cheio de uma solução de colagénio e fibroblastos dérmicos humanos, os dois principais componentes que fazem parte dos tecidos da pele.

Os componentes revestiram a superfície como se fossem uma primeira mão de tinta, criando uma camada primária, para a próxima camada de células — queratinócitos epidérmicos humanos.

Funcionamento do dedo robótico

Dobrar o dedo para trás e para a frente causou o desenvolvimento de rugas de aspeto natural nos nós dos dedos e, quando lesionada, a pele consegue auto-curar-se como se fosse realmente “humana”, com a ajuda de uma ligadura de colagénio e, de acordo com os cientistas, parece uma pele normal.

Fonte: ZAP

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Cientistas da Universidade de Coimbra criam material altamente promissor para nova geração de dispositivos eletrónicos


Os investigadores acreditam que, no futuro, estas nanopartículas com propriedades especiais poderão ser impressas em grandes superfícies condutoras, a baixo custo.

liderada por Mahmoud Tavakoli, desenvolveu um nanocompósito de metal líquido revestido de grafeno, que pode ser usado como condutor transparente, com aplicações na próxima geração de dispositivos eletrónicos e painéis solares.

A investigação, desenvolvida no âmbito do projeto WoW, do Programa Carnegie Mellon Portugal, e do projeto MATIS-Materiais e Tecnologias Industriais Sustentáveis, através do Programa Portugal 2020, é o tema de capa da última edição da revista Advanced Materials Technologies.

Os investigadores demonstraram, através deste estudo, que nanopartículas de metal líquido revestidas de óxido de grafeno podem ser transformadas em elétrodos semitransparentes e condutores, através de uma técnica de processamento a laser rápida, de baixo custo e escalável, o que poderá ter um grande impacto em áreas como: ecrãs flexíveis, painéis solares flexíveis e até biossensores vestíveis (wearable).


«Os metais líquidos são interessantes porque proporcionam elasticidade e autorregeneração, além de serem excelentes na dissipação térmica. Portanto, este é um passo importante para a aplicação e desenvolvimento de ecrãs muito flexíveis e resistentes», explica Mahmoud Tavakoli, diretor do Laboratório de “Soft and Printed Microelectronic” do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Os investigadores acreditam que, no futuro, estas nanopartículas com propriedades especiais poderão ser impressas em grandes superfícies condutoras, a baixo custo. «As partículas de metal líquido encapsuladas de grafeno são uma classe nova e promissora de compósito bifásico, com aplicação na próxima geração de dispositivos eletrónicos. Nós demonstrámos que é possível fabricar de forma rápida (em poucos segundos), a baixo custo e em larga escala, estes novos elétrodos. Esta solução é primeiro depositada sobre o substrato por meio de revestimento por pulverização e, em seguida, processada através de um laser de baixo custo. Isso permite simultaneamente a redução, afinamento, extração e padronização com alta resolução dos filmes depositados», afirma o investigador do ISR da FCTUC.

A composição do novo material e o método de fabrico apresentado neste estudo representam assim um passo importante para a produção em larga escala e a baixo custo de grandes elétrodos baseados em grafeno. O próximo passo da investigação será, de acordo com Mahmoud Tavakoli, «explorar o uso de outros tipos de lasers para melhorar a condutividade ou transparência dos elétrodos, bem como estudar aplicações desta técnica nas áreas de eletrónica de filmes finos, sensores de gás e humidade e dispositivos de armazenamento de energia».


Cristina Pinto

Fonte: UC

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Avistamentos de OVNIs são "frequentes". Pentágono quer saber origem


Grupo que investiga avistamentos admite que possam representar uma ameaça à segurança.

Funcionários do serviço de inteligência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos garantiram, esta terça-feira, que o Pentágono está comprometido em determinar a origem dos Fenómenos Aéreos Não Identificados (UAPs, na sigla em inglês) – conhecidos por OVNIs – e alertam que os avistamentos são “frequentes e contínuos”.

As declarações surgiram numa primeira audiência pública no Congresso dos Estados Unidos sobre OVNIS, onze meses depois de um relatório do governo documentar mais de 140 casos de UAPs observados desde 2004 por militares.

Scott Bray, vice-diretor de Inteligência Naval dos EUA, recordou o relatório, publicado em junho, referindo que o número aumentou de 140 para 400 casos.

“Está claro que muitos dos avistamentos são objetos físicos, com base nos dados que temos”, afirmou.

Já Ronald Moultrie, subsecretário de Defesa para Inteligência e Segurança dos EUA, alertou para os riscos que estes UAPs podem representar para a “segurança”.

“Sabemos que os nossos membros do serviço encontraram fenómenos aéreos não identificados e, como os UAPs representam potenciais riscos de segurança de voo e segurança geral, estamos comprometidos com um esforço concentrado para determinar as suas origens”, disse Moultri, que supervisiona o Grupo de Sincronização de Gestão e Identificação de Objetos Aerotransportados do Pentágono (AOIMSG), dedicado a esta investigação.

Apesar de admitirem que alguns deste fenómenos possam ser enquadrados em categorias como interferências de radar, eventos climáticos naturais ou sistemas adversários estrangeiros, os responsáveis admitem que muitos dos avistamentos continuam por explicar.

Fonte: NM

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Primeiro aeroporto para carros voadores foi inaugurado no Reino Unido


Sim, leu bem o título e não há nenhum engano. Foi realmente inaugurado no Reino Unido aquele que é o primeiro aeroporto destinado aos carros voadores.

No entanto, e talvez como será compreensível, as novas instalações ainda não estão abertas ao público e nenhum carro voador poderá, para já, descolar no espaço designado Air-One.

Air-One: o primeiro aeroporto para carros voadores

Na semana passada foi inaugurado o primeiro aeroporto para carros voadores no Reino Unido. A responsável pelo projeto é a Urban-Air Port, sediada no país e criadora de infraestruturas terrestres para táxis e drones de entrega autónomos.

E pelas mãos desta empresa foi então agora inaugurado no dia 25 de abril o aeroporto designado Air-One, que será então um "vertiport" que vai servir como um hub para veículos elétricos de descolagem na vertical (eVTOL).

O projeto teve apoio do governo do Reino Unido e a Urban-Air Port vai então operar o Air-One durante pelo menos um mês na cidade de Coventry. O objetivo é que seja definido um plano para os mais de 200 "vertiports" que esperam abrir em todo o mundo ao longo dos próximos cinco anos.

De acordo com Ricky Sandhu, fundador e CEO da Urban-Air Port, em comunicado ao Aviation24.be:

A inauguração da Air-One é um momento importante – o ponto de partida para uma nova era de transporte, uma era de emissões zero e viagens sem o congestionamento entre e dentro das cidades que tornarão as pessoas mais saudáveis, mais felizes e mais conectadas do que nunca.

Os carros têm estradas. Os comboios têm linhas. Os aviões têm aeroportos. Agora, os eVTOLs têm um Urban-Air Port.


No entanto, para já, o Air-One ainda não permite descolagens, mas várias estruturas do aeroporto podem estar operacionais em breve.

O aeroporto vai contar com vários serviços, desde o comando e controlo do veículos voadores, carregamento eVTOL, carregamento de carga para drones não tripulados e ainda voos de demonstração. E assim que os objetivos estejam concluídos em Coventry, o Air-One vai estabelecer-se noutros locais do Reino Unido e noutras regiões do mundo, para que as demonstrações possam ser testadas em diferentes ambientes e configurações.

Os locais onde futuramente estes "vertiports" podem ser instalados são Los Angeles, Austrália, Coreia do Sul, França e Alemanha.

Estima-se que, ao longo dos próximos 20 anos, o mercado de mobilidade aérea avançada possa atingir 1 bilião de dólares, com cerca de 9% de crescimento anual. Contudo, a NASA indica que a maior limitação é a falta de infraestruturas. E é esse mesmo o problema que a Urban-Air Port pretende solucionar.

Fonte: Pplware

sexta-feira, 4 de março de 2022

James Webb vai estudar um sistema com sete planetas semelhantes à Terra


Há cinco anos foi descoberto um sistema planetário singular, ao qual foi dado o nome de TRAPPIST-1. Agora, o Telescópio Espacial James Webb será direcionado para ele, por forma a estudar os sete planetas e perceber se poderiam acolher vida extraterrestre.

Este sistema planetário é um dos mais estudados depois do nosso próprio Sistema Solar.

O Telescópio Espacial James Webb será mais um par de olhos dos cientistas no espaço. Estes esperam descobrir, com a ajuda do objeto da NASA, se estamos, ou não, sozinhos no Universo. O telescópio dirigir-se-á a um sistema planetário singular que foi descoberto há cinco anos, através de telescópios na Terra e no espaço, e ao qual foi dado o nome de TRAPPIST-1.

A estrela anã vermelha chamada TRAPPIST-1 é orbitada por um conjunto de sete exoplanetas semelhantes à Terra e, por isso, o sistema é um alvo curioso para o James Webb.

Que tipos de planetas poderiam hospedar vida extraterrestre? O Telescópio Espacial James Webb ajudará a abordar esta questão, olhando para o TRAPPIST-1, um sistema de sete planetas rochosos que orbitam uma estrela frágil.

Disse a NASA.

Localizados a quase 235 biliões de quilómetros de nós, esses sete planetas têm potencial para albergar água. Aliás um estudo mais aprofundado sugeriu que alguns poderiam reservar muito mais água do que os oceanos da Terra, sob a forma de vapor para os planetas mais próximos da sua estrela, água líquida para os centrais, e gelo para os mais afastados.


Um estudo levado a cabo em 2021 revelou que é possível que os planetas do sistema TRAPPIST-1 sejam constituídos por elementos semelhantes, embora diferentes da Terra. Ou seja, eles serão planetas rochosos, compostos por ferro, oxigénio, magnésio e silício. Além disso, a NASA já havia mencionado que três desses sete planetas estão localizados na zona habitável do sistema.

Irá o James Webb descobrir outras Terras?

O Telescópio Espacial James Webb procurará sinais de atmosferas nos planetas, dando especial atenção ao quarto, o TRAPPIST-1e. Isto, porque a NASA revelou que este está mesmo no meio daquilo a que os cientistas chamam de zona habitável. Isto é, está à distância ideal da sua estrela para permitir água líquida na superfície.

Embora o Telescópio Espacial Hubble não tivesse a capacidade de determinar se os planetas possuem atmosferas potencialmente habitáveis, as suas avaliações acrescentaram informação sobre a habitabilidade.

A esperança é que vejamos dióxido de carbono, uma característica realmente forte, mesmo no comprimento de onda [detetável pelo] Webb. Assim que soubermos onde há pequenas coisas a atingir o pico acima do ruído, podemos voltar atrás e fazer um olhar de resolução muito superior nessa área.

Disse Nikole Lewis, uma cientista planetária da Cornell University.

Fonte: Pplware

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

NASA expande sistema de telescópios e agora consegue rastrear asteroides por todo o céu


O complexo sistema operado pelo Instituto para Astronomia (IfA, na sigla em inglês) da Universidade do Havai, nos Estados Unidos, recebeu a ajuda de dois novos telescópios no Hemisfério Sul.

Chamado Sistema de Último Alerta de Impacto Terrestre de Asteroide (ATLAS, na sigla em inglês) o aparelho era formado por dois telescópios no Havai, no Hemisfério Norte, e agora o total chegou a quatro, com a adição de estruturas no Chile, no observatório El Sauce, e na África do Sul, na Estação de Observação de Sutherland.

"Um asteroide que vai chocar com a Terra pode chegar a qualquer momento e de qualquer direção, por isso o ATLAS monitoriza todo o céu, todo o tempo", disse o investigador chefe do ATLAS, John Tonry, em entrevista ao Phys.org.

Com o término das obras e testes operacionais nos telescópios do Hemisfério Sul, agora o sistema ATLAS consegue rastrear todo o céu a cada 24 horas. A chegada dos dois novos telescópios possibilita que o sistema monitoriza o céu enquanto faz dia no Havai. O ATLAS é o primeiro sistema no mundo capaz de fazer uma monitorização completa do céu em apenas um dia.

O ministro Blade Nzimande saudou a chegada do novo telescópio de rastreio de asteroides na África do Sul, parte do projeto ATLAS financiado pela NASA. ATLAS-Sutherland já detectou dois novos asteroides!

A partir de agora o ATLAS consegue detectar asteroides com diâmetro de 20 metros, o suficiente para destruir uma cidade, com 24 horas de antecedência. Já asteroides maiores, com diâmetro superior a 100 metros, são mais fáceis de detectar e podem ser localizados até três semanas de antecedência.

Segundo os especialistas, a colisão com a Terra de um asteroide de 100 metros causaria uma destruição cerca de dez vezes maior do que a erupção do vulcão Tonga, no oceano Pacífico.

O conjunto de telescópios, com as duas unidades do Havai, está em funcionamento desde 2017 e faz parte dos investimentos da NASA na melhoria do rastreio de objectos perto da Terra (NEO, na sigla em inglês). Até hoje o sistema já detectou mais de 700 asteroides e 60 cometas.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Módulo de foguetão da Space X em risco de colidir com a Lua em março


O Falcon 9 foi lançado em 2015, mas o seu módulo superior ficou "abandonado" num local sem combustível nem energia. Especialistas dizem que, "muito provavelmente", irá atingir o lado mais distante da Lua, perto do Equador, a 4 de março.

Sete anos depois do lançamento da missão interplanetária da Space X, uma parte do Falcon 9 poderá estar em rota de colisão com a Lua. O foguetão foi originalmente lançado na Flórida, em fevereiro de 2015, mas o seu módulo superior acabou por ficar "abandonado" num local sem "combustível para regressar à Terra", nem "energia para escapar da gravidade Terra-Lua". Os especialistas avançam que a colisão poderá acontecer em março.

O anúncio foi feito pelo analista de dados Bill Gray, que escreve o Project Pluto, um software especializado na deteção de objetos próximos da Terra. Citado pelo The Guardian, Gray adianta que o módulo superior do Falcon 9 irá "muito provavelmente" atingir o lado mais distante da Lua, perto do Equador, a 4 de março.

O analista acrescentou que o objeto "fez um sobrevoo lunar próximo a 5 de janeiro", mas vai causar "um certo impacto a 4 de março". De acordo com observadores do espaço, o foguetão, que pesa quatro toneladas, deverá colidir com a superfície da Lua a uma velocidade de 2,58km/segundo.

O local exato da colisão é incerto devido ao efeito imprevisível da luz solar sobre o foguetão e à "ambiguidade na medição dos períodos de rotação", que podem alterar ligeiramente a sua órbita. Gray afirma que eram necessárias mais observações para ter uma ideia mais precisa sobre o tempo e a localização da colisão.

Quanto à possibilidade de a colisão ser vista da Terra, Gray diz que provavelmente passará despercebida. "A maior parte da Lua está no caminho e, mesmo que estivesse do lado mais próximo, o impacto ocorre alguns dias após a Lua Nova."

Jonathan McDowell, astrofísico da Universidade de Harvard, escreveu numa publicação na rede social Twitter que a colisão, prevista para março, "é interessante, mas não é grande coisa".
Os especialistas na matéria acreditam, contudo, que a colisão poderá fornecer dados importantes. Também citado pelo jornal britânico, o meteorologista Eric Berger considera que o acontecimento permitirá a observação de material subterrâneo que será ejetado do foguetão devido ao impacto da colisão. Já Bill Gray diz que está "a torcer por um impacto lunar".

Fonte: TSF

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

OVNIS: Aviso à Navegação dos Açores


Chegou ao meu conhecimento, uma ocorrência anómala tipo (OVNI) na costa norte da ilha de São Miguel.

No dia 26 de dezembro de 2021 pelas 16 horas e 35 minutos foi observado na costa norte da ilha de São Miguel na zona entre (Capelas, São Vicente, Fenais da Luz, Calhetas…) algo mais conhecido pelo termo de OVNI – Objecto Voador Não Identificado.

O referido objecto foi observado a uma altura considerável e tinha a forma de um aspirador robot, tinha várias luzes.

A testemunha afirma que não era um drone, pois conhece bem esse tipo de aparelho, porque é proprietário de um drone.

Certamente seria idêntico à imagem abaixo publicada:


Caso alguém tenha observado a referida ocorrência agradecia que enviasse mensagem para o seguinte correio electrónico: oliveriogomes@gmail.com

A testemunha desta situação deseja muito contactar com outras testemunhas da possível observação.

Desde já os meus agradecimentos pela vossa colaboração.
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