Fragmento foi encontrado em praia do Pacífico, detetado através de sonar. Earhart desapareceu perto do Equador e o caso permanece um mistério da aviação.
Um fragmento de alumínio, encontrado numa praia do Pacífico, fez renascer a esperança do Grupo Internacional de Recuperação de Aeronaves Históricas em encontrar o aparelho da aviadora norte-americana Amelia Earhart, que desapareceu naquele oceano nos anos 30.
A descoberta da peça em alumínio, detetado através de sonar no atol de Nikumaroro, nas ilhas Kiribati, reforça a possibilidade de ser parte da fuselagem do Loockeed Electra "Miami", tripulado por Amelia Earhart e pelo seu navegador, Fred Noonan.
"A forte possibilidade de que este objeto é parte do avião 'Miami' significa que poderá ser uma pista importante para descobrir o que aconteceu e encontrar o aparelho", disseram os pesquisadores do grupo internacional.
A descoberta de agora reforça ainda a possibilidade de um "elemento pouco comum" detetado pelo sonar numa expedição do grupo no atol, em 2012, possa ser o avião de Amelia Earhart, afundado a cerca de 200 metros no fundo mar.
Em 2015, o grupo prevê realizar naquele atol a sexta expedição para tentar encontrar a aeronave.
Um pedaço de alumínio encontrado em 1991 assemelha-se muito a uma peça de 48 centímetros por 58, instalada no avião de Earhart em vez da janela do avião, referiu o grupo, em comunicado.
Primeira mulher a realizar sozinha aos comandos de um avião a travessia do Atlântico, Amelia Earhart pretendeu completar a volta ao mundo em 1937.
Earhart, de 39 anos, e o seu navegador, Fred Noonan, desapareceram perto do Equador, sem deixarem rasto, o que se tornou num dos maiores mistérios da história da aviação.
Fonte: DN
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