quarta-feira, 8 de novembro de 2017

OVNIs tomaram controle de mísseis nucleares em incidente ocorrido em 1977

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Robert Hastings revela mais um caso relatado por ex-militar narrando a presença de OVNIs sobre bases de mísseis nucleares nos Estados Unidos

O veterano pesquisador Robert Hastings é o maior especialista da ovnilogia Mundial em casos de OVNIs envolvendo pessoal militar e instalações de lançamento de mísseis balísticos (ICBMs). 

Desde os anos 70 já entrevistou mais de 160 militares reformados que foram testemunhas de incursões de discos voadores em bases de lançamento de mísseis nucleares, e a 27 de setembro de 2010 Hastings organizou a Disclosure Conference. 

O evento aconteceu em Washington e contou com a presença de vários desses ex-militares, além de ter sido transmitido ao vivo pela internet pela CNN. Uma das mais recentes testemunhas a se apresentar ao pesquisador foi o sargento técnico reformado Thomas E. Johnson, da Força Aérea norte-americana (USAF).

O ex-militar serviu de maio de 1973 a dezembro de 1978 na Base da Força Aérea de Grand Forks, Dakota do Norte, como Supervisor de Segurança de Voo (FSS) para os mísseis Minuteman. 

Suas funções o levavam a visitar periodicamente todos os locais de silos de mísseis sobre sua supervisão, e numa noite, em 1977, ele se aproximava por voltar da meia noite da Instalação de Controle de Lançamento (LCF) Golf-0. 

De repente ouviu pelo rádio que uma Equipe de Alerta de Segurança (SAT), havia sido enviada para investigar um possível caso de invasão do local, descrito como Situação 4. Johnson não deu muita importância, já que alarmes do tipo eram comuns, explicando que um pássaro poderia ser detectado pelos radares da base e activar os alarmes. Johnson afirma que chegou ao LCF e ouviu que a equipe de segurança descrevia a presença de estranhas luzes no local.

A equipe SAT descrevia o avistamento de luzes a pouca distância, directamente sobre eles. Sua cor parecia vermelha e elas se moviam com grande velocidade, pairando por algum tempo num ponto e então subitamente se deslocavam até outro local. 

Por vezes uma luz piscava sobre um lugar, e então outra luz piscava numa localização diferente. A equipe não sabia dizer se eram dois objectos, ou o mesmo objecto deslocando-se rapidamente de um lugar para outro. 

Thomas Johnson recorda-se que o céu estava limpo e sem nuvens, e não se lembra se a Lua estava visível naquela noite. Johnson afirma que recebiam constantemente instruções a respeito da presença de helicópteros não identificados sobre locais de mísseis, dadas por pessoal do Escritório de Investigações Especiais (OSI), uma força policial da USAF. 

Porém, o que as equipes SAT descreviam pelo rádio não poderia jamais ser tomado por helicópteros.

PERDENDO CONTROLE DOS MÍSSEIS

Thomas Johnson relata mais um facto alarmante, pois pouco depois receberam um a chamada via rádio de um dos oficiais de lançamento de mísseis da instalação Golf, um tenente que afirmou que haviam perdido controle dos mísseis após o aparecimento das luzes. Johnson não sabe se o problema ocorreu com apenas alguns dos projécteis ou com todos os 10 posicionados em Golf. Johnson relata que o oficial disse que não conseguiam comunicar-se com os mísseis através dos painéis de controle da instalação de lançamento, e que assim não poderiam lançá-los caso recebessem ordens nesse sentido. 

O ex-militar afirma que dias depois equipes de manutenção estiveram trabalhando nos mísseis, mudando seus códigos de alvos. 

Robert Hastings aponta que em vários casos semelhantes tais códigos foram alterados ou apagados depois da presença de OVNIs, assim caso fossem lançados não teriam conseguido atingir seus alvos designados. 

Outra particularidade do caso de Thomas Johnson é que ele não foi interrogado após o incidente, e conforme seu conhecimento nem a equipe SAT que testemunhou as evoluções dos OVNIs sobre a base, ao contrário do que é descrito como prática normal nestes casos.

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