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terça-feira, 8 de novembro de 2022

Por onde andam os asteroides e cometas e como acompanhar a sua rota?


Há milhares de objetos no sistema solar que se podem cruzar com a rota da Terra e que os cientistas mantêm sob observação. O NEO Coordination Centre tem uma nova ferramenta em 3D que destaca os mais perigosos.

É cada vez mais comum ouvir falar de asteroides que se aproximam da Terra, em rotas mais ou menos perigosas, e o NEO Coordination Centre mantém debaixo de olho milhares de objetos que vagueiam pelo sistema solar. Agora tem uma nova ferramenta de visualização, o OVT - Orbit Visualisation Tool, a primeira de uma série de novos instrumentos criados para a comunidade NEO e que vão integrar o NEO Toolkit.

A ideia da ESA é oferecer aos astrónomos uma forma de melhorar a defesa planetária e o novo OVT atualiza e melhora o anterior portal, com uma experiência onde a nova capacidade gráfica permite aprofundar a observação, com novas formas de visualização de vários objetos próximos da Terra em simultâneo.

O instrumento mais poderoso é a possibilidade de visualização em 3D de órbitas de Kepler ou perturbadas de um ou mais asteroides ou cometas na base de dados do NEOCC. São fornecidas diversas informações e é possível andar para trás no tempo e ver a evolução da sua órbita, mas também calcular para onde se dirigem.

Pode ainda ver a lista completa de objetos considerados próximos da Terra (NEOs) e grupos de objetos de acordo com a lista de prioridades definidas, como Urgente, Necessário, Útil ou de Baixa Prioridade.

Pode ver toda a informação no site do Orbit Visualisation Tool.

Fonte: SapoTek

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Piloto de avião avista “luzes não identificadas” durante voo em Porto Alegre


Os pilotos de avião relatam frequentemente avistamentos para que possam ser identificados e ser determinada a sua origem. Este caso aconteceu na noite do passado sábado, dia 5 de novembro, onde um piloto da companhia aérea LATAM Airlines Brasil reportou um evento com luzes bem por cima da cidade de Porto Alegre. O relato foi acompanhado também por outros testemunhos de outros pilotos e de imagens captadas em vídeo.

As câmaras captaram luzes com movimentos aleatórios sobrevoando a capital do estado de Rio Grande do Sul. Estes avistamentos podem ter origem na flexão de luz entre as nuvens que deu origem a luzes fortes, intermitentes que os pilotos viram.

Imagens estranhas, mas que podem ser "terráqueas"

Segundo o portal de informação G1, as luzes não identificadas vistas no céu de Porto Alegre na noite de sexta-feira para sábado despertaram curiosidade e levantaram algumas dúvidas. Conforme pode ser visto e ouvido no vídeo registado pela torre de controlo do Aeroporto Salgado Filho, o piloto do voo 3406, da LATAM, que descolou de Guarulhos (SP) com destino a Porto Alegre, pergunta, por volta das 23h de sábado, à controladora de tráfego:

Por gentileza, só por curiosidade, tem algum reporte de algum objeto na posição de 10 para 11 horas, praticamente sobre Porto Alegre, um pouquinho ao sul?

A controladora diz que não recebeu nenhum "reporte", termo usado na avaliação para relatos de eventos de segurança operacional. Contudo, o piloto prossegue:

Tem umas luzes. Por vezes, elas apagam, acendem, às vezes são uma, às vezes são duas ou três.

No momento, após a controladora ter registado mais informações, o diálogo termina. No entanto, apesar de a controladora não ter qualquer notificação de outros pilotos, a verdade é que este "reporte" foi uma oportunidade e para outros relatarem que afinal também tinham visto tais luzes.

Pilotos estavam com receio de notificar... para não serem chamados de loucos

Depois da informação começar a circular, outros pilotos contaram o que viram. Assim, no total, entre 22h50 e 23h10, quatro voos comunicaram à Torre de Tráfego terem percebido luzes estranhas no céu: o 4248, o 3140 e o 4407, além do 3406, das companhias Azul e LATAM. Em todos os casos, as luzes acendiam, moviam-se e apagavam, mas não prejudicavam o tráfego.

Mas serão OVNIs ou há uma explicação lógica para as luzes?

Segundo as informações recolhidas pelo G1 junto do Observatório Espacial Heller & Jung, localizado em Taquara, cidade distante cerca de 80 quilómetros da Capital, foi revelado que de facto, na noite de sábado, houve algo estranho.

Encontrei algo na direção da Lagoa dos Patos, às 23h22min, não identificado mesmo. Atribuo à reflexão difusa de luz entre nuvens em direção a Porto Alegre, que pode ser gerada por holofote de luz ou até algum objeto. Não é incomum.

Disse o responsável pelo espaço, Carlos Jung, que também é diretor da Região Sul da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon).

As luzes de sexta foram vistas pela equipa do voo 4248, da Azul, que partiu do Rio de Janeiro com destino a Porto Alegre, por volta das 23h. Piloto e comissário teriam visto as luzes a movimentarem-se na direção à Lagoa dos Patos, mesmo local onde foram vistas as luzes de sábado.

Questionada sobre o assunto, a Fraport Brasil, administradora do Aeroporto Salgado Filho, respondeu que não registou nada a respeito. As companhias aéreas também não notificaram a Fraport sobre as luzes.

O caso continua a ser acompanhado, mas poderá ser de facto um evento de luzes que ultrapassa as nuvens e promove algo diferente, que visto da perspetiva dos pilotos pode ter relevância e não ser nada "tão normal assim".


Fonte: Pplware

terça-feira, 25 de outubro de 2022

NASA completa equipa de 16 especialistas para estudar fenómenos OVNI


A agência espacial vai realizar um estudo para mostrar como os dados podem ser utilizados para investigar ocorrências de objetos voadores não identificados.

Pode não significar a visita de extraterrestres à Terra, mas os fenómenos de avistamento de objetos voadores não identificados (OVNI) são registados há muitas décadas. A NASA anunciou a composição de uma equipa, composta por 16 especialistas, para estudar estes fenómenos, sempre que haja avistamentos. Trata-se de uma equipa independentemente que se vai focar a estudar os OVNIs e que começa hoje oficialmente as suas operações.

“Observações de eventos no céu que não possam ser identificados como aparelhos voadores ou fenómenos naturais conhecidos passam a ser categorizados como UAP (Unidentified Aerial Phenomena). A equipa vai realizar um estudo durante os próximos nove meses, para construir os alicerces para futuras investigações assente em dados para a NASA e outras organizações. A função da equipa é identificar como os dados recolhidos pelas entidades governamentais civis, dados comerciais e de outras fontes podem ser potencialmente utilizados em análises de UAP. Vai ser estabelecido a recomendação de um roadmap para potenciais analises de dados a ser utilizado pela agência a partir de agora.

A NASA salienta que o estudo vai ser focado apenas em dados desclassificados e prevê apresentar o resultado das descobertas da equipa aberto ao público em meados de 2023. “Explorar o desconhecido no espaço e na atmosfera está no coração daquilo que somos na NASA”, disse Thomas Zurbuchen, da agência espacial dos Estados Unidos. Acrescenta que compreender os dados que existem à nossa volta sobre fenómenos aéreos não identificados é crítico para desenhar conclusões científicas sobre o que se passa no céu. “Os dados são a linguagem dos cientistas que fazem do inexplicável, explicável”, salienta.

Seja por questões de segurança nacional ou tornar os céus mais seguros, o estudo alinha-se com os objetivos da NASA que é garantir a segurança dos aparelhos voadores.

A equipa independente para conduzir o estudo é liderada por David Spergel, presidente da Simons Foundation e terá à sua responsabilidade cientistas de liderança mundial, especialistas em dados e inteligência artificial, de segurança de aeronáutica, professor de dados científicos e computacionais, especialistas em física e astrofísica, oceanógrafos, entre outras áreas científicas. A lista completa pode ser consultada no blog da NASA.

Embora o estudo possa parecer assunto de filme de ficção científica, a NASA tem outros programas de investigação ativa de origem de vida, evolução e distribuição fora da Terra, tal como o estudo da água de Marte às sondas que procuram pesquisar mundos oceânicos em Titã e Europa. Os caçadores de planetas TESS e Hubble procuram mundos habitáveis, ao passo que o supertelescópio espacial James Webb tenta registar bioassinaturas em atmosferas em torno de outros planetas, tais como oxigénio e dióxido de carbono.

Fonte: SapoTek

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Inteligência artificial pode prever o futuro com 99% de certeza


A Inteligência Artificial previu o futuro e acertou mais de 99% das vezes, segundo um novo estudo. Felizmente, não previu um apocalipse ou uma revolução de robôs.

Em vez disso, os investigadores do Instituto Max Planck pediram ao software artificialmente inteligente para prever o progresso da inteligência artificial (IA).

Os investigadores utilizaram a informação sobre a IA a partir de trabalhos académicos desde 1994 — foram analisados 143.000 trabalhos na experiência.

Foi então pedido à IA que fizesse previsões sobre como a inteligência artificial se desenvolveu ao longo dos anos, com base nos estudos científicos sobre a mesma.

O software estava quase 100% correto em relação às suas previsões, levando os cientistas a quererem fazer-lhe mais perguntas sobre o futuro, segundo The U.S Sun.

De acordo com Mario Krenn, que liderou a investigação juntamente com especialistas de todo o mundo, a IA “mostra um grande potencial que pode ser libertado“.

Em vez de pedir à IA para prever o fim do mundo, os investigadores esperam fazer-lhe perguntas sobre a ciência que poderiam contribuir para estudos futuros.

A inteligência artificial é “uma ferramenta que pode sugerir novas direções e ideias de investigação personalizadas, tirando conclusões da literatura científica. Pode acelerar significativamente o progresso da ciência”, lê-se no estudo.

“Um campo que pode beneficiar de uma abordagem deste género é a própria investigação de inteligência artificial (IA)”, acrescenta ainda o artigo.

A esperança é que a IA seja capaz de ajudar os cientistas na investigação no futuro. “Em última análise, melhores previsões e novas direções de investigação serão uma componente crucial de ferramentas mais avançadas de sugestão de investigação”.

Alice Carqueja, 

Fonte: ZAP

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

OVNI gigante em forma de disco filmado perto da Lua


Esta é uma evidência da existência de um OVNI na Lua, obtido na China usando uma câmara profissional de longo alcance. O vídeo mostra a passagem de uma nave extraterrestre na frente da Lua.

Na sua conta no Twitter, Jaime Maussan partilhou um vídeo que supostamente se refere à presença de um OVNI perto da Lua e que confirma teorias sobre vida extraterrestre.

José Jaime Maussan Flota (nascido em 31 de maio de 1953) é um jornalista mexicano, personalidade de televisão e ovniólogo. Desde 1970 é repórter de vários jornais e emissoras, entre eles El Sol do México, XEX Radio e com a Televisa, trabalhou no noticiário 24 Horas.
“Aconteceu em 29 de setembro de 2022. A enorme nave em forma de disco media cerca de 54 quilómetros de diâmetro”, disse Jaime Maussan.

O vídeo mostra claramente um OVNI em forma de disco. O pesquisador está confiante que esta é uma das imagens mais impressionantes já registadas durante o estudo desse fenómeno, demonstrando a presença de naves de origem extraterrestre movendo-se perto da superfície da Lua.

Pesquisadores de OVNIs estão confiantes que a nossa enigmática Lua pode ter uma origem alienígena sinistra para a qual a humanidade não está preparada. Desde encontros de astronautas com OVNIs, até luzes piscantes e anomalias geométricas na superfície que parecem ser estruturas, é possível que a Lua possa realmente ser o lar de alienígenas antigos ou servir como base de operações.

Fonte: AnomAlien

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Fez-se história: NASA confirma sucesso da missão de defesa planetária DART


A NASA confirmou esta terça-feira que o satélite conseguiu alterar a trajetória do asteroide, pela primeira vez, empurrando-o para fora da sua órbita.

A missão DART da NASA conseguiu, pela primeira vez, alterar a trajetória do asteroide Dimorphos e empurrá-lo para fora da sua órbita natural.

A informação foi confirmada pela agência norte-americana esta terça feira que, em comunicado, salienta que este acontecimento “marca a primeira vez que a humanidade altera deliberadamente a rota de um objeto celeste e é a primeira demonstração em grande escala da tecnologia de desvio de asteroides”.

“Todos temos a responsabilidade de proteger o nosso planeta de origem. Afinal, é o único que temos”, notou Bill Nelson, administrador da NASA.

“Esta missão mostra que a NASA está a tentar preparar-se para qualquer coisa que o universo nos traga. Na NASA temos demonstrado que levamos a sério o nosso papel como defensores do planeta. Este é um momento decisivo para a defesa do planeta e para toda a humanidade, o que demonstra o compromisso da equipa excecional da NASA e dos seus membros de todo o mundo”, acrescentou Nelson.

O sucesso da missão da NASA vai permitir aos astrónomos “avaliar melhor se uma missão como a de DART poderia ser utilizada no futuro para proteger a Terra de uma colisão com um asteroide”, explicou Lori Glaze, diretora da Divisão de Ciências Planetárias da NASA, citada pelo Observador.

A colisão entre o satélite e o asteroide aconteceu a 26 de setembro deste ano e, desde então, “o astrónomos têm estado a utilizar telescópios terrestres para saber há quanto tempo mudou essa órbita”.

A confirmação de sucesso surgiu esta terça-feira, com uma margem de erro de, aproximadamente, dois minutos. É então possível dizer que a órbita do asteroide Dimorphos foi reduzida de 11 horas e 55 minutos para 11 horas e 23 minutos.

 Fonte: ZAP

terça-feira, 27 de setembro de 2022

“Kamikaze” da NASA colidiu com sucesso contra asteroide Dimorphos


A missão DART da NASA foi um aparente sucesso. A agência espacial conseguiu que a sua sonda colidisse com o asteroide Dimorphos.

Esta segunda-feira, a missão DART da NASA culminou com a colisão de uma sonda contra um asteroide. O impacto aconteceu com o asteroide Dimorphos, a 11 milhões de quilómetros da Terra, às 00h14 desta terça-feira.

A missão queria provar que uma nave espacial pode navegar autonomamente para um asteroide e colidir intencionalmente com ele.

Na transmissão em direto da agência espacial norte-americana é possível ver o feito a ser celebrado pela equipa a cargo da missão. A câmara da sonda foi mostrando um fundo preto com um ponto branco, que correspondia ao sistema de asteroides a aproximar-se.

Apesar do aparente sucesso da missão, só entre 2024 e 2026 é que se saberá efetivamente se o “impacto cinético” funciona e se a nave espacial conseguiu alterar a rota do asteroide.

Se a missão tiver sido bem-sucedida, uma órbita completa de Dimorphos em torno de Didymos vai demorar menos 10 minutos do que o habitual: 11 horas e 45 minutos.

Este foi o primeiro teste de defesa planetário levado a cabo pela NASA. O asteroide não representava um perigo para a Terra, mas o sucesso da missão mostrou que estamos preparados para redirecionar potenciais perigos.

O DART viajava a mais de 22.500 km por hora quando atingiu o asteroide, naquilo que tem foi uma das experiências cientificas mais complexas de todos os tempos.

Dimorphos e Didymos são um sistema binário de asteroides, sendo Dimorphos uma “lua” de Didymos. A pequena lua orbita o asteroide maior, e vai passar entre o asteroide maior e a Terra.

Fonte: ZAP

 

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Marinha dos EUA admite ter mais vídeos de OVNIs, mas não espere vê-los em breve


A Marinha dos EUA detém vídeos não vistos de objetos voadores não identificados (OVNIs) - ou fenómenos aéreos não identificados (UAP), como o Departamento de Defesa (DOD) prefere chamar-lhes - mas não divulgará as imagens publicamente porque "prejudicaria a segurança nacional", escreveu um porta-voz da Marinha na quarta-feira (7 de setembro).

O que será que os americanos sabem, sobre "hipotéticos avistamentos" que o mundo desconhece?

Marinha tem guardadas mais imagens e OVNIs...

Esta polémica arrasta-se há vários anos e tem no centro do problema avistamentos que ninguém consegue explicar. São testemunhos de pilotos experientes da marina dos EUA que "viram algo" e não sabem do que se trata. Estas imagens partilhada na altura correram mundo e ninguém consegue taxativamente explicar o que se passou.

Agora, segundo informações, Marinha dos EUA admite ter mais vídeos de OVNIs. Esta conformação veio em resposta a um pedido da Lei de Liberdade de Informação (FOIA) apresentado pelo site de transparência governamental The Black Vault, que já partilhou milhares de páginas de documentos relacionados com OVNIs recebidos através de pedidos da FOIA à CIA e a outras agências governamentais.

O Black Vault apresentou o pedido FOIA à Marinha dos EUA em abril de 2020 - apenas um dia após a Marinha ter desclassificado três vídeos agora famosos filmados por pilotos da Marinha, mostrando aviões de alta tecnologia em movimento de formas aparentemente impossíveis.

O Black Vault solicitou que a Marinha entregasse agora todo e qualquer outro vídeo relacionado com a UAP.

Naves extraterrestres ou tecnologia do "inimigo" impossível de deter?

Passados mais de dois anos, o governo respondeu com uma carta que ambos confirmaram que existem mais vídeos UAP e negaram o pedido de entrega devido a preocupações de segurança nacional.

A divulgação desta informação prejudicará a segurança nacional, uma vez que pode fornecer aos adversários informações valiosas sobre operações, vulnerabilidades e/ou capacidades do Departamento de Defesa.

Nenhuma parte dos vídeos pode ser segregada para divulgação

Escreveu Gregory Cason, vice-diretor do gabinete FOIA da Marinha, numa carta de resposta.

Segundo o vice-diretos, a Marinha só conseguiu desclassificar os três vídeos UAP lançados em abril de 2020 porque os vídeos tinham sido previamente divulgados aos meios de comunicação social e já tinham sido "amplamente discutidos no domínio público".

Conforme refere Cason, a Marinha considerou possível divulgar oficialmente as filmagens "sem mais danos para a segurança nacional".

Curiosamente, na sua resposta ao pedido do The Black Vault, a Marinha não fez quaisquer tentativas para ocultar a existência de vídeos UAP adicionais. Há claramente mais vídeos de encontros inexplicáveis de OVNIs nos ficheiros da Marinha, mas quantos e o que eles retratam terão de permanecer um mistério por agora.

É evidente, contudo, que os militares dos EUA levam muito a sério a potencial ameaça de OVNIs. Em maio de 2022, o DOD realizou a sua primeira audiência pública sobre OVNIs desde os anos 60. A audiência discutiu principalmente um relatório do Pentágono de junho de 2021 que revelou que os pilotos da Marinha dos EUA tinham relatado 144 avistamentos de OVNIs desde 2004.

Mais recentemente, o DOD anunciou que iria receber financiamento federal para abrir um novo gabinete centrado exclusivamente na gestão de relatórios de avistamentos de OVNIs pelo Exército, Marinha e Força Aérea dos EUA.


Fonte: Pplware

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Hackers usam imagens captadas pelo telescópio James Webb para esconder malware


A campanha de malware descoberta pelos investigadores da Securonix, que toma o nome GO#WEBBFUSCATOR, envolve emails de phishing com documentos Microsoft Office maliciosos anexados.

As imagens captadas pelo telescópio espacial James Webb, que começou a fotografar o universo mais profundo este ano, são impressionantes e estão a ajudar os investigadores a fazer novas descobertas espaciais. No entanto, uma nova investigação revela que há cibercriminosos a usar as imagens captadas pelo telescópio numa campanha maliciosa.

De acordo com os investigadores da Securonix, a campanha, que toma o nome GO#WEBBFUSCATOR, envolve emails de phishing com documentos Microsoft Office maliciosos anexados.

Os especialistas explicam que os documentos em questão incluem referências externas escondidas entre os seus metadados e, ao serem abertos, descarregam para o computador da vítima um outro tipo de ficheiro malicioso.

Caso a vítima tenha as macros ativadas no Office, o ficheiro executa automaticamente um script que dá início à primeira fase do ataque. A partir daqui é descarregada remotamente uma imagem, em formato JPG, que é subsequentemente transformada num ficheiro executável.

O ficheiro, aberto com a aplicação de visualização de imagens, apresenta uma das primeiras fotografias captadas pelo telescópio James Webb, que retrata um cluster da galáxia SMACS 0723.

Porém, ao ser aberto com um editor de texto, o mesmo demonstra que há uma carga maliciosa escondida, que é desencriptada e guardada no computador da vítima como um ficheiro executável chamado msdllupdate.ex.

Uma vez executado, o malware estabelece uma ligação ao servidor de comando e controlo, com os hackers a executarem os comandos pretendidos. Segundo a Securonix, os existem domínios utilizados na campanha que foram registados este ano e, à data da descoberta, a carga maliciosa executada ainda não conseguia ser detetada pela maioria dos softwares de segurança.

Fonte: SapoTek

terça-feira, 16 de agosto de 2022

É possível construir estruturas com o “poder” das ondas ultrassónicas? Veja o vídeo


A LeviPrint gera um campo de ondas ultrassónicas, sendo capaz de fazer levitar um vasto conjunto de pequenos componentes, posicionando-os em estruturas sem qualquer contacto físico.

Poderá a levitação acústica ser o futuro da construção? Um grupo de investigadores da Universidade Pública de Navarra, em Espanha, e da Universidade de São Paulo, no Brasil, acredita que sim e desenvolveu uma nova máquina, chamada LeviPrint, que usa o “poder” das ondas ultrassónicas para construir estruturas.

Os investigadores, que apresentaram as conclusões do seu estudo na conferência SIGGRAPH 2022, detalham que a LeviPrint gera um campo de ondas ultrassónicas, sendo capaz de fazer levitar um vasto conjunto de pequenos componentes, posicionando-os em estruturas sem qualquer contacto físico.


Como é possível ver no vídeo partilhado pelos investigadores, além de objetos sólidos, a LeviPrint consegue interagir com materiais líquidos, como adesivos para unir componentes. Além disso, através da máquina, é possível reposicionar elementos que estejam já no interior de estruturas.

É certo que, na sua atual fase de desenvolvimento a LeviPrint só tem capacidade para fazer construções de pequenas dimensões, no entanto, os especialistas esperam que, no futuro, a tecnologia poderá ser utilizada para complementar processos de construção e fabrico em múltiplas indústrias.

Os investigadores acreditam que a tecnologia poderá ser particularmente útil para a criação de equipamentos eletrónicos com incluem uma variedade de componentes mais sensíveis, assim como no desenvolvimento de estruturas que requerem a utilização de materiais cuja manipulação pode representar um risco para a saúde humana.

Fonte: SapoTek

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

O faro apurado dos ganhafotos pode ser a chave para o diagnóstico precoce do cancro


Os insectos conseguem separar as células cancerígenas das saudáveis através do cheiro e também distinguem diferentes tipos de cancro.

Depois de se os nossos melhores amigos de quatro patas se terem revelado úteis na luta contra o cancro, é agora a vez de os gafanhotos se juntarem aos cães nesta lista dos nossos aliados no mundo animal.

Um novo estudo que ainda não foi revisto por pares mas já está disponível na BioRxiv concluiu que os ganhafotos conseguem distinguir as células humanas saudáveis das cancerígenas graças ao seu faro apurado — e isto pode ajudar-nos a detectar o cancro mais cedo, relata o Science Alert.

Mais do que isto, os insectos podem identificar linhas de células cancerígenas individuais, o que significa que conseguem decifrar o tipo de cancro em causa. Os cientistas analisam as mudanças na actividade cerebral dos gafanhotos, que demoram milissegundos, para perceberem se os animais cheiraram ou não o cancro.

Usando elétrodos ligados aos cérebros dos insectos, a equipa mediu a sua resposta a amostras de gás de diferentes células e definiu perfis relativos aos químicos que os animais cheiravam. E eis que os perfis das respostas a células saudáveis eram diferentes das respostas a células com cancro.

Este estudo em particular limitou-se a cancros na boca, mas os investigadores acreditam que as capacidades dos gafanhotos podem ser aplicadas a outros tipos de cancro. “Esperávamos que as células cancerígenas parecessem diferentes das células normais. Mas quando os insectos conseguiram distinguir três tipos diferentes de cancro, isso foi incrível“, revela o microbiólogo e co-autor, Christopher Contag.

A taxa de sobrevivência dos cancros detectados já na fase 4, quando o tumor se espalhou para outras partes do corpo, oscila entre os 10% e os 20%. Quando são diagnosticados na fase 1, os pacientes com cancro já têm uma probabilidade de sobreviverem entre os 80% e os 90% — o que demonstra a importância da descoberta precoce da doença.

A equipa quer agora “hackear” os cérebros dos gafanhotos para tentar aplicar esta capacidade num contexto médico. Ainda é cedo, mas os cientistas têm esperança de criar um dispositivo que replicar este mecanismo e consiga detectar a presença de cancro apenas através da nossa respiração.

Adriana Peixoto, 

Fonte: ZAP

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Misteriosa esfera metálica com código secreto caiu em Veracruz, México


Luna, um conhecido meteorologista, diz que um orbe metálico desconhecido com um código secreto e talvez contendo “informações valiosas dentro” caiu do céu numa árvore em Veracruz, México, pouco antes da meia-noite de domingo (31 de julho de 2022.- 23:50). PM.).

As pessoas que o viram cair do céu disseram que o orbe emitiu um som, mas não houve fogo. (Uma filmagem de CCTV mostra o orbe smovendo-se pelo céu antes de cair - Veja o vídeo abaixo.)

Luna, que postou em várias páginas sobre este evento na sua conta do Facebook, sugere que parece ser feito de um plástico muito duro ou uma liga de vários metais e aparentemente tem uma antena.

Observam-se pequenos orifícios que são uma espécie de códigos indecifráveis, mas nenhum orifício ou fenda por onde se possa abrir. Este orbe tem um mecanismo de tempo que, num determinado momento, será aberto por conta própria, mostrando as informações valiosas dentro, disse Luna.

É relatado que no início da manhã (03h15) desta segunda-feira 1 de agosto de 2022 (apenas 3 horas e meia após o impacto) uma equipa altamente treinada do secretário da Marinha do México e/ou do secretário de Defesa Nacional chegou ao local com equipamento especializado, recolhendo o orbe com todas as medidas e protocolos de precaução e transportando para um destino desconhecido além das fronteiras do México.

Algumas pessoas sugerem que o orbe é parte do foguete chinês que caiu na terra em 30 de julho de 2022, mas isso parece impossível, pois a reentrada do foguete foi um dia antes do evento no México, bem como a maioria dos detritos do foguete caiu no oceano perto da Malásia, até mesmo destroços de foguetes foram encontrados em Kalimantan, na Indonésia, e em Sarawak, na Malásia.

É claro que algo caiu do céu no México e as autoridades querem manter em segredo.

O público nunca mais ouvirá falar desse misterioso orbe.
Questão de Segurança Nacional: Fechado!


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quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Cientistas descobrem série de buracos “perfeitamente alinhados” a norte dos Açores… e ninguém sabe o que os causou


Uma série de buracos misteriosos “perfeitamente alinhados”, descobertos a cerca de 2.700 metros abaixo da superfície, ao norte dos Açores, tem deixado perplexo os cientistas, que não têm justificação para a respetiva causa.

Os buracos foram encontrados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) enquanto conduziam uma exploração do fundo do mar ao redor da Dorsal Meso-Atlântica com um veículo submarino operado remotamente. Os buracos (ou respiradouros, ou trilhos?) foram encontrados no sedimento perto do cume de um vulcão submarino ao norte do arquipélago dos Açores.

A NOAA, através de um post na rede social ‘Twitter’, reconheceu que os buracos já tinham sido relatados na região mas “a sua origem permanece um mistério”. “Embora pareçam quase feitos pelo homem, as pequenas pilhas de sedimentos ao redor dos buracos fazem com que pareçam ter sido escavados por… alguma coisa”, escreveu a agência, que pediu aos internautas sugestões sobre a possível causa.

Fonte: MultiNews

James Webb mostra Galáxia Cartwheel com pormenorização inédita


A NASA e a equipa do James Webb partilham uma nova imagem proveniente dos instrumentos do telescópio que mostra com grande detalhe a Galáxia Cartwheel

ANIRCam (de Near Infrared Camera) do Telescópio James Webb permtiu-lhe ver além das poeiras que obscurecem a Galáxia Cartwheel e mostrar mais detalhes sobre a formação das estrelas e o buraco negro no seu centro. A galáxia em questão localiza-se a 500 milhões de anos-luz da Terra e já tinha sido observada anteriormente, mas o Hubble e outros aparelhos ‘ficavam-se’ por esta camada de poeiras.

Já o James Webb conseguiu, com a NIRCam e com o MIRI obter imagens que, combinadas, ilustram com grande detalhe a formação estelar. Os dados da NIRCam têm uma predominância de tons azuis, laranja e amarelos, enquanto o MIRI fornece imagens mais avermelhadas. A NASA explica que os pontos vermelhos são estrelas individuais ou que estão em formação ainda e que as imagens da NIRCam permitem distinguir entre poeiras e formações de estrelas mais antigas de outros volumes associados a populações de estrelas mais novas, avança o Engadget. Já as imagens do MIRI permitem analisar melhor a composição das poeiras, identificando regiões ricas em hidrocarbono e outros compostos químicos.

A Galáxia Cartwheel formou-se depois da colisão de uma grande galáxia espiral e outra mais pequena, tem dois anéis, com o exterior a estar a expandir-se desde a colisão, há 440 milhões de anos.

Leia mais sobre esta imagem e sobre o Telescópio na página oficial da missão.

Fonte: EI

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Se a órbita de Neptuno alterar 0,1% destruirá o nosso sistema solar


Um estudo recente veio trazer-nos uma possível e catastrófica realidade. Segundo os resultados do trabalho, se uma estrela ao passar pelo nosso sistema solar movesse a órbita de Neptuno em apenas 0,1%, isso poderia eventualmente fazer com que os outros planetas colidissem uns com os outros ou fossem totalmente expulsos do sistema solar.

Calma, não se preocupe – isso não acontecerá na nossa vida, de acordo com o resultado da investigação.

Se uma estrela vizinha se aproximar demais do nosso sistema solar, pode levá-lo a um pandemónio. Simulações sugerem que uma estrela que sobrevoasse só precisaria empurrar a posição de Neptuno em três vezes a distância entre a Terra e o Sol para fazer com que os planetas ficassem descontrolados.

Pode parecer óbvio que qualquer mudança significativa na posição de um planeta possa ter um grande efeito no nosso sistema solar, mas as novas simulações sugerem que isso pode mesmo destruir o sistema solar.

Investigadores da Universidade de Toronto, Canadá, criaram milhares de simulações e chegaram a um número que nos diz o quão perto uma estrela poderá passar para ter influência tremenda quer num determinado planeta, quer mesmo em todo o nosso sistema solar.

Assim como a gravidade do sol pode influenciar objetos realmente distantes, como os cometas, e estes podem estar muito longe do Sol, continuam a orbitar o Sol por causa da forte gravidade da própria estrela. Uma estrela passageira pode influenciar objetos no sistema solar. Por isso, o nosso estudo foi para tentar compreender quão sensível seria a estabilidade do sistema solar ser influenciada por estrelas passageiras.

Disse Garett Brown, estudante de doutoramento na Universidade de Toronto e co-autor do estudo.


Neptuno pode arruinar tudo

Neste estudo recente, os investigadores criaram quase 3.000 simulações onde mostram qual é a menor quantidade de influência necessária para potencialmente criar enormes mudanças no nosso próprio sistema solar. Na verdade, não é preciso grande coisa!

Conforme refere Brown, apenas as estrelas foram consideradas como sobrevoos estelares nas suas simulações - estrelas que são 100 vezes maiores do que o nosso Sol, o que é raro. Também simularam sobrevoos com estrelas anãs vermelhas mais pequenas, que são cerca de 5% do tamanho do nosso Sol, mas são 100 vezes mais pesadas do que Júpiter.

Numa das simulações descobriu que se uma "mosca voadora" passasse por cá amanhã e puxasse Neptuno para fora da sua órbita apenas por 0,1%, poderia haver consequências catastróficas para Mercúrio e Vénus.

Fizemos as simulações até que Mercúrio colidiu com Vénus, entre outras coisas, e paramos. Então, Mercúrio pode colidir com Vénus e é isso, nada mais acontece.

Referiu Brown.

O resultado específico é que se mover Neptuno numa quantidade relativamente pequena, então ao longo da vida útil do sistema solar, a probabilidade de instabilidade aumentaria 10 vezes. O que parece muito novamente, mas se tomarmos o sistema solar como ele é hoje, completamente isolado do resto do universo, há cerca de 1% de hipótese de Mercúrio colidir com Vénus.

O sistema solar é caótico, é difícil prever o futuro do sistema solar para além de mil milhões de anos, mas dentro de cerca de 5 mil milhões de anos, há cerca de 1% de probabilidade de Mercúrio poder colidir com Vénus. Assim, se uma estrela passar e mover Neptuno nesta pequena quantidade, então em vez de 1% de probabilidade de Mercúrio cair em Vénus, então passaria a haver uma probabilidade de 10%.

Explicou o investigador.

Mas porquê Neptuno?

De acordo com a investigação, a resposta é bem simples: Neptuno é o mais distante, portanto, tem uma hipótese maior de ser influenciado por um sobrevoo estelar. Claro, o estudo levanta o véu de um evento celestial que tem uma probabilidade muito pequena de acontecer. Na verdade é tão pequena que nenhum de nós, dos nossos netos e mesmo bisnetos, estaremos vivos para vê-lo – mas as hipóteses não são zero.

Certamente não é nada para se temer porque o tempo envolvido é tão, tão longo. Tipo, os dinossauros morreram há 65 milhões de anos e isso é tão, tão curto comparado ao tempo que levaria para um evento como esse acontecer.

Concluiu Brown.

Interessante foi a opinião do investigador sobre um acontecimento que nos possa preocupar num futuro mais próximo. Para ele, os humanos deveriam preocupar-se com apagão do Sol. Contudo, novamente, isso só acontecerá daqui a cinco mil milhões de anos!

Fonte: Pplware

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Concept. Investigadores criam colónia espacial com gravidade artificial


A The Glass apresenta uma estrutura em forma de um cilindro.

Um grupo de investigadores da Universidade de Quioto e da empresa de construções Kajima desenvolveu o ‘concept’ de uma estrutura que permitirá viver em outros planetas além da Terra, como é o caso de Marte.

Este ‘concept’ recebeu o nome de The Glass e apresenta a forma de um cilindro com todo o tipo de áreas para tornar a vida dos colonos espaciais o mais confortável possível - com áreas verdes, zonas de água e até transporte público.

Como conta o DesignBoom, A equipa notou que os habitantes desta estrutura poderão desfrutar de gravidade artificial, o que eliminaria grande parte dos potenciais problemas de saúde que a comunidade científica tem identificado como obstáculos à vida fora da Terra.

“Temos a visão de um futuro em que a espécie humana fará da migração entre a Lua e Marte uma realidade na segunda metade do século XXI”, pode ler-se no comunicado da equipa de investigação. “Considerámos uma instalação com gravidade artificial que consiga gerar gravidade equivalente ao ambiente global, usando força centrífuga da rotação do Espaço e da superfície da Lua e de Marte, tornando-se tecnologia nuclear para os seres humanos avançarem para o Espaço”.

Abaixo pode ver um vídeo explicativo sobre o The Glass e, na galeria acima, algumas imagens do projeto.


Fonte: NM

quinta-feira, 14 de julho de 2022

Manchas ‘gigantes’ no Sol levantam receios de tempestades solares destrutivas


Filamentos magnéticos na superfície solar podem depois causar ‘apagões’ e problemas com tecnologia na Terra.

O Sol tem apresentado um número crescente de ‘manchas solares’ bem como outras "estruturas" na sua superfície, segundo mostram as últimas imagens e investigação. Segundo escreve o Independent, estas ‘manchas solares’ – fenómenos astronómicos consistem no aparecimento de manchas causadas por uma concentração de fluxos magnéticos – estão debaixo de olhos dos astrónomos já que há risco de que estas estruturas filamentares lancem detritos contra a Terra, com efeitos destrutivos.

As ‘manchas solares’ podem causar erupções solares e manifestar-se em tempestades solares, não havendo, para já, indicação de quais as zonas do Sol que estão em maior risco de se tornarem local de erupção solar.

Segundo alguns investigadores, o desenvolvimento destas ‘manchas solares’ podem causar desequilíbrios magnéticos e causar apagões elétricos, bem como problemas em vários equipamentos, como satélites, GPS e até na distribuição elétrica na Terra. As manchas detetadas e que mais preocupam os cientistas estão precisamente voltadas para a superfície Terrestre.

A maior mancha detetada, que dá pelo nome de AR3055, tem mais de 100 mil quilómetros de diâmetro. Ainda não é claro como ocorre a formação destas zonas no céu e se, após o seu aparecimento, vão aumentando em dimensão.

Por agora, de acordo com o Centro de Previsão Meteorológica Espacial, da Administração do Oceano e Atmosfera dos EUA, o Espaço apresenta condições meteorológicas estáveis, das quais o único fenómeno de relevância é uma tempestade geomagnética relativamente pequena e que, na pior das hipóteses, caso tenha efeitos na Terra, pode causar pequenas flutuações nas grelhas de distribuição de eletricidade, pequenos impactos no funcionamento de satélites afetar o padrão migratório de alguns animais e ao aparecimento de auroras boreais.

Fonte: CM

terça-feira, 12 de julho de 2022

Asteroide do tamanho de um autocarro “roçou” a Terra de surpresa e os cientistas deixam alerta para o perigo da situação


O 2022 NF apareceu “do nada” nos radares quando faltavam poucos dias para a sua passagem pela Terra. Desta vez não houve perigo, mas a surpresa deixou a comunidade científica desconfortável com a possibilidade da situação se repetir com um asteroide de maior perigo.

Um corpo celeste do tamanho de um autocarro roçou recentemente a Terra, quase de surpresa. Desconhecido até 4 de julho último, quando apareceu do nada nos ecrãs do sistema Pan-STARRS de deteção de objetos próximos, o 2022 NF - como foi denominado - não é considerado um "asteroide potencialmente perigoso", mas a situação vem reforçar a necessidade de investir na defesa planetária.

O pequeno asteroide, com cerca de 12,5 metros de comprimento e 5,5 metros de largura, passou a apenas 90 mil quilómetros da Terra, aproximadamente 23% da distância e entre o planeta azul e a Lua, no passado dia 8 de julho.


À partida, o 2022 NF não seria capaz de causar grandes níveis de destruição, mas já sabemos que o tamanho não é a única coisa que importa entre estes corpos celestes, e podia ter existido prejuízo consoante o local onde impactasse.

Por outro lado, estão identificados objetos celestes próximos, esses sim, de facto capazes de causar danos elevados - em várias “frentes” - se atingirem a Terra.

Face ao risco que os asteroides de maior dimensão representam, estão a ser desenvolvidas estratégias de defesa como a DART, que une a NASA e a ESA na intenção de desviar quaisquer asteroides em rota de colisão com a Terra. Por enquanto o alvo é Dimorphos.

A China também está a preparar um novo sistema de defesa planetário que deve incluir uma missão espacial para desviar a rota de um asteroide próximo da Terra. O asteroide em questão ainda não foi escolhido, mas a missão deve ser operacionalizada nos próximos quatro anos.

Fonte: TekSapo

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Milionário comprou um radar gigante da guerra fria e quer encontrar OVNIs


Nem todos concordam com a teoria de que estamos sós no universo. Como tal, algumas pessoas, e até mesmo entidades, insistem que existem alienígenas e que há indícios de tal vida extraterrestre. Nessa linha de ideias, um empresário do mundo da tecnologia britânico relatou na rede social Reddit que procura ajuda para reparar e dar nova vida a uma antena de radar de alerta nuclear da era da Guerra Fria.

O empresário William Sachiti viveu e trabalhou na estação de radar de defesa aérea abandonada da Royal Air Force (RAF) durante cerca de três meses.

"Ajuda! Quero trazer isto de volta à vida"

Estas foram as palavras que escreveu no seu post do Reddit e que juntou uma imagem para ilustrar o tal radar que pretende por de novo em funcionamento. Trata-se de uma gigantesca unidade de radar AMES Type 84. É um prato enorme, com 18 metros de largura e 7 metros de altura, que fica no topo de um pedestal. Ele bombeava microondas para um alcance de 400 km e sinais nas proximidades alertavam sobre a radiação ionizante.

Sachiti afixou anonimamente, mas os Redditors rapidamente descobriram que era ele. A Grã-Bretanha só construiu cinco dos Tipo 84 e os Redditors conseguiram descobrir onde este se encontrava, utilizando algumas ferramentas de inteligência de código aberto.

Além disso, a compra feita por Sachiti da antiga base da RAF e da torre foi uma história noticiada na Grã-Bretanha.

Sachiti disse ter recebido respostas de algumas pessoas que a querem usar para sondar a Lua. No próprio post, alguém lhe perguntou porque é que ele comprou este radar.

Porque me convenci de que pode ser divertido tentar encontrar OVNIs.

Respondeu o empresário britânico.

Claro que recebeu muitas resposta ridículas, mas não faltam também ideias para dar um uso útil e divertido a esta peça tecnológica. Nem que seja tentar captar OVNIs que estejam a passear pela Terra.

OVNIs e extraterrestres já podem estar "pelo nosso meio"

Quando foi questionado sobre o que pensava nas tais provas e indícios ricos da existência dos OVNIs e da possibilidade de alienígenas na vida em geral, o empresário disse que é possível que os extraterrestres já estejam entre nós, mas que são muito mais avançados do que os humanos a ponto de estarem para além da sua consideração.

Sachiti é um robótico e empresário de inteligência artificial cuja empresa Kar-go usa carros autónomos para entregar encomendas pela Grã-Bretanha. Segundo as suas palavras, ele comprou a base porque precisava de terreno para testes e desenvolvimento. Havia fábricas, estradas e abrigos subterrâneos.

Mas a compra veio com mais do que apenas o espaço que ele precisava. O Type 84 é o que é chamado de edifício listado como Grade II. Isso significa que é considerado um monumento histórico de valor cultural significativo para o país e a sua história e não pode ser demolido.

A unidade de radar AMES Type 84 é uma relíquia da era da Guerra Fria. As cinco unidades de radar faziam parte de um sistema de alerta precoce destinado a alertar os militares britânicos se armas nucleares estivessem a caminho. Eles operaram de 1962 a 1994 e usaram microondas que bombeavam uma quantidade impressionante de radiação ionizada.

Houve uma altura em que esta coisa estava operacional, costumava girar quatro vezes por minuto.

A ideia deste empreendedor é colocar de novo o radar a funcionar, mas sem usar a radiação ionizante. Ele pretende usar esta relíquia histórica para algo, seja para encontrar OVNIs, seja para qualquer outra utilidade. Deixar esta peça tecnológica apodrecer não é salvaguardar o património.

Fonte: Pplware
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