sexta-feira, 29 de julho de 2016

Rússia começa a clonar mamutes extintos há milhares de anos


Um grupo internacional de cientistas da Universidade Federal do Noroeste na Rússia declarou que está na fase inicial da clonagem de mamutes.

Os dados recolhidos durante a primeira fase de clonagem serão profundamente estudados antes de ser publicados nas revistas científicas. Para além disso, os cientistas já estão planeando a segunda parte dos trabalhos para clonar esta espécie extinta.

Os especialistas propõem a criação do Centro Mundial de Mamutes na universidade para continuar a investigação e incentivar o avanço em todos os tipos de estudos paleontológicos.





Graças às baixíssimas temperaturas do local, os restos dos mamutes conseguiram evitar a decomposição e chegaram até nós em boas condições passados mais de 50.000 anos. O DNA ficou preservado dentro de carcaças em óptimo estado de conservação. O solo congelado do Árctico (permafrost), funciona como uma espécie de freezer, capaz de preservar materiais biológicos por milhares de anos.

O Centro Mundial de Mamutes poderá se tornar em uma atração turística, assim como a Universidade de Yakutsk, na República russa da Yacútia, onde se encontra o maior número de restos de mamute do mundo.

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