segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Voo MH370 pode ter sido abatido pelos EUA, diz ex-CEO de linhas francesas

Voo MH370 pode ter sido abatido pelos EUA, diz ex-CEO de linhas francesas

Os militares dos EUA podem ter derrubado o voo MH370 da Malaysia Airlines para evitar um ataque tipo «11 de Setembro» sobre uma base naval norte-americana no Índico, e encoberto o facto, disse um ex-CEO de uma companhia aérea francesa.

Marc Dugain, que chefiou as Proteus Airlines e é um autor conhecido, especulou que os norte-americanos podem ter atingido o aparelho porque temiam um ataque semelhante ao do 11 de Setembro numa base militar no Oceano Índico.

Num artigo para a revista francesa Paris Match, afirmou que o Boeing 777 não caiu na zona onde as equipas de busca internacionais realizaram as buscas por destroços no oceano, mas perto de uma base militar norte-americana no território britânico de Diego Garcia.

«É uma base militar extremamente importante. É surpreendente que os americanos tenham perdido os vestígios do aparelho. Sem entrar em teorias da conspiração, é uma possibilidade que os norte-americanos tenham parado este avião», disse à France Inter, de acordo com uma tradução feita pelo The Local.

«Como é que no nosso mundo tecnológico» pode desaparecer um objecto com 63 metros de comprimento sem deixar vestígios?», questionou, acrescentando que tal sugere que «deve ter havido um esforço deliberado para ocultar provas».

O atol, quase 3.000 quilómetros a noroeste da Austrália, tem sido usado como uma base militar norte-americana importante desde a década de 1970 e é actualmente o lar de 1.700 militares.

Muitas teorias da conspiração sobre Diego Garcia têm surgido desde o desaparecimento do MH370, mas o governo dos EUA tem repetidamente negado que o avião se tenha em qualquer aproximado desta.

Dugain citou testemunhas nas Maldivas como prova, as quais lhe terão dito que tinham visto um «enorme avião a voar a uma altitude muito baixa» para a ilha com as cores da Malaysia Airlines.

Pouco tempo depois do desaparecimento do avião, no dia 8 de Março, com 239 pessoas de 15 países a bordo, os media locais das Maldivas relataram que um objecto que se acredita ser um extintor de incêndio do avião tinha chegado até uma praia em Baarah. A descoberta nunca foi confirmada.

Mr Dugain argumentou que o MH370 pode ter sido sequestrado remotamente por hackers e direcionado para Diego Garcia, que está longe da sua trajectória de voo planenada, de Kuala Lumpur para Pequim.

Para explicar a ausência de comunicação electrónica, uma vez que o avião desapareceu do radar, disse que o fogo poderá ter forçado a tripulação a desligar todos os dispositivos, sem danificar o exterior do avião.

O relatório oficial sobre o MH370 refere que os passageiros provavelmente morreram de asfixia depois de a cabine ficar sem oxigénio, tendo o avião prosseguido no piloto automático até ficar sem combustível e mergulhar no mar.

A falta de novas provas sobre o Boeing 777 levou o Conselho de Segurança nos Transportes australiano a comparar o voo com desastres anteriores, na sua conclusão.

Dugain disse que tinha sido avisado por um oficial da inteligência britânica quando aos «riscos» que corria ao olhar para o destino do MH370.
«Alguém sabe», acrescentou.

Fonte: DD

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