quinta-feira, 14 de junho de 2012

ABREM OS OLHOS… ACORDEM…
ESTAMOS NAS MÃOS DE MAFIOSOS

12 mil milhões injectados na BANCA, os corruptos e ladróes deste PAIS ainda teem o descaramento de dizer que foi o povo que viveu acima das suas possibilidades…
Daniel Oliveira, afirma neste video que:

Grande parte do dinheiro da TROIKA, 12 mil milhões foram parar aos bancos. Dos quais nós iremos pagar os juros. 
A banca empresta dinheiro ao estado a juros elevados, ABUSIVOS, mas o estado injecta dinheiro nos bancos sempre que eles precisam.
Cada português acabou de doar aos bancos 665 euros. Para o BPI, o BCP e a CGD.
Porque não pediram dinheiro à Isabel dos Santos e à Sonangol que são accionistas destes bancos? 
Os accionistas só estão lá para receber o lucro, para recapitalizar está o povo? 
Quando estes bancos tem lucro, também devolvem o dinheiro que o estado lá mete? Ou partilham os lucros com o estado? Claro que não... 
Além do mais o valor que o estado injectou nestes bancos é 5 vezes superior ao valor que eles valem em bolsa. Quando é que vamos ver esse dinheiro?
Não foi apenas o Borges que deixou escapar que ainda é preciso baixar mais os salários em Portugal... a TROIKA também o afirmou recentemente. Por isso não devemos estranhar que isso aconteça, pois há que pagar o luxo aos bancos.

Banca rica, País pobre
Nunca como agora a banca portuguesa recorreu em tão larga escala ao Banco Central Europeu: os maiores bancos financiaram-se, em Março, com 56,3 mil milhões de euros a uma taxa de um por cento.
Isto até seria uma boa notícia. Mas este dinheiro não é aplicado no financiamento das empresas e das famílias – e em nada contribuiu para a criação de um posto de trabalho. A banca portuguesa prefere comprar dívida pública. É muito mais seguro. Os bilhetes do tesouro garantem uma remuneração à volta de cinco por cento. Portugal, já sabíamos, é um País com algumas particularidades. Mais esta: os bancos enriquecem, enquanto a economia do País definha e o desemprego sobe.

Estado retira dos bancos 2 mil milhões de dívida das câmaras
Rectificativo aumenta despesa e sobe receita. Maioria das alterações não tem impacto no défice orçamental, que fica nos 4,5% do PIB
O Orçamento Rectificativo de 2012, aprovado ontem em Conselho de Ministros e remetido à Assembleia da República no final do dia, prevê a passagem de 2 mil milhões de euros de empréstimos das autarquias, que agora estão "estacionados" na banca, para o próprio Estado.
A decisão, que ainda não tinha sido divulgada por Vítor Gaspar, não implica qualquer transferência de responsabilidades: na prática, os municípios continuam a ser responsáveis por pagar a dívida. A diferença é que o credor passa agora a ser o próprio Ministério das Finanças – que também assume, por isso, o risco de incumprimento.
O que a medida permite é "limpar" o balanço da banca nacional, que obtém assim mais uma injecção de liquidez. Esta soma-se aos cerca de 950 milhões de euros de créditos de hospitais e empresas públicas que também serão adquiridos pelo Estado no próximo ano, tal como já tinha sido noticiado.
Esta tinha sido a sugestão da Associação Nacional de Municípios, na esperança de que isto permitisse desbloquear linhas de financiamento para pagar as dívidas de curto prazo (avaliadas em cerca de 1,5 mil milhões). Na prática, a banca ganha um reforço de liquidez de 2.057 milhões de euros, para poder depois assegurar a verba para as autarquias pagarem a fornecedores.
Impacto nulo no défice
O impacto orçamental desta transferência é zero, tal como na maior parte das alterações anunciadas ontem. Trata-se apenas de uma operação financeira, em que o Estado cede liquidez em troca de um activo. E a dívida pública até poderá descer, já que, ao passar da banca para a esfera pública, torna-se dívida que o Estado deve a si próprio.
De um total de aumento de despesa de 8 mil milhões, pelo menos 6,3 são gastos desta natureza (ver lista à direita): assunção de passivos (empresas públicas), compra de títulos (Mecanismo Europeu de Estabilidade), aumentos de capital (CGD) e empréstimos (à Madeira, no âmbito do programa de ajuda).
Em todas estas, o impacto no défice é virtualmente nulo. As contas públicas só são afectadas pela revisão em baixa da receita fiscal, devido ao agravamento da conjuntura, pela necessidade de pagar as reformas dos pensionistas da banca, imprevistos na despesa social e outras alterações menores.
Estes desvios são contrabalançados, tal como o Negócios já tinha avançado ontem, por poupanças muito significativas na despesa com juros. Mas também pela receita extraordinária de 272 milhões de euros da concessão de licenças para exploração das frequências de telemóveis 4G.
Tudo somado, o défice fica igual na contabilidade que interessa para Bruxelas e para a troika: 4,5% do PIB. A diferença é que o contributo da redução da despesa é significativamente revisto em baixa. Os gastos públicos, numa perspectiva consolidada, caem 2,8 mil milhões de euros, bem menos do que os 4,8 mil milhões que constavam do Orçamento apresentado em Outubro.

Estado assume dívida de empresas públicas e do BPN à banca
Tesouro vai endividar-se 8 mil milhões de euros e tirar dos bancos 16% do passivo das empresas públicas. Decisão poupa 93 milhões de euros
O Estado vai endividar-se mais de 8 mil milhões de euros este ano para substituir os bancos como financiador de sete empresas públicas e do que resta do BPN, confirmou ontem o secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento. Na prática isto significa que este ano o Estado vai aliviar os bancos – nacionais e estrangeiros – no equivalente a cerca de 16% do passivo crónico das empresas públicas, numa acção que vai ao encontro da posição defendida pelos gestores da banca em Portugal.
O governo começou por limpar da banca parte da dívida de empresas já incluídas no défice, para que a operação tenha impacto reduzido na dívida pública directa e no défice deste ano. Nestas empresas, o Estado assumirá junto da banca 5,24 mil milhões de euros de dívidas. Este valor está repartido por sete empresas, explicou Luís Morais Sarmento no debate parlamentar de arranque sobre o Orçamento do Estado para 2012 (OE/2012): 2,16 mil milhões da Refer, 1,84 mil milhões da Estradas de Portugal, 601,1 milhões da Metro do Porto, 492,4 milhões da Metro de Lisboa, 150 milhões da RTP, 2,9 milhões da VianaPolis e 82,5 mil euros da Empresa de Meios Aéreos.
A estes valores somam-se ainda 3 mil milhões de euros de dívidas de sociedades-veículo criadas na nacionalização do BPN e onde foram estacionados activos do banco. Quem financiou esses activos foi a Caixa Geral de Depósitos. Essa dívida à Caixa será amortizada, ficando o Tesouro português como credor.
O secretário de Estado deu estas explicações para responder à pergunta do deputado do PCP Honório Novo sobre a razão de ser do aumento para o dobro do limite legal de endividamento (para 22,48 mil milhões de euros) na proposta de orçamento rectificativo para 2011, a segunda este ano. O limite legal inicial para empréstimos de médio e longo prazo era de apenas mil milhões de euros e teve de ser subido para 5,24 mil milhões. A substituição no caso do BPN e as derrapagens orçamentais exigiram também mais capacidade de endividamento.
A equipa das Finanças explicou no debate que a decisão se destina a baixar os juros, já que o Tesouro se financia por menos do que a banca cobra às empresas públicas. A poupança total em 2012 será de 93 milhões de euros, de acordo com a agência Lusa.
O maior impacto, contudo, será para os bancos, a braços com uma imposição da troika para reduzir o endividamento e outra para reforçar capital. Depois de a banca estrangeira ter fechado a torneira do crédito às empresas públicas, a banca nacional tinha ainda outra restrição: ser a derradeira rede de crédito para o refinanciamento dos empréstimos destas empresas (ou seja, conceder empréstimos para as empresas pagarem os que vão vencendo).
Com esta decisão o governo injecta pelo menos 3 mil milhões de euros na CGD. Contactado pelo i, o Ministério das Finanças não esclareceu se os bancos que serão pagos no caso das empresas públicas são nacionais ou estrangeiros (relevante para a pretensão do aumento da liquidez para a economia portuguesa).
O OE 2012 prevê igualmente que o Tesouro possa financiar as empresas públicas reclassificadas, que têm necessidades de refinanciamento avaliadas em 4,46 mil milhões de euros. Esta semana, Passos Coelho deu o mote para a renegociação do acordo com a troika devido ao problema das empresas públicas, cujas dificuldades extremas de financiamento não terão sido antevistas na elaboração do programa de ajustamento.

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