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sábado, 20 de junho de 2020

PJ: Atenção às burlas informáticas e falsificação de documentos


A falsificação de documentos não é uma prática recente. No entanto, com as novas tecnologias, torna-se cada vez mais difícil detetar, numa primeira análise, se estamos perante um documento original ou falsificado.

A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), em estreita colaboração com as autoridades policiais de Espanha, França e do Reino Unido, procedeu, durante esta semana à detenção em flagrante delito de quatro indivíduos pela prática de crimes falsificação de documentos.

De acordo com a informação publicada no site da PJ, os detidos, todos do género masculino, sendo um português e três estrangeiros, foram detidos na sequência de buscas domiciliárias às suas residências, estando fortemente indiciados pela prática de crimes de branqueamento.

A investigação conduzida permitiu apurar que estes indivíduos integrarão uma organização criminosa internacional que utiliza o sistema bancário nacional para branqueamento de elevadas somas, obtidas ilicitamente através da prática de burlas de natureza informática em países estrangeiros.

Foi possível determinar que esta organização terá estado envolvida em situações com estas características desde pelo menos 2018. Para tal a organização recrutou várias pessoas, portuguesas e estrangeiras que terão aberto contas bancárias visando a receção dos fundos, em alguns casos recorrendo a identidades falsas.

Após a abertura das contas as mesmas começaram a ser creditadas com várias transferências todas de origem internacional (o que permite indiciar que esta organização apenas usaria Portugal para fins de branqueamento) seguidas de múltiplas transferências internacionais com o objetivo de dissimular a origem dos fundos.

Estima-se que os valores creditados nestas contas ascendam a centenas de milhares de euros.


Fonte: Pplware

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Tecnologia em Estado de Emergência: Preparação da Nova Ordem Mundial Totalitária?


Muitas pessoas têm contestado a falta de liberdades à qual a quarentena mundial está a obrigar. Todo o processo está centralizado na Organização Mundial de Saúde, instituição subordinada da Organização das Nações Unidas. 

Já em 2012 Diogo Freitas do Amaral, então ex-presidente da Assembleia Geral da ONU, declarava publicamente numa entrevista ao DN a 16 de maio, de que precisávamos de uma Nova Ordem Mundial (NOM). Na sua opinião a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), tal como criada em 1948, estava a perder a sua força perante os novos desafios globais. 

Por essa razão teria de ser dada nova redação à DUDH para que pudesse ser eficaz no mundo complexo e superpovoado de hoje. A Ordem Mundial que saiu dos escombros da II Guerra Mundial chegou ao fim do seu ciclo com o fim do poder soviético, com a perda de força dos EUA e com o poder chinês a emergir como candidato à potência líder do mundo. A corrida ao nuclear, seja para mísseis bélicos seja para construção de centrais geradoras de eletricidade, é preocupante em países tendencialmente totalitários, os quais têm feito alianças militares ainda mais perturbadoras como é o caso da Organização para Cooperação de Xangai (OCX) que pretende ser uma anti-NATO. 

A ONU tem sido demasiado suave a tratar estas questões globais com diplomacia burocrática e ineficaz. E sem uma gestão eficaz dos problemas globais, o mundo pode começar a perder o pouco equilíbrio que tem. Um exemplo disso é a resposta distinta que todos os países do mundo estão a dar perante a mais perigosa pandemia deste século, que pode (ainda não sabemos) tornar-se em algo realmente descontrolado, pondo em risco o modo de vida humano, tal como o conhecíamos do séc. XX. Em apenas 4 meses já virou a economia do avesso e gerou pobreza a uma velocidade nunca imaginada. E só estes problemas vão demorar vários anos até serem ultrapassados, isto num cenário desta crise vir a ser ultrapassada.

Com o pretexto da preocupação em resolver certos problemas sociais associados à pandemia, temos assistido à introdução de algumas tecnologias que são perturbadoras, quando pensamos que podem rapidamente tornar-se “normais” e levarem à assumpção de estados totalitários, onde os indivíduos são totalmente controlados a todo o momento. O caso da China já é conhecido e tem sido o mais falado nos últimos anos. Uma sociedade controlada a 100% pela tecnologia mais sofisticada de sempre de reconhecimento facial e corporal onde a cada cidadão é penalizado por todas as violações que comete no dia a dia, podendo perder privilégios ou acesso a determinadas profissões ou serviços, tudo isto feito em tempo real, tal como previsto na série Black Mirror

Ainda assim, tentou subornar a OMS para que não revelasse a verdade da pandemia em Wuhan. O primeiro país europeu a assumir medidas draconianas foi a Itália quando foi decretado o Estado de Emergência. Primeiro o isolamento da Lombardia, depois cidades fechadas e finalmente toda a Itália em lockdown. Depois a Espanha. 

E rapidamente aceitámos como normal um quase Estado de Sítio, não muito diferente da Lei Marcial. Pela primeira vez, a OMS consegue que a Nova Ordem Mundial se assuma pela via da força. 

Sob a ameaça de uma pandemia da qual os contornos conspiratórios ainda não são nada claros, aquilo que se tornou visível para os cidadãos comuns é que os Estados mandam nas suas vidas, nas suas empresas, nos seus negócios, nas suas economias. Num curto espaço de tempo foram tomadas medidas por comissões específicas para tal, país a país, para comandar e condicionar a vida da população mundial, sem que para o efeito houvesse um consenso mundial. 

O que deu imediatamente azo a abusos por parte de alguns países, de que é o caso mais evidente, o Brasil.

Dos Estados Unidos começam a chegar também notícias preocupantes. À semelhança de Bolsonaro, Trump começou por desvalorizar a crise do novo coronavírus, mas aos poucos foi aceitando a realidade pandémica. No entanto, tem instigado grupos radicais a apoiá-lo veladamente nas ruas, contra o lockdown, para que a economia norte-americana não sofra um impacto negativo tão forte. 

E estes grupos não estão minimamente preocupados com a perda de liberdades, mas sim com os seus bolsos. No entanto, criada a confusão na opinião pública, a OMS continua a estimular que os Estados tomem medidas para evitar a disseminação do vírus e esta semana o Estado de Kentucky lançou a pulseira eletrónica como medida para manter cidadãos testados positivamente para Covid-19 em suas casas

A medida pode parecer lógica, mas ao mesmo tempo, significa tratar cidadãos como potenciais criminosos. E este princípio é o mesmo do medo que muitos estados totalitários pretendem disseminar junto de toda a sociedade, até conseguirem os seus fins últimos. 

Depois de apagar milhões de posts e vídeos contra a vacinação obrigatória, o Facebook prepara-se agora para criar uma “instância independente”, um conselho de 20 personalidades de todo o mundo que moderará os conteúdos mais polémicos da rede. A liberdade da internet passa a ter um controlo cada vez mais apertado, já que obedecerá a leis locais dos países, mais do que a princípios de transparência, liberdade de expressão e justiça, apesar do Zuckerberg negar este facto. 

Por exemplo, o Facebook já foi várias vezes acusado de não apagar muitos posts que suportam o Fascismo italiano, alegando que se trata de um movimento político legal em Itália, reconhecido historicamente. Esta rede social também já foi acusada em tribunal de apoiar determinados candidatos políticos, apagando posts dos opositores, um pouco por todo o mundo. 


Também desde o escândalo da Cambridge Analytics que a rede social assumiu a sua política de cookies ainda mais agressivamente. Com um logaritmo aplicado a cada usuário, toda a informação e publicidade da internet é dirigida a esse mesmo usuário em função das suas buscas em sites, motores de busca ou likes.

Ainda mais preocupantes foram as declarações da OMS em abril passado sobre a possibilidade de as autoridades terem poderes para entrarem em casas particulares para retirar membros de famílias que estejam infetados para serem isolados de forma “adequada”. 

Esta declaração foi proferida por Michael O’Brien, responsável da OMS, enquanto estava sentado ao lado do diretor-geral Tedros Adhanom. A mesma OMS tem sido acusada de estar a fabricar o pânico mundial para fomentar o uso global de uma vacina, que trará a algumas farmacêuticas de renome contratos de biliões com a maioria dos países, por muitos anos. Para além disso, a obrigação de regras de higiene sanitária mundiais estão já a fazer lucrar todo o setor da medicina e da farmacêutica, pública e privada. E no meio da confusão gerada pela OMS, a qual está incluída na ONU, que defende uma Nova Ordem Mundial, muitos países estão a aproveitar para lucrarem milhões em negócios com a China para equipamentos de proteção. 

Ainda segundo a opinião de muitos, o lockdown reduz o contágio numa 1.ª vaga, mas vai causar a curto e médio prazos falta de imunidade natural, gerando vagas de Covid-19 posteriores muito mais violentas e mortais. No meio de muitas histórias mal contadas, há também o caso dos médicos-chefes de serviços ligados ao combate da Covid-19, a serem aparentemente assassinados ou silenciados por serviços secretos. Brevemente vários países democráticos pensam adotar a aplicação de telemóvel que já foi adotada na China, de classificação de cidadãos como “vermelho”, “amarelo” ou “verde” relativamente ao seu estado de infeção à Covid-19.

Outra situação preocupante é a utilização e banalização da robótica para controlar humanos em tempo de pandemia. Nos hospitais que combatem na frente de batalha o Covid-19, foram introduzidos dezenas de robots auxiliares, sob o pretexto de reduzirem o contágio entre pacientes. 

Drones estão a ser usados para controlar cidades, praias, jardins e outros espaços públicos, um pouco por todo o mundo. No Brasil esta tecnologia está a ser usada massivamente para alertar pessoas nas ruas a manterem o distanciamento, mas foi usada em 2018 para combater cidadãos nas favelas que foram massivamente abatidos a tiro pela polícia federal, sem direito a prisão e julgamento. Também preocupante foi a notícia esta semana de que em Singapura um cão-robot fazia o patrulhamento de um parque urbano. Este tipo de imagens já vimos em séries pós-apocalípticas e não parece ser um bom presságio dos tempos futuros. 

Porque razão, justamente quando o mundo inteiro está fechado em suas casas são lançados robots para criarem a ideia de um Estado de Polícia, frio, desumano, controlado por máquinas, automaticamente? Nalguns países, nos EUA por exemplo, a própria polícia parece estar a aproveitar-se da situação de crise pandémica, para exercer perseguições racistas, sob o pretexto de fazer aplicar normas do Estado de Emergência. 

Um pouco por todo o lado, cidadãos são multados por não usarem máscaras (como em Portugal) em locais obrigatórios ou até agredidos violentamente, como na Índia. Em vez dos Estados estarem a contribuir para a solução, estão a agravar a situação das famílias com multas absolutamente desproporcionais aos seus baixos salários?

Também as quarentenas em hotéis estão a levantar questões jurídicas sérias aos direitos e liberdades de quem viaja, mesmo considerando que estamos em tempo de pandemia. Todo o transtorno causado à vida das pessoas está a ser empolado e exagerado criando o medo de sair à rua, de conviver, de demonstrar afetos. 

Muitas vezes os governos lançam as medidas para a pandemia mas a previsão da sua aplicabilidade à realidade não é compatível com a vida das pessoas. O fator humano parece estar a ser retirado da equação. Mas este novo mundo ainda está por desbravar. Vem aí o verão e vamos ser controlados como insignificantes humanos, com cercas, drones e militares nos areais.

 Muita confusão se prevê, prisões, multas, conflitos. E sempre o mesmo Estado de Medo e Autoridade presente em todas as atividades humanas. 

Sem previsão ainda de uma vacina, se este estado de coisas se mantiver, certamente muitos países, em nome da “Ordem” social, continuarão a aplicar as suas políticas cada vez mais restritivas das liberdades individuais. E a pergunta que se deve colocar neste momento, até quando?

Texto de Pedro M. Duarte

Microsoft despede jornalistas para os substituir por Inteligência Artificial


O Homem continua a ser substituído pela máquina em muitas áreas. Trata-se, na verdade, de uma evolução natural que ocorre já desde a primeira Revolução Industrial no final do século XVIII e início do século XIX. Mas este continua a ser um tema que provoca contestações por causa dos empregos que são substituídos no curto prazo.

A substituição de jornalistas por sistemas de Inteligência Artificial não é um tema novo, só que agora chegou a uma das grandes empresas de tecnologia. A Microsoft está a despedir jornalistas para dar lugar à Inteligência Artificial para a seleção e edição de artigos nas plataformas Microsoft News e MSN.

Jornalistas da Microsoft substituídos por Inteligência Artificial

A Microsoft conta com uma equipa de jornalistas dedicada à seleção de notícias e histórias que surgem nas suas plataformas dedicadas, como são o MSN e o Microsoft News. No entanto, a empresa começou a dispensar estes profissionais para colocar a Inteligência Artificial (AI) a escolher as notícias e outros conteúdos aí apresentados.

Pelo mundo inteiro, a imprensa foi gravemente afetada pela pandemia COVID-19, com quebras abruptas nas receitas de publicidade. Contudo, a Microsoft garante que esta medida nada tem a ver com a pandemia, tratando-se apenas de mais uma reestruturação da empresa.

Como todas as empresas, avaliamos os nossos negócios regularmente. Daí pode resultar um aumento do investimento em algumas áreas e, de tempos em tempos, ajustes noutras. Estas decisões não são o resultado da atual pandemia.

Refere um porta-voz da empresa.

Segundo o Business Insider, cerca de 50 empregos serão afetados nos Estados Unidos. Mas não será só no país de Trump que haverá perdas, por exemplo, no Reino Unido, serão mais 27 pessoas.


Há cerca de 2 anos, com o lançamento do serviço Microsoft News, a empresa chegou a revelar que contava com mais de 800 editores a trabalhar em 50 locais diferentes, um pouco por todo o mundo.

A Microsoft tem vindo gradualmente a introduzir a AI na criação e seleção dos seus conteúdos jornalísticos, e este ajuste é só mais um passo neste processo.

Fonte: Pplware

segunda-feira, 18 de maio de 2020

É altura de levar o tema dos OVNIs a sério? Este conceituado professor pensa que sim


Os três vídeos que mostram objetos voadores não identificados, cuja autenticidade o Pentágono confirmou no final do mês passado, são inquietantes. Alexander Wendt, um reputado professor de ciência política norte-americano, acredita que é altura de acabar com o tabu e estudar a fundo o assunto

São três videos datados de 2013 e 2014 que já circulavam há anos, mas que só foram libertados oficialmente pelo Pentágono a 27 de Abril passado, num relatório que confirmou a sua autenticidade. Com o mundo embrenhado numa pandemia, o tema passou relativamente despercebido. Mas neste documento são detalhados três encontros de aviões militares norte-americanos com o que é designado de “fenómenos aéreos não identificados”. O relatório descreve as aeronaves não identificadas avistadas, identificando-as como pequenos “sistemas aéreos não tripulados”. Durante um dos incidentes, o avião americano passou a 300 metros de distância do objeto, mas foi incapaz de determinar a identidade da aeronave. Noutro encontro, o piloto da Marinha disse que esse objeto tinha cerca de 2,5 metros de largura e estava pintado de branco. Um dos vídeos mostra uma aeronave que tem um voo rápido e irregular, em ziguezague.


Segundo o New York Times já tinha escrito, o Pentágono gastou 22 milhões de dólares constituindo uma equipa para um programa secreto que visava estudar estes avistamentos e que se prolongou entre 2007 e 2012. “Há evidências que talvez nós não estamos sozinhos”, disse depois Luiz Elizondo, que liderou a investigação, disse à CNN em 2017. “Essas aeronaves mostram características que nem os Estados Unidos nem outros países possuem em seus inventários”, afirmou.

Neste relatório agora libertado pelo pentágono, nunca se menciona que os objetos possam ser de origem extraterrestre. E coloca-se como hipótese mais consistente que sejam apenas artefactos secretos criados para a espionagem pela Rússia ou pela China.

Alexander Wendt (DR)

Porém, nem todos pensam assim.

Alexander Wendt é uma das vozes que dizem que é preciso estudar o tema a fundo sem excluir quaisquer hipóteses. Wendt é alma mater da Universidade do Minesota e professor universitário em Ohio, depois de ter passado por Yale e Universidade de Chicago, e é um dos principais académicos no campo das relações internacionais, área onde é um precursor da escola do construtivismo e da teoria social da política internacional.

Há anos que Wendt se dedica, paralelamente à sua carreira académica, ao estudo dos OVNIs, que diz condenado a ser um tema tabu profundamente enraizado nas áreas científicas e académicas, em relação ao qual há um embargo de pesquisa. Em 2008 publicou um artigo que até hoje se mantém atual, chamado “Soberania e OVNIs ”, onde explana esta teoria, que reafirmou novamente numa palestra da Ted-X Columbus no final do ano passado que correu mundo. Nesta palestra, Wendt arranca precisamente com os três vídeos cuja autenticidade foi agora confirmada pelo pentágono.


“A primeira responsabilidade dos académicos é dizer a verdade. E a verdade é que não temos ideia do que são os Ovnis, e ninguém em posição de poder ou autoridade está a tentar descobrir. Isso deveria surpreender e perturbar todos nós ”, afirma. Como o estado moderno é antropocêntrico, há quem entenda que a soberania do estado pode estar em causa se forem encontradas outras formas de vida que não sejam terrestres, defende.

Numa entrevista que deu agora à Vox, Wendt sublinha que a conspiração de silêncio persiste, mesmod epois da confirmação oficial dos vídeos. “Embora a Marinha agora diga: “Ei, temos OVNIs em filme, aqui estão eles”, os cientistas ainda não vão estudá-los. Parece haver algo que impede a comunidade científica de se centrar neste fenómeno, mesmo que qualquer outra coisa tão remotamente interessante possa gerar dinheiro ilimitado para pesquisa”, acusa.

Diz que recebeu “muitos emails de cientistas individuais em resposta à palestra no TEDx. “Todos disseram a mesma coisa, ou seja, “Obrigado, gostaríamos de poder estudar isso, mas não podemos, porque nossas vidas dependem de receber doações do governo e de outros institutos de investigação. Se se alguém começa a assustar-se porque estão interessados ​​em OVNIs, boom, não recebem um centavo e suas carreiras estarão no charco”, conta.

Sobre a questão de fundo, ou seja, se existe vida-extraterrestre, diz: “ Certamente acredito que é muito provável que exista vida extraterrestre em algum lugar do universo, e suspeito que até a maioria dos cientistas possa concordar com isso agora”. E acrescenta: “Acho que as chances são altas o suficiente para que devamos investigá-lo. É simples.”

sábado, 16 de maio de 2020

Marinha dos EUA divulga novos relatórios de incidentes com OVNIs


A Marinha dos EUA divulgou oito relatórios de avistamentos de OVNIs por pilotos entre 2013 e 2014. Há um relatório que o Pentágono parece oferecer alguma resistência em divulgar.

A Marinha norte-americana divulgou novos relatórios de incidentes com objetos voadores não identificados (OVNIs). Ainda no fim de abril, o Pentágono divulgou vídeos que retratam pilotos da Marinha a avistar aquilo que descrevem como descrevem “fenómenos aéreos inexplicáveis”.

Os relatório agora divulgados a pedido do portal The Drive dão conta de oito incidentes no oceano Atlântico, na costa leste dos Estados Unidos. Sete dos relatórios de perigo são de pilotos de F/A-18F Super Hornets, relativos a acontecimentos entre 2013 e 2014. O outro foi avistado por um EA-18G Growler.

Num dos relatórios, o piloto descreve que as “aeronaves desconhecidas pareciam ser prateadas e pequenas, aproximadamente do tamanho de uma mala“. Curiosamente, nenhuma aeronave tinha permissão para estar naquele espaço aéreo naquele momento.

“O objeto era tão pequeno que era quase impossível detetá-lo a olho nu à distância… Isto representa uma preocupação significativa de segurança”, alerta o piloto da Marinha norte-americana.

Apenas um mês mais tarde deste estranho avistamento, surge um novo relatório. “Esta foi a segunda ocorrência do esquadrão nos últimos meses. A operação de [veículos aéreos não tripulados] e outros dispositivos aéreos deve ser adequadamente coordenada e comunicada para manter a tripulação informada e segura”, diz um outro piloto.

Segundo a VICE, todos os relatórios retratam situações semelhantes: o piloto avista algo no céu, consegue rastreá-lo durante alguns instantes e acaba por perdê-lo de vista.

O avistamento de OVNIs parece quase tornar-se algo mundano com estas duas divulgações recentes por parte do Pentágono e da Marinha. Contudo, o The Drive realça que há alguns relatórios cujo acesso parece não ser tão fácil.

O site refere-se particularmente ao avistamento de um OVNI por pilotos do USS Nimitz, em 2014. Um comandante da Inteligência enviou um relatório do incidente por email para uma base da Marinha em San Diego. No entanto, o comandante que o recebeu eliminou-o e não encaminho o relatório para os seus superiores.

Fonte: ZAP

terça-feira, 14 de abril de 2020

domingo, 12 de abril de 2020

"Acontecimento cataclísmico". Casa Branca foi alertada para ameaça do coronavírus em novembro


A administração de Donald Trump ignorou e acusa agora a OMS de beneficiar a China.

A Casa Branca terá sido informada sobre a existência de um novo coronavírus no final de novembro do ano passado. A notícia é avançada nesta quinta-feira pela ABC News.

Os serviços secretos norte-americanos intercetaram mensagens na China e perceberam que um vírus estava a varrer a região chinesa de Wuhan, mudando os padrões de vida e de negócios e constituindo uma ameaça para a população.

Foi elaborado um relatório, entregue em novembro à administração Trump e no qual se alertava para o que poderia ser um "acontecimento cataclísmico", refere a ABC, citando fontes que tiveram acesso aos documentos entregues ao Governo de Washington.

As preocupações dos serviços secretos foram detalhadas num documento do Centro Nacional de Inteligência Médica (NCMI) das Forças Armadas, avançam à ABC dois oficiais familiarizados com o conteúdo do documento.

As informações recolhidas resultaram, não só da interceção de mensagens, por fio e computador, como de imagens de satélite. A conclusão foi que uma doença fora do controlo representaria uma séria ameaça para as forças norte-americanas na Ásia (que dependem do trabalho da NCMI).

O relatório foi entregue ao Estado-Maior Conjunto do Pentágono e à Casa Branca. Após isso, segundo as mesmas fontes, o Governo e legisladores terão sido avisado outras vezes, bem como o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

Dizem ainda as fontes que os alertas culminaram, no início de janeiro, com uma explicação detalhada do problema no briefing diário do Presidente sobre assuntos de dos serviços secretos. Ora, para que esta abordagem aconteça, tem primeiro de passar por semanas de verificação e análise, de acordo com elementos que trabalharam em reuniões presidenciais de administrações republicana e democrata.

Certo é que os avisos terão sido desvalorizados e os Estados Unidos são hoje o país do mundo com mais casos de Covid-19, com muitas baixas diárias.

Desde que o novo coronavírus chegou ao país, Donald Trump tem apontado o dedo à China e acusa agora a Organização Mundial da Saúde (OMS) de se ter “enganado” na análise à Covid-19.

Na conferência de imprensa de quarta-feira, o Presidente norte-americano respondeu aos jornalistas que só se apercebeu da gravidade da situação “pouco antes” de fechar as viagens para a China.

A pandemia da covid-19 matou mais de 87 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro e mais de 1,5 milhões estão infetados, segundo um balanço da AFP desta manhã.

De acordo com a agência de notícias francesa, há pelo menos 1.502.478 casos de infeção e 87.320 mortes, em 192 países e territórios.

Fonte: RR

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

“Gafanhotos-ciborgue” são capazes de cheirar e detetar bombas


Investigadores criaram “gafanhotos-ciborgue” para que estes conseguissem detetar bombas. Estes insetos conseguiam cheirar substâncias específicas de explosivos.

As brigadas anti-bomba podem agora ter um novo amigo no combate ao crime. Uma equipa de investigadores financiada pela Marinha dos Estados Unidos conseguiu modificar gafanhotos para que estes conseguissem cheirar uma certa gama de odores químicos, nomeadamente explosivos.

Estes insetos foram usados para detetar gases libertados por substâncias como o nitrato de amónio, que é geralmente usado por grupos terroristas no fabrico de bombas e pelo exército nos explosivos militares TNT e RDX.

No entanto, há um senão: estes “gafanhotos-ciborgue” apenas apresentaram resultados positivos a identificar uma bomba quando trabalhavam sozinhos. Em pequenos grupos, os insetos perdiam a sua capacidade de detetar os explosivos.

Segundo o OneZero, os investigadores conseguiram este efeito nos gafanhotos ao, primeiramente, implantar elétrodos no seu cérebro. Assim, conseguiram analisar a atividade neural ao cheirar determinadas substâncias. Um artigo científico foi esta semana pré-publicado no portal bioRxiv, faltando ainda ser revisto por pares antes da publicação numa revista.

Os cientistas preferiram desenvolver as experiências com gafanhotos americanos por serem mais robustos e conseguirem transportar cargas pesadas. Ainda assim, para que pudessem ser úteis, tinham de controlar fisicamente os seus movimentos.

Para tal, os cientistas da Universidade de Washington colocaram os gafanhotos em pequenos robôs com rodas. Os investigadores estão a desenvolver uma alternativa mais prática, que consiste numa nano-tatuagem que permitirá mover os insetos sem usar um robô.

A equipa de investigadores notou, através da observação da sua atividade neural, que os gafanhotos ao cheirarem certos explosivos manifestavam certos padrões, menos de um segundo depois de o fazerem.

Em 2004, Thomas Nowotny e a sua equipa de investigadores mostraram que diferentes odores revelavam diferentes respostas nos cérebros de moscas da fruta. “Nós só dissemos: ‘Olha, podemos usar insetos para detetar estas coisas’, mas nunca construímos nada com isso”, disse Nowotny. “Eles parecem ter juntado as coisas”, acrescentou.

Fonte: ZAP

sábado, 1 de fevereiro de 2020

OVNI em forma de cubo visto voando em alta altitude registado pelo piloto do Viva Air


A filmagem bizarra foi compartilhada pela primeira vez no aplicativo TikTok pelo usuário CesarinMP antes de ser postada no YouTube, com muitas sugestões diferentes online sobre o que poderia ser.

Um piloto de uma companhia aérea compartilhou imagens bizarras de um OVNI em forma de cubo voando no céu.

A visão do cockpit parece mostrar um objecto metálico voando a uma velocidade hipersónica sobre Columbia, sem nenhum meio óbvio de propulsão.

Um clipe extraordinário de 4 minutos, supostamente filmado por um piloto comercial da Viva Air, mostra uma estrutura cúbica passando a certa distância da aeronave.

Ao aproximar-se do objecto em alta altitude, ele se parece claramente com um cubo e parece deslizar pelas nuvens de maneira controlada, em ângulo.

Foi postado pela primeira vez via TikTok por um usuário chamado CesarinMP, antes de ser carregado no YouTube em 31 de janeiro.

Uma explicação para o OVNI não foi dada, mas alguns internautas especulam que pode ser um balão meteorológico ou um reservatório descontrolado.

Outros sugeriram que o item se assemelhava a uma nave espacial Borg da série de ficção científica Star Trek.

Formas geométricas são uma característica comum dos OVNIs.

Outros 'cubos' já foram vistos antes, inclusive pela NASA.

Em janeiro, observadores de OVNIs foram levados a um frenesi depois de assistir a um clipe de objecto em forma de bloco pairando sobre a Geórgia, EUA.

No clipe, o objecto parece flutuar sem rumo no céu azul cristalino e parece mover-se lentamente e firme pela tela.

Em seguida, um enorme objecto em forma de cubo foi captado pelo observatório solar e heliosférico da NASA (SOHO) voando perto do sol no final de 2018.

O OVNI aparece de forma quadrada e com uma trilha de fumaça ou gás, enquanto desce.


Ler mais AQUI

Se tem Windows 7, não use banco online ou e-mail, avisa Centro Nacional de Cibersegurança


As atualizações do Windows 7 terminaram a 14 de janeiro. Microsoft Portugal não revela números, mas estimativas de entidades externas revelam que, entre um quinto e um quarto dos computadores ainda usam o sistema operativo descontinuado

Se tem um computador ou um tablet com Windows, evite usá-lo no acesso às contas bancárias ou de correio eletrónico. O aviso é dado pelo Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e tem como destinatários as entidades da Administração Pública, mas também pode ser encarado como uma boa prática para todos os utilizadores domésticos ou empresas privadas. Apesar de eventualmente ter números reveladores do potencial de ameaça, a Microsoft Portugal recusa indicar quantos computadores com Windows 7 estão atualmente em funcionamento no País.

Aos utilizadores que ainda têm terminais que correm Windows 7, o CNCS recomenda que procedam a uma atualização de sistema operativo ou, «caso ainda não tenha sido possível atualizar, recomenda-se a mudança de eventuais dados sensíveis que o posto de trabalho em causa possa conter. O objetivo é que essa informação seja passada para outro dispositivo que se encontre devidamente atualizado e suportado».

A esta primeira recomendação, o Centro que coordena a prevenção e a reação a ciberameaças em Portugal acrescenta mais duas boas práticas para quem não tem forma de migrar do Windows 7 para outro sistema operativo: «Recomenda-se também evitar o acesso a sistemas de homebanking ou a outro tipo de contas/sistemas online que possam conter informação sensível. No mesmo sentido, o acesso ao correio eletrónico deve passar a ser efetuado através de outros dispositivos».

O CNCS reitera que não é possível estabelecer uma relação direta entre o fim das atualizações de segurança que a Microsoft providenciava regularmente para o Windows 7 com um potencial crescendo de ameaças, códigos maliciosos ou ciberataques, mas também lembra cenários ocorridos no passado que recomendam algum espírito de prevenção.

«Situações semelhantes ocorridas anteriormente (por exemplo, com o fim do suporte aos sistemas Windows XP) permitem prever que possa ocorrer um acréscimo de potenciais sistemas operativos vulneráveis, caso estes não sejam atualizados», refere o CNCS em e-mail enviado para a Exame Informática.

Sobre o número de máquinas, o CNCS confirma que não dispõe de números sobre o total de computadores com Windows 7 a operar atualmente na Administração Pública ou em Portugal em geral – e mantém como única referência as estimativas obtidas através da navegação das diferentes máquinas na Internet. De acordo com o NetMarketShare há 26,64% de computadores no mundo que ainda correm com Windows 7. O que corresponde a mais de um quarto dos computadores usados no mundo. Os dados da Gemius Ranking já permitem uma previsão que leva a crer que 20,5% dos computadores usados em Portugal ainda usam o Windows 7.

A Microsoft acabou oficialmente com as atualizações segurança para o Windows 7 a 14 de janeiro. Ontem, surgiram as primeiras notícias de que a Microsoft foi obrigada a lançar uma atualização que não constava do plano original, devido a um bug relacionado com o ecrã de reiniciar, que foi detetada naquele que deveria ter sido o último update de segurança, lançado a 14 de janeiro.

HUGO SÉNECA

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

4 dicas para utilizar o Google Chrome de forma mais segura


O Google Chrome é um dos browsers mais populares no mundo. Rápido, seguro e recheado de funcionalidades, assim é caracterizado. Há, no entanto, algumas dicas que podem fazer com que a sua navegação seja mais segura e é delas que hoje vamos falar.

Conheça 4 dicas para utilizar o Google Chrome de forma mais segura.

Navegar em privado

Esta é uma das dicas mais básicas para quem quer navegar de forma segura e, acima de tudo, anónima. Se não pretende que o Google Chrome memorize a sua atividade, deverá então navegar em privado no modo de navegação anónima.


Para tal, deverá aceder às Definições (nas reticências verticais) e selecionar a opção Nova janela sem registo. Por outro lado, poderá simplesmente utilizar o atalho de teclado Ctrl + Shift + n (no Windows, Linux ou SO Chrome), ou ⌘ + Shift + n (no Mac).

Verificar se a ligação a um site é segura

Para verificar se é seguro aceder a um site, pode consultar as respetivas informações de segurança. O Chrome alerta-o se não for possível aceder ao site de forma segura ou privada.

Assim, no Chrome, abra uma página e consulte o estado de segurança no lado esquerdo do endereço Web:


  • Bloquear Seguro
As informações que enviar ou receber através do site são privadas.

Mesmo se vir este ícone, tenha sempre cuidado quando partilha informações privadas. Consulte a barra de endereço para se certificar de que está no site ao qual pretende aceder.
  • Veja as informações do site Informações ou Inseguro
Este site não está a utilizar uma ligação privada. Alguém pode conseguir ver ou alterar as informações que enviar ou receber através deste site. Em alguns sites, pode ainda aceder a uma versão mais segura da página:

Selecione a barra de endereço e elimine http:// e introduza antes https://.
  • Perigoso Inseguro ou Perigoso
Não introduza informações privadas ou pessoais nesta página, ou melhor ainda, não utilize o site.

Para ver os detalhes e as autorizações de um site, selecione o ícone. Assim, terá acesso a um resumo do nível de privacidade que o Chrome considera que a ligação tem.

Partilhar a localização?

Existem muitos sites que utilizam os dados de localização dos utilizadores para lhes dar resultados de pesquisas. Por exemplo, ao partilhar a sua localização, pode encontrar mais rapidamente um restaurante ou um alojamento perto de si.

No entanto, esta pode ser também uma informação delicada. O ideal é ter controlo sobre ela.


Por predefinição, o Chrome pergunta-lhe quando um site pretende ver a sua localização. Para permitir que o site saiba onde está, escolha Permitir. Antes de partilhar a sua localização, consulte a política de privacidade do site.

No entato, para ajustar as predefinições de localização aceda às Definições do Chrome. Em Privacidade e segurança deverá escolher Definições de sites, seguido de Localização (ou seguir este link).

Poderá então ativar ou desativar a opção Perguntar antes de aceder e eventualmente gerir os sites que já tenha lá bloqueados ou permitidos.

Localizar ou apagar computador ou smartphone perdidos

A perda ou roubo do telemóvel, tablet ou portátil, é, infelizmente uma realidade recorrente. Para esses casos há também questões de segurança a seguir para proteger a sua informação pessoal. Estes dever ser alguns passos a seguir, logo que dê por falta do seu dispositivo.

Caso tenha perdido um computador, não há como utilizar os recursos de localização, o que tem a fazer é efetuar imediatamente a alteração da palavra-passe da sua Conta Google.


Caso estejamos a falar de um smartphone, tablet ou Chromebook, na Conta Google terá acesso a mais opções. Na secção Segurança, em Os seus dispositivos deverá escolher a opção Gerir dispositivos. Selecione o equipamento perdido onde poderá ver a última vez que o dispositivo foi utilizado e a última cidade em que se encontrou.

Caso o tenha perdido e considere que está próximo dele pode dar-lhe ordem para tocar. Caso contrário, deverá, remotamente, terminar a sessão.

Fonte: Pplware

domingo, 19 de janeiro de 2020

As suas fotos no Facebook e Instagram são usadas para sistemas de reconhecimento facial


O conceito de Big Brother, reconhecimento facial e demais vigilância não é novo. Agora, veio-se a saber que o sistema de Inteligência Artificial da Clearview está a usar fotos do Facebook, Instagram e muito mais para alimentar a sua ferramenta.

No total, são mais de três mil milhões de imagens que estão a ser usadas de forma eticamente questionável. Assim sendo, a ferramenta da Clearview pode identificá-lo numa foto a pedido de um estranho.

O mundo tecnológico tem inúmeras vantagens, mas também certos perigos. Os potenciais de algumas tecnologias podem ser elevados ao ponto de causar prejuízo. Estes limites são ainda mais ampliados atualmente, com o Big Data, Internet of Things e Inteligência Artificial.

Os sistemas de videovigilância já existem há vários anos e revelaram-se bastante efetivos para combater a criminalidade. Não obstante, os perigos agora estão associados com a possibilidade de estes serem usados para reconhecimento facial.

Nesse sentido, a Clearview é uma das mais avançadas e está agora sob fogo. Para desenvolver os seus sistemas, a empresa usa fotografias que os internautas publicam nas redes sociais. Segundo o seu fundador, tudo está a ser feito com a respetiva aprovação do Facebook.

Clearview está a recolher milhares de milhões de fotos no Facebook

Em Machine Learning, é importante que a Inteligência Artificial tenha uma base de dados considerável. Desse modo, os resultados alcançados serão cada vez melhores e mais precisos.


A Clearview tem perfeita noção dessa realidade e, por isso mesmo, passou a usar fotos de utilizadores do Facebook, Instagram e demais plataformas online de modo a garantir a evolução da sua tecnologia.

Esta tecnologia de reconhecimento facial está já disponível. Não é acessível por todos, sendo necessário requerer acesso que por norma é facultado a forças de segurança. No entanto, utilizadores online já a experimentaram e partilharam feedback.

Nas redes sociais é possível ver testemunhos que abordam o poderio surpreendente da tecnologia da Clearview. Mesmo pessoas com poucas fotografias na Internet foram identificadas em poucos segundos.
Este caso levanta questões éticas e morais, mas sobretudo de privacidade dos cidadãos. Ao usar sistemas deste estilo para monitorizar a população, tal pode levar a efeitos menos desejáveis.

Apesar dos perigos, esta nova tendência ganha cada vez mais força. As empresas tecnológicas manifestam interesse no reconhecimento facial através dos seus produtos, sendo já desenvolvidas câmaras específicas para o efeito.

Fonte: Pplware

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

As assistentes holográficas do Japão estão a chegar ao Ocidente


Há uns anos, a empresa Gatebox apresentou a sua assistente virtual: era uma menina cabelos azuis que vivia dentro de um tubo de vidro. Agora, em 2020, a menina está a ser alterada para ser usada fora do Japão.

Uma empresa chamada Keyshare Innovation Group está a reconstruir essencialmente a assistente de inteligência artificial da Gatebox, de acordo com o Engadget.

A assistente de Keyshare pode assumir a forma de uma mulher mais realista de uniforme ou de um homem careca e musculado de fato de treino. Além da aparência física baseada nas nações do Ocidente, o diálogo e interação também foram adaptados para que os clientes se aproximassem mais dos assistentes, já que as culturas são diferentes.

Os novos assistentes da Keyshare foram desenvolvidos propósitos diferentes. A assistente feminina será instalados numa frota de cruzeiros, de modo que a personagem aja como uma concierge, atendendo as necessidades dos passageiros em diversas situações.

Já o avatar masculino, pelo traje desportivo, sugere que o acessório será voltado para ser usado em ginásios, onde assumiria a função de personal trainer, monitorizando a sua atividade física e mantendo um registo das suas atividades e exercícios realizados.

O hardware do gadget também foi alterado. Em vez de ser um holograma propriamente dito, a versão ocidental é mais semelhante a um tablet com um boneco em 3D dentro de um tubo. Como resultado, o produto acaba por ser mais pequeno, mas conta com os mesmos sensores de câmara e movimento.

A Keyshare possui contratos para instalar os assistentes holográficos numa frota de navios de cruzeiro até o final de 2020.


Fonte: ZAP
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