domingo, 31 de julho de 2016

EUA: DARPA investe 7,5M de dólares no desenvolvimento de um novo biossensor

profusatech

A “Defense Advanced Research Projects Agency” anunciou um projeto com o “U.S. Army Research Office” para o desenvolvimento de uma nova tecnologia de biossensores que podem ser implantados na pele.

A Profusa, uma empresa de San Francisco, recebeu a bolsa de 7,5 milhões de dólares da DARPA para liderar o desenvolvimento.

O exército dos EUA está interessado em desenvolver a tecnologia para ajudar na monitorização em tempo real dos sinais vitais de um soldado quando este se encontra em combate.

Segundo o Digital Trends, o CEO da Profusa, Ben Hwang, aponta: “A visão da Profusa é substituir um “point-in-time chemistry panel”, que mede vários sinais como oxigénio, glicose, lactato, ureia, etc, por um biossensor que proporciona um fluxo contínuo de dados sem fios”.

O exército dos EUA espera que esta tecnologia venha a melhorar a eficiência das missões e fornecer informações em tempo real que permitiram resolver rapidamente vários problemas de saúde.

A abordagem da Profusa vai passar por um biossensor implantado na pele que será supostamente capaz de superar a natural rejeição do material estranho por parte do organismo. Os sensores serão feitos de um “hidrogel inteligente” semelhante ao material das lentes de contacto.

Os sensores serão implantados dois a quatro milímetros debaixo da superfície da pele e terão apenas três a cinco milímetros de comprimento.

Com apenas 500 microns de diâmetro, os sensores são minúsculos, e conseguir compactar toda esta tecnologia num dispositivo tão pequeno é um feito impressionante. Cada biossensor será flexível e poderá ficar implantado durante dois anos.

O sensor terá também ligação a uma aplicação de smartphone, fornecendo aos utilizadores informações em tempo real.

Segundo o Digital Trends, alguns críticos já vieram afirmar que este tipo de tecnologia vai deixar o governo a simples passos de utilizar sensores implantáveis ​​que que poderão violar a privacidade. A Profusa responde, apontando que a tecnologia poderá também ser utilizada para gerir doenças crónicas como a diabetes.

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