Mostrar mensagens com a etiqueta Astronomia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Astronomia. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Podem existir cerca de 6 mil milhões de planetas semelhantes à Terra na Via Láctea


Podem existir mais de 6 mil milhões de planetas semelhantes à Terra na Via Láctea, concluiu uma nova investigação levada a cabo por cientistas da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), nos Estados Unidos.

Um planeta é considerado semelhante à Terra se cumprir uma série de requisitos: deve ser rochoso, do tamanho do nosso planeta, orbitar estrelas do tipo do Sol (do tipo G) e estar entre a zona habitável da sua estrela, referem em comunicado, citado pelo portal Phys.

Para chegar à nova estimativa, os cientistas calcularam uma nova proporção entre a quantidade de planetas semelhantes com a Terra para cada estrela do tipo G – também chamada de anã amarela – já identificada na Via Láctea.

“Os meus cálculos apontam para um limite superior ao de 0,18 planetas do tipo da Terra por estrela do tipo G”, começou por explicar a cientista da universidade norte-americana Michelle Kunimoto, também co-autora novo estudo publicado no The Astronomical Journal.

E o seu colega Jaymie Matthews completou: “A nossa Via Láctea tem até 400 mil milhões de estrelas. Destas, 7% são do tipo G. Isto significa que menos de seis mil milhões de estrelas podem ter planetas semelhantes à Terra na nossa galáxia”.

Estimativas anteriores chegaram a apontar proporções que variavam entre 0,02, até mais de um exoplaneta por estrela do tipo do Sol.

Para chegar às novas estimativas, os cientistas da UBC recorreram a uma técnica conhecida como modelagem direta. Tal como explicou Kunimoto, o processo científico começou a partir de uma simulação de toda a população de exoplanetas em torno de mais de 200 mil estrelas estudadas pelo telescópio espacial Kepler.

A equipa classificou depois cada astro como “detetado” ou “perdido”, de acordo com a com a probabilidade de o algoritmo dos próprios cientistas identificar os exoplanetas.

“Depois, comparei os planetas ‘detetados’ com o meu catálogo real de planetas. Se a simulação produz uma resposta próxima, então a população inicial [dos catálogos] é provavelmente uma boa representação da população real de planetas que orbitam as estrelas”, sintetizou a co-autora do estudo.

Fonte: ZAP

sábado, 13 de junho de 2020

Teoria diz que afinal estamos a viver em 2012 e o "Mundo vai acabar a 21 de junho"


Calendário maia foi mal interpretado e há quem acredite que a atual pandemia do novo coronavírus foi um presságio de que o pior está para vir.

Têm sido várias as piadas na Internet com todos os acontecimentos negativos que têm assombrado o ano de 2020: os violentos incêndios na Austrália, a morte de Kobe Bryant, a pandemia do novo coronavírus, a 'saída' de Harry e Meghan da Família Real britânica ou a invasão de vespas gigantes assassinas nos EUA são alguns dos exemplos que vários internautas apresentam como prova de 2020 ser 'O pior ano de sempre'. 

Depressa surgiram as comparações ao ano de 2012 quando, segundo o calendário maia, seria o fim do Mundo. Ora acontece que a teoria pode não ser tão estapafúrdia...

Um grupo de teóricos da conspiração assegura que o calendário maia estava certo, mas que foi mal interpretado. Segundo dizem, estamos atualmente em 2012 e o Mundo irá, de facto, acabar a 21 de junho.

A bizarra teoria sustenta-se num erro de contagem feito. O calendário Gregoriano, quando foi introduzido em 1582, terá 'cortado' 11 dias de cada ano, para melhor representar o tempo que a Terra leva a orbitar em volta do Sol.

Ainda que 11 dias não pareçam muito, ao longo de 286 anos depressa ganham outra dimensão. Um cientista, Paolo Tagaloguin, comentou no Twitter que, de facto "deveríamos tecnicamente em 2012". "Por 268 anos a usar o calendário Gregoriano (1752-2020)x11 dias = 2948 dias. 2948 dias/365 dias (por ano)= 8 anos."

Este cálculo significa que, seguindo o raciocínio, na realidade 21 de junho de 2020 é 21 de dezembro de 2012 - precisamente o dia que, segundo o calendário maia, o Mundo irá acabar. 

A teoria já está a ganhar adeptos nas redes sociais.

Entretanto a NASA já tinha comentado a insólita teoria: "Tudo isto começou com afirmações de que Nibiru, um suposto planeta descoberto pelos sumérios, iria colidir com a Terra. 

A catástrofe estava 'prevista' para maio de 2003, mas quando nada aconteceu mudaram a data para dezembro de 2012 e ligaram-na ao fim de um dos ciclos do calendário maia, no solstício de inverno de 2012 (21 de dezembro). 

Não há quaisquer provas que qualquer catástrofe venha acontecer, são tudo suposições, invenções".

Fonte: CM

NASA “mostra as várias cores” de Fobos, a maior lua marciana


Novas imagens térmicas capturadas pela sonda Mars Odyssey da NASA apresentam Fobos, a maior das duas luas de Marte, com cores diferentes.

As imagens agora divulgadas e captadas através de uma câmara infravermelha da sonda, fornecem informações sobre a composição e as propriedades físicas desta lua de Marte, explicou a agência espacial norte-americana em comunicado.

Em algumas ocasiões, este satélite aparece envolto em sombras, havendo ainda outros momentos em que está completamente banhado pela luz solar.

NASA

No passado 25 de fevereiro, Fobos foi observada durante um eclipse lunar, durante o qual Marte bloqueou totalmente a luz solar desta luz, gerando as temperaturas mais baixas já registadas pelos cientistas neste satélite.

Os termómetros chegaram aos -123 graus Celsius.

“Estas observações também estão a ajudar a caractertizar a composição de Fobos. As futuras observações fornecerão uma imagem mais completa das temperaturas extremas na superfície da Lua”, disse o especialista Christopher Edwards, da Universidade do Norte do Arizona, nos Estados Unidos, que liderou o processamento e a análise das imagens.

Fonte: ZAP

terça-feira, 9 de junho de 2020

NASA alerta para aproximação de mais 5 asteroides à Terra


A NASA advertiu sobre uma nova série de cinco asteroides que se aproximam da Terra esta semana, e recordou sobre a necessidade de desenvolver sistemas de defesa planetária contra estes corpos celestes.

O evento começou com dois asteroides, o 2013 XA22 e o 2020 KZ3, de 94 e 20 metros respectivamente, que passaram próximo de nosso planeta esta segunda-feira (8), a distâncias de 2,9 milhões e 1,2 milhão de quilómetros, conforme a agência espacial norte-americana.

A distância média entre a Terra e a Lua é de 385 mil quilómetros, pelo que o 2020 KZ3 não representa qualquer ameaça para o nosso planeta.

O próximo, 2020 KY, que mede 20 metros de diâmetro, surgirá esta quarta-feira (10) e passará a uma distância segura de 6,6 milhões de quilómetros.

Ele será seguido por outro asteroide de tamanho semelhante, que se aproximará a 5,8 milhões de quilómetros na quinta-feira (11). No mesmo dia, outro asteroide de 18 metros passará a uma distância de 3,7 milhões de quilómetros.

Embora nenhum dos cinco asteroides represente perigo, eles ainda podem ser considerados preocupantes, já que quatro deles foram detectados apenas em meados do mês passado, de maneira que, caso fossem uma ameaça à Terra, a Humanidade teria muito pouco tempo para se preparar para evitar o impacto ou desviá-los.

É a segunda semana consecutiva que ao menos cinco asteroides passam próximo da Terra, algo que recorda a ameaça potencial que estes objectos representam para a Terra, assim como a necessidade de desenvolver um sistema de aviso prévio.

Fonte: Sputnik News

sábado, 6 de junho de 2020

Astrónomos descobrem “réplica” do Sol e da Terra a três mil anos-luz


O que diferencia esta descoberta de outros exoplanetas parecidos com a Terra é que a sua estrela tem uma semelhança impressionante com o nosso Sol.

Entre os dados da missão Kepler, uma equipa de investigadores identificou um candidato planetário semelhante à Terra, o KOI-456.04, situado na zona habitável da sua estrela, a Kepler-160, escreve o site IFLScience.

“O KOI-456.04 é relativamente grande quando comparado a muitos outros planetas considerados potencialmente habitáveis. Mas é a combinação do seu tamanho (menos do dobro do planeta Terra) e a sua estrela de tipo solar que o torna tão especial e familiar”, afirma em comunicado René Heller, do Instituto Max Planck para a Pesquisa do Sistema Solar, na Alemanha, e principal autor do estudo publicado na revista científica Astronomy and Astrophysics.

Localizada a mais de três mil anos-luz da Terra, a Kepler-160 tem cerca de 1,1 vezes o tamanho do Sol e uma temperatura de superfície de 5200˚C, só menos 300 graus do que a nossa estrela.

Já se sabia que tem dois exoplanetas – Kepler-160 b, uma super-Terra rochosa, e Kepler-160 c, um gigante gasoso semelhante a Neptuno –, mas as suas órbitas estão muito próximas da estrela e acredita-se que sejam demasiado quentes para serem habitáveis.

Entretanto, a equipa criou um novo algoritmo de busca que poderia identificar com mais precisão a presença de planetas mais pequenos. Foi então que encontrou o KOI-456.04. Com um período orbital muito semelhante ao da Terra, de 378 dias, este planeta fica a uma distância da Kepler-160 propícia à existência de água líquida.

Além disso, escreve o mesmo site, o KOI-456.04 poderá receber cerca de 93% da quantidade de luz solar que experienciamos na Terra. Os investigadores sugerem que, se tivesse uma atmosfera inerte com um efeito estufa semelhante ao do nosso planeta, a sua temperatura na superfície seria de cerca de 5°C, aproximadamente 10°C a menos do que a temperatura média a que estamos habituados.

Análises posteriores revelaram ainda um quarto planeta, o Kepler-160 d, responsável pelas variações anteriormente verificadas pelos cientistas no período orbital do Kepler-160 c. Este planeta tem entre uma e 100 massas terrestres e um período orbital de 7 a 50 dias.

No entanto, foi o KOI-456.04 que ‘roubou’ a atenção dos astrónomos, embora ainda não tenha atingido os 99% de referência necessários para a confirmação completa de que é um planeta. A equipa acredita que vai ter de esperar por futuras missões espaciais, como da nave espacial PLATO, da Agência Espacial Europeia (ESA), para obter a validação completa.

Fonte: ZAP

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Encontrados fragmentos de meteorito que caiu na Espanha em 1703


Pesquisadores da Catalunha encontraram os restos de um raro meteorito que caiu na região no Natal de 1703.

Uma equipe de pesquisadores, liderada pelo professor Jordi Llorca da Universidade Politécnica da Catalunha, descobriu dois fragmentos do meteorito de Barcelona, que caiu em 25 de dezembro de 1703 no município catalão de Terrassa, segundo comunicou a instituição.

Pesquisador Jordi Llorca estuda fragmentos do meteorito de Barcelona

Llorca explicou que até agora se acreditava que nenhum fragmento deste objecto espacial teria sido preservado. Seus pedaços, de 50 e 34 gramas, foram encontrados em um frasco de vidro junto com uma etiqueta incompleta, na colecção da família Salvador, de Barcelona.

A família pertence a uma famosa linhagem de naturalistas locais, que entre os séculos XVII e XIX reuniram importantes colecções científicas, conforme o recente estudo publicado pela revista Meteoritics and Planetary Science.

Os resultados de diferentes análises realizadas com o uso de tecnologias avançadas, como a tomografia de raios X, microscopia e micro sonda electrónica, revelaram que os fragmentos são compostos por silicatos e pequenas partículas metálicas, o que permitiu chegar à conclusão de que o meteorito era proveniente de um asteroide primitivo que orbitava entre Marte e Júpiter.

Fragmentos catalogados de meteorito na Universidade Politécnica da Catalunha (Espanha)

Além do mais, os cientistas compararam os fragmentos com outros quatro meteoritos que caíram ou foram encontrados na Catalunha entre 1851 e 1905, concluindo que os fragmentos recentemente descobertos são diferentes e não podem ser confundidos com os demais. "Este estudo científico [...] É uma janela para observar a formação e evolução do Sistema Solar", salientou Llorca e agregou que o meteorito de Barcelona é "o sétimo mais antigo" conservado em todo o mundo.

Fonte: Sputnik News

quarta-feira, 3 de junho de 2020

O Oumuamua pode ser um icebergue de hidrogénio (e um dos objetos mais raros do Universo)


Uma equipa de astrónomos da Universidade de Yale e da Universidade de Chicago propôs uma nova descrição para o Oumuamua, o primeiro objeto interestelar a passar pelo nosso Sistema Solar.

De acordo com a nova teoria dos cientistas de Yale e Chicago, o misterioso Oumuamua pode ser um pedaço raro de gelo de hidrogénio.

De acordo com o Wired, existem apenas alguns lugares no Universo capaes de criar um icebergue de hidrogénio. No entanto, os cientistas por trás desta nova teoria garante que, se o visitante interestelar for, de facto, um icebergue de hidrogénio, muitas das suas bizarras propriedade passariam a fazer sentido.

Uma das coisas mais difíceis de explicar sobre o caminho de Oumuamua através de nosso Sistema Solar é a forma como acelerou o seu voo à medida que viajava. Os cometas aceleram, mas não havia indicação de que Oumuamua dependesse desse mecanismo.

Porém, se o Oumuamua fosse um icebergue de hidrogénio, o gelo em gradual sublimação impulsioná-lo-ia para a frente.

“Quando o Oumuamua passou perto do Sol e recebeu o seu calor, o derretimento do hidrogénio teria saído rapidamente da superfície gelada, fornecendo a aceleração observada e também arrastando o Oumuamua até à sua forma estranha e alongada”, disse Gregory Laughlin, co-autor do estudo, em comunicado.

“Embora a ideia do icebergue de hidrogénio ser um pouco exótica, explica todas as coisas misteriosas do Oumuamua”, disse o principal aautor do estudo Darryl Seligman, em declarações ao Wired.

Os icebergues de hidrogénio são extraordinariamente incomuns. O hidrogénio não solidifica, a menos que a temperatura caia apenas alguns graus acima do zero absoluto, a temperatura teórica mais baixa do Universo. Somente estruturas cósmicas chamadas nuvens moleculares gigantes atingem essa temperatura.

Os cientistas de Yale traçaram o curso de Oumuamua através de uma dessas nuvens, onde se pode ter formado inicialmente como uma nuvem de poeira e hidrogénio. Porém, a menos que os astrónomos consigam intercetar o estranho objeto, será uma teoria difícil de provar.

O estudo, disponível desde maio na plataforma de pré-publicação ArXiv, foi aceite pela revista científica The Astrophysical Journal.

O Oumuamua, ou “Mensageiro das Estrelas”, está rodeado de mistérios desde o dia em que foi descoberto por astrónomos da Universidade do Hawai, em outubro de 2017.

Depois de constatar mudanças na velocidade do seu movimento, o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian sugeriu que o asteróide poderia ser uma “sonda” enviada à Terra intencionalmente por uma “civilização alienígena”.

No último ano, o mundo da astronomia debruçou-se no estudo do corpo celeste e as mais várias teorias já foram apresentadas em artigos científicos: desde o seu passado violento, passando pela possibilidade de ser um sistema binário, e até o provável local de onde veio o Oumuamua.

Investigadores também sugeriram que milhares de objetos semelhantes ao Oumuamua podem estar presos no Sistema Solar.

Fonte: ZAP

terça-feira, 2 de junho de 2020

Até sábado? Asteroide de grande diâmetro aproxima-se da Terra, adverte NASA...


Asteroides da classe Aton passam a maior parte da vida dentro da órbita da Terra, e de vez em quando chegam muito perto do nosso planeta, provocando receios de uma colisão iminente.

O Centro de Estudos de Objectos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês) da NASA informou que o asteroide 2002 NN4, denominado 163348, se aproximará da Terra no dia de 6 de junho.

O corpo celeste tem entre 250 a 570 metros de comprimento, com base na forma como reflecte a luz, e é considerado "potencialmente perigoso" pela NASA devido à distância com que vai passar perto da Terra.

No entanto, este asteróide é maior que o arranha-céu Empire State Building de Nova Iorque, que tem 443 metros de altura. Esta rocha espacial vai passar pelo nosso planeta a uma distância de cerca cinco milhões de quilómetros.

Segundo a NASA, o 2002 NN4 é maior que 90% dos asteróides observados, o que faz com que seja analisado com muita atenção, aponta portal SpaceReference.org.

Em 6 de julho, a rocha espacial se aproximará do nosso planeta a uma velocidade de 11 quilómetros por segundo, sendo esta uma das próximas 30 passagens previstas para as próximas décadas.


Fonte: Sputnik News

segunda-feira, 1 de junho de 2020

FAST: Um dos maiores telescópios do mundo pode começar a "caça" aos aliens em setembro


O FAST, também conhecido como Tianyan, ou “olho do céu” em português, concluiu o seu período de três anos de testes em janeiro e parece estar pronto para procurar vida no espaço já em setembro.

O Five-hundred-metre Aperture Spherical Telescope (FAST), conhecido por ser um dos maiores rádiotelescópios do mundo, está oficialmente funcional desde janeiro de 2020. Com uma estrutura de 500 metros, o FAST poderá começar a procurar por vida no espaço já a partir de setembro, de acordo com uma notícia avançada pelo site ChinaTechCity.

Com uma extensão equivalente a 30 campos de futebol, o FAST demorou cerca de cinco anos a ser construído e está localizado na província de Guizhou, uma das zonas mais pobres e montanhosas da China. A sua superfície composta por 4.450 refletores triangulares faz com que tenha a mais elevada sensibilidade de deteção de sinais vindos do espaço, servindo para observar fenómenos relacionados com matéria negra e até procurar vida extraterrestre.

O FAST é uma das prioridades na estratégia espacial da China, sendo que o seu desenvolvimento rondou valores na ordem dos 180 milhões de dólares. No entanto, a sua construção implicou um “custo” em particular. Cerca de 9.100 pessoas que residiam num raio de 5 km da estrutura foram obrigadas a abandonar as suas casas. Em questão estariam os efeitos negativos do campo de ondas sonoras e eletromagnéticas na população em seu redor.

O Governo chinês tem como objetivo levar um Homem à Lua até 2036, seguindo as ambições da NASA em chegar de novo ao satélite natural da Terra numa missão tripulada em 2024. Depois de ter revelado que o primeiro foguetão SLS (Space Launch System) do programa Artemis já está construído e pronto para uma “maratona” de testes, a agência espacial norte-americana está também a treinar um rover lunar para encontrar depósitos de água gelada no pólo sul da Lua.

Fonte: TekSapo

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Confirmada existência de outra 'Terra' orbitando estrela mais próxima do Sistema Solar


Astrónomos confirmaram existência de um planeta com características semelhantes à Terra a cerca de 4,2 anos-luz de distância do Sol, na zona habitável do sistema estelar Proxima Centauri.

Segundo o estudo, publicado na revista Astronomy & Astrophysics, as primeiras pistas sobre o planeta rochoso Proxima b foram encontradas em 2016, mas as pesquisas mais recentes se basearam em dados do novo espectrógrafo ESPRESSO, permitindo calcular com mais exactidão suas características.

Pesquisadores da Universidade de Genebra (UNIGE) observaram que o exoplaneta é pouco maior que a Terra, localiza-se na zona habitável de seu sistema estelar e completa uma órbita em torno de sua estrela a cada 11,2 dias.

As novas medições revelaram que, embora o Proxima b seja cerca de 20 vezes mais próximo de sua estrela do que a Terra do Sol, ele recebe aproximadamente a mesma quantidade de energia.

Os cientistas estimam que a temperatura da superfície desse exoplaneta pode variar de -90 a 30 graus Celsius, sugerindo que poderia ser encontrada água líquida em sua superfície.

Determinar dados mais precisos sobre o Proxima b é um grande passo na busca pela vida em exoplanetas, acredita a equipe de cientistas.

"Estamos realmente satisfeitos que o ESPRESSO possa produzir medições ainda melhores, e é gratificante e recompensador pelo trabalho em equipe nos últimos quase 10 anos", disse Francesco Pepe, líder da equipe de pesquisa, citado pelo Science Daily.

Embora o Proxima b seja um candidato ideal para a pesquisa de biomarcadores, os cientistas sabem que ainda há um longo caminho a percorrer antes que possam sugerir a existência de vida na superfície do planeta. 

Uma das desvantagens é que a estrela Proxima Centauri é uma anã vermelha activa que bombardeia seu planeta com altos níveis de raios X, aproximadamente 400 vezes mais que a Terra.

Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Portugal vai fazer parte do projeto de construção do maior telescópio solar da Europa


O Telescópio Solar Europeu será instalado nas Ilhas Canárias e deverá começar a observar a atividade do Sol a partir de 2027, colmatando as lacunas das atuais ferramentas espaciais e terrestres. O projeto poderá desempenhar um papel importante na prevenção e mitigação do impacto das tempestades solares na Terra.

A Portugal Space vai participar no desenvolvimento do novo Telescópio Solar Europeu (TSE). A Agência Espacial Portuguesa integra agora a direção do consórcio de 30 instituições de 18 países que vai estudar a viabilidade científica e económica do projeto que tem em vista a construção do maior telescópio solar alguma vez construído na Europa.

Em comunicado, a Portugal Space explica que, após a fase preparatória que terminará no fim de 2020, o consórcio e as organizações financiadoras do projeto vão traçar um plano detalhado acerca da instalação do telescópio, analisando os custos e os possíveis riscos. Ao todo, estima-se que o projeto tenha um custo de obra de 180 milhões de euros.

Com um espelho primário de quatro metros, construído e operado pela Associação Europeia de Telescópios Solares, o TSE vai permitir colmatar as lacunas das atuais ferramentas espaciais e terrestres.


De acordo com a Agência Espacial Portuguesa, o TSE conseguirá examinar a união magnética na atmosfera solar, desde as camadas mais profundas da fotosfera até aos estratos mais altos da cromosfera. Além disso, poderá dar a conhecer os atributos térmicos, dinâmicos e magnéticos do plasma solar em alta resolução espacial e temporal.

O TSE será instalado nas Ilhas Canárias e deverá começar a observar a atividade do Sol a partir de 2027. A Portugal Space afirma que o projeto será fundamental para prever e mitigar o impacto das tempestades solares na Terra. O fenómeno pode afetar os sistemas elétricos mais sensíveis, causando interrupções nas comunicações por satélite e falhas nos sistemas de navegação e redes de energia internacionais.

Segundo Chiara Manfletti, presidente da Portugal Space, as observações realizadas a partir do TSE vão complementar as descobertas do Solar Orbiter, a missão da ESA que conta com tecnologia portuguesa.

A Critical Software desenvolveu vários sistemas de software para a missão, incluindo programas centrais de comando e controlo, de deteção e recuperação de falhas e de gestão de comportamento térmico. A Active Space Technologies produziu componentes em titânio para o braço de suporte e orientação da antena de comunicação da sonda com a Terra e para os canais para a passagem de luz que atravessam o escudo térmico do aparelho.

Já a Deimos Engenharia, que também ajudou a desenvolver a componente científica do Cheops, o satélite da ESA que pretende medir os planetas fora do sistema solar, trabalhou na definição e implementação da estratégia para testar os sistemas de voo do equipamento.

Fonte: SapoTek

“Códigos de cores” podem ajudar a identificar exoplanetas potencialmente habitáveis


Apesar do elevado número de exoplanetas já descobertos – são já mais de 4.000 planetas para lá do Sistema Solar -, continua a ser muito difícil observá-los diretamente e explorar as suas eventuais condições de habitabilidade devido às enormes distâncias que nos separam destes mundos.

Tentando colmatar este problema, uma equipa de astrónomos da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, propôs uma nova forma para ajudar a determinar se um mundo para lá do Sistema Solar pode ou não reunir condições de habitabilidade.

A nova abordagem baseia-se na cor das superfícies dos exoplanetas e na quantidade de luz que estas refletem, detalha a equipa no novo estudo, cujos resultados foram recentemente publicados na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

“Observamos como é que diferentes superfícies planetárias em zonas habitáveis de sistemas solares distantes podem estar a afetar o clima dos exoplanetas. A luz refletida na superfície dos planetas tem um papel significativo não só no clima geral deste mundo, mas também em espectro detetáveis dos planetas semelhantes à Terra”, explicou Jack Madden, astrónomo e coautor do estudo agora divulgado.

Durante as investigações, os astrónomos analisaram vários tipos de estrelas, bem como as superfícies dos planetas. Depois, criaram um algoritmo para calcular o clima com base na cor da superfície de um planeta e na luminosidade da sua estrela.

Por exemplo, se um planeta é rochoso e composto por basalto negro, este absorverá mais luz e, portanto, terá temperaturas mais quente. Em sentido oposto, uma superfície arenosa rodeada de nuvens reflete mais luz, tendo, por isso, o planeta temperaturas mais baixas.

Madden explicou o conceito astronómico fazendo um analogia com o quotidiano.

“Pensem em vestir uma camisola escura num dia de verão. Vão aquecer mais, porque a roupa escura não está a refletir a luz. Tem um albedo [poder de reflexão] baixo e retém o calor. Se usarem uma peça de roupa com um tom claro, como é o caso branco, o albedo vai refletir a luz e a camisola vai manter-vos mais fresco”.

Lisa Kaltenegger, co-autora do estudo, sublinha que o exemplo das cores da roupa é semelhante ao funcionamento das estrelas e dos seus planetas.

“Dependendo do tipo de estrela e da cor primária do exoplaneta, a cor do planeta pode mitigar parte da energia emitida pela sua estrela (…) A composição da superfície de um exoplaneta, a quantidade de nuvens que o cercam e a cor do seu sol podem mudar significativamente o clima de um exoplaneta”, explicou Kaltenegger.

A nova abordagem, frisa ainda o portal russo SputnikNews, pode simplificar a procura por planetas distantes potencialmente habitáveis.

Os cientistas estão agora à espera de instrumentos científicos poderosos, como é o caso Telescópio Espacial James Webb, que permitirão aos astrónomos testar as suas previsões sobre o clima e ajudar na procura da vida noutros cantos do Universo.

Fonte: ZAP

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Asteroide de 300 metros avança a quase 13 km/s em direcção à Terra


O Centro de Estudos de Objectos Próximos à Terra (CNEOS, sigla em inglês) da NASA está observando de perto todos os asteroides que se aproximam da Terra a uma distância de 0,05 unidade astronómica.

O asteroide Apollo 441987, também conhecido como 2010 NY65, segue avançando e deve se aproximar da Terra no dia 24 de junho, segundo rastreamento da NASA.

O corpo celeste mede entre 140 e 310 metros, com base em como reflecte as luzes. Além disso, estima-se que seja um objecto pequeno nos termos da NASA. Entretanto, ele se aproximará a uma velocidade de quase 13 quil+ometros por segundo, chegando tão perto quanto 0,02512 unidade astronómica da Terra.

Como citado anteriormente, o CNEOS da NASA é encarregado de observar todos os asteroides que se aproximam da Terra em 0,05 unidade astronómica, ou aproximadamente 7,5 milhões de quilómetros.

O 2010 NY65, observado pela primeira vez em julho de 2010, passará pelo nosso planeta no início da manhã do dia 24 de junho, a uma distância de 3,7 milhões de quilómetros.

Apesar de ser pequeno, o asteroide 2010 NY65 pode causar danos significativos ao nosso planeta devido aos efeitos secundários, como tsunamis, que podem ser criados mesmo estando distante.

Fonte: Sputnik News

segunda-feira, 18 de maio de 2020

X37-B: o misterioso avião que vai ficar a orbitar dois anos à volta da Terra


As más condições meteorológicas levaram a que o lançamento do X37-B à boleia de um foguetão Atlas V só pudesse ser realizado no domingo. O misterioso avião partiu para o espaço e deve ficar dois anos em órbita

Esta é a primeira vez que a recém-criada Força Espacial dos EUA organiza e mantém a missão espacial que leva o X-37B à órbita da Terra. O lançamento esteve previsto para sábado, foi adiado algumas vezes para o próprio dia, mas acabou por acontecer apenas no domingo de manhã, a partir do Cabo Canaveral, na Flórida, EUA. Originalmente marcada para as 12h24 (GMT) de sábado, a missão de lançamento acabou por acontecer apenas às 13h14 (GMT) de domingo, devido ao mau tempo que se fazia sentir naquela região.

O avião X-37B partiu para a sua sexta missão a bordo de um Atlas V, depois de já o ter feito por outras quatro vezes no passado e uma quinta vez a bordo de um Falcon 9 da SpaceX, lembra o ArsTechnica. Esta é a primeira vez que o avião construído pela Boeing leva um módulo a bordo que lhe permite maiores capacidades de investigação e de experimentação. Uma das experiências que os cientistas pretendem realizar a bordo envolve a transformação da radiação solar em energia microondas na frequência de rádio. O objetivo é perceber o potencial de se transmitir energia solar para a Terra.

Este veículo, que se assemelha a um pequeno vaivém, esteve mais de 700 dias no espaço na sua última missão. Ao todo, o avião já passou mais de sete anos e dez meses em órbita.

A United Launch Alliance, responsável pelo foguetão que colocou o avião no espaço filmou e transmitiu em direto no YouTube toda a operação.


quarta-feira, 13 de maio de 2020

Asteroide 'potencialmente perigoso' cruzará órbita da Terra


O corpo celeste não é particularmente grande, mas está dentro do limiar do tamanho de asteroides perigosos. O asteroide fará sua aproximação à Terra na próxima semana.

Várias rochas espaciais devem se cruzar com a Terra este mês, mas a maior, e potencialmente a mais perigosa, é o asteroide BQ 1997 da classe Apollo, pois os pesquisadores acreditam que qualquer objecto espacial de quase um quilómetro de diâmetro pode ter consequências devastadoras para o nosso planeta.

A NASA revelou que o asteroide BQ 1997, também conhecido como 136795, irá fazer "forte aproximação" da Terra às 17h45 (hora de Brasília) em 21 de maio, voando a uma velocidade de cerca de 11,6 quilómetros por segundo, indica a agência espacial norte-americana.

A rocha espacial foi observada pela primeira vez em janeiro de 1997, e mede entre 0,668 e 1,493 quilómetros de diâmetro, a julgar pelo seu brilho, nota o portal Space Reference.

O asteroide é considerado "potencialmente perigoso" pela NASA, pois pertence à categoria Apollo de rochas espaciais, cuja trajectória atravessa a órbita do nosso planeta. Mas pode ser muito cedo para soar um alarme, pois o BQ 1997 só se aproximará da Terra até cerca de 6,16 milhões de quilómetros.

No entanto, o Centro de Estudos de Objectos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês) da NASA está monitorizando de perto o objecto, que é considerado maior que 97% dos outros asteroides espaciais em observação.

Quaisquer rochas que estejam próximas de ter um quilómetro de diâmetro podem ser potencialmente perigosas para nosso planeta, revelou em 2018 a Estratégia e Plano de Acção Nacional de Prontidão para Objectos Próximos da Terra.

Entre os possíveis efeitos, poderia criar um impacto regional significativo, com efeitos secundários como tsunamis, sem mesmo fazer contacto com a Terra.

Fonte: Sputnik News

quinta-feira, 7 de maio de 2020

"Talvez seu objectivo não esteja neste planeta": a Força Espacial dos EUA. lança seu primeiro vídeo de recrutamento


Foi publicado nas mídias sociais e inclui um link para as posições disponíveis no site da Força Aérea.

A recém-criada Força Espacial dos Estados Unidos Nesta quarta-feira lançou seu primeiro vídeo de recrutamento nas redes sociais. "Algumas pessoas olham para as estrelas e perguntam: 'e se?'", Diz o narrador, enquanto o clip mostra um homem olhando para o céu. "Nosso trabalho é ter uma resposta."

"Talvez eles não tenham te colocado aqui apenas para fazer as perguntas", diz a locução no vídeo de 30 segundos, dirigida a potenciais cadetes. "Talvez eles tenham colocado você aqui para ser a resposta. Talvez seu objectivo neste planeta não esteja neste planeta ."
Para os interessados, o tweet inclui um link para as posições disponíveis no site da Força Aérea, incluindo: oficial de operações espaciais, analista de fusão e oficial de inteligência.

Além disso, é relatado que 86 dos oficiais que ingressam no corpo serão enviados para treino espacial na Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, enquanto outros ocuparão posições relacionadas às operações e inteligência do ciberespaço.

A Força Espacial dos EUA Foi criado pelo presidente Donald Trump em dezembro de 2019 e concentra-se no espaço sideral como um possível campo de batalha. Foi anunciado como um ramo separado, o sexto das Forças Armadas do país.

Reacção nas redes

O vídeo não passou despercebido pelos internautas e muitos comentaram com memes engraçados, referindo-se à saga de 'Star Wars' ('Star Wars') e 'The Last Star Fighter' (conhecido como 'O Último Guerreiro' estelar 'na América Latina e' Starfighter: a aventura começa ', na Espanha).
Fonte: RT 

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Buraco negro “silencioso e invisível” descoberto próximo da Terra


Há um buraco negro situado a apenas 1.000 anos-luz da Terra, distância que o transforma no objeto do género mais próximo do nosso Sistema Solar.

A existência foi comprovada por uma equipa de astrónomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) e de outras instituições, que identificou evidências do objeto invisível ao seguir as suas duas estrelas companheiras com o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, situado no Observatório de La Silla.

Os cientistas dizem que este sistema pode ser apenas a ponta do iceberg, já que muitos outros buracos negros semelhantes poderão ser descobertos no futuro.

Situado na constelação do Telescópio, o sistema encontra-se tão perto da Terra que as suas estrelas podem ser vistas a partir do hemisfério sul numa noite escura e límpida sem binóculos ou telescópio. “Este sistema contém o buraco negro mais próximo da Terra que conhecemos”, disse Thomas Rivinius, cientista do ESO que liderou o estudo publicado hoje na revista da especialidade Astronomy & Astrophysics, citado em comunicado.



A equipa observou originalmente o sistema, chamado HR 6819, no âmbito de um estudo de sistemas estelares duplos e, ao analisar as observações, verificou que estas revelavam um terceiro corpo previamente desconhecido em HR 6819: um buraco negro.

As observações levadas a cabo com o espectrógrafo FEROS montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros em La Silla mostraram que uma das duas estrelas visíveis orbita um objeto invisível com um período de 40 dias, enquanto a segunda estrela se encontra a maior distância do par mais interior.

FICÁMOS BASTANTE SURPREENDIDOS QUANDO COMPREENDEMOS QUE ESTE É O PRIMEIRO SISTEMA ESTELAR COM UM BURACO NEGRO QUE PODEMOS OBSERVAR A OLHO NU,” PETR HADRAVA, ACADEMIA DE CIÊNCIAS DA REPÚBLICA CHECA

O buraco negro escondido no HR 6819 é um dos primeiros buracos negros estelares descoberto que não interage violentamente com o meio que o circunda e, portanto parece ser verdadeiramente negro. Apesar disso, a equipa conseguiu detetar a sua presença e calcular a sua massa ao estudar a órbita da estrela do par interior.

Até à data, os astrónomos descobriram apenas cerca de duas dúzias de buracos negros na Via Láctea, quase todos em interação violenta com o seu meio envolvente e dando provas da sua presença pela emissão de fortes raios X. No entanto, os cientistas estimam que durante todo o tempo que a Via Láctea já viveu, muitas estrelas tenham colapsado sob a forma de buracos negros no final das suas vidas.

A DESCOBERTA DE UM BURACO NEGRO SILENCIOSO E INVISÍVEL NO SISTEMA HR 6819 FORNECE PISTAS SOBRE ONDE POSSAM ESTAR ESCONDIDOS MUITOS DOS BURACOS NEGROS DA VIA LÁCTEA

Nesta altura, os astrónomos acreditam que esta descoberta pode ajudar já a compreender um segundo sistema, chamado LB-1, possa também ser um sistema triplo deste tipo, apesar de serem necessárias mais observações para ter a certeza.

As descobertas de sistemas triplos com um par mais interno e uma estrela distante poderão também fornecer pistas sobre as fusões cósmicas violentas que libertam ondas gravitacionais suficientemente fortes para serem detetadas a partir da Terra.

Alguns astrónomos acreditam que as fusões podem ocorrer em sistemas com configurações semelhantes a HR 6819 ou LB-1, mas onde o par interior seria constituído por dois buracos negros ou um buraco negro e uma estrela de neutrões. O objeto exterior mais distante poderia ter um impacto gravitacional no par interior de modo a dar origem a uma fusão e consequentemente à libertação de ondas gravitacionais, explica-se no comunicado.

Apesar de terem apenas um buraco negro e nenhuma estrela de neutrões, os sistemas HR 6819 e LB-1 poderão ainda assim ajudar os cientistas a compreender como é que as colisões estelares podem ocorrer em sistemas estelares triplos, refere-se.


Fonte: SapoTek

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Última Super Lua de 2020 está prestes a chegar


Vai ocorrer no dia 7 de maio, quinta-feira.

A última Super Lua deste ano vai ocorrer nas noites de 6 de maio (quarta-feira) para 7 de maio e de 7 para 8 de maio (sexta-feira).

A Lua vai estar maior e mais brilhante do que o habitual, um fenómeno que se deve à "ocorrência simultânea da fase de Lua Cheia e da presença da Lua no perigeu (ponto da órbita da Lua em que esta se encontra mais próxima da Terra)", de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa.

QUER OBSERVAR MELHOR A SUPER LUA CHEIA?

O melhor é estar atento ao momento do nascimento da Lua, em que ela aparece no horizonte. Ou seja, no dia 6 de maio:

Em Lisboa:
Pelas 19h35

No Porto:
Pelas 19h36

Em Coimbra:
Pelas 19h34

No Funchal:
Pelas 20h

Em Ponta Delgada:
Pelas 19h43

A Lua cheia no perigeu é 14% maior e 30% mais brilhante do que quando acontece no apogeu e, se for observada perto do horizonte, vai parecer ainda maior, com um aumento extra de cerca de 5%.

Fonte: SIC Noticias
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...